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	<title>Arquivos inquerito - FATO MT</title>
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	<title>Arquivos inquerito - FATO MT</title>
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	<item>
		<title>PF instaura inquérito policial para apurar os crimes de racismo em Salvador/BA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Apr 2023 14:18:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[apurar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Salvador/BA – A Polícia Federal instaurou neste domingo (30/4) inquérito policial para apurar a eventual existência dos crimes de preconceito de raça ou cor durante os procedimentos a retirada compulsória de passageira do Voo Gol 1575 no dia 28/4 no Aeroporto Internacional de Salvador/BA. A investigação foi instaurada na Superintendência Regional da Polícia Federal na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Salvador/BA – A Polícia Federal instaurou neste domingo (30/4) inquérito policial para apurar a eventual existência dos crimes de preconceito de raça ou cor durante os procedimentos a retirada compulsória de passageira do Voo Gol 1575 no dia 28/4 no Aeroporto Internacional de Salvador/BA.</p>
<p>A investigação foi instaurada na Superintendência Regional da Polícia Federal na Bahia e permanecerá em sigilo até a completa elucidação dos fatos.</p>
<p style="text-align: right"><em>Comunicação Social da Polícia Federal na Bahia</em></p>
<p style="text-align: right"><em></em><em>Contato: (71) 3319-6124</em></p>
<p style="text-align: right"><em></em><em>E-mail: cs.srba@pf.gov.br</em></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.gov.br/pf/pt-br/assuntos/noticias/2023/04/pf-instaura-inquerito-policial-para-apurar-os-crimes-de-racismo-em-salvador-ba#8fab327f-7214-4984-a96b-31483b945b04" rel="noopener">Polícia Federal</a></p>
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		<title>Girão critica inquérito das fake news no STF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Mar 2023 14:46:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[critica]]></category>
		<category><![CDATA[inquerito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em pronunciamento no Plenário na quarta-feira (29), o senador Eduardo Girão (Novo-CE) criticou a condução do Inquérito 4.781 do Supremo Tribunal Federal (STF), que apura fake news e ameaças à própria Corte. Segundo o parlamentar, o grande problema do inquérito é que um único ministro — Alexandre de Moraes — atua como acusador, investigador e julgador, ferindo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em pronunciamento no Plenário na quarta-feira (29), o senador Eduardo Girão (Novo-CE) criticou a condução do Inquérito 4.781 do Supremo Tribunal Federal (STF), que apura fake news e ameaças à própria Corte. Segundo o parlamentar, o grande problema do inquérito é que um único ministro — Alexandre de Moraes — atua como acusador, investigador e julgador, ferindo o Estado democrático de direito, o sistema acusatório e o devido processo legal.</p>
<p>Girão criticou o fato de Moraes ter aceitado denúncia contra o vereador de São Paulo Fernando Holiday e disse que o parlamentar é a “nova vítima” do inquérito. Segundo o senador, a denúncia, feita pela bancada do Psol, foi aceita um dia após o vereador denunciar na tribuna da Câmara o cometimento da prática de nepotismo por vereadores do partido. Girão ressaltou que o ministro também mandou a Polícia Federal investigar a possível participação de Holiday nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro, em Brasília.</p>
<p>O parlamentar destacou que o inquérito da fake news já completou quatro anos de existência, o que, para ele, é uma “total anomalia jurídica”. De acordo com Girão, os advogados dos investigados não tiveram garantido nem o direito de acesso aos autos, impedindo, assim, a melhor representação dos seus clientes nos processos.</p>
<p>— A manutenção desse inquérito sem fixação de prazo para término, sem objeto definido e com a participação acanhada do Ministério Público só encontra paralelo com situações vividas no Brasil durante as ditaduras. Lá pelos idos de 1933, durante a ditadura Vargas, foi criada uma polícia política apenas para vigiar e perseguir aqueles cidadãos que manifestavam opiniões críticas ao governo ou, então, em 1968, no auge da ditadura militar, quando foi instituído o famigerado AI-5, que permitia a prisão sumária de suspeitos pela prática de crimes políticos, sem direito sequer a habeas corpus — disse.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/03/30/girao-critica-inquerito-das-fake-news-no-stf#1f3ff986-a3dd-47a5-a0eb-a21c3892aab0" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Instauração de inquérito policial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Mar 2023 02:31:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[inquerito]]></category>
		<category><![CDATA[instaura]]></category>
		<category><![CDATA[policial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Brasília/DF &#8211; A Polícia Federal instaurou nesta quinta-feira (16/3) inquérito policial para apurar a contratação pela ABIN de equipamento de monitoramento de dispositivos móveis, após requisição do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Tal ferramenta permitiria a obtenção, pela agência, de informações relacionadas aos usuários dos dispositivos móveis que por lei só podem ser acessadas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p style="text-align: justify"><strong>Brasília/DF &#8211;</strong> A Polícia Federal instaurou nesta quinta-feira (16/3) inquérito policial para apurar a contratação pela ABIN de equipamento de monitoramento de dispositivos móveis, após requisição do Ministério da Justiça e Segurança Pública.</p>
<p style="text-align: justify">Tal ferramenta permitiria a obtenção, pela agência, de informações relacionadas aos usuários dos dispositivos móveis que por lei só podem ser acessadas pelas polícias judiciárias, mediante autorização judicial.</p>
<p style="text-align: justify">A investigação está em sigilo e será conduzida pela Diretoria de Inteligência da Polícia Federal.</p>
<p style="text-align: right"><em>Coordenação-Geral de Comunicação Social</em></p>
<p style="text-align: right"><em>imprensa@pf.gov.br</em></p>
<p style="text-align: right"><em>(61) 2024-8142</em></p>
</div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.gov.br/pf/pt-br/assuntos/noticias/2023/03/instauracao-de-inquerito-policial-16-03-2023#30847c9a-b6cb-44f0-a4cb-2ea752be5d29" rel="noopener">Polícia Federal</a></p>
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		<item>
		<title>CGU abre inquérito para investigar joias doadas à família Bolsonaro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Mar 2023 23:16:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[doadas]]></category>
		<category><![CDATA[familia]]></category>
		<category><![CDATA[inquerito]]></category>
		<category><![CDATA[investigar]]></category>
		<category><![CDATA[joias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reprodução &#8211; 06.03.2023 Governo Bolsonaro tentou trazer de forma ilegal para o Brasil um conjunto de joias avaliado em 3 milhões de euros (R$ 16,5 milhões) A Controladoria-Geral da União (CGU) informou na tarde desta terça-feira (7) que abrirá uma investigação preliminar para apurar a chegada de joias de alto valor doadas pelo governo da [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/cgu-abre-inquerito-para-investigar-joias-doadas-a-familia-bolsonaro/">CGU abre inquérito para investigar joias doadas à família Bolsonaro</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/ec/hv/j8/echvj8arg1ebesne536hcjw3v.jpg" width="906" height="509" alt="Governo Bolsonaro tentou trazer de forma ilegal para o Brasil um conjunto de joias avaliado em 3 milhões de euros (R$ 16,5 milhões)" title="Governo Bolsonaro tentou trazer de forma ilegal para o Brasil um conjunto de joias avaliado em 3 milhões de euros (R$ 16,5 milhões)"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Reprodução &#8211; 06.03.2023</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Governo Bolsonaro tentou trazer de forma ilegal para o Brasil um conjunto de joias avaliado em 3 milhões de euros (R$ 16,5 milhões)</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">A Controladoria-Geral da União (CGU) informou na tarde desta terça-feira (7) que abrirá uma investigação preliminar para apurar a chegada de joias de alto valor doadas pelo governo da Arábia Saudita ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O inquérito será de caráter preparatório e não punitivo nesta primeira fase.</p>
<p>Segundo a CGU, a investigação focará na participação de servidores públicos de órgãos federais, como a Receita Federal, responsável por liberar as joias para a família do ex-presidente.</p>
<p>“A medida tem amparo no art. 4º, inciso VIII, do Decreto nº 5.480/2005 (que dispõe sobre o Sistema de Correição do Poder Executivo Federal) e foi tomada em razão das autoridades supostamente envolvidas no caso, da possível participação de servidores públicos de mais de um órgão federal e, por consequência, da complexidade da apuração”, disse a corregedoria, em nota.</p>
<p>Se confirmadas as irregularidades, os servidores poderão ser alvos de um Processo Administrativo Disciplinar (PAD). As investigações poderão acarretar o afastamento ou exoneração dos suspeitos.</p>
<h2>Investigações em curso</h2>
<p>Além da CGU, a Polícia Federal e o Ministério Público Federal (MPF) instauraram um inquérito para investigar o caso. A Receita Federal também abrirá uma sindicância para apurar as denúncias contra o ex-chefe do Fisco, Júlio César Vieira Gomes.</p>
<p class="">O ex-presidente Jair Bolsonaro, a ex-primeira-dama Michelle e o ex-ministro de Minas e Energia Bento Albuquerque devem ser ouvidos pelos investigadores.</p>
<h2>Entenda o caso</h2>
<p>Segundo uma reportagem de &#8220;O Estado de S. Paulo&#8221;, um primeiro pacote de joias, avaliado em R$ 16,5 milhões, foram entregues pelo governo da Arábia Saudita para Michelle Bolsonaro, que visitou o país árabe em outubro de 2021. Entre os presentes, estavam um anel, colar, relógio e brincos de diamantes.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2023-03-07/osecretario-receita-demitido-bolsonaro.html" title="Governo Bolsonaro demitiu funcionário da Receita que reteve joias" target="_self" rel="noopener">Governo Bolsonaro demitiu funcionário da Receita que reteve joias</a> </li>
<li> <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2023-03-07/bolsonaro-michelle-depor-a-pf-no-caso-das-joias.html" title="Bolsonaro, Michelle e mais três devem depor à PF no caso das joias" target="_self" rel="noopener">Bolsonaro, Michelle e mais três devem depor à PF no caso das joias</a> </li>
<li> <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2023-03-07/pf-bolsonaro-ofereceu-beneficios-sauditas-joias.html" title="PF vai apurar se Bolsonaro ofereceu 'benefícios' a sauditas por joias" target="_self" rel="noopener">PF vai apurar se Bolsonaro ofereceu &#8216;benefícios&#8217; a sauditas por joias</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">Entretanto, ao chegar ao país, as peças foram aprendidas na alfândega do Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, na mochila de um assessor de Bento Albuquerque, então ministro de Minas e Energia. Ele ainda tentou usar o cargo para liberar os diamantes, entretanto, não conseguiu reavê-los, já que no Brasil a lei determina que todo bem com valor acima de US$ 1 mil seja declarado.</p>
<p>Diante do fato, o governo Bolsonaro teria tentado quatro vezes recuperar as joias, por meio dos ministérios da Economia, Minas e Energia e Relações Exteriores. O então presidente chegou a enviar ofício à Receita Federal, solicitando que as joias fossem destinadas à Presidência da República.</p>
<p>Na última tentativa, três dias antes de deixar o governo, um funcionário público utilizou um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) para se deslocar até Guarulhos. Ele teria se identificado como “Jairo” e argumentado que nenhum objeto do governo anterior poderia ficar para o próximo.</p>
<h2>Bolsonaro se defende</h2>
<p>Após evento nos Estados Unidos, no último sábado, Bolsonaro disse que não pediu nem recebeu qualquer tipo de presente em joias do governo da Arábia Saudita.</p>
<p>&#8220;Agora estou sendo crucificado no Brasil por um presente que não recebi. Vi em alguns jornais de forma maldosa dizendo que tentei trazer joias ilegais para o Brasil. Não existe isso&#8221;, afirmou.</p>
<p>Ainda de acordo com ele, a Presidência notificou a alfândega. &#8220;Até aí tudo bem, nada de mais, poderia, no meu entender, a alfândega ter entregue (sic). Iria para o acervo, seria entregue à primeira-dama. E o que diz a legislação? Ela poderia usar, não poderia desfazer-se daqui. Só isso, mais nada&#8221;, garantiu.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2023-03-07/cgu-investigacao-preliminar-joias-jair-bolsonaro.html#79292f53-736f-4f6b-94ae-bb420133413d" rel="noopener">IG Política</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/cgu-abre-inquerito-para-investigar-joias-doadas-a-familia-bolsonaro/">CGU abre inquérito para investigar joias doadas à família Bolsonaro</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Inquérito é aberto pela PF sobre joias escondidas no governo Bolsonaro</title>
		<link>https://fatomt.com.br/inquerito-e-aberto-pela-pf-sobre-joias-escondidas-no-governo-bolsonaro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Mar 2023 00:45:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[aberto]]></category>
		<category><![CDATA[bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[escondidas]]></category>
		<category><![CDATA[governo]]></category>
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		<category><![CDATA[joias]]></category>
		<category><![CDATA[sobre]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reprodução &#8211; 06.03.2023 Governo Bolsonaro tentou trazer de forma ilegal para o Brasil um conjunto de joias avaliado em 3 milhões de euros (R$ 16,5 milhões) A Polícia Federal abriu nesta segunda-feira (6) um processo para investigar a tentativa do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro entrar ilegalmente com joias de diamantes no Brasil. O caso [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/ec/hv/j8/echvj8arg1ebesne536hcjw3v.jpg" width="906" height="509" alt="Governo Bolsonaro tentou trazer de forma ilegal para o Brasil um conjunto de joias avaliado em 3 milhões de euros (R$ 16,5 milhões)" title="Governo Bolsonaro tentou trazer de forma ilegal para o Brasil um conjunto de joias avaliado em 3 milhões de euros (R$ 16,5 milhões)"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Reprodução &#8211; 06.03.2023</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Governo Bolsonaro tentou trazer de forma ilegal para o Brasil um conjunto de joias avaliado em 3 milhões de euros (R$ 16,5 milhões)</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class=""> <br data-mce-bogus="1"> </p>
<p>A <strong>Polícia Federal</strong> abriu nesta segunda-feira (6) um processo para investigar a tentativa do governo do ex-presidente <strong>Jair Bolsonaro</strong> entrar ilegalmente com <strong>joias de diamantes</strong> no Brasil. O caso será apurado pela Delegacia de Repressão a Crimes Fazendários da cidade de São Paulo.</p>
<p>Segundo uma reportagem de &#8220;O Estado de S. Paulo&#8221;,  um primeiro pacote de joias, avaliado em R$ 16,5 milhões, foram entregues pelo governo da Arábia Saudita para Michelle Bolsonaro, que visitou o país árabe em outubro de 2021. Entre os presentes, estavam um anel, colar, relógio e brincos de diamantes.</p>
<p>Entretanto, ao chegar ao país, as peças foram aprendidas na alfândega do Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, na mochila de um assessor de Bento Albuquerque, então ministro de Minas e Energia. Ele ainda tentou usar o cargo para liberar os diamantes, entretanto, não conseguiu reavê-los,  <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2023-03-06/dino-pedido-inquerito-policia-federal-caso-joias-bolsonaro.html" data-mce-href="https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2023-03-06/dino-pedido-inquerito-policia-federal-caso-joias-bolsonaro.html">já que no Brasil a lei determina que todo bem com valor acima de US$ 1 mil seja declarado.</a> </p>
<p>Diante do fato, o governo Bolsonaro teria tentado quatro vezes recuperar as joias, por meio dos ministérios da Economia, Minas e Energia e Relações Exteriores. <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2023-03-06/bolsonaro-tentou-pegar-joias.html" data-mce-href="https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2023-03-06/bolsonaro-tentou-pegar-joias.html">O então presidente chegou a enviar ofício à Receita Federal</a> , solicitando que as joias fossem destinadas à Presidência da República.</p>
<p>Na última tentativa, três dias antes de deixar o governo, um funcionário público utilizou um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) para se deslocar até Guarulhos. Ele teria se identificado como “Jairo” e argumentado que nenhum objeto do governo anterior poderia ficar para o próximo.</p>
<h2>Bolsonaro se defende</h2>
<p>Após evento nos Estados Unidos, no último sábado, Bolsonaro disse que não pediu nem recebeu qualquer tipo de presente em joias do governo da Arábia Saudita.</p>
<p>&#8220;Agora estou sendo crucificado no Brasil por um presente que não recebi. Vi em alguns jornais de forma maldosa dizendo que tentei trazer joias ilegais para o Brasil. Não existe isso&#8221;, afirmou.</p>
<p>Ainda de acordo com ele, a Presidência notificou a alfândega. &#8220;Até aí tudo bem, nada de mais, poderia, no meu entender, a alfândega ter entregue (sic). Iria para o acervo, seria entregue à primeira-dama. E o que diz a legislação? Ela poderia usar, não poderia desfazer-se daqui. Só isso, mais nada&#8221;, garantiu.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
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		<title>Polícia Civil conclui inquérito sobre morte de investigador aposentado e indicia autor por latrocínio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Mar 2023 19:45:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[civil]]></category>
		<category><![CDATA[conclui]]></category>
		<category><![CDATA[inquerito]]></category>
		<category><![CDATA[investigador]]></category>
		<category><![CDATA[morte]]></category>
		<category><![CDATA[policia]]></category>
		<category><![CDATA[sobre]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Polícia Civil de Mato Grosso concluiu nesta sexta-feira (03.03) o inquérito que apurou a morte do policial civil aposentado Derli José Alves, de 56 anos, e indiciou o genro da vítima pelo crime de roubo seguido de morte (latrocínio) e por tentativa de homicídio qualificado, contra a mulher do policial, e ocultação de cadáver. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">A Polícia Civil de Mato Grosso concluiu nesta sexta-feira (03.03) o inquérito que apurou a morte do policial civil aposentado Derli José Alves, de 56 anos, e indiciou o genro da vítima pelo crime de roubo seguido de morte (latrocínio) e por tentativa de homicídio qualificado, contra a mulher do policial, e ocultação de cadáver.</p>
<p style="text-align: justify">O autor do crime, H.L.S., de 25 anos, foi preso em flagrante depois de se apresentar na Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Cuiabá dois dias após o desaparecimento do policial. Ele indicou o local onde havia deixado o corpo da vítima. As equipes da DHPP realizaram buscas na região do Distrito do Sucuri e o localizaram próximo ao rodoanel em Cuiabá.</p>
<p style="text-align: justify">As armas usadas nos crimes, um revólver calibre 38, e uma pistola, foram apreendidas e encaminhadas para perícia. A pistola, que pertencia ao investigador aposentado e foi usada para matá-lo, tinha sido furtada meses antes do assassinato pelo genro do policial. Já o revólver, que também era do policial, foi usado na tentativa de homicídio contra a companheira de Derli.</p>
<p style="text-align: justify">O indiciado confessou que teve o auxílio de outra pessoa na ação criminosa, que já foi identificada pela DHPP.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Desaparecimento</strong></p>
<p style="text-align: justify">Derli José se aposentou da Polícia Civil de Mato Grosso em junho de 2010. A última lotação dele foi na antiga Delegacia do Carumbé, no bairro Planalto.</p>
<p style="text-align: justify">Ele desapareceu noite de terça-feira (21.02), da propriedade onde morava, no Parque Itaguaí, localizado na MT-251, na Capital.</p>
<p> A Polícia Civil foi acionada, inicialmente, para atendimento a uma ocorrência envolvendo o furto de uma caminhonete Hilux, que pertencia ao policial. Um irmão da vítima informou à equipe da DHPP que foi avisado de que a cunhada dele tinha sido atingida por disparos de arma de fogo na chácara, socorrida e encaminhada ao hospital municipal.</p>
<p> Antes de ser socorrida, a mulher do investigador aposentado conseguiu enviar áudios a familiares contando que na terça-feira ela foi até um barracão da propriedade e viu o genro do policial lavando as mãos sujas de sangue. Quando perguntou sobre o que estava acontecendo, o homem fez disparos contra a mulher, a atingirando na cabeça, e ela desmaiou. Quando ela recobrou a consciência, o suspeito havia fugido da chácara levando a caminhonete e pertences do policial.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Crimes</strong></p>
<p style="text-align: justify">H.L.S. declarou ao delegado Caio Fernando Albuquerque que foi ao sítio do sogro junto com um comparsa para ‘brigar’ com Derli devido a problemas anteriores e levou a pistola. Ele alegou que a arma pertencia à vítima, porém, teria sido extraviada meses atrás, em um acidente de carro. Na ocasião, o indiciado foi ao local do acidente e se apropriou do armamento.</p>
<p style="text-align: justify">Quando o criminoso chegou ao sítio, começou a discutir com a vítima, que teria sacado o revólver contra o genro. Nesse momento, o comparsa de H.L.S. teria feito disparos contra a vítima usando a pistola.</p>
<p style="text-align: justify">O genro do policial alegou ainda que, após os disparos, ficou no sítio e o comparsa foi embora. Em seguida, a esposa de Derli foi até o barracão e acabou sendo atingida pelo indiciado. Na sequência, ele pôs o corpo do investigador na carroceria da caminhonete e seguiu sentido ao rodoanel para ocultar o corpo. Depois, ele disse ter abandonado a caminhonete no bairro Osmar Cabral, em Cuiabá.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Investigação</strong></p>
<p style="text-align: justify">Conforme as informações passadas pelo indiciado, a equipe da DHPP fez diligências em um conjunto de quitinetes no bairro Parque Cuiabá, a fim de localizar o comparsa dele. No local, os policiais obtiveram informações de que o imóvel era, na verdade, ocupado pelos dois investigados, o genro do policial e o comparsa.</p>
<p style="text-align: justify">O delegado responsável pela investigação aponta que os elementos reunidos no inquérito comprovam que houve o crime de latrocínio, uma vez que, após a execução da vítima e ocultação do corpo, a caminhonete foi deixada em um local de fácil localização e foi ‘esfriada’, a fim de ser vendida posteriormente.</p>
<p style="text-align: justify">“Não podemos esquecer do intuito prévio do indiciado de se apoderar de valores da vítima, como o fez pelo empréstimo de praticamente a totalidade do valor pago pelo veículo Jetta, que foi usado por ele para se deslocar até a chácara de Derli”, apontou Caio Fernando.</p>
<p style="text-align: justify">Em relação à tentativa de homicídio contra a companheira do policial, o delegado destaca que o indiciado usou de recurso que impossibilitou a defesa da vítima, que foi surpreendida pelos disparos na cabeça. “Esse crime foi cometido para assegurar a execução, a ocultação, a impunidade do latrocínio pouco antes praticado”, explicou.</p>
<p style="text-align: justify">Ouvida nesta semana pela equipe da DHPP, no hospital em Cuiabá, onde ainda se recupera da cirurgia a que foi submetida, a companheira de Derli José declarou ao delegado Caio Albuquerque que no dia do crime ouviu um barulho no barracão da chácara. Ao sair para ver o que ocorria, ela viu o genro do policial, com uma camiseta tampando o rosto, e observou a arma na cintura dele.</p>
<p style="text-align: justify">Ela disse que reconheceu o revólver de Derli e ao perguntar o que estava acontecendo, o indiciado sacou a arma, apontou para sua testa e disparou contra a vítima. “Ele não respondeu nada, somente apontou a arma e disparou no seu rosto, quando caí no chão quase desmaiando e avistei ele entrando na caminhonete e saindo’, declarou a vítima, acrescentando que após acordar, ainda tonta, conseguiu ir se arrastando até a casa da chácara e pedir ajuda , e chegando lá pediu ajuda a seu filho que estava na residência e acionar o socorro da família.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://web.mt.gov.br/web/pjc/-/pol%C3%ADcia-civil-conclui-inqu%C3%A9rito-sobre-morte-de-investigador-aposentado-e-indicia-autor-do-crime-por-latroc%C3%ADnio#60058218-f005-4ed5-a57d-1435e061284a" rel="noopener">GOV MT</a></p>
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		<item>
		<title>Moraes prorroga por 60 dias inquérito que investiga Torres e Ibaneis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Feb 2023 22:15:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[ibaneis]]></category>
		<category><![CDATA[inquerito]]></category>
		<category><![CDATA[investiga]]></category>
		<category><![CDATA[moraes]]></category>
		<category><![CDATA[prorroga]]></category>
		<category><![CDATA[torres]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nelson Jr./SCO/STF &#8211; 02.12.2021 Ministro Alexandre de Moraes durante sessão plenária do STF O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes prorrogou por mais 60 dias o inquérito que investiga a suposta omissão de autoridades na invasão aos prédios dos Três Poderes, em Brasília, em 8 de janeiro . A decisão atende a [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/5m/mj/cz/5mmjczs4c1e187cauw1xi36vs.jpg" width="906" height="509" alt="Ministro Alexandre de Moraes durante sessão plenária do STF" title="Ministro Alexandre de Moraes durante sessão plenária do STF"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Nelson Jr./SCO/STF &#8211; 02.12.2021</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Ministro Alexandre de Moraes durante sessão plenária do STF</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p>O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes prorrogou por mais 60 dias o inquérito que investiga a suposta omissão de autoridades na <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2023-01-08/manifestantes-bolsonaristas-invasao-congresso-nacional.html" data-mce-href="https://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2023-01-08/manifestantes-bolsonaristas-invasao-congresso-nacional.html">invasão aos prédios dos Três Poderes, em Brasília, em 8 de janeiro</a> . A decisão atende a um pedido da Polícia Federal.</p>
<p>No pedido, a <strong>PF</strong> listou sete pendências para a conclusão das investigações, como a análise dos protocolos de ações da Polícia Militar do DF (PMDF) referentes aos atos. O objetivo é verificar se houve quebra de padrão na atuação da corporação no dia das manifestações.</p>
<p>Conforme a PF, também estão pendentes as imagens das câmeras de segurança da sede do governo do <strong>Distrito Federal</strong> entre os dias 1º e 20 de janeiro.</p>
<p>“Neste caso, a autoridade policial apontou a pendência de 7 (sete) diligências, sem prejuízo de outras que venham a ser determinadas, especialmente no que diz respeito à análise dos materiais apreendidos. Assim, considerando a necessidade de prosseguimento das investigações, com a realização das diligências ainda pendentes, há necessidade de prorrogação do presente inquérito”, afirmou Moraes.</p>
<p>Entre as autoridades investigadas por suposta omissão estão o  <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2023-01-21/afastado-do-df--ibaneis-rocha-entregara-celular-a-pf-na-segunda.html" data-mce-href="https://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2023-01-21/afastado-do-df--ibaneis-rocha-entregara-celular-a-pf-na-segunda.html">governador Ibaneis Rocha (MDB)</a> e o <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2023-02-25/anderson-torres-multado-ibama-criacao-ilegal-de-aves.html" data-mce-href="https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2023-02-25/anderson-torres-multado-ibama-criacao-ilegal-de-aves.html">ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal Anderson Torres</a> . </p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2023-02-27/lula-foto-oficial-presidente.html" title="Lula divulga nova foto oficial como presidente da República" target="_self" rel="noopener">Lula divulga nova foto oficial como presidente da República</a> </li>
<li> <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2023-02-27/russia-nega-fim-conflito-ucrania-acordo-de-paz-china.html" title="Kremlin diz não ver espaço para fim do conflito com a Ucrânia" target="_self" rel="noopener">Kremlin diz não ver espaço para fim do conflito com a Ucrânia</a> </li>
<li> <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2023-02-27/lula-liberacao-militares-seguranca-bolsonaro.html" title="Lula libera seguranças para Bolsonaro em evento nos Estados Unidos" target="_self" rel="noopener">Lula libera seguranças para Bolsonaro em evento nos Estados Unidos</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class=""> <strong>Torres</strong> é suspeito de ter facilitado os <strong>atos golpistas</strong> . Até o fim de 2022, ele era ministro da Justiça do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O ex-secretário está  <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2023-01-14/anderson-torres-preso-pf-brasilia.html" data-mce-href="https://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2023-01-14/anderson-torres-preso-pf-brasilia.html">preso desde 14 de janeiro</a>  devido aos ataques aos prédios dos <strong>Três Poderes</strong> , em <strong>Brasília</strong> .</p>
<p> <strong>Ibaneis</strong> , por outro lado, foi afastado do cargo após o episódio, pelo prazo de 90 dias.</p>
<p>Na ocasião, <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2023-01-08/manifestantes-bolsonaristas-invasao-congresso-nacional.html" data-mce-href="https://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2023-01-08/manifestantes-bolsonaristas-invasao-congresso-nacional.html">vândalos invadiram o Congresso Nacional, o Planalto e o STF</a> . Instalações foram quebradas, câmeras de segurança arrancadas e destruídas e a fiação foi exposta.</p>
<p>Os invasores destruíram, inclusive, <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/2023-01-09/vandalos-destruiram-obra-de-di-cavalcanti-estimada-em-r--8-milhoes.html" data-mce-href="https://ultimosegundo.ig.com.br/2023-01-09/vandalos-destruiram-obra-de-di-cavalcanti-estimada-em-r--8-milhoes.html">parte importante do acervo artístico e arquitetônico ali reunido e que &#8220;representa um capítulo importante da história nacional&#8221;</a> , conforme nota emitida hoje pelo Palácio do Planalto.</p>
<p>Entre no  <strong> <a href="https://t.me/iGUltimoSegundo" data-mce-href="https://t.me/iGUltimoSegundo">canal do Último Segundo no Telegram</a> </strong> e veja as principais notícias do dia no Brasil e no Mundo.  Siga também o  <a href="https://t.me/portalig" data-mce-href="https://t.me/portalig">perfil geral do Portal iG.</a> </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2023-02-27/moraes-prorroga-inquerito-investiga-torres-ibaneis-atos-brasilia.html#694bc56d-9f91-42b0-8283-e2748e364116" rel="noopener">IG Política</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>MP atende Dallagnol e abre inquérito contra ministra do Turismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Feb 2023 19:45:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[atende]]></category>
		<category><![CDATA[contra]]></category>
		<category><![CDATA[dallagnol]]></category>
		<category><![CDATA[inquerito]]></category>
		<category><![CDATA[ministra]]></category>
		<category><![CDATA[turismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Billy Boss/Câmara dos Deputados Daniela Carneiro é acusada de pagar R$ 1 milhão para empresas fantasmas em sua campanha eleitoral O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) abriu um inquérito para investigar a ministra do Turismo, Daniela do Waguinho (União Brasil-RJ). Ela é acusada de ter pagado R$ 1 milhão para serviços de duas [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/bm/2i/z3/bm2iz33z8fgrscn9qu47bgr6w.jpg" width="906" height="509" alt="Daniela Carneiro é acusada de pagar R$ 1 milhão para empresas fantasmas em sua campanha eleitoral" title="Daniela Carneiro é acusada de pagar R$ 1 milhão para empresas fantasmas em sua campanha eleitoral"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Billy Boss/Câmara dos Deputados</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Daniela Carneiro é acusada de pagar R$ 1 milhão para empresas fantasmas em sua campanha eleitoral</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) abriu um inquérito para investigar a ministra do Turismo, Daniela do Waguinho (União Brasil-RJ). Ela é acusada de ter pagado R$ 1 milhão para serviços de duas gráficas fantasmas.</p>
<p>O pedido de investigação foi feito pelo deputado federal Deltan Dallagnol (Podemos-ES), com base em uma reportagem do portal Metrópoles. Segundo o portal, a Rubrica Editora informou seu endereço à Receita Federal em um coworking. A empresa de escritórios negou o funcionamento da gráfica no local, mas admitiu o recebimento de correspondências.</p>
<p>Já a Printing Mídia disse funcionar em um endereço onde está instalado um frigorífico. Funcionários negaram que a editora tivesse sede no local.</p>
<p>Para Dallagnol, as acusações são gravíssimas e devem ser apuradas pela Justiça. O inquérito do MPRJ corre sob sigilo.</p>
<p>“Os fatos são graves e, se comprovados, podem configurar os crimes de apropriação indébita eleitoral, falsificação de prestação de contas eleitoral e lavagem de dinheiro, e também improbidade administrativa. Pediremos o afastamento judicial da ministra se forem confirmados”, disse o parlamentar.</p>
<p>A ministra rebateu e fez críticas as acusações do deputado. Em nota, ela afirmou que acredita na Justiça e que &#8220;os fatos serão esclarecidos com a maior brevidade possível&#8221;.</p>
<p>“O agora deputado federal Deltan Dallagnol parece ter importado o mesmo modus operandi questionável de sua atuação no Ministério Público ao tentar atribuir culpa a inocentes com base apenas em hipóteses”, disse Daniela.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/2023-02-07/agu-pede-bloqueio-de-r--20-7-milhoes-em-bens-de-vandalos-bolsonaristas.html" title="AGU pede bloqueio de R$ 20,7 milhões em bens de vândalos bolsonaristas" target="_self" rel="noopener">AGU pede bloqueio de R$ 20,7 milhões em bens de vândalos bolsonaristas</a> </li>
<li> <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2023-02-07/pgr-quebra-de-sigilomilitares-operacao-lesa-patria.html" title="PGR pede quebra de sigilo de militares alvos da Operação Lesa Pátria" target="_self" rel="noopener">PGR pede quebra de sigilo de militares alvos da Operação Lesa Pátria</a> </li>
<li> <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/2023-02-07/lula-aproveita-racha-no-pl-e-garante-votos-do-partido-no-congresso.html" title="Governo aproveita racha no PL para garantir votos no Congresso" target="_self" rel="noopener">Governo aproveita racha no PL para garantir votos no Congresso</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a Rubrica Editora teria recebido R$ 561 mil da campanha da ministra, enquanto a Printing ganhou R$ 530 mil em trabalhos durante as eleições.  </p>
<h3>Acusações contra Daniela Carneiro</h3>
<p>Essa é a segunda acusação enfrentada pela ministra do Turismo em pouco mais de um mês à frente no Palácio do Planalto. Deputada mais votada no Rio de Janeiro, Daniela do Waguinho ainda foi acusada de ter ligação com a milícia carioca.</p>
<p>Ela nega as acusações e tem suporte de Lula em meio à pressão de alguns parlamentares para tirar Daniela da pasta.</p>
<p>A ministra é esposa de Wagner dos Santos Carneiro, conhecido como Waguinho, prefeito de Belford Roxo (RJ). Waguinho é um dos principais apoiadores de Lula no estado e um dos interlocutores do petista para aumentar o apoio do governo no Rio de Janeiro.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2023-02-07/mprj-investigacao-daniela-do-waguinho-editoras-fantasmas.html#a832960b-e519-429a-85f9-bf50ee507882" rel="noopener">IG Política</a></p>
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		<title>Polícia Civil indicia piloto e empresários em inquérito que apurou queda de avião com R$ 4,6 milhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Feb 2023 17:46:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[apurou]]></category>
		<category><![CDATA[civil]]></category>
		<category><![CDATA[empresarios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Polícia Civil concluiu o inquérito que apurou a queda de uma aeronave que transportava R$ 4,679 milhões, em Alta Floresta, em 2019, e indiciou o piloto de nacionalidade italiana e dois empresários pelos crimes de lavagem de dinheiro, associação criminosa e falsidade ideológica. As investigações apontaram que os indiciados se uniram para dissimular, reiteradamente, valores de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">A Polícia Civil concluiu o inquérito que apurou a queda de uma aeronave que transportava R$ 4,679 milhões, <span style="text-align: justify">em Alta Floresta</span><span style="text-align: justify">, em 2019, e indiciou o piloto de nacionalidade italiana e dois empresários pelos crimes de </span>lavagem de dinheiro, associação criminosa e falsidade ideológica.</p>
<p style="text-align: justify">As investigações apontaram que os indiciados se uniram para dissimular, reiteradamente, valores de origem ilícita e fizeram uma declaração falsa, em um documento particular, com o objetivo de alterar a verdade sobre o dinheiro apreendido.</p>
<p style="text-align: justify">Interrogados no inquérito policial, os indiciados apresentaram diversas contradições em suas versões e foram desmentidos pelas testemunhas ouvidas. A equipe de investigação analisou os aparelhos eletrônicos apreendidos e identiificou que os investigados conversavam diversas vezes sobre a compra e venda de ouro, sem nota, sempre se referindo a grandes quantidades, além de mostrar interesse em sempre conversar pessoalmente e apagar as conversas, por receio de monitoramento.</p>
<p style="text-align: justify">Ainda foram encontradas conversas entre o piloto e um empresário mato-grossense, denunciado no ano passado pelo Ministério Público Federal, por constituir uma organização criminosa que comprava ouro ilícito, proveniente de garimpos ilegais no sul do Pará e no norte do Mato Grosso e exportava o minério para a Itália.</p>
<p style="text-align: justify">Em outra conversa analisada pela equipe da Delegacia de Alta Floresta os envolvidos demonstravam medo da abordagem policial após a queda da aeronave. Naquela ocasião, um dos empresários indiciados, que é de São Paulo, sugeriu ao piloto falar com um empresário que atua no ramo de mineração para pegar um comprovante do dinheiro. O empresário foi preso ano passado pela Polícia Federal por comprar ouro de garimpos ilegais na Terra Indígena Yanomami, em Roraima, e nas TI Munduruku e Kayapó, no Pará. Em um ano, a empresa desse empresário chegou a movimentar mais de R$ 2 bilhões com a venda de ouro.</p>
<p style="text-align: justify">Com apoio do Laboratório de Tecnologia Contra Lavagem de Dinheiro da Polícia Civil de Mato Grosso e dados do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF), foi possível identificar grande movimentação em espécie e de forma fragmentada para burlar o sistema de identificação do real depositante/sacador e o valor total da movimentação.</p>
<p style="text-align: justify">O delegado André Victor de Oliveira Leite, da Delegacia de Alta Floresta, explica que foi identificado um alto fluxo financeiro com empresas que apresentaram características de negócios de fachada, sem empregados registrados, constituídas com capital social elevado, cadastradas em endereços iguais e incompatíveis com a capacidade econômico-financeira do registro da empresa.</p>
<p style="text-align: justify">O procedimento e o relatório final foram encaminhados para o Ministério Público e ao Poder Judiciário.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>A aeronave e os milhões </strong></p>
<p style="text-align: justify">O avião modelo Cessna, de prefixo PR-RMH, fez um pouso forçado no dia 30 de junho de 2019, em uma pista na zona rural de Alta Floresta, após a aeronave sofrer uma pane.</p>
<p style="text-align: justify">O dinheiro estava em seis malas transportadas pelo piloto, que já tinha embarcado em um táxi quando foi abordado pela Polícia Civil. As malas estavam na carroceria do veículo.</p>
<p style="text-align: justify">O piloto, que disse morar no Brasil há mais de 30 anos, em princípio, não soube explicar a origem do dinheiro, mas posteriormente alegou na delegacia que o valor era proveniente da venda de um avião em São Paulo, de sociedade com um parceiro de negócio.</p>
<p style="text-align: justify">O avião saiu da cidade de Sorocaba (SP) com destino a Itaituba (PA). O plano de voo tinha previsão de duas paradas para abastecimento, uma em Jataí (GO) e outra em Alta Floresta (MT). Segundo o piloto, ele percebeu problemas na aeronave em Jataí, mas mesmo assim decidiu seguir a viagem. Em Alta Floresta, ele precisou fazer um pouso forçado na pista rural.</p>
<p style="text-align: justify">O avião foi localizado no final da pista em uma área de pastagem, aberta e sem nenhuma bagagem. Questionado, o piloto informou aos policiais que a bagagem estava na caminhonete, onde foi descoberto o dinheiro.</p>
<p style="text-align: justify">A aeronave e os R$ 4.679.750,00 foram apreendidos pela Polícia Civil. O dono da aeronave conseguiu na Justiça a restituição do bem, mas os valores apreendidos continuam bloqueados,sendo que os envolvidos tentaram até a última instância judicial a devolução.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://www.mt.gov.br/-/23476425-policia-civil-indicia-piloto-e-empresarios-em-inquerito-que-apurou-queda-de-aviao-com-r-4-6-milhoes#b76f284d-7b51-424b-9d27-dbda80d2a671" rel="noopener">GOV MT</a></p>
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		<title>PF abre inquérito para investigar omissão de socorro ao povo Yanomami</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jan 2023 17:47:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[inquerito]]></category>
		<category><![CDATA[investigar]]></category>
		<category><![CDATA[omiss]]></category>
		<category><![CDATA[socorro]]></category>
		<category><![CDATA[yanomami]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Júnior Hekurari/Arquivo Pessoal &#8211; 21.01.2023 Crianças yanomami sofrem com desnutrição A Polícia Federal resolveu abrir um inquérito para investigar e apurar um  possível crime de genocídio e omissão de socorro na assistência dada pelo governo federal aos indígenas Yanomami . Leia também AGU acusa Bolsonaro de abandonar indígenas &#8220;à própria sorte&#8221; Yanomamis: ONG está superlotada [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/9y/i4/ub/9yi4ubty1mmyvujis8bgvy7ko.jpg" width="906" height="509" alt="Crianças yanomami sofrem com desnutrição" title="Crianças yanomami sofrem com desnutrição"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Júnior Hekurari/Arquivo Pessoal &#8211; 21.01.2023</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Crianças yanomami sofrem com desnutrição</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">A <strong>Polícia Federal</strong> resolveu abrir um inquérito para investigar e apurar um  <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/2023-01-25/yanomamis--ong-esta-superlotada-com-casos-de-malaria-e-desnutricao.html" data-mce-href="https://ultimosegundo.ig.com.br/2023-01-25/yanomamis--ong-esta-superlotada-com-casos-de-malaria-e-desnutricao.html">possível crime de genocídio</a> e omissão de socorro na assistência dada pelo governo federal aos <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2023-01-25/agu-grupo-protecao-indigenas.html" data-mce-href="https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2023-01-25/agu-grupo-protecao-indigenas.html"> indígenas Yanomami</a> . </p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2023-01-25/agu-grupo-protecao-indigenas.html" title='AGU acusa Bolsonaro de abandonar indígenas "à própria sorte"' target="_self" rel="noopener">AGU acusa Bolsonaro de abandonar indígenas &#8220;à própria sorte&#8221;</a> </li>
<li> <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/2023-01-25/yanomamis--ong-esta-superlotada-com-casos-de-malaria-e-desnutricao.html" title="Yanomamis: ONG está superlotada com casos de malária e desnutrição" target="_self" rel="noopener">Yanomamis: ONG está superlotada com casos de malária e desnutrição</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">Na última sexta (20) o registro de casos de crianças com quadro grave de desnutrição e malária na reserva, que é a maior do país, levou o  <strong>Ministério da Saúde</strong>  declarar emergência de <strong>saúde pública</strong> em todo território.</p>
<p>A investigação foi aberta pela Polícia Federal a pedido do ministro da Justiça e Segurança Pública, <strong>Flávio Dino</strong> , e vai tramitar no estado de Roraima.</p>
<p>Na segunda(23), após viajar com <strong>Lula</strong> no final de semana para Roraima e ver se perto a situação dos indígenas, Dino encaminhou o ofício com o pedido de apuração ao diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.</p>
<p>Na solicitação, o ministro citou  <em>“os reiterados pedidos de ajuda contra a violência decorrente do garimpo ilegal, bem como a ausência de efetivas ações e serviços de saúde à disposição dos Yanomami”.</em> </p>
<p>Segundo Dino, esse elementos reforçam uma possível intenção de causar lesão grave à integridade ou mesmo provocar a extinção do grupo originário pelo governo federal.</p>
<h3>Veja o que será investigado:</h3>
<ul>
<li>a participação ou a omissão de ex-integrantes do governo federal;</li>
<li>os envolvidos em toda a cadeia do garimpo ilegal, incluindo proprietários de equipamentos, garimpeiros, barqueiros, operadores de máquinas e até o piloto do avião que transporta envolvidos e produtos.</li>
</ul>
<p>  Até agora, mais de mil indígenas em estado grave de saúde foram resgatados do território Yanomami no estado de Roraima. Equipes do Ministério da Saúde atuam de forma emergencial em comunidades dentro da reserva.</p>
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