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	<title>Arquivos necessidade - FATO MT</title>
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	<title>Arquivos necessidade - FATO MT</title>
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		<title>Sema-MT defende necessidade de nova lei do licenciamento em audiência do Senado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 May 2023 20:15:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A secretária de Meio Ambiente de Mato Grosso, Mauren Lazzaretti, defendeu a necessidade de alterações na legislação para promover maior eficiência dos órgãos ambientais estaduais, durante audiência pública do Senado Federal sobre a nova Lei do licenciamento ambiental (PL 2159/2021), realizada nesta quarta-feira (31.05). &#8220;É necessário fazer esta revisão e deixar muito claro que a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify">A secretária de Meio Ambiente de Mato Grosso, Mauren Lazzaretti, defendeu a necessidade de alterações na legislação para promover maior eficiência dos órgãos ambientais estaduais, durante audiência pública do Senado Federal sobre a nova Lei do licenciamento ambiental (PL 2159/2021), realizada nesta quarta-feira (31.05).</p>
<p> &#8220;É necessário fazer esta revisão e deixar muito claro que a tecnologia precisa ser aplicada, não apenas como instrumento para orientar um processo digital de licenciamento, mas para tornar mais leve, eficaz e eficiente. Temos imagens de alta resolução que podem tornar esse procedimento mais rápido&#8221;, destaca a secretária, que também preside a Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Meio Ambiente (Abema).</p>
<p> Ela avalia que somente com a eficiência é possível tornar o licenciamento um instrumento que vai cumprir o seu papel de controlar o uso dos recursos naturais, mitigar os potenciais impactos, e orientar a prática das atividades com o melhor resultado para o meio ambiente, e o desenvolvimento sustentável do país. </p>
<p> &#8220;O licenciamento deve ser compatível com o conhecimento acumulado, a localização do empreendimento, e o potencial impacto que ele pode causar. Ao nosso ver, a proposta que traz a Licença por Adesão e Compromisso (LAC) e o licenciamento simplificado compatibiliza o esforço do órgão licenciador com a característica dos empreendimentos e localização&#8221;, destaca.  </p>
<p> Ainda em discussão no Congresso para virar regra nacional, a Licença por Adesão e Compromisso (LAC) já foi implementada em Mato Grosso para 106 atividades, e chegou ao tempo médio de resposta de 2 dias.</p>
<p> Para a gestora, quando os órgãos ambientais puderem direcionar o maior esforço para os licenciamentos mais complexos, haveria o aumento da eficiência e maior agilidade nos procedimentos internos dos órgãos ambientais.</p>
<p> &#8220;Aprovar uma lei geral do licenciamento é urgente para reduzir a insegurança jurídica. Nos estados há diversas decisões judiciais sendo aplicadas, o que torna o processo complexo, burocrático, oneroso, e não contribui para o desenvolvimento sustentável para o país&#8221;. </p>
<p> Mais de 90% do licenciamento ambiental está a cargo dos órgãos estaduais de meio ambiente. Com mais de 30 anos de conhecimento acumulado sobre o tema, é possível avaliar o que deu certo e o que deu errado, completa. </p>
<p> <strong>Debate no Senado</strong><br /> A secretária participou de modo remoto da audiência promovida pelas comissões de Meio Ambiente (CMA) e de Agricultura e Reforma Agrária (CRA). O evento reuniu autoridades para discutir o Projeto de Lei (PL 2.159/2021), que traz mudanças nas regras de licenciamento ambiental. O debate foi requerido pelos senadores Confúcio Moura, relator do projeto na CMA, e Tereza Cristina, relatora na CRA. </p>
<p> O PL estabelece normas gerais para o licenciamento de atividade ou de empreendimento utilizador de recursos ambientais, efetiva ou potencialmente poluidor ou capaz de causar degradação do meio ambiente.</p>
</div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.secom.mt.gov.br/w/sema-mt-defende-a-necessidade-de-nova-lei-do-licenciamento-em-audi%C3%AAncia-do-senado#99217c56-fac8-4fff-adff-da11c6b9dec7" rel="noopener">Governo MT &#8211; MT</a></p>
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		<title>Debate na CDH reforça necessidade de salários iguais entre homens e mulheres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 May 2023 15:15:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[debate]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Convidados ouvidos pela Comissão de Direitos Humanos (CDH) nesta segunda-feira (29) defenderam a continuidade da luta pela obrigatoriedade de salários iguais entre homens e mulheres. Os debatedores pediram também agilidade de discussão, pelo Senado, do PL 1.085/2023, que prevê multa de dez vezes o maior salário pago por uma empresa em caso de descumprimento da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Convidados ouvidos pela Comissão de Direitos Humanos (CDH) nesta segunda-feira (29) defenderam a continuidade da luta pela obrigatoriedade de salários iguais entre homens e mulheres. Os debatedores pediram também agilidade de discussão, pelo Senado, do <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/157368">PL 1.085/2023</a>, que prevê multa de dez vezes o maior salário pago por uma empresa em caso de descumprimento da igualdade salarial. Em caso de reincidência, a multa deverá ser elevada em 100%. Já aprovado pela Câmara, o texto é de iniciativa do Poder Executivo e tramita em regime de urgência. </p>
<p>A audiência pública integra um ciclo de debates que vem orientando a criação de um Estatuto do Trabalho (<a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/133210">SUG 12/2018</a>), relatado pelo presidente do colegiado, senador Paulo Paim (PT-PT). Ele ressaltou que as mulheres são maioria na CDH e comemorou o fato de o <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/157368">PL 1.085/2023</a> ser relatado pela senadora Zenaide Maia (PSD-RN), na CDH, e pela senadora Teresa Leitão (PT-PE), nas Comissões de Assuntos Sociais (CAS) e de Assuntos Econômicos (CAE).<strong> </strong></p>
<h3><strong>União </strong></h3>
<p>Secretária Nacional das Mulheres da Central Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras, Celina Alves Arêas defendeu a aprovação do <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/157368">PL 1.085/2023</a> e pediu união pela igualdade salarial e por equidade em todas as instâncias de poder. Ela considerou inadmissível as mulheres, que são maioria em vários setores, continuarem sendo tratadas com métodos machistas do ponto de vista sindical. E observou que as empregadas domésticas, por exemplo, embora representem 90% dessa categoria de trabalhadores, recebem 30% a menos que os homens em termos salariais. </p>
<p>— É uma luta não só das mulheres, mas de toda a sociedade brasileira. Precisamos assumir essa mobilização, para que esse projeto [quando transformado em lei] seja aplicado na prática. Infelizmente, temos leis que não são colocadas em prática, mas vamos fazer com que esta seja. </p>
<h3><strong>Luta histórica</strong></h3>
<p>Representante do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho (Cesit/Unucamp), Magda Barros Biavaschi mencionou a luta histórica contra as desigualdades de tratamento, de condições de trabalho e as disparidades salariais entre mulheres e homens. Ela considerou esse quadro “uma desgraça que persiste, apesar dos inúmeros decretos instituídos que asseguram tratamento isonômico no comércio e na indústria”. A debatedora destacou a busca “hercúlea” das mulheres por estabilidade e o fim de problemas como a discriminação por sexo ou mesmo demissões por gravidez. Magda considerou que a Emenda das Domésticas (<a href="https://legis.senado.leg.br/norma/540675">EC 72</a>)trouxe avanços, mas lamentou, no entanto, que a regulamentação da norma tenha trazido problemas como a redução de direitos das diaristas. </p>
<p>— Aí veio a reforma trabalhista, com várias reduções de direitos, e estamos aqui hoje discutindo esse PL 1.085, quanto ao direito à igualdade substantiva. Talvez possamos aprimorar esse projeto e quero sublinhar, de maneira significativa, o ponto dos ganhos, da igualdade salarial e remuneratória, o que é importante manter porque salário é distinto de remuneração. Que nenhuma emenda supressiva venha retirar nenhum desses dois elementos. É necessário também manter o termo “obrigatoriedade” além disso, as multas são importantes, mas ainda são tímidas — afirmou. </p>
<p><em>Mais informações a seguir</em></p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/29/debate-na-cdh-reforca-necessidade-de-salarios-iguais-entre-homens-e-mulheres#1259450c-033a-4dc1-8a0d-5023fc1531ef" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Audiência pública no bairro Dr. Fábio debate a necessidade de regularização fundiária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 May 2023 20:17:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em audiência pública no bairro Dr. Fábio, em Cuiabá, realizada nesta segunda-feira (22), o vereador Jeferson Siqueira (PSD), juntamente com o secretário de Habitação e Regularização Fundiária de Cuiabá, Marcrean Santos (PP), explicaram aos moradores quais são os documentos necessários e o período para dar entrada ao pedido de regularização do título de posse definitivo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>Em audiência pública no bairro Dr. Fábio, em Cuiabá, realizada nesta segunda-feira (22), o vereador Jeferson Siqueira (PSD), juntamente com o secretário de Habitação e Regularização Fundiária de Cuiabá, Marcrean Santos (PP), explicaram aos moradores quais são os documentos necessários e o período para dar entrada ao pedido de regularização do título de posse definitivo dos imóveis. No bairro, há 510 lotes para serem regularizados.&#038;nbsp</div>
<div></div>
<div>Com a presença de cerca de 400 moradores, foi informado que na próxima semana será iniciado o mutirão de Regularização Fundiária, organizado pelo município. Equipes da secretaria farão o cadastramento social das famílias que estão aptas a receber o título definitivo.</div>
<div></div>
<div>Comemorando o comparecimento de tantos moradores, Jeferson enfatizou que continuará desenvolvendo projetos que beneficiem a população cuiabana, principalmente, nas comunidades mais carentes da capital.</div>
<div></div>
<div>“Foi um sucesso a audiência pública, pois, tivemos o comparecimento de cerca de 400 moradores, e eles saiam daqui com a certeza que estaremos trabalhamos muito para que possam regularizar os seus imóveis e terrenos, para que a partir daí obtenham sua tão sonhada escritura”, afirmou</div>
<div></div>
<div><b>Documentos</b></div>
<div></div>
<div>Entre os documentos exigidos estão RG, CPF, Certidão de Nascimento ou Casamento, contrato de compra e venda (se tiver) ou documento que comprove a posse pacífica e o tempo de ocupação, declaração de endereço, renda e Cadastro Único (CadÚnico).</div>
<div></div>
<div>Da Assessoria</div>
<div style="float:left;padding-top:20px">				     	</div>
<div style="width:670px;height:27px;float:left">                    </div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.camaracuiaba.mt.gov.br/noticia.php?id=13662#00705f14-324f-48b0-85f6-c0df96868f52" rel="noopener">Câmara de Cuiabá &#8211; MT</a></p>
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		<title>Médico tira dúvidas sobre menopausa e necessidade de terapia hormonal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 May 2023 10:45:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>FreePik Médico tira dúvidas sobre menopausa e reposição hormonal Uma fase de vida comum entre as mulheres de 45 a 55 anos é a chamada menopausa, que é caracterizada pelo último ciclo menstrual, ou seja, a última menstruação. Com isso, as mulheres perdem hormônios que são fundamentais para a sua saúde. Segundo especialistas, um dos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/2c/yt/1u/2cyt1u1nsl1k46xf36qspqnls.jpg" width="906" height="509" alt="Médico tira dúvidas sobre menopausa e reposição hormonal " title="Médico tira dúvidas sobre menopausa e reposição hormonal "> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>FreePik</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Médico tira dúvidas sobre menopausa e reposição hormonal </div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Uma fase de vida comum entre as mulheres de 45 a 55 anos é a chamada menopausa, que é caracterizada pelo último ciclo menstrual, ou seja, a última menstruação. Com isso, as mulheres perdem hormônios que são fundamentais para a sua saúde. Segundo especialistas, um dos tratamentos mais indicados é a reposição hormonal, ainda rodeado de mitos. O ginecologista Paulo Gallo responde dúvidas frequentes sobre o tratamento.  </p>
<p class=""> <strong>Entre no <a href="https://t.me/iGDelas" data-mce-href="https://t.me/iGDelas"> canal do iG Delas no Telegram</a> e fique por dentro de todas as notícias sobre beleza, moda, comportamento, sexo e muito mais! </strong> </p>
<p>De acordo com o médico, o climatério pode ser dividido em três partes: A pré-menopausa, a menopausa e a pós-menopausa. “Durante a pré-menopausa já começam a aparecer alguns sintomas, principalmente irregularidade menstrual. Inicialmente, quando a mulher vai chegando próximo à menopausa, a tendência é os ciclos menstruais ficarem mais curtos e depois começarem a se alongar, até eles começarem a faltar. Geralmente a menopausa não chega de uma única vez. Nesse período, a mulher já poderá sentir alguns sintomas de menopausa, principalmente aqueles calores que a mulher sente, mais comuns à noite”, explica.</p>
<p>Após instalada, a menopausa provoca uma diminuição na produção de estrogênio e progesterona, dois hormônios que são essenciais para o ciclo menstrual e a fertilidade. Essa diminuição hormonal afeta diretamente o humor e o bem-estar das mulheres, resultando em oscilações emocionais, irritabilidade, ansiedade e até depressão.</p>
<p>Quando se fala de reposição hormonal, surgem inúmeras dúvidas, desde quando começar até as consequências. Paulo Gallo respondeu às seguintes perguntas:</p>
<p> <strong>1- Quais são os sintomas iniciais no período da menopausa?</strong> </p>
<p>Os principais sintomas são calores, geralmente à noite, ressecamento da vagina, ressecamento da pele, distúrbio do sono, podendo haver insônia, entre outras queixas. Esses sintomas descritos acima são sintomas que ocorrem a curto prazo. Logo, quando a menopausa se instala, eles podem ter duração variável e muitas vezes depois de 2 ou 3 anos de menopausa esses sintomas até diminuem.</p>
<p> <strong>2- Quais são as consequências a longo prazo da menopausa?</strong> </p>
<p>Com a perda dos hormônio, a falta de estrogênio faz com que você perca cálcio nos ossos e evolua para uma osteoporose, com maior risco de fratura, principalmente de ossos longos, como o fêmur, ou fraturas da vértebra, fazendo com que a coluna comece a ficar curvada. Outra alteração que ocorre são as mudanças do perfil lipídico, do colesterol, triglicerídeos, trazendo um perfil mais masculino, mais androgênico, pois a mulher apresentará uma diminuição muito grande nos hormônios femininos. Ela tem uma tendência a ter níveis maiores de alguns hormônios masculinos, levando a deposição de gordura nas artérias, aumentando o risco cardiovascular, principalmente o derrame, infarto, etc. Temos também risco maior de desenvolvimento de alzheimer, porque o cérebro também tem receptor de estrogênio.</p>
<p> <strong>3- Porque é indicado fazer reposição hormonal?</strong> </p>
<p>Quando a gente fala em reposição hormonal, o hormônio principal a ser reposto é o estrogênio, e é muito comum as pessoas falarem ‘ah mas a menopausa é uma coisa natural, porque repor?’. Primeiro porque o ovário é uma glândula, e como toda glândula que apresenta uma produção insuficiente, deve ser feita a reposição hormonal, como por exemplo a tireoide.</p>
<p> <strong>4- Porque fazer reposição hormonal sendo que a menopausa é um processo natural do corpo feminino?</strong> </p>
<p>É um pensamento equivocado, porque no início do século XX, a expectativa de vida das mulheres era 45 anos. Com o avanço da medicina, procedimentos cirúrgicos e anestésicos, antibióticos e inúmeros tratamentos que se desenvolveram ao longo século XX, em um século, entre 1900 e 2000, a expectativa de vida das mulheres pulou de 45 para 85 anos. Dessa forma, as mulheres passaram a viver artificialmente quase o dobro do que viviam antes do desenvolvimento da medicina. Então essas mulheres passaram a viver uma grande parte da sua vida na menopausa, com falta de produção de hormônios do ovário, principalmente estrogênio. E o estrogênio é fundamental, não só nos ossos, mas no tecido cardiovascular, no cérebro, tanto que todos esses órgãos têm receptor de estrogênio.</p>
<p> <strong>5- Quando deve-se começar a reposição hormonal?</strong> </p>
<p>Deve ser iniciado o mais rápido possível. Nós temos o que chamamos de janela de oportunidades, que está nos primeiros 5 anos, de preferência nos primeiros 2 anos, após a instalação da menopausa. Após esse período, iniciar reposição hormonal pode trazer algumas complicações, então o ideal para quem quiser fazer reposição hormonal é iniciar o mais próximo possível da instalação da menopausa.</p>
<p> <strong>6- Como é feita a reposição hormonal?</strong> </p>
<p>É feita com hormônios similares ao que o ovário produz, tanto o estrogênico quanto a progesterona, exatamente igual ao que o ovário produz.</p>
<p> <strong>7- Reposição hormonal causa câncer?</strong> </p>
<p>Ele não causa câncer, mas ele pode acelerar alguns tipos de câncer. Antes de fazer a reposição, toda mulher tem que fazer uma série de exames, como mamografia, ultra-sonografia da mama, ultrassom transvaginal e alguns exames de sangue para ver se está tudo bem para começar o tratamento. Após iniciada a reposição hormonal essa mulher tem que ser avaliada anualmente pelo ginecologia para ver se pode continuar realizando o tratamento.</p>
<p> <strong>8- Quando a mulher não pode fazer reposição hormonal, como é feito o tratamento?</strong> </p>
<p>Temos alguns fitoterápicos que tem uma ação hormonal leve temos alguns antidepressivos tricíclicos que melhoram essas ondas de calor e de fogachos e algumas medicações para induzir o sono… Na verdade, quando alguma mulher tem realmente uma contraindicação para reposição hormonal, que são casos pouco frequentes, a opção de tratamento vai ser através de medicações sintomáticas e medidas paliativas, com remédios para aliviar os principais sintomas, principalmente os fogachos, os ressecamentos da pele e da vagina.</p>
<p> <strong>Acompanhe também perfil geral do <a href="https://t.me/portalig" data-mce-href="https://t.me/portalig">Portal iG no Telegram</a> !</strong> </p>
<p> <br data-mce-bogus="1"> </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://delas.ig.com.br/2023-05-20/menopausa--duvidas.html#e3ab84b8-f6ae-4d34-82c8-0ee282e37519" rel="noopener">Mulher</a></p>
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		<title>Zequinha destaca necessidade de mais recursos para a safra 2023-2024</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 May 2023 16:15:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em pronunciamento no Plenário na quarta-feira (17), o senador Zequinha Marinho (PL-PA) manifestou preocupação da Frente Parlamentar da Agropecuária e do setor produtivo do agronegócio quanto ao financiamento do Plano Safra 2023-2024. Segundo ele, é necessário que os recursos estejam disponíveis durante toda a safra — de forma continua e sem interrupções — e com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em pronunciamento no Plenário na quarta-feira (17), o senador Zequinha Marinho (PL-PA) manifestou preocupação da Frente Parlamentar da Agropecuária e do setor produtivo do agronegócio quanto ao financiamento do Plano Safra 2023-2024. Segundo ele, é necessário que os recursos estejam disponíveis durante toda a safra — de forma continua e sem interrupções — e com reajuste para atender à previsão de aumento da produção.</p>
<p>— Vamos ter uma safra quase 20% maior do que a safra atual. Para isso é necessário que sejam destinados, pelos cálculos dos especialistas nesse setor, R$ 403,88 bilhões para esta temporada. Esse valor representa 18,5% a mais do que os R$ 340,88 bilhões anunciados para a safra 2022/2023, que se encerra no dia 30 de junho. A ideia é que R$ 290 bilhões desse dinheiro sejam destinados ao custeio e à comercialização da safra de grãos, aumento na mesma proporção em relação à safra atual. Para as linhas de crédito de investimento a longo prazo, a demanda sugerida é de R$ 113,09 bilhões. E aí nós temos uma cifra 19,5% maior do que os R$ 94,6 bilhões dessa safra — disse.</p>
<p>Zequinha também defendeu a redução das taxas de juros das operações de crédito rural. O atual cenário do mercado, apontou o senador, tem gerado preocupação com a queda dos preços das commodities. Uma saca de soja que custava R$ 180, caiu para R$ 120, disse. E a <span>arroba</span> do boi, que custava R$ 300, atualmente está a R$ 210.</p>
<p>— Precisamos de uma taxa de juros que esteja atrelada ao valor de mercado do produto do fazendeiro, do produtor rural, caso contrário esse produtor vai se endividar e não vai conseguir pagar com aquilo que produzir, por mais eficiente que sejam os seus compromissos junto aos bancos — afirmou.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/18/zequinha-destaca-necessidade-de-mais-recursos-para-a-safra-2023-2024#91ff3712-091c-4cb7-bb27-d7f38ed3f33c" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Debatedores chamam atenção para a necessidade de meio ambiente saudável no trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 May 2023 18:15:15 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Subnotificação do trabalho informal, prejuízos causados pela flexibilização de horários e casos de desrespeito aos direitos dos empregados domésticos foram pontos discutidos em audiência pública da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) nesta segunda-feira (15). A reunião integrou um ciclo de debates proposto pelo presidente da CDH, senador Paulo Paim (PT-RS), a fim [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Subnotificação do trabalho informal, prejuízos causados pela flexibilização de horários e casos de desrespeito aos direitos dos empregados domésticos foram pontos discutidos em audiência pública da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) nesta segunda-feira (15). A reunião integrou um ciclo de debates proposto pelo presidente da CDH, senador Paulo Paim (PT-RS), a fim de aprofundar a discussão sobre os efeitos da reforma trabalhista de 2017 e instruir a Sugestão (SUG) 12/2018, apresentada ao Senado por entidades de defesa dos direitos dos trabalhadores, que propõe a criação do Estatuto do Trabalho. O tema da audiência foi <em>O Estatuto do Trabalho e Meio ambiente do trabalho: trabalho digno; plataformas; teletrabalho; normas regulamentadoras e responsabilidade civil</em>.</p>
<p>A SUG 12/2018 foi elaborada durante o funcionamento de Subcomissão do Estatuto do Trabalho, criada no âmbito da CDH em 2017 para reavaliar e propor alternativas à reforma trabalhista promovida pela <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2017/lei/l13467.htm">Lei 13.467, de 2017</a>. O texto foi arquivado em dezembro de 2022, com o encerramento da legislatura, mas um requerimento de Paim, aprovado no Plenário em março, desarquivou o projeto, que continua tramitando na CDH. Relator, Paim afirmou que a proposta tem objetivo de fortalecer a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que completa 80 anos em 2023. </p>
<p>— Defendo a CLT, e continuarei defendendo sempre. Quando falamos do Novo Estatuto do Trabalho, trata-se de uma atualização fruto de uma sugestão legislativa da qual tenho a honra de ser relator. É um debate do século 21, um passo à frente, e não um retrocesso. Em todos os eventos que realizamos e vamos realizar, sempre o aprimoramos — asseverou Paim. </p>
<h3><strong>Meio ambiente do trabalho</strong></h3>
<p>Cirlene Luiza Zimmermann, procuradora do Ministério Público do Trabalho e substituta eventual da Coordenadoria Nacional de Defesa do Meio Ambiente do Trabalho e da Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, lembrou que o trabalho é como uma &#8220;segunda identidade&#8221;, e por isso não pode ser algo que &#8220;adoece, que causa dor e sofrimento&#8221;, mas precisa ser &#8220;digno, sustentável, seguro e saudável&#8221;.</p>
<p>— Em 2022, o direito ao meio ambiente de trabalho saudável e seguro foi considerado pela OIT [Organização Internacional do Trabalho] como um principio e direito fundamental. No mesmo ano, a Assembleia das Nações Unidas declarou o meio ambiente limpo, saudável e sustentável — e sempre que se fala em meio ambiente, inclui a perspectiva do trabalho, como um direito humano fundamental — disse a procuradora. </p>
<p>Ela afirmou que o novo Estatuto do Trabalho ajudará na evolução nas relações trabalhistas, assegurando um ambiente saudável para os empregados. Ela salientou que as empresas que querem se manter no mundo dos negócios devem cumprir os requisitos mínimos em relação aos trabalhadores.</p>
<p>Cirlene Zimmermann disse que a jornada de trabalho está vinculada à segurança da atividade laboral. E manifestou preocupação com projetos de lei que tramitam no Congresso e condicionam o cumprimento das regras trabalhistas pelas empresas ao porte do empreendimento, por exemplo. </p>
<p>— Na realidade, o que traz o risco [para uma empresa] é a atividade [em si], então precisamos desvincular questões que não têm vinculação alguma. É um cenário de preocupação que merece nosso registro — declarou Cirlene Zimmermann, para quem é preciso fomentar uma cultura de prevenção de doenças e acidentes de trabalho, visto que a saúde é valor inalienável.</p>
<h3><strong>Preservação da saúde</strong></h3>
<p>Representante do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait), Ana Luiza Horcades apontou que a pandemia de covid-19 trouxe uma necessidade de revisão das formas de trabalho para os empregados, de maneira geral, a fim de que o Estatuto do Trabalho não nasça &#8220;já velho&#8221;. A auditora do trabalho afirmou que a informalidade dificulta o dimensionamento das mortes ocorridas no desempenho da atividade laboral, por exemplo. E que essa ausência de dados, agravada após a epidemia de coronavírus, atrapalha a elaboração de políticas de prevenção de acidentes de trabalho e de preservação da saúde. </p>
<p>— Muita gente morreu [na pandemia] porque precisava trabalhar. Mas é um número que a gente não consegue de fato conhecer em função, principalmente, da informalidade. A gente tem um grupo enorme de pessoas que morreram, por exemplo, pela falta de trabalhadores em determinados serviços. Além disso, temos as pessoas que trabalham na área da saúde, cujos índices de contaminação foram altíssimos e, por isso, carregam sequelas. Então, para seguirmos nesse projeto de melhorar o nosso estatuto do trabalho, podemos incorporar questões macro, como esse gerenciamento dos riscos ocupacionais — disse Ana Horcades. </p>
<p>Para o procurador do Trabalho e vice-coordenador nacional da Coordenadoria de Combate às Fraudes nas Relações de Trabalho, Renan Bernardi Kalil, a flexibilidade de horários adotada por empresas de entrega por aplicativos, por exemplo, gera prejuízos financeiros aos empregados. Segundo ele, apesar de parecer um benefício, essa modalidade gera riscos e acarreta mais carga de trabalho, principalmente para aqueles que dependem economicamente da atividade. O debatedor considerou a audiência pública da CDH fundamental para ajudar a sociedade a reconhecer, inclusive, as desigualdades econômicas verificadas entre empregadores e trabalhadores. </p>
<p>— Em geral, essas plataformas de empresas de entrega têm um sistema de remuneração que paga muito pouco, mas resultam numa margem de manobra que gera um grau de arbitrariedade muito grande para os trabalhadores. </p>
<p>Representante do Movimento da Advocacia Trabalhista Independente (Mati), Rosildo Bomfim observou que não se trata de uma &#8220;demonização da tecnologia&#8221;, mas é preciso fazer separação entre as empresas que usam as plataformas digitais como meio de negócios e aquelas que usam esses instrumentos apenas para tentar fraudar as leis trabalhistas. O advogado disse ser preciso evitar que o trabalhador seja transformado em uma &#8220;mercadoria&#8221; e pediu atenção dos congressistas quanto aos projetos de lei em tramitação sobre o assunto. </p>
<p>— Não fazemos reforma na nossa casa para piorá-la. Reformas são para melhorar, são para pegar, por exemplo, trabalhadores fora do sistema protetivo e colocá-los dentro — observou. </p>
<h3><strong>Contrários precários</strong></h3>
<p>A ministra do Tribunal Superior do Trabalho (TST) Delaíde Alves Miranda Arantes ressaltou que os juízes trabalhistas têm o dever de controlar as normas e verificar se essas regras estão seguindo as diretrizes internacionais. Ela disse que a proteção ao trabalhador é a razão de ser da CLT e defendeu uma atuação conjunta do Legislativo, do Executivo e do Judiciário para fortalecer os trabalhadores. Ela citou a atualização da legislação trabalhista em países como Portugal, que estão punindo com prisão empregadores domésticos que não cumprem seus deveres. </p>
<p>— Está em vigor desde 1º de maio, dentre outras medidas, pena de prisão para o empregador doméstico que não fizer o registro desse profissional. É um processo criminal. Enquanto isso, a reforma trabalhista [no Brasil] contribuiu para a exploração do trabalho infantil, para o trabalho escravo, para a terceirização ampla com contratos precários, onde tudo contribuiu enormemente para a piora dos indicadores. Está sendo muito violado o trabalho digno previsto na nossa Constituição — alertou. </p>
<h3><strong>Violação de direitos</strong></h3>
<p>O diretor do Departamento de Segurança e Saúde do Trabalhador do Ministério do Trabalho e Emprego, Henrique Mandagará de Souza, destacou os índices de trabalho análogo à escravidão verificados especialmente em áreas rurais e a cultura do trabalho escravo doméstico que ainda persiste. O representante do governo observou que essa violação de direitos se mostra maior em relação às mulheres. E destacou que a pasta é parceira da CDH. </p>
<p>— A gente continua afastando crianças e adolescentes de trabalhos proibidos [&#8230;]. Precisamos pensar, por exemplo, formas de fortalecer as representações [sindicais] dos trabalhadores. São desafios complexos, já que as novas formas de trabalho dificultam a própria organização dos trabalhadores, seja na terceirização irrestrita, seja no <em>crowdworking</em> [modalidade onde pessoas são contratadas via plataforma digital e executam tarefas online para empresas ou outros indivíduos].<strong> </strong></p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/15/debatedores-chamam-atencao-para-a-necessidade-de-meio-ambiente-saudavel-no-trabalho#e6ce0e45-a028-45d9-afff-e0657a5d2d98" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Lei Estadual proíbe cobrança de mais de um ingresso para pessoas com necessidade especial ou deficiência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Apr 2023 14:45:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[cobran]]></category>
		<category><![CDATA[especial]]></category>
		<category><![CDATA[estadual]]></category>
		<category><![CDATA[ingresso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Governo de Mato Grosso sancionou e publicou no Diário Oficial do Estado a Lei Nº 12.078 que proíbe a cobrança de mais de um ingresso nos casos em que, por necessidade especial ou deficiência, o espectador necessite ocupar mais de um assento. A proibição vale para casas de shows e espetáculos, teatros, cinemas, auditórios, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify">O Governo de Mato Grosso sancionou e publicou no Diário Oficial do Estado a <a href="https://www.iomat.mt.gov.br/portal/visualizacoes/pdf/17234#/p:4/e:17234?find=valdir%20barranco">Lei Nº 12.078</a> que proíbe a cobrança de mais de um ingresso nos casos em que, por necessidade especial ou deficiência, o espectador necessite ocupar mais de um assento. A proibição vale para casas de shows e espetáculos, teatros, cinemas, auditórios, estádios, ginásios de esportes e demais estabelecimentos localizados no Estado. </p>
<p> A secretária adjunta de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon-MT), Gisela Simona, explica que a nova legislação é uma medida importante para garantir a igualdade de acesso a eventos culturais e esportivos às pessoas com necessidades especiais ou deficiência e assegurar a inclusão social.  </p>
<p> De acordo com Gisela, o Código de Defesa do Consumidor (CDC) e a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência proíbem qualquer forma de discriminação. “A cobrança de ingresso adicional era um gasto a mais e muitas famílias não podiam arcar com esse custo. A nova legislação estadual garante a igualdade de acesso. Um exemplo de público com necessidade especial beneficiado pela lei são os obesos, que podem necessitar de mais de um assento”, informa Gisela.  </p>
<p> A Lei Estadual Nº 12.078, de autoria do deputado Valdir Barranco, foi publicada no Diário Oficial de terça-feira (18.04) e já está em vigor.</p>
<p> A nova legislação vale para todo o Estado. Em caso de problemas, o consumidor pode procurar o Procon mais próximo de sua residência e registrar uma reclamação. Se descumprirem a lei, os estabelecimentos estarão sujeitos às penalidades previstas no Código de Defesa do Consumidor e demais sanções cabíveis, alerta a secretária adjunta do Procon-MT.</p>
</div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.secom.mt.gov.br/web/procon/-/lei-estadual-pro%C3%ADbe-cobran%C3%A7a-de-mais-de-um-ingresso-para-pessoas-com-necessidade-especial-ou-defici%C3%AAncia#dc45f945-b7c1-4585-bc2b-66fde7fd4af8" rel="noopener">Governo MT &#8211; MT</a></p>
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		<title>Lula destaca necessidade da defesa da Amazônia em encontro com Biden</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Feb 2023 01:15:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[biden]]></category>
		<category><![CDATA[defesa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reprodução/TV Brasil Lula durante encontro com Biden no Salão Oval da Casa Branca O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)  se encontrou nesta sexta-feira (10) com Joe Biden, presidente dos Estados Unidos, no Salão Oval da Casa Branca. E a agenda climática foi uma das pautas da reunião aberta a jornalistas. O petista enfatizou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/dq/6l/oc/dq6loc3i9c0uw81bz0ltgw3rz.jpg" width="906" height="509" alt="Lula durante encontro com Biden no Salão Oval da Casa Branca" title="Lula durante encontro com Biden no Salão Oval da Casa Branca"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Reprodução/TV Brasil</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Lula durante encontro com Biden no Salão Oval da Casa Branca</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class=""> <br data-mce-bogus="1"> </p>
<p class=""> <a title="Lula defende julgamento justo a Bolsonaro" href="https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2023-02-10/lula-defende-julgamento-justo-a-bolsonaro.html" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-mce-href="https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2023-02-10/lula-defende-julgamento-justo-a-bolsonaro.html">O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)</a>  se encontrou nesta sexta-feira (10) com Joe Biden, presidente dos Estados Unidos, no Salão Oval da Casa Branca. E a agenda climática foi uma das pautas da reunião aberta a jornalistas.</p>
<p>O petista enfatizou ainda que o mundo pode contar com o Brasil na luta pela preservação da Amazônia e na defesa da democracia, ressaltando que a floresta foi violada durante o mandato do último presidente.</p>
<p class="">&#8220;O Brasil tem um compromisso com as mudanças climáticas para reduzir o desmatamento e reduzir as emissões&#8221;, garantiu ele.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2023-02-10/casa-branca-derrubata-objeto-nao-identificado-alasca.html" title="Casa Branca derruba objeto não identificado no Alasca" target="_blank" rel="noopener">Casa Branca derruba objeto não identificado no Alasca</a> </li>
<li> <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2023-02-10/fab-repatriar-brasileiros-terremoto-turquia.html" title="Terremoto: FAB deve repatriar brasileiros que estão na Turquia" target="_blank" rel="noopener">Terremoto: FAB deve repatriar brasileiros que estão na Turquia</a> </li>
<li> <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2023-02-10/lula-defende-fim-da-guerra-na-ucrania.html" title="Nos Estados Unidos, Lula defende fim da guerra na Ucrânia" target="_blank" rel="noopener">Nos Estados Unidos, Lula defende fim da guerra na Ucrânia</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class=""> <br data-mce-bogus="1"> </p>
<p>Para o petista, &#8220;cuidar da Amazônia hoje é cuidar do planeta Terra. E cuidar do planeta Terra é cuidar da nossa sobrevivência&#8221;. &#8220;Por isso, todos nós temos a obrigação de deixar para os nossos filhos e netos um mundo melhor do que o recebemos dos nossos pais&#8221;.</p>
<p>O presidente brasileiro reforçou que o mundo precisa de uma nova estrutura para implementar as obrigações sobre o assunto.</p>
<p>&#8220;Vamos levar muito a sério essa questão do clima. E lhe digo mais uma coisa, presidente, é preciso que a gente estabeleça uma nova conversa para construir uma governança mundial mais forte, porque a questão climática, se não tiver uma governança global forte, que tome decisões que todos os países sejam obrigados a cumprir, não vai dar certo&#8221;, acrescentou.</p>
<p> <strong>Lula ataca Bolsonaro</strong> </p>
<p>Durante o encontro, o chefe do Executivo brasileiro também criticou seu adversário político, o ex-governante Jair Bolsonaro (PL).  <a title='Lula detona Bolsonaro a Biden: "Brasil ficou 4 anos se marginalizando"' href="https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2023-02-10/lula-encontro-biden-critica-bolsonaro.html" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-mce-href="https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2023-02-10/lula-encontro-biden-critica-bolsonaro.html">O petista acusou seu antecessor de “marginalizar” o Brasil nos últimos quatro anos.</a> </p>
<p>“O Brasil ficou quatro anos se marginalizando, tinha um presidente que não gostava de manter relações com nenhum país. O mundo dele começava e terminava com fake news, de manhã, de tarde e de noite. Ele parece que menosprezava relações internacionais”, comentou Lula.</p>
<p>Joe Biden começou a rir e alfinetou seu adversário político, o ex-presidente Donald Trump, sem citá-lo. “Isso soa familiar”, ironizou o norte-americano a gestão anterior.</p>
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<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2023-02-10/lula-defesa-amazonia-encontro-biden.html#82e1ad16-57de-4e9c-85f2-a29a642de2da" rel="noopener">IG Política</a></p>
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		<title>Girão coloca em discussão necessidade de existência da Justiça Eleitoral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Dec 2022 03:16:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O senador Eduardo Girão (Podemos-CE) afirmou, em pronunciamento nesta quinta-feira (15), que em duas audiências públicas realizadas recentemente na Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle (CTFC) foi discutida a real necessidade de o país manter uma Justiça especializada, permanente, criada exclusivamente para cuidar do processo eleitoral. Ele mencionou números que, na sua opinião, mostram [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="">O senador Eduardo Girão (Podemos-CE) afirmou, em pronunciamento nesta quinta-feira (15), que em duas audiências públicas realizadas recentemente na Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle (CTFC) foi discutida a real necessidade de o país manter uma Justiça especializada, permanente, criada exclusivamente para cuidar do processo eleitoral. Ele mencionou números que, na sua opinião, mostram a estrutura gigantesca da Justiça Eleitoral, “desproporcional com o serviço prestado e com a transparência que o brasileiro merece ter”.</p>
<p class="">— Na dotação orçamentária para 2023, está previsto para a Justiça Eleitoral algo em torno de R$ 10,6 bilhões de reais para custear os TRE’s [Tribunais Regionais Eleitorais], o Fundo Partidário e o TSE [Tribunal Superior Eleitoral], sendo que para esse último ficaram reservados absurdos R$ 2,7 bilhões — disse.</p>
<p class="">Girão lembrou que, na maioria dos países com democracias sólidas, não há órgão tão oneroso e que concentre tanto poder. Em muitos países, de acordo com o senador, é a Justiça Federal que “vai lá e toma a frente de eleições”.</p>
<p class="">O senador denunciou ainda a interferência do Poder Judiciário no Legislativo e disse que, com a posse do ministro Alexandre de Moraes como presidente do TSE, os problemas se intensificaram.</p>
<p class="">— Nós assistimos, claramente, a uma prática de perseguição política a conservadores do nosso país, típicas de uma ditadura — afirmou.</p>
<p class="">O senador criticou também a sistemática ausência de ministros de tribunais superiores nas audiências realizadas no Senado, apesar de serem convidados. E comparou essa atitude com a constante participação dos magistrados em conferências e seminários no exterior, para abordar os mesmos temas que seriam discutidos com os parlamentares.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2022/12/15/girao-coloca-em-discussao-necessidade-de-existencia-da-justica-eleitoral#cdaaa510-5a70-4f01-a88f-7b5aa1ac7d48" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Cortella afirma em palestra a necessidade de se reinventar para enfrentar turbulências e mudanças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Sep 2022 23:10:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[cortella]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reafirmar compromissos, ampliar a capacidade de integração e acreditar que a vida possa ser melhor são alguns dos caminhos para enfrentar as adversidades, segundo o professor Mario Sérgio Cortella. As propostas foram apresentadas a cerca de 400 pessoas na noite dessa segunda-feira (20 de setembro), durante a apresentação da palestra ‘Cenários Turbulentos, Mudanças Velozes’, no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><img decoding="async" src="https://www.urgentenews.com.br/wp-content/uploads/2022/09/20/dd27c465f6c6ca118bf020f21f023b4c.jpg" width="300" height="225" align="left" alt="">Reafirmar compromissos, ampliar a capacidade de integração e acreditar que a vida possa ser melhor são alguns dos caminhos para enfrentar as adversidades, segundo o professor Mario Sérgio Cortella. As propostas foram apresentadas a cerca de 400 pessoas na noite dessa segunda-feira (20 de setembro), durante a apresentação da palestra ‘Cenários Turbulentos, Mudanças Velozes’, no teatro Zulmira Canavarros, em Cuiabá. </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">O filósofo acrescentou ainda que esses cenários e mudanças, vivenciados pela humanidade, principalmente após a pandemia da Covid-19, faz com que as pessoas se obriguem à renovação. “É necessário se reinventar. Nosso modo de fazer, de criar, de refletir, de agir e, portanto, precisamos de generosidade mental, coerência ética e humildade intelectual para melhorar aquilo que se faz. Quando a gente não se abre às mudanças, ficamos ultrapassados. Houve uma época em que ficar para trás era só ser deixado, então acelerava o passo e alcançava o outro. Hoje, é necessário que haja uma capacidade maior. Aquele que, como qualquer pessoa, não tiver atenção, fica fora do tempo, fica anacrônica e isso ninguém deseja.”</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">O evento foi realizado pela Associação Mato-Grossense dos Magistrados (Amam) e contou com o apoio da Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT) e Escola da Magistratura (Emam). A palestra foi voltada para desembargadores, desembargadoras, juízes e juízas e convidados. Nesse sentido, Cortella ainda afirmou ser ainda mais agradável a ele discursar em eventos associativos, pois “toda associação, todo grupo que eleva a capacidade de partilha de informação e de competência, presta um serviço melhor no qual está inserido e onde tem ali a sua representação.”</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">O diretor da Esmagis-MT, desembargador Marcos Machado, presente no evento, apontou que a escola institucional, nesta gestão 2021/2022, busca dentre tantas outras frentes, aprimorar o magistrado no campo das ciências sociais. “O professor Cortella está conosco praticamente desde a do início da nossa gestão. Nesse sentido, ele já foi entrevistado no programa Magistratura e Sociedade e já teve veiculados cursos digitais disponibilizados para o Brasil, que fizemos questão de adquirir e compartilhar com magistratura de Mato Grosso. Ele tem reconhecido nosso interesse pelo seu conhecimento, pela sua visão de mundo e de sociedade, bem como nossa busca para incutir o papel do juiz dentro dos estudos sociais que ele desenvolve. É um prazer imenso poder contar com professor na nas nossas escolas”</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Machado ressaltou ainda que a palestra é a realização de um planejamento coletivo, há tempos desejado pela Esmagis, Amam e Emam. “Hoje nós estamos realizando um projeto comum. Associação e escolas unidas, a escola institucional e a escola associativa, a bem da sociedade e também das instituições públicas, porque tanto a Assembleia Legislativa de Mato Grosso, como o Tribunal de Contas também nos prestigiam. A Filosofia é a base de tudo. O conhecimento do agir, do se relacionar e, no caso nosso caso, também do julgar. Então, precisamos nos guiar com aquele que é a maior autoridade no Brasil no assunto.”</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">A escolha do professor Cortella para a palestra foi coletiva entre a Amam, Esmagis e Emam. Segundo o presidente da Associação, juiz Tiago Nogue</span><span style="font-family: Arial">ira, a análise das mudanças é necessária tendo em vista que as instituições mudaram nesse período pós-Covid. “Até pouco tempo tudo era presencial. Hoje, nós já temos atendimento híbrido em todos os órgãos públicos e como todos nós sabemos, as instituições são formadas por pessoas, o ser humano está por detrás dos cargos. O professor Cortella traz um tema atual e nos provoca a pensar e a refletir a respeito desse mundo pós-pandemia.”</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Também o juiz Gerardo Humberto Alves da Silva Júnior, diretor da Emam,  apontou que há a necessidade de entender as mudanças do período pós-pandêmico com resiliência. “Passamos por momentos de superação e de enfrentamento das adversidades da vida e nenhum nome melhor do que o do professor Mário Sérgio Cortella. Esse cooperação entre associação e escolas da magistratura demonstra essa preocupação muito forte com a formação do magistrado e com a entrega de um trabalho sempre melhor para a sociedade.” </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição das imagens: Foto1 – imagem horizontal colorida. Cortella veste roupa escura, segura microfone e fala para público que está à frente dele. Atrás, imagem traz texto: Cenários Turbulentos, Mudanças Velozes. </span></div>
<div style="text-align: justify"><em><br />  </em></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">Keila Maressa/Fotos: Alair Ribeiro</span></em></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">Coordenadoria de Comunicação do TJMT</span></em></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">imprensa@tjmt.jus.br</span></em></div>
<div> </div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://www.tjmt.jus.br/noticias/70741#0bf5becf-e929-486a-9c6e-ec3f98004ea3" rel="noopener">Tribunal de Justiça de MT</a></p>
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