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	<title>Arquivos expans - FATO MT</title>
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	<description>A notícia de Fato!</description>
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	<title>Arquivos expans - FATO MT</title>
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	<item>
		<title>CCJ destina recursos de fundo para a expansão da Defensoria Pública</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 May 2023 16:45:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[defensoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou nesta quarta-feira (24) o Projeto de Lei (PL) 2.878/2019, que destina recursos do Fundo de Defesa de Direitos Difusos (FDD) aos órgãos públicos em dificuldades para expandir a defensoria pública. O projeto, do senador Weverton (PDT-MA), foi aprovado sob a forma de substitutivo apresentado pela relatora Daniella [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou nesta quarta-feira (24) o <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/136741" rel="noopener" target="_blank">Projeto de Lei (PL) 2.878/2019</a>, que destina recursos do Fundo de Defesa de Direitos Difusos (FDD) aos órgãos públicos em dificuldades para expandir a defensoria pública.</p>
<p>O projeto, do senador Weverton (PDT-MA), foi aprovado sob a forma de substitutivo apresentado pela relatora Daniella Ribeiro (PSD-PB). O relatório, lido pelo senador Plínio Valério (PSDB-AM), segue para votação terminativa na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).</p>
<p>De acordo com a <a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:1995-03-21;9008" rel="noopener" target="_blank">Lei 9.008, de 1995</a>, os recursos do FDD são utilizados na reparação dos danos causados ao meio ambiente, ao consumidor, a bens e direitos de valor artístico, estético, histórico, turístico, paisagístico, por infração à ordem econômica e a outros interesses.</p>
<p>Eles são aplicados na recuperação de bens, na promoção de eventos educativos, científicos e na edição de material informativo especificamente relacionados com a natureza da infração ou do dano causado, bem como na modernização administrativa dos órgãos públicos responsáveis pela execução das políticas relativas às áreas mencionadas.</p>
<h3><strong>Projeto aprovado</strong></h3>
<p>O projeto altera a Lei 9.008 ao destinar 15% dos recursos arrecadados pelo FDD aos órgãos públicos até que garantam que o número de defensores públicos na unidade jurisdicional seja proporcional à efetiva demanda pelo serviço e à respectiva população. O dinheiro também será repassado até que haja defensores públicos em todas as unidades jurisdicionais.</p>
<p>O repasse dos recursos será feito mediante a apresentação de projetos em que se comprovem essas carências e nos quais a expansão esteja fundamentada “na economicidade e na sustentabilidade”. Nos casos de projetos apresentados por estados, Distrito Federal ou municípios, a transferência de recursos se dará por meio de convênios ou similares.</p>
<p>Inicialmente, o PL fazia alusão ao artigo 98 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT), que pede que o número de defensores públicos na unidade jurisdicional seja proporcional à efetiva demanda pelo serviço da defensoria pública e à respectiva população. E que, no prazo de oito anos contados a partir de 2014, os Estados e o Distrito Federal deverão contar com defensores públicos em todas as unidades jurisdicionais.</p>
<p>Mas esse dispositivo da ADCT expirou, portanto a relatora apresentou substitutivo retirando a alusão à legislação mas mantendo seus princípios. Ela também explicitou que o dinheiro do FDD possa ir para os entes federados, por meio de convênios ou similares.</p>
<p>A relatora ainda recusou três emendas apresentadas ao projeto, uma delas do senador Humberto Costa (PT-PE). O texto modifica a composição do Conselho do FDD, nele incluindo um representante da Defensoria Pública da União. A senadora afirmou que a proposta é inconstitucional, por violar a separação de Poderes e a iniciativa privativa do presidente da República para propor leis que disponham sobre a criação de funções na administração direta e autárquica do Poder Executivo, além de afrontar a competência igualmente privativa de dispor, mediante decreto, sobre a organização e o funcionamento da máquina administrativa.</p>
<h3><strong>Defensoria pública</strong></h3>
<p>A defensoria pública é uma instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, cuja atribuição é oferecer orientação jurídica, promoção dos direitos humanos e a defesa, em todos os graus, judicial e extrajudicial, dos direitos individuais e coletivos, de forma integral e gratuita, às pessoas em situação de vulnerabilidade econômica, social ou jurídica.</p>
<p>São consideradas necessitadas as pessoas que, em razão da sua idade, gênero, estado físico ou mental, ou por circunstâncias sociais, econômicas, étnicas ou culturais, encontram especiais dificuldades em exercitar com plenitude, perante o sistema de justiça, os direitos reconhecidos pelo ordenamento jurídico.</p>
<p>Podem ser usuários dos serviços da defensoria pública todas as pessoas em situação de vulnerabilidade econômica, social ou jurídica.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/24/ccj-destina-recursos-de-fundo-para-a-expansao-da-defensoria-publica#37073203-2974-4053-a868-b1a3e6dd4966" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Qual é o maior gargalo para expansão das redes de carregamento?</title>
		<link>https://fatomt.com.br/qual-e-o-maior-gargalo-para-expansao-das-redes-de-carregamento/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 May 2023 18:15:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AUTOMOBILISMO]]></category>
		<category><![CDATA[carregamento]]></category>
		<category><![CDATA[expans]]></category>
		<category><![CDATA[gargalo]]></category>
		<category><![CDATA[maior]]></category>
		<category><![CDATA[redes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Thiago Garcia Temos menos de 3 mil carregadores de uso coletivo no Brasil, sendo que a maior parte é de corrente alternada Fala galera, beleza? Acredito que já trouxe em diversos momentos o assunto sobre carregamento de veículos elétricos na coluna do Portal iG, tanto em relação ao tempo, quanto ao custo de carregamento. No [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<h3> <br data-mce-bogus="1"> </h3>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/3q/qh/te/3qqhtey12n8xt5jtnsnaigb30.jpg" width="906" height="509" alt="Temos menos de 3 mil carregadores de uso coletivo no Brasil, sendo que a maior parte é de corrente alternada" title="Temos menos de 3 mil carregadores de uso coletivo no Brasil, sendo que a maior parte é de corrente alternada"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Thiago Garcia</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Temos menos de 3 mil carregadores de uso coletivo no Brasil, sendo que a maior parte é de corrente alternada</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Fala galera, beleza? Acredito que já trouxe em diversos momentos o assunto sobre carregamento de veículos elétricos na coluna do <strong> Portal iG,</strong> tanto em relação ao tempo, quanto ao custo de carregamento. No texto da semana passada, eu comecei a escrever sobre a proposta de demonstrar a complexidade do sistema de abastecimento dos carros a combustão e acabei fluindo para o assunto das redes de transmissão elétrica. Penso que vale a pena discutir mais sobre o assunto. Se você não leu ainda o texto anterior, dá uma conferida <a title="aqui" href="Brasil%20pode%20ter%20colapso%20energ%C3%A9tico%20causado%20pelos%20carros%20el%C3%A9tricos?" data-mce-href="Brasil pode ter colapso energético causado pelos carros elétricos">aqui</a> .</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://carros.ig.com.br/colunas/thiago-garcia/2023-04-25/mobilidade-eletrica-amor-e-odio.html" title="Mobilidade elétrica aflora amor e ódio" target="_self" rel="noopener">Mobilidade elétrica aflora amor e ódio</a> </li>
<li> <a href="https://carros.ig.com.br/colunas/thiago-garcia/2023-02-22/usuarios-de-veiculos-eletricos-se-tornam-clientes.html" title="Usuários de veículos elétricos se tornam clientes" target="_self" rel="noopener">Usuários de veículos elétricos se tornam clientes</a> </li>
<li> <a href="https://carros.ig.com.br/colunas/thiago-garcia/2023-05-03/preco-do-carro-eletrico.html" title="O carro elétrico é realmente mais caro?" target="_self" rel="noopener">O carro elétrico é realmente mais caro?</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">Primeiramente, vale ressaltar que dificilmente <strong>o Brasil terá um problema de colapso no sistema de geração de energia elétrica por conta do aumento da frota de veículos elétricos</strong> . De acordo com o sistema SIGA da ANEEL, o nosso país possui um potencial de geração de aproximadamente 194 GW de potência outorgada no dia 15/05/2023. O consumo da frota atual não supera os 2% de capacidade de produção.</p>
<p>Outro dado interessante é que temos <strong> menos de 3 mil carregadores de uso coletivo no Brasil, sendo que a maior parte é de corrente alternada.</strong> Mas façamos um pequeno exercício: se tivermos 3 mil carregadores trabalhando em 50 kW simultaneamente, a potência dedicada para o carregamento será de 150 MW, isso significa apenas 0,07% da capacidade de geração.</p>
<p>Antes que pensem que o crescimento da frota elétrica pode atingir números preocupantes, vale lembrar alguns pontos: as montadoras priorizam o <strong>fornecimento de veículos elétricos aos mercados europeus e chineses</strong> , logo, o crescimento da frota brasileira sofrerá uma ampliação atenuada pela oferta de unidades limitada. Outro ponto importante é avaliar o crescimento da frota em comparação com a ampliação da produção de energia. Enquanto a <strong>frota eletrificada tem dobrado a cada ano nos últimos 5 anos</strong> , a matriz energética também cresce de forma consistente. Pode não ser o dobro, mas o crescimento garante produção suficiente para absorver o crescimento da frota sem gerar nenhum apagão.</p>
<p>Com base nos dados divulgados pela <strong>ANEEL</strong> , se somarmos as matrizes energéticas em construção e aquelas que ainda terão suas obras iniciadas, o Brasil terá uma <strong> capacidade de gerar 336 GW, um aumento de 42% da capacidade de produção atual.</strong> Desses 42% de acréscimo, <strong>apenas 8 GW serão de origem termelétrica, sendo que a maior parte virá de energia eólica e solar,</strong>   isso sem contar que cada telhado no Brasil é uma potencial usina fotovoltaica. O crescimento pode ser ainda mais significativo considerando que boa parte do consumo doméstico pode ser atendida com a geração no próprio imóvel.</p>
<p>Apenas para jogar mais um pouquinho de tempero em nossa salada energética, o tão adorado Etanol é o combustível utilizado em apenas uma usina no Rio Grande do Sul, <strong> com capacidade de produção de 320 kW.</strong> </p>
<p>Então quer dizer que não corremos o risco de colapso no sistema elétrico? Calma, precisamos avaliar mais alguns <strong>pontos do sistema elétrico Brasil</strong> . A geração de energia é apenas o início de tudo e isso precisa ser transportado, ou no caso, transmitido. Ao sair das geradoras, a energia segue por <strong>linhas de transmissão de alta voltagem</strong> , <strong>passa por subestações, linhas de distribuição até chegar nas unidades consumidoras (relógios de luz).</strong> </p>
<p>Um fato relevante é que algumas pessoas demonstram opiniões contra os carros elétricos porque acreditam que terão de pagar pela energia consumida por esses veículos. De fato, <strong>não existe almoço grátis</strong> , mas a questão é a seguinte: a resolução nº 1.000 da ANEEL determina que uma estação de carregamento precisa estar vinculada a uma unidade consumidora, ou seja, se usuário do veículo elétrico não for cobrado pela recarga, o <strong>titular do relógio de luz que irá pagar.</strong> </p>
<p>Como não sou nenhum especialista na área, nem tentarei me aprofundar muito em relação às <strong>linhas de transmissão e subestações</strong> . Entretanto, por consenso, podemos imaginar que são sistemas caros e que necessitam de manutenção constante para alimentação de cada região. Como se trata de uma gigantesca rede, é possível concluir que há redundâncias na transmissão da energia, em grande parte do território nacional.</p>
<p> <strong>O funil começa a se estreitar a partir das redes de distribuição.</strong>   As cidades crescem verticalmente, os equipamentos elétricos e suas respectivas potências só aumentam. Existe uma limitação técnica que precisa ser reavaliada a cada nova edificação. Só para se ter uma ideia, antes mesmo da obra de um novo condomínio ser iniciada, a construtora precisa informar à concessionária local qual será a demanda que o empreendimento terá após a sua entrega.</p>
<p>Tanto que, dificilmente você consegue aumentar a demanda de energia após a sua conclusão. Já tive a experiência que um <strong>cliente desejava dois carregadores de 22 kW em seu imóvel,</strong> mas não conseguiu aumentar a demanda do local. Isso não significa que seu imóvel não possa receber um carregador de veículo elétrico, mas é importante avaliar se o seu consumo de energia permite a adição de um carregador mais robusto.</p>
<p>Claro que estou falando de um <strong> imóvel com grande consumo de energia, inclusive com ar-condicionado</strong> . Neste caso, a margem de consumo que esses dois carregadores trariam seria maior do que se comparado com o consumo de um condomínio residencial. Como um condomínio possui uma demanda de energia muito maior que uma residência, a diferença não será tão grande em termos relativos.</p>
<p>Da mesma forma que as unidades consumidoras precisam avaliar se há margem para o <strong>aumento do consumo de energia</strong> , as distribuidoras também precisam realizar análise técnica para atendimento da nova demanda. Aí que fica a lição de casa para os municípios e distribuidoras.</p>
<p> <strong>Em resumo, temos produção de energia suficiente para alimentar os veículos elétricos atuais e dos novos que virão, e também temos equipes preparadas para a instalação dos carregadores nas residências e pontos comerciais.</strong> Agora fica a pergunta para empresas como ENEL, CEMIG, CELESC, EDP, COPEL, CPFL… <strong>Como vocês estão se preparando para atender a demanda adicional?</strong> </p>
<p>Não são poucos os relatos de novos carregadores sendo instalados nas cidades e rodovias que ficam aguardando o atendimento de aumento da demanda pelas distribuidoras. Também é comum vermos equipamentos com a potência limitada pelo mesmo motivo. Melhor atender em uma potência menor do que nunca serem ligados.</p>
<p>Vejo sempre comentários que <strong>o Brasil não está pronto para os veículos elétricos</strong> , não podemos dizer que é uma afirmação totalmente falsa. O crescimento da frota tem surpreendido até os usuários mais otimistas. Quem poderia imaginar que, em pouco mais de cinco anos, partiríamos de zero carregador para milhares? Inclusive, a comparação entre a mobilidade elétrica brasileira e a americana foi tema de live no meu canal no <a title=" YouTube" href="https://www.youtube.com/watch?v=wdMTR9yQlks&#038;ab_channel=MeuCarroEl%C3%A9trico" data-mce-href="https://www.youtube.com/watch?v=wdMTR9yQlks&#038;ab_channel=MeuCarroEl%C3%A9trico"> YouTube</a> . Chegamos a conclusão que ainda falta muito para o Brasil chegar a uma situação consolidada como a dos Estados Unidos, mas tem tudo para atingir números tão surpreendentes quanto os americanos em um período de tempo menor.</p>
<p>Somente para termos uma ideia, a <strong>Tupinambá Energia</strong> informou que está projetando triplicar sua rede atual em shoppings centers e hipermercados até março de 2024. Seguindo a mesma linha de expansão rápida, a Raízen possui o plano de instalar, pelo menos, <strong>35  <a title="carregadores" href="https://carros.ig.com.br/2022-04-07/conheca-os-padroes-de-conectores-para-carregar-um-carro-eletrico.html" data-mce-href="https://carros.ig.com.br/2022-04-07/conheca-os-padroes-de-conectores-para-carregar-um-carro-eletrico.html">carregadores</a> de carga rápida com a marca Shell Recharge.</strong> </p>
<p>Lembrando mais um pequeno detalhe, empresas como a <strong>Raízen</strong> , instalam suas redes de carregamento agregadas a novas matrizes energéticas de fontes renováveis e de baixo carbono. Não seria exagero dizer que a mobilidade elétrica é um dos principais impulsionadores para ampliação da matriz energética mais limpa.</p>
<p>Para concluir, as distribuidoras precisam <strong>acelerar a evolução de suas redes e garantir a infraestrutura que o Brasil precisa, pois a mobilidade elétrica está crescendo na velocidade da luz.</strong> Carro elétrico já não é mais coisa do futuro.</p>
<p>  Até mais!</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://carros.ig.com.br/colunas/thiago-garcia/2023-05-17/qual-e-o-maior-gargalo-para-expansao-das-redes-de-carregamento-.html#3a074b99-32f3-470e-872f-61dee93fc558" rel="noopener">Carros</a></p>
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			</item>
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		<title>Ministro do CNJ destaca atuação do Judiciário de Mato Grosso na expansão da Justiça Restaurativa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Apr 2023 21:45:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[destaca]]></category>
		<category><![CDATA[expans]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargadora Clarice Claudino da Silva, apresentou, na manhã desta quarta-feira (12 de abril), ao ministro Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), as ações realizadas pelo Poder Judiciário estadual para a expansão da Justiça Restaurativa no em todo Estado. São [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><img decoding="async" src="https://urgentenews.com.br/wp-content/uploads/2023/04/12/c9284fd8769e7f914b0eb638416b900c.jpg" width="300" height="170" align="left" alt="">A presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargadora Clarice Claudino da Silva, apresentou, na manhã desta quarta-feira (12 de abril), ao ministro Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), as ações realizadas pelo Poder Judiciário estadual para a expansão da Justiça Restaurativa no em todo Estado. São políticas públicas que vão ao encontro do que preconiza a corte nacional de Justiça.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">O ministro disse que Mato Grosso está na vanguarda e à frente no desenvolvimento das práticas, especialmente para o sistema criminal, socioeducativo e educação. </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">“É com muita alegria que eu faço essa visita técnica ao Tribunal de Mato Grosso porque eu sabia do comprometimento, do empenho da presidente na implementação e concretização da justiça restaurativa. Mas encontrei aqui um ambiente muito mais desenvolvido, um compromisso cultural do tribunal com a Justiça Restaurativa, inclusive num ambiente administrativo, que é uma prática que nós estamos ainda trabalhando para efeito de implementação no Poder Judiciário. E aqui, os três aspectos estão contemplados [criminal, socioeducativo e educação]”, afirmou o ministro, que integra o Comitê de Justiça Restaurativa do CNJ.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">A presidente e a equipe do Núcleo Gestor da Justiça Restaurativa (NugJur) do TJMT apresentou um panorama das ações desenvolvidas e executadas a fim de expandir as ferramentas de pacificação social, especialmente os círculos de construção de paz. No início da tarde a presidente acompanhou o ministro a visita numa escola pública da Capital onde no momento estava sendo realizado círculo de construção de paz, o que o deixou extremamente satisfeito.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">“Aqui eu vejo que a presidente conseguiu, com sua resiliência, dedicação e sua vocação natural para uma cultura de paz, externalizar todo esse conteúdo, potencializar essa prática importantíssima no âmbito interno do Poder Judiciário, principalmente fora dele porque viemos agora de uma escola pública em que se estava ocorrendo circulo restaurativo. É um passo muito importante porque a política que o Comitê de Justiça Restaurativa do CNJ dispôs esse ano é a Justiça Restaurativa na educação porque entendemos que a escola é um local muito importante que a gente pode auxiliar levando essa prática potencialmente relevante para construção de círculos e culturas de paz com auxilio do Poder Judiciário.” </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><img decoding="async" src="https://urgentenews.com.br/wp-content/uploads/2023/04/12/b4f541d8e95ee7d38baf286f9cf77de9.jpg" width="300" height="169" align="left" alt="">O NugJur leva a Justiça Restaurativa nas escolas municipais e estaduais desde o ano de 2020 e os frutos são colhidos por todos os envolvidos. Ao todo já foram realizados 1.500 círculos de construção de paz com mais de 12.500 pessoas beneficiadas.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">“Nossa gestão na Comissão tem posto foco muito forte também na justiça restaurativa na educação e o Tribunal de Mato Grosso está muito capilarizado, muito adiantado no processo  e isso é algo importante. Vamos conhecer as práticas realizadas no interior do Estado para poder trabalhar isso num contexto nacional, saber o que poderemos aproveitar inclusive nos mecanismos de supervisão de acompanhamento dessas práticas. Aqui já há decretos, legislações específicas em alguns município  instituindo a Justiça Restaurativa e é fantástico a gente saber disso”, ressaltou o ministro.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">A presidente externou sua felicidade, uma vez que as boas práticas que hoje são realidade em Mato Grosso são fruto de muito trabalho e esforço, com foco na pacificação social e no olhar para as pessoas. “É a dedicação de muitas pessoas. Poder mostrar para o ministro tudo o que está sendo realizado e sermos bem vistos por estarmos no caminho certo, ter o aval é de extrema importância para nós porque vai nos fortalecer, nos dar a certeza de que é esse o foco e continuar investindo para fortalecer essa política de pacificação social. Principalmente com esse viés da Justiça Restaurativa na educação, que é a base, que é onde nós realmente podemos ter mais resultados perenes a longo prazo. Também fortalecer nossos espaços internos com os círculos de paz e o hábito cada vez mais sedimentado de uma comunicação eficiente e de termos diálogos estruturados e proveitosos.”</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">A juíza mato-grossense, auxiliar da Presidência do CNJ, Amini Haddad, disse que o Tribunal de Justiça de Mato Grosso é o primeiro Estado visitado pela corte nacional depois que foi anunciado que 2023 é o ano da Justiça Restaurativa na Educação. A magistrada afirma a posição de destaque que Mato Grosso ocupa quando se fala em Justiça Restaurativa. </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://urgentenews.com.br/wp-content/uploads/2023/04/12/1b10a7f50382d51cfec0dbd4765288a2.jpg" width="300" height="170" align="right" alt="">“Mato Grosso é exemplo na política Justiça Restaurativa. A história da atual gestão [do TJMT] traz isso de fato para um efeito de projeção porque temos aqui detalhamento de várias políticas e projetos desenvolvidos na Justiça Restaurativa, seja na execução penal, nas varas de violência doméstica, infância e juventude. Agora, toda essa projeção de uma ação pública voltada para a Justiça Restaurativa nas escolas. Nós sabemos que o fato de Mato Grosso ser escolhido como primeiro tribunal a ser visitado tem também essa dinâmica de reconhecimento de uma política pública que é prioritária, de uma política judiciária que é imprescindível.”</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">O gestor de Cadastro de Facilitadores do Nugjur, Rauny José da Silva Viana falou sobre a Criação do NugJur e Aplicações das Práticas Restaurativas no Estado de Mato Grosso. </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">O ministro conheceu o Programa de Construção da Rede Pública de Ensino “Eu e você na Construção da Paz” apresentado pela juíza e Coordenadora do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) da Comarca de Campo Verde, Maria Lúcia Prati e pela secretária Municipal de Educação, Simoni Pereira Borges.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Depois a juíza de Direito e Coordenadora da Justiça Restaurativa da Comarca de Tangará da Serra, Cristhiane Trombini Puia Baggio apresenta o “Projeto Retorno Pacificado à Escola”. Acompanham todo a agenda os juízes auxiliares da Presidência do TJ, Viviane Brito Rebello, Agamenon Alcântara Moreno Júnior; a diretora-geral do TJ, Euzeni Paiva de Paula; a gestora-geral do NugJur, Cláudia Candia, instrutoras do NugJur, Ana Tereza, Silvia Melhorança, a facilitadora de círculo de cosntrução de paz do NugJur, Sandra Félix; e servidoras do NugJur.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">#Paratodosverem</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Primeira imagem: Foto do ministro ao lado da presidente, ambos sentados à mesa na sala de reuniões da Presidência do TJMT. Ao fundo está um telão branco. Ao lado do conselheiro está a juíza Amini Haddad e ao lado da presidência, o juiz auxiliar da Presidência, Tulio Duailibi. Segunda imagem: O ministro está em pé, sorrindo, dentro da sala de aula de uma escola pública de Cuiabá. Ao lado dele estão algumas crianças sentadas. Terceira imagem: Foto dos launos e professora reunidos, em pé, posando para foto. Junto deles estão o ministro, a presidente do TJ, juiz Tulio Duailibi, a juíza Amini Haddad, as juízas Cristhiane Baggio e Maria Lúcia Prati.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">Dani Cunha</span></em></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">Coordenadoria de Comunicação do TJMT</span></em></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">imprensa@tjmt.jus.br</span></em></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://www.tjmt.jus.br/noticias/74091#f20107b0-5a77-44ee-ba2a-49c11552caac" rel="noopener">Tribunal de Justiça de MT &#8211; MT</a></p>
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		<title>Créditos do Governo de MT auxiliam empresários na expansão e modernização dos negócios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Apr 2023 21:45:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[auxiliam]]></category>
		<category><![CDATA[creditos]]></category>
		<category><![CDATA[empresarios]]></category>
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		<category><![CDATA[governo]]></category>
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		<category><![CDATA[negocios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As linhas de crédito disponibilizadas pela Desenvolve MT, a agência de fomento do Governo de Mato Grosso, têm auxiliado pequenos e médios empreendedores de Cuiabá a manterem e modernizarem seus negócios. Um dos empreendedores que movimenta a economia de Cuiabá com a gastronomia local é o &#8220;pau rodado&#8221; de Mato Grosso do Sul e criado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify">As linhas de crédito disponibilizadas pela Desenvolve MT, a agência de fomento do Governo de Mato Grosso, têm auxiliado pequenos e médios empreendedores de Cuiabá a manterem e modernizarem seus negócios. </p>
<p> Um dos empreendedores que movimenta a economia de Cuiabá com a gastronomia local é o &#8220;pau rodado&#8221; de Mato Grosso do Sul e criado em Tangará da Serra, Altair Lacerda, de 59 anos, proprietário da Lacerda Peixe &#038; Grill. O restaurante existe há seis anos e fica na orla do Porto, em Cuiabá.</p>
<p> Lacerda conta que a ideia de montar a peixaria surgiu a partir da revitalização da orla e de um sonho antigo. Ele lembra que, desde muito jovem, quando vinha para Cuiabá a passeio, apreciava o rio Cuiabá, e sonhava um dia em abrir o seu próprio negócio com a vista para o rio. “Eu até me emociono quando conto essa história, porque hoje meu escritório tem a vista de frente para o rio Cuiabá”, comenta.</p>
<p> Para o empresário, trabalhar com a comida regional é uma satisfação grande. Segundo ele, a especialidade da casa é o peixe, que são preparados de diversos tipos, como a tradicional peixada cuiabana. O pacu e a piraputanga assados são o carro chefe do restaurante.</p>
<p> Lacerda lembra que, em todos esses anos de empresa, um dos grandes desafios que enfrentou, assim como a maioria dos empreendedores brasileiros, foi a pandemia. Ele destaca que, à época, o primeiro crédito que conseguiu acessar para reabrir as portas foi a linha de crédito oferecida pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Desenvolve MT.</p>
<p> “Na retomada da economia, o crédito foi muito importante para a minha empresa. Eu consegui fazer pequenas reformas, reabastecer com produtos, e com isso reestruturar o restaurante”, conta o empresário.</p>
<p> Atualmente ele emprega 23 funcionários, trabalhando todos os dias servindo almoço e jantar, atendendo os turistas e principalmente os cuiabanos que não abrem mão em apreciar uma boa comida. “Eu sou apaixonado por Cuiabá. Estou aqui há 32 anos, meus filhos são cuiabanos e a expectativa são as melhores para o meu negócio”, afirma.<source></source><source></source><img decoding="async" alt="" src="https://www.secom.mt.gov.br/documents/10072919/32787615/Simone+de+Souza+Capestano+e+Nicodemos+Afonso+Assun%C3%A7%C3%A3o%2C+propriet%C3%A1rios+do+Rei+do+Mocot%C3%B3%2C+na+feira+do+Porto+em+Cuiab%C3%A1.jpeg/96c5ef40-0859-3d2f-b416-166735a17b24?t=1680199986341+&#038;imageThumbnail=3"></p>
<p> Outro exemplo de que a gastronomia cuiabana é rica em sabores, aromas, cores e texturas é o do empreendedor Nicodemos Afonso Assunção, de 37 anos, o Rei do Mocotó. Seu restaurante, localizado na Feira do Porto, é referência em comida regional há 30 anos em Cuiabá.</p>
<p> O empresário conta que o Rei do Mocotó começou como um negócio da família de sua esposa, quando a feira do porto era dealizada no Estádio Eurico Gaspar Dutra, o Dutrinha. No entanto, há oito anos o empreendimento é administrado por ele e a esposa.</p>
<p> Refeições como o caldo de mocotó, assim como a peixada, costela com mandioca e a galinha caipira são tradicionais. Os clientes são cativos e frequentam o restaurante praticamente todos os dias, afirma o empresário.</p>
<p> “O Rei do Mocotó está na rota turística da capital. Os turistas chegam e querem conhecer a nossa comida. E temos clientes que frequentam o nosso restaurante desde a inauguração”, conta.</p>
<p> Diariamente são comercializadas 120 refeições, e no final de semana esse número é ainda maior. Com o crédito da Desenvolve MT, o empreendedor conseguiu modernizar e trocar os maquinários que utiliza todos os dias no restaurante.</p>
<p> “Compramos máquina de gelo, máquina de fazer suco de laranja, máquina de lavar louças, além de mercadorias para o restaurante, o que facilitou o nosso dia a dia com o atendimento”, conta.</p>
<p> Atualmente 22 pessoas, entre funcionários diretos e indiretos, trabalham no restaurante. Em julho, o Rei do Mocotó mudará para a nova instalação da feira do Porto. “Estamos muito otimistas com o novo espaço, e cada vez mais queremos melhorar o nosso negócio, que é tão prestigiado e adorado pelo povo cuiabano”, enfatiza.</p>
<p> Para o presidente da Desenvolve MT, Jair Marques, o Governo vem desempenhando o seu papel, e a equipe da agência se insere neste momento festivo do município, prestando serviço e atendendo os clientes na capital.</p>
<p> “Os empreendedores diariamente cumprem sua missão, contribuindo com o desenvolvimento do município, gerando riquezas e novas oportunidades de negócios, além de buscarem sempre novos projetos e ideias inovadoras que impulsionem a economia local”, afirma Jair Marques.<source></source><source></source><img decoding="async" alt="" src="https://www.secom.mt.gov.br/documents/10072919/0/Fachada+Nova+Desenvolve+MT.jpeg/a216a2fb-791d-b3d9-02b4-f8071654d2ec?t=1664805510514+&#038;imageThumbnail=3"></p>
<p> <strong>Crédito</strong><br /> O Governo de Mato Grosso, por meio das linhas de crédito da Desenvolve MT, tem fomentado o cenário do empreendedorismo na capital.</p>
<p> No ano passado, mais de R$11 milhões foram liberadores em linhas de crédito para micro e pequeno empreendedores somente em Cuiabá. Ao longo dos últimos quatro anos o montante foi de mais de R$ 24 milhões. O setor de restaurantes tem impulsionado e contribuído para a geração de emprego e renda. Até março deste ano já foram liberados mais de R$3 milhões em concessão de crédito para os empreendedores da capital.</p>
<p> Atualmente a Desenvolve MT disponibiliza para as empresas diversas linhas de crédito para o fomento dos seus negócios. Recursos para investimento, capital de giro, compra de máquinas e equipamentos, que podem variar de R$15 mil a R$1 milhão, de acordo com a necessidade de investimento do empreendedor.</p>
<p> <strong>Perfil</strong><br /> Os pequenos negócios são parte importante para o fomento da economia. Cuiabá abriu, só no ano de 2022, 12.212 MEIs. Atualmente o universo empresarial de Microempreendedores Individuais é de 46.946 e esse número representa 47% do universo total de empresas ativas no município.  </p>
<p> Em Mato Grosso, o número de Microempreendedores Individuais (MEIs), de acordo com o Portal do Empreendedor, é de 62.260 MEIs em atividade até março de 2023, impactando direta e positivamente na economia de Mato Grosso.</p>
</div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.secom.mt.gov.br/web/desenvolve-mt/-/cr%C3%A9ditos-do-governo-de-mt-auxiliam-empres%C3%A1rios-na-expans%C3%A3o-e-moderniza%C3%A7%C3%A3o-dos-neg%C3%B3cios#c2b0a72b-d60f-4f7b-83cb-cf582b01ad9c" rel="noopener">Governo MT &#8211; MT</a></p>
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		<title>GWM divulga plano de expansão e popularização de marca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Mar 2023 21:45:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AUTOMOBILISMO]]></category>
		<category><![CDATA[divulga]]></category>
		<category><![CDATA[expans]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>
		<category><![CDATA[plano]]></category>
		<category><![CDATA[populariza]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Divulgação/Great Wall Apostando em segmentos premium, a GWM chegará para disputar espaço com marcas de grande nome, tais como Audi e BMW A fabricante chinesa GWM está chegando no Brasil com o “pé na porta”. Antes de oferecer os carros por aqui, já havia adquirido a fábrica de Iracemápolis, interior de São Paulo, que foi [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<h3> <br data-mce-bogus="1"> </h3>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/ci/1z/fl/ci1zfljg3a0x7bwzgw7y13upo.jpg" width="906" height="509" alt="Apostando em segmentos premium, a GWM chegará para disputar espaço com marcas de grande nome, tais como Audi e BMW" title="Apostando em segmentos premium, a GWM chegará para disputar espaço com marcas de grande nome, tais como Audi e BMW"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Divulgação/Great Wall</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Apostando em segmentos premium, a GWM chegará para disputar espaço com marcas de grande nome, tais como Audi e BMW</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">A fabricante chinesa <strong>GWM</strong> está chegando no Brasil com o “pé na porta”. Antes de oferecer os carros por aqui, já havia adquirido a fábrica de Iracemápolis, interior de São Paulo, que foi construída pela <strong>Mercedes-Benz</strong> , mas, desde o fim de 2020, estava ociosa. </p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://carros.ig.com.br/2022-01-27/gwm-estreia-fabrica-de-carros-no-brasil-e-alega-que-farao-ate-208-km-l.html" title="GWM estréia fábrica de carros no Brasil e alega que farão até 208 km/l" target="_self" rel="noopener">GWM estréia fábrica de carros no Brasil e alega que farão até 208 km/l</a> </li>
<li> <a href="https://carros.ig.com.br/2023-01-02/gwm-nova-picape-maior-hilux-ram-1500-e-f150.html" title="GWM lança picape maior que Hilux para rivalizar com RAM 1500 e F-150" target="_self" rel="noopener">GWM lança picape maior que Hilux para rivalizar com RAM 1500 e F-150</a> </li>
<li> <a href="https://carros.ig.com.br/2023-03-08/gwm-haval-h6-chega-por-r--209-mil-para-incomodar-o-toyota-corolla-cross-hibrido.html" title="Haval H6 chega por R$ 209 mil para incomodar o Toyota Corolla Cross" target="_self" rel="noopener">Haval H6 chega por R$ 209 mil para incomodar o Toyota Corolla Cross</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">  A <strong>Great Wall Motors, ou somente GWM</strong> , irá começar a produzir no Brasil somente no segundo semestre de 2024, mas, até lá, contará com pelo menos três famílias de modelos comercializados: <strong>Haval (focada em SUVs); Poer (picapes) e Tank (modelos off-road)</strong> . Por enquanto, somente a Haval será disponibilizada por aqui, no modelo <strong>H6 nas versões HEV (híbrida), PHEV (Híbrida plug-in) e GT (carroceria cupê e motorização plug-in</strong> ). A marca ainda promete um lançamento no segundo semestre de 2023, mas não divulgou mais detalhes.</p>
<p>Apostando em segmentos premium, a GWM chegará para disputar espaço com marcas de grande nome, tais como <strong>Audi e BMW,</strong> e aposta na experiência do usuário para conquistar a confiança e alavancar as vendas.</p>
<p>Em coletiva realizada nesta quinta-feira (30), a marca divulgou <strong>sua estratégia de vendas, que consiste em 4 passos: E-commerce, transparência, preço único e concessionária.</strong> </p>
<p>O <strong>e-commerce</strong> é o único meio pelo qual os clientes interessados veículos da linha Haval podem adquirir um exemplar de pré-venda. Oficialmente, os modelos só serão lançados no país em maio, mas segundo a marca, a  <a title="página oficial da GWM no Mercado Livre" href="https://gwmmotors.mercadolivre.com.br/?isSparkleRedirect=true#variant_sparkle/vis-mot-mlb-gmw=16871&#038;origin=sparkle" data-mce-href="https://gwmmotors.mercadolivre.com.br/?isSparkleRedirect=true#variant_sparkle/vis-mot-mlb-gmw=16871&#038;origin=sparkle">página oficial da GWM no Mercado Livre</a> parceiro escolhido para as vendas eletrônicas, tem cerca de 900 acessos por minuto.</p>
<p class="">O uso da famosa plataforma digital possibilita que o cliente faça a reserva do veículo em apenas cinco cliques, além da flexibilidade de horários. Segundo a GWM, <strong>26% das negociações do lote de pré-venda aconteceram fora do horário comercial, enquanto 23% ocorreram aos domingos ou feriados.</strong> </p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/83/36/vs/8336vs6ljk092ati4wkpslmmw.jpg" width="906" height="509" alt="Haval H6 irá concorrer com Corolla Cross nas versões de entrada, mas mira BMW X1 e Audi Q3 Sportback na versão GT" title="Haval H6 irá concorrer com Corolla Cross nas versões de entrada, mas mira BMW X1 e Audi Q3 Sportback na versão GT"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Divulgação/GWM</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Haval H6 irá concorrer com Corolla Cross nas versões de entrada, mas mira BMW X1 e Audi Q3 Sportback na versão GT</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Outro ponto que a marca faz questão de reforçar é a transparência com os preços. Durante a coletiva, os executivos mencionaram que os veículos da GWM terão versões sem opcionais que encarecem o veículo e fazem o valor na concessionária ser diferente do exibido no site, por exemplo. Segundo a empresa, <strong>os valores serão sempre os mesmos, seja comprando no e-commerce ou na concessionária. </strong> </p>
<p>Um ponto curioso é que o <strong>faturamento do veículo será diretamente entre cliente e a fábrica</strong> , o que facilita a vida do interessado e também diminui os custos. Será interessante entender como o concessionário irá lucrar ao vender um carro e como irá pagar os custos de sua operação.</p>
<p>O próximo passo da estratégia é “estar onde o cliente está”, e, para isso, a GWM estará presente em <strong> 40 shoppings centers do Brasil a partir do mês de abril</strong> . Segundo dados fornecidos pela marca, os shoppings recebem 400 milhões de visitas por mês, e instalar concessionárias ou exibir o modelo nesses lugares, irá permitir que pessoas a conheçam e se tornem potenciais clientes.</p>
<p class="">As agências, inclusive, serão conectadas em tempo real à fábrica de Iracemápolis, e mediante um cadastro do cliente, ao chegar à loja, o vendedor saberá tudo o que o potencial comprador pesquisou sobre os carros. Além disso, haverá a possibilidade de ambientes modulares, que serão configurados conforme a proposta dos automóveis.</p>
<p class="">Outro diferencial das unidades da GWM é que não haverá atendentes de recepção. O agendamento de <strong>serviços será realizado 100% online</strong> , e, ao chegar no setor responsável, o veículo será reconhecido pela placa e direcionado à estação onde será reparado ou revisado.</p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/d6/by/mw/d6bymwowu5zxy6oykkm9lyp78.jpg" width="906" height="509" alt="Great Wall Motors irá produzir picapes híbridas da família Poer no Brasil em 2024" title="Great Wall Motors irá produzir picapes híbridas da família Poer no Brasil em 2024"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Divulgação</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Great Wall Motors irá produzir picapes híbridas da família Poer no Brasil em 2024</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">A  <strong>companhia também fechou parcerias com as blindadoras Carbon e BLC</strong> , para oferecê-los <strong>blindados e com garantia de fábrica</strong> . Além do processo tradicional de blindagem dos parceiros, haverá a opção de “blindagem inovadora”, que segundo a GWM utiliza materiais da linha Tensylon da DuPont, o que garante um peso menor e menos risco de ruído entre as peças metálicas, mas com a mesma eficiência balística.</p>
<p>Esse processo levará cerca de 30 dias e terá preços competitivos, mas que não foram divulgados. Todos os veículos disponíveis em pré-venda podem ser blindados, e isso diz respeito até às versões com teto panorâmico.</p>
<p>Os executivos da marca falam muito em eletrificar o Brasil, e, para tal, preparam explicações sobre como funcionam o <strong>sistema híbrido recarregável e o híbrido plug-in</strong> . A versão recarregável conta com a “tomada” localizada na traseira, no lado do passageiro, e é do padrão CCS2, conhecido como “tipo 2”, o mais popular no Brasil.</p>
<p>O modelo conta com baterias de 34 kw de capacidade e são suficientes para rodar 170 km sem gastar uma gota de gasolina. </p>
<p>Para recarregar as baterias, o veículo virá com um carregador portátil que pode ser conectado em tomadas domésticas (desde que devidamente aterradas), ou em aparelhos wallbox ou estações de recarga mais potentes. </p>
<p>Para facilitar a vida dos clientes, a <strong>GWM se uniu à multinacional brasileira WEG</strong> , e vai oferecer <strong>carregadores do tipo wallbox que levam cerca de 5h e 20 minutos para realizar uma carga completa</strong> . Ao custo de R$ 8.800, o cliente leva para casa o aparelho com instalação e toda a assistência necessária sendo realizada pela WEG. Para os clientes da pré-venda, o cupom “GWM” no Mercado Livre dá 50% de desconto na compra do Wallbox. </p>
<p>Em todas as concessionárias credenciadas, a WEG irá instalar aparelhos de recarga rápida, processo que leva cerca de 1h e 10 minutos para recarregar as baterias de zero a 100%.</p>
<p>Os preços para abril continuam sendo os mesmos praticados em março: <strong>R$ 209.000 para o Haval H6 Premium HEV; R$ 269.000 no Haval H6 Premium PHEV (Híbrido Plug-in); e R$ 299.000 no caso do Haval H6 GT</strong> . O lote é limitado a 1.000 unidades. Os clientes que realizarem a pré-compra, além de terem duas semanas para realizar o pagamento quando o veículo for faturado no porto de Vitória, Espírito Santo, terão ainda direito ao <strong>pacote “Tranquilidade dois anos”.</strong> </p>
<p>Para abril, <strong>o pacote perde as duas primeiras revisões gratuitas, que são exclusivas para quem realizou a pré-compra em março.</strong> Este sistema segue oferecendo assistência remota; carro cortesia; tag de pedágio em parceria com a Veloe, com direito a seis meses grátis; pacote conectividade (com 3 GB de dados por mês); além de recompra garantida com 85% do valor da tabela Fipe para os clientes que optarem pelo financiamento.</p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/bl/i5/ms/bli5ms43skczu2oa2vmzpy8j2.jpg" width="906" height="509" alt="Central multimídia do Haval H6 conta com 12,3 polegadas e promete compatibilidade com português do Brasil nos comandos de voz" title="Central multimídia do Haval H6 conta com 12,3 polegadas e promete compatibilidade com português do Brasil nos comandos de voz"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Divulgação/GWM</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Central multimídia do Haval H6 conta com 12,3 polegadas e promete compatibilidade com português do Brasil nos comandos de voz</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Além de um lançamento sendo preparado para o segundo semestre de 2023, a GWM ainda oferecerá <strong>veículos no sistema de assinatura</strong> , mas isso só será revelado no futuro, já que todas as unidades planejadas para fazer até estoque das concessionárias estão sendo vendidas na pré-venda, segundo a marca, e portanto, não haverá veículos disponíveis para assinatura, por enquanto.</p>
<p>Outro ponto que chamou atenção na coletiva foi o sistema de atendimento. Conforme palavras da empresa, a <strong>cobertura será nacional, mas no caso de não haver concessionária no Acre, por exemplo, os funcionários de uma concessionária próxima, Porto Velho, Rondônia, irão até a casa do cliente realizar a manutenção do veículo, ou levá-lo para lá, caso seja necessário.</strong> Uma medida no mínimo “inusitada” e que pode causar confusão a longo prazo caso os processos não sejam realizados com muito cuidado.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://carros.ig.com.br/2023-03-30/gwm-divulga-plano-de-expansao-e-popularizacao-de-marca.html#6152a445-41cc-47de-a10a-6ed1488b88df" rel="noopener">Carros</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/gwm-divulga-plano-de-expansao-e-popularizacao-de-marca/">GWM divulga plano de expansão e popularização de marca</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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		<title>Garimpo teve expansão para novas áreas yanomami nos últimos anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Feb 2023 15:45:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[areas]]></category>
		<category><![CDATA[expans]]></category>
		<category><![CDATA[garimpo]]></category>
		<category><![CDATA[novas]]></category>
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		<category><![CDATA[yanomami]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Polícia Federal Extração ilegal de minério em fazenda próxima à linha de transmissão Xingu-Rio A invasão de garimpeiros às terras onde vive o povo yanomami , ou seja, o oeste de Roraima e o norte do Amazonas , não é um fenômeno novo. Na década de 70, iniciativas governamentais estimularam o garimpo na região. Na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/3f/fi/bc/3ffibcrk36ltbicda2wtv8nm8.jpg" width="906" height="509" alt="Extração ilegal de minério em fazenda próxima à linha de transmissão Xingu-Rio" title="Extração ilegal de minério em fazenda próxima à linha de transmissão Xingu-Rio"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Polícia Federal</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Extração ilegal de minério em fazenda próxima à linha de transmissão Xingu-Rio</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">A invasão de <strong>garimpeiros</strong> às terras onde vive o <strong>povo yanomami</strong> , ou seja, o oeste de <strong>Roraima</strong> e o norte do <strong>Amazonas</strong> , não é um fenômeno novo. Na década de 70, iniciativas governamentais estimularam o garimpo na região. Na década de 80, veio a <em>“corrida do ouro”.</em> </p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/2023-02-17/yanomami-agua-contaminada-garimpo-ilegal.html" title="Yanomamis dizem que água está contaminada pelo garimpo ilegal" target="_self" rel="noopener">Yanomamis dizem que água está contaminada pelo garimpo ilegal</a> </li>
<li> <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2023-02-21/senador-mpf-terra-yanomami.html" title="Senador tem 10 dias para explicar ao MPF visita à Terra Yanomami" target="_self" rel="noopener">Senador tem 10 dias para explicar ao MPF visita à Terra Yanomami</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">Mas foram nos últimos anos que o garimpo ilegal atingiu outro nível, avançando por territórios que, até então, ainda se mantinham livres da atividade de exploração do ouro, segundo Júnior Hekurari Yanomami, líder indígena ouvido pela reportagem da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).</p>
<p>Júnior Hekurari é presidente do Conselho Distrital de Saúde Indígena Yanomami (Codisi-YY) e da Urihi – Associação Yanomami. Ele tem sido voz ativa na tentativa de resolver a situação humanitária emergencial de seu povo.</p>
<p>O líder conta que o garimpo <em>“sempre existiu”</em> em algumas áreas do território yanomami mas que, desde 2019, a situação piorou muito. <em>“No Uraricoera, sempre teve algumas balsas. Eram umas dez. Nem passavam de 2 mil garimpeiros na terra indígena yanomami antes de 2016, 2017. Em 2019, eu entrava nas comunidades, principalmente Parima, Xitei, Homoxi. Eu fazia as reuniões de educação, de saúde. A gente não via [garimpo] como está agora. Em 2020, durante [a pandemia de] covid-19, avançou muito, até na comunidade Keta”, afirma Júnior.</em>  </p>
<p>Segundo ele, recentemente foi aberta uma estrada que vai até a nascente do Rio Mucajaí, o que piorou bastante a situação “Foi estrago total. Nessas comunidades não tinha garimpeiros em 2019. Quando eu fui lá em 2021, pensei: ‘meu Deus, o que aconteceu aqui?’.</p>
<p>Júnior conta que a chegada do garimpo começou a gerar problemas novos para comunidades que ainda não conheciam esse tipo de invasão.</p>
<p> <em>“Um pajé que morava na comunidade de Xitei fugiu por causa da presença dos garimpeiros. Ele não conseguia fazer pajelança. Era muito barulho dos motores. O garimpo ficava a 50 metros [da comunidade]. Como vai conseguir se concentrar e fazer ritual? Ele [chegou a fazer] uma reunião. Algumas comunidades ganharam muitas armas de fogo [dos garimpeiros], como espingardas, pistolas. Essa liderança foi contra e foi embora pra região do Minaú. No Minaú, não tem [garimpo]”, conta Júnior, acrescentando que hoje são poucas as áreas yanomami livres do garimpo.</em> </p>
<p>Um relatório divulgado em abril de 2022, pela Hutukara Associação Yanomami, liderada por Davi Kopenawa Yanomami, e pelo Instituto Socioambiental, organização não governamental (ONG) de defesa dos direitos indígenas, com base em dados coletados no ano anterior, mostrou que 2021 era, até então, o ano de maior destruição provocada pelo garimpo ilegal na região.</p>
<p> <em>“Sabe-se que o problema do garimpo ilegal não é uma novidade na TIY [Terra Indígena Yanomami]. Entretanto, sua escala e intensidade cresceram de maneira impressionante nos últimos cinco anos. Dados do Mapbiomas [ONG de mapeamento do uso do solo] indicam que a partir de 2016, a curva de destruição do garimpo assumiu uma trajetória ascendente e, desde então, tem acumulado taxas cada vez maiores. Nos cálculos da plataforma, de 2016 a 2020 o garimpo na TIY cresceu nada menos que 3.350%”, informa o relatório.</em> </p>
<p>De acordo com o documento da Hutukara, apenas de 2020 para 2021, a destruição provocada pelo garimpo na TIY cresceu 46%. <em>“Esse é o maior crescimento observado desde que iniciamos o nosso monitoramento em 2018, e, possivelmente, a maior taxa anual desde a demarcação da TIY em 1992”, destaca o relatório. “O garimpo não apenas tem crescido em área, mas também tem se espalhado para novas regiões do território yanomami”.</em> </p>
<p>O relatório mostra que entre as áreas com maior incremento do garimpo ilegal nos últimos anos estão Waikás, Homoxi, Kayanau e Xitei. Em Xitei, o crescimento foi de 1.000% de um ano para outro. Algumas áreas não apresentavam nenhum grau de degradação por garimpo em 2020 e passaram a registrar no ano seguinte, como Auaris (no extremo noroeste de Roraima), Parafuri e Waputha.</p>
<p>Um novo levantamento feito pela Hutukara e pelo Instituto Socioambiental mostrou que o garimpo ilegal avançou ainda mais no ano seguinte. Imagens de satélite revelaram crescimento de 54% no desmatamento, provocado pela extração de ouro na Terra Indígena Yanomami de 2021 para 2022.</p>
<h3>Radar na Amazônia</h3>
<p>De acordo com a Comissão Pró-Yanomami (CCPY), ONG criada na década de 70 para defender essa população indígena, em 1975, o projeto Radar na Amazônia (Radam) descobriu depósitos de minerais como estanho, cobre, níquel, zinco, prata e diamante, além de cassiterita e ouro.</p>
<p>Logo depois, começa um afluxo de garimpeiros à terra indígena, em especial à área de Surucucu, para explorar os depósitos de cassiterita, com o apoio de pistas de pouso que foram abertas por ali.</p>
<p>Ao mesmo tempo, o governo militar começava a implantar seus planos de integração nacional na região, com a abertura de uma rodovia, a Perimetral Norte, e programas de colonização da área por não indígenas. A própria Companhia Vale do Rio Doce, na época uma empresa estatal, também chegou a fazer prospecções nessa terra.</p>
<h3>Conflitos com os napëpë</h3>
<p>Esse primeiro contato já gerou os primeiros conflitos e problemas para o povo yanomami, uma etnia que vivia relativamente isolada até então (apesar dos primeiros contatos com os napëpë, ou “homem-branco” terem ocorrido na primeira metade do século 20).</p>
<p>Segundo a CCPY, o contato dos primeiros garimpeiros provocou a disseminação de doenças venéreas, tuberculose, surtos de gripe e mortes entre os yanomami. As roças dos indígenas também começaram a ser atacadas pelos invasores, em busca de comida.</p>
<p>Em 1980, de acordo com a Comissão Pro-Yanomami, ouro é descoberto na região do Ericó, atraindo mais de 5 mil homens apenas no garimpo de Santa Rosa. O afluxo de garimpeiros à terra yanomami continuou durante toda a década de 80 e culminou no que o Instituto Socioambiental, outra ONG de proteção dos indígenas, chamou de “corrida do ouro”, entre 1987 e 1990.</p>
<p>Isso, apesar de o governo federal decidir interditar parte da terra yanomami para proteger a população indígena, em 1982, e depois criar o Parque Indígena Yanomami, em 1984.</p>
<p>Apesar de uma ação do governo para retirar os garimpeiros, no início da década de 90, a extração ilegal de ouro continuou na área. Em 1993, a ação criminosa de um grupo de invasores resultou na morte de 16 yanomami, na região fronteiriça da Venezuela com o Brasil, no episódio que ficou conhecido como Massacre de Haximu.</p>
<p>Cinco garimpeiros foram condenados por genocídio pelos assassinatos, em 1996, naquela que foi a primeira condenação desse tipo de crime no Brasil.</p>
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<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://ultimosegundo.ig.com.br/ultimosegundo.ig.com.br/politica/2023-02-22/garimpo-expansao-novas-areas-yanomami.html#be8bdff8-1218-4194-852f-950bbff41890" rel="noopener">IG Política</a></p>
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		<title>Pauta Concentrada começa o ano com planos de expansão</title>
		<link>https://fatomt.com.br/pauta-concentrada-comeca-o-ano-com-planos-de-expansao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jan 2023 17:19:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[concentrada]]></category>
		<category><![CDATA[expans]]></category>
		<category><![CDATA[pauta]]></category>
		<category><![CDATA[planos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O projeto Pauta Concentrada começa o ano de 2023 a todo vapor, com o objetivo de ampliar o número de empresas participantes e atingir cada vez mais pessoas que precisam de soluções para seus conflitos.   A pauta do mês de fevereiro já está definida. Confira:   13 e 17 de fevereiro, das 14h às [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.urgentenews.com.br/wp-content/uploads/2023/01/23/ab007ae0831260734d428fd1931addce.jpg" width="300" height="300" align="left" alt="">O projeto Pauta Concentrada começa o ano de 2023 a todo vapor, com o objetivo de ampliar o número de empresas participantes e atingir cada vez mais pessoas que precisam de soluções para seus conflitos.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">A pauta do mês de fevereiro já está definida. Confira:</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">13 e 17 de fevereiro, das 14h às 18h, 444 audiências da Energisa;</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">15 e 16 de fevereiro, das 13h20 às 18h, 61 audiências do Banco do Brasil;</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">23 e 24 de fevereiro, das 14h às 18h, 73 audiências com a empresa Vivo.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">“Vamos procurar outras empresas para ampliar. Queremos ampliar, ter mais empresas, bancos, condomínios. O principal objetivo é a possibilidade do acordo, porque as empresas vêm preparadas para negociar com um preposto, temos tidos vários acordos”, avalia a juíza coordenadora e idealizadora do projeto, Viviane Brito Rebello.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Os planos de expansão serão avaliados pelo desembargador Mário Kono, responsável pelo Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Dentre as vantagens da pauta concentrada, estão a rapidez, agilidade, momento de escuta e grandes índices de solução de litígio.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">De acordo com a magistrada, o índice de conciliação nas pautas regulares não chega a 5%, enquanto na pauta concentrada gira em torno de 18% a 19%. “Queremos aumentar esse índice ainda mais, mas comparado com a pauta regular, já é um avanço”, pontua.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">O que é a Pauta Concentrada?</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Pauta Concentrada é um modelo adotado pelo Poder Judiciário de Mato Grosso nas conciliações dos juizados especiais, desde 2021. O projeto envolve instituições públicas e privadas que são as principais demandadas na Justiça, a exemplo das empresas de telefonia, bancos, construtoras, concessionárias de energia, água etc. que estejam dispostas a fazer uma proposta ao consumidor, para evitar o trâmite processual.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><a href="https://pautaconcentrada.tjmt.jus.br/%20%20">Saiba mais sobre a Pauta Concentrada no hotsite.</a></span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">Mylena Petrucelli</span></em></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT</span></em></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">imprensa@tjmt.jus.br</span></em></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://www.tjmt.jus.br/noticias/72551#7332bcc4-7c65-4b69-8590-5c55054b993a" rel="noopener">Tribunal de Justiça de MT</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Great Wall Motors chega ao Brasil planejando rápida expansão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Nov 2022 19:46:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AUTOMOBILISMO]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[chega]]></category>
		<category><![CDATA[expans]]></category>
		<category><![CDATA[great]]></category>
		<category><![CDATA[motors]]></category>
		<category><![CDATA[planejando]]></category>
		<category><![CDATA[rapida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Divulgação/GWM Great Wall Motors Haval H6 A fabricante chinesa de automóveis Great Wall Motors , ou apenas GWM , está chegando ao Brasil com um SUV híbrido , o Haval H6 , que será oficialmente lançado em 2023. Leia também GWM estreia fábrica de carros no Brasil e alega que farão até 208 km/l Great [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/bn/nv/ea/bnnveagpn2qep3508kfn55nqx.jpg" width="906" height="509" alt="Great Wall Motors Haval H6" title="Great Wall Motors Haval H6"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Divulgação/GWM</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Great Wall Motors Haval H6</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">A <strong>fabricante chinesa</strong> de automóveis <strong>Great Wall Motors</strong> , ou apenas <strong>GWM</strong> , está chegando ao <strong>Brasil</strong> com um <strong>SUV híbrido</strong> , o <strong>Haval H6</strong> , que será oficialmente lançado em 2023.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://carros.ig.com.br/2022-01-27/gwm-estreia-fabrica-de-carros-no-brasil-e-alega-que-farao-ate-208-km-l.html" title="GWM estreia fábrica de carros no Brasil e alega que farão até 208 km/l" target="_self" rel="noopener">GWM estreia fábrica de carros no Brasil e alega que farão até 208 km/l</a> </li>
<li> <a href="https://carros.ig.com.br/2022-04-06/great-wall-vai-trazer-ao-brasil-suv-hibrido-lider-de-vendas-na-china.html" title="Great Wall vai trazer ao Brasil SUV híbrido líder de vendas na China" target="_self" rel="noopener">Great Wall vai trazer ao Brasil SUV híbrido líder de vendas na China</a> </li>
<li> <a href="https://carros.ig.com.br/veiculos-eletricos/2022-11-23/motos-kawasaki-eletricas-brasil.html" title="Kawasaki terá motos elétricas no Brasil" target="_self" rel="noopener">Kawasaki terá motos elétricas no Brasil</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">Os planos da fabricante são <strong>ambiciosos</strong> , serão <strong>10 lançamentos</strong> no país até <strong>2025</strong> , incluindo <strong>picapes</strong> , <strong>SUVs</strong> urbanos e de <strong>luxo</strong> , que poderão até ser produzidos no <strong>Brasil</strong> . A marca planeja também uma rede de <strong>50 concessionárias</strong> já em 2023, e meta para 2024 é de <strong>144 pontos de venda</strong> .</p>
<p> Inicialmente, os modelos chegarão por <strong>importação</strong> , mas a <strong>Great Wall</strong> já adquiriu a antiga fábrica da <strong>Mercedes-Benz</strong> em <strong>Iracemápolis</strong> (SP), e irá produzir a <strong>picape híbrida</strong> da linha <strong>Poer</strong> , que terá tecnologia <strong>flex</strong> , e tem lançamento previsto para <strong>2024</strong> , podendo ser a primeira do <strong>segmento</strong> com essa tecnologia.</p>
<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/1f/2f/tp/1f2ftpf4jkiokiigwvho5a2le.jpg" width="906" height="509" alt="Great Wall Motors irá investir mais de R$ 10 bilhões no Brasil" title="Great Wall Motors irá investir mais de R$ 10 bilhões no Brasil"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Divulgação/GWM</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Great Wall Motors irá investir mais de R$ 10 bilhões no Brasil</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">O <strong>Haval H6</strong> chegará como um <strong>híbrido</strong> <strong>tradicional</strong> , e conta com um motor <strong>1.5 turbo</strong> a gasolina e mais <strong>dois motores elétricos</strong> , um em cada eixo. A <strong>potência</strong> máxima do conjunto é de 393 cv e <strong>autonomia</strong> de 170 km no modo <strong>exclusivamente elétrico</strong> .</p>
<p class="">Haverão também outras <strong>versões</strong> , incluindo uma com opção <strong>plug-in</strong> e até uma variante até <strong>menos potente</strong> , priorizando o <strong>consumo de combustível</strong> e <strong>maior autonomia</strong> na fase <strong>elétrica</strong> .</p>
<p class="">Segundo a <strong>GWM</strong> , um dos maiores destaques do <strong>SUV</strong> será o <strong>baixo custo por km rodado</strong> , assim como os baixos índices de <strong>emissão de poluentes</strong> .</p>
<p class="">A fabricante afirma que o <strong>SUV híbrido</strong> consegue rodar <strong>28,7 km</strong> com apenas um litro de <strong>combustível</strong> em circuito urbano, e na estrada esse número passa a ser de 25,3 km/l.</p>
<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/bl/i5/ms/bli5ms43skczu2oa2vmzpy8j2.jpg" width="906" height="509" alt="Interior segue tendência do segmento, mas comandos por voz em português é principal diferencial em relação aos concorrentes" title="Interior segue tendência do segmento, mas comandos por voz em português é principal diferencial em relação aos concorrentes"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Divulgação/GWM</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Interior segue tendência do segmento, mas comandos por voz em português é principal diferencial em relação aos concorrentes</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">A <strong>Great Wall Motors</strong> não divulgou os preços, mas afirma que os principais rivais do <strong>Haval H6</strong> serão as versões topo de linha de <strong>Jeep Compass</strong> , <strong>Toyota Corolla Cross</strong> e <strong>Volkswagen Taos</strong> . Vale ressaltar que somente o <strong>Volkswagen</strong> não tem uma versão com <strong>motorização eletrificada</strong> .   Embora importado da <strong>China</strong> , o <strong>Haval H6</strong> teve a <strong>suspensão recalibrada</strong> para o asfalto <strong>brasileiro</strong> , inclusive os sistemas de <strong>conectividade</strong> e <strong>comandos por voz</strong> terão suporte à <strong>língua portuguesa</strong> .</p>
<p>A <strong>GWM</strong> irá vender seus veículos no Brasil, mas os interessados poderão optar também por um <strong>serviço de assinatura</strong> oficial da fabricante. O serviço poderá ser assinado nas <strong>concessionárias</strong> , ou no site e <strong>aplicativo oficial</strong> da marca, com a <strong>entrega do veículo</strong> acontecendo na <strong>loja</strong> ou na <strong>casa</strong> do cliente.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://carros.ig.com.br/veiculos-eletricos/2022-11-24/great-wall-haval-h6-brasil.html#58d8a77d-3495-43df-8258-8cfe249bd980" rel="noopener">IG CARROS</a></p>
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		<title>&#8216;Não gera expansão fiscal&#8217;, diz ex-ministro sobre gasto de R$ 136 bi</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Nov 2022 14:16:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[expans]]></category>
		<category><![CDATA[fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[gasto]]></category>
		<category><![CDATA[ministro]]></category>
		<category><![CDATA[sobre]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Valter Campanato/ Agência Brasil Nelson Barbosa acredita que momento é focar nas questões mais urgentes O ex-ministro da Fazenda e do Planejamento, Nelson Barbosa, integrante da equipe de transição de governo, afirmou nesta segunda-feira (21), em Brasília, que um gasto adicional de R$ 136 bilhões além do teto não geraria uma expansão fiscal do governo. &#8220;O [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/cs/5l/gd/cs5lgdte2rsj7nfnxgj5m23mj.jpg" width="906" height="509" alt="Nelson Barbosa acredita que momento é focar nas questões mais urgentes" title="Nelson Barbosa acredita que momento é focar nas questões mais urgentes"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Valter Campanato/ Agência Brasil</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Nelson Barbosa acredita que momento é focar nas questões mais urgentes</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">O ex-ministro da Fazenda e do Planejamento, Nelson Barbosa, integrante da equipe de transição de governo, afirmou nesta segunda-feira (21), em Brasília, que um gasto adicional de R$ 136 bilhões além do teto não geraria uma expansão fiscal do governo.</p>
<p>&#8220;O orçamento que foi mandado para 2023 tem um gasto, em proporção do PIB [Produto Interno Bruto], inferior ao de 2022. Esse ano, o governo Bolsonaro vai gastar, segundo o último relatório bimestral, 18,9% do PIB&#8221;, disse Barbosa, em conversa com jornalistas no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília, onde trabalha a equipe de transição.</p>
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<p>&#8220;Para o ano que vem, o governo propôs um gasto de 17,6% do PIB, significativamente inferior ao desse ano. Significa que se você adicionar até R$ 136 bilhões no orçamento, em termos do tamanho da economia, não será expansão fiscal&#8221;, assegurou.</p>
<h3>Teto de gastos</h3>
<p>Na semana passada, a equipe de transição apresentou ao Congresso Nacional uma proposta de emenda constitucional para excluir da regra do teto de gastos o pagamento do programa Bolsa Família, de forma permanente. Os gastos são estimados em R$ 175 bilhões e viabilizariam a manutenção do valor mínimo de R$ 600 para o programa, atualmente chamado Auxílio Brasil, além de instituir um valor adicional de R$ 150 por criança menor de seis anos de cada beneficiário. </p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2022-11-22/auxilio-brasil-quem-recebe-hoje.html" title="Auxílio Brasil: novos beneficiários recebem nesta terça; confira" target="_self" rel="noopener">Auxílio Brasil: novos beneficiários recebem nesta terça; confira</a> </li>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2022-11-21/bc-define-como-instituicoes-devem-registrar-creditos-carbono.html" title="BC define como instituições devem registrar créditos de carbono" target="_self" rel="noopener">BC define como instituições devem registrar créditos de carbono</a> </li>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2022-11-21/equipe-de-lula-barrar-privatizacao-correios.html" title="Governo Lula deve barrar privatização dos Correios" target="_self" rel="noopener">Governo Lula deve barrar privatização dos Correios</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">A medida é um dos compromissos de campanha do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Outro integrante da equipe de transição, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) disse que a sugestão de PEC está sendo finalizada pelo senador Marcelo Castro (MDB-PI), relator do orçamento no Congresso Nacional. São necessárias ao menos 27 assinaturas de senadores para o texto ser analisado pelo Senado.</p>
<p> &#8220;O que nós precisamos numa PEC de transição é ter uma margem fiscal para dar conta, por exemplo, de uma necessidade básica e elementar dos brasileiros, que é um programa social de distribuição de renda&#8221;, afirmou a jornalistas no CCBB.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2022-11-22/nelson-barbosa-gasto-136-bi.html#d54fb1c2-1c1d-452c-99be-88bc99ff5f65" rel="noopener">IG ECONOMIA</a></p>
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		<title>Linhas de crédito da Desenvolve MT contribuem para a expansão de micro e pequenas empresas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Oct 2022 12:41:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[contribuem]]></category>
		<category><![CDATA[credito]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolve]]></category>
		<category><![CDATA[expans]]></category>
		<category><![CDATA[linhas]]></category>
		<category><![CDATA[micro]]></category>
		<category><![CDATA[pequenas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neste dia 05 de outubro, é comemorado o Dia Nacional das Micro e Pequenas Empresas, também conhecido como o Dia do Empreendedor. Data para celebrar mais de 357 mil empreendimentos, responsáveis pela geração de empregos formais de Mato Grosso. Dados do Sebrae/MT, divulgados em setembro deste ano, apontam que dos 89,26% do total de empresas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste dia 05 de outubro, é comemorado o Dia Nacional das Micro e Pequenas Empresas, também conhecido como o Dia do Empreendedor. Data para celebrar mais de 357 mil empreendimentos, responsáveis pela geração de empregos formais de Mato Grosso.</p>
<p>Dados do Sebrae/MT, divulgados em setembro deste ano, apontam que dos 89,26% do total de empresas ativas no estado, 202.379 são microempreendedores individuais (MEIs), 126.477 microempresas (ME) e 28.430 empresas de pequeno porte (EPP).</p>
<p>Os pequenos negócios movimentam a economia e são responsáveis por 55% do PIB mato-grossense, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados em 2019.</p>
</p>
<p>Como é o caso da pequena empresa Projeto K, criada pela empreendedora Kerli Ronsani, 37 anos, em Cuiabá. Quando começou, há sete anos, elaborava apenas projetos de arquitetura. Diante da necessidade de expandir o negócio, em 2018 a arquiteta começou a agregar projeto de móveis planejados para atender a demanda dos clientes. Hoje, em 80% dos projetos, os móveis são planejados. </p>
<p><img decoding="async" alt="" src="/documents/10072919/0/Kerli+Ronsani%2C+Projeto+K/c1f1faa7-6842-f303-edf4-51cb66a62398?t=1664913509928+&#038;imageThumbnail=3"></p>
<p>Kerli conta com uma equipe de 16 pessoas, entre marceneiros, arquitetas e administrativo. Ela explica que, com o crédito da Desenvolve MT para capital de giro, comprou uma máquina de corte de precisão para MDF utilizado em sua pequena fábrica.</p>
<p>“Optei pela contratação do financiamento ao comparar os valores, taxas de juros e condições”, explicou. Com a aquisição das máquinas, o faturamento do seu negócio dobrou em relação ao ano passado.</p>
<p>Desenvolve-MT &#8211; Eentre as contribuições, nos últimos quatro anos (entre 2019 e setembro de 2022), a Desenvolve MT liberou mais de R$ 50 milhões em concessão de crédito, atingindo 78% dos municípios, beneficiando microempreendedores, microempresas e empresas de pequeno porte mato-grossenses, incluindo a Capital.</p>
<p>Por meio do crédito, a Desenvolve MT apoia o empreendedorismo, fomenta a economia e fortalece os pequenos negócios contribuindo para geração de emprego e renda nos municípios.</p>
<p>“Boa parte das pessoas começa a empreender por necessidade. Neste sentido, a visão da agência é atender o empreendedor na tomada de crédito a juros acessíveis, que potencializa o pequeno negócio e promove o desenvolvimento social e regional”, esclarece o presidente da Desenvolve MT, Jair Marques.</p>
<p>Ele destaca ser possível avançar ainda mais na disponibilidade de concessão de crédito, acrescentando que a agência tem incentivado os pequenos negócios, proporcionando os menores juros e prazos ofertados no mercado, buscando a simplificação da documentação exigida e das garantias. Além de outros incentivos, como facilidade de crédito para empresa recém-constituída e limpando o nome da empresa negativada. </p>
<p>O acesso ao crédito para os pequenos negócios é fundamental para viabilizar investimentos. Joicy Lima, 37 anos, e Nilson Freitas, 48 anos, do Ateliê do Açúcar, sabem bem disso. Eles solicitaram crédito pela primeira vez há nove anos, para aquisição do espaço onde hoje funciona o ateliê e para a compra de equipamentos.</p>
<p><img decoding="async" alt="" src="/documents/10072919/0/Ateli%C3%AA+do+A%C3%A7%C3%BAcar/362eb530-b37d-4e73-b2e6-12d40c0d64d5?t=1664913722643+&#038;imageThumbnail=3"></p>
<p>Joicy começou a confeitar em casa, na cozinha de seu apartamento, por conta do aniversário da filha mais velha. Na época, se baseou em revistas e outras referências para a produção do bolo de pasta americana.</p>
<p>A empreendedora planejava ser arquiteta antes de se especializar em confeitaria artística. Hoje, emprega nove colaboradores diretos e quatro funcionários terceirizados.</p>
<p>Neste ano, solicitaram o segundo crédito para capital de giro da empresa. “Conseguimos de maneira mais prática do que seria em outras instituições financeiras, com garantia e taxas de juros mais acessíveis para manter o negócio e prosperar”, conta a empreendedora.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://www.mt.gov.br/web/desenvolve-mt/-/22710877-linhas-de-credito-da-desenvolve-mt-contribuem-para-a-expansao-de-micro-e-pequenas-empresas#9472b01e-600e-4138-b6ee-f97db7f0b018" rel="noopener">GOV MT</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/linhas-de-credito-da-desenvolve-mt-contribuem-para-a-expansao-de-micro-e-pequenas-empresas/">Linhas de crédito da Desenvolve MT contribuem para a expansão de micro e pequenas empresas</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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