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	<title>Arquivos medida - FATO MT</title>
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	<title>Arquivos medida - FATO MT</title>
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		<title>Senado aprova Medida Provisória do Bolsa Família</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jun 2023 18:45:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[aprova]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Plenário do Senado aprovou nesta quinta-feira (1º) a medida provisória que retoma o programa Bolsa Família em substituição ao Auxílio Brasil. O texto mantém o valor mínimo de R$ 600 por família e adiciona R$ 150 por criança de zero a seis anos. A MP 1.164/2023 tramitava em regime de urgência e segue agora [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Plenário do Senado aprovou nesta quinta-feira (1º) a medida provisória que retoma o programa Bolsa Família em substituição ao Auxílio Brasil. O texto mantém o valor mínimo de R$ 600 por família e adiciona R$ 150 por criança de zero a seis anos. A <a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/156003" rel="noopener" target="_blank">MP 1.164/2023</a> tramitava em regime de urgência e segue agora para sanção.</p>
<p>O senador Humberto Costa (PT-PE), relator no Senado, manteve inalterado o parecer da comissão mista (formada por deputados e senadores) que foi aprovado na terça-feira (30) na Câmara dos Deputados.</p>
<p>— Essa matéria é da maior relevância. O parecer inovou em relação ao texto original [da Medida Provisória] em alguns pontos que gostaria de destacar, como a correção dos valores a cada intervalo de no máximo 24 meses, sendo vedada sua redução e a inclusão das nutrizes no recebimento de benefício de R$ 50 — disse Humberto, referindo-se às emendas parlamentares apresentadas à comissão mista.</p>
<h3><strong>Valores</strong></h3>
<p>O texto aprovado prevê cinco tipos de benefícios. A família receberá R$ 142 para cada integrante pelo Benefício de Renda e Cidadania. Se mesmo assim a soma dos benefícios na família for inferior a R$ 600, ela receberá um benefício complementar para garantir que a casa chegue a esse valor mensal. A quantia era paga pelo Auxílio Brasil de maneira temporária apenas no ano de 2022, com a aprovação da Emenda Constitucional 123.</p>
<p>Família que tenha menores de sete anos de idade terá direito a mais R$ 150 para cada criança. O governo também dará R$ 50 a mais para cada familiar que tenha entre 7 e 18 anos ou que seja gestante ou lactante. Essas complementações são chamadas de Benefício Primeira Infância e Benefício Variável Familiar.</p>
<p>Também está prevista uma regra de transição para as famílias que já recebiam o Auxílio Brasil, se o valor anterior for menor que o do novo programa. O benefício será a diferença entre os valores recebidos em maio de 2023 e os de depois de publicada a futura lei. Um regulamento próprio fixará o tempo de recebimento dessa parcela.</p>
<h3><strong>Beneficiários</strong></h3>
<p>Possuem direito ao programa as famílias cuja renda per capita seja igual ou inferior a R$ 218 mensais ou que estejam inscritas no CadÚnico, o registro oficial de famílias de baixa renda. O Auxílio Brasil (<a href="https://legis.senado.leg.br/norma/35368372#:~:text=Institui%20o%20Programa%20Aux%C3%ADlio%20Brasil,de%203%20de%20outubro%20de" rel="noopener" target="_blank">Lei 14.284, de 2021</a>) englobava apenas famílias com renda per capita de até R$ 210.</p>
<p>Caso a família aumente sua renda de modo que não mais se enquadre no programa, ainda receberá metade do valor, desde que a renda per capita da casa não seja maior que meio salário mínimo, o equivalente hoje a R$ 660.</p>
<p>Um regulamento a ser elaborado pode desconsiderar parte do Benefício de Prestação Continuada (BPC), que atende a idosos e pessoas com deficiência, no cálculo da renda familiar per capita necessária ao pedido de Bolsa Família. Deverá ser considerado ainda o grau de deficiência para esse tipo de desconto. Atualmente, se algum integrante da família recebe o BPC, o valor é considerado na soma da renda da casa. Para o relator do projeto na comissão mista, deputado Dr. Francisco (PT-PI), essa regra prejudicaria o Bolsa Família a alcançar seu objetivo.</p>
<p>&#8220;O projeto [de conversão de medida provisória em lei] propõe um ajuste para impedir que o recebimento do BPC se torne um obstáculo intransponível para o recebimento do Bolsa Família pela família da pessoa idosa ou com deficiência&#8221;, defende o deputado.</p>
<p><strong>Crédito consignado</strong></p>
<p>O texto manteve o crédito consignado para quem recebe o BPC. A possibilidade havia sido incluída no Auxílio Brasil, mas proibida pela medida do governo Lula. </p>
<p>Assim, os beneficiários do BPC continuarão a poder autorizar o desconto de empréstimos diretamente na folha de pagamento do INSS. O projeto aprovado no Congresso autoriza no máximo 35% de desconto, enquanto o Auxílio Brasil permitia até 45%.</p>
<h3><strong>Auxílio-Gás</strong></h3>
<p>O texto também acrescentou um complemento aos beneficiários do programa Auxílio Gás dos Brasileiros (<a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:2021-11-19;14237" rel="noopener" target="_blank">Lei 14.237, de 2021</a>). O valor, pago a cada dois meses, será metade do valor médio do botijão de gás, estabelecido pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).</p>
<h3><strong>Controle social</strong></h3>
<p>A aprovação da medida provisória também trouxe detalhes sobre o controle social do programa Bolsa Família, atribuindo-o ao conselho de assistência social no âmbito local. Será criada ainda a Rede Federal de Fiscalização do programa e do CadÚnico, a ser coordenada pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome.</p>
<p>Os entes federativos participantes do programa receberão da União recursos limitados a 1% da previsão orçamentária do programa para apoiar as ações de gestão e execução descentralizada. Para isso, devem alcançar número mínimo no Índice de Gestão Descentralizada (IGD), que mede resultados das gestões estaduais e municipais.</p>
<p><em>Com Agência Câmara  </em></p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/06/01/senado-aprova-medida-provisoria-do-bolsa-familia#ff47949e-17ef-4f7c-b842-dd17011124b1" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Procuradoria adota medida para efetivar educação inclusiva em MT</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 May 2023 23:46:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Cidadania e do Consumidor recomendou aos promotores de Justiça com atribuições ligadas à matéria de educação, que adotem providências para a efetivação da educação inclusiva nas unidades escolares públicas e privadas do Estado de Mato Grosso. A orientação é para que verifiquem as desconformidades existentes em cada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:16px"><span style="font-family:Tahoma,Geneva,sans-serif"><span style="background-color:white"><span style="color:black">A Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Cidadania e do Consumidor recomendou aos promotores de Justiça com atribuições ligadas à matéria de educação, que adotem providências para a efetivação da educação inclusiva nas unidades escolares públicas e privadas do Estado de Mato Grosso. A orientação é para que verifiquem as desconformidades existentes em cada uma das unidades escolares públicas e privadas de suas respectivas áreas de atuação, analisem a possibilidade de realizar diligências in loco e adotem as providências que entenderem necessárias, judiciais ou extrajudiciais, para sanar as desconformidades identificadas.</span></span></span></span></p>
<p>  <span style="font-family:Tahoma,Geneva,sans-serif;font-size:16px"><span style="color:black">A recomendação estabelece ainda o atendimento às orientações do <a href="https://mpmt.mp.br/site/storage/webdisco/arquivos/ROTEIRO%20DE%20ATUA%C3%87%C3%83O%20EDUCA%C3%87%C3%83O%20INCLUSIVA%20-.pdf">Roteiro de Atuação na Defesa da Educação Inclusiva</a> </span></span><span style="font-family:Tahoma,Geneva,sans-serif;font-size:16px"><span style="color:black">elaborado pelos Centros de Apoio Operacional (CAOs) de Educação e da Pessoa com Deficiência do Ministério Público de Mato Grosso. O documento é assinado pelo titular da Especializada, procurador de Justiça José Antônio Borges Pereira, e pelos promotores responsáveis pelos CAOs Daniele Crema da Rocha de Souza, Wellington Petrolini Molitor, Miguel Slhessarenko Junior e Patrícia Eleutério Campos Dower.</span></span></p>
<p>  <span style="color:black;font-family:Tahoma,Geneva,sans-serif;font-size:16px">Os autores do documento consideraram que o Planejamento Estratégico Institucional do MPMT estabelece como objetivo estratégico da área da Cidadania e Consumidor o fomento à conclusão do Ensino Fundamental na idade recomendada, e que o índice de conclusão do Ensino Fundamental é menor para as pessoas com deficiência do que para as pessoas sem deficiência, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</span></p>
<p>  <span style="font-size:12pt"><span style="background-color:white"><span style="color:black">Argumentaram que pouco mais da metade das escolas do Ensino Fundamental possui infraestrutura adaptada para alunos com deficiência, segundo dados do Censo Escolar 2019 realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), e que na maioria dos municípios da região Centro-Oeste a inclusão de alunos com deficiência nas escolas regulares não é tema prioritário de gestão. </span></span></span></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.mpmt.mp.br/conteudo/58/125148/procuradoria-adota-medida-para-efetivar-educacao-inclusiva-em-mt#6d6f2a59-9a0f-4aea-b70a-deb4e2385b63" rel="noopener">Ministério Público MT &#8211; MT</a></p>
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		<title>Palavra da mulher é suficiente para direito à medida protetiva de urgência, diz lei Maria da Penha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 May 2023 21:45:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A palavra da mulher vítima de violência doméstica e familiar é suficiente para concessão de medida protetiva de urgência, independentemente da existência ou não de boletim de ocorrência, inquérito policial ou processo civil ou criminal em face do agressor. Além disso, a medida deve vigorar pelo tempo em que perdurar o risco à integridade da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://urgentenews.com.br/wp-content/uploads/2023/05/23/d27e9c60a4d31e3c7ec71581454afcf9.jpg" width="300" height="200" align="left" alt="">A palavra da mulher vítima de violência doméstica e familiar é suficiente para concessão de medida protetiva de urgência, independentemente da existência ou não de boletim de ocorrência, inquérito policial ou processo civil ou criminal em face do agressor. Além disso, a medida deve vigorar pelo tempo em que perdurar o risco à integridade da mulher, sendo necessária a oitiva da vítima para sua revogação por parte da autoridade judicial. Este foi o resumo do que foi tratado durante o Encontro Estadual sobre Medida Protetiva de Urgência, realizada na segunda-feira (22), pela Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar, do Tribunal de Justiça (Cemulher-MT), na sede do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Esse entendimento trazido pela lei 14.550/2023, que traz inserções para a Lei Maria da Penha (lei 11.340/200) foi especialmente abordado na palestra da professora e jurista Alice Bianchini, que defendeu a nova lei como uma ferramenta não de mudança, mas de ratificação do que já era previsto, mas que era alvo de inúmeras interpretações controversas em decisões judiciais pelo Brasil, o que, por vezes, dificultava a garantia do direito da mulher à proteção. </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Conforme apresentado no evento, a principal ratificação trazida pela lei 14.550/2023 diz respeito à suficiência da palavra da vítima para a concessão da medida protetiva de urgência, mesmo que a mulher não tenha registrado sequer um boletim de ocorrência em face do agressor. Isso porque a natureza jurídica da Lei Maria da Penha é autônoma, ou seja, nem criminal e nem penal, conforme pacificado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e ratificado na lei mais recente.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><img decoding="async" src="https://urgentenews.com.br/wp-content/uploads/2023/05/23/66051a0affca2c9cad510026658c37be.jpg" width="300" height="200" align="right" alt="">A palestrante explicou que “a natureza jurídica da medida protetiva é autônoma porque ela é sui generis, a gente não consegue colocar numa caixinha, ela está dentro de uma preocupação, dentro de um histórico muito mais amplo que são os direitos humanos das mulheres”, disse. </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Por conta disso, a lei mais atual veio para reforçar o papel preventivo da medida protetiva de urgência, cujo papel é evitar que a mulher seja vítima de violência, mesmo que essa violência não esteja tipificada no código penal, uma vez que a violência contra a mulher é divida em física, moral, sexual, patrimonial e psicológica.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">“A medida protetiva de urgência vai ser deferida havendo violência. E muitas das violências elencadas lá em 2006 não tinham um correspondente criminal. Então é preciso entender que a Lei Maria da Penha não é criminal. A lei Maria da Penha, quando fala de violência, trabalha no seu aspecto sociológico, não é o aspecto criminal. A medida protetiva de urgência é para evitar uma próxima violência e não para evitar um crime. Então, a mulher tem direito sim a uma medida protetiva ainda que não se configurou o crime. É o que diz a lei”, explica Alice Bianchini.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">A pesquisadora do tema violência contra a mulher e membro do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher (CNDM) pela categoria de Notório Saber, explicou que determinação de que a palavra da vítima é considerada suficiente com base em estudos no âmbito da Criminologia, que apontam aspectos sociológicos e estatísticos da violência de gênero. “A gente sabe que normalmente a violência acontece entre quatro paredes e, muitas vezes, acontece até na frente dos filhos, mas ninguém vai trazer essas crianças pra testemunhar. E acontece durante o final de semana. E aí nós tivemos uma nova lei muito importante, que é a que determinou que as delegacia de atendimento à mulher funcionassem 24 horas. E essas informações em relação à violência contra a mulher nos dizem que a mulher vai suportando essa violência durante anos e anos até que ela não aguenta mais e, aí sim, ela pede socorro. Mais de 50% das mulheres que sofrem violência no Brasil, sofrem quietas, sem dizer nem sequer para suas famílias”, afirmou a palestrante. </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Ela complementou ainda que diante desses dados em relação ao contexto da violência contra a mulher, “não tem como exigir dela a prova porque se for exigir essa prova, ela não tem como trazer, mas ela precisa da medida protetiva. Então o legislador trouxe para a lei, a partir do conhecimento da Criminologia, que temos que acreditar na palavra da mulher”.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Mais do que isso, a jurista Alice Bianchini, autora do livro “Crimes Contra Mulheres”, publicado neste ano, chama a atenção dos operadores do Direito que atuam na rede de enfrentamento à violência doméstica e familiar que “ao acreditar na palavra da vítima, todo o sistema de justiça tem que fazer com que a vítima acredite que está sendo acredita porque se a vítima não acreditar que as pessoas estão acreditando nela, ela é capaz de não voltar mais, dela sumir. E aí, no lugar dela estar sendo protegida, ela estará sendo desprotegida. Esta é uma preocupação muito grande”, destacou, ponderando que essa premissa é válida especificamente na análise da concessão de medida protetiva de urgência e não no processo criminal. “No processo para condenar é outra conversa bem diferente”, pontuou.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Independência de representação – Em sua apresentação, a professora Alice Bianchini reforçou ainda para o público &#8211; composto majoritariamente por magistrados, delegados de polícia, advogados, defensores públicos, promotores de justiça servidores dos Poderes Judiciário e Executivo que atuam no combate à violência doméstica e familiar – que, conforme a Lei Maria da Penha e suas inserções, a medida protetiva de urgência pode ser deferida independentemente da existência de inquérito policial, processo civil e processo criminal. </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Ou seja, caso a mulher esteja com medo de representar contra o agressor, mesmo assim ela pode solicitar a medida protetiva à autoridade policial. Concomitantemente, a lei prevê que ela seja orientada quanto aos seus direitos no sentido de encorajá-la a representar contra o agressor.  </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Além disso, Alice Bianchini apontou para a regra de que para haver revogação da medida protetiva de urgência, o magistrado precisa ouvir a vítima para conferir se ainda persiste o risco de violência. “Diz o parágrafo sexto do artigo 19 da Lei Maria da Penha, pela lei 14.550/2023, que a medida protetiva de urgência somente cessará quando cessarem os motivos da sua necessidade, quando ela não for mais necessária. E para ela não ser mais necessária, a gente precisa ouvir a vítima necessariamente. A vítima é quem vai dizer para nós e, de novo, temos que acreditar na palavra dela”, asseverou.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Participante do Encontro Estadual sobre Medida Protetiva de Urgência, o delegado Jefferson Dias Chaves, que atua na Delegacia Especializada de Delitos Contra a Pessoa Idosa (DEDCPI), onde atende idosas vítimas de violência doméstica, classificou a palestra como “fantástica” e afirmou que a lei 14.550 vem para facilitar a atuação da autoridade policial. “A medida protetiva não vai discutir se é processo penal ou não. Vai discutir realmente que se a mulher está se sentindo ameaçada, tem que ser deferida, tanto é que o legislador já entende dessa forma, facilitando que o próprio delegado de polícia pode conferir a medida protetiva. A lei foi muito feliz nesse sentido de que a mulher só quer ter esse direito de ser vista, respeita e a gente tem que compreender isso. Temos que tirar essa mácula que em nosso país ainda existe muito, que é o machismo”, disse.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">O delegado destaca ainda que a medida protetiva é uma forma de garantir o mínimo de tranquilidade à vítima. “É obrigação do Estado proteger as pessoas. Principalmente nesse caso, é primordial naquele momento dar todas as condições à mulher, tirar ela daquele problema, colocar ela numa casa de apoio, se for o caso, e dar essa sensação de segurança neste momento para que ela possa respirar e a gente ver o que vai fazer por ela daqui pra frente porque, às vezes, quando a mulher chega naquele ponto de procurar uma delegacia, você pode ter certeza de que ela tentou de todas as maneiras preservar esse casamento, esse relacionamento., mas chega o momento em que ela procura ajuda. E ela tem que ser acolhida. Por isso a lei é preventiva e a medida protetiva, no momento certo, pode salvar uma vida”, avalia.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">#Paratodosverem</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Primeira imagem Alice Bianchini durante sua palestra, no auditório do Tribunal de Justiça. Ela está no centro da foto, em pé, falando ao microfone, usando calça e blusa preta com paletó laranja. Na parte inferior da foto, é possível ver a plateia sentada . Na parte superior, atrás da palestrante, está o palco, o telão com os dizeres: “Direitos das Mulheres – Novas Leis 2023. Lei 14.550/2023”.</span><span style="font-family: Arial">Segunda imagem: </span><span style="font-family: Arial;font-size: 10pt">Alice Bianchini concede entrevista coletiva. Ela é uma mulher branca, magra, com cabelo liso, comprido e castanho. Ela está usando uma blusa preta com renda floral, paletó laranja, colar prateado e brincos. Atrás dela, é possível ver o banner do Cemulher, em tons de rosa. </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">Celly Silva</span></em></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT</span></em></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">imprensa@tjmt.jus.br</span></em><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://www.tjmt.jus.br/noticias/74402#f0f51abb-2412-4613-b064-800aeb2f0241" rel="noopener">Tribunal de Justiça de MT &#8211; MT</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/palavra-da-mulher-e-suficiente-para-direito-a-medida-protetiva-de-urgencia-diz-lei-maria-da-penha/">Palavra da mulher é suficiente para direito à medida protetiva de urgência, diz lei Maria da Penha</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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		<title>Governo de MT estabelece medida que amplia vagas em provas práticas de 1ª habilitação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 May 2023 17:45:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A fim de proporcionar mais oportunidades aos candidatos que buscam por sua primeira habilitação junto ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran), o Governo de Mato Grosso criou alternativas para ampliar o número de vagas nos exames e de bancas fixas de avaliação no interior do Estado. Por meio da Lei nº 12.126, publicada no Diário [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify">A fim de proporcionar mais oportunidades aos candidatos que buscam por sua primeira habilitação junto ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran), o Governo de Mato Grosso criou alternativas para ampliar o número de vagas nos exames e de bancas fixas de avaliação no interior do Estado. </p>
<p> Por meio da Lei nº 12.126, publicada no Diário Oficial desta segunda-feira (22.05), o Estado instituiu a gratificação por atividade voluntária de exame de habilitação para servidores do Detran, destinada exclusivamente ao desempenho da função de examinador de trânsito em banca fora do horário normal de expediente ou das escalas de serviço regular, bem como para os feriados e fins de semana, conforme necessidade do órgão. </p>
<p> Além disso, a gratificação será concedida por meio de critérios de produtividade, de acordo com quantidade total de exames aplicados pelo examinador ao final do mês. </p>
<p> O presidente do Detran-MT, Gustavo Vasconcelos, afirma que o órgão tem atuado para dar celeridade nas aplicações de exames práticos para obtenção da primeira Carteira Nacional de Habilitação (CNH), e que a gratificação para os servidores possibilitará a aplicação de exames em horários alternativos.</p>
<p> “Desde o início da gestão temos ampliado a aplicação das provas em todo Estado. Nos últimos quatro anos, aumentamos em 950% a capacidade de aplicação dos exames práticos para obtenção da CNH”, ressalta. </p>
<p> O diretor de Habilitação e Veículos do Detran-MT, Alessandro de Andrade, afirma que a gratificação por atividade voluntária de exame se junta aos esforços da gestão e irá fortalecer o processo de ampliação das bancas fixas nos municípios com Ciretrans instaladas.</p>
<p> Para o reforço nos exames, o Detran promoveu a capacitação de servidores pela Escola Pública de Trânsito, e aumentou o quadro de bancas examinadoras. Em todo o Estado, o número cresceu de quatro para 38 bancas fixas, descentralizando o serviço e dando maior autonomia aos municípios do interior.</p>
</div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.detran.mt.gov.br/-/governo-do-estado-sanciona-lei-que-institui-a-gratifica%C3%A7%C3%A3o-por-atividade-volunt%C3%A1ria-de-exame-de-habilita%C3%A7%C3%A3o-no-detran-mt#acf0dae5-9873-4052-8e3c-5a873ffd7576" rel="noopener">Governo MT &#8211; MT</a></p>
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		<title>Medida provisória reajusta em 9% salários dos servidores civis do Executivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 May 2023 18:17:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[civis]]></category>
		<category><![CDATA[executivo]]></category>
		<category><![CDATA[medida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União de sexta-feira (28) a medida provisória que estabelece um reajuste linear de 9% para todos os servidores federais civis, incluindo aposentados e pensionistas, a partir de 1º de maio de 2023. A MP 1.170/2023 foi assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Os salários [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Foi publicada em edição extra do <em>Diário Oficial da União</em> de sexta-feira (28) a medida provisória que estabelece um reajuste linear de 9% para todos os servidores federais civis, incluindo aposentados e pensionistas, a partir de 1º de maio de 2023. A <a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/157175" rel="noopener" target="_blank">MP 1.170/2023</a> foi assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>
<p>Os salários corrigidos serão pagos em junho. O auxílio-alimentação também terá aumento (43%), passando de R$ 458 para R$ 658 mensais. O reajuste dos valores resultou de acordo entre o governo e mais de 100 entidades representativas dos servidores na mesa de negociação permanente, que estava suspensa desde 2016.</p>
<p>A medida foi editada após a sanção pelo presidente Lula da <a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:2023-04-28;14563" rel="noopener" target="_blank">Lei 14.563, de 2023,</a> que incluiu no Orçamento da União os recursos necessários para a concessão do reajuste aos servidores civis. A norma, publicada com a MP na mesma edição do Diário Oficial, <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/04/26/congresso-autoriza-recurso-no-orcamento-para-reajuste-de-servidor-federal" rel="noopener" target="_blank">resultou de proposta aprovada pelo Congresso na quarta-feira (26)</a>.</p>
<p>A MP 1170/23 já está em vigor, mas deverá ser analisada por comissão mista e pelos plenários da Câmara e do Senado.</p>
<p><em>Da Agência Câmara</em>  </p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/02/medida-provisoria-reajusta-em-9-salarios-dos-servidores-civis-do-executivo#49a4066e-5f96-4e88-9bda-92f9e71808b1" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/medida-provisoria-reajusta-em-9-salarios-dos-servidores-civis-do-executivo/">Medida provisória reajusta em 9% salários dos servidores civis do Executivo</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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		<title>Audiência Pública: Juíza destaca importância da Medida Protetiva no combate ao feminicídio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Apr 2023 17:47:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[audiencia]]></category>
		<category><![CDATA[destaca]]></category>
		<category><![CDATA[importancia]]></category>
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		<category><![CDATA[publica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Medida Protetiva salva vidas. O alerta é feito pela juíza auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça (CGJ) de Mato Grosso, Christiane da Costa Marques Neves, que gerencia as ações da Corregedoria relacionadas à violência doméstica e familiar e coordena a audiência pública &#8220;Prevenção e reação à violência doméstica e familiar contra a mulher&#8221;. Evento realizado [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><img decoding="async" src="https://urgentenews.com.br/wp-content/uploads/2023/04/28/a6664c5460466f131645e7d675a9d6ff.jpg" width="226" height="300" align="left" alt="">A Medida Protetiva salva vidas. O alerta é feito pela juíza auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça (CGJ) de Mato Grosso, Christiane da Costa Marques Neves, que gerencia as ações da Corregedoria relacionadas à violência doméstica e familiar e coordena a audiência pública &#8220;Prevenção e reação à violência doméstica e familiar contra a mulher&#8221;.  Evento realizado pelo Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio da CGJ e parceiros, nesta sexta-feira (28).</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">A audiência ocorre de forma híbrida, com participação presencial no Auditório do Espaço Justiça, Cultura e Arte Desembargador Gervásio Leite, na sede do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) e por videoconferência pela plataforma Teams.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">“As mulheres precisam saber que um boletim de ocorrência não é o suficiente para garantir a segurança delas. Este é o primeiro passo, fazer a denúncia, mas ele não garante automaticamente a medida protetiva, o acompanhamento da Patrulha Maria da Penha e a concessão do Botão do Pânico, ferramentas disponibilizados em Mato Grosso”, reforça a magistrada. </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">“É preciso fazer o pedido de Medida Protetiva à Polícia Judiciária e ao Judiciário. Os dados da Segurança Pública mostram que as mulheres que são acompanhadas pela Patrulha Maria da Penha não são vítimas de feminicídio. Então, as chances de uma mulher que foi vítima de agressão, denunciou e solicitou a Medida Protetiva não ser morta são muito maiores”, completa.    </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">A audiência conta com apoio da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Defensoria Pública, Ministério Público, Polícia Judiciária Civil e Polícia Militar.  </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><strong><span style="font-family: Arial">Dados </span></strong><span style="font-family: Arial">&#8211; Mato Grosso registrou 10 feminicídios no primeiro trimestre de 2023. No mesmo período, 2.910 medidas protetivas de urgência foram concedidas pelo Poder Judiciário. No ano passado, foram 11.261 medidas. Em 73 municípios, 1.159 ações penais de violência contra a mulher foram abertas neste ano. Cuiabá, Várzea Grande, Primavera do Leste, Pontes e Lacerda e Peixoto de Azevedo lideram o ranking da violência contra a mulher no Estado. Em relação ao botão do pânico, houve 158 acionamentos em 2023. </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><strong><span style="font-family: Arial">Botão do Pânico</span></strong><span style="font-family: Arial"> &#8211; O Poder Judiciário de Mato Grosso já preservou a vida de mais de 7 mil mulheres vítimas de violência doméstica, por meio do aplicativo <a href="https://portalcemulher-mc.tjmt.jus.br/portalcemulher-arquivos-prod/cms/MEDIDAS_PROTETIVAS_DE_URGENCIA_CONCEDIDAS_2023_MARCO_12191225fc.pdf">“SOS Mulher – Botão do Pânico Virtual”</a>. </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Entre 23 de junho de 2021, quando foi criado, até 7 de abril de 2023, a Justiça Estadual concedeu o pedido para utilizar a ferramenta a 7.278 mulheres que vivem nos municípios de Cuiabá, Várzea Grande, Cáceres e Rondonópolis. Nesses locais há unidades do Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp) e a população representa cerca de 55% do Estado.  </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">O Botão do Pânico é uma ferramenta que confere maior proteção à vítima de violência doméstica, promovendo agilidade no acionamento à Polícia Militar e contribui para a efetividade na fiscalização do cumprimento de medidas protetivas de urgência previstas na Lei Maria da Penha (Lei n. 11.340/2006).</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Dados, estatísticas e outras informações estão disponíveis no <a href="https://portalcemulher.tjmt.jus.br/">Portal da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do Tribunal de Justiça de Mato Grosso</a> (Cemulher-MT). </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">Alcione dos Anjos</span></em></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">Assessoria de Comunicação CGJ-MT</span></em></div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://www.tjmt.jus.br/noticias/74200#39a8e3fc-e5dc-45ee-ba52-54aa08d40162" rel="noopener">Tribunal de Justiça de MT &#8211; MT</a></p>
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		<title>PF cumpre medida contra pornografia infantil na Paraíba</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Apr 2023 21:47:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[contra]]></category>
		<category><![CDATA[cumpre]]></category>
		<category><![CDATA[infantil]]></category>
		<category><![CDATA[medida]]></category>
		<category><![CDATA[paraiba]]></category>
		<category><![CDATA[pornografia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cajazeiras/PB &#8211; A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quinta-Feira (27/4) a Operação “Rescue” para cumprir mandado de busca e apreensão contra um investigado. Ele é acusado de armazenamento de fotos e vídeos com conteúdo pornográfico envolvendo crianças e adolescentes. O trabalho permanente de investigação e combate à pornográfica infantil é decorrente de cooperação técnica-investigativa [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><strong>Cajazeiras/PB &#8211;</strong> A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quinta-Feira (27/4) a Operação “Rescue” para cumprir mandado de busca e apreensão contra um investigado. Ele é acusado de armazenamento de fotos e vídeos com conteúdo pornográfico envolvendo crianças e adolescentes.</p>
<p style="text-align: justify">O trabalho permanente de investigação e combate à pornográfica infantil é decorrente de cooperação técnica-investigativa com o National Center for Missing and Exploited children (NCMEC), que reportou à Polícia Federal a ação de um usuário residente da cidade de Cajazeiras/PB, que teria armazenado mais de 20 imagens/vídeos envolvendo abuso sexual com criança ou adolescente.</p>
<p style="text-align: justify">As investigações seguem em andamento para identificar quantas crianças podem ter sido vítimas e há quanto tempo o suspeito estaria cometendo os crimes.</p>
<p style="text-align: justify">Se os crimes forem confirmados, o investigado pode responder por estupro de vulnerável e produção e armazenamento de pornografia infantil. As penas somadas podem chegar a 10 anos de prisão.</p>
<p style="text-align: justify">O nome “Rescue” faz referência ao compromisso institucional da Polícia Federal em permanecer vigilante e sempre que possível resgatar crianças ou adolescentes que estejam envolvidos nos crimes de abuso sexual.</p>
<p align="right"><em>Comunicação Social da Polícia Federal na Paraíba</em></p>
<p align="right"><em>Contato: (83) 3565 8690</em></p>
<p align="right"><em>E-mail: cs.srpb@pf.gov.br</em></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.gov.br/pf/pt-br/assuntos/noticias/2023/04/policia-federal-cumpre-medida-contra-pornografia-infantil-na-paraiba#64c81769-d38a-4f56-9eac-b215a2f7afc8" rel="noopener">Polícia Federal</a></p>
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		<item>
		<title>Medida provisória prorroga prazo de adequação à nova Lei de Licitações</title>
		<link>https://fatomt.com.br/medida-provisoria-prorroga-prazo-de-adequacao-a-nova-lei-de-licitacoes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Apr 2023 14:45:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[adequa]]></category>
		<category><![CDATA[licita]]></category>
		<category><![CDATA[medida]]></category>
		<category><![CDATA[prazo]]></category>
		<category><![CDATA[prorroga]]></category>
		<category><![CDATA[provisoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva editou uma medida provisória (MP) 1.167/2023 que prorroga até 30 de dezembro a validade de três leis sobre compras públicas: a antiga Lei de Licitações (Lei 8.666, de 1993), o Regime Diferenciado de Compras – RDC (Lei 12.462, de 2011) e a Lei do Pregão (Lei 10.520, de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva editou uma medida provisória (<a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/156662">MP) 1.167/2023</a> que prorroga até 30 de dezembro a validade de três leis sobre compras públicas: a antiga Lei de Licitações (<a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:1993-06-21;8666">Lei 8.666, de 1993</a>), o Regime Diferenciado de Compras – RDC (<a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:2011-08-04;12462">Lei 12.462, de 2011</a>) e a Lei do Pregão (<a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:2002-07-17;10520">Lei 10.520, de 2002</a>). A matéria foi publicada na sexta-feira (31) em edição extra do <em>Diário Oficial da União</em>.</p>
<p>Com a prorrogação, órgãos e entidades da administração pública federal, estadual ou municipal podem publicar editais nos formatos antigos de contratação até o dia 29 de dezembro de 2023. A opção escolhida deve estar expressamente indicada no edital.</p>
<p>A MP altera a nova Lei de Licitações e Contratos Administrativos (<a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:2021-04-01;14133">Lei 14.133, de 2021</a>), que unifica toda a legislação sobre o assunto e deveria ter entrado em vigor no dia 1º de abril. A norma deu prazo de dois anos para os gestores públicos se adaptarem às novas regras.</p>
<p>A prorrogação do prazo foi um pleito dos prefeitos que estiveram reunidos durante a 24ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, realizada em março. De acordo com levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM), 60% das cidades não conseguiram cumprir o prazo de adequação à nova lei, que exige treinamento de pessoal, mudança em rotinas administrativas e investimentos em tecnologia.</p>
<p><em>Com Agência Câmara</em></p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/04/03/medida-provisoria-prorroga-prazo-de-adequacao-a-nova-lei-de-licitacoes#8197f143-e574-4d1b-b556-e73bdbc6079d" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Justiça Federal atende pedido da PF de medida cautelar contra ex-aluno que perseguiu professores de Instituto Federal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Feb 2023 18:45:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Recife/PE. A Polícia Federal em Pernambuco representou à 36ª Vara da Justiça Federal/PE e obteve deferimento de medida cautelar contra ex-aluno do IFPE – Instituto Federal de Pernambuco – campus Jaboatão dos Guararapes, em virtude de ele ter proferido ameaças contra dois professores daquela instituição de ensino, que acabou resultando em seu recente desligamento, após [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p style="text-align: justify"><b>Recife/PE.</b> A Polícia Federal em Pernambuco representou à 36ª Vara da Justiça Federal/PE e obteve deferimento de medida cautelar contra ex-aluno do IFPE – Instituto Federal de Pernambuco – <i>campus</i> Jaboatão dos Guararapes, em virtude de ele ter proferido ameaças contra dois professores daquela instituição de ensino, que acabou resultando em seu recente desligamento, após processo administrativo.</p>
<p style="text-align: justify">A representação da medida cautelar se deu com base nas investigações da Polícia Federal iniciada em janeiro deste ano, que apura suposta prática do crime de perseguição previsto no art. 147-A do Código Penal (“stalking”), cuja pena varia de seis meses a dois anos de detenção, além de multa.</p>
<p style="text-align: justify">As investigações se iniciaram a partir de notícias-crime encaminhadas à Polícia Federal por dois professores, membros do corpo docente do Instituto Federal, que relataram que o então aluno estaria proferindo ameaças contra as suas integridades físicas, motivado por suposta insatisfação com o resultado de atividades do curso em que matriculado.</p>
<p style="text-align: justify">Irresignado com seu desempenho exigia o discente que sua nota fosse modificada, aumentando gradativamente o teor das ameaças, proferidas por e-mail e mensagens de áudio e texto, via WhatsApp.</p>
<p style="text-align: justify">Ao ser interrogado na PF, o investigado confessou as condutas que lhe são imputadas, ressaltando sofrer de transtornos psiquiátricos.</p>
<p style="text-align: justify">A medida cautelar proíbe o aluno de manter contato com as vítimas por qualquer meio, seja fisicamente, seja por e-mail ou aplicativo de mensagem, devendo o indivíduo permanecer à distância mínima de 500 metros do IFPE–Jaboatão e de onde quer que se encontrem os docentes.</p>
<p style="text-align: justify">Caso haja descumprimento da medida que ora se aplica, será comunicado ao juízo para avaliação de novas medidas cautelares, como a colocação de tornozeleira eletrônica ou até substituição por prisão preventiva.</p>
<p align="right" style="text-align: right"><b>Comunicação Social da Polícia Federal em Pernambuco</b></p>
<p align="right"><b>Contato: (81) 2137-4076</b></p>
<p align="right"><b>E-mail: cs.srpe@pf.gov.br</b></p>
</div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.gov.br/pf/pt-br/assuntos/noticias/2023/02/justica-federal-atende-pedido-da-pf-de-medida-cautelar-contra-ex-aluno-que-perseguiu-professores-de-instituto-federal#fba153ee-3e1a-4856-af62-e2c1951f2f22" rel="noopener">Polícia Federal</a></p>
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		<title>&#8220;Comunicar descumprimento de medida protetiva é importante para coibir crimes mais graves&#8221;, alerta delegada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Feb 2023 16:15:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[coibir]]></category>
		<category><![CDATA[comunicar]]></category>
		<category><![CDATA[crimes]]></category>
		<category><![CDATA[descumprimento]]></category>
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		<category><![CDATA[medida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A comunicação do descumprimento de medidas protetivas é fundamental para coibir que novos crimes ainda mais graves ocorram, e para romper o ciclo de violência doméstica e familiar. O alerta é da titular da Delegacia de Defesa da Mulher de Cuiabá, delegada Jozirlethe Magalhães Criveletto.   Em 2022, a Polícia Civil de Mato Grosso registrou 2.198 comunicações de descumprimento [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify">A comunicação do descumprimento de medidas protetivas é fundamental para coibir que novos crimes ainda mais graves ocorram, e para r<span style="text-align: justify">omper o ciclo de violência doméstica e familiar</span>. O alerta é da <span style="text-align: justify">titular da Delegacia de Defesa da Mulher de Cuiabá, delegada Jozirlethe Magalhães Criveletto.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify">Em 2022, a Polícia Civil de Mato Grosso registrou 2.198 comunicações de descumprimento de medidas protetivas de urgência, conforme relatório diagnóstico realizado pela Diretoria de Inteligência da PJC sobre mortes violentas de vítimas femininas. Os registros foram efetivados em delegacias da Polícia Civil e também pela Polícia Militar em diversos municípios do estado.</div>
<div style="text-align: justify"> <br /> O descumprimento da medida protetiva é crime previsto na Lei Maria da Penha (Lei 13.641/2006 ), conforme o dispositivo do Artigo 24-A, em 2018, que estabelece a quem descumpre a decisão judicial uma pena de detenção de três meses a dois anos.</div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify">A lei prevê ainda que o descumprimento enseja prisão em flagrante delito e somente a autoridade judicial poderá conceder fiança. A partir da comunicação da vítima sobre o descumprimento da medida protetiva, a delegacia da Polícia Civil instaura um novo inquérito policial para que o agressor responda por mais esse crime.</p>
<p> <span style="text-align: justify">A titular da Delegacia de Defesa da Mulher destaca que a </span>medida protetiva foi criada para ter efeitos pedagógicos nos agressores, pois muitos respeitam e não transgridem as determinações judiciais de não aproximação das vítimas e afastamento do lar pela possibilidade de prisão em flagrante. Contudo, outros agressores não se importam com as sanções da lei, descumprem as medidas e colocam em risco a integridade das vítimas, sejam elas companheiras e filhos.  </p>
<p> “Não podemos deixar de considerar que a predominância do machismo estrutural ainda alavanca os registros dessas ocorrências. É sabido que muitos agressores praticam novos delitos contra as vítimas assim que ficam cientes da denúncia e, em muitas ocasiões, a vítima sequer procura a Delegacia novamente, por medo de sofrer novas agressões e até a morte&#8221;, observou a delegada. </p>
</div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify">&#8220;Assim, ainda que as vítimas tenham conhecimento dos seus direitos e saibam sobre os canais de denúncia, no caso do descumprimento da medida ainda temos as subnotificações que, após novas ameaças por terem requerido as medidas, se calam, ou fazem até pior, solicitam o arquivamento das medidas. Portanto, fomentar o conhecimento da população feminina a respeito da existência desse crime e a importância do registro pode fazer toda a diferença no desfecho de um ciclo de violência&#8221;, completou.</div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="text-align: justify">Para a delegada, o diagnóstico levantado pela Polícia Civil </span><span style="text-align: justify">demonstra em quais frentes a segurança pública precisa dar mais enfoque e as ações que precisam ser implantadas visando a não reincidência dos casos de violência doméstica e, em última análise, a prevenção do feminicídio.</span></p>
<p> A partir do crime de descumprimento da medida inserido na legislação, e diante das consequências trágicas que esse descumprimento pode acarretar, a Delegacia da Mulher de Cuiabá adotou um novo protocolo de atendimento e distribuição para esses registros.</p>
<p> “Todos os casos de descumprimentos de medidas registrados que se referem a risco para a vida da vítima ou sua parentela são imediatamente encaminhados ao Poder Judiciário e Ministério Público para conhecimento, mesmo que não estejam com representação pela prisão preventiva do autor. A seguir, são distribuídos com prioridade e instaurados também com prioridade visando a imediata investigação e todo o apoio a essa vítima de violência para que ela se sinta segura”, explica a delegada.</p>
</div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><strong>Leia também:</strong></div>
<div style="text-align: justify"><strong><a href="http://www.mt.gov.br/-/23590110-policia-civil-de-mt-registrou-15-mil-medidas-protetivas-contra-violencia-domestica">Polícia Civil registrou 15 mil medidas protetivas contra violência doméstica</a></strong></div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://www.mt.gov.br/web/pjc/-/23600961--comunicar-descumprimento-de-medida-protetiva-e-importante-para-coibir-crimes-mais-graves-alerta-delegada#9a9c1173-c645-417e-b6f3-c8702b11f25e" rel="noopener">GOV MT</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/comunicar-descumprimento-de-medida-protetiva-e-importante-para-coibir-crimes-mais-graves-alerta-delegada/">&#8220;Comunicar descumprimento de medida protetiva é importante para coibir crimes mais graves&#8221;, alerta delegada</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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