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	<title>Arquivos entregadores - FATO MT</title>
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	<description>A notícia de Fato!</description>
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	<title>Arquivos entregadores - FATO MT</title>
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		<title>CAE vai debater regras previdenciárias de motoristas e entregadores de aplicativo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 May 2023 14:45:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[debater]]></category>
		<category><![CDATA[entregadores]]></category>
		<category><![CDATA[motoristas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) vai promover uma audiência pública sobre mudança nas regras previdenciárias de motoristas e entregadores de aplicativos. O tema é objeto de duas matérias que tramitam em conjunto no colegiado e estavam na pauta desta terça-feira (16), mas não chegaram a ser votadas: o Projeto de Lei Complementar (PLP) 90/2023, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) vai promover uma audiência pública sobre mudança nas regras previdenciárias de motoristas e entregadores de aplicativos. O tema é objeto de duas matérias que tramitam em conjunto no colegiado e estavam na pauta desta terça-feira (16), mas não chegaram a ser votadas: o Projeto de Lei Complementar (PLP) <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/156910" rel="noopener" target="_blank">90/2023</a>, do senador Rogerio Marinho (PL-RN), e o Projeto de Lei (PL) <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/143376" rel="noopener" target="_blank">3.754/2020</a>, do senador Alessandro Vieira (PSDB-SE).</p>
<p>A data da audiência pública ainda não foi definida. Os projetos são relatados na CAE pelo senador Wellington Fagundes (PL-MT), que ainda não apresentou parecer. O PLP 90/2023 cria regras para a contribuição previdenciária de motoristas e entregadores, define que a relação entre eles e os aplicativos não tem natureza trabalhista e proíbe a participação de empresas estatais nesse mercado.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/16/cae-vai-debater-regras-previdenciarias-de-motoristas-e-entregadores-de-aplicativo#98fe6cb8-7324-4b37-a1c1-317bfc7a66e7" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Lula cria grupo para regulamentar trabalho de entregadores por app</title>
		<link>https://fatomt.com.br/lula-cria-grupo-para-regulamentar-trabalho-de-entregadores-por-app/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 May 2023 17:16:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[entregadores]]></category>
		<category><![CDATA[grupo]]></category>
		<category><![CDATA[regulamentar]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Marcelo Camargo/Agência Brasil &#8211; 18/01/2023 Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ministro do Trabalho, Luiz Marinho O presidente Luiz Inácio Lula da Silva instituiu nesta segunda-feira (1º), Dia do Trabalhador, um grupo de trabalho para elaborar uma proposta de regulamentação das atividades de entregadores e motoristas por aplicativos. O grupo será composto por 15 [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/f4/k9/f7/f4k9f7jo4n76wh60w8yzv4rrw.jpg" width="906" height="509" alt="Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ministro do Trabalho, Luiz Marinho" title="Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ministro do Trabalho, Luiz Marinho"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Marcelo Camargo/Agência Brasil &#8211; 18/01/2023</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ministro do Trabalho, Luiz Marinho</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">O presidente Luiz Inácio Lula da Silva instituiu nesta segunda-feira (1º), Dia do Trabalhador, um grupo de trabalho para elaborar uma proposta de regulamentação das atividades de entregadores e motoristas por aplicativos.  </p>
<p>O grupo será composto por 15 representantes do governno federal &#8211; dentre eles, membros da Casa Civil e dos ministérios da Fazenda e do Trabalho e Emprego -, 15 representantes dos trabalhadores, através de sindicatos e coletivos, e 15 representantes dos empregadores, por meio de associações patronais.</p>
<p> <strong>Entre no  <a href="https://t.me/iGBrasilEconomico" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-mce-href="https://t.me/iGBrasilEconomico">canal do Brasil Econômico no Telegram</a> e fique por dentro de todas as notícias do dia. Siga também o  <a href="https://t.me/portalig" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-mce-href="https://t.me/portalig">perfil geral do Portal iG</a> </strong>  </p>
<p>O Ministério do Trabalho e Emprego vai coordenar as negociações, que devem durar 150 dias. Depois disso, o grupo deve entregar propostas de ato normativo para regulamentar as atividades de entregadores e motoristas por aplicativos.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2023-05-01/nova-tabela-imposto-renda.html" title="Como fica a nova tabela do Imposto de Renda após anúncio de Lula?" target="_self" rel="noopener">Como fica a nova tabela do Imposto de Renda após anúncio de Lula?</a> </li>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2023-05-01/preco-botijao-gas-sobe-estados.html" title="Botijão de gás fica mais caro a partir de hoje; veja a alta por estado" target="_self" rel="noopener">Botijão de gás fica mais caro a partir de hoje; veja a alta por estado</a> </li>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2023-05-01/aumento-salario-minimo-impacta-25--brasileiros.html" title="Aumento do salário mínimo impacta mais de 25% dos brasileiros" target="_self" rel="noopener">Aumento do salário mínimo impacta mais de 25% dos brasileiros</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">A pauta dos entregadores é uma das principais da gestão do ministro Luiz Marinho no comando da pasta do Trabalho e Emprego. A ideia é fazer com que os trabalhadores tenham acesso a direitos básicos, hoje negados a eles por não serem considerados funcionários das plataformas para as quais atuam.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2023-05-01/lula-cria-grupo-regulamentar-trabalho-entregadores-aplicativo.html#61d83e33-a103-4e2f-8533-713556dce122" rel="noopener">Economia</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/lula-cria-grupo-para-regulamentar-trabalho-de-entregadores-por-app/">Lula cria grupo para regulamentar trabalho de entregadores por app</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Justiça reconhece vínculo de emprego de entregadores com aplicativo</title>
		<link>https://fatomt.com.br/justica-reconhece-vinculo-de-emprego-de-entregadores-com-aplicativo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Sep 2022 11:40:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[emprego]]></category>
		<category><![CDATA[entregadores]]></category>
		<category><![CDATA[justi]]></category>
		<category><![CDATA[reconhece]]></category>
		<category><![CDATA[vinculo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foto : Divulgação/ TRT5 Tribunal Regional do Trabalho A 17ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho em São Paulo (TRT-SP) determinou que a Levoo Tecnologia e Serviços de Informações assine a Carteira de Trabalho de todos os entregadores cadastrados no aplicativo. A medida  A plataforma digital oferece serviços de entregas de produtos a empresas, e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/bs/bn/94/bsbn94b02mlhf3r01wdtelq30.jpg" width="906" height="509" alt="Tribunal Regional do Trabalho " title="Tribunal Regional do Trabalho "> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Foto : Divulgação/ TRT5</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Tribunal Regional do Trabalho </div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">A 17ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho em São Paulo (TRT-SP) determinou que a Levoo Tecnologia e Serviços de Informações assine a Carteira de Trabalho de todos os entregadores cadastrados no aplicativo. A medida </p>
<p>A plataforma digital oferece serviços de entregas de produtos a empresas, e repassa a demanda aos entregadores cadastrados. Em suas redes sociais, a empresa convoca motoristas para se cadastrarem como Micro Empreendedor Iindividual (MEI) para uma renda extra aos trabalhadores.</p>
<p>Para o Ministério Público do Trabalho, é possível reconhecer o vílculo empregativo pois há clara dependência da empresa sobre os entregadores, além do poder da empresa em assumir a gestão da mão-de-obra, supervisão e punição dos trabalhadores. </p>
<p> <strong>Entre no  <a href="https://economia.ig.com.br/2022-09-22/petrobras-volta-a-reduzir-preco-do-botijao-de-gas-em-6-nesta-sexta.html" target="_blank" rel="noopener" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2022-09-22/petrobras-volta-a-reduzir-preco-do-botijao-de-gas-em-6-nesta-sexta.html">canal do Brasil Econômico no Telegram</a> e fique por dentro de todas as notícias do dia . Siga também o  <a href="https://t.me/portalig" target="_blank" rel="noopener" data-mce-href="https://t.me/portalig">perfil geral do Portal iG</a> </strong> </p>
<p>O procurador do Trabalho e autor da ação, Rodrigo Castilho, afirma que &#8220;os entregadores da Levoo são empregados porque estão presentes os requisitos da relação de emprego. A conta do entregador no aplicativo é pessoal e intransferível, não sendo possível se fazer substituir por outro [&#8230;] não se trata de trabalho voluntário ou filantropia&#8221;.</p>
<p>De acordo com a decisão, a empresa deverá adotar novos o controle total da operação, incluindo a fiscalização do trajeto feito pelo profissional, a precificação do valor do frete e a pessoalidade do trabalhador, que é previamente aprovado pela plataforma.</p>
<p>Para a relatora do processo, Eliana Aparecida Pedroso, é falsa a ideia de que o entregador da Levoo é totalmente autônomo. Para a Desembargadora, o trabalho para o aplicativo interfere constantemente na sua agenda dos motoristas, as horas trabalhadas representam jornadas extensas e, muitas vezes, são a única fonte de renda dos motoristas. </p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2022-09-22/petrobras-volta-a-reduzir-preco-do-botijao-de-gas-em-6-nesta-sexta.html" title="Petrobras volta a reduzir preço do botijão de gás em 6% nesta sexta" target="_self" rel="noopener">Petrobras volta a reduzir preço do botijão de gás em 6% nesta sexta</a> </li>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2022-09-22/reajustes-salariais-inpc-agosto.html" title="43% dos reajustes salariais ficaram abaixo do INPC em agosto" target="_self" rel="noopener">43% dos reajustes salariais ficaram abaixo do INPC em agosto</a> </li>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2022-09-22/pobres-estao-foram-acostumados-a-nao-terem-profissao-diz-bolsonaro.html" title="'Pobres foram acostumados a não terem profissão', diz Bolsonaro" target="_self" rel="noopener">&#8216;Pobres foram acostumados a não terem profissão&#8217;, diz Bolsonaro</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">A decisão cita outros países que têm decidido pelo reconhecimento do vínculo empregatício entre os trabalhadores e as plataformas digitais, como o caso da Suprema Corte do Reino Unido, que definiu que os motoristas da Uber são funcionários da empresa e não trabalhadores autônomos.</p>
<p>A Justiça também estabeleceu multa diária de R$ 10 mil em caso de descumprimento da pena. A empresa tem até o fim do julgamento para estabelecer as novas medidas, caso não haja possibilidade de recurso.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2022-09-22/governo-estima-primeiro-ano-com-primeiro-superavit-primario-desde-2013.html" title="Governo estima primeiro ano com primeiro superávit primário desde 2013" target="_self" rel="noopener">Governo estima primeiro ano com primeiro superávit primário desde 2013</a> </li>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2022-09-22/inss-paga-inss-r--1-73-bilhao-aposentados.html" title="INSS paga R$ 1,73 bilhão em atrasados para aposentados; confira" target="_self" rel="noopener">INSS paga R$ 1,73 bilhão em atrasados para aposentados; confira</a> </li>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2022-09-22/petrobras-volta-a-reduzir-preco-do-botijao-de-gas-em-6-nesta-sexta.html" title="Petrobras volta a reduzir preço do botijão de gás em 6% nesta sexta" target="_self" rel="noopener">Petrobras volta a reduzir preço do botijão de gás em 6% nesta sexta</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">Em 2021, O Ministério Público do Trabalho registrou de mais de 600 inquéritos civis que denunciavam irregularidades envolvendo o vínculo de contratação de trabalhadores contra diferentes empresas de entrega pelo país.</p>
<p>O Portal iG tentou contato com a empresa, mas não tivemos retorno.</p>
<div class="Noticia_Embed"> <span class="componente-embed"> <iframe width="916" height="535" src="https://www.youtube.com/embed/A8H1nRNOq6o" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe> </span> </div>
<p class=""> <br data-mce-bogus="1"> </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2022-09-23/justica-reconhece-vinculo-de-emprego-entre-empregadores-e-aplicativo.html#d00fa49f-7ebf-461a-be66-6653f8132c24" rel="noopener">IG ECONOMIA</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/justica-reconhece-vinculo-de-emprego-de-entregadores-com-aplicativo/">Justiça reconhece vínculo de emprego de entregadores com aplicativo</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Lula quer retomar direitos trabalhistas e ampliar para entregadores</title>
		<link>https://fatomt.com.br/lula-quer-retomar-direitos-trabalhistas-e-ampliar-para-entregadores/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Sep 2022 12:40:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[ampliar]]></category>
		<category><![CDATA[direitos]]></category>
		<category><![CDATA[entregadores]]></category>
		<category><![CDATA[retomar]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reprodução/Twitter &#8211; 06.09.2022 Lula O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que vai e trabalhar desde o primeiro dia de governo, e eleito, para garantir a retomada de direitos trabalhistas, incluindo os trabalhadores de aplicativos, como motoristas e entregadores. “Acabaram com a carteira profissional. Eu quero saber, cadê os empregos criados pela carteira verde [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/lula-quer-retomar-direitos-trabalhistas-e-ampliar-para-entregadores/">Lula quer retomar direitos trabalhistas e ampliar para entregadores</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/ex/jq/g5/exjqg5zgo9j0vwfn294x4vyvz.jpg" width="906" height="509" alt="Lula " title="Lula "> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Reprodução/Twitter &#8211; 06.09.2022</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Lula </div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que vai e trabalhar desde o primeiro dia de governo, e eleito, para garantir a retomada de direitos trabalhistas, incluindo os trabalhadores de aplicativos, como motoristas e entregadores. </p>
<p>“Acabaram com a carteira profissional. Eu quero saber, cadê os empregos criados pela carteira verde e amarela? O que nós temos são milhões de trabalhadores na economia informal, sem nenhum direito, sem descanso semanal remunerado, trabalhadores sem direito a férias, sem direito a seguridade social. E eles ainda inventaram que as pessoas são microempreendedores”, lamentou Lula nesta quinta-feira (08), em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.</p>
<h3>Entre no <a href="https://t.me/iGBrasilEconomico" target="_blank" rel="noopener" data-mce-href="https://t.me/iGBrasilEconomico"> canal do Brasil Econômico no Telegram</a> e fique por dentro de todas as notícias do dia. Siga também o  <a href="https://t.me/portalig" target="_blank" rel="noopener" data-mce-href="https://t.me/portalig">perfil geral do Portal iG </a> </h3>
<p>O candidato do PT ao Planalto afirma que irá rever pontos da reforma trabalhista aprovada por Michel Temer, mas que não voltará com a CLT antiga, mas modernizará o texto prevendo novas formas de trabalho. </p>
<p>O ex-presidente deu como exemplo os trabalhadores de aplicativos.</p>
<p>“O que nós queremos é que esse trabalhador tenha direitos, que ele possa ter Natal, Ano Novo. Esse são direitos que, podem ter certeza, se a gente ganhar as eleições, a partir do dia 1º de janeiro a gente vai começar a discutir os direitos do povo brasileiro de volta. Nós abolimos a escravidão em 1888 e não queremos mais ser escravo de ninguém”, completou.</p>
<p>Lula também voltou a falar em <a href="https://economia.ig.com.br/2022-09-09/lula-salario-minimo-pib-aumento.html" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2022-09-09/lula-salario-minimo-pib-aumento.html">reajustar salários acima da inflação</a> .</p>
<p>&#8220;Esperem e se preparem, porque, a partir de janeiro, o salário mínimo vai aumentar todo ano, de acordo com o crescimento da nossa economia, porque tem 29 milhões de aposentados, todos ganhando salário mínimo e quase 59 milhões de pessoas ganhando até um salário mínimo&#8221;, afirmou o candidato.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li>  <a href="https://economia.ig.com.br/2022-09-09/mega-sena-acumula.html" title="Nenhuma aposta acerta dezenas da Mega-Sena; prêmio vai a R$ 70 milhões" target="_self" rel="noopener">Nenhuma aposta acerta dezenas da Mega-Sena; prêmio vai a R$ 70 milhões</a> </li>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2022-09-09/ciro-gomes-teto-de-gastos.html" title="Ciro Gomes propõe revogação de teto de gastos para melhorar educação" target="_self" rel="noopener">Ciro Gomes propõe revogação de teto de gastos para melhorar educação</a> </li>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2022-09-09/bolsonaro-aumenta-dados-do-auxilio-brasil.html" title="Em campanha, Bolsonaro infla valor do Auxílio Brasil em mais R$ 200" target="_self" rel="noopener">Em campanha, Bolsonaro infla valor do Auxílio Brasil em mais R$ 200</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">Para conseguir realizar as medidas, Lula pediu que os eleitores votem em candidatos aliados da sua base. </p>
<p>&#8220;Um presidente da República tem que ter um time. E o meu time são candidatos a deputado que vão me ajudar a desfazer aquilo que Temer e Bolsonaro fizeram&#8221;, disse. </p>
<div class="Noticia_Embed"> <span class="componente-embed"> <iframe width="853" height="480" src="https://www.youtube.com/embed/--OJE3hi1Oo" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe> </span> </div>
<p class=""> <br data-mce-bogus="1"> </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2022-09-09/lula-trabalhadores-direitos.html#55de8fb4-ad13-4592-95e2-e7625e2f6770" rel="noopener">IG ECONOMIA</a></p>
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		<title>iFood não revelou jornada de trabalho de entregadores na CPI dos Apps</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Aug 2022 11:35:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[entregadores]]></category>
		<category><![CDATA[ifood]]></category>
		<category><![CDATA[jornada]]></category>
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		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Richard Lourenço/Câmara Municipal de São Paulo Vereadores de São Paulo (SP) visitam sede do iFood em Osasco (SP) “Eu vou repetir mais uma vez: os senhores tomaram conhecimento dessa pesquisa?”. Por três vezes a vereadora Luana Alves (PSOL) perguntou aos representantes das agências Benjamim Comunicação e Social Qi (SQi) sobre dados da jornada de trabalho [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/87/8c/8p/878c8pjscklvsyibj2nxoam8o.jpg" width="906" height="509" alt="Vereadores de São Paulo (SP) visitam sede do iFood em Osasco (SP)" title="Vereadores de São Paulo (SP) visitam sede do iFood em Osasco (SP)"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Richard Lourenço/Câmara Municipal de São Paulo</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Vereadores de São Paulo (SP) visitam sede do iFood em Osasco (SP)</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">“Eu vou repetir mais uma vez: os senhores tomaram conhecimento dessa pesquisa?”. Por três vezes a vereadora Luana Alves (PSOL) perguntou aos representantes das agências Benjamim Comunicação e Social Qi (SQi) sobre dados da jornada de trabalho dos entregadores vinculados ao <a href="https://economia.ig.com.br/2022-04-04/ifood-boicota-manifestacao-entregadores.html" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2022-04-04/ifood-boicota-manifestacao-entregadores.html">iFood</a> . As perguntas foram feitas durante a última sessão da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Aplicativos, na manhã da terça-feira, 2 de agosto, na Câmara Municipal de São Paulo.</p>
<p>Apesar do repetido silêncio dos representantes das agências — convocados para depor na Comissão após a publicação de investigação da Agência Pública, “A máquina oculta de propaganda do Ifood” — a parlamentar reiterou seus questionamentos pois, como revelado, as agências haviam acessado pesquisas internas do iFood datadas entre fevereiro e abril de 2021 que contém informações de interesse público. </p>
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<p>À CPI dos Apps, o iFood informou apenas dados relativos à média de horas logadas por entregadores no município de São Paulo. Não teriam sido repassados os detalhes sobre rotina e horas trabalhadas, coletados em pesquisa encomendada pela empresa. </p>
<p class="">Segundo os resultados de um estudo nacional que traça um raio-X dos entregadores, encomendado pelo iFood para o Instituto Locomotiva e revelado pela reportagem da Pública, cerca de 61% dos entregadores declararam trabalhar sete dias por semana. E apenas 8% declarou que faz entregas com o iFood cinco vezes por semana. O levantamento foi feito em março de 2021, por meio de entrevistas com 1484 entregadores em todo o país, selecionados a partir de uma base de dados nacional do iFood e tem margem de erro declarada de 2.5 pontos percentuais. </p>
<div class="Noticia_Embed"> <span class="componente-embed-noticia"> <img decoding="async" loading="lazy" src="https://apublica.org/wp-content/webp-express/webp-images/uploads/2022/08/cpi-2-ifood-nao-revelou-dados-da-jornada-de-trabalho-de-entregadores-na-cpi-dos-apps-1536x863.jpeg.webp" style="width: 100%;height: auto"> </span> </div>
<p>Segundo a mesma pesquisa Locomotiva, cerca de 47% dos entregadores declararam trabalhar mais de 10 horas por dia e 17% fazem uma jornada de mais de 12 horas de trabalho diariamente. </p>
<p>Esses dados, entregues ao iFood pelo instituto de pesquisa contratado e posteriormente repassados às agências de publicidade no material obtido pela reportagem, são diferentes do que foi apresentado na CPI pelo diretor de relações governamentais da empresa de delivery. Na sessão do dia 7 de dezembro de 2021, bem antes da reportagem da Pública, quando os vereadores perguntaram quantas horas um entregador trabalha em média, João Sabino afirmou que “a maior parte dos entregadores fica logado no aplicativo cerca de 60 horas por mês”. O que, como explicou Sabino, daria uma jornada de 3 horas diárias, considerando 5 dias de semana de trabalho. </p>
<p>Na ocasião, a resposta do diretor do iFood foi recebida com incredulidade pelos parlamentares, que pediram para Sabino repetir a informação. Entregadores que haviam prestado depoimento na CPI no mês anterior haviam apontado que jornadas de mais de 10 horas diárias eram muito comuns. Questionado pela segunda vez, o representante reiterou que “cerca de 70% dos entregadores passam menos de 60h por mês logados no app”. </p>
<p>O dado apresentado à CPI, como declarado pelo representante, corresponde somente às horas logadas na plataforma. Procurado pela Pública, o iFood explicou que este número informado por Sabino se refere apenas ao município de São Paulo, sendo uma “média de tempo logado de todas as pessoas entregadoras com cadastro ativo na plataforma no Município de São Paulo no mês de setembro de 2021”. Segundo a empresa, a informação diz respeito somente à média de tempo, considerando o número geral de pessoas com cadastro ativo.  </p>
<p>Os dados apresentados pelo iFood à CPI foram coletados utilizando uma metodologia diferente do estudo Locomotiva e produzidos cerca de seis meses após o levantamento de nível nacional. Em resposta à Pública, o iFood frisou que os dados apresentados à CPI têm fundamentos diferentes do que foi coletado pelo Locomotiva, além de terem sido captados em outro contexto: somente no município de São Paulo e em um período com menos restrição de circulação por conta do arrefecimento da pandemia da Covid-19. </p>
<p>O estudo Locomotiva entrevistou entregadores e colheu dados relativos ao trabalho na plataforma, não apenas ao tempo de permanência logado. À CPI, não foram informados outros detalhes solicitados sobre a rotina e a jornada de trabalho, para além da média geral das ‘horas logadas’, segundo apurado junto à vereadores que integram à CPI.</p>
<p>À reportagem, o iFood declarou que “respondemos todas as perguntas feitas pelos vereadores e vereadoras, e respondemos todas as solicitações de informações que nos foram feitas”. </p>
<p class="">A Pública acessou os dois levantamentos de abrangência nacional encomendados pelo iFood ao Locomotiva e que apresentam resultados mais detalhados do que foi informado pela empresa à CPI. Um deles, feito em fevereiro de 2021 e que reuniu respostas de 2643 entregadores de todo país, indica que a maior parte dos entregadores (59%) trabalha mais de seis horas por dia, durante seis ou mais dias por semana. Essa pesquisa também foi elaborada pelo Instituto Locomotiva e utilizou a base de dados do PNAD Covid para calcular a amostragem. </p>
<div class="Noticia_Embed"> <span class="componente-embed-noticia"> <img decoding="async" loading="lazy" src="https://apublica.org/wp-content/webp-express/webp-images/uploads/2022/08/entregador-ifood-ifood-nao-revelou-detalhes-da-jornada-de-trabalho-de-entregadores-na-cpi-dos-apps-1536x1024.jpg.webp%20" style="width: 100%;height: auto"> </span> </div>
<p>Alguns resultados desse levantamento foram publicizados pelo iFood em textos publicados no site da empresa e apareceram também na Câmara dos Deputados, em uma fala de representante da Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec), que engloba o iFood e outras plataformas de delivery, durante uma audiência pública na Câmara dos Deputados, focada em discutir projetos de regulação para o trabalho dos entregadores. No entanto, as informações detalhadas sobre a jornada de trabalho coletadas no mesmo levantamento não foram divulgadas.</p>
<p>Em um dos slides exibido na audiência, foi apresentado que apenas 15% dos entregadores cumpririam jornada de mais de 40 horas semanais. Segundo a apresentação, esta seria uma informação de âmbito nacional fornecida pelas empresas que integram a associação. Na ocasião, o dado foi contestado por entregadores que estavam presentes. </p>
<p>Questionado sobre este dado específico, o iFood declarou que não poderia falar em nome de todo o setor.</p>
<p>Como o Instituto Locomotiva não pode comparecer na CPI e pediu reagendamento de sua participação — seu representante se encontrava fora do país — os vereadores tentaram conseguir detalhes sobre a jornada de trabalho com as agências. Como revelado na reportagem da Pública, as equipes da Benjamim Comunicação e Social Qi (SQi) tiveram acesso aos levantamentos que detalham a jornada de trabalho dos entregadores, a nível nacional. </p>
<h3>“Ficaremos em silêncio” </h3>
<p>“Eu pergunto para os senhores sobre esses dados [da jornada de trabalho] porque esta é uma informação de interesse público — de interesse nosso porque quando um entregador se acidenta é o poder público que arca”, disse Luana Alves na sessão.</p>
<p>Como as agências tiveram acesso aos resultados detalhados dos levantamentos nacionais encomendados pela empresa de delivery, havia a expectativa de que as informações pudessem enfim vir a público na sessão em que representantes da Benjamim e SQi compareceram.</p>
<p>Após dois convites para participação que não foram atendidos, a Comissão Parlamentar de Inquérito intimou os representantes das agências para depor. Munidos de decisão liminar em Habeas Corpus e acompanhados de advogados, os representantes se negaram a responder quaisquer perguntas dos parlamentares. </p>
<p>Para representar a Benjamim Comunicação, compareceu Luis Flávio Guimarães Marques, sócio-administrador da agência e publicitário famoso no mundo do marketing político. Mais conhecido como Lula Guimarães, foi o responsável pelas campanhas de Eduardo Campos e Geraldo Alckmin à presidência e João Dória a prefeitura de São Paulo.</p>
<p class="">Representando a Social Qi, compareceu Daniel Braga, sócio da empresa e que foi um dos responsáveis pela campanha de João Dória ao governo de São Paulo. Foi a SQi quem criou o termo ‘BolsoDória’ durante a campanha e que gerenciou a comunicação do político pós-eleição. </p>
<div class="Noticia_Embed"> <span class="componente-embed-noticia"> <img decoding="async" loading="lazy" src="https://apublica.org/wp-content/webp-express/webp-images/uploads/2022/08/cpi-3-ifood-nao-revelou-dados-da-jornada-de-trabalho-de-entregadores-na-cpi-dos-apps-1536x703.jpeg.webp" style="width: 100%;height: auto"> </span> </div>
<p>Ambos representantes solicitaram o Habeas Corpus para terem assegurado o direito de “permanecer em silêncio quando indagados sobre fatos que impliquem autoincriminação”. O advogado da Benjamim declarou que o representante da agência não responderia as perguntas dos vereadores em função de outros procedimentos que estão em curso — MPT e MPF estão investigando a atuação das agências — e das cláusulas contratuais assinadas pela empresa. </p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
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</ul>
</aside>
</div>
<p class="">Ainda que a apresentação de Habeas Corpus por representantes de empresas convocadas seja uma prática comum, na CPI dos Apps até então nenhuma entidade tinha usado o instrumento para se negar a fornecer qualquer informação. O direito de ficar em silêncio havia sido utilizado em depoimentos anteriores somente para não responder algumas perguntas específicas. </p>
<p>A utilização do Habeas Corpus para negar qualquer esclarecimento à Comissão gerou indignação nos vereadores durante a sessão de 2 de agosto. “Aqui vieram vários convidados que mesmo com habeas corpus nos ajudaram no sentido de construir um relatório”, declarou Adilson Amadeu (UNIÃO BRASIL), que preside a CPI.</p>
<p>“Nunca se teve essa postura de nem iniciar o diálogo”, registrou Luana Alves. A vereadora fez 14 perguntas às agências e obteve como resposta em todas variações da frase “vamos permanecer em silêncio”. Ao final da sessão, Alves lamentou o que chamou de “postura de zero colaboração com o interesse público”.</p>
<p>Antes de avisar que se negariam a responder às questões da Comissão, contudo, o representante da Benjamim Comunicação leu uma carta. Segundo o texto, a Benjamim Comunicação foi contratada pelo iFood em um período de crise para melhorar a comunicação da empresa com os entregadores. A carta argumenta que a agência não fez propaganda e que todas as ações foram uma estratégia de escuta social. </p>
<p>Ainda segundo a carta, “é ou ingenuidade ou um equívoco considerar que as estratégias de escuta social poderiam influenciar os entregadores”. Segundo a agência, as estratégias empregadas obtiveram sucesso em estabelecer diálogo com os entregadores dado que ao fim do trabalho foi realizado o I Fórum de Entregadores do iFood.</p>
<p>O evento reuniu entregadores selecionados pela empresa para discutir demandas da categoria e gerou uma carta de compromissos assinada pela empresa. Para o encontro, que ocorreu a portas fechadas, não foram convidados representantes do Sindicato dos Motofretistas de São Paulo ou da Associação Brasileira de Motoboys (AMABR) que são lideranças políticas estabelecidas na categoria. </p>
<h3>Dados de pesquisas </h3>
<p>Em diversas ocasiões, o iFood reiterou publicamente que a maioria de seus entregadores trabalha poucas horas por dia, utilizando o aplicativo apenas como um complemento de renda. Na CPI, João Sabino declarou que “apenas um pequeno residual [de entregadores] utiliza o aplicativo uma média de 148h por mês”, o que daria 7 horas diárias de trabalho, considerando cinco dias por semana. </p>
<p>Em textos publicados no site da empresa ou em reportagens da imprensa baseadas nos dados das pesquisas encomendadas pelo iFood, são divulgados dados mais favoráveis à empresa, como os números que indicam que os entregadores preferem o atual sistema de entregas em comparação ao regime CLT. Segundo o levantamento, dois em cada três entregadores de delivery preferem a autonomia ao registro em carteira.</p>
<p>A narrativa de que o trabalho com entregas é um complemento de renda para a maioria dos entregadores é repetida pela empresa de delivery em audiências e debates públicos que tratam da regulamentação do trabalho de entregas. </p>
<p>Uma das pesquisas elaboradas pelo Instituto Locomotiva indica que 8 em cada 10 entregadores têm o delivery como a principal fonte de renda. Segundo o levantamento, apenas 13% dos trabalhadores utilizam o aplicativo como renda extra.</p>
<p>A Pública entrevistou o presidente do Locomotiva, Renato Meirelles, sobre os dados do estudo Raio-X dos Entregadores, encomendado pela empresa de delivery. Meirelles informou que o Locomotiva elabora estudos sobre o universo do trabalho para aplicativos e plataformas há anos. Além das pesquisas feitas para o iFood, o Instituto já produziu dados para o Uber e para o Projeto Fairwork  — projeto liderado pela Universidade de Oxford que visa melhorar as condições do trabalho em plataformas digitais. </p>
<p>“Esse é um tema de estudo nosso. E eu estou absolutamente seguro dos dados nas nossas pesquisas”, disse Meirelles quando perguntado sobre os resultados específicos das pesquisas sobre a realidade do entregador. “Mas é importante notar que uma pesquisa, justamente por ser um retrato, tem variáveis que influenciam nos resultados. Os resultados dependem da pergunta que é feita, de como ela é feita e quando é feita”, explicou. Segundo ele, diferentes metodologias de pesquisa levam a resultados diferentes. </p>
<p>“Em resumo, o iFood nos procurou para entender qual era o perfil do entregador. Fizemos as pesquisas e quem recebe os dados decide qual dado publica e qual dado não publica”, disse Meirelles. Parte dos resultados do estudo entregue apareceu em anúncios da empresa e na mídia, apontou. “O nosso trabalho no Locomotiva é produzir dados para um debate justo baseado na verdade factual, foi isso que fizemos”, declarou. Meirelles afirmou ainda que comparecerá na próxima sessão da CPI, marcada para esta terça-feira, 9 de agosto. </p>
<p class="">“O iFood veio aqui [na CPI] e falou que a maioria usa [o aplicativo] como complemento de renda. Mas isso não é verdade”, disse Luana Alves. Para a vereadora, a segunda convocação para o Instituto Locomotiva representa agora a possibilidade de acessar os levantamentos sobre a jornada de trabalho. </p>
<h3>Outro lado </h3>
<p>As agências Benjamim e Social Qi foram procuradas pela reportagem mas não retornaram até a publicação. A Agência Pública se mantém aberta a receber novos esclarecimentos dos citados na reportagem. Em relação aos questionamentos enviados ao iFood, reproduzimos sua nota na íntegra: </p>
<p>“Desde o primeiro dia em que o iFood foi convidado para participar da CPI dos apps da Câmara Municipal de São Paulo frisamos o nosso compromisso de colaborar com os Vereadores da Casa, compartilhamos informações e recebemos uma comitiva em nosso escritório.</p>
<p> Respondemos todas as perguntas feitas pelos vereadores e vereadoras, e respondemos todas as solicitações de informações que nos foram feitas. Algumas destas informações foram respondidas em ofícios com pedido de confidencialidade, já que contém dados estratégicos de negócios. Essas informações ficam à disposição de todos os vereadores integrantes da CPI para a realização de seu trabalho, mas permanecem protegidos nos termos da Lei, o que garante o seu sigilo.</p>
<p>Voltando aos questionamentos da Agência Pública sobre a comparação entre pesquisas e dados disponibilizados pelo iFood aos vereadores da CMSP, entendemos que é necessário trazer alguns esclarecimentos. Ao falar sobre pesquisas é importante considerar pontos determinantes para os resultados do trabalho como: metodologia, universo amostral, data de realização do estudo/campo, perfil da amostra estudada e as informações que se obtiveram. Assim, evita-se misturar conceitos e fazer comparações equivocadas. Destacamos que as pesquisas avaliadas têm fundamentos diferentes: </p>
<ul>
<li>Loco</li>
</ul>
<p>Portanto, embora a um primeiro olhar pareça que as pesquisas fazem a mesma análise, esta não é uma afirmação correta. Os universos são diferentes (Brasil vs. cidade de São Paulo): uma utilizou perguntas em um questionário online; a outra analisou uma base de dados; e os períodos são distantes 6 meses um do outro, contando com significativas mudanças na dinâmica social das cidades,.</p>
<p>Para recordar, no período da realização do campo da pesquisa da Locomotiva, o Brasil enfrentava o pior momento em número de casos registrado até então desde o início da pandemia, com média de 73 mil casos em 7 dias. No período da análise dos dados do iFood o cenário era bem diferente, com média de 18 mil casos em 7 dias, uma queda de 75%. (Fonte: JHU CSSE COVID-19 Data)</p>
<p>Analisar metodologias e dados é uma ciência complexa, que requer cuidado e atenção, e para a qual contamos com o auxílio de especialistas no assunto para fazer com responsabilidade.</p>
<p class="">Nosso compromisso é continuar aprendendo, colaborando e melhorando as nossas práticas de mercado, especialmente aquelas que tocam os entregadores e entregadoras da plataforma. A verdade é que avançamos muito e inclusive ajudamos a definir novas práticas para o mercado de delivery como um todo. Mas nós sabemos também que precisamos fazer mais – e vamos”.</p>
<div class="Noticia_Embed"> <span class="componente-embed"> <iframe width="853" height="480" src="https://www.youtube.com/embed/L4Xe2G6vKoE" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe> </span> </div>
<p class=""> <br data-mce-bogus="1"> </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2022-08-09/ifood-cpi-trabalhadores-horario.html#0b8a7ec4-82dd-4344-8fe9-7c165bad6ec0" rel="noopener">IG ECONOMIA</a></p>
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		<title>Projeto amplia garantias a entregadores de aplicativo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Jul 2022 19:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[amplia]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[entregadores]]></category>
		<category><![CDATA[garantias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os entregadores que trabalham para aplicativos de entrega pela internet — definidos como plataformas que atuam como intermediárias entre fornecedores de produtos e consumidores — poderão contar com seguro contra acidentes sem franquia. O objetivo do PL 800/2022, de autoria do senador Mecias de Jesus (Republicanos-RR), é assegurar condições mínimas de trabalho para os entregadores. O PL [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span><span style="color: #202124"><span><span>Os entregadores que </span></span></span></span><span><span style="color: #202124"><span><span>trabalham </span></span></span></span><span><span style="color: #202124"><span><span>para </span></span></span></span><span><span style="color: #202124"><span><span>aplicativos</span></span></span></span><span><span style="color: #202124"><span><span> de </span></span></span></span><span><span style="color: #202124"><span><span>entrega pela </span></span></span></span><span><span style="color: #202124"><span><span>internet — </span></span></span></span><span><span style="color: #202124"><span><span>definidos como plataformas </span></span></span></span><span><span style="color: #202124"><span><span>que atuam como intermediári</span></span></span></span><span><span style="color: #202124"><span><span>a</span></span></span></span><span><span style="color: #202124"><span><span>s entre fornecedores de produtos e consumidores —</span></span></span></span><span><span style="color: #202124"><span><span> poderão contar com seguro contra acidentes </span></span></span></span><span><span style="color: #202124"><span><span>sem franquia. O objetivo do <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/152566">PL 800/2022</a>, de autoria do senador <span>Mecias de Jesus </span><span>(Republicanos-RR), </span>é assegurar condições mínimas de trabalho para os entregadores. O PL está sob análise da Comissão de Assuntos Sociais (CAS).</span></span></span></span></p>
<p><span><span style="color: #202124"><span><span>Além do seguro contra acidentes a ser contratado pela empresa do aplicativo, tendo o entregador como beneficiário, o PL estabelece que a exclusão do entregador da plataforma deverá ser devidamente fundamentada e comunicada com antecedência mínima de três dias úteis, exceto em caso de suspeita de infração penal praticada pelo entregador. </span></span></span></span><span><span style="color: #202124"><span><span>As empresas que descumprirem as determinações estarão sujeitas a advertência e multa.</span></span></span></span></p>
<p><span><span style="color: #202124"><span><span>O </span></span></span></span><span><span style="color: #202124"><span><span>autor do projeto </span></span></span></span><span><span style="color: #202124"><span><span>chamou atenção para o importante papel </span></span></span></span><span><span style="color: #202124"><span><span>desses </span></span></span></span><span><span style="color: #202124"><span><span>trabalhadores </span></span></span></span><span><span style="color: #202124"><span><span>durante a </span></span></span></span><span><span style="color: #202124"><span><span>crise da covid-19, </span></span></span></span><span><span style="color: #202124"><span><span>quando o volume de atendimento por </span></span></span></span><span style="color: #202124">delivery </span><span><span style="color: #202124"><span><span>aumentou substancialmente. Ele</span></span></span></span><span><span style="color: #202124"><span><span> lamentou as condições precárias desse modelo de trabalho </span></span></span></span><span><span style="color: #202124"><span><span>e cobrou uma solução que leve em conta o valor social do trabalho e a dignidade da pessoa humana</span></span></span></span><span><span style="color: #202124"><span><span>.</span></span></span></span></p>
<p><span><span style="color: #202124">“<span><span>Não é razoável, por exemplo, que o trabalhador suporte os elevados riscos de acidentes inerentes a dinâmica das entregas realizadas por meio de motocicletas sem estar acobertado por um seguro. Tem que haver uma contrapartida. Não é justo exercer uma atividade de alto risco, lucrativa, sem que o mínimo de segurança seja oferecido”, </span></span></span></span><span><span style="color: #202124"><span><span>justifica Mecias.</span></span></span></span></p>
<p><span><span style="color: #202124"><span><span>Conforme lembrou o senador, a <a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:2022-01-05;14297">Lei 14.297/2022</a> proporcionou garantias aos entregadores de aplicativos, mas a vigência da norma foi limitada ao período de emergência sanitária decorrente da covid-19.</span></span></span></span></p>
<p><span><span style="color: #202124"><span><span>O senador Paulo Paim </span></span></span></span><span><span style="color: #202124"><span><span>(PT-RS) </span></span></span></span><span><span style="color: #202124"><span><span>emitirá relatório </span></span></span></span><span><span style="color: #202124"><span><span>na CAS. Em seguida, o projeto será apreciado pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE)</span></span></span></span><span><span style="color: #202124"><span><span>, em decisão terminativa: </span></span></span></span><span><span style="color: #202124"><span><span>se aprovado e não houver recurso para votação em Plenário, o texto segue para análise da Câmara dos Deputados.</span></span></span></span></p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2022/07/20/projeto-amplia-garantias-a-entregadores-de-aplicativo#dfb0c8b1-c287-4ffb-9d15-1d560ce1e413" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Uber aceita piso salarial a motoristas e entregadores na Austrália</title>
		<link>https://fatomt.com.br/uber-aceita-piso-salarial-a-motoristas-e-entregadores-na-australia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jun 2022 20:05:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[aceita]]></category>
		<category><![CDATA[australia]]></category>
		<category><![CDATA[entregadores]]></category>
		<category><![CDATA[motoristas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Bruno Gall De Blasi Uber apoia legislação que regula o salário dos motoristas na Austrália Nesta terça-feira (28) a Uber divulgou um comunicado sobre uma legislação ainda em discussão na Austrália que garante um fornecimento de um piso salarial para os motoristas e entregadores locais da empresa, além da autorização da criação de sindicatos pelos [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/4n/p3/3q/4np33qi495an7sl9i7m3m2ir7.jpg" width="906" height="509" alt="Uber apoia legislação que regula o salário dos motoristas na Austrália" title="Uber apoia legislação que regula o salário dos motoristas na Austrália"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Bruno Gall De Blasi</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Uber apoia legislação que regula o salário dos motoristas na Austrália</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Nesta terça-feira (28) a Uber divulgou um comunicado sobre uma legislação ainda em discussão na Austrália que garante um fornecimento de um piso salarial para os motoristas e entregadores locais da empresa, além da autorização da criação de sindicatos pelos trabalhadores.</p>
<p>Depois de um longo período de negociações entre a associação de trabalhadores de transporte da Austrália e a empresa, o acordo garante o direito da união de sindicatos e coletivas pelos trabalhadores e impõe parâmetros para benefícios, salários e condições de trabalho para os motoristas e entregadores da Uber.</p>
<p> <strong>Entre no  <a title="canal do Brasil Econômico no Telegram" href="https://t.me/iGBrasilEconomico" data-mce-href="https://t.me/iGBrasilEconomico">canal do Brasil Econômico no Telegram</a> e fique por dentro de todas as notícias do dia. Siga também o  <a title="perfil geral do Portal iG" href="https://t.me/portalig" data-mce-href="https://t.me/portalig">perfil geral do Portal iG</a> </strong> </p>
<p class="">A decisão da Uber acontece depois da vitória do partido trabalhista australiano. As mudanças atuais fazem parte de um projeto para criar padrões para os trabalhadores de plataformas digitais que utilizam a mão de obra de seus funcionários sem vínculos empregatícios com as empresas.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
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<ul>
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</ul>
</aside>
</div>
<p class="">&#8220;TWU (Transport Workers Union, o sindicato nacional de trabalhadores do transporte na Austrália) e Uber apoiam a segurança regulatória para as plataformas e a criação de benefícios e parâmetros mínimos para os trabalhadores que não têm vínculos como empregados, preservando a flexibilidade inerente ao trabalho na plataforma&#8221;, disseram a empresa e o sindicato em comunicado conjunto. </p>
<p>Outras medidas semelhantes já foram tomadas em países como o Reino Unido e Canadá, além de serem aplicadas em diversos estados americanos. </p>
<p>Segundo a Uber, os trabalhadores também poderão se unir em sindicatos e fazer negociações coletivas para a categoria.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2022-06-28/uber-aceita-piso-salarial-para-motoristas-australia.html#0a65bd51-f7c5-4ffb-aaea-efcc376141ae" rel="noopener">IG ECONOMIA</a></p>
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		<item>
		<title>Projeto de lei prevê a identificação de entregadores de empresas de aplicativos</title>
		<link>https://fatomt.com.br/projeto-de-lei-preve-a-identificacao-de-entregadores-de-empresas-de-aplicativos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jun 2022 12:35:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativos]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[entregadores]]></category>
		<category><![CDATA[identifica]]></category>
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		<category><![CDATA[projeto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Senado analisar&#225; projeto de lei (PL) 1.098/2022&#160;que determina a identifica&#231;&#227;o detalhada dos entregadores de empresas de aplicativo e de entrega de mercadorias. O texto tem objetivo de coibir crimes envolvendo falsos entregadores e garantir mais prote&#231;&#227;o para os usu&#225;rios. A proposta &#233; do senador Giordano (MDB-SP) e aguarda designa&#231;&#227;o de relator na Comiss&#227;o de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.0 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/REC-html40/loose.dtd"><br />
<html><body></p>
<div id="infocoweb" class="infocoweb">
<div id="infocoweb_cabecalho" class="infocoweb_cabecalho"></div>
<div id="infocoweb_corpo" class="infocoweb_corpo">
<p style="text-align: justify">O Senado analisar&aacute; projeto de lei (PL) <a class="external-link" href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/152910" target="_self" title="" rel="noopener">1.098/2022</a>&nbsp;que determina a identifica&ccedil;&atilde;o detalhada dos entregadores de empresas de aplicativo e de entrega de mercadorias. O texto tem objetivo de coibir crimes envolvendo falsos entregadores e garantir mais prote&ccedil;&atilde;o para os usu&aacute;rios. A proposta &eacute; do senador Giordano (MDB-SP) e aguarda designa&ccedil;&atilde;o de relator na Comiss&atilde;o de Assuntos Sociais (CAS).</p>
<p><audio preload="auto" src="https://www12.senado.leg.br/radio/@@audio/970d4c74-d9b4-459f-85ca-a03937cbf7eb?download"></audio></p>
</div>
<div id="infocoweb_rodape" class="infocoweb_rodape">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/audios/2022/06/projeto-de-lei-preve-a-identificacao-de-entregadores-de-empresas-de-aplicativos#263" rel="noopener">Ag&ecirc;ncia Senado</a></div>
</div>
<p><script src="https://gestor.infocoweb.com.br/analytics_content.js?a=263&amp;b=1203089&amp;c=7501624"></script></body></html></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/projeto-de-lei-preve-a-identificacao-de-entregadores-de-empresas-de-aplicativos/">Projeto de lei prevê a identificação de entregadores de empresas de aplicativos</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Sem entregadores saberem, iFood tem contrato com direitos trabalhistas</title>
		<link>https://fatomt.com.br/sem-entregadores-saberem-ifood-tem-contrato-com-direitos-trabalhistas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 May 2022 15:35:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[contrato]]></category>
		<category><![CDATA[direitos]]></category>
		<category><![CDATA[entregadores]]></category>
		<category><![CDATA[ifood]]></category>
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		<category><![CDATA[trabalhistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reprodu&#231;&#227;o/Twitter/@jairomalta Sem entregadores saberem, iFood tem contrato com direitos trabalhistas No cruzamento da Avenida Faria Lima com a Rua dos Pinheiros &#8212; regi&#227;o da capital paulista que concentra muitos bares e restaurantes &#8212;, um grupo de entregadores se encontrou no dia 18 de abril para questionar as&#160; condi&#231;&#245;es de trabalho para o iFood, como atrasos [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/sem-entregadores-saberem-ifood-tem-contrato-com-direitos-trabalhistas/">Sem entregadores saberem, iFood tem contrato com direitos trabalhistas</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.0 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/REC-html40/loose.dtd"><br />
<html><body></p>
<div id="infocoweb" class="infocoweb"><meta name="robots" content="noindex"><meta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div id="infocoweb_cabecalho" class="infocoweb_cabecalho"><a target="_blank" href="https://www.ig.com.br/" rel="noopener"><img decoding="async" src="https://gestor.infocoweb.com.br/images/logo_ig.png" alt="source"></a></div>
<div id="infocoweb_corpo" class="infocoweb_corpo">
<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/9y/jc/k1/9yjck1v3xino72uqhz9lkcvx7.jpg" width="906" height="509" alt="Sem entregadores saberem, iFood tem contrato com direitos trabalhistas" title="Sem entregadores saberem, iFood tem contrato com direitos trabalhistas"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Reprodu&ccedil;&atilde;o/Twitter/@jairomalta</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Sem entregadores saberem, iFood tem contrato com direitos trabalhistas</div>
</figcaption></figure>
</div>
<p class="">No cruzamento da Avenida Faria Lima com a Rua dos Pinheiros &mdash; regi&atilde;o da capital paulista que concentra muitos bares e restaurantes &mdash;, um grupo de entregadores se encontrou no dia 18 de abril para questionar as&nbsp; <a href="https://apublica.org/2021/10/aplicativos-de-delivery-a-nova-faceta-do-trabalho-infantil/" target="_blank" rel="noopener" data-mce-href="https://apublica.org/2021/10/aplicativos-de-delivery-a-nova-faceta-do-trabalho-infantil/">condi&ccedil;&otilde;es de trabalho</a> para o iFood, como atrasos no pagamento e bloqueios no aplicativo.</p>
<p>Entre eles, Ant&ocirc;nio*, 28 anos, estava irritado porque aquele era o quarto dia que n&atilde;o conseguia fazer entregas. Segundo o trabalhador, a empresa havia combinado que os pagamentos seriam realizados semanalmente, &agrave;s quartas-feiras, o que n&atilde;o estaria sendo cumprido. Ele reclamou da situa&ccedil;&atilde;o no grupo da empresa no Telegram &mdash;&nbsp; e foi exclu&iacute;do de l&aacute;, relata. O problema &eacute; que o grupo &eacute; justamente o meio pelo qual &eacute; gerenciada a atividade dos entregadores. Fora dele, Ant&ocirc;nio n&atilde;o tinha como escolher o turno e ficou sem trabalhar.&nbsp;</p>
<h3>Entre no&nbsp; <a href="https://t.me/iGBrasilEconomico" target="_blank" rel="noopener" data-mce-href="https://t.me/iGBrasilEconomico">canal do Brasil Econ&ocirc;mico no Telegram</a> e fique por dentro de todas as not&iacute;cias do dia&nbsp;</h3>
<p>A empresa no caso, n&atilde;o &eacute; o iFood, mas uma das dezenas de intermedi&aacute;rias classificadas como Operadoras Log&iacute;sticas (OL) com as quais o aplicativo firma contratos para gerenciar sua rede de entregadores.&nbsp;</p>
<p>Em uma investiga&ccedil;&atilde;o exclusiva, a Ag&ecirc;ncia P&uacute;blica teve acesso a um contrato que prev&ecirc; escala e turno de entregadores e at&eacute; mesmo direitos trabalhistas que n&atilde;o est&atilde;o sendo cumpridos. Ant&ocirc;nio ou outros entregadores n&atilde;o t&ecirc;m conhecimento dessas regras. Para trabalhar para a Sis Moto e come&ccedil;ar a atuar como OL, ele diz, foi necess&aacute;rio enviar apenas um documento com foto e &ldquo;n&atilde;o foi pedido para assinar nada&rdquo;, relata.</p>
<p>Segundo um <a href="https://apublica.org/wp-content/uploads/2022/05/contrato-ifood-sismotos-sem-que-entregadores-saibam-ifood-tem-contrato-que-preve-direitos-trabalhistas.pdf" target="_blank" rel="noopener" data-mce-href="https://apublica.org/wp-content/uploads/2022/05/contrato-ifood-sismotos-sem-que-entregadores-saibam-ifood-tem-contrato-que-preve-direitos-trabalhistas.pdf">contrato assinado em 2017</a> , obtido pela reportagem, a OL Sis Motos se responsabilizou pelo registro em carteira profissional de trabalho de todos os entregadores, a obedecer &agrave;s normas e regimentos internos de seguran&ccedil;a do iFood, a garantir que todos estejam uniformizados com capa de chuva, GPS, smartphone com pacote de dados e, dentre outras coisas, a se responsabilizar por todas as despesas referentes a combust&iacute;veis, manuten&ccedil;&atilde;o, licenciamento das motocicletas e seguro.</p>
<p>Em contrapartida, no documento, o iFood &ldquo;se obriga&rdquo; a enviar mensalmente para a Sis Motos a escala dos entregadores &ldquo;por dia e turno para o m&ecirc;s subsequente, indicando o n&uacute;mero m&iacute;nimo e m&aacute;ximo de entregadores a serem disponibilizados&rdquo; pela terceirizada, que oferece uma quantidade de entregadores para cumprirem a escala enviada mensalmente pelo iFood.</p>
<p>O acordo entre o aplicativo e a empresa prev&ecirc; at&eacute; mesmo consequ&ecirc;ncias caso um entregador se ausente por qualquer motivo, mesmo que justificado: ele dever&aacute; ser substitu&iacute;do imediatamente ou ser trocado, em at&eacute; 24h, caso o iFood solicite por escrito.</p>
<p>A reportagem questionou o iFood, que respondeu que 20% de mais de 200 mil entregadores cadastrados no aplicativo trabalham para operadores log&iacute;sticos: o que equivale a 40 mil trabalhadores. Segundo a empresa, &ldquo;o iFood n&atilde;o tem nenhuma inger&ecirc;ncia ou gest&atilde;o sobre a empresa que optou pela plataforma para prestar servi&ccedil;os de delivery. Estas empresas t&ecirc;m liberdade para conduzir seus neg&oacute;cios e s&atilde;o respons&aacute;veis por contratar os seus entregadores e por fazer toda a gest&atilde;o sobre eles, em conformidade com as regras de Compliance e C&oacute;digo de &Eacute;tica do iFood&rdquo;.&nbsp; <a href="https://apublica.org/wp-content/uploads/2022/05/posicionamento-ifood-sem-que-entregadores-saibam-ifood-tem-contrato-que-preve-direitos-trabalhistas.pdf" target="_blank" rel="noopener" data-mce-href="https://apublica.org/wp-content/uploads/2022/05/posicionamento-ifood-sem-que-entregadores-saibam-ifood-tem-contrato-que-preve-direitos-trabalhistas.pdf">A resposta completa est&aacute; aqui</a> .</p>
<p>A empresa no caso, n&atilde;o &eacute; o iFood, mas uma das dezenas de intermedi&aacute;rias classificadas como Operadoras Log&iacute;sticas (OL) com as quais o aplicativo firma contratos para gerenciar sua rede de entregadores.&nbsp;</p>
<p>Em uma investiga&ccedil;&atilde;o exclusiva, a Ag&ecirc;ncia P&uacute;blica teve acesso a um contrato que prev&ecirc; escala e turno de entregadores e at&eacute; mesmo direitos trabalhistas que n&atilde;o est&atilde;o sendo cumpridos. Ant&ocirc;nio ou outros entregadores n&atilde;o t&ecirc;m conhecimento dessas regras. Para trabalhar para a Sis Moto e come&ccedil;ar a atuar como OL, ele diz, foi necess&aacute;rio enviar apenas um documento com foto e &ldquo;n&atilde;o foi pedido para assinar nada&rdquo;, relata.</p>
<p>Segundo um contrato assinado em 2017, obtido pela reportagem, a OL Sis Motos se responsabilizou pelo registro em carteira profissional de trabalho de todos os entregadores, a obedecer &agrave;s normas e regimentos internos de seguran&ccedil;a do iFood, a garantir que todos estejam uniformizados com capa de chuva, GPS, smartphone com pacote de dados e, dentre outras coisas, a se responsabilizar por todas as despesas referentes a combust&iacute;veis, manuten&ccedil;&atilde;o, licenciamento das motocicletas e seguro.</p>
<p>Em contrapartida, no documento, o iFood &ldquo;se obriga&rdquo; a enviar mensalmente para a Sis Motos a escala dos entregadores &ldquo;por dia e turno para o m&ecirc;s subsequente, indicando o n&uacute;mero m&iacute;nimo e m&aacute;ximo de entregadores a serem disponibilizados&rdquo; pela terceirizada, que oferece uma quantidade de entregadores para cumprirem a escala enviada mensalmente pelo iFood.</p>
<p>O acordo entre o aplicativo e a empresa prev&ecirc; at&eacute; mesmo consequ&ecirc;ncias caso um entregador se ausente por qualquer motivo, mesmo que justificado: ele dever&aacute; ser substitu&iacute;do imediatamente ou ser trocado, em at&eacute; 24h, caso o iFood solicite por escrito.</p>
<p>A reportagem questionou o iFood, que respondeu que 20% de mais de 200 mil entregadores cadastrados no aplicativo trabalham para operadores log&iacute;sticos: o que equivale a 40 mil trabalhadores. Segundo a empresa, &ldquo;o iFood n&atilde;o tem nenhuma inger&ecirc;ncia ou gest&atilde;o sobre a empresa que optou pela plataforma para prestar servi&ccedil;os de delivery. Estas empresas t&ecirc;m liberdade para conduzir seus neg&oacute;cios e s&atilde;o respons&aacute;veis por contratar os seus entregadores e por fazer toda a gest&atilde;o sobre eles, em conformidade com as regras de Compliance e C&oacute;digo de &Eacute;tica do iFood&rdquo;. A resposta completa est&aacute; aqui.</p>
<p>A P&uacute;blica tentou contato com a Sis Motos por diversos meios, em dias diferentes &mdash; telefone, e-mail e redes sociais, para solicitar algumas informa&ccedil;&otilde;es, entre elas a quantidade de funcion&aacute;rios com registro em carteira. At&eacute; o fechamento da reportagem, n&atilde;o houve retorno.&nbsp;  </p>
<h3>Terceirizadas do iFood se comprometem a isentar aplicativo de processos na Justi&ccedil;a</h3>
<p>H&aacute; dois anos, Ant&ocirc;nio trabalha como entregador. Nesse per&iacute;odo, atuou em diversos aplicativos, por&eacute;m a rela&ccedil;&atilde;o do iFood com as OLs o incomoda. &ldquo;O iFood, infelizmente, sempre foi o aplicativo que eu mais tive problemas, por conta dessa rela&ccedil;&atilde;o com o operador log&iacute;stico. J&aacute; que o aplicativo preza pela autonomia, todos os entregadores teriam que poder desligar o seu aplicativo e ligar a hora que eles quiserem, todos terem chamadas iguais, independente se &eacute; OL ou Nuvem. Eu acho que, para come&ccedil;o de conversa, deveria ter mais transpar&ecirc;ncia na rela&ccedil;&atilde;o iFood, OL e entregador. Voc&ecirc; faz o cadastro no iFood, quem manda a corrida &eacute; o iFood e o que que essa empresa OL est&aacute; fazendo no meio?&rdquo;, questiona.</p>
<p>Segundo a P&uacute;blica apurou, o acordo entre o iFood e a SIS Motos, al&eacute;m de prever escalas dos entregadores sem que eles saibam, teria a fun&ccedil;&atilde;o de tentar blindar o aplicativo de problemas na Justi&ccedil;a. No <a href="https://apublica.org/wp-content/uploads/2022/05/acao-trabalhista-1-sem-que-entregadores-saibam-ifood-tem-contrato-que-preve-direitos-trabalhistas.pdf" target="_blank" rel="noopener" data-mce-href="https://apublica.org/wp-content/uploads/2022/05/acao-trabalhista-1-sem-que-entregadores-saibam-ifood-tem-contrato-que-preve-direitos-trabalhistas.pdf"> contrato</a> , a terceirizada se compromete a &ldquo;excluir o iFood, de todo e qualquer processo, seja c&iacute;vel, criminal, trabalhista ou administrativo, a que tenha dado causa a qualquer de seus funcion&aacute;rios&rdquo;.</p>
<p>Na pr&aacute;tica, contudo, isto n&atilde;o tem isentado o app de ser alvo de a&ccedil;&otilde;es trabalhistas nas quais ju&iacute;zes v&ecirc;m reconhecendo o v&iacute;nculo empregat&iacute;cio com os entregadores. No dia 14 de janeiro deste ano, o juiz da 4&ordf; Vara do Trabalho de S&atilde;o Paulo, Maur&iacute;cio Pereira Sim&otilde;es, reconheceu o v&iacute;nculo entre um entregador com a Sis Moto Entregas e o iFood. Em decis&atilde;o, o magistrado condenou as empresas a registrarem a carteira de trabalho do entregador, pagar o 13&deg; sal&aacute;rio referente ao per&iacute;odo que ele esteve vinculado &agrave; terceirizada, adicional de periculosidade e noturno, horas extras, indeniza&ccedil;&atilde;o correspondente ao vale refei&ccedil;&atilde;o e alimenta&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Para chegar &agrave; decis&atilde;o, conforme consta no processo, os elementos que comprovaram o v&iacute;nculo empregat&iacute;cio foram: &ldquo;o trabalho era oneroso&rdquo;, porque o entregador recebia por entrega realizada; &ldquo;a subordina&ccedil;&atilde;o era tanto direta quanto estrutural&rdquo;, pois ele &ldquo;seguia as ordens de entrega a 1 reclamada [Sis Motos] e do aplicativo, n&atilde;o tinha liberdade para decidir sua forma de trabalho&rdquo;; a concord&acirc;ncia entre a Sis Motos e o iFood em decidir &ldquo;onde e quando&rdquo; entregador iria atuar; o trabalho era com pessoalidade, ou seja, era apenas ele que &ldquo;se encarregava pessoalmente das tarefas, sem possibilidade de fazer-se substituir&rdquo; e por conta da frequ&ecirc;ncia com que ele executava a atividade.&nbsp;</p>
<p>O juiz tamb&eacute;m levou em considera&ccedil;&atilde;o o depoimento das testemunhas que trabalharam com o entregador. Ressaltou que ficou comprovado que &ldquo;os senhores Kevin e Alexandre [l&iacute;deres da OL em S&atilde;o Paulo] davam as ordens, bem como n&atilde;o poderiam recusar as chamadas, escalas via Telegram, puni&ccedil;&otilde;es aplicadas&rdquo;.&nbsp;</p>
<p>O juiz destacou que a empresa iFood &eacute; &ldquo;benefici&aacute;ria final&rdquo; dos servi&ccedil;os prestados pelo entregador, lucra com a atividade, obt&eacute;m lucro com a intermedia&ccedil;&atilde;o, &ldquo;se aproveita do trabalho prestado&rdquo;, &ldquo;retira seus lucros de cobran&ccedil;as e taxas a partir das tarefas executadas pelo reclamante [entregador] para os clientes da 1a reclamada [Sis Motos]. Ao se descortinar todas as fuma&ccedil;as que encobrem as rela&ccedil;&otilde;es o que sobra &eacute; o reclamante prestando servi&ccedil;os de entrega para a 1&ordf; reclamada, mediante lucro do operador do aplicativo, a 2&ordf; reclamada [iFood] &ldquo;.&nbsp;</p>
<p>Conforme a decis&atilde;o, se por algum motivo a Sis Motos n&atilde;o arcar com as obriga&ccedil;&otilde;es e verbas, como tamb&eacute;m condenada, mas de maneira subsidi&aacute;ria, o iFood assume de imediato a responsabilidade e ter&aacute; que arcar com os custos determinados.&nbsp;O App entrou com recurso para rever a decis&atilde;o da justi&ccedil;a.</p>
<p>Justi&ccedil;a tem reconhecido v&iacute;nculo empregat&iacute;cio entre entregadores, OLs e iFood  A Sis Motos &eacute; uma OL que atua em diversos estados do pa&iacute;s. Em sua p&aacute;gina no Facebook, h&aacute; diversas publica&ccedil;&otilde;es de novas pra&ccedil;as de atua&ccedil;&atilde;o. No in&iacute;cio de maio, a empresa anunciou que chegou em Camocim, no Cear&aacute;. Outra pra&ccedil;a foi inaugurada em Reden&ccedil;&atilde;o, no Par&aacute;, e em Vi&ccedil;osa, em Minas Gerais. Arraial do Cabo, no Rio de Janeiro, Dias D&rsquo;&Aacute;vila, na Bahia, e Carazinho, no Rio Grande Sul, s&atilde;o outros locais que a OL opera em parceria com o iFood.</p>
<h3>Outros processos contra a Sis Motos e o iFood tramitam em Tribunais de Justi&ccedil;a</h3>
<p>do Trabalho de diversos estados, nos quais magistrados tamb&eacute;m t&ecirc;m reconhecido o v&iacute;nculo empregat&iacute;cio dos entregadores com o aplicativo. Em dezembro de 2021, a ju&iacute;za da 6&ordf; vara do trabalho de Porto Velho (RO), C&acirc;ndida Maria Ferreira Xavier, condenou a OL e, como subsidi&aacute;rio, o iFood, a pagarem para um entregador o 13&deg; sal&aacute;rio proporcional e integral em rela&ccedil;&atilde;o ao per&iacute;odo reclamado, f&eacute;rias, horas extras, adicional noturno e de periculosidade.</p>
<p>Em outra decis&atilde;o proferida em agosto de 2021, o juiz da 2&ordf; Vara do Trabalho de Cuiab&aacute; (MT), Aguinaldo Locatelli, condenou a Sis Motos a pagar para um entregador horas extras, adicional noturno, f&eacute;rias, 13&deg; sal&aacute;rio, indeniza&ccedil;&atilde;o por dano material, adicional de periculosidade, recolhimento do fundo de garantia e registro em carteira de trabalho. Na senten&ccedil;a, Locatelli rejeitou a responsabilidade subsidi&aacute;ria do iFood. Segundo an&aacute;lise do magistrado, a iFood &ldquo;funciona simplesmente como uma intermediadora&rdquo; que conecta o consumidor com os restaurantes e ligando o restaurante com o entregador&rdquo;.</p>
<p>N&atilde;o foi apenas no processo que envolve a Sis Moto e a iFood que o v&iacute;nculo empregat&iacute;cio foi reconhecido. Em outra a&ccedil;&atilde;o ajuizada por um entregador, a 1&ordf; Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 19&ordf; Regi&atilde;o (TRT/AL), em junho de 2021, tamb&eacute;m entendeu que houve rela&ccedil;&atilde;o entre a OL Telex Express com o entregador e, na decis&atilde;o, a responsabilidade subsidi&aacute;ria do iFood tamb&eacute;m foi reconhecida.&nbsp;&nbsp;</p>
<p>Na senten&ccedil;a, o desembargador Pedro In&aacute;cio questionou o &ldquo;trabalho aut&ocirc;nomo&rdquo; realizado pelo entregador. &ldquo;O entregador de alimentos por plataformas tem essa liberdade? A resposta honesta e jur&iacute;dica &eacute; n&atilde;o! N&atilde;o &eacute; isso que se v&ecirc; no caso dos autos, pois o reclamante n&atilde;o tinha qualquer autonomia para negociar pre&ccedil;o, modo de fazer o servi&ccedil;o, escolha de clientes ou&nbsp; de opinar sobre qualquer tema do contrato. &Eacute; for&ccedil;oso reconhecer&nbsp; que, al&eacute;m das condi&ccedil;&otilde;es dur&iacute;ssimas de labor, trabalhava sem&nbsp; qualquer prote&ccedil;&atilde;o social, sem margem para opinar at&eacute; mesmo sobre a remunera&ccedil;&atilde;o&rdquo;.</p>
<h3>Para Procurador Geral do Trabalho, rela&ccedil;&atilde;o entre iFood e OLs &eacute; &ldquo;terceiriza&ccedil;&atilde;o il&iacute;cita&rdquo;&nbsp;</h3>
<p>Para o procurador-geral do Trabalho, Jos&eacute; de Lima Ramos Pereira, n&atilde;o h&aacute; d&uacute;vida que a subordina&ccedil;&atilde;o do entregador &ldquo;&eacute; com a pr&oacute;pria iFood&rdquo;, que o operador log&iacute;stico &ldquo;apenas mascara uma rela&ccedil;&atilde;o de trabalho e emprego porque, no fundo, no fundo, &eacute; uma percep&ccedil;&atilde;o falsa de autonomia&rdquo;. Ele classificou a terceiriza&ccedil;&atilde;o das operadoras log&iacute;sticas pela iFood como ileg&iacute;tima: &ldquo;Essas OLs, para o nosso entendimento, &eacute; uma terceiriza&ccedil;&atilde;o il&iacute;cita. &Eacute; responsabilidade direta do iFood&rdquo;, afirma.</p>
<p>Segundo Tadeu Henrique Lopes da Cunha, da Coordenadoria Nacional de Combate &agrave;s Fraudes nas Rela&ccedil;&otilde;es de Trabalho (Conafret), um dos aspectos levados em considera&ccedil;&atilde;o na rela&ccedil;&atilde;o entre as terceirizadas e o iFood &eacute; a falta de estrutura das empresas contratadas. Tadeu aponta que nas investiga&ccedil;&otilde;es de um inqu&eacute;rito civil de uma A&ccedil;&atilde;o Civil P&uacute;blica ajuizada em 2019, &ldquo;se constatou que as OLs n&atilde;o eram empresas que tinham autonomia operacional para realizar a atividade e tamb&eacute;m n&atilde;o eram empresas que tinham capacidade econ&ocirc;mica compat&iacute;vel com a execu&ccedil;&atilde;o do contrato&rdquo;.&nbsp;</p>
<p>Cunha enfatiza que as operadoras log&iacute;sticas devem ter uma estrutura de meios de produ&ccedil;&atilde;o, de capacidade de organiza&ccedil;&atilde;o, que fa&ccedil;a com que ela consiga realizar tudo de modo a entregar a presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;o com o cumprimento de toda a legisla&ccedil;&atilde;o trabalhista: &ldquo;pagando sal&aacute;rios corretamente, pagando garantias, comprindo as normas de trabalho e ainda tendo o seu custo operacional, tendo capacidade econ&ocirc;mica fazendo frente a tudo isso. Aspectos que a gente n&atilde;o constatou, por exemplo, no caso das OLs da iFood&rdquo;.&nbsp;</p>
<p>Para o vice-coordenador da Conafret, Renan Bernardi Kalil, h&aacute; contradi&ccedil;&atilde;o entre a forma como a empresa se apresenta. &ldquo;A iFood n&atilde;o diz que &eacute; uma empresa de entregas, ela diz que &eacute; uma empresa de tecnologia e por isso ela n&atilde;o tem nenhuma responsabilidade em rela&ccedil;&atilde;o aos entregadores, porque ele atuaria por meio da tecnologia que ela oferece, ela estaria somente realizando essa liga&ccedil;&atilde;o. Esse contato entre o entregador e o cliente da iFood. Por&eacute;m, veja, se a iFood &eacute; realmente uma empresa somente de tecnologia e n&atilde;o tem nada a ver com a realiza&ccedil;&atilde;o da atividade da entrega, por qual raz&atilde;o ela procura empresas terceirizadas que oferecem esse servi&ccedil;o de entrega? N&atilde;o faz nem sentido do ponto de vista discursivo que a empresa se apresenta perante a sociedade nos processo judiciais&rdquo;, aponta Kalil.</p>
<p>Segundo posicionamento enviado pelo iFood &agrave; reportagem, a empresa &ldquo;mant&eacute;m um processo de an&aacute;lise das empresas, que inclui dados cadastrais e situa&ccedil;&atilde;o na receita federal, dados financeiros, processos trabalhistas, regularidade de certid&otilde;es, infra&ccedil;&otilde;es trabalhistas, entre outros. Tamb&eacute;m s&atilde;o realizadas pesquisas peri&oacute;dicas para avalia&ccedil;&atilde;o dos OLs, al&eacute;m de possuir um guia de boas pr&aacute;ticas e canal de den&uacute;ncia, divulgado aos entregadores e parceiros.&rdquo;</p>
<h3>MPT classifica terceirizadas como &ldquo;disfarce elegante&rdquo; da iFood para direitos trabalhistas</h3>
<p>Em 2019, o Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Trabalho de S&atilde;o Paulo formulou uma A&ccedil;&atilde;o Civil P&uacute;blica contra a iFood e a Rapiddo, empresas do mesmo grupo econ&ocirc;mico, apontando a ocorr&ecirc;ncia de fraudes a normas trabalhistas, sonegando a rela&ccedil;&atilde;o de emprego mantida com os entregadores. Na A&ccedil;&atilde;o Civil P&uacute;blica, assinada por sete procuradores do trabalho, afirma-se que n&atilde;o h&aacute; autonomia na rela&ccedil;&atilde;o do aplicativo com o entregador.</p>
<p>&ldquo;Ap&oacute;s exaustiva an&aacute;lise t&eacute;cnica e jur&iacute;dica sobre os &ldquo;servi&ccedil;os&rdquo; oferecidos pela Rapiddo e iFood, resta irrefut&aacute;vel que o trabalho desenvolvido pelos condutores, atrav&eacute;s de suas plataformas tecnol&oacute;gicas, n&atilde;o proporciona a t&atilde;o sonhada emancipa&ccedil;&atilde;o do trabalhador, conferindo-lhe liberdade e autonomia para exercer suas atividades profissionais. Ao contr&aacute;rio, transforma os condutores profissionais em seres aut&ocirc;matos, verdadeiras marionetes de um sistema de software empresarial que controla e direciona diuturnamente, passo a passo, seu labor. As tais empresas especializadas ou operadores log&iacute;sticos nada mais s&atilde;o que intermedi&aacute;rios cirurgicamente escolhidos para mascarar e obstaculizar, ainda mais, a rela&ccedil;&atilde;o de emprego latente&rdquo;.&nbsp;&nbsp;</p>
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<p class="">Na a&ccedil;&atilde;o, os operadores log&iacute;sticos s&atilde;o classificados pelo MPT como &ldquo;um disfarce elegante para os condutores profissionais&rdquo;. E que &ldquo;a verdade dos fatos demonstra que n&atilde;o se trata de empresas reais, sen&atilde;o pe&ccedil;as de fic&ccedil;&atilde;o, forjadas para permitir o cadastramento de motoristas profissionais atrav&eacute;s de um intermedi&aacute;rio, com o escopo de obnubilar a rela&ccedil;&atilde;o de emprego evidente entre a iFood e seus entregadores&rdquo;.</p>
<p>Em janeiro de 2020, a ju&iacute;za da 37&ordf; Vara do Trabalho de S&atilde;o Paulo, Hirley Aparecida de Souza Lobo Escobar, julgou improcedentes os pedidos constantes na a&ccedil;&atilde;o. O valor da causa era de R$ 24 milh&otilde;es. O MPT recorreu da decis&atilde;o.</p>
</div>
<div id="infocoweb_rodape" class="infocoweb_rodape">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2022-05-16/ifood-contrato-direitos-trabalhistas.html#263" rel="noopener">IG ECONOMIA</a></div>
</div>
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		<title>Brasil tem 1,5 milhão de motoristas e entregadores, diz Ipea</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 May 2022 22:20:54 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[entregadores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pedro Knoth Brasil tem 1,5 milh&#227;o de motoristas e entregadores, diz Ipea No Brasil, aproximadamente 1,5 milh&#227;o de pessoas trabalham com transporte de passageiros e entrega de mercadorias, segundo dados divulgados nesta ter&#231;a-feira (10) pelo Instituto de Pesquisa Econ&#244;mica Aplicada (Ipea). A maioria (61,2%) &#233; de motoristas de aplicativo ou taxistas, 20,9% fazem entrega de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.0 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/REC-html40/loose.dtd"><br />
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<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/8v/os/45/8vos45fnh58orlmncu4ig5vr1.jpg" width="906" height="509" alt="Brasil tem 1,5 milh&atilde;o de motoristas e entregadores, diz Ipea" title="Brasil tem 1,5 milh&atilde;o de motoristas e entregadores, diz Ipea"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Pedro Knoth</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Brasil tem 1,5 milh&atilde;o de motoristas e entregadores, diz Ipea</div>
</figcaption></figure>
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<p class="">No Brasil, aproximadamente 1,5 milh&atilde;o de pessoas trabalham com transporte de passageiros e entrega de mercadorias, segundo dados divulgados nesta ter&ccedil;a-feira (10) pelo Instituto de Pesquisa Econ&ocirc;mica Aplicada (Ipea). A maioria (61,2%) &eacute; de motoristas de aplicativo ou taxistas, 20,9% fazem entrega de mercadorias em motocicletas e 14,4% s&atilde;o mototaxistas.</p>
<p> <strong>Entre no&nbsp; <a href="https://t.me/iGBrasilEconomico" target="_blank" rel="noopener" data-mce-href="https://t.me/iGBrasilEconomico">canal do Brasil Econ&ocirc;mico no Telegram</a> e fique por dentro de todas as not&iacute;cias do dia</strong> </p>
<p class="">Esses trabalhadores est&atilde;o inseridos na chamada&nbsp;gig economy, termo que caracteriza rela&ccedil;&otilde;es laborais entre funcion&aacute;rios e empresas que contratam m&atilde;o de obra para realizar servi&ccedil;os espor&aacute;dicos e sem v&iacute;nculo empregat&iacute;cio, principalmente por meio de aplicativos. Os trabalhadores atuam como aut&ocirc;nomos.</p>
<p>De acordo com dados de 2021, existem no pa&iacute;s 945 mil&nbsp;motoristas de aplicativo e taxistas, 322 mil motociclistas que fazem entregas,&nbsp;222 mil&nbsp;mototaxistas e 55 mil trabalhadores que usam outro meio de transporte para entregar produtos.</p>
<p>O estudo mostra que a maioria desses trabalhadores &eacute; homem, preto ou pardo,&nbsp; e tem menos de 50 anos. O maior n&uacute;mero de motociclistas que entregam mercadorias, de motorista de aplicativos e de taxistas concentra-se na Regi&atilde;o Sudeste. As regi&otilde;es Norte e Nordeste t&ecirc;m o maior n&uacute;mero de mototaxistas no pa&iacute;s.</p>
<div>
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</ul>
</aside>
</div>
<p class="">Quanto &agrave; escolaridade, mais de 10% dos motoristas de aplicativo e dos taxistas e 5,6% dos entregadores de mercadorias via motocicleta t&ecirc;m ensino superior. Entre os mototaxistas, a porcentagem &eacute; 2,1% e, nesse grupo, 60,1% n&atilde;o conclu&iacute;ram o ensino m&eacute;dio.</p>
<h3>Varia&ccedil;&otilde;es no rendimento  </h3>
<p class="">O levantamento do Ipea mostra que, entre 2016 e 2021, o n&uacute;mero de entregadores de mercadorias via moto aumentou, passando de 25 mil para 322 mil, n&uacute;mero que n&atilde;o teve redu&ccedil;&atilde;o durante a pandemia de Covid-19. J&aacute; o n&uacute;mero de motoristas de aplicativos e taxistas caiu de 1,121 milh&atilde;o, em 2019, antes da pandemia, para 782 mil, em 2020. Em 2021, o n&uacute;mero cresceu para 945 mil, mas ainda sem voltar ao patamar de 2019.</p>
<p>O maior rendimento m&eacute;dio &eacute; dos motoristas de aplicativos e taxistas, em torno de R$ 1,9 mil. Em 2016, eles recebiam, em m&eacute;dia, R$ 2,7 mil.</p>
<p>No subgrupo de motociclistas que fazem entregas, o rendimento &eacute; de aproximadamente R$ 1,5 mil por m&ecirc;s, valor que se mant&eacute;m est&aacute;vel desde 2020. A remunera&ccedil;&atilde;o dos mototaxistas, por sua vez, permaneceu praticamente constante, passando de aproximadamente R$ 1 mil, em 2016, para R$ 900, em 2021. &Eacute; o &uacute;nico subgrupo da gig economy no setor de transportes com rendimentos abaixo do sal&aacute;rio m&iacute;nimo, que em 2021 era R$ 1.212.</p>
</div>
<div id="infocoweb_rodape" class="infocoweb_rodape">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2022-05-10/brasil-motoristas-entregadores-ipea.html#263" rel="noopener">IG ECONOMIA</a></div>
</div>
<p><script src="https://gestor.infocoweb.com.br/analytics_content.js?a=263&amp;b=1162967&amp;c=7134544"></script></body></html></p>
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