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	<title>Arquivos orgasmo - FATO MT</title>
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	<title>Arquivos orgasmo - FATO MT</title>
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	<item>
		<title>Atriz Rachel Bilson diz que teve 1º orgasmo aos 38 anos; é comum?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Mar 2023 21:10:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[atriz]]></category>
		<category><![CDATA[bilson]]></category>
		<category><![CDATA[comum]]></category>
		<category><![CDATA[orgasmo]]></category>
		<category><![CDATA[rachel]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reprodução/Instagram Atriz Rachel Bilson diz que teve 1º orgasmo aos 38 anos; ginecologista fala da importância de estimular zonas erógenas A atriz Rachel Bilson, conhecida por interpretar a personagem Summer Roberts na série teen americana &#8216;The O.C&#8217;, revelou em seu podcast &#8216;Broad Ideas&#8217; que só teve o primeiro orgasmo aos 38 anos; hoje ela tem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/3d/09/fp/3d09fpww8jhe4jkz1zuqk3ihd.jpg" width="906" height="509" alt="Atriz Rachel Bilson diz que teve 1º orgasmo aos 38 anos; ginecologista fala da importância de estimular zonas erógenas" title="Atriz Rachel Bilson diz que teve 1º orgasmo aos 38 anos; ginecologista fala da importância de estimular zonas erógenas"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Reprodução/Instagram</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Atriz Rachel Bilson diz que teve 1º orgasmo aos 38 anos; ginecologista fala da importância de estimular zonas erógenas</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">A atriz Rachel Bilson, conhecida por interpretar a personagem Summer Roberts na série teen americana &#8216;The O.C&#8217;, revelou em seu podcast &#8216;Broad Ideas&#8217; que só teve o primeiro orgasmo aos 38 anos; hoje ela tem 41. A revelação aconteceu durante um bate-papo com a comediante Whitney Cummings, convidada do show.  </p>
<p> <strong>Entre no  <a href="https://t.me/iGDelas" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-mce-href="https://t.me/iGDelas">canal do iG Delas no Telegram</a> e fique por dentro de todas as notícias sobre beleza, moda, comportamento, sexo e muito mais!</strong> </p>
<p>Na ocasião, Whitney comentou que nunca tinha chegado lá até os 40 anos, quando parou de tomar anticoncepcional. &#8220;Nunca tive isso na minha vida até os 40 anos&#8230; Mas eu poderia fazer isso com as minhas mãos&#8221;, disse ela.</p>
<p>Rachel então respondeu: &#8220;Eu era igual a você. Não aconteceu comigo até os 38 anos. Isso não é loucura?&#8221;. </p>
<h3>É normal?  </h3>
<p>No Brasil, uma pesquisa realizada pelo ProSex (Programa de Estudos em Sexualidade) da USP (Universidade de São Paulo) revelou que 55,6% das mulheres não atingem o orgasmo em suas relações, o que as leva a questionarem a existência de um ponto erógeno capaz de promover tanto prazer.</p>
<p>Mas afinal, existe ou não existe um &#8220;Ponto G&#8221;? Segundo a ginecologista Viviane Monteiro, o tão famoso &#8220;Ponto G&#8221; é na verdade uma zona erógena que compreende a extensão do clitóris, entre a uretra e o canal vaginal, indo até a parte interna da vagina, onde existem terminações nervosas e pequenos vasos sanguíneos que aumentam a sensibilidade e contribuem para o prazer, seja através da penetração ou de estímulos locais.</p>
<p>&#8220;Ao contrário do que muitos acreditam, o Ponto G não funciona como um botão, que, ao ser tocado, irá proporcionar uma onda de prazer instantâneo. Toda essa zona erógena deve ser estimulada para levar a um orgasmo. Vale destacar que cada mulher sente prazer quando estimulada de diferentes formas, em diferentes pontos. Não há uma receita que agrade a todas as mulheres&#8221;, explica a ginecologista.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/amoresexo/2023-03-15/anorgasmia.html" title="Sexóloga desmistifica principais tipos de anorgasmia" target="_self" rel="noopener">Sexóloga desmistifica principais tipos de anorgasmia</a> </li>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/amoresexo/2023-03-14/sexo-pos-parto--ressecamento.html" title="Especialista explica falta de lubrificação das mulheres no pós-parto" target="_self" rel="noopener">Especialista explica falta de lubrificação das mulheres no pós-parto</a> </li>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/amoresexo/2023-03-14/artigo--isabela-cerqueira--good-vibres.html" title="Isabela Cerqueira: Como criar um date com você mesma" target="_self" rel="noopener">Isabela Cerqueira: Como criar um date com você mesma</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">Com a &#8220;descoberta&#8221; dessa zona erógena, a autocobrança das mulheres em atingir o orgasmo também cresceu e, consequentemente, a frustração e o descontentamento quando ele não ocorre, também. Mas, a especialista reforça que o autoconhecimento é o primeiro passo para alcançar diferentes níveis de prazer.</p>
<p>&#8220;Nossos corpos são repletos de &#8216;Pontos G&#8217; e, assim como nem todo corpo é igual, as mulheres também gostam de coisas diferentes. Além das variações de sensibilidade, as experiências pessoais também podem influenciar, por isso, conhecer o próprio corpo e avaliar as sensações que o estímulo de cada região causa é a melhor forma de alcançar a satisfação sexual. Vale sempre bater um papo franco com seu (sua) parceiro (a), para juntos (as), entenderem o que funciona melhor para ambos (as)”, finaliza a médica.  </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://delas.ig.com.br/amoresexo/2023-03-18/rachel-bilson-orgasmo.html#2ef1dddb-f723-45ab-82eb-cd0dc65fb07a" rel="noopener">IG Mulher</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Oito em cada dez mulheres já fingiram orgasmo, revela pesquisa</title>
		<link>https://fatomt.com.br/oito-em-cada-dez-mulheres-ja-fingiram-orgasmo-revela-pesquisa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Mar 2023 11:18:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[fingiram]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[orgasmo]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[revela]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ana Melo Oito em cada dez mulheres já fingiram orgasmo, revela pesquisa Oito em cada dez mulheres (79%) já fingiram orgasmo, revelam os dados da pesquisa &#8220;Prazer Feminino&#8221;, divulgados pela Hibou, empresa de pesquisa e insights de mercado e consumo. As justificativas para isso são: terminar logo o ato (53%); agradar o parceiro (30%); evitar explicações (17%); [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/6x/wb/p5/6xwbp5s1jlml48e24l5tqi9dy.jpg" width="906" height="509" alt="Oito em cada dez mulheres já fingiram orgasmo, revela pesquisa" title="Oito em cada dez mulheres já fingiram orgasmo, revela pesquisa"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Ana Melo</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Oito em cada dez mulheres já fingiram orgasmo, revela pesquisa</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Oito em cada dez mulheres (79%) já fingiram orgasmo, revelam os dados da pesquisa &#8220;Prazer Feminino&#8221;, divulgados pela Hibou, empresa de pesquisa e <em>insights</em> de mercado e consumo. As justificativas para isso são: terminar logo o ato (53%); agradar o parceiro (30%); evitar explicações (17%); evitar constrangimentos (15%); e preferiram não responder (8%).</p>
<p> <strong>Entre no  <a href="https://t.me/iGDelas" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-mce-href="https://t.me/iGDelas">canal do iG Delas no Telegram</a> e fique por dentro de todas as notícias sobre beleza, moda, comportamento, sexo e muito mais!</strong> </p>
<p>Além disso, 42% das entrevistadas afirmam que costumam ter dificuldade de atingir um orgasmo.</p>
<h3>Masturbação</h3>
<p>A pesquisa ainda mostra que sete em cada dez mulheres (71%) se masturbam. Os motivos para isso, segundo elas, seriam os benefícios da prática, como autoconhecimento, alívio de stress e tensões e prevenção de infecções.</p>
<p>Já entre as 29% que não são adeptas da masturbação, 62% não se sentem à vontade; 9% acham errado; e 7% não sentem prazer.</p>
<p>Para aquelas que já se masturbaram, atingir o orgasmo é mais fácil, tanto que 96% afirmam terem experienciado orgasmos por meio da masturbação. Dessas, 57% afirmam que já usaram um vibrador ou outro acessório.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/amoresexo/2023-03-09/viih-tube-e-eliezer-abrem-o-jogo-sobre-sexo-na-gravidez.html" title="Viih Tube e Eliezer abrem o jogo sobre sexo na gravidez" target="_self" rel="noopener">Viih Tube e Eliezer abrem o jogo sobre sexo na gravidez</a> </li>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/amoresexo/2023-03-02/casais-e-solteiros-swing-brasil.html" title="Cresce o número de casais e solteiros interessados em swing" target="_self" rel="noopener">Cresce o número de casais e solteiros interessados em swing</a> </li>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/amoresexo/2023-02-28/sexo-sem-camisinha.html" title="33% dos brasileiros já fizeram sexo sem camisinha fora de um namoro" target="_self" rel="noopener">33% dos brasileiros já fizeram sexo sem camisinha fora de um namoro</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">Mesmo em 2023, a sexualidade feminina continua sendo um tabu. Ao todo, 42% consideram a masturbação feminina uma prática natural; 21% a veem como uma forma de autoconhecimento; 12% veem como um modo de atingir o prazer quando estão sem parceiros; e 6% veem como uma modalidade de sexo como qualquer outra. Já 11% não pensaram a respeito; e 2% a avaliam como prática pela qual se envergonham.  </p>
<h3>Os sextoys estão em alta</h3>
<p>Os  <em>sextoys </em> — brinquedos ou acessórios sexuais — fazem parte de fantasias, rotina ou de descobertas na cama e já foram usados por 73% das mulheres, com ou sem companhia. Entre elas, 34% dizem usar quando há um parceiro; 8% experimentam sozinhas, e para 58%, a companhia e os acessórios independem, pois o importante é ter prazer.</p>
<p>Além disso, 52% experimentaram um acessório por curiosidade; 41% com objetivo de ter prazer; e 30% para se conhecerem melhor. Já 10% afirmam que usaram por fetiche.</p>
<p>A experiência com acessórios e brinquedos devem seguir a regra do conforto da relação. O TOP 5 é formado por lubrificantes (60%); géis (46%); vibradores (36%); massageadores (18%) e vendas para os olhos (15%).</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://delas.ig.com.br/amoresexo/2023-03-12/mulheres-fingiram-orgasmo.html#d991798b-c6cd-49c2-aac5-305555dda1a8" rel="noopener">IG Mulher</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Novo estudo identifica três tipos de orgasmo feminino</title>
		<link>https://fatomt.com.br/novo-estudo-identifica-tres-tipos-de-orgasmo-feminino/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Aug 2022 13:05:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[estudo]]></category>
		<category><![CDATA[feminino]]></category>
		<category><![CDATA[identifica]]></category>
		<category><![CDATA[orgasmo]]></category>
		<category><![CDATA[tipos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ana Melo Os orgasmos receberam o nome de &#8220;onda&#8221;, &#8220;avalanche&#8221; e &#8220;vulcão&#8221; Um estudo feito por pesquisadores da Universidade Charles em Praga, na República Tcheca, e do Centro de Saúde Genital e Educação, identificou três tipos de orgasmo feminino: &#8220;onda&#8221;, &#8220;avalanche&#8221; e &#8220;vulcão&#8221;. A descoberta foi publicada na revista científica Journal of Sexual Medicine. Os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/6x/wb/p5/6xwbp5s1jlml48e24l5tqi9dy.jpg" width="906" height="509" alt="Os orgasmos receberam o nome de " title="Os orgasmos receberam o nome de "> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Ana Melo</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Os orgasmos receberam o nome de &#8220;onda&#8221;, &#8220;avalanche&#8221; e &#8220;vulcão&#8221;</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Um estudo feito por pesquisadores da Universidade Charles em Praga, na República Tcheca, e do Centro de Saúde Genital e Educação, identificou três tipos de orgasmo feminino: &#8220;onda&#8221;, &#8220;avalanche&#8221; e &#8220;vulcão&#8221;. A descoberta foi publicada na revista científica Journal of Sexual Medicine.</p>
<p>Os nomes se referem à maneira como os movimentos do assoalho pélvico ocorreram durante a preparação para o orgasmo e a liberação da tensão no orgasmo.</p>
<p class="">Os cientistas caracterizaram como &#8220;onda&#8221; quando o assoalho pélvico apresenta ondulações ou contrações sucessivas de tensão e liberação no orgasmo. Já a &#8220;avalanche&#8221; ocorre quando há uma tensão mais elevada do assoalho pélvico com contrações que diminuem a tensão durante o orgasmo. Já o &#8220;vulcão&#8221; é caracterizado pelo assoalho pélvico permanecendo em uma tensão mais baixa antes de aumentar drasticamente no clímax.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/2022-08-12/cirurgia-mamoplastia-redutora-quando-e-indicada.html" title="Quando a mamoplastia redutora é indicada?" target="_self" rel="noopener">Quando a mamoplastia redutora é indicada?</a> </li>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/beleza/2022-08-13/skincare-geracao-z.html" title="Geração Z está transformando mercado da beleza, afirma pesquisa" target="_self" rel="noopener">Geração Z está transformando mercado da beleza, afirma pesquisa</a> </li>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/beleza/2022-08-13/como-cuidar-dos-fios-brancos-e-deixa-los-brilhosos.html.ampstories" title="Como cuidar dos fios brancos e deixá-los brilhosos" target="_self" rel="noopener">Como cuidar dos fios brancos e deixá-los brilhosos</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">Para o estudo, 54 mulheres usaram um vibrador conectado por Bluetooth, chamado Lioness, detecta a força das contrações do assoalho pélvico em dois sensores laterais, para que esses padrões possam ser analisados.</p>
<p>As mulheres, que realizavam as tarefas em casa, foram instruídas a se masturbarem até chegarem ao orgasmo e desligar o aparelho dois minutos após alcançarem o clímax. As voluntárias repetiram as ações por vários dias. Elas também foram solicitadas a realizar um teste de controle, no qual inseriam o vibrador, mas não se estimularam.</p>
<p>Os resultados apontaram que quase 50% das mulheres (26) tiveram orgasmos de &#8220;onda&#8221;, enquanto 17 tiveram &#8220;avalanches&#8221; e 11 tiveram &#8220;vulcões&#8221;.</p>
<p>Uma descoberta importante foi que cada mulher experimentou consistentemente apenas um dos três tipos. Alguém que tem um padrão de orgasmo provavelmente não será capaz de experimentar nenhum dos outros, embora não tenha sido estabelecido se isso é ou não possível ter outros movimentos do assoalho pélvico ou se isso é apenas menos comum.</p>
<p>&#8220;Estamos fazendo um estudo de longo prazo de mulheres usando o Lioness para ver como esses diferentes padrões de orgamos são experimentados, quais são os níveis de prazer e de onde vem a estimulação que os induz&#8221;, disse James Pfaus, professor de neurociência da Universidade Charles e principal autor do estudo, em comunicado.</p>
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<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://delas.ig.com.br/amoresexo/2022-08-13/novo-estudo-orgasmo-feminino.html#e0b8544c-3777-4c42-a122-9a06441929f1" rel="noopener">IG Mulher</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Não consegue atingir o orgasmo? Você pode ter anorgasmia</title>
		<link>https://fatomt.com.br/nao-consegue-atingir-o-orgasmo-voce-pode-ter-anorgasmia/</link>
					<comments>https://fatomt.com.br/nao-consegue-atingir-o-orgasmo-voce-pode-ter-anorgasmia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Aug 2022 09:35:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[anorgasmia]]></category>
		<category><![CDATA[atingir]]></category>
		<category><![CDATA[consegue]]></category>
		<category><![CDATA[orgasmo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foto: Reprodução/Freepik Anorgasmia atinge até 4 em 10 mulheres O desfecho de uma relação sexual, para muitas pessoas, é quando se alcança o orgasmo. Dados do periódico médico “Journal of Sexual Medicine” revelam que o clímax feminino demora cerca de 13 minutos e 25 segundos para acontecer e, para os homens, o biólogo americano Alfred [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/2i/25/4s/2i254sl9764kqz1njq9ykjrui.jpg" alt="Anorgasmia atinge até 4 em 10 mulheres"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Foto: Reprodução/Freepik</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Anorgasmia atinge até 4 em 10 mulheres</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">O desfecho de uma relação sexual, para muitas pessoas, é quando se alcança o orgasmo. Dados do periódico médico “Journal of Sexual Medicine” revelam que o clímax feminino demora cerca de 13 minutos e 25 segundos para acontecer e, para os homens, o biólogo americano Alfred Kinsey constatou que o tempo médio até o ápice sexual era de 2 minutos.  </p>
<p>Se, mesmo com estímulos, uma pessoa não consegue atingir o orgasmo, isso pode ser um sinal de um problema fisiológico. A falta de orgasmo, conhecida também por disfunção orgásmica ou anorgasmia, é uma disfunção sexual que impede, atrasa ou diminui o prazer no clímax.</p>
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<h3>Anorgasmia</h3>
<p>O Diário de Obstetrícia e Ginecologia estima que de 20% a 40% das mulheres sofrem de anorgasmia em todo o mundo. Segundo a publicação, uma pessoa pode ter anorgasmia quando sente dificuldade em atingir o orgasmo em 75% das tentativas por até seis meses. </p>
<p class="">Segundo a sexóloga Débora Pádua, os estímulos sexuais são ineficazes para quem sofre desse problema: &#8220;Uma pessoa que sofre de anorgasmia nunca chega ao orgasmo, nem com o próprio estímulo nem com estímulo de outra pessoa. Elas podem até ter tentado, mas simplesmente não conseguem”.</p>
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<p class="">Na medicina, existem diversos tipos de anorgasmia: a anorgasmia primária, disfunção onde a paciente nunca sequer atingiu um orgasmo; a anorgasmia secundária, quando a paciente tem dificuldade na hora de gozar, e a anorgasmia situacional, que é variável, como quando mulheres conseguem gozar com masturbação mas não com o sexo.</p>
<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/1q/c1/ha/1qc1haovgc8fh92fzrnvhrd9s.jpg" alt=""> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Foto: Reprodução/Freepik</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">&#8220;O orgasmo traz relaxamento para as mulheres&#8221;, afirma médica </div>
</figcaption></figure>
</p>
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<p class="">Para a ginecologista do corpo clínico do Hospital Sírio Libanês, Débora Oriá, uma das causas desse problema é a falta de autoconhecimento, já que muitas mulheres não conseguem reconhecer os sinais do que é, realmente, um orgasmo. “O orgasmo real é definido pelas contrações múltiplas na região pélvica e genital. Ele tem um pico intenso seguido de outras contrações que vão reduzindo a sua intensidade até pararem e após essa sensação, você tem um resultado de relaxamento físico e emocional”.  </p>
<h3>Causas</h3>
<p>Entre as principais causas para não conseguir atingir esse prazer, estão o estresse, o uso de ansiolíticos e antidepressivos, a ansiedade, o trauma sexual, o envelhecimento, o abuso de substâncias químicas e a falta de conhecimento do próprio corpo.</p>
<p>Sem a possibilidade de chegar ao clímax, mulheres com anorgasmia tendem a ficar estressadas e infelizes com os parceiros, além de reprimirem a própria sexualidade.  </p>
<p class="">“Eu tentava, tentava, mas nada acontecia”, declara Juliana*, advogada que foi diagnosticada em 2019 com anorgasmia. “Sempre que eu arrumava um namorado, eles acabam se frustrando, já que nunca conseguiram me fazer gozar”.</p>
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<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/3y/f6/ud/3yf6udbitvtkrms8otu06qsx0.jpg" alt="Anorgasmia causa frustração em mulheres e parceiros"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Foto: Reprodução/Pixabay</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Anorgasmia causa frustração em mulheres e parceiros</div>
</figcaption></figure>
</p>
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<p class="">“Eu só descobri que não conseguia gozar aos 26 anos. Assumi, depois de perder a virgindade, aos 19, que o sexo iria acabar melhorando por conta da experiência. E acabou até melhorando, sim. Mas o orgasmo, em si, nunca chegava. Me sentia excluída até da rodinha de amigas, porque elas viviam contando experiências e eu não podia falar nada”.</p>
<p>A jovem alega que a impossibilidade de gozar causou verdadeiros problemas em seu relacionamento com Pedro*, atual noivo. “Como eu percebi que eu não ia conseguir chegar ao final em nenhum momento, eu acabei negligenciando meu parceiro. Deixava o sexo para depois, sabe? Foi me estressando de um jeito que eu fiquei cansada. Até que [Pedro] não aguentou mais e pediu para a gente ver uma terapeuta sexual”.</p>
<h3>Tratamento</h3>
<p>Por se tratar de uma disfunção sexual, o tratamento pode ser físico e psicológico. Na maioria dos casos, um terapeuta sexual pode ser a solução para a anorgasmia.</p>
<p>Oriá detalha que a anorgasmia pode ser revertida, como foi o caso de Juliana*: “O tratamento é composto por educação e terapia sexual. Ela pode ser feita individualmente ou em casal, pois ela é multidisciplinar”, explica a médica.</p>
<p>Na terepia, os profissionais buscam estimular posições que facilitem o orgasmo feminino, desenvolvem exercícios de Kegel e treinos para assoalho pélvico, além de tratarem a noção do sexo na terapia cognitivo comportamental.</p>
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<p>Um dos fatores que auxiliou a vida sexual de Juliana* foi a conversa honesta com seu parceiro. Oriá reflete que a discussão é, também, uma peça essencial para a melhora da anorgasmia: “O parceiro tem que estar ciente dessa situação, né? A falta de comunicação é uma das principais causas da disfunção do orgasmo, então se você não consegue conversar com seu parceiro, é porque ele não conhece o seu corpo”.</p>
<p class="">A profissional aconselha que o autoconhecimento é primordial: “É preciso se conhecer. Onde está o clitóris? Onde é uretra, onde é a vulva? Quais são os seus pontos de excitação? Um autoconhecimento do corpo é fundamental para o tratamento”.</p>
<div class="Noticia_Foto">
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<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/58/fo/y6/58foy65f4pdip24fyhd2t6v4f.jpg" alt="Brinquedos sexuais são opção para autoconhecimento"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Foto: Reprodução/Freepik</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Brinquedos sexuais são opção para autoconhecimento</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">  A sexóloga Debora Pádua afirma que também existem alternativas além do sexo e da terapia: “Eu acredito muito nos brinquedos eróticos. No mercado, temos vibradores bem simples, e outros um pouco mais sofisticados. Às vezes, [a falta do orgasmo] pode sim só ser falta de estímulo e de falta de conhecimento”, analisa a médica.</p>
<p>“A mulher tem que se permitir sentir prazer, se permitir sair do controle da situação. Eu acho que isso faz uma grande diferença, e é isso que eu percebo nas minhas pacientes. Não adianta usar um vibrador se ela não tem vontade alguma de conhecer o orgasmo como ele é. É necessário se permitir”, finaliza.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://delas.ig.com.br/amoresexo/2022-08-12/anorgasmia-voce-pode-ter-essa-disfuncao.html#99cd1941-697f-49b4-adf7-8763efe1f394" rel="noopener">IG Mulher</a></p>
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		<title>Dia do Orgasmo: prazer feminino ainda é tabu, afirma Marcela McGowan</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Jul 2022 09:40:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[afirma]]></category>
		<category><![CDATA[ainda]]></category>
		<category><![CDATA[feminino]]></category>
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		<category><![CDATA[orgasmo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foto: Freepik Sexualidade feminina ainda é reprimida em todo o mundo Você sabia que hoje, 31 de julho, é celebrado o Dia do Orgasmo? A data, que é comemorada em mais de dez países todos os anos, surge como iniciativa de conscientização sobre o prazer feminino. A data foi originalmente criada em 1999 por uma [&#8230;]</p>
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<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/9j/82/jb/9j82jb96ulm1j8ouy9sfpbn15.jpg" width="906" height="509" alt="Sexualidade feminina ainda é reprimida em todo o mundo" title="Sexualidade feminina ainda é reprimida em todo o mundo"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Foto: Freepik </cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Sexualidade feminina ainda é reprimida em todo o mundo</div>
</figcaption></figure>
</p>
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<p class=""> <br data-mce-bogus="1"> </p>
<p>Você sabia que hoje, 31 de julho, é celebrado o Dia do Orgasmo? A data, que é comemorada em mais de dez países todos os anos, surge como iniciativa de conscientização sobre o prazer feminino.</p>
<p>A data foi originalmente criada em 1999 por uma rede de produtos eróticos na Inglaterra. Em pesquisa, a rede identificou que 80% das mulheres britânicas tinham dificuldade para atingir o clímax na hora do sexo. Com base nesses dados, a empresa desenvolveu a campanha “atinja, não finja”.</p>
<p>No Brasil, essa realidade não é muito diferente. Dados da pesquisa A Revolução do Prazer, conduzida pela sex tech Lilit, demonstram que apenas 3 em cada 10 mulheres cisgênero realmente atingem o orgasmo na hora do sexo. Os dados revelam que poucas mulheres realmente conhecem o prazer e o clímax sexual.</p>
<h3>Orgasmo</h3>
<p>Mas o que realmente é um orgasmo? Segundo o caderno de saúde sexual do Ministério da Saúde, o orgasmo é “o clímax de prazer. No homem, junto com o prazer, ocorre a sensação de não conseguir mais segurar a ejaculação e, então, ela ocorre. Na mulher, ocorrem contrações musculares rítmicas em volta da entrada da vagina’’.</p>
<p>O orgasmo surge, então, como resultado de intensa atividade sexual, seja com parceiros, próteses, vibradores ou a sós. Como o clitóris ainda é um órgão desconhecido para milhares de pessoas, o prazer feminino fica, muita das vezes, em segundo plano.</p>
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<p>Para a médica ginecologista e influencer Marcela McGowan, o orgasmo ainda é um tema polêmico para muitas mulheres e é objeto de desinformação ao longo da história. ‘’Fomos educadas para pensar assim. Para ter vergonha do prazer. Dos nossos corpos. Sexo para mulheres é sempre associado a algo negativo, sujo, desmoralizante’’.</p>
<p class="">Para Marcela, a diferença entre o prazer de homens e mulheres tem origem cultural. ‘’[O número baixo de orgasmos femininos] vêm de todas as crenças negativas que aprendemos, e também por desconhecimento mesmo do próprio corpo, do que proporcionar prazer, dos pontos anatômicos e até mesmo quais as melhoras práticas solo ou acompanhadas pra chegar lá’’, declara a médica.</p>
<div class="Noticia_Embed"> <span class="componente-embed-noticia"> </p>
<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned="data-instgrm-captioned" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/Cel6fhzuk01/?utm_source=ig_embed&#038;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style="background: #FFF;border: 0;border-radius: 3px;margin: 1px;max-width: 540px;min-width: 326px;padding: 0">
<div style="padding: 16px"> <a href="https://www.instagram.com/p/Cel6fhzuk01/?utm_source=ig_embed&#038;utm_campaign=loading" style="background: #FFFFFF;line-height: 0;padding: 0 0;text-align: center;text-decoration: none;width: 100%" target="_blank" rel="noopener"> </p>
<div style="flex-direction: row;align-items: center">
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<div style="color: #3897f0;font-family: Arial,sans-serif;font-size: 14px;font-style: normal;font-weight: 550;line-height: 18px">Ver essa foto no Instagram</div>
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<div style="flex-direction: column;flex-grow: 1;justify-content: center;margin-bottom: 24px">   </div>
<p> </a> </p>
<p style="color: #c9c8cd;font-family: Arial,sans-serif;font-size: 14px;line-height: 17px;margin-bottom: 0;margin-top: 8px;overflow: hidden;padding: 8px 0 7px;text-align: center"> <a href="https://www.instagram.com/p/Cel6fhzuk01/?utm_source=ig_embed&#038;utm_campaign=loading" style="color: #c9c8cd;font-family: Arial,sans-serif;font-size: 14px;font-style: normal;font-weight: normal;line-height: 17px;text-decoration: none" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação compartilhada por Marcela Mc Gowan (@marcelamcgowan)</a> </p>
</p>
</div>
</blockquote>
<p> </span> </div>
<p class=""> <br data-mce-bogus="1"> </p>
<p>Em seu antigo consultório, Marcela afirma que já recebeu diversas queixas sobre prazer sexual de suas pacientes. “Eu já escutei de tudo, mas uma que sempre me sensibiliza é mulheres já na casa dos 40, 50 anos que referem nunca terem tido um orgasmo. Passaram uma vida toda sexualmente ativas, sem saber o que é essa sensação”.</p>
<p class="">Uma alternativa para as mulheres que desejam conhecer um pouco mais do próprio corpo é a utilização de produtos eróticos. Para a médica, o segredo do prazer é o autoconhecimento: ‘’Conheçam seu próprio corpo, seus desejos, aprendam o que lhes dá prazer. O orgasmo vem com paciência, prática e intimidade consigo’’, finaliza a especialista.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
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</ul>
</aside>
</div>
<p class=""> <br data-mce-bogus="1"> </p>
<h3>Lojas digitais</h3>
<p>Um dos principais motivos para a falta de conhecimento ao redor do prazer feminino é a vergonha. Seja pelo constrangimento de conversar sobre sexo com amigas ou parceiros ou pela insegurança na hora de comprar algo em uma loja erótica, a sexualidade feminina ainda é silenciada em todo o mundo.</p>
<p class="">Na tentativa de driblar a vergonha e proporcionar prazer para as mulheres, lojas de produtos eróticos online estão crescendo exponencialmente nos últimos anos, como é o caso da Désir Atelier.</p>
<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/bs/cg/6f/bscg6fx9z6nh9cise50f1ml3i.jpg" width="906" height="509" alt="Bárbara e Tanise, donas da Désir Atelier" title="Bárbara e Tanise, donas da Désir Atelier"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Foto: Divulgação</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Bárbara e Tanise, donas da Désir Atelier</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">O estabelecimento, que surgiu em 2016, é fruto de uma parceria de família na Barra da Tijuca. Bárbara Bastos, criadora da Desir, é designer de produto e terapeuta sexual. Com ajuda da mãe e designer de moda, Tanise, elas começaram o projeto vendendo apenas lingeries no Rio.</p>
<p>‘’A empresa nasceu em 2016, mas pegamos o jeito da coisa só em 2018. Até tentamos desenvolver as lingeries, mas não é o que faz mais sucesso. Depois de fazermos uma pesquisa de campo, vimos que o que faz sucesso [com as mulheres ] realmente são os produtos eróticos’’.</p>
<p>No entanto, a designer notou que o termo ‘sex shop’ carregava uma visão negativa na mente de muitas mulheres. ‘’Vi que era algo pesado para muita gente. Existem lugares com muita pornografia, sabe? Tudo muito estereotipado’’.</p>
<p>Bárbara também afirma que a vergonha ao redor do tema afastava muitas de suas clientes. ‘’[O orgasmo] ainda é um tabu. Como que algo tão natural que é o nosso corpo, pode ser pode ser sujo, pode ser errado? Porque a gente não pode buscar esse prazer no sexo e na masturbação?’’.</p>
<p>‘’O prazer é, para muitas pessoas, um grande pecado. É um ‘impulso’ que a gente deve controlar. Muitas mulheres têm a sensação de que ter um sexo prazeroso e ter o seu próprio momento íntimo é algo errado’’, afirma.</p>
<div class="gd7 noticiaFloat itemOpcional">
<figure class="foto-legenda foto-legenda--size-1"> <span> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/a2/h8/dh/a2h8dhr65xkg668smvc04npxc.jpg" alt="Loja presencial da Désir"> </span><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Foto: Divulgação</cite> </p>
<p>Loja presencial da Désir</p>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Por isso, ela e a mãe buscaram desenvolver um ambiente específico e seguro para mulheres. Mas, mesmo com a loja presencial, o que faz mais sucesso é o site: ‘’Bombou muito nos últimos anos’’.</p>
<p class="">Com o prolongamento da pandemia nos últimos dois anos, a jovem acredita que as mulheres brasileiras se sentiram mais livres para comprar produtos relacionados ao sexo. De acordo com o portal Erótica Online, 1 milhão de vibradores foram vendidos durante o isolamento social no país. </p>
<p>‘’Hoje, as mulheres têm menos vergonha de comprar em produtos em sex shops e falarem de masturbação’’, diz.</p>
<p>Ao ser perguntada sobre quais dicas oferece para suas clientes, a designer afirma que a entrega e a confiança são fatores essenciais para um orgasmo. ‘’Você precisa ter um estímulo adequado. Conheça seus pontos de satisfação, fique bem excitada antes de estimular o clitóris. Assim, você acaba com a pressão de ter que chegar no orgasmo’’.</p>
<p>‘’Essa pressão faz com que a gente só se distancie desse ápice, porque a pessoa acaba focando tanto no destino final que não aproveita o caminho. O percurso todo deve ser entendido com um relaxamento, sabe? Com tranquilidade sem essa pressão. Se é uma queixa constante, recomendo procurar por ajuda profissional’’, finaliza.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://delas.ig.com.br/amoresexo/2022-07-31/dia-do-orgasmo.html#be5be9e5-c770-4f7a-875c-226c55005290" rel="noopener">IG Mulher</a></p>
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		<item>
		<title>Dia do Orgasmo: 82% das pessoas não falam sobre o tema com parceiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Jul 2022 09:40:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[falam]]></category>
		<category><![CDATA[orgasmo]]></category>
		<category><![CDATA[parceiros]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[sobre]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pexels Dia do Orgasmo: falar sobre o assunto é benéfico para o casal Você sabia que os orgasmos têm o poder de liberar hormônios do amor e do bem-estar até 5 vezes mais do que durante qualquer outro momento? Os orgasmos proporcionam sensações únicas e diversas em cada pessoa, e são momentos que podem ser [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/3v/j5/pb/3vj5pbvx6e0zmol3gm811t72a.jpg" width="906" height="509" alt="Dia do Orgasmo: falar sobre o assunto é benéfico para o casal " title="Dia do Orgasmo: falar sobre o assunto é benéfico para o casal "> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Pexels</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Dia do Orgasmo: falar sobre o assunto é benéfico para o casal </div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Você sabia que os orgasmos têm o poder de liberar hormônios do amor e do bem-estar até 5 vezes mais do que durante qualquer outro momento? Os orgasmos proporcionam sensações únicas e diversas em cada pessoa, e são momentos que podem ser divididos a dois e criar um laço ainda maior na relação. </p>
<p>Mas e quando atingir o orgasmo não é tão fácil? Em alguns casos, é preciso conversar com o parceiro e explicar o que e como você gosta de ter relações sexuais, para alinhar as expectativas e aumentar o prazer. Porém, nem sempre é assim.</p>
<h3>Entre no <a href="https://t.me/iGDelas" data-mce-href="https://t.me/iGDelas">canal do iG Delas no Telegram </a> e fique por dentro de todas as notícias sobre beleza, moda, comportamento, sexo e muito mais! </h3>
<p>Uma pesquisa realizada pelo aplicativo de relacionamentos global Inner Circle para este Dia do Orgasmo (31/7) aponta que 82% dos brasileiros nunca discutiram o assunto com o parceiro, mesmo quando o outro não consegue fazê-los chegar lá. O motivo? Eles acreditam que isso não é um problema no relacionamento e, portanto, escolhem não falar sobre o assunto.  </p>
<div>
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<h3>Leia também</h3>
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<li> <a href="https://delas.ig.com.br/amoresexo/2022-07-25/sindrome-burnout-afeta-vida-sexual-mulheres.html" title="Burnout pode afetar a vida sexual severamente; sintoma é ignorado" target="_self" rel="noopener">Burnout pode afetar a vida sexual severamente; sintoma é ignorado</a> </li>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/amoresexo/2022-07-09/estudo-identifica-posicao-sexual-mais-eficaz-para-o-orgasmo-feminino.html" title="Estudo identifica posição sexual mais eficaz para o orgasmo feminino" target="_self" rel="noopener">Estudo identifica posição sexual mais eficaz para o orgasmo feminino</a> </li>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/amoresexo/2022-07-16/como-evitar-rotina-relacionamento-e-turbinar-sexo.html" title="Como turbinar o sexo e evitar que o relacionamento caia na rotina" target="_self" rel="noopener">Como turbinar o sexo e evitar que o relacionamento caia na rotina</a> </li>
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<p class=""> <br data-mce-bogus="1"> </p>
<p>“Ter um diálogo aberto com o seu parceiro sobre o assunto é um dos pilares fundamentais para desenvolver um relacionamento de segurança afetiva para os dois. Criar esse ambiente acaba tendo impactos positivos na relação sexual do casal, gerando mais satisfação e cumplicidade, já que os dois terão mais prazer e sentirão mais a vontade para experimentar coisas novas. Ter a consciência de estar em uma relação segura é um fator importante para garantir a satisfação de ambos na hora H”, afirma Crystal Cansdale, especialista em relacionamentos do aplicativo.</p>
<p>O diálogo sincero é a melhor forma de gerar intimidade e cumplicidade no relacionamento, o que acaba trazendo benefícios na hora do sexo também. Ter um espaço de confiança com o seu parceiro faz com que os dois se sintam mais à vontade para abrir as vontades e inseguranças e trabalhar em cima desses pontos, facilitando os orgasmos.</p>
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<p>Além disso, a pesquisa também mostrou que 9 em cada 10 brasileiros preferem ter um orgasmo com um parceiro do que sozinhos. Que tal aproveitar o Dia do Orgasmo para colocar o autoconhecimento para jogo, deixar a vergonha de lado e levar para o seu relacionamento as suas vontades que talvez ainda não estejam sendo atendidas? O medo e a vergonha de falar sobre o assunto são os principais fatores que acabam levando as pessoas a se fecharem e não conversarem sobre sexo, e isso impede que uma conexão verdadeira e genuína se forme.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://delas.ig.com.br/amoresexo/2022-07-31/dia-do-orgasmo-82--nao-falam-com-o-parceiro.html#d93b8752-286d-4360-9024-1b497c589f24" rel="noopener">IG Mulher</a></p>
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		<title>Professora de yôga tem orgasmo com a mente, sem estímulos físicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Apr 2022 18:20:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Reprodu&#231;&#227;o/Youtube Karolin Tsarski, 33 anos, desenvolveu habilidade de atingir o orgasmo apenas com a mente J&#225; pensou em atingir o orgasmo apenas com a sua mente? &#160;Pois&#160;professora de y&#244;ga Karolin Tsarski, 33 anos, da Est&#244;nia, desenvolveu esta habilidade. Tudo come&#231;ou quando Karollin, tentava curar um vaginismo &#160;&#8211; disfun&#231;&#227;o que causa dor&#160;durante a&#160;penetra&#231;&#227;o.&#160;A partir da&#237;&#160;ela iniciou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.0 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/REC-html40/loose.dtd"><br />
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<div class="foto-legenda-citacao-text">Karolin Tsarski, 33 anos, desenvolveu habilidade de atingir o orgasmo apenas com a mente</div>
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<p class=""> <a href="https://delas.ig.com.br/amoresexo/2021-07-31/posicoes-sexuais-dia-do-orgasmo.html" data-mce-href="https://delas.ig.com.br/amoresexo/2021-07-31/posicoes-sexuais-dia-do-orgasmo.html">J&aacute; pensou em atingir o orgasmo apenas com a sua mente?</a> &nbsp;Pois&nbsp;professora de y&ocirc;ga Karolin Tsarski, 33 anos, da Est&ocirc;nia, desenvolveu esta habilidade. Tudo come&ccedil;ou quando Karollin, tentava curar um <a href="https://delas.ig.com.br/amoresexo/2020-12-01/vaginismo-evito-relacionamentos-por-medo-de-transar.html" data-mce-href="https://delas.ig.com.br/amoresexo/2020-12-01/vaginismo-evito-relacionamentos-por-medo-de-transar.html">vaginismo</a> &nbsp;&#8211; disfun&ccedil;&atilde;o que causa dor&nbsp;durante a&nbsp;penetra&ccedil;&atilde;o.&nbsp;A partir da&iacute;&nbsp;ela iniciou uma jornada de dez anos envolvendo treinamentos de y&ocirc;ga t&acirc;ntrico para conseguir ter prazer apenas com a mente.  </p>
<p class="">O caso da estoniana foi relatado na revista cient&iacute;fica Sexual Medicine por pesquisadores da Universidade Charles, na Rep&uacute;blica Tcheca, e do Instituto Superior de Estudos Psicol&oacute;gicos, na Espanha. Os cientistas conduziram uma s&eacute;rie de testes e confirmaram que o orgasmo mentalmente desencadeou os mesmos processos biol&oacute;gicos no corpo que aqueles induzidos na genit&aacute;lia. </p>
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<p class="">&#8220;Fui aprendendo posturas corporais, t&eacute;cnicas de respira&ccedil;&atilde;o, bloqueios corporais com o objetivo de aprender como despertar e sentir essa energia e, em seguida, aprender a gui&aacute;-la e mov&ecirc;-la para cima. Al&eacute;m disso, fiz exerc&iacute;cios do assoalho p&eacute;lvico, pr&aacute;tica de massagem mam&aacute;ria e pr&aacute;ticas para liberar a vergonha e a culpa. Aprendi a relaxar e deixar ir, aceitei minha imagem corporal e trouxe um aumento de aten&ccedil;&atilde;o plena tamb&eacute;m para a vida em geral&#8221;, diz Karolin. </p>
<p class="">A instrutora de y&ocirc;ga que hoje consegue segurar um orgasmo por at&eacute; dez minutos, diz que os benef&iacute;cios sexuais apareceram &agrave; medida que seu treinamento progredia, o que a fez se libertar do vaginismo. Hoje ela realiza consultas de uma hora e meia para clientes que querem melhorar o prazer sexual, no valor de 60 euros (cerca de R$ 360). </p>
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<p class="">&#8220;O que eu fiz, eu sei que toda mulher pode fazer porque eu costumava ser muito desconectada da minha pr&oacute;pria sexualidade e era um enorme peso nos meus ombros. Eu estava profundamente insatisfeita sexualmente&#8221;, relata. </p>
<h3>Pesquisa comprova que orgasmo n&atilde;o &eacute; &lsquo;fake&rsquo;</h3>
<p>Durante o experimento, os&nbsp;cientistas confirmaram que o orgasmo era, de fato, verdadeiro. Para isso, foram monitorados os n&iacute;veis da prolactina no corpo de Karolin, um horm&ocirc;nio liberado pela mulher logo ap&oacute;s o orgasmo. Durante tr&ecirc;s sess&otilde;es, com uma semana de intervalo entre elas, os&nbsp;pesquisadores mediram as taxas da prolactina 30 minutos antes, imediatamente depois e 30 minutos depois do orgasmo. </p>
<p>Na primeira sess&atilde;o, Karolin induziu um orgasmo durante 5 minutos. Na segunda, o tempo foi maior: 10 minutos. Na terceira, a professora apenas leu um livro, para que os resultados servissem para compara&ccedil;&atilde;o. </p>
<p>As an&aacute;lises revelaram que o primeiro teste elevou em 25% os n&iacute;veis de prolactina no corpo imediatamente ap&oacute;s o orgasmo induzido pela mente. Esse aumento foi de 48% na sess&atilde;o de 10 minutos. J&aacute; no &uacute;ltimo, em que a professora n&atilde;o provocou a sensa&ccedil;&atilde;o de prazer, tamb&eacute;m n&atilde;o houve mudan&ccedil;a significativa no n&iacute;vel do horm&ocirc;nio no corpo de Karolin.</p>
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<div id="infocoweb_rodape" class="infocoweb_rodape">Fonte: <a target="_blank" href="http://delas.ig.com.br/delas.ig.com.br/amoresexo/2022-04-07/professora-yoga-orgasmo-sem-sexo-nem-masturbacao.html#263" rel="noopener">IG Mulher</a></div>
</div>
<p><script src="https://gestor.infocoweb.com.br/analytics_content.js?a=263&amp;b=1116615&amp;c=6758672"></script></body></html></p>
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