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	<title>Arquivos especies - FATO MT</title>
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	<title>Arquivos especies - FATO MT</title>
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		<title>4 espécies de flores para cultivar no outono</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Apr 2023 19:45:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Redação EdiCase 4 espécies de flores para cultivar no outono O outono, período de transição entre o verão e o inverno, tem características marcantes que modificam significativamente o ambiente. Nesta época do ano, por exemplo, o período de luz solar diminui, trazendo temperaturas médias e noites mais longas. A estação também é marcada por plantas [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/7y/oh/fl/7yohflmkbvt0kb85ngbdluyg8.jpg" loading="lazy" width="652" height="408" alt="4 espécies de flores para cultivar no outono" title="4 espécies de flores para cultivar no outono"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Redação EdiCase</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">4 espécies de flores para cultivar no outono</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p>O outono, período de transição entre o verão e o inverno, tem características marcantes que modificam significativamente o ambiente. Nesta época do ano, por exemplo, o período de luz solar diminui, trazendo temperaturas médias e noites mais longas. A estação também é marcada por plantas e flores típicas que requerem cuidados especiais. </p>
<p>“No outono, as temperaturas variam bastante e isso exige, de certa forma, a adaptação de todos os tipos de flores e plantas. Toda essa mudança faz com que algumas espécies entrem em dormência e poupem suas energias para a chegada do inverno, já as outras estão florindo e produzindo até frutos”, explica Pedro Melo, CEO da floricultura Melo Flores. </p>
<p>Ainda que a época seja conhecida pelas folhas secas espalhadas pelo chão, é também rodeada de plantas e flores de diversas características. “As plantas dessa estação são bem evoluídas, gostam de pouco sol, vento e pouca água. Sabendo dessas particularidades, fica mais fácil de procurar e escolher as espécies certas para cultivar”, comenta Pedro Melo. </p>
<p>A seguir, o profissional elenca algumas espécies de flores do outono e como cuidar de cada uma delas. Veja! </p>
<h2>1. <strong>Lírio</strong> </h2>
<p>O lírio, além de ser uma flor linda e delicada, conta com uma simbologia que se remete à pureza e à inocência. É perfeito para ser <strong> <a href="https://portaledicase.com/plantas-faceis-de-cuidar-para-ter-em-casa/" target="_blank" rel="noopener">cultivado</a> </strong> tanto dentro de casa quanto fora, se receber os cuidados necessários. “É importante tomar cuidado com os raios solares, já que são flores muito sensíveis e queimam com certa facilidade”, explica o especialista. </p>
<p>Pedro Melo ainda ressalta que é necessário manter o solo sempre úmido. “Os cuidados com o lírio incluem regas de duas a três vezes por semana, sendo que, no outono e no inverno, essa frequência pode ser bem menor. A poda é feita cortando as flores murchas e mortas”, diz o profissional.</p>
<h2>2. <strong>Margarida</strong> s</h2>
<p>Conhecidas como a flor do amor e por serem alegres e charmosas, as <strong> <a href="https://portaledicase.com/florais-conheca-os-tipos-e-saiba-a-funcao-de-cada-um/" target="_blank" rel="noopener">margaridas</a> </strong> são uma das espécies de outono mais queridas no Brasil. Apreciam climas amenos e a orientação de Pedro Melo é de sempre mantê-las em algum lugar sem raios solares, já que eles podem queimar suas folhas e flores. </p>
<p>“O local ideal para cultivo é em áreas de meia sombra no jardim ou em vasos e jardineiras protegidos dentro de casa. As regas em excesso também podem prejudicar de alguma forma essa flor e a adubação deve acontecer regularmente para favorecer a floração”, explica. </p>
<h2>3. <strong>Orquí</strong> dea</h2>
<p>A orquídea mais cultivada e apreciada no Brasil é a cattleya que, por florescer apenas uma vez no ano, justamente nessa época, é conhecida como a orquídea do outono. Ela é a <strong> <a href="https://portaledicase.com/15-plantas-para-melhorar-a-energia-da-casa/" target="_blank" rel="noopener"> flor ideal </a> </strong> para decorações internas, mas também pode ser colocada em alguns cantos externos. “A iluminação indireta é a melhor escolha para essa espécie e a rega deve ser feita uma vez na semana ou quando o substrato estiver seco e, com mais frequência, em dias mais quentes”, orienta o empresário.</p>
<h2>4. <strong>Gérbera</strong> </h2>
<p>Consideradas flores coloridas e alegres, as gérberas fazem parte da família dos girassóis e rebatem todo clima nublado e cinzento da estação. “Essas flores preferem temperaturas mais amenas e devem ser cultivadas à meia sombra. Então, elas até podem receber um pouco de luz solar, mas, preferencialmente, aquela da manhã, que é mais suave. Também é importante que o substrato delas esteja sempre úmido e as regas não precisam ser exageradas”, pontua o especialista. </p>
<h2> <strong>Como cuidar das plantas nessa época do ano?</strong> </h2>
<p>De toda forma, é importante manter os cuidados com todos os tipos de plantas e flores durante a estação. “Para quem tem <strong> <a href="https://portaledicase.com/confira-dicas-de-decoracao-para-o-jardim/" target="_blank" rel="noopener">jardins</a> </strong> e diversos tipos de espécies, fazer as podas corretamente vai ajudar a ter plantas mais fortes e um jardim mais bonito. Diminuir as regas durante essa época do ano também é uma ótima opção, já que, com as temperaturas mais baixas, as plantas ficam úmidas por mais tempo”, finaliza Pedro Melo. </p>
<p> <em>Por Beatriz Vieira da Silva</em> </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://delas.ig.com.br/parceiros/edicase/2023-04-10/4-especies-de-flores-para-cultivar-no-outono.html#203f68a6-5d4e-43a5-8549-71fa8712d5bc" rel="noopener">Mulher</a></p>
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		<title>Sema promove recuperação de nascente e plantio de espécies nativas na comunidade Baía do Campo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Dec 2022 18:15:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[especies]]></category>
		<category><![CDATA[nascente]]></category>
		<category><![CDATA[nativas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), por meio do Projeto de Educação Ambiental na Agricultura Familiar, em parceria com o Juizado Volante Especial (Juvam), realiza a recuperação de uma nascente de água localizada na comunidade Baía do Campo, do Assentamento Santa Filomena, na zona rural de Poconé (104 km de Cuiabá).   A [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify">A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), por meio do Projeto de Educação Ambiental na Agricultura Familiar, em parceria com o Juizado Volante Especial (Juvam), realiza a recuperação de uma nascente de água localizada na comunidade Baía do Campo, do Assentamento Santa Filomena, na zona rural de Poconé (104 km de Cuiabá).</div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify">A recuperação da área degradada está em andamento na região. Nesta semana, entre os dias 19 e 23 de dezembro, foi feito o cercamento, com mourões de madeira e arame, de aproximadamente 220 metros quadrados da Área de Preservação Permanente (APP) onde se encontra a nascente. A madeira utilizada foi apreendida de infratores em operações ambientais.</div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify">A “mina”, como a nascente é popularmente conhecida, tem grande valor histórico e cultural para a região, já que os primeiros moradores utilizavam a água do local para realizarem os afazeres domésticos e para sobrevivência. Com o surgimento da criação de gado nos arredores, e sem o manejo adequado da área, a água da nascente se tornou imprópria para consumo.  </div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify">Após vistoria técnica da Sema, foram identificados problemas ambientais como a falta de vegetação nativa na região da nascente, pisoteio e defecação do gado nas proximidades, o que colaborou com a contaminação e assoreamento dos recursos hídricos da região. A cerca impede a degradação e protege as novas mudas plantadas. </div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify">O analista de meio ambiente e coordenador da ação, Juracy da Silva, explica que após o cercamento é tangenciado um raio de 50 metros, a partir da nascente, para o replantio de árvores nativas do cerrado que auxiliam na contenção do assoreamento e também contribuem para o aumento do volume de água.</p>
<p> A ação é uma parceria entre Sema e o Juizado Volante Especial (Juvam), e conta com a participação da Prefeita Municipal de Poconé, que foi responsável pelo transporte da carga de madeiras. Cerca de 2,3 metros cúbicos demadeira foram doados pelo Juvam para a execução da obra.</p>
</div>
<div style="text-align: justify"> Para o plantio da vegetação no entorno da nascente, foram doadas mudas de espécies nativas pela Diretoria de Unidade Desconcentrada (DUD) de Rondonópolis. O trabalho foi realizado com o auxílio dos moradores do assentamento.</p>
<p> Segundo Maria José Rodrigues de Paula, agente de educação ambiental e presidente da Associação de Mulheres Rurais do Assentamento Santa Filomena, além do benefício para a nascente, o plantio de mudas frutíferas estimulou a comunidade a pensar em soluções coletivas para gerar renda por meio da venda de doces, geleias, polpas e bombons que podem ser feitos a partir das frutas extraídas. Ela ainda pontua que jovens e crianças da Escola municipal Antônio Maria de Almeida aprenderam a fazer mudas para futuros plantios.</p>
</div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify">Um dos objetivos do programa é também incentivar os mais novos a permanecerem nos assentamentos em que vivem por meio da geração de emprego e renda dentro da própria comunidade.</div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify">A superintendente de Educação Ambiental da Sema, Vânia Montalvão, ficou satisfeita com o trabalho realizado por meio do projeto, com o envolvimento da comunidade e apoio dos parceiros que tornaram possível a realização da recuperação da nascente, além de gerar um grande incentivo para a prática da agricultura familiar sustentável.</div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify">O projeto de Educação Ambiental na Agricultura Familiar visa contribuir com o desenvolvimento rural sustentável, no âmbito da agricultura familiar, e busca fomentar processos educacionais participativos que promovam a capacitação e comunicação, além da mobilização social e práticas produtivas sustentáveis. </div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://www.mt.gov.br/-/23232424-sema-promove-recuperacao-de-nascente-e-plantio-de-especies-nativas-na-comunidade-baia-do-campo#4b97a47a-62f6-4e26-9504-3eda6a47f1d5" rel="noopener">GOV MT</a></p>
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		<title>Estudantes identificam mil espécies de fauna e flora em concurso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Nov 2022 23:16:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[concurso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudantes de escolas públicas e privadas dos municípios de Itiquira e Rondonópolis, participantes do 1º Concurso de Conscientização para Conservação da Biodiversidade da Bacia Hidrográfica do Rio São Lourenço, identificaram 1.007 espécies da fauna e flora nas regiões do Pantanal e do Cerrado. Em três meses de trabalho, foram realizadas 3582 observações, das quais 454 [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family:Tahoma,Geneva,sans-serif;font-size:16px">Estudantes de escolas públicas e privadas dos municípios de Itiquira e Rondonópolis, participantes do 1º Concurso de Conscientização para Conservação da Biodiversidade da Bacia Hidrográfica do Rio São Lourenço, identificaram 1.007 espécies da fauna e flora nas regiões do Pantanal e do Cerrado. Em três meses de trabalho, foram realizadas 3582 observações, das quais 454 espécies de plantas, 247 espécies de insetos, 123 espécies de aves e 43 espécies de mamíferos, dentre outras variedades de animais e fungos. O número de espécies pode variar à medida que o trabalho de classificação, por pesquisadores e naturalistas profissionais ou amadores, prossegue.</p>
<p>  Realizado com objetivo de promover a conscientização sobre a importância da biodiversidade no Cerrado-Pantanal e da educação ambiental voltada para a crise climática, o concurso premiou cinco estudantes e três professoras com notebooks e iPads. Foram premiados os alunos Aldo Felipe Pinheiro da Silva, Brenda Vitória Martins de Moraes, Rafael da Costa Alvarenga, Shesley Camilla Farias Nogueira e Willian Santos de Souza; e as professoras Elenice Soares Velasco, Geany Aparecida de Arruda Serra e Nadya Zanini.</p>
<p>  A iniciativa é da Promotoria de Justiça da Bacia Hidrográfica do São Lourenço e da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Itiquira, em parceria com as secretarias de Educação e do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do município. Ao todo, foram realizadas 3.572 observações por 160 crianças e adolescentes (cidadãos-cientistas). Conforme o promotor de Justiça Claudio Angelo Correa Gonzaga, os estudantes participaram de duas formas: por meio do registro de imagens e sons, usando o aplicativo Inaturalist, ou por meio de desenho de uma observação de animal, planta ou fungo.</p>
<p>  “Os estudantes ficaram muito felizes quando expliquei que sairíamos para fazer os registros e que, além disso, estariam participando de um concurso em que teriam diversas oportunidades de serem premiados. Ficaram ainda mais motivados quando falei quais seriam os prêmios aos quais estariam concorrendo. Em campo, a maioria levou a sério a proposta da aula e do concurso, se dedicou e fez ótimos registros de espécies vegetais e animais”, contou a professora Elenice Soares Velasco, da Escola Estadual Dom Aquino Corrêa.</p>
<p>  A professora Geany Aparecida de Arruda Serra, da Escola Rural Fazenda Carimã, disse que já havia iniciado, na disciplina de Geografia, a trabalhar a valorização na fauna e flora da região onde seus alunos, provenientes de fazendas e aldeias indígenas, moram. &#8220;Quando surgiu o concurso, foi a oportunidade de mostrar a riqueza que eles têm no seu próprio quintal de casa. A participação dos alunos foi muito importante, não só dos alunos, mas também dos seus pais, que ajudaram a desenvolver o projeto através das fotos e vídeos. Todos ficaram muito empolgados, pois foi um prazer mostrar a realidade e o contato com a fauna e a flora no seu dia a dia.&#8221;</p>
<p>  “Com base nessas observações, agora sabemos, por exemplo, qual o lugar mais próximo da BR-163 em que turistas podem observar tuiuiús ou locais próximos à cidade em que sucuris foram observadas. Estas informações podem subsidiar, por exemplo, ações voltadas ao ecoturismo. Caso o projeto seja reeditado, será possível ver como a biodiversidade na região está sendo afetada ao longo do tempo. O principal, no entanto, é procurar conscientizar, por meio de um ato de educação não formal e da ciência cidadã (&#8220;citizen scientist&#8221;), sobre a importância da biodiversidade e para a necessidade de se tratar a emergência climática em sala de aula”, explicou o promotor.</span></p>
<p>  <span style="font-size:16px"><span style="font-family:Tahoma,Geneva,sans-serif">Os dados estão acessíveis a pesquisadores do mundo inteiro por meio da plataforma iNaturalist (<a href="https://www.inaturalist.org/projects/biodiversidade-da-bacia-hidrografica-do-sao-lourenco-2022?tab=stats" target="_blank" rel="noopener"><strong>acesse aqui</strong></a>).</span></span></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.mpmt.mp.br/conteudo/58/119295/estudantes-identificam-mil-especies-de-fauna-e-flora-em-concurso#8b068b81-fe94-45d4-8266-012e8325ee4e" rel="noopener">MP MT</a></p>
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