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	<title>Arquivos licen - FATO MT</title>
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	<title>Arquivos licen - FATO MT</title>
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		<title>Ibama nega licença para Petrobras perfurar poços na foz do Amazonas</title>
		<link>https://fatomt.com.br/ibama-nega-licenca-para-petrobras-perfurar-pocos-na-foz-do-amazonas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 May 2023 14:15:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Divulgação/Ibama Ibama O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) indeferiu o pedido da Petrobras para realizar atividade de perfuração marítima na bacia da Foz do Amazonas, o chamado bloco FZA-M-59. Segundo o órgão, a decisão, tomada ontem (17), ocorre “em função do conjunto de inconsistências técnicas” para a operação segura [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/ibama-nega-licenca-para-petrobras-perfurar-pocos-na-foz-do-amazonas/">Ibama nega licença para Petrobras perfurar poços na foz do Amazonas</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/38/u5/sl/38u5slv8efajmecckvucn8c9g.jpg" width="906" height="509" alt="Ibama" title="Ibama"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Divulgação/Ibama</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Ibama</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) indeferiu o pedido da Petrobras para realizar atividade de perfuração marítima na bacia da Foz do Amazonas, o chamado bloco FZA-M-59. Segundo o órgão, a decisão, tomada ontem (17), ocorre “em função do conjunto de inconsistências técnicas” para a operação segura em uma nova área exploratória.</p>
<p>O entendimento da equipe técnica que elaborou o parecer sobre o pedido diz que faltou para a Petrobras uma avaliação ambiental de área sedimentar (AAAS) que permite identificar áreas em que não seria possível realizar atividades de extração e produção de petróleo e gás em razão dos graves riscos e impactos ambientais associados.</p>
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<p>O processo de licenciamento ambiental do bloco FZA-M-59 foi iniciado em 4 de abril de 2014, a pedido da BP Energy do Brasil, empresa originalmente responsável pelo projeto. Em dezembro de 2020, os direitos de exploração de petróleo no bloco foram transferidos para a Petrobras.</p>
<p>Ao seguir o parecer e indeferir o pedido, o presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho, disse que não faltaram oportunidades para a empresa sanar pontos críticos do projeto.</p>
<p>“A ausência de AAAS dificulta expressivamente a manifestação a respeito da viabilidade ambiental da atividade, considerando que não foram realizados estudos que avaliassem a aptidão das áreas, bem como a adequabilidade da região, de notória sensibilidade socioambiental, para a instalação da cadeia produtiva do petróleo”, disse</p>
<p>.Em nota, a Petrobras afirmou que foi surpreendida pela decisão e que as condições colocadas originalmente pelo Ibama foram plenamente atendidas. A empresa também afirmou que o órgão havia reconhecido não haver embasamento legal para cobrar a realização da avaliação ambiental como condição para emissão da licença de operação para perfuração.</p>
<p>A empresa disse ainda que, em setembro de 2022, o Ibama sinalizou que a única pendência para a realização da avaliação pré-operacional seria a apresentação da licença de operação do Centro de Reabilitação de Fauna em Belém e as vistorias da sonda de perfuração e embarcações de apoio.</p>
<div>
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</div>
<p class="">Segundo a nota, o Ibama vistoriou e aprovou o centro de despetrolização e reabilitação de fauna em fevereiro de 2023. A Petrobras também disse que o tempo de resposta para atendimento à fauna, em caso de vazamento, atende aos requisitos estabelecidos no Manual de Boas Práticas para manejo de fauna atingida por óleo do Ibama e que a licença em questão se restringe à perfuração de poço com o objetivo de verificar a “existência ou não de jazida petrolífera na Margem Equatorial”.</p>
<p>“Portanto, somente após a perfuração desse poço, se confirmará o potencial do ativo, a existência e o perfil de eventual jazida. A Petrobras pleiteou apenas a licença para atividade de perfuração do poço e para isso apresentou todos os estudos e projetos necessários. Em caso de confirmação do potencial da reserva, outro processo de licenciamento será realizado”, diz a nota.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2023-05-19/ibama-petrobras-foz-rio-amazonas.html#c219292f-4a88-4b64-a3ad-d2dd46fc6b82" rel="noopener">Economia</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Lucas Barreto defende licença para prospecção de petróleo e gás no Amapá</title>
		<link>https://fatomt.com.br/lucas-barreto-defende-licenca-para-prospeccao-de-petroleo-e-gas-no-amapa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 May 2023 14:46:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O senador Lucas Barreto (PSD-AP) criticou, em pronunciamento na quarta-feira (10), a não emissão da licença ambiental para prospecção de petróleo e gás na plataforma equinocial da Amazônia, na costa do Amapá. O parlamentar afirmou ter convidado o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, e o presidente [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left">O senador Lucas Barreto (PSD-AP) criticou, em pronunciamento na quarta-feira (10), a não emissão da licença ambiental para prospecção de petróleo e gás na plataforma equinocial da Amazônia, na costa do Amapá. O parlamentar afirmou ter convidado o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, e o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, para prestarem esclarecimentos sobre o caso na Comissão de Infraestrutura (CI).</p>
<p style="text-align: left">— Já se passaram mais de dez anos desde o leilão dessas áreas, que já deveriam estar produzindo hidrocarbonetos, ou seja, óleo e gás, no pré-sal da costa equinocial brasileira, precisamente a 175 quilômetros de distância da costa atlântica do Amapá, próximo à fronteira com a Guiana Francesa, e a 50 km de dois poços positivos perfurados no mar territorial da Guiana Francesa.</p>
<p style="text-align: left">O senador destacou que as confirmações de grandes reservas de petróleo na Guiana já superaram 8 bilhões de barris, que foram encontrados nas formações geológicas do pré-sal equinocial, no platô da Guiana Francesa e do Suriname, sendo as mesmas formações petrolíferas equinociais do Amapá e do Nordeste brasileiro.</p>
<p style="text-align: left">Lucas Barreto também afirmou que o Amapá já venceu várias barreiras ideológicas e midiáticas, como a existência de &#8220;falsos corais&#8221; na foz do Amazonas. Segundo ele, já foi demonstrado cientificamente que tratam-se de rochas sem vida, que foram corais vivos há mais de 18 mil anos.</p>
<p style="text-align: left">— Depois dos corais sem vida, os inimigos invisíveis do Brasil e do Amapá alegaram que estão em ameaça os manguezais da foz do Amazonas. Se manguezais fossem motivo para proibir a perfuração de petróleo, nós não teríamos nenhum poço no Brasil do Sul, lá do Rio Grande do Sul ao Nordeste, pois todas as áreas litorâneas têm manguezais — disse.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/11/lucas-barreto-defende-licenca-para-prospeccao-de-petroleo-e-gas-no-amapa#cb4fc12e-f493-4254-9e7c-c1761aa582c6" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Lucas Barreto critica falta de licença para prospecção de petróleo e gás no Amapá</title>
		<link>https://fatomt.com.br/lucas-barreto-critica-falta-de-licenca-para-prospeccao-de-petroleo-e-gas-no-amapa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 May 2023 14:18:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O senador Lucas Barreto (PSD-AP) criticou, em pronunciamento na quarta-feira (10), a não emissão da licença ambiental para prospecção de petróleo e gás na plataforma equinocial da Amazônia, na costa do Amapá. O parlamentar afirmou ter convidado o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, e o presidente [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/lucas-barreto-critica-falta-de-licenca-para-prospeccao-de-petroleo-e-gas-no-amapa/">Lucas Barreto critica falta de licença para prospecção de petróleo e gás no Amapá</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left">O senador Lucas Barreto (PSD-AP) criticou, em pronunciamento na quarta-feira (10), a não emissão da licença ambiental para prospecção de petróleo e gás na plataforma equinocial da Amazônia, na costa do Amapá. O parlamentar afirmou ter convidado o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, e o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, para prestarem esclarecimentos sobre o caso na Comissão de Infraestrutura (CI).</p>
<p style="text-align: left">— Já se passaram mais de dez anos desde o leilão dessas áreas, que já deveriam estar produzindo hidrocarbonetos, ou seja, óleo e gás, no pré-sal da costa equinocial brasileira, precisamente a 175 quilômetros de distância da costa atlântica do Amapá, próximo à fronteira com a Guiana Francesa, e a 50 km de dois poços positivos perfurados no mar territorial da Guiana Francesa.</p>
<p style="text-align: left">O senador destacou que as confirmações de grandes reservas de petróleo na Guiana já superaram 8 bilhões de barris, que foram encontrados nas formações geológicas do pré-sal equinocial, no platô da Guiana Francesa e do Suriname, sendo as mesmas formações petrolíferas equinociais do Amapá e do Nordeste brasileiro.</p>
<p style="text-align: left">Lucas Barreto também afirmou que o Amapá já venceu várias barreiras ideológicas e midiáticas, como a existência de &#8220;falsos corais&#8221; na foz do Amazonas. Segundo ele, já foi demonstrado cientificamente que tratam-se de rochas sem vida, que foram corais vivos há mais de 18 mil anos.</p>
<p style="text-align: left">— Depois dos corais sem vida, os inimigos invisíveis do Brasil e do Amapá alegaram que estão em ameaça os manguezais da foz do Amazonas. Se manguezais fossem motivo para proibir a perfuração de petróleo, nós não teríamos nenhum poço no Brasil do Sul, lá do Rio Grande do Sul ao Nordeste, pois todas as áreas litorâneas têm manguezais — disse.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/11/lucas-barreto-critica-falta-de-licenca-para-prospeccao-de-petroleo-e-gas-no-amapa#e6fa0f2b-5d82-43e1-a205-c92c1846598e" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/lucas-barreto-critica-falta-de-licenca-para-prospeccao-de-petroleo-e-gas-no-amapa/">Lucas Barreto critica falta de licença para prospecção de petróleo e gás no Amapá</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>INSS: força-tarefa vai agilizar 45 mil pedidos de licença-maternidade</title>
		<link>https://fatomt.com.br/inss-forca-tarefa-vai-agilizar-45-mil-pedidos-de-licenca-maternidade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 May 2023 13:46:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[agilizar]]></category>
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		<category><![CDATA[maternidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Agência Brasil INSS quer reduzir fila da licença-maternidade O Instituto Nacional de Serviço Social (INSS) mobilizou cerca de cinco mil servidores para analisar em torno de 45 mil pedidos de licença-maternidade, muitos deles com prazo de espera superior a 30 dias. A ação faz parte da agenda da Semana Nacional Previdenciária, que acontece até o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/ds/a6/yr/dsa6yrw3f3ook2j92d8w08zqv.jpg" width="906" height="509" alt="INSS quer reduzir fila da licença-maternidade" title="INSS quer reduzir fila da licença-maternidade"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Agência Brasil</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">INSS quer reduzir fila da licença-maternidade</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">O Instituto Nacional de Serviço Social (INSS) mobilizou cerca de cinco mil servidores para analisar em torno de 45 mil pedidos de licença-maternidade, muitos deles com prazo de espera superior a 30 dias.  </p>
<p>A ação faz parte da agenda da Semana Nacional Previdenciária, que acontece até o dia 19 de maio. O objetivo do órgão é fazer com que o prazo de concessão do benefício seja inferior a 30 dias.</p>
<p> <strong>Entre no  <a href="https://t.me/iGBrasilEconomico" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-mce-href="https://t.me/iGBrasilEconomico">canal do Brasil Econômico no Telegram</a> e fique por dentro de todas as notícias do dia. Siga também o  <a href="https://t.me/portalig" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-mce-href="https://t.me/portalig">perfil geral do Portal iG</a> </strong>  </p>
<p class="">Além dos pedidos feitos há mais de 30 dias, o INSS também vai priorizar processos com exigência cumprida ou vencida e pedidos distribuídos sem movimentação ou sem responsável.</p>
<div>
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</aside>
</div>
<p class="">Têm direito à licença-maternidade do INSS trabalhadoras que precisaram se afastar do emprego por conta de nascimento de filho, aborto espontâneo, adoção ou guarda judicial (em caso de adoção de criança com até 8 anos). Além de mulheres, também podem solicitar o benefício uma das partes de casais homoafetivos e pais de crianças cujas mães morreram no parto.  </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2023-05-11/inss-forca-tarefa-agilizar-45-mil-pedidos-licenca-maternidade.html#e1cc11d5-acc4-4998-9c05-307bd3b2f689" rel="noopener">Economia</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/inss-forca-tarefa-vai-agilizar-45-mil-pedidos-de-licenca-maternidade/">INSS: força-tarefa vai agilizar 45 mil pedidos de licença-maternidade</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Empresas adotam licença remunerada para mulheres no período menstrual</title>
		<link>https://fatomt.com.br/empresas-adotam-licenca-remunerada-para-mulheres-no-periodo-menstrual/</link>
					<comments>https://fatomt.com.br/empresas-adotam-licenca-remunerada-para-mulheres-no-periodo-menstrual/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 May 2023 10:46:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[adotam]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[licen]]></category>
		<category><![CDATA[menstrual]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[periodo]]></category>
		<category><![CDATA[remunerada]]></category>
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<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/29/kp/bq/29kpbqwg09kq4i1b6ksistu0e.jpg" width="906" height="509" alt="Empresa adotou licença remunerada de até dois dias a mulheres que sofrem com sintomas menstruais " title="Empresa adotou licença remunerada de até dois dias a mulheres que sofrem com sintomas menstruais "> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Divulgação/Grupo MOL</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Empresa adotou licença remunerada de até dois dias a mulheres que sofrem com sintomas menstruais </div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">No Brasil, 70% das mulheres sofrem com os sintomas da TPM (tensão pré-menstrual), segundo o Ministério da Saúde. &#8220;Licença menstrual&#8221; é um termo usado para falar sobre um período de licença médica concedido a mulheres que precisam se ausentar do trabalho devido a sintomas associados ao fluxo menstrual que as impedem de exercer sua função, tais como cólicas, enxaqueca, enjoo, vômito, diarreia, entre outros. O benefício, no entanto, não é oficialmente reconhecido no país e não há uma lei que trate especificamente dele.</p>
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<p>No ambiente de trabalho, 81% das mulheres disseram ser menos produtivas durante o período menstrual, de acordo com pesquisa publicada pela Revista <em>BMJ Journals</em> , em 2019. A licença menstrual remunerada é um direito reconhecido em alguns países, como a Espanha, o primeiro do Ocidente a aprovar a medida. Embora ainda não haja uma legislação sobre o assunto no Brasil, algumas empresas já começaram a adotar esse benefício. É o caso do Grupo MOL, que detém a editora de mesmo nome.</p>
<p>&#8220;Menstruação não é doença, mas também não faz sentido exigir que uma pessoa fique sentada em frente ao computador trabalhando quando não está se sentindo plenamente bem para fazer isso&#8221;, diz Roberta Faria, cofundadora e CEO da MOL. Segundo ela, dos 55 funcionários da empresa, 46 (83,6%) são mulheres. &#8220;Sabemos que as fortes dores e desconfortos causados pela menstruação, como cólica e enxaqueca, podem atrapalhar as tarefas do dia a dia&#8221;, completa Roberta.</p>
<p>O benefício passou a valer no mês de março e dá o direito de até dois dias de licença ao mês, sem necessidade de atestado médico. Atualmente, o procedimento para o afastamento do trabalho por sintomas menstruais é o mesmo que por outros motivos de saúde que incapacitam os trabalhadores temporariamente. É necessário ir até um médico e, caso fique atestada a incapacidade temporária por conta desses sintomas, solicitar um atestado médico a ser apresentado ao empregador. Nesse caso, os dias de afastamento são considerados faltas abonadas a serem pagas pela empresa.  </p>
<p>O problema é que, apesar de as mulheres ocuparem 54,5% da força de trabalho no Brasil, apenas 38% delas ocupam os cargos de liderança no país. Ou seja, caso os sintomas relacionados ao período menstrual estejam as impedindo de exercer o seu trabalho, muitas funcionárias terão que reportar ao chefe homem. Por isso, a advogada Taís Roldão, do escritório LBS Advogadas e Advogados, aponta para a necessidade de existir uma lei que regulamente a licença remunerada durante a menstruação.</p>
<p>&#8220;Não é novidade que por vezes os sintomas menstruais são menosprezados tanto pelos profissionais da saúde, como pelos empregadores. Creio que muitos já ouviram histórias de pessoas que passavam por fortes cólicas menstruais, muitas vezes, desprezadas pelos médicos e que, no fim, descobriram se tratarem de doenças sérias como a endometriose, por exemplo. Nesse sentido, eu acredito que uma lei que aponte os sintomas menstruais como, de fato, temporariamente incapacitantes, pode colaborar para que tanto os empregadores como o sistema de saúde os encarem com mais seriedade&#8221;, afirma.  </p>
<h3>Espanha é o primeiro país ocidental a aprovar a licença menstrual remunerada</h3>
<p>Em fevereiro, a Espanha se tornou o primeiro país do Ocidente a aprovar licença médica remunerada para mulheres que sofrem com fortes sintomas durante o ciclo menstrual. A lei foi aprovada pelo parlamento por 185 votos a favor, e 154 contra. A legislação permite que funcionárias tirem o tempo que for necessário — mas, assim como nas licenças médicas remuneradas por outros motivos de saúde, é exigido atestado médico. A duração da licença não está especificada no texto.</p>
<p>São poucas as nações ao redor do mundo que garantem o afastamento médico remunerado por sintomas relacionados à menstruação; a maioria está na Ásia. No Japão, esse benefício existe há mais de 70 anos. Mas, para além da aprovação desse tipo de lei, a advogada reforça que é importante pensar em como ela se efetivará na sociedade. &#8220;No Japão, por exemplo, a lei existe desde 1947, mas tem pouquíssima adesão — em 2017, apenas 0,9% das mulheres gozaram dessa licença. Isso pode ter se dado por diversas razões: o medo de serem estigmatizadas, terem de solicitar a licença a empregadores e médicos homens, entre outros. É necessário refletir não apenas a lei em sua formalidade, mas também em sua aplicação&#8221;, pontua Taís</p>
<p>Aqui no Brasil, um projeto de lei em tramitação na Câmara prevê licença de três dias consecutivos, a cada mês, às mulheres que comprovem sintomas graves associados ao fluxo menstrual. O afastamento deverá ocorrer sem prejuízo do salário. Essa comprovação poderá se dar, segundo a autora do texto, a deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), mediante relatório médico. Mas os detalhes sobre a lei, de fato, dependerão de regulamentação do Poder Executivo, após a sanção da lei, por meio de decreto.</p>
<p>&#8220;A dismenorreia, como é conhecida a &#8216;menstruação difícil&#8217;, é uma causa comum de falta ao trabalho e à escola. Se na escola, a falta se concentra na perda de conteúdo e avalições que podem ser repostas, no ambiente profissional, ela pode levar a descontos no salário e demissões. Para não correr esse risco, não são poucas as mulheres que comparecem ao trabalho mesmo apresentando quadros agudos de náuseas, vômitos, diarreia, fadiga, febre, dor nos seios e dor de cabeça. O direito à licença lhes garantiria a proteção necessária em casos muito específicos&#8221;, explica a parlamentar.</p>
<p>Como o projeto altera texto da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), para ser aprovado pela Casa, é necessária a criação de uma comissão temporária, o que pode fazer com que leve ainda mais tempo para que saia do papel, destaca a autora. Ela conta que a proposta foi inspirada na legislação espanhola. Mas, apesar de ser um avanço na luta pelos direitos das mulheres, quando se trata de sintomas menstruais, três dias de licença podem não resolver o problema, apontam especialistas.</p>
<h3>Empresa no MS também implanta licença menstrual remunerada  </h3>
<p>Além do Grupo MOL, no Mato Grosso do Sul, uma empresa de soluções em <em>software</em>  chamada Digix resolveu implementar licença remunerada para as funcionárias que sofrem com sintomas menstruais. A ideia surgiu da própria experiência da CEO da equipe, Suely Almoas, que, durante o período em que menstruava, precisou lidar com as dores, desconfortos e mudanças emocionais que ocorrem com a menstruação.  </p>
<p>Segundo ela, a medida foi adotada há dois meses, tendo em vista a composição da empresa, que conta com 63% de mulheres no quadro de colaboradores. O afastamento é de até dois dias, sem necessidade de atestado. &#8220;Acreditamos no que cada pessoa sente neste período e não queremos burocratizar os processos. A partir do terceiro dia, se a pessoa colaboradora precisar se afastar por mais tempo deverá ser apresentado atestado médico para justificar e abonar&#8221;, comenta Suely.  </p>
<h3>Discriminação</h3>
<p>Apesar de reconhecerem que a menstruação é um processo biológico e que a licença menstrual é tão importante quanto a licença-maternidade, por exemplo, críticos acreditam que a medida reforça estereótipos de gênero, como o da fragilidade feminina, e pode até desencorajar alguns empregadores de contratar mulheres. Uma pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) aponta que quase metade das brasileiras são demitidas cerca de até dois anos após a licença-maternidade.</p>
<p>&#8220;Com certeza a licença menstrual não cumprirá seu objetivo se toda a lógica machista e de preconceito de gênero da sociedade não for combatida&#8221;, afirma a advogada Taís Roldão. Importante aqui apontar que não apenas as mulheres, como também pessoas trans masculinas, não binárias e intersexo, sofrem desse estigma por menstruarem. &#8220;As diferenças biológicas colocam diferentes necessidades em relação à saúde dos indivíduos, mas não os tornam mais ou menos capazes de exercerem determinada função. Infelizmente, uma vez que o lucro é colocado acima de direitos — um deles, a igualdade —, muitos serão os argumentos encontrados para discriminar pessoas no mercado de trabalho&#8221;.  </p>
<p>Além disso, para Taís, o ideal seria uma lei que respeitasse as particularidades do ciclo menstrual de cada pessoa. Mas, vale reforçar que se houver dificuldades para se trabalhar devido a sintomas menstruais graves, é recomendável conversar com um médico ou com o RH da empresa para consultar quais as opções disponíveis, como possibilidade de trabalhar em casa e horários de trabalho personalizados, ou ainda, solicitar atestado.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://delas.ig.com.br/alimentacao-e-bem-estar/2023-05-08/licenca-menstrual.html#be2f8cf8-f886-4255-a897-a8601dc0682a" rel="noopener">Mulher</a></p>
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		<title>Licença-maternidade de 120 dias para atletas é aprovada na CAS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 May 2023 15:46:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[aprovada]]></category>
		<category><![CDATA[atletas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) aprovou nesta quarta-feira (3) proposta do senador Romário (PL-RJ) que concede licença-maternidade de 120 dias às atletas profissionais. O projeto teve como relatora a senadora Soraya Thronicke (União-MS).  O PL 229/2022 determina que “as atletas profissionais gestantes ou em caso de adoção de menor idade ou guarda judicial terão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) aprovou nesta quarta-feira (3) proposta do senador Romário (PL-RJ) que concede licença-maternidade de 120 dias às atletas profissionais. O projeto teve como relatora a senadora Soraya Thronicke (União-MS). </p>
<p>O <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/151710" rel="noopener" target="_blank"> PL 229/2022 </a>determina que “as atletas profissionais gestantes ou em caso de adoção de menor idade ou guarda judicial terão direito à licença remunerada de 120 dias, sem prejuízo do emprego e do salário configurados no contrato especial de trabalho desportivo”. A matéria já havia sido aprovada na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e agora foi votado em caráter terminativo na CAS.</p>
<p>Mas o colegiado debateu a possiblidade de apresentar recurso coletivo ao Plenário para que o conteúdo dessa proposta seja incorporado ao projeto da Lei Geral do Esporte (<a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/156611" rel="noopener" target="_blank">PL 1.825/2022</a>), relatado pela senadora Leila Barros (PDT-DF). Isso porque o projeto aprovado pela CAS altera a Lei Pelé (<a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:1998-03-24;9615" rel="noopener" target="_blank">Lei 9.615, de 1998</a>), enquanto a proposta da nova LGE, <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/03/02/plenario-vota-lei-geral-do-esporte-na-quarta-feira" rel="noopener" target="_blank">que consta da pauta do Plenário para deliberação nesta quarta-feira</a>, revoga a Lei Pelé.</p>
<p>— A senadora Leila poderia fazer uma alteração de Plenário, mediante a apresentação de recurso. Então nós poderíamos apresentar o recurso, assinado por toda a Comissão de Assuntos Sociais, para que ela pudesse fazer essa alteração, incorporando o teor da lei que aprovamos hoje aqui — disse o senador Humberto Costa (PT-PE), presidente da CAS.</p>
<p><strong>Direitos</strong></p>
<p>Romário justificou sua proposta afirmando que, embora a Constituição garanta o direito às profissionais, os clubes não têm concedido a licença. Ele informa que, por uma lacuna na legislação esportiva especial ou por insensibilidade dos dirigentes, as atletas têm tido que se afastar do trabalho e interromper os contratos para poderem ser mães.</p>
<p style="background: white;text-align: start;margin: 0cm 0cm 7.5pt 0cm"><span style="font-size: 10.5pt;font-family: 'Lucida Sans Unicode',sans-serif;color: #333333">Em seu relatório, Soraya Thronicke avaliou que a proposta “tornará mais fácil também a extensão da ideia da licença-maternidade aos genitores, o que já se mostra tendência da jurisprudência dos tribunais”.</span></p>
<h3><strong>Sistema metroviário </strong></h3>
<p>Os senadores também aprovaram requerimento (<a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/157145" rel="noopener" target="_blank">REQ 35/2023</a>), d<span style="font-size: 10.5pt;font-family: 'Lucida Sans Unicode',sans-serif;color: #333333">e Humberto Costa, para audiência pública voltada a <span style="background: white">discutir a precariedade do sistema metroviário do Recife.</span></span></p>
<p>&#8220;O Metrô do Recife foi criado para ser um dos principais modais no transporte público da capital pernambucana. Por muitos anos, foi considerado um sistema de transporte referência em nosso país, reconhecido pela qualidade de suas composições, pela limpeza e conservação dos trens e estações, pela qualidade técnica e, principalmente, pelo atendimento à população. Atualmente, o Metrô do Recife é sinônimo de abandono e sucateamento&#8221;, afirmou o senador. </p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/03/licenca-maternidade-de-120-dias-para-atletas-profissionais-e-aprovada-na-cas#a044ff0b-af06-4b25-9dbb-4b8decc82b97" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>CAS vota licença-maternidade para atletas na quarta-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 May 2023 14:16:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[atletas]]></category>
		<category><![CDATA[feira]]></category>
		<category><![CDATA[licen]]></category>
		<category><![CDATA[maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[quarta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) vota na quarta-feira (3) projeto que obriga os clubes a concederem às atletas gestantes licença-maternidade de 120 dias. O benefício também vale para os casos de adoção de menor de idade ou de guarda judicial. Do senador Romário (PL-RJ), o PL 229/2022 é relatado pela senadora Soraya Thronicke (União-MS). Romário, em sua justificação, explica [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) vota na quarta-feira (3) projeto <span>que obriga os clubes a concederem às atletas gestantes licença-maternidade de 120 dias. O benefício também vale para os casos de adoção de menor de idade ou de guarda judicial.</span> Do senador Romário (PL-RJ), o <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/151710" rel="noopener" target="_blank">PL 229/2022</a> é relatado pela senadora Soraya Thronicke (União-MS).</p>
<p><span>Romário, em sua justificação, explica que os clubes não têm concedido a licença, situação que atribui a uma lacuna na legislação esportiva especial ou à insensibilidade dos dirigentes.</span></p>
<p><span>O relatório de Soraya recomenda a aprovação do projeto sem emendas. A relatora ressalta que o argumento central da proposta se baseia no artigo da Constituição que determina “licença à gestante, sem prejuízo do emprego e do salário, com a duração de 120 dias”. Em seu entendimento, o texto “tornará mais fácil também a extensão da ideia da licença-maternidade aos genitores, o que já se mostra tendência da jurisprudência dos tribunais.”</span></p>
<p>Também deve ser deliberado projeto do senador Guaracy Silveira (PP-TO) que determina a fixação de painéis de campanhas antidrogas nas entradas e saídas das escolas públicas. O <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/155138" rel="noopener" target="_blank">PL 2.807/2022</a> é relatado pela senadora Damaes Alves (Republicanos-DF). </p>
<p><span>Os painéis poderão ser pintados nos muros e paredes ou fixados em armações como outdoors e deverão ter no mínimo 6 m². O objetivo é que, com os painéis educativos, os estudantes sejam alertados sobre os malefícios do uso de drogas lícitas e ílicitas.</span></p>
<p>Outro item na pauta é o <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/154412" rel="noopener" target="_blank">PL 2.730/2020</a>, da Câmara dos Deputados. Relatado por Styvenson Valentim (Podemos-RN), o projeto cria o Mês da Conscientização da Doença de Parkinson, em abril, e estabelece como símbolo a tulipa vermelha.</p>
<p>A CAS também deve analisar pedidos de audiência, como o do presidente do colegiado, Humberto Costa (PT-SE), para discutir a precariedade do sistema metroviário do Recife. Já o senador Izalci Lucas (PSDB-DF) inclui convidados em ciclo de debates com a Comissão de Educação (CE) sobre políticas de inclusão educacional de pessoas com deficiência.  </p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/02/cas-vota-licenca-maternidade-para-atletas-na-quarta-feira#b7b95bc4-0223-4933-a825-d6dd80cddfd9" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/cas-vota-licenca-maternidade-para-atletas-na-quarta-feira/">CAS vota licença-maternidade para atletas na quarta-feira</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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		<title>CAS pode aprovar licença-maternidade de 120 dias para atletas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Apr 2023 20:45:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[aprovar]]></category>
		<category><![CDATA[atletas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) votará nesta quarta-feira (26) proposta do senador Romário (PL-RJ) que obriga os clubes a concederem às atletas gestantes licença-maternidade de 120 dias. Esse benefício também vale para caso de adoção de menor de idade ou guarda judicial. O projeto (PL 229/2022) foi aprovado pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left">A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) votará nesta quarta-feira (26) proposta do senador Romário (PL-RJ) que obriga os clubes a concederem às atletas gestantes licença-maternidade de 120 dias. Esse benefício também vale para caso de adoção de menor de idade ou guarda judicial. O projeto (<a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/151710" rel="noopener" target="_blank">PL 229/2022</a>) foi aprovado pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e, caso tenha a aprovação da CAS e não houver recurso para ir ao Plenário, segue para o exame da Câmara dos Deputados.</p>
<p style="text-align: left">A proposição altera a <a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:1998-03-24;9615" rel="noopener" target="_blank">Lei 9.615, de 1998</a>, que define as normas gerais sobre desporto, a chamada Lei Pelé. O benefício será autorizado &#8220;sem prejuízo do emprego e do salário configurados no contrato especial de trabalho desportivo”. Romário, em sua justificação, explica que os clubes não têm concedido a licença, situação que atribui a uma lacuna na legislação esportiva especial ou à insensibilidade dos dirigentes.</p>
<p style="text-align: left">O relatório da senadora Soraya Thronicke (União-MS) recomenda a aprovação do projeto, sem emendas. Ela ressalta que o argumento central da proposição se baseia no artigo da Constituição que determina “licença à gestante, sem prejuízo do emprego e do salário, com a duração de 120 dias”. Em seu entendimento, o texto “tornará mais fácil também a extensão da ideia da licença-maternidade aos genitores, o que já se mostra tendência da jurisprudência dos tribunais.”</p>
<h3 style="text-align: left"><b>Trabalho</b><b> por aplicativo</b></h3>
<p style="text-align: left">A CAS também votará requerimento (<a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/156885" rel="noopener" target="_blank">REQ 33/2023 — CAS</a>) do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) de convite ao ministro do Trabalho, Luiz Marinho, para esclarecer ao colegiado as perspectivas do ministério quanto aos direitos dos motoristas e trabalhadores em serviços por aplicativos.</p>
<p style="text-align: left">No texto do requerimento, Veneziano menciona “certa expectativa” de empresas e de trabalhadores do setor com relação a entrevistas de Luiz Marinho, o que tornaria relevante abrir espaço para esclarecimentos e dar maior amplitude ao debate. O parlamentar citou a disposição do vice-presidente mundial da Uber, Andrew Byrne, que mostrou a disposição da empresa em garantir segurança trabalhista e previdenciária aos seus colaboradores e “debater com as autoridades governamentais o melhor caminho para garantir condições dignas de trabalho”.</p>
<h3 style="text-align: left"><b>Outros projetos</b></h3>
<p style="text-align: left">Também estão na pauta da CAS o projeto que institui o mês de abril como Mês da Conscientização da Doença de Parkinson (<a href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/154412" rel="noopener" target="_blank">PL 2730/2020</a>), da Câmara dos Deputados, com relatório favorável do senador Styvenson Valentim (Podemos-RN); e o que determina a fixação de painéis de campanhas antidrogas nas escolas públicas (<a href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/155138" rel="noopener" target="_blank">PL 2807/2022</a>), do ex-senador Guaracy Silveira (TO), com relatório favorável da senadora Damares Alves (Republicanos-DF).</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/04/24/cas-pode-aprovar-licenca-maternidade-de-120-dias-para-atletas#ccd0896c-4a1d-4080-a011-ff46a69fac08" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Plenário aprova licença de presidente da ALMT por 121 dias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Apr 2023 21:15:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Plenário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso aprovou, nesta quarta-feira (12), pedido de licença por 121 dias apresentado pelo presidente da Casa, deputado estadual Eduardo Botelho (União). Segundo o parlamentar, o afastamento foi solicitado para tratar de assuntos de interesse particular. “Eu vou fazer duas cirurgias, uma de refluxo e outra para melhorar a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="template-border-midia">
<p style="text-align:justify">O Plenário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso aprovou, nesta quarta-feira (12), pedido de licença por 121 dias apresentado pelo presidente da Casa, deputado estadual Eduardo Botelho (União).</p>
<p style="text-align:justify">Segundo o parlamentar, o afastamento foi solicitado para tratar de assuntos de interesse particular. “Eu vou fazer duas cirurgias, uma de refluxo e outra para melhorar a visão. É mais particular mesmo”, esclareceu.</p>
<p style="text-align:justify">Com a licença de Botelho, a 1ª vice-presidente, deputada Janaina Riva (MDB), assumirá a presidência da Casa de Leis, a partir da próxima segunda-feira (17). </p>
<p style="text-align:justify">A vaga deixada pelo parlamentar deve ser ocupada pelo primeiro suplente da coligação, o secretário de estado de Saúde, Gilberto Figueiredo (União). Em entrevista concedida após a sessão plenária desta tarde, Botelho confirmou o interesse do colega de partido.</p>
<p style="text-align:justify">“Ele disse que está com vontade de assumir, mas que iria conversar com o governador”, disse Botelho.</p>
</p>
</div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.al.mt.gov.br/midia/texto/plenario-aprova-licenca-de-presidente-da-almt-por-121-dias/visualizar#d2e1d8df-3e8e-44ea-9ac9-1d5abe61682b" rel="noopener">ALMT &#8211; MT</a></p>
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		<title>CCT aprova licença para três rádios comunitárias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Apr 2023 17:16:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[comunitarias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT) aprovou três projetos de decreto legislativo que autorizam a concessão para serviços de radiodifusão em municípios da Bahia, Sergipe e Goiás.  Relatado pela senadora Daniella Ribeiro (PSD-PB), o PDL 365/2019 renova a autorização outorgada à Associação Beneficente e Cultural Comunitária de Inhambupe (BA). O PDL 446/2019, relatado ad hoc pelo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT) aprovou três projetos de decreto legislativo que autorizam a concessão para serviços de radiodifusão em municípios da Bahia, Sergipe e Goiás. </p>
<p><span style="font-weight: 400">Relatado pela senadora Daniella Ribeiro (PSD-PB), o <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/148471" rel="noopener" target="_blank">PDL 365/2019 </a></span><span style="font-weight: 400">renova a autorização outorgada à Associação Beneficente e Cultural Comunitária de Inhambupe (BA). O <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/151833" rel="noopener" target="_blank">PDL 446/2019</a>, relatado </span><span style="font-weight: 400">ad hoc </span><span style="font-weight: 400">pelo senador Fernando Dueire (MDB-PE), aprova autorização à Associação de Radiodifusão Comunitária da Cidade de Porto da Folha (SE). E o <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/151831" rel="noopener" target="_blank">PDL 414/2021</a>, também relatado had hoc por Dueire, renova outorga</span><span> para a Sociedade Ação Comunitária e Cidadania da Cidade de Goiás (GO).  </span></p>
<p>Os projetos, todos de autoria da Câmara dos Deputados, seguem para o Plenário do Senado.</p>
<p><em>Joás Benjamin sob supervisão de Sheyla Assunção</em></p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/04/12/cct-aprova-licenca-para-tres-radios-comunitarias#921f7182-dd5c-44c1-873e-f76d6469ac84" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/cct-aprova-licenca-para-tres-radios-comunitarias/">CCT aprova licença para três rádios comunitárias</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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