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	<title>Arquivos metodos - FATO MT</title>
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	<title>Arquivos metodos - FATO MT</title>
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	<item>
		<title>Importância dos métodos autocompositivos é destaque em palestra no Encontro da Magistratura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 May 2023 21:15:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[autocompositivos]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O trabalho desenvolvido pelo Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) e a importância dos métodos autocompositivos para o sistema de Justiça foram os destaques da apresentação feita pelos responsáveis pelo Núcleo aos magistrados e magistradas que participaram, na sexta-feira (19 de maio), do Encontro Regional da Magistratura, realizado em Sinop como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://urgentenews.com.br/wp-content/uploads/2023/05/23/7df82c160673a1ec448a7890cdf5cba6.jpg" width="300" height="200" align="right" alt="">O trabalho desenvolvido pelo Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) e a importância dos métodos autocompositivos para o sistema de Justiça foram os destaques da apresentação feita pelos responsáveis pelo Núcleo aos magistrados e magistradas que participaram, na sexta-feira (19 de maio), do Encontro Regional da Magistratura, realizado em Sinop como parte da programação do Projeto Elo.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">A palestra teve início com uma apresentação da juíza Cristiane Padim da Silva, coordenadora do Nupemec, que listou os três pilares do Núcleo: a centralização da autocomposição por meio dos Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejuscs); a capacitação dos mediadores, conciliadores, servidores e colaboradores; e as estatísticas do trabalho desenvolvido.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">A magistrada fez questão de explicar o que é o Cejusc e qual a sua estrutura, focada na prevenção de conflitos, por meio da atuação do setor de cidadania; e resolução autocompositiva, que pode ser pré-processual e processual. Após detalhar o trabalho feito pelos setores de Cidadania, Pré-processual e Processual, Cristiane Padim enfatizou a importância da interlocução entre os juízes do Cejusc e os que atuam nas varas cíveis. “Quando há essa interlocução, o índice de conciliação é palpável. Essa conversa é fundamental. É importante que vocês tragam as demandas para o Nupemec”, pontuou.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Na sequência, o gestor-geral do Nupemec, João Gualberto Nogueira Neto, apresentou aos participantes dados estatísticos e explanações sobre a gestão de dados do setor. Dentre as diversas informações apresentadas, ele explicou o que é o índice de conciliação, citou os sete indicadores do Prêmio CNJ de Qualidade e falou ainda detalhadamente sobre a Meta 3 do CNJ.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><img decoding="async" src="https://urgentenews.com.br/wp-content/uploads/2023/05/23/072748c7e252efbea6a0af9df645b183.jpg" width="300" height="200" align="left" alt="">Para finalizar a apresentação, o presidente do Nupemec, desembargador Mário Roberto Kono de Oliveira promoveu uma valiosa reflexão sobre a importância dos métodos autocompositivos para a resolução dos conflitos em sociedade. </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">“Temos que repensar o sistema de justiça. Trabalhar esses métodos autocompositivos de forma pré-processual. Precisamos deixar o Poder Judiciário com a sua função de julgar casos que ainda não foram julgados, que ainda não se tem uma formação de entendimento sobre essa matéria.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">E pegar esse nível de excelência dos juízes para estudar e julgar casos complexos e não para julgar em massa aquilo que todos já sabem qual é o resultado. Quando você consegue resolver de forma autocompositiva, você não dá sentenças inócuas”, enfatizou.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Ainda conforme o desembargador, quando as partes trabalham juntas para chegar a uma solução, passam a existir propostas viáveis de cumprimento e a possibilidade de cumprimento desse acordo aumenta significativamente bastante porque foi um resultado buscado por todos. “Satisfazemos as pretensões das partes, porque trouxemos a solução, trouxemos a paz social. Esse é o objetivo maior da conciliação, da mediação. E a gente como magistrado se sente mais satisfeito, porque seu ato foi importante, e não um mero rito de passagem para o Tribunal de Justiça. Vamos repensar, vamos trabalhar para que esses métodos autocompositivos sejam empregados e tragam resultados satisfatórios”, conclamou.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">#Paratodosverem &#8211; Esta matéria possui recursos de texto alternativo para inclusão das pessoas com deficiência visual. Primeira imagem: fotografia colorida da juíza Cristiane Padim. Ela é uma mulher branca, de cabelos encaracolados, que fala ao microfone. Usa uma blusa laranja e uma saia branca. Segunda imagem:  fotografia colorida do desembargador Mário Kono ao microfone. Ele tem cabelos grisalhos, usa um blazer bege e calça jeans.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">Lígia Saito / Fotos: Alair Ribeiro</span></em></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">Assessoria de Comunicação</span></em></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT)</span></em></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial"> </span></em></div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://www.tjmt.jus.br/noticias/74401#c9fb9533-bb55-45a0-a6eb-4adac4a9ad92" rel="noopener">Tribunal de Justiça de MT &#8211; MT</a></p>
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		<title>Veja quais são os métodos mais seguros na prevenção da gravidez</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 May 2023 14:15:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[metodos]]></category>
		<category><![CDATA[preven]]></category>
		<category><![CDATA[quais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Freepik/reprodução Contraceptivos reversíveis e de longa duração como DIU e implantes estão entre os métodos mais seguros na prevenção da gravidez Muito se discute sobre a segurança e a praticidade dos métodos contraceptivos nos dias atuais. O ritmo acelerado de vida das mulheres no trabalho e o acúmulo de funções, muitas vezes, interfere nos cuidados [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/73/7d/rl/737drl1ezezpsewb477k31ak4.jpg" width="906" height="509" alt="Contraceptivos reversíveis e de longa duração como DIU e implantes estão entre os métodos mais seguros na prevenção da gravidez" title="Contraceptivos reversíveis e de longa duração como DIU e implantes estão entre os métodos mais seguros na prevenção da gravidez"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Freepik/reprodução</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Contraceptivos reversíveis e de longa duração como DIU e implantes estão entre os métodos mais seguros na prevenção da gravidez</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Muito se discute sobre a segurança e a praticidade dos métodos contraceptivos nos dias atuais. O ritmo acelerado de vida das mulheres no trabalho e o acúmulo de funções, muitas vezes, interfere nos cuidados com a saúde, e, principalmente, na escolha de um método mais eficaz para evitar a gravidez.</p>
<p class=""> <strong>Entre no  <a href="https://t.me/iGDelas" data-mce-href="https://t.me/iGDelas">canal do iG Delas no Telegram</a> e fique por dentro de todas as notícias sobre beleza, moda, comportamento, sexo e muito mais! </strong> </p>
<p>Segundo levantamento realizado pelo Instituto Ipsos, em 2021, 43% das mulheres brasileiras desejam saber mais sobre os métodos contraceptivos e as suas diferenças e apenas 13% da população feminina tem conhecimento sobre o assunto.</p>
<p>Vinícius Carruego, ginecologista, explica que os contraceptivos mais seguros são os chamados de LARCS (reversíveis e de longa duração) neste caso, incluem-se o DIU medicado (Mirena e Kylleena) &#8211; normalmente, os mais seguros e o DIU não medicados, como o de cobre e o de prata. Além disso, os implantes hormonais possuem alta eficácia e estão entre os métodos mais indicados na prevenção de uma gestação indesejada.</p>
<h3>  A idade da mulher e a escolha do método</h3>
<p>A idade da mulher é sim um aspecto a ser considerado na escolha do contraceptivo. Em casos de pacientes acima de 40 com comorbidades como hipertensão ou diabetes, o uso da pílula não deve ser indicado de forma alguma. Deve-se seguir a mesma orientação para mulheres com comprometimento hepático no fígado.</p>
<p>A indicação para mulheres nesta faixa etária são os implantes hormonais, pois é comum a utilização de hormônios para bloquear a ovulação, tratar desequilíbrios, assim como em situações de doenças hormônio dependentes.</p>
<h3>  A pílula anticoncepcional  </h3>
<p>A pílula anticoncepcional é um dos métodos contraceptivos mais populares e amplamente utilizados. Ela consiste em um comprimido oral contendo hormônios sintéticos, geralmente uma combinação de estrogênio e progestina. Funciona de várias maneiras para prevenir a gravidez, pois inibe a ovulação, impedindo a liberação mensal de óvulo pelos ovários. Mas, a sua eficácia depende da consistência e do uso correto.</p>
<p>Para Carruego, a única vantagem da pílula é a acessibilidade e o preço. O uso contínuo do contraceptivo pode diminuir a massa muscular, aumentar a massa de gordura, ocasionar disbiose intestinal (condição que acontece quando a microbiota intestinal está sofrendo algum desequilíbrio de bactérias) e inflamar a paciente.</p>
<p>O método é contraindicado para mulheres que sofrem enxaquecas muito fortes, genética para trombose ou histórico de câncer de mama.  </p>
<h3>Os implantes hormonais  </h3>
<p>O implante hormonal, inserido na pele através de um tubinho de 4 a 5 cm, contém substâncias que caem na corrente sanguínea e, de maneira controlada, passam a regular a quantidade de hormônios no organismo feminino.</p>
<p>“Os implantes hormonais apresentam vantagens significativas na prevenção da gravidez. Uma delas é que eles não dependem do uso correto da paciente. Além disso, são alternativas eficazes, a paciente não vai esquecer de usá-los, pois o implante está presente e ativo no corpo”, afirma Carruego.</p>
<p>Segundo o médico o implante pode causar efeitos colaterais em pacientes que não adotarem um estilo de vida adequado. Neste caso é preciso manter uma alimentação balanceada, não ingerir produtos industrializados, farináceos, glúteos, lactose e ultraprocessados. Outras condições que podem impactar na eficácia do tratamento é o estresse, o sedentarismo e poucas horas de sono. É preciso ajustar o estilo de vida para usar o implante.</p>
<p> <strong>Acompanhe também perfil geral do <a href="https://t.me/portalig" data-mce-href="https://t.me/portalig">Portal iG no Telegram</a> !</strong> </p>
<p>É importante lembrar que nenhum método contraceptivo é 100% eficaz, e cada pessoa pode ter necessidades e preferências diferentes. É sempre recomendado consultar um profissional de saúde para discutir as opções contraceptivas e escolher o método mais adequado com base em fatores como idade, histórico médico e estilo de vida.  </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://delas.ig.com.br/alimentacao-e-bem-estar/2023-05-22/metodos-contraceptivos.html#7484595b-2a54-4205-88eb-2efd59b0a967" rel="noopener">Mulher</a></p>
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		<title>Saiba quais são os métodos contraceptivos mais eficazes</title>
		<link>https://fatomt.com.br/saiba-quais-sao-os-metodos-contraceptivos-mais-eficazes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Mar 2023 12:48:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[contraceptivos]]></category>
		<category><![CDATA[eficazes]]></category>
		<category><![CDATA[metodos]]></category>
		<category><![CDATA[quais]]></category>
		<category><![CDATA[saiba]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reprodução: Freepik Laqueadura Segundo uma pesquisa do Instituto Ipsos, realizada em 2021, o método contraceptivo mais utilizado no Brasil atualmente é a pílula anticoncepcional oral. Cerca de 60% das mulheres entrevistadas utilizam desta forma para evitar a gravidez . O preservativo, método que protege também contra Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs), ficou em segundo lugar, com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<p> <br data-mce-bogus="1"> </p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/4k/8q/tn/4k8qtnqw7pzw8ujj3b1sn0t6i.jpg" width="906" height="509" alt="Laqueadura" title="Laqueadura"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Reprodução: Freepik</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Laqueadura</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Segundo uma pesquisa do Instituto Ipsos, realizada em 2021, o <strong>método contraceptivo</strong> mais utilizado no Brasil atualmente é a <strong>pílula anticoncepcional</strong> oral. Cerca de 60% das mulheres entrevistadas utilizam desta forma para evitar a <strong>gravidez</strong> .</p>
<p>O preservativo, método que protege também contra Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs), ficou em segundo lugar, com 43% das entrevistadas utilizando.</p>
<p>Em terceiro lugar ficou o <strong>DIU</strong> (dispositivo intrauterino) de cobre (8%) e a injeção mensal (6%). A contracepção natural – tabelinha, coito interrompido e temperatura corporal – é utilizado por 6% das mulheres entrevistadas, e a laqueadura, por 4%.</p>
<p>Segundo a ginecologista, obstetra e mastologista, doutora Monique Muller Reis Novacek, a pílula anticoncepcional é mais utilizada por ser a mais acessível.</p>
<p>&#8220;A pílula anticoncepcional acaba sendo um método fácil e mais aceito pelas mulheres&#8221;, diz a doutora, que também explica sobre os riscos dos anticoncepcionais.</p>
<p>&#8220;A gente tem vantagens e desvantagens, a vantagem é que ela acaba bloqueando uma ovulação, ou seja, se a paciente não esquece o uso diário do medicamento e não usa uma outra medicação que interfira, ela tem uma eficácia de até 98%. Só que temos os riscos em algumas pacientes que têm sim uma chance aumentada de trombose. As pílulas anticoncepcionais podem ser aquelas combinadas orais, ou seja, eu tenho tanto o hormônio estrogênio quanto a progesterona, quando juntos eles aumentam o risco de trombose. Mas tem aquele só com a progesterona, sem o risco trombótico&#8221;, relata a ginecologista.   </p>
<h2>Quai são os métodos mais seguros?</h2>
<p>&#8220;Depende. Depende muito do perfil da paciente, do que ela espera, se ela é uma paciente elegível a tomar uma medicação diária e se ela usa outro tipo de medicação que pode interferir nesse método. Então a gente sempre tem que estudar o perfil da paciente para discutir com ela&#8221;, explica a doutora Monique.</p>
<p>Sobre os métodos com maiores eficácias comprovadas, a especialista diz que &#8220;o método definitivo, que é a <a href="https://saude.ig.com.br/2023-03-03/novas-regras-laqueadura-e-vasectomia.html" data-mce-href="https://saude.ig.com.br/2023-03-03/novas-regras-laqueadura-e-vasectomia.html">vasectomia e a laqueadura</a> , e a inserção daqueles de uso hormonais&#8221; são os mais eficazes. &#8220;Os dois têm o maior índice de eficácia, mas não são para todas as pacientes que a gente pode indicá-los&#8221;.</p>
<p>O DIU hormonal dura até cinco anos e a sua taxa de eficácia é de 99,9%. Há também a opção de um implante de um bastonete no braço da mulher, chamado Implanon. Ele tem duração de três anos e taxa de eficácia também de 99,9%. </p>
<p>O DIU de cobre é um dispositivo colocado dentro do útero e pode durar até 10 anos no órgão, com eficácia de 99,5%.</p>
<p>A médica ainda ressalta que nenhum método contraceptivo é 100% eficaz.</p>
<p>&#8220;O método 100% eficaz é não fazer sexo. Sempre existe aquele índice de 1% ou 2% de falha. A laqueadura e a vasectomia também não são totalmente eficazes. Existe uma falha de 0,1% na vasectomia e 0,3% na laqueadura, então uma em cada mil mulheres podem engravidar mesmo utilizando esse método&#8221;, explica a doutora.</p>
<h2>E a pílula do dia seguinte?</h2>
<p>Segundo dados do Ministério da Saúde, em 2020, foram distribuídas mais de 7 milhões de unidades da pílula do dia seguinte em todo o país. Para a utilização do medicamento, Novacek pede cuidado.</p>
<p>&#8220;A gente não pode até oferecer isso como o método contraceptivo porque ela tem efeitos colaterais. Uma dose de dois comprimidos é o equivalente a uma cartela inteira de um anticoncepcional de progesterona. Então a mulher em situação de emergência acaba recorrendo a ela, mas também não tem 100% de eficácia comprovada&#8221;, explica a doutora.</p>
<p>Os efeitos colaterais da pílula do dia seguinte, segundo a ginecologista, são:</p>
<ul>
<li>
<p>Alterações no ciclo menstrual </p>
</li>
<li>
<p>Náuseas e vômitos </p>
</li>
<li>
<p>Sangramento excessivo  </p>
</li>
<li>
<p>Risco da gestação ectópica</p>
</li>
</ul>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://saude.ig.com.br/2023-03-03/novas-regras-laqueadura-e-vasectomia.html" title="Veja as novas regras para realizar a laqueadura e a vasectomia" target="_self" rel="noopener">Veja as novas regras para realizar a laqueadura e a vasectomia</a> </li>
<li> <a href="https://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2023-03-09/pele-desidratada--saiba-quais-sao-as-causas-e-como-tratar-o-problema.html" title="Pele desidratada: saiba quais são as causas e como tratar o problema" target="_self" rel="noopener">Pele desidratada: saiba quais são as causas e como tratar o problema</a> </li>
<li> <a href="https://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2023-03-09/10-dicas-para-reduzir-o-estresse-e-melhorar-a-saude-do-coracao.html" title="10 dicas para reduzir o estresse e melhorar a saúde do coração" target="_self" rel="noopener">10 dicas para reduzir o estresse e melhorar a saúde do coração</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<h2 class="">Laqueadura e vasectomia</h2>
<p> <a href="https://saude.ig.com.br/2023-03-03/novas-regras-laqueadura-e-vasectomia.html" data-mce-href="https://saude.ig.com.br/2023-03-03/novas-regras-laqueadura-e-vasectomia.html">As regras para a realização de laqueadura e a vasectomia mudaram no dia 2 de março</a> . Os procedimentos são de esterilização voluntária para indivíduos que não desejam mais ter filhos.</p>
<p>Entrou em vigor agora a lei nº14.443, que revoga o trecho em que: “Na vigência de sociedade conjugal, a esterilização depende do consentimento expresso de ambos os cônjuges ”, ou seja, não mais necessário a autorização do parceiro ou da parceira para realizar o procedimento.</p>
<p>Ainda, foi alterado a idade mínima para realização da cirurgia. Antes, era preciso ou dois filhos vivos, de qualquer idade, ou ter pelo menos 25 anos para o procedimento. Com a nova legislação, a laqueadura e a vasectomia podem ser feitas a partir dos 21 anos, mesmo que não tenha filhos.</p>
<p>Outra atualização é de que a laqueadura agora é autorizada após a cesariana, desde que a solicitação tenha sido feita no prazo necessário antes da cirurgia.</p>
<p>A solicitação para o procedimento deve ser registrada em documento escrito e firmado, contudo, não será aceita em casos de “alterações na capacidade de discernimento por influência de álcool, drogas, estados emocionais alterados ou incapacidade mental temporária, ou permanente”, segundo a nova legislação.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://saude.ig.com.br/2023-03-11/quais-sao-os-metodos-contraceptivos-mais-eficazes.html#edb73ad5-5aa8-41a2-a420-4d41d2631a80" rel="noopener">IG SAÚDE</a></p>
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		<title>Histerectomia: veja indicações e métodos para a retirada do útero</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Feb 2023 11:15:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[histerectomia]]></category>
		<category><![CDATA[indica]]></category>
		<category><![CDATA[metodos]]></category>
		<category><![CDATA[retirada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>FreePik Veja indicações e métodos para a retirada do útero O útero é um órgão feminino em formato de pera, que integra o sistema reprodutor feminino. Sua principal função é abrigar o desenvolvimento do feto ao longo da gestação. Localizado na parte anterior da cavidade pélvica, o útero pode ser afetado por diversas complicações ao [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/2o/xo/ry/2oxory3jkooeiutt98au5d09l.jpg" width="906" height="509" alt="Veja indicações e métodos para a retirada do útero" title="Veja indicações e métodos para a retirada do útero"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>FreePik</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Veja indicações e métodos para a retirada do útero</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">O útero é um órgão feminino em formato de pera, que integra o sistema reprodutor feminino. Sua principal função é abrigar o desenvolvimento do feto ao longo da gestação. Localizado na parte anterior da cavidade pélvica, o útero pode ser afetado por diversas complicações ao longo da vida.</p>
<p class="">  <strong>Entre no  <a href="https://t.me/iGDelas" data-mce-href="https://t.me/iGDelas">canal do iG Delas no Telegram</a> e fique por dentro de todas as notícias sobre beleza, moda, comportamento, sexo e muito mais!</strong> </p>
<p>Em alguns casos, a melhor forma de tratamento é a sua retirada, a histerectomia. As dúvidas sobre este procedimento e qual o método a ser adotado para a sua realização ainda são comuns. Confira a seguir as orientações de Alexandre Rossi, médico ginecologista e obstetra, responsável pelo ambulatório de Ginecologia Geral do Hospital e Maternidade Leonor Mendes de Barros e médico colaborador de Ginecologia da Faculdade de Medicina da USP.  </p>
<h3>  Para que serve a histerectomia?</h3>
<p>  “A histerectomia é um procedimento cirúrgico que consiste na remoção do útero para tratar alguma patologia. Ela pode ser indicada para o tratamento doenças benignas, como miomas, ou no caso de doenças malignas, como o câncer, entre muitas outras situações. A recomendação da cirurgia deve ser realizada por um especialista, após a análise da paciente e de alguns exames que ela realizará, a pedido do médico”, explica o Dr. Alexandre.</p>
<h3>  Principais tipos de histerectomia</h3>
<p>Segundo o especialista, esta cirurgia é bastante frequente em mulheres em idade reprodutiva, atrás apenas da cesárea, e pode ser realizada de diferentes formas.</p>
<p>  ·  Histerectomia abdominal</p>
<p>Nesse método, o útero é removido através de uma incisão abdominal baixa, similar à da cesárea. É uma das formas mais tradicionais. Tem um pós-operatório que requer alguns cuidados e acarreta em uma recuperação um pouco mais lenta.  </p>
<p>  ·  Histerectomia laparoscópica</p>
<p>Nessa cirurgia, o cirurgião insere longas pinças, através de pequenas incisões no abdômen.</p>
<p>“O processo é todo acompanho por vídeo. O útero é removido pela vagina ou pelas próprias incisões abdominais, após sua fragmentação. Este método, por ser menos invasivo que o anterior, proporciona uma recuperação pós-cirúrgica mais rápida”.</p>
<p>  ·  Histerectomia vaginal</p>
<p>“Esse método faz a remoção do útero através da vagina, sem cortes abdominais. É o menos invasivo em relação a todos os anteriores. Desse modo, quando não há ressalvas, tende a ser o mais indicado às pacientes”.</p>
<p>Benefícios da histerectomia vaginal</p>
<p>Segundo o médico, o pós-operatório é menos doloroso e oferece uma recuperação mais rápida, permitindo que a mulher retorne às suas atividades em pouco tempo, a histerectomia vaginal costuma ter custos reduzidos em relação aos outros métodos e riscos menores. Há, ainda, a vantagem na questão estética, já que não deixa cicatriz.</p>
<p>“Apesar de ser mais recomendada em casos de prolapso (queda do útero), essa cirurgia também pode ser realizada para tratar outros quadros, como miomas e sangramentos, e já há estudos que eliminam algumas contraindicações que até pouco tempo atrás impediam a realização do procedimento, como a ausência de prolapso, tamanho maior do útero, cirurgias abdominais prévias ou ausência de parto normal, por exemplo”.</p>
<p>De qualquer forma, a indicação do procedimento só poderá ser confirmada pelo médico ginecologista, especialista no assunto, após avaliação da paciente. Entre outras questões, serão avaliadas a amplitude da vagina, a estrutura óssea da pelve, além de solicitados exames específicos para a avaliação pré-operatória.</p>
<h3>Pós-operatório</h3>
<p>Os sintomas comuns no pós-operatório da histerectomia são alteração no funcionamento do intestino, acúmulo de gases e inchaço abdominal. Pequenos sangramentos também poderão ocorrer.</p>
<p>“Qualquer sintoma diferente daqueles alertados pelo médico devem ser observados e comunicados pela paciente o quanto antes”, alerta o médico.</p>
<p> <strong>Acompanhe também perfil geral do <a href="https://t.me/portalig" data-mce-href="https://t.me/portalig">Portal iG no Telegram</a> !</strong> </p>
<p>O tempo exato de repouso e recuperação varia de acordo com cada caso, e as atividades físicas e sexuais devem ser retomadas apenas após a avaliação e liberação do médico. A libido da mulher não é alterada após a histerectomia, no entanto, como seu útero foi removido, ela não poderá mais engravidar.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://delas.ig.com.br/2023-02-13/histerectomia.html#7422c9bb-c983-4cec-8922-08dc42e11750" rel="noopener">IG Mulher</a></p>
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		<title>Prefeito e desembargadores dialogam sobre métodos de solução de conflitos e pacificação social nas escolas municipais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Nov 2022 14:45:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[conflitos]]></category>
		<category><![CDATA[desembargadores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Davi Valle Clique para ampliar O prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro, reuniu-se,  na sexta-feira (25), no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), com a desembargadora Clarice Claudino da Silva, responsável pelo Núcleo Gestor da Justiça Restaurativa (NugJur-TJMT) e presidente eleita do TJMT (biênio 2023/2024), com o desembargador Leoberto Brancher, Coordenador do Núcleo da Justiça [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="conteudo_foto">
<div class="imgcontent" style="float:right;margin:0 0 15px 15px">
<p class="credito_foto">Davi Valle</p>
<p> 						<a href="https://www.cuiaba.mt.gov.br/storage/webdisco/2022/11/25/800x600/0c507fc0a005fabbee69d90e3ca2193f.jpg" data-title="" id="img_conteudo"> 						</p>
<p class="amplia_foto">Clique para ampliar <img decoding="async" src="/images/lupa.png" width="16" border="0"></p>
<p>  						<img decoding="async" border="0" src="https://www.cuiaba.mt.gov.br/storage/webdisco/2022/11/25/285x213/0c507fc0a005fabbee69d90e3ca2193f.jpg" alt=""></a> 						 					</div>
</p>
</div>
<div class="textBody">
<p style="text-align: justify">O prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro, reuniu-se,  na sexta-feira (25), no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), com a desembargadora Clarice Claudino da Silva, responsável pelo Núcleo Gestor da Justiça Restaurativa (NugJur-TJMT) e presidente eleita do TJMT (biênio 2023/2024), com o desembargador Leoberto Brancher, Coordenador do Núcleo da Justiça Restaurativa do TJRS e Juiz Auxiliar do TJMT, Túlio Dualibi. </p>
<p style="text-align: justify">O encontro tratou da implantação da Justiça Restaurativa na rede de proteção, especialmente na educação pública, com métodos de solução de conflitos e pacificação social nas escolas municipais. </p>
<p style="text-align: justify">Segundo a desembargadora Clarice Claudino da Silva, a reunião foi uma iniciativa do poder judiciário, através do Núcleo Gestor da Justiça Restaurativa, para apresentar ao prefeito Emanuel Pinheiro sobre a formação em Círculos de Construção de Paz na rede pública de ensino.</p>
<p style="text-align: justify">“A ideia é oferecer uma parceria com o executivo para a implantação dos Círculos de Construção de Paz nas escolas municipais. Esse trabalho já está consolidado e é sucesso em outras comarcas. O Tribunal de Justiça está à disposição para capacitar e fazer o gerenciamento dessa metodologia, até que as escolas tenham servidores capacitados e instrutores para seguir com autonomia”, informou a desembargadora.   </p>
<p style="text-align: justify">Na ocasião, o desembargador Leoberto Brancher, que é referência nacional do Núcleo Gestor da Justiça Restaurativa, trouxe exemplos municipais no estado de pacificação. </p>
<p style="text-align: justify">“A metodologia em Círculos de Construção de Paz é benéfica na redução de conflitos. Alguns municípios já têm na legislação a inserção dessa metodologia na grade escolar. Esse trabalho é um legado que o poder judiciário quer deixar para a sociedade”, pontuou. </p>
<p style="text-align: justify">Para o prefeito Emanuel Pinheiro a reunião foi altamente positiva. “Estou surpreso e lisonjeado com o convite para tratar os avanços necessários da implantação da justiça restaurativa. Acredito que conseguimos fazer de Cuiabá referência na prática de solução de conflitos e pacificação social, através da parceria entre os poderes judiciário e executivo. Pretendo inclusive, a elaboração de uma Política Pública Municipal, com lei sancionada, que institui as práticas restaurativas em todas as unidades da educação”, enfatizou.</p>
<p style="text-align: justify">“A Prefeitura de Cuiabá vai ser parceria do Tribunal de Justiça, nesse primeiro momento através da Secretaria de Educação e Secretaria de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência para a implantação desse programa, pois de nada adianta leis, equipamentos públicos e estrutura física se as emoções humanas não forem tratadas e respeitadas, se o amor pelo próximo e convivência em sociedade não forem uma túnica maior como base de uma construção de sociedade justa, humana e solidária. Aproveito para parabenizar o comprometimento do poder judiciário com o avanço nas ferramentas de melhorias da sociedade”, completou o prefeito.</p>
<p style="text-align: justify">A desembargadora Clarice, destacou que o prefeito Emanuel Pinheiro entendeu que a formação em Círculos de Construção da Paz é uma ferramenta de pacificação muito importante. “A Prefeitura de Cuiabá já tem trabalho de inteligência emocional que vai agregar com a metodologia da Justiça Restaurativa”, disse.</p>
<p style="text-align: justify">“No próximo encontro vamos dar continuidade e apresentar as secretárias e outros servidores da prefeitura de Cuiabá a metodologia dos Círculos de Construção da Paz, e com isso, já ir estudando os termos para a elaboração dessa parceria, e como ela vai funcionar no município”, finalizou. </p>
<p style="text-align: justify">A reunião inicial do prefeito com os desembargadores para tratar da implantação da Justiça Restaurativa na rede de proteção, também contou com a participaram da secretária municipal de Educação Edilene Machado e secretária municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência, Hellen Ferreira.</p>
</div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://www.cuiaba.mt.gov.br/governo/prefeito-e-desembargadores-dialogam-sobre-metodos-de-solucao-de-conflitos-e-pacificacao-social-nas-escolas-municipais/28993#c00af450-064f-4a9b-a66d-2b34eaf39222" rel="noopener">Prefeitura de Cuiabá MT</a></p>
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		<title>Métodos autocompositivos podem revolucionar a paz, explica Maria Sadek em palestra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Oct 2022 14:11:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[autocompositivos]]></category>
		<category><![CDATA[explica]]></category>
		<category><![CDATA[maria]]></category>
		<category><![CDATA[metodos]]></category>
		<category><![CDATA[podem]]></category>
		<category><![CDATA[revolucionar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A professora pós-doutora Maria Tereza Aina Sadek, conhecida por cunhar o termo ‘Sistema de Justiça’ no Brasil, foi a primeira palestrante na sexta-feira (7 de outubro), no 1º Encontro Integrado do Sistema de Justiça sobre Meios Autocompositivos de Resolução de Conflitos. O evento, foi realizado no Tribunal de Justiça de Mato Grosso, no Plenário 1, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.urgentenews.com.br/wp-content/uploads/2022/10/11/7b8a6dbce3487d9ee4051e40147b2144.jpg" width="300" height="200" align="left" alt="">A professora pós-doutora Maria Tereza Aina Sadek, conhecida por cunhar o termo ‘Sistema de Justiça’ no Brasil, foi a primeira palestrante na sexta-feira (7 de outubro), no 1º Encontro Integrado do Sistema de Justiça sobre Meios Autocompositivos de Resolução de Conflitos. O evento, foi realizado no Tribunal de Justiça de Mato Grosso, no Plenário 1, pelo Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) em parceria com a Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT).</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Para o público formado de integrantes do sistema de Justiça e universitários, a professora falou sobre o “Acesso à Justiça por meios autocompositivos de solução de conflitos.” Segundo Maria Tereza, o Brasil ainda está muito longe de um quadro chamada perfeito quando se trata de métodos autocompositivos, isso porque eles ainda são poucos utilizados. </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">“Muito embora haja decisões para que sejam utilizados os métodos autocompositivos, ainda há muita resistência. Tanto por parte dos operadores de Direito, quanto por parte da população em geral. As pessoas acreditam que judicializar ainda é o melhor caminho, quando, na verdade, a judicialização ainda tem muitos problemas: é difícil chegar aos tribunais, o tempo que transcorre da entrada de um processo até a solução final é extremamente longo e você não chega a uma composição porque é um jogo de soma zero, como eu digo, um ganha e outro perde. O que significa dizer que sempre haverá alguém descontente.”</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Ela explicou ainda que uma das causas de resistência aos métodos é a não difusão da prática.  “Não temos a cultura da prática constante da cultura da paz como em outros países. Por exemplo, as faculdades de Direito são muito mais voltadas para o método que é de disputa e não de resolução amigável dos conflitos. Então, se você examinar todos os currículos das faculdades vai perceber claramente que o que acontece nas faculdades é, quando matérias sobre conciliação/mediação entram nas grades, são como matéria optativas, sem valorização. É como se fosse uma justiça de segunda classe. Isso é muito grave porque as pessoas adotam soluções que não precisariam ser judicializadas. Os métodos autocompositivos representam ideias que podem revolucionar a paz.”</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Presidente do painel, o desembargador Marcos Machado destacou que o juiz não pode depender do tribunal e nem das políticas judiciárias. “O magistrado tem em seu espaço de autoridade e poder não só a obrigação de contraprestação daquilo que o Estado tem como relação, que não deixa de ser contratual. Essa é a sua obrigação ética e o seu papel como cidadão. Ele precisa tomar iniciativa e entender que aquela situação é responsabilidade dele. É ele quem assina, por melhor que seja o aparelho, a estrutura física e os assessores. A questão é achar o resultado, logicamente, em avaliações, metodologias e planejamento. É imprescindível lembrar que atrás de um processo têm pessoas.”</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">O painel contou ainda com a participação da debatedora e juíza Viviane Rebello. Na ocasião, ela apontou que “como juíza em Mato Grosso há muito tempo, é nítida a influência que o juiz tem junto a entidades e órgãos. A gente consegue mover coisas extraordinárias se a gente se dispuser a isso.”</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=iOB4zDuRbwc">Para assistir a íntegra do painel, acesse o canal oficial do TJMT no YouTube.  </a></span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial;font-size: 10pt"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><a href="https://www.flickr.com/photos/tjmtoficial_/albums/72177720302692865">As fotos podem ser conferidas no Flickr da instituição</a></span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial;font-size: 10pt"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição das imagens: Foto1 – imagem horizontal e colorida. Duas pessoas sentam em local de destaque. Mulher está de pé ao púlpito e segura microfone. Ela fala para plateia à frente dela, que assiste à apresentação. </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">Keila Maressa/Fotos: Alair Ribeiro</span></em></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT</span></em></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">imprensa@tjmt.jus.br</span></em></div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://www.tjmt.jus.br/noticias/70945#81556b68-a99a-4d58-b2a9-803c8001d404" rel="noopener">Tribunal de Justiça de MT</a></p>
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		<title>Nova varíola: Saúde divulga métodos de prevenção em campanha nacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Aug 2022 17:40:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[campanha]]></category>
		<category><![CDATA[divulga]]></category>
		<category><![CDATA[metodos]]></category>
		<category><![CDATA[nacional]]></category>
		<category><![CDATA[preven]]></category>
		<category><![CDATA[saude]]></category>
		<category><![CDATA[variola]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Divulgação &#8211; 17.08.2022 Varíola dos Macacos O Ministério da Saúde divulgou nesta segunda-feira a campanha de prevenção à varíola dos macacos , também chamada de monkeypox. A ação, que traz as principais formas de transmissão, os sintomas e a forma de prevenção, será veiculada em televisão, rádio, internet e nas ruas. A campanha mostra que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/46/eo/8y/46eo8yspxdx8zetczc3qyzcbd.jpg" width="906" height="509" alt="Varíola dos Macacos" title="Varíola dos Macacos"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Divulgação &#8211; 17.08.2022</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Varíola dos Macacos</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">O Ministério da Saúde divulgou nesta segunda-feira a <a href="https://saude.ig.com.br/2022-08-22/variola-dos-macacos--as-5-principais-duvidas-sobre-a-doenca.html.ampstories" data-mce-href="https://saude.ig.com.br/2022-08-22/variola-dos-macacos--as-5-principais-duvidas-sobre-a-doenca.html.ampstories">campanha de prevenção à varíola dos macacos</a> , também chamada de monkeypox. A ação, que traz as principais formas de transmissão, os sintomas e a forma de prevenção, será veiculada em televisão, rádio, internet e nas ruas.</p>
<p>A campanha mostra que a principal forma de prevenção é evitar contato com infectados ou objetos contaminados. Porém, o período de incubação do vírus é de cinco a 21 dias, durante o qual é possível haver transmissão. Além disso, apresenta que o contágio ocorre, sobretudo, pelo contato físico pele a pele com lesões ou fluidos corporais. Entre os sintomas, figuram as erupções cutâneas, febre, inchaço dos gânglios (adenomegalia), dor no corpo, exaustão e calafrios.</p>
<p>&#8220;A maior prevenção é a informação correta, da forma de contágio dessa doença&#8221;, disse o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.</p>
<p>A ação precisou ser liberada pelo então presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Edson Fachin, já que a lei eleitoral estipula limites à publicidades do governo. A infecção pela varíola dos macacos pode durar de duas a quadro semanas.</p>
<p>O Brasil já é o terceiro em número de casos de monkeypox em todo o mundo, atrás apenas dos Estados Unidos e da Espanha, mostra monitoramento da Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo o último boletim do Ministério da Saúde, o país tem 3.788 diagnósticos e 4.175 suspeitos, além de uma morte. Só Amapá, Rondônia, Roraima e Sergipe não tem infectados.</p>
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<li> <a href="https://saude.ig.com.br/2022-08-19/variola--anvisa-deve-liberar-vacina-e-remedio-sem-registro-no-brasil.html" title="Varíola: Anvisa deve liberar vacina e remédio sem registro no Brasil" target="_self" rel="noopener">Varíola: Anvisa deve liberar vacina e remédio sem registro no Brasil</a> </li>
</ul>
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<p class="">&#8220;É muito difícil falarmos essa previsão (de pico de casos ou de estabilidade). O que estamos verificando é que a velocidade, a inclinação da curva de novos casos da última semana epidemiológica, por exemplo, é menor que era no passado, o que mostra que, talvez, tenhamos um certo controle com relação a esses novos casos, mas precisamos avaliar a cada dia essa evolução&#8221;, explicou o secretário de Vigilância em Saúde do ministério, Arnaldo Correia de Medeiros.</p>
<p class="">De acordo com a OMS, as seis nações mais atingidas representavam 86,89% dos diagnósticos de varíola dos macacos até a última quinta-feira. Ao todo, a entidade confirmava 41.595 infectados, distribuídos em 96 países, até domingo. Também há 13 óbitos no mundo, mais um em investigação no Peru.</p>
<p>A pasta anunciou a compra de 50 mil doses de vacinas, destinadas, sobretudo, a profissionais de saúde em contato com pacientes e objetos potencialmente contaminados, e prevê a entrega da primeira remessa para o próximo mês. Como o esquema vacinal é de duas doses, 25 mil trabalhadores devem ser contemplados.</p>
<p class="">Além disso, o ministério também negocia a compra do antiviral tecovirimat para pesquisas clínicas. Nenhum dos contratos, feitos via fundo rotatório da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), foi finalizado até o momento.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://saude.ig.com.br/saude.ig.com.br/2022-08-22/nova-variola-saude-divulga-metodos-prevencao-campanha-nacional.html#cc6dd3eb-d5bf-4ea5-94c5-1a5d47a5bdd6" rel="noopener">IG SAÚDE</a></p>
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		<title>Aprovado projeto que facilita acesso a métodos contraceptivos; texto vai a sanção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Aug 2022 21:40:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[contraceptivos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em votação simbólica, o Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (10) um projeto que facilita o acesso à contracepção. O texto determina prazo máximo de 30 dias para disponibilização de métodos contraceptivos, reduz a idade mínima para esterilização voluntária e permite que esse procedimento seja feito no período de parto. O PL 1.941/2022, que segue [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em votação simbólica, o Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (10) um projeto que facilita o acesso à contracepção. O texto determina prazo máximo de 30 dias para disponibilização de métodos contraceptivos, reduz a idade mínima para esterilização voluntária e permite que esse procedimento seja feito no período de parto. O <a class="external-link" href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/154041" target="_blank" title="" rel="noopener">PL 1.941/2022</a>, que segue para sanção presidencial, também exclui da legislação a necessidade de consentimento expresso de ambos os cônjuges para a esterilização.</p>
<p>De autoria da deputada Carmen Zanotto (Cidadania-SC), o projeto foi aprovado na forma do relatório da da senadora Nilda Gondim (MDB-PB), que substituiu a senadora Margareth Buzetti (PP-MT) na função. O projeto tramitou em conjunto com o <a class="external-link" href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/139691" target="_blank" title="" rel="noopener">PL 5.832/2019</a>, do senador Jorge Kajuru (Podemos-GO), que trata do mesmo tema.</p>
<p>A proposição modifica a Lei do Planejamento Familiar (<a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:1996-01-12;9263">Lei 9.263/1996</a>) ao reduzir de 25 para 21 anos a idade mínima, em homens e mulheres de capacidade civil plena, para submeter-se a procedimento voluntário de esterilização. Esse limite mínimo de idade não é exigido de quem já tiver pelo menos dois filhos vivos.</p>
<p>O texto mantém o prazo mínimo de 60 dias entre a manifestação da vontade e o ato da esterilização. Inova, porém, ao permitir à mulher a esterilização cirúrgica durante o período de parto e ao revogar dispositivo da Lei 9.263 que torna obrigatório o consentimento expresso de ambos os cônjuges para a realização do procedimento.</p>
<p>A dispensa de consentimento do cônjuge para esterilização, conforme lembrou a relatora, já foi tema de debate na Casa em iniciativas como o <a class="external-link" href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/132552" target="_blank" title="" rel="noopener">PLS 107/2018</a>, do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), e do <a class="external-link" href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/149476" target="_parent" title="" rel="noopener">PL 2.889/2021</a>, também de Nilda Gondim. Os dois projetos já foram aprovados no Senado e aguardam análise da Câmara dos Deputados.</p>
<p>Nilda Gondim destacou a elevada efetividade da esterilização cirúrgica como método contraceptivo permanente. Quanto à redução de idade para o procedimento, ela avaliou que o Sistema Único de Saúde (SUS) está plenamente apto para fornecer informações adequadas para a tomada de decisões conscientes.</p>
<p>“A aprovação do projeto fará com que a legislação do Brasil esteja em consonância com a de países como Canadá, França, Alemanha, Argentina e Colômbia, que, no caso de pessoas capazes, vedam a esterilização apenas de menores de idade”, observou em seu relatório.</p>
<p>Para Nilda, a permissão para laqueadura durante o parto vai aumentar o acesso ao método e evitar que a mulher se submeta a duas internações, o que reduz os riscos de complicações cirúrgicas e a taxa de ocupação de leitos hospitalares.</p>
<h3><strong>Discussão</strong></h3>
<p>Margareth Buzetti tinha emitido relatório favorável ao projeto, mas foi substituída na relatoria em decisão tomada nesta terça-feira (9). Em Plenário, ela criticou a forma como a substituição foi feita, sem aviso prévio do presidente do Senado, mas defendeu a aprovação do texto.</p>
<p>— Essa é uma pauta nossa. É uma pauta feminina, e é isso que interessa. Vamos aprová-la hoje, se Deus quiser, mas precisamos de respeito.</p>
<p>Presidindo a sessão, a senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) esclareceu que a substituição seguiu o rito do Senado: quando há dois projetos com o mesmo teor nas duas Casas legislativas e o Senado recebe proposição da Câmara, o senador que tenha apresentado projeto semelhante é nomeado relator.</p>
<p>A senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP) elogiou a dispensa do consentimento prévio do cônjuge para esterilização, avaliando que essa conduta restritiva era uma forma de estímulo à violência doméstica e um atentado à autonomia reprodutiva das mulheres. Ela citou estatísticas “alarmantes” sobre a falta de planejamento familiar.</p>
<p>— 55 por cento das gestações no Brasil não são planejadas. Ainda mais grave: os índices de gestação na adolescência são altos, atingem mais as meninas negras e as mais pobres, e geram evasão escolar — lamentou.</p>
<p>No mesmo sentido, o senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR) destacou a independência das mulheres para que decidam sobre seus corpos e suas vidas, sem autorização de quem quer que seja, e o senador Roberth Bringel (União-MA) citou as dificuldades para as mulheres mais pobres conseguirem esterilização no pós-parto.</p>
<h3><strong>‘Harmonia’</strong></h3>
<p>O senador Guaracy Silveira (Avante-TO) manifestou sua contrariedade à revogação do consentimento expresso dos dois cônjuges para a esterilização. Para ele, o fim desse consentimento entra em conflito com os termos constitucionais sobre a garantia da harmonia da família.</p>
<p>— Não podemos de maneira nenhuma pregar a desagregação — disse.</p>
<p>Em resposta, Nilda Gondim reiterou os termos do projeto, que, segundo ela, garantem à mulher o direito de decidir o que quer para sua vida.</p>
<p>— Que ela avise a seu companheiro, a seu marido. Enfim, ela tem o direito de decidir se quer usar o método contraceptivo.</p>
<p>A senadora Zenaide Maia (Pros-RN) complementou, argumentando que a harmonia da família “tem que ser dos dois lados”.</p>
<p>— Obrigar a mulher a ter mais filhos, não poder usar contraceptivos, distorce totalmente o projeto de lei: o direito de optar por ter filhos ou não — definiu.</p>
<p>Para Guaracy Silveira, que não apresentou destaque supressivo por esgotamento de prazo, uma redação aprimorada evitaria que o projeto incorresse em inconstitucionalidade. Ele declarou que a Casa não deve se prestar a criar qualquer “pomo de discórdia” no casamento.</p>
<p>Já Eliziane Gama opinou que o projeto revoga uma legislação de natureza inimaginável no século 21 e citou os direitos civis que gradualmente puderam ser usufruídos pelas mulheres sem autorização dos maridos.</p>
<h3><strong>Redução de riscos</strong></h3>
<p>O presidente do Senado também comemorou a aprovação da proposta. Em uma rede social, Rodrigo Pacheco ressaltou que, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o uso adequado de métodos contraceptivos contribui para a prevenção dos riscos à saúde relacionados à gravidez indesejada.</p>
<p>&#8220;Também contribui para a redução da mortalidade infantil, melhora o acesso à informação sobre planejamento familiar e colabora para o desenvolvimento do país&#8221;, escreveu Pacheco. </p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2022/08/10/aprovado-projeto-que-facilita-acesso-a-metodos-contraceptivos-texto-vai-a-sancao#d64bf8cc-976c-4914-a0b9-14541bc52f2d" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>YouTube proíbe vídeos que ensinem métodos inseguros de aborto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Jul 2022 13:05:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Unsplash YouTube atualiza política de saúde O YouTube anunciou nesta quinta-feira (21) que irá proibir a publicação e circulação de &#8220;conteúdo que forneça instruções sobre métodos inseguros de aborto ou promova alegações falsas sobre a segurança do aborto&#8221;. A medida veio quase um mês após a Suprema Corte dos Estados Unidos anular o direito constitucional [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto">
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<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/6c/yz/oz/6cyzoztvxx61bf68faphhbzaa.jpg" width="906" height="509" alt="YouTube atualiza política de saúde" title="YouTube atualiza política de saúde"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Unsplash</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">YouTube atualiza política de saúde</div>
</figcaption></figure>
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</div>
<p class="">O YouTube anunciou nesta quinta-feira (21) que irá proibir a publicação e circulação de &#8220;conteúdo que forneça instruções sobre métodos inseguros de aborto ou promova alegações falsas sobre a segurança do aborto&#8221;. A medida veio quase um mês após a <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2022-06-24/suprema-corte-estados-unidos-derruba-direito-legal-aborto.html" data-mce-href="https://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2022-06-24/suprema-corte-estados-unidos-derruba-direito-legal-aborto.html">Suprema Corte dos Estados Unidos anular o direito constitucional ao aborto</a> .  </p>
<p class="">Agora, a proibição destes conteúdos passa a fazer parte das políticas de desinformação médica do YouTube. &#8220;Como todas as nossas políticas sobre temas de saúde, contamos com as orientações publicadas das autoridades de saúde&#8221;, afirmou a empresa.</p>
<div>
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<li> <a href="https://tecnologia.ig.com.br/2022-07-04/google-apagara-historico-localizacao-clinica-aborto-eua.html" title="Google vai apagar histórico de quem for a clínicas de aborto nos EUA" target="_self" rel="noopener">Google vai apagar histórico de quem for a clínicas de aborto nos EUA</a> </li>
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</ul>
</aside>
</div>
<p class="">Além de proibir conteúdo enganoso ou perigoso sobre o tema, o YouTube também vai incluir avisos em vídeos relacionados ao assunto. Neles, os usuários poderão encontrar contexto e informações de autoridades de saúde.  </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://tecnologia.ig.com.br/2022-07-22/youtube-proibe-desinformacao-aborto.html#9a015703-e872-4b18-a5aa-3c1db022c1e7" rel="noopener">IG TECNOLOGIA</a></p>
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		<title>Métodos contraceptivos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Mar 2022 00:50:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[contraceptivos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Proposta que garante autonomia na escolha do m&#233;todo contraceptivo &#233; aprovada no Senado (PL 2.889/2021). O texto, que tamb&#233;m prev&#234; multa para quem impedir ou dificultar a escolha, seguir&#225; para vota&#231;&#227;o na C&#226;mara. Mais informa&#231;&#245;es a seguir Fonte: Ag&#234;ncia Senado</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.0 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/REC-html40/loose.dtd"><br />
<html><body></p>
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<div id="infocoweb_cabecalho" class="infocoweb_cabecalho"></div>
<div id="infocoweb_corpo" class="infocoweb_corpo">
<p>Proposta que garante autonomia na escolha do m&eacute;todo contraceptivo &eacute; aprovada no Senado (PL 2.889/2021). O texto, que tamb&eacute;m prev&ecirc; multa para quem impedir ou dificultar a escolha, seguir&aacute; para vota&ccedil;&atilde;o na C&acirc;mara.                 </p>
<p style="color: #3E6892">Mais informa&ccedil;&otilde;es a seguir</p>
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<div id="infocoweb_rodape" class="infocoweb_rodape">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/senado-agora/2022/03/08/metodos-contraceptivos#263" rel="noopener">Ag&ecirc;ncia Senado</a></div>
</div>
<p><script src="https://gestor.infocoweb.com.br/analytics_content.js?a=263&amp;b=1073180&amp;c=6393589"></script></body></html></p>
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