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	<title>Arquivos entre - FATO MT</title>
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	<title>Arquivos entre - FATO MT</title>
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		<title>Vai à sanção projeto da igualdade salarial entre mulheres e homens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jun 2023 20:47:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Senado aprovou, nesta quinta-feira (1°), o projeto de lei que torna obrigatória a igualdade salarial e de critérios remuneratórios entre mulheres e homens para trabalho de igual valor ou no exercício da mesma função. O texto aprovado determina que o governo federal terá que regulamentar a futura lei por meio de decreto. O PL [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">O Senado aprovou, nesta quinta-feira (1°), o projeto de lei que torna obrigatória a igualdade salarial e de critérios remuneratórios entre mulheres e homens para trabalho de igual valor ou no exercício da mesma função. O texto aprovado determina que o governo federal terá que regulamentar a futura lei por meio de decreto. O </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/157368" rel="noopener" target="_blank"><span style="font-weight: 400">PL 1.085/2023</span></a><span style="font-weight: 400"> segue para sanção.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A proposta, de autoria da Presidência da República, tramitou em regime de urgência e foi aprovada por três comissões permanentes do Senado na quarta-feira (31), depois de amplo acordo político. Na Comissão de Direitos Humanos (CDH), a relatora foi a senadora Zenaide Maia (PSD-RN). Na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) e na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) a relatora foi a senadora Teresa Leitão (PT-PE).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">— Eu peço o voto de todas as senadoras, em primeiro lugar, e de todos os senadores, homens que conosco comungam desta luta pela igualdade entre homens e mulheres em todos os setores da sociedade e do mercado de trabalho, sobretudo onde nós estamos entrando, assim como estamos entrando na política, porque lugar de mulher é aonde ela quiser — afirmou Teresa em Plenário.</span></p>
<h3><b>Multa</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">O projeto prevê que, na hipótese de discriminação por motivo de sexo, raça, etnia, origem ou idade, o pagamento das diferenças salariais devidas não afasta o direito de quem sofreu discriminação promover ação de indenização por danos morais, considerando-se as especificidades do caso concreto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O texto modifica a multa prevista no art. 510 da</span> <a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:decreto.lei:1943-05-01;5452" rel="noopener" target="_blank"><span style="font-weight: 400">CLT</span></a><span style="font-weight: 400">, para que corresponda a dez vezes o valor do novo salário devido pelo empregador ao empregado discriminado, e eleva ao dobro no caso de reincidência, sem prejuízo de outras medidas legais. Atualmente, a multa é igual a um salário-mínimo regional, elevada ao dobro no caso de reincidência.</span></p>
<h3><b>Relatório semestral</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">O projeto também obriga a publicação semestral de relatórios de transparência salarial pelas empresas (pessoas jurídicas de direito privado) com 100 ou mais empregados, observada a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais</span> (<a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:2018-08-14;13709" rel="noopener" target="_blank"><span style="font-weight: 400">Lei 13.709, de 2018</span></a><span style="font-weight: 400">) e dispõe que ato do Poder Executivo instituirá protocolo de fiscalização contra a discriminação salarial.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Os relatórios conterão dados e informações, publicados de forma anônima, que permitam a comparação objetiva entre salários, critérios remuneratórios e proporção de ocupação de cargos de direção, gerência e chefia preenchidos por mulheres e homens, além de informações estatísticas sobre outras possíveis desigualdades decorrentes de raça, etnia, nacionalidade e idade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Caso seja identificada desigualdade salarial ou de critérios remuneratórios, as empresas privadas deverão criar planos de ação para mitigar essa desigualdade, com metas e prazos, garantida a participação de representantes das entidades sindicais e de representantes dos empregados nos locais de trabalho. Em caso de descumprimento das disposições, será aplicada multa administrativa no valor de até 3% da folha de salários do empregador, limitado a cem salários mínimos, sem prejuízo das demais sanções.</span></p>
<h3><b>Combate à desigualdade</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">O projeto prevê, como medidas para garantia da igualdade salarial, o estabelecimento de mecanismos de transparência salarial; o incremento da fiscalização; a criação de canais específicos para denúncias de casos de discriminação salarial; a promoção de programas de inclusão no ambiente de trabalho; o fomento à capacitação e à formação de mulheres para o ingresso, a permanência e a ascensão no mercado de trabalho, em igualdade de condições com os homens.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O Poder Executivo federal disponibilizará de forma unificada, em plataforma digital de acesso público, as informações fornecidas pelas empresas, e indicadores atualizados periodicamente sobre o mercado de trabalho e renda por sexo, inclusive com indicadores de violência contra a mulher, de vagas em creches públicas, de acesso à formação técnica e superior e de serviços de saúde, bem como outros dados públicos que possam orientar a elaboração de políticas públicas.</span></p>
<h3><b>Apoios</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) disse que o Senado estava fazendo história com a aprovação e elogiou os senadores que apoiaram a proposta, como Jaques Wagner (PT-BA) e Paulo Paim (PT-RS).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">— Hoje é um dia histórico para nós, mulheres, mas eu preciso fazer justiça aqui com os senadores homens que lutaram tanto para que a gente chegasse a este momento. Senadora Teresa, parabéns pelo trabalho. Todas as senadoras se uniram — direita e esquerda. Essa foi uma pauta que uniu todo mundo, mas eu preciso fazer justiça à bancada masculina, aos homens que foram aguerridos e nos ajudaram — afirmou Damares.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A senadora Leila Barros (PDT-DF) destacou o apoio do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, para a aprovação do projeto e disse que a futura lei será uma vitória não só das mulheres, mas também uma vitória da sociedade como um todo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">— Chega de discriminação salarial por gênero! — comemorou Leila.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No mesmo sentido, Paim agradeceu o apoio de Pacheco e disse que, embora o projeto seja de autoria do governo Lula, teve apoio também da oposição.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">— As mulheres lideraram sempre. Isso eu tenho que dizer. Quem nos liderou foram as mulheres — ressaltou Paim.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O senador Humberto Costa (PT-PE) disse que a aprovação da igualdade salarial vai ajudar na “superação de um problema que sempre caracterizou a sociedade, a desigualdade no tratamento e na garantia dos direitos entre homens e mulheres, em várias esferas e, muito particularmente, na esfera do trabalho”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Também comemoraram a aprovação os senadores Cleitinho (<span>Republicanos-MG)</span>, Augusta Brito (PT-CE), Jussara Lima (PSD-PI) e Eliziane Gama (PSD-MA).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A senadora Jussara agradeceu o apoio de Pacheco e de Paim e destacou o trabalho das relatoras Teresa Leitão e Zenaide Maia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">— Para nós esse é um momento de felicidade, é um momento único na história brasileira para as mulheres que tanto lutaram para que esse dia chegasse, que lutaram e que estão lutando para que tenhamos o nosso espaço e para que sejam equiparados os salários das mulheres com os dos homens — afirmou Jussara.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Eliziane pontuou que “a luta pela igualdade salarial entre homens e mulheres no Brasil é uma luta que reúne toda a sociedade brasileira”. Ela registrou que a maioria das trabalhadoras têm jornadas duplas ou triplas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">— Nós temos, daqui para a frente, ministra [das Mulheres] Cida [Gonçalves], outra grande meta e outro grande desafio, que é a junção da sociedade brasileira na denúncia: chegar às autoridades competentes a informação de que o empresário, aquele que não está fazendo valer e cumprindo a legislação  aprovada hoje, aqui no Congresso Nacional, está passível de punições previstas nesta nova legislação. Nós estaremos absolutamente atentos — reforçou Eliziane.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O presidente Rodrigo Pacheco parabenizou a Bancada Feminina do Senado pela conquista.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">— Quero agradecer uma vez mais a presença da ministra Cida Gonçalves, ministra de Estado das Mulheres do governo federal. Sua presença no Senado Federal é muito bem-vinda, juntamente com a sua equipe e todas as mulheres que acompanharam essa votação histórica de um projeto muito importante para a Bancada Feminina, a nossa Bancada Feminina no Senado Federal, muito dedicada, muito valorosa em defesa de suas causas.</span></p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/06/01/vai-a-sancao-projeto-da-igualdade-salarial-e-remuneratoria-entre-mulheres-e-homens#7e19a542-59bd-47b5-9603-5b5a40c84c36" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>E-Lab 65/66 proporcionou troca de experiências e integração entre instituições públicas do Estado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jun 2023 20:15:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>  Em três dias de E-Lab 65/66 &#8211; Encontro de Laboratórios de Inovação, sediado pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), nos dias 29, 30 e 31 de maio, quase 200 pessoas puderam a mpliar seus conhecimentos nas palestras e oficinas proporcionadas, além de interagir e trocar experiências, já que o evento reuniu servidores [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify"> </div>
<div><img decoding="async" src="https://urgentenews.com.br/wp-content/uploads/2023/06/01/df17cf5f44c1373a56970d6bc3d6eed7.jpg" width="300" height="155" align="left" style="font-family: Arial;text-align: justify" alt=""></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial;font-size: 10pt">Em três dias de E-Lab 65</span><span style="font-family: Arial">/66 &#8211; Encontro de Laboratórios de Inovação, sediado pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), nos dias 29, 30 e 31 de maio, quase 200 pessoas puderam a</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">mpliar seus conhecimentos nas palestras e oficinas proporcionadas, além de interagir e trocar experiências, já que o evento reuniu servidores de seis instituições públicas – TJMT, Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT), Governo do Estado, Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Ministério Público Estadual (MPMT) e Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) – especialmente quem trabalha nos laboratórios de inovação desses órgãos. </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Para a juíza coordenadora do Inovajus MT, Viviane Brito Rebello, o principal ganho do evento foi essa integração. “Primeiro ponto que chama a atenção é o fato de termos conseguido reunir seis laboratórios de inovação, pessoas de seis instituições públicas pensando como fazer inovação. Foram três dias de troca de experiência, de muito aprendizado e já estamos todos pensando em cooperar. Criar esse espírito de cooperação e de união era um dos principais objetivos desse encontro e nós conseguimos alcançar”, disse.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://urgentenews.com.br/wp-content/uploads/2023/06/01/1d6d04564c5d6714e366fc4bd33456b0.jpg" width="200" height="300" align="left" alt="">A magistrada destacou ainda o empenho de todas as instituições que se uniram para promover o encontro. “Foi muito bonito de ver a união de todas as seis instituições na realização do evento, nesse trabalho, esse espírito de cooperação entre instituições públicas foi extraordinário!”. </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Aprendizado em todos os níveis &#8211; Nos três dias de E-Lab 65/66, os participantes prestigiaram palestras que abordaram a importância dos laboratórios de inovação no serviço público, como melhorar a comunicação jurídica usando a linguagem simples e o direito visual e inteligência artificial e novas tecnologias (veja links ao final da matéria). Esses assuntos deram o tom também das mesas de debates, onde o conhecimento compartilhado pôde ser melhor refletivo pelo público, por meio de questionamentos e trocas de experiências. </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Além disso, os conceitos inovadores foram experimentados na prática, por meio de oficinas. No primeiro dia do encontro, as oficinas foram focadas em temas como insights, design sprint, empreendedorismo público, qualidade de vida no trabalho e escuta ativa. </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><img decoding="async" src="https://urgentenews.com.br/wp-content/uploads/2023/06/01/3055bb8ff1c1ccb5e179028c9425c321.jpg" width="300" height="200" align="right" alt="">Na terça-feira (30), os participantes puderam aprender na prática conceitos de linguagem simples e direito visual, gamificação, entre outros. E no último dia do E-Lab 65/66, a inteligência artificial permeou as atividades, como a oficina de ChatGPT, alfabetização em dados, metaverso e ferramentas de inteligência artificial. A programação do Encontro de Laboratórios de Inovação fechou com a integração de todos os participantes no “Desafio de Inovação”, onde uma força-tarefa foi montada com o objetivo de fazer as pessoas trabalharem em grupo, de forma estratégica e articulada.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Maria Cristina Ormond, auxiliar ministerial e membro do laboratório de inovação do Ministério Público Estadual (MPMT), avaliou positivamente o evento. “A avaliação que eu faço é que é tudo fascinante! Eu nunca tinha participado de um evento de inovação assim, era sempre on-line, e eu tinha como expectativa que seria uma virada de chave para mim no contexto da inovação. E estou surpresa, impactada e fascinada com tudo na questão da gente poder entregar um valor para o cidadão”, afirmou.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://urgentenews.com.br/wp-content/uploads/2023/06/01/d0958271d688f2d98e69507840f7c2f7.jpg" width="300" height="200" align="right" alt="">De acordo com o juiz auxiliar da Presidência do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT), Aristeu Dias Batista Vilella, o Encontro de Laboratórios de Inovação proporcionou uma formação diferenciada para a magistratura. “O juiz geralmente é capacitado para ciência jurídica e não para essas atividades de governança, objetivando uma inovação. É importante porque você consegue centralizar a informação, fazer com que isso também chegue na sua equipe em uma atividade dentro do gabinete, por exemplo”. </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Primeira imagem: Juíza Viviane Rebello concede entrevista ao Portal do TJMT. Ela está em pé, usando uma camisa com estampa em tons de azul e o crachá do evento. Ela é uma mulher branca, com cabelo curto, cacheado e grisalho. Segunda imagem: Palestrantes e oficineiros com alguns dos organizadores do E-Lab 65/66 ladeados, posando e sorrindo para a foto, no auditório Gervásio Leite. Dentre eles, estão os palestrantes Rodrigo Narciso, Mariana Zonari e José Antônio Fernandes de Macedo. A juíza coordenadora do Inovajus MT, Viviane Brito Rebello, também aparece na foto. Terceira imagem: Sala da Escola dos Servidores do Judiciário cheia de pessoas sentadas agrupadas em círculos e interagindo entre si, durante uma oficina. Quarta imagem: Sete pessoas sentadas em círculo na Escola dos Servidores, durante a oficina de linguagem simples e direito visual. Uma das participantes, uma mulher de blusa rosa, mostra no caderno suas anotações para a oficineira Mariana Zonari, que está em pé, olhando para o caderno da aluna. Mariana está usando blusa e tênis branco e calça e paletó laranjados e segura uma garrafinha de água mineral. Ao fundo, é possível ver outro grupo de participantes em roda interagindo entre si. Quinta imagem: Plateia cheia no auditório Gervásio Leite, todos atentos à palestra. </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Leia mais:</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><a href="https://www.tjmt.jus.br/noticias/74452">E-Lab 65/66 – Instituições públicas debatem a ‘cultura do erro’ como parte do processo criativo</a> </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><a href="https://www.tjmt.jus.br/Noticias/74461">Encontro de Inovação discute comunicação eficaz por meio da linguagem simples e do direito visual</a> </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><a href="https://www.tjmt.jus.br/Noticias/74472">Palestra sobre ChatGPT aborda benefícios e riscos da inteligência artificial no setor jurídico</a> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">Celly Silva/Fotos: Alair Ribeiro</span></em></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT</span></em></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">imprensa@tjmt.jus.br</span></em></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial"> </span></em></div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://www.tjmt.jus.br/noticias/74485#9f25644e-23fc-4549-bd26-b4c05d89d48a" rel="noopener">Tribunal de Justiça de MT &#8211; MT</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Lei de igualdade salarial entre mulheres e homens é aprovada no Senado</title>
		<link>https://fatomt.com.br/lei-de-igualdade-salarial-entre-mulheres-e-homens-e-aprovada-no-senado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jun 2023 19:46:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[igualdade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>MARCELLO CASAL JR./AGÊNCIA BRASIL CLT é alterada com nova lei O Senado aprovou nesta quinta-feira (1º) a lei que prevê igualdade salarial entre homens e mulheres, enviada pelo governo federal em março , modificando a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Nas redes sociais, a ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, comemorou a aprovação. &#8220;Uma luta [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/e2/s7/9x/e2s79xgjww6lfoj13nbbl5isu.jpg" width="906" height="509" alt="CLT é alterada com nova lei" title="CLT é alterada com nova lei"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>MARCELLO CASAL JR./AGÊNCIA BRASIL</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">CLT é alterada com nova lei</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">O Senado aprovou nesta quinta-feira (1º) a lei que prevê igualdade salarial entre homens e mulheres, <a href="https://economia.ig.com.br/2023-03-08/lula-apresenta-lei-igualdade-salarial.html" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2023-03-08/lula-apresenta-lei-igualdade-salarial.html">enviada pelo governo federal em março</a> , modificando a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).  </p>
<p>Nas redes sociais, a ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, comemorou a aprovação. &#8220;Uma luta que nós travamos há mais de 35 anos e que, finalmente, deixará de ser apenas um sonho&#8221;, escreveu ela. &#8220;É simbólico que esta seja a primeira proposição do Executivo a ser aprovada no Congresso Nacional neste ano. Denota um tempo em que mulheres serão prioridade&#8221;, completou.  </p>
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<p>O texto aprovado no Senado manteve as alterações realizadas na Câmara dos Deputados, onde a  <a href="https://economia.ig.com.br/2023-05-04/camara-aprova-lei-igualdade-salarial.html" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2023-05-04/camara-aprova-lei-igualdade-salarial.html">lei foi aprovada no início do mês.</a>  Como previsto pelo governo, haverá multa para empresas que não pagarem salários iguais a homens e mulheres que exercem a mesma função. O valor da multa, porém, foi modificado na Câmara, e a decisão dos deputados foi mantida pelos senadores.</p>
<p>Inicialmente, o  <a href="https://economia.ig.com.br/2023-03-08/lei-igualdade-salarial-multa-simone-tebet.html" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2023-03-08/lei-igualdade-salarial-multa-simone-tebet.html">governo propôs que a multa fosse de dez vezes o valor do salário mais alto</a> pago pela empresa infratora. Após mudanças na Câmara, a pedido de parlamentares da oposição, a multa é de dez vezes o salário que a pessoa discriminada deveria receber. Por exemplo, se uma mulher ganha R$ 2 mil para executar a mesma tarefa que um homem que recebe R$ 3 mil, a multa da empresa será de R$ 30 mil.</p>
<p>O valor ainda pode ser dobrado em caso de reincidência. Além de mulheres discriminadas, a regra vale também para desigualdade por etnia, nacionalidade ou idade.</p>
<p>A CLT já prevê multa em caso de discriminação salarial, mas em valor menor: a diferença salarial mais 50% do limite máximo dos benefícios da Previdência Social (R$ 7,5 mil em 2023). No exemplo anterior, portanto, a soma seria de R$ 1 mil mais R$ 3,75 mil, resultando em R$ 4,75 mil.</p>
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<h3>Leia também</h3>
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<p class="">Além de prever multa, a nova lei, agora aprovada em ambas as Casas, estabelece que empresas publiquem semestralmente relatórios de transparência salarial. Se for identificada desigualdade salarial, a empresa deverá implementar mudanças para corrigir o erro. Se houver descumprimento, a multa será de 3% da folha de salários da empresa, com limite de até cem salários mínimos &#8211; antes, a multa estipulada pelo governo era de cinco vezes o maior salário pago pelo empregador.  </p>
<p>O texto agora segue para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que pode vetar as modificações do Congresso. Se isso for feito, cada veto precisa ser votado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2023-06-01/lei-igualdade-salarial-mulheres-homens-aprovada-senado.html#14081c37-6a02-4bf9-bc0f-f33e85ec7e6b" rel="noopener">Economia</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/lei-de-igualdade-salarial-entre-mulheres-e-homens-e-aprovada-no-senado/">Lei de igualdade salarial entre mulheres e homens é aprovada no Senado</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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		<title>Estudo da ONU coloca Cuiabá entre as 10 melhores cidades para se viver no Brasil e prefeito Emanuel Pinheiro destaca compromisso pelo desenvolvimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jun 2023 16:46:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cuiabá configura entre as 10 melhores cidades para se viver no Brasil, de acordo com um estudo realizado pela agência de desenvolvimento global da Organização das Nações Unidas (ONU), divulgado anualmente. Para fazer o ranking, a entidade leva em consideração o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM), que tem por base parâmetros como níveis de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Cuiabá configura entre as 10 melhores cidades para se viver no Brasil, de acordo com um estudo realizado pela agência de desenvolvimento global da Organização das Nações Unidas (ONU), divulgado anualmente. Para fazer o ranking, a entidade leva em consideração o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM), que tem por base parâmetros como níveis de educação, renda per capita e longevidade da população. A capital mato-grossense está em 9º lugar no ranking.</p>
<p style="text-align: justify">“É extremamente gratificante para mim, como prefeito de Cuiabá, constatar que todo o trabalho que temos realizado na capital está surtindo efeitos extremamente positivos. Este estudo da ONU, que é uma organização internacional reconhecida em todo planeta, certifica que estamos no caminho certo. Administrar uma capital do porte de Cuiabá não é uma tarefa simples, mas é um desafio que me propus a enfrentar, porque quero o melhor para a minha cidade natal. Continuaremos no caminho do desenvolvimento, com o objetivo de melhorar cada vez mais a qualidade de vida de nossa população. No próximo ano, minha intenção é que Cuiabá suba ainda mais neste ranking”, disse o prefeito Emanuel Pinheiro.</p>
<p style="text-align: justify">Desde que Pinheiro assumiu a gestão municipal, em 2017, Cuiabá tem passado por um acentuado processo de transformação, com inúmeras obras, programas e ações. Nestes seis anos de administração de Emanuel Pinheiro, foram entregues mais de 200 praças públicas, dois viadutos em vias importantes foram construídos, foram entregues 150 ônibus novos e foram construídos mais de 1.200 novos abrigos para usuários do transporte coletivo, além das estações Alencastro, Ipiranga e Bispo Dom José.</p>
<p style="text-align: justify">A área da Educação também tem recebido grandes investimentos, o que tem resultado em Índices de Desenvolvimento da Educação Básica cada vez melhores. A gestão entregou 16 unidades escolares novas, em substituição a antigos prédios, reformou 40 unidades, entre Centros Educacionais Infantis Cuiabano (CEIC), Creches e Escolas Municipais de Educação Básica (EMEB) e escolas do campo (EMEBC), além de cinco quadras poliesportivas e três bibliotecas públicas. Atualmente 15 obras estão em andamento.</p>
<p style="text-align: justify">Além das reformas e construções, a gestão municipal implementou diversas iniciativas na rede pública de ensino, como a distribuição de kits de material escolar e uniformes para os 57.654 estudantes matriculados, uniforme para os servidores e entrega de notebooks para unidades e assessores pedagógicos.</p>
<p style="text-align: justify">Em relação ao saneamento básico, Cuiabá é referência nacional. A capital realiza o maior investimento, por habitantes, entre as grandes cidades brasileiras. Atualmente, possui 80% de cobertura de rede de esgoto, sendo que a meta da gestão Emanuel Pinheiro é chegar a marca de 91% até o fim de 2024. Além disso, no quesito água potável, a população cuiabana já conta com o fornecimento desse serviço sem intermitência.</p>
<p style="text-align: justify">Outro destaque é em relação ao tratamento de resíduos gerados na capital. O antigo aterro sanitário foi desativado em março de 2023, dando lugar ao moderno Ecoparque Pantanal, a frota de caminhões da coleta de lixo foi renovada, somada a implantação de lixeiras subterrâneas, e da coleta seletiva e fluvial. </p>
<p style="text-align: justify">“Sabemos que temos muito a fazer ainda, mas não podemos deixar de nos orgulhar por configurar neste ranking da ONU. Cuiabá é a nona melhor cidade do Brasil para se viver e isto não é pouca coisa. Da minha parte, a população cuiabana pode esperar mais trabalho, mais empenho, até o último dia do meu mandato, para fazer de Cuiabá uma cidade cada vez melhor”, finalizou o prefeito.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.cuiaba.mt.gov.br/governo/estudo-da-onu-coloca-cuiaba-entre-as-10-melhores-cidades-para-se-viver-no-brasil-e-prefeito-emanuel-pinheiro-destaca-compromisso-pelo-desenvolvimento/30236#162231bb-936b-45df-b5f7-b790ce732355" rel="noopener">Prefeitura de Cuiabá &#8211; MT</a></p>
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		<title>Em inauguração, Dorner destaca parceria entre Prefeitura e Sebrae no apoio a microempresários</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 May 2023 23:15:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O prefeito Roberto Dorner (Republicanos) destacou, durante a cerimônia de inauguração da nova sede do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas em Mato Grosso (Sebrae) a parceria entre Prefeitura e a entidade nas ações que promovam o desenvolvimento do empreendedorismo em Sinop. “O Sebrae está aqui há 27 anos ajudando no desenvolvimento das [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: justify">O prefeito Roberto Dorner (Republicanos) destacou, durante a cerimônia de inauguração da nova sede do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas em Mato Grosso (Sebrae) a parceria entre Prefeitura e a entidade nas ações que promovam o desenvolvimento do empreendedorismo em Sinop. “O Sebrae está aqui há 27 anos ajudando no desenvolvimento das pequenas empresas e, consequentemente, no de Sinop. Agora, inaugurando seu prédio próprio, poderá ampliar ainda mais a oferta de seus serviços. Para nós é uma alegria e um orgulho muito grande estar junto com o Sebrae ajudando Sinop”, disse.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify">Entre as ações em parceria, estão as envolvidas diretamente com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico do município (Sedec), como palestras e workshops aos empreendedores, o estudo socioeconômico do município, o “Sinop em números”, e outros. “Sinop tem aberto uma média de 600 empresas por mês e, na sua grande maioria, microempreendedores. Então, o Sebrae traz esse apoio e a Prefeitura Municipal tem esse trabalho junto com o Sebrae de recepcionar, fazer a abertura, dar o acompanhamento, assistência, atendimento para essas micro e pequenas empresas, isso faz com que tenhamos um comércio mais fortalecido, um desenvolvimento mais saudável”, destacou o secretário da pasta, Klayton Gonçalves. </p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify">A nova sede do Sebrae foi inaugurada, ontem (30), em Sinop. A estrutura, que conta com aproximadamente 600 metros quadrados, está instalada em uma área de 10 mil metros quadrados, doada pela Prefeitura de Sinop e localizada na Avenida Bruno Martini, esquina com a Avenida José Teobaldo Anschau, região do bairro Nossa Senhora Aparecida, sentido aeroporto. A unidade moderna recebeu R$ 5 milhões em investimentos.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.sinop.mt.gov.br/Noticias/Em-inauguracao-dorner-destaca-parceria-entre-prefeitura-e-sebrae-no-apoio-a-microempresarios-10993/#aab34fd7-77d1-45ac-a8ff-abd0d3721740" rel="noopener">Prefeitura de Sinop &#8211; MT</a></p>
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		<title>Igualdade salarial entre mulheres e homens passa na CAE e vai ao Plenário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 May 2023 21:45:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou, nesta quarta-feira (31), o projeto de lei que torna obrigatória a igualdade salarial e de critérios remuneratórios entre mulheres e homens para trabalho de igual valor ou no exercício da mesma função. A proposta, da Presidência da República, foi aprovada no início do mês pela Câmara e tramita [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou, nesta quarta-feira (31), o projeto de lei que torna obrigatória a igualdade salarial e de critérios remuneratórios entre mulheres e homens para trabalho de igual valor ou no exercício da mesma função. A proposta, da Presidência da República, foi aprovada no início do mês pela Câmara e tramita em regime de urgência. Agora, o </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/157368" rel="noopener" target="_blank"><span style="font-weight: 400">PL 1.085/2023</span></a><span style="font-weight: 400"> segue para votação no Plenário do Senado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Mais cedo, o projeto foi </span><a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/31/igualdade-salarial-entre-mulheres-e-homens-passa-na-cae-e-vai-ao-plenario/cdh-aprova-igualdade-salarial-e-de-criterios-remuneratorios-entre-mulheres-e-homens" rel="noopener" target="_blank"><span style="font-weight: 400">aprovado pela Comissão de Direitos Humanos</span></a><span style="font-weight: 400"> (CDH) e pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS). Na CAE e na CAS, o projeto foi relatado pela senadora Teresa Leitão (PT-PE), que apresentou parecer favorável, com emenda de redação. Ela rejeitou as 14 emendas apresentadas ao texto. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">— O mineiro Carlos Drummond de Andrade diz que as leis não são tudo, porque os lírios não nascem das leis. Vamos dar atenção aos lírios, que são a luta, a resistência, o empoderamento das mulheres, a necessidade democrática de tratarmos com igualdade, em todos os patamares da vida, homens e mulheres — disse Teresa Leitão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A votação da matéria foi acompanhada na CAE pela ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, e pelo ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho. A </span><a href="https://legis.senado.leg.br/comissoes/reuniao?9&#038;reuniao=11443&#038;codcol=38" rel="noopener" target="_blank"><span style="font-weight: 400">reunião</span></a><span style="font-weight: 400"> foi conduzida pelo presidente do colegiado, senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO). O texto aprovado determina que o governo federal terá que regulamentar a futura lei por meio de decreto. </span></p>
<h3><span style="font-weight: 400">Os senadores Rogério Marinho (PL-RN) e Flávio Bolsonaro (PL-RJ) anunciaram voto contrário por entenderem que a proposta não será efetiva e poderá aumentar a judicialização, mas pontuaram que são favoráveis à igualdade salarial entre mulheres e homens.</span></h3>
<h3><b>Multa</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">O projeto prevê que, na hipótese de discriminação por motivo de sexo, raça, etnia, origem ou idade, o pagamento das diferenças salariais devidas não afasta o direito do empregado de promover ação de indenização por danos morais, considerando-se as especificidade do caso concreto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O texto modifica a multa prevista no art. 510 da </span><a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:decreto.lei:1943-05-01;5452" rel="noopener" target="_blank"><span style="font-weight: 400">CLT</span></a><span style="font-weight: 400"> para que corresponda a dez vezes o valor do novo salário devido pelo empregador ao empregado discriminado, elevada ao dobro, no caso de reincidência, sem prejuízo de outras medidas legais. Hoje, a multa é igual a um salário-mínimo regional, elevada ao dobro, no caso de reincidência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Também determina a publicação semestral de relatórios de transparência salarial e remuneratória pelas empresas (pessoas jurídicas de direito privado) com cem ou mais empregados, observada a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais </span><a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:2018-08-14;13709" rel="noopener" target="_blank"><span style="font-weight: 400">(Lei 13.709, de 2018</span></a><span style="font-weight: 400">) e dispõe que ato do Poder Executivo instituirá protocolo de fiscalização contra a discriminação salarial.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Os relatórios conterão dados e informações, publicados de forma anônima, que permitam a comparação objetiva entre salários, critérios remuneratórios e proporção de ocupação de cargos de direção, gerência e chefia preenchidos por mulheres e homens, além de informações estatísticas sobre outras possíveis desigualdades decorrentes de raça, etnia, nacionalidade e idade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Caso seja identificada desigualdade salarial ou de critérios remuneratórios, as empresas privadas deverão apresentar e implementar planos de ação para mitigar essa desigualdade, com metas e prazos, garantida a participação de representantes das entidades sindicais e de representantes dos empregados nos locais de trabalho. Em caso de descumprimento das disposições, será aplicada multa administrativa no valor de até 3% da folha de salários do empregador, limitado a cem salários mínimos, sem prejuízo das demais sanções.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O projeto prevê, como medidas para garantia da igualdade salarial, o estabelecimento de mecanismos de transparência salarial; incremento da fiscalização; criação de canais específicos para denúncias de casos de discriminação salarial; promoção de programas de inclusão no ambiente de trabalho e fomento à capacitação e à formação de mulheres para o ingresso, a permanência e a ascensão no mercado de trabalho em igualdade de condições com os homens.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O Poder Executivo federal disponibilizará de forma unificada, em plataforma digital de acesso público, as informações fornecidas pelas empresas, e indicadores atualizados periodicamente sobre o mercado de trabalho e renda por sexo, inclusive indicadores de violência contra a mulher, de vagas em creches públicas, de acesso à formação técnica e superior e de serviços de saúde, bem como outros dados públicos que possam orientar a elaboração de políticas públicas.</span></p>
<h3><b>Combate à discriminação</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Teresa Leitão afirma, em seu voto, que o grande mérito do projeto é tratar da atuação efetiva do Poder Executivo e das empresas privadas com cem ou mais empregados no combate às diferenças salariais e de critérios remuneratórios e às discriminações no trabalho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ela  lembra que a CLT já prevê que “sendo idêntica a função, a todo o trabalho de igual valor, prestado ao mesmo empregador, no mesmo estabelecimento empresarial, corresponderá igual salário, sem distinção de sexo, etnia, nacionalidade ou idade”. No entanto, disse a senadora, os prejudicados precisam recorrer ao Poder Judiciário para que esse direito à igualdade seja reconhecido. Para ela, é preciso adotar medidas preventivas e não permitir que a discriminação se prolongue no tempo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">&#8220;O projeto promove a isonomia entre mulheres e homens no mercado de trabalho e fornece instrumentos essenciais para garantir sua concretização. Propõe um verdadeiro programa de estímulo (e de coerção) ao tratamento igualitário. Reforça a multa administrativa nos casos em que há conduta discriminatória das empresas e elenca medidas voltadas à transparência, à fiscalização e à capacitação das mulheres, fundamentais para um mercado de trabalho próspero e justo, em que as mulheres poderão prestar suas melhores contribuições e auferir retornos condizentes, verdadeiramente, com suas qualificações e com o valor de seu trabalho&#8221;, afirma a relatora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Apoiaram a aprovação os senadores Carlos Viana (Podemos-MG), Jaques Wagner (PT-BA), Paulo Paim (PT-RS), Rogério Carvalho (PT-SE), Jussara Lima (PSD-PI), Augusta Brito (PT-CE), Otto Alencar (PSD-BA) e outros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Também se declararam favoráveis à igualdade salarial entre homens e mulheres os senadores Laércio Oliveira (PP-SE), Margareth Buzetti (PSD-MT), Damares Alves (Republicanos-DF), Sérgio Moro (União-PR), Mecias de Jesus (Republicanos-RR) e outros. Entretanto, eles pontuaram que a redação do texto aprovado pode trazer mais burocracia e judicialização das relações de trabalho e até ter efeito negativo na empregabilidade das mulheres.</span></p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/31/igualdade-salarial-entre-mulheres-e-homens-passa-na-cae-e-vai-ao-plenario#cbf35ed5-d5a3-443f-821e-f79298e496af" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Senado aprova incluir assédio entre infrações do Estatuto da OAB</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 May 2023 21:45:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Plenário aprovou nesta quarta-feira (31) o projeto de lei que inclui o assédio moral, o assédio sexual e a discriminação entre as infrações ético-disciplinares no âmbito da Ordem dos Advogados do Brasil. O PL 1.852/2023, que altera o Estatuto da Advocacia (Lei 8.906, de 1994), será encaminhado à sanção presidencial. Apreciado em regime de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Plenário aprovou nesta quarta-feira (31) o projeto de lei que inclui o assédio moral, o assédio sexual e a discriminação entre as infrações ético-disciplinares no âmbito da Ordem dos Advogados do Brasil. O <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/157326" rel="noopener" target="_blank">PL 1.852/2023</a>, que altera o Estatuto da Advocacia (<a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:1994-07-04;8906" rel="noopener" target="_blank">Lei 8.906, de 1994</a>), será encaminhado à sanção presidencial.</p>
<p>Apreciado em regime de urgência, a pedido do senador Rogério Carvalho (PT-SE), o texto foi relatado pela senadora  Augusta Brito (PT-CE), que rejeitou emenda do senador Carlos Viana (Podemos-MG), a qual incluía a prática do racismo entre as infrações praticadas no âmbito da OAB.</p>
<p>Ao ler parecer em Plenário, Augusta Brito explicou que o projeto já prevê a discriminação em razão de raça ou cor, suficiente para a imposição de sanção ético-disciplinar por parte da OAB, o que dispensaria, portanto, a alteração defendida por Viana.</p>
<p>Após a explicação da relatora, o senador Viana anunciou a retirada da emenda, levando em conta o pedido apresentado pela própria OAB e pela autora do projeto, a deputada federal Laura Carneiro (PSD-RJ).</p>
<p>A ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, acompanhou a votação da matéria no Plenário. Foi saudada pela relatora da proposição e pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, que também parabenizou o presidente da OAB, Beto Simonetti, pelo aprimoramento do Estatuto da Advocacia.</p>
<h3><strong>Assédio e discriminação</strong></h3>
<p>O projeto determina que atos de assédio moral, assédio sexual ou discriminação sejam passíveis de punição perante à OAB. Nesses casos, o profissional infrator poderá ser afastado do exercício profissional pelo prazo de um mês a um ano.</p>
<p>De acordo com o texto, o assédio moral é tido como o comportamento capaz de ofender a personalidade, a dignidade e a integridade psíquica ou física de colegas de trabalho. Já o assédio sexual é tipificado como a conduta de conotação sexual, praticada no exercício profissional, que causa constrangimento ou viola a liberdade sexual da vítima. Por fim, a discriminação é caracterizada pelo tratamento constrangedor por razões de cor, deficiência, idade e origem étnica, por exemplo.</p>
<p>O PL 1.852/2023 já havia sido aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) em 24 de maio.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/31/senado-aprova-incluir-assedio-entre-infracoes-do-estatuto-da-oab#311630a0-b838-41e1-a10d-625f846d899f" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>CDH aprova igualdade salarial entre mulheres e homens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 May 2023 19:15:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>discussão na CAE A Comissão de Direitos Humanos (CDH) aprovou, nesta quarta-feira (31), o projeto de lei que estabelece mecanismos para estimular a igualdade de salários e dos critérios remuneratórios entre mulheres e homens que exercem a mesma função. O PL 1.085/2023 cria regras para que a desigualdade salarial, já proibida pela Consolidação das Leis do Trabalho [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/videos/2023/05/cae-adia-para-quarta-a-votacao-de-texto-que-regulamenta-igualdade-salarial">discussão na CAE</a></p>
<p>A Comissão de Direitos Humanos (CDH) aprovou, nesta quarta-feira (31), o projeto de lei que estabelece mecanismos para estimular a igualdade de salários e dos critérios remuneratórios entre mulheres e homens que exercem a mesma função. O <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/157368" rel="noopener" target="_blank">PL 1.085/2023</a> cria regras para que a desigualdade salarial, já proibida pela Consolidação das Leis do Trabalho (<a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:decreto.lei:1943-05-01;5452" rel="noopener" target="_blank">CLT &#8211; Decreto-Lei 5.452, de 1943</a>), seja punida. </p>
<p>O texto tramita no Senado, em regime de urgência, em três comissões temáticas. Além da CDH, a matéria será apreciada também pelas comissões de Assuntos Sociais (CAS) e de Assuntos Econômicos (CAE) e, depois, será encaminha ao Plenário. A <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/videos/2023/05/cae-adia-para-quarta-a-votacao-de-texto-que-regulamenta-igualdade-salarial">votação da matéria na CAE</a> e na CAS também está prevista para esta quarta-feira.</p>
<p>Durante a discussão da proposta na CDH, a relatora, senadora Zenaide Maia (PSD-RN), decidiu acolher emenda apresentada pela senadora Augusta<span class="Apple-converted-space"> </span>Brito (PT-CE) e assim resolver um impasse levantado por alguns senadores, como Carlos Viana (Podemos-MG). Ele alertou para a possibilidade de o projeto ser alvo de questionamentos jurídicos futuramente por tratar de forma igual salário e remunerações.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>— Eu entendo que o Brasil precisa se debruçar nessas ações, isso é questão de justiça e de Estado. Mas o que nós estamos falando aqui é de institutos jurídicos. Igualdade salarial não é igualdade remuneratória. É diferente. Na justiça, os salários tem que ser iguais, mas a remuneração depende do esforço de cada um, da trajetória de cada um — argumentou o senador.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Para evitar insegurança jurídica, Zenaide acolheu a emenda e substituiu o termo “remuneratória” por “de critérios remuneratórios” sobre os quais “se pode esperar isonomia, sem exigir que o resultado da remuneração final seja igual”, afirmou. <span class="Apple-converted-space">Zenaide aproveitou para conclamar as mulheres brasileiras a participarem mais da política e a se candidatarem mais a cargos públicos, lembrando que os direitos das mulheres são decididos no Congresso Nacional.</span></p>
<p>A senadora Augusta Brito disse que esperava encontrar maior apoio ao projeto no Senado. Ela disse que durante a <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/videos/2023/05/cae-adia-para-quarta-a-votacao-de-texto-que-regulamenta-igualdade-salarial">discussão na CAE</a>, na terça-feira (30), não esperava tanto impasse.</p>
<p>— Eu tenho até vergonha de falar que ainda hoje a gente tem que votar um projeto para que as pessoas entendam que mulheres e homens têm que ganhar o mesmo salário e a mesma remuneração se estiverem na mesma função. Isso para mim chega a doer. Infelizmente a gente tem que fazer o projeto, aprovar o projeto, porque não existe isso comumente — ressaltou.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>A votação da matéria foi acompanhada na comissão pela ministra das Mulheres, Aparecida Gonçalves. Ela celebrou o acordo, mas disse que vai seguir acompanhando o trâmite da proposta nas demais comissões. Para ela, a igualdade salarial deve continuar como uma agenda urgente do governo e do Congresso.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>— A igualdade salarial e remuneratória no Brasil tem urgência. Nós não podemos tirá-la da urgência em hipótese nenhuma no Senado. Nós vamos brigar para que hoje passe em todas as comissões. Porque nós não podemos aceitar que a desigualdade com as mulheres saia da urgência. Saia da pauta. Não adianta banalizar um debate que é político. Não adianta vir dizer que é a comissão do vendedor da loja. Nós estamos falando da entrada no mercado de trabalho. Nós estamos falando das mesmas condições de trabalho, num mesmo projeto quando entra, a comissão é outra coisa.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Na CAS e na CAE o relatório será apresentado pela senadora Teresa Leitão (PT-PE). </p>
<h3><b>Multa e indenização<span class="Apple-converted-space"> </span></b></h3>
<p>Apresentada pelo Poder Executivo, a proposta foi aprovada no início de maio pela Câmara dos Deputados. O texto prevê a aplicação de uma multa 10 vezes maior que o salário mais alto da empresa quando for comprovada diferença salarial entre homens e mulheres para os mesmos cargos. Em caso de reincidência, a multa será dobrada. Na hipótese de discriminação por motivo de sexo, raça, etnia, origem ou idade, o pagamento das diferenças salariais devidas não afasta o direito do empregado de promover ação de indenização por danos morais, considerando-se as especificidades do caso concreto.</p>
<p>Atualmente a multa é igual a um salário-mínimo regional, elevada ao dobro, no caso de reincidência, sem prejuízo das demais medidas legais.</p>
<p>A matéria também determina a publicação semestral de relatórios de transparência salarial e remuneratória pelas empresas com cem ou mais empregados, observada a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (<a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:2018-08-14;13709" rel="noopener" target="_blank">Lei 13.709, de 2018</a>) e dispõe que ato do Poder Executivo instituirá protocolo de fiscalização contra a discriminação salarial e remuneratória.</p>
<p>Os relatórios conterão dados publicados de forma anônima e informações que permitam a comparação objetiva entre salários, remunerações e proporção de ocupação de cargos de direção, gerência e chefia por mulheres e homens, além de informações estatísticas sobre outras possíveis desigualdades decorrentes de raça, etnia, nacionalidade e idade. </p>
<p>Caso seja identificada desigualdade salarial ou dos critérios remuneratórios, as empresas privadas deverão apresentar e implementar planos de ação para mitigar essa desigualdade, com metas e prazos, garantida a participação de representantes das entidades sindicais e de representantes dos empregados nos locais de trabalho. Em caso de descumprimento das disposições, será aplicada multa administrativa no valor de até 3% da folha de salários do empregador, limitado a cem salários mínimos, sem prejuízo das demais sanções.</p>
<p>O projeto prevê, como medidas para garantia da igualdade salarial, o estabelecimento de mecanismos de transparência salarial e dos critérios<br />remuneratórios, incremento da fiscalização, disponibilização de canais específicos para denúncias de casos de discriminação salarial, promoção e implementação de programas de inclusão no ambiente de trabalho e fomento à capacitação e à formação de mulheres para o ingresso, a permanência e a ascensão no mercado de trabalho em igualdade de condições com os homens.</p>
<p>O Poder Executivo federal disponibilizará de forma unificada, em plataforma digital de acesso público, as informações fornecidas pelas empresas e indicadores atualizados periodicamente sobre o mercado de trabalho e renda desagregados por sexo, inclusive indicadores de violência contra a mulher, de vagas em creches públicas, de acesso à formação técnica e superior e de serviços de saúde, bem como outros dados públicos que possam orientar a elaboração de políticas públicas.</p>
<h3><b>Garantia</b></h3>
<p>Em seu relatório, Zenaide considerou que a desigualdade salarial e remuneratória entre mulheres e homens é um problema grave que dificilmente será solucionado sem decisiva ação legislativa que determine a obrigatoriedade e disponha sobre meios para garantir que mulheres e homens recebam equivalente salário ou remuneração pelo trabalho de igual valor ou no exercício da mesma função.</p>
<p>A senadora considera que a proposição é necessária para promover política pública de combate à discriminação no ambiente de trabalho e às diferenciações salariais que trazem efeitos em diversos setores da sociedade. Segundo ela, a atual redação do artigo 461 da CLT não veda expressamente a discriminação de gênero e possui efeito sancionador que se verifica predominantemente depois que o problema já ocorreu.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>— Ela [legislação atual] não teve efetividade. Por isso a importância dessa lei, que, aliás, o Senado já aprovou duas vezes. O que acontece na vida real é que temos mulheres, no mínimo, com salário de 30% a 40% menor.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Zenaide explicou ainda que resolveu rejeitar duas emendas, da senadora Mara Gabrilli (PSD-SP), que tinham a finalidade de incluir o fator “deficiência” como parâmetro para a definição dos comportamentos discriminatórios, por considerar que a discriminação contra pessoas com deficiência já é crime tipificado pela Lei Brasileira de Inclusão (<a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:2015-07-06;13146" rel="noopener" target="_blank">Lei 13.146, de 2015</a>). Além disso, ela observou que, se acatasse essas emendas, o projeto teria de retornar para análise da Câmara dos Deputados, o que, segundo ela, atrasaria a vigência das medidas propostas.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/31/cdh-aprova-igualdade-salarial-entre-mulheres-e-homens#1633e3d6-9478-4a55-acc3-f976669d2292" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Mulheres são maioria entre os que buscam complemento de renda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 May 2023 17:15:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>FreePik Mulheres são maioria entre profissionais que buscam oportunidade de trabalho para complemento de renda, aponta pesquisa Já tem um tempo que conseguimos observar a mulher muito mais ativa, influente e decisiva na sociedade e isso não só como a mãe ou esposa, mas, como profissional, ocupando cargos de liderança em diferentes mercados e sendo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/4i/id/ek/4iidek50ibfk4xfemmznfg6u4.jpg" width="906" height="509" alt="Mulheres são maioria entre profissionais que buscam oportunidade de trabalho para complemento de renda, aponta pesquisa" title="Mulheres são maioria entre profissionais que buscam oportunidade de trabalho para complemento de renda, aponta pesquisa"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>FreePik</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Mulheres são maioria entre profissionais que buscam oportunidade de trabalho para complemento de renda, aponta pesquisa</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Já tem um tempo que conseguimos observar a mulher muito mais ativa, influente e decisiva na sociedade e isso não só como a mãe ou esposa, mas, como profissional, ocupando cargos de liderança em diferentes mercados e sendo responsável pela construção de uma sociedade muito mais inclusiva.  Hoje, a mulher ocupa a posição que ela achar que deve e passou a ser a responsável pelo desenvolvimento financeiro das famílias no Brasil.</p>
<p class=""> <strong>Entre no  <a href="https://t.me/iGDelas" data-mce-href="https://t.me/iGDelas">canal do iG Delas no Telegram</a> e fique por dentro de todas as notícias sobre beleza, moda, comportamento, sexo e muito mais!</strong> </p>
<p>De acordo com dados recentes divulgados por instituições como o Grupo Globo e o IBGE, hoje, no país, mais de 48% dos lares brasileiros têm mulheres como chefes de família, sendo elas, as principais responsáveis pelo sustento da casa e dos filhos. O número representa quase o dobro do percentual levantado em 1995 ― que era de 25% ― e tende a aumentar ainda mais quando olhamos para os 20,65 milhões de lares de baixa renda no país, dos quais 81,6% são chefiados por mulheres.</p>
<p>Mesmo cada vez mais estando a frente de suas famílias, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua (PnadC), realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), as mulheres formam 44% da força de trabalho do Brasil, mas também são a maioria entre os desempregados do País (11% de 55%). No entanto, essa situação não é aceita pelo público feminino e tem sido enfrentada todos os dias em meio a uma busca constante por equidade.</p>
<p>Dados da startup Mission Brasil, maior e mais completa plataforma de staff on demand do Brasil, mostram que as mulheres são maioria quando o assunto é a busca por oportunidades de trabalho que possam complementar a renda familiar. De acordo com o levantamento da empresa, de janeiro a abril de 2023, houve aumento de 289% no número de mulheres que se cadastraram o app para, por meio do segmento de staff on demand (em português, “equipe sob demanda”), conseguirem atuar com trabalhos pontuais, de acordo com suas disponibilidades e gerar renda.</p>
<p> <strong>Acompanhe também perfil geral do <a href="https://t.me/portalig" data-mce-href="https://t.me/portalig">Portal iG no Telegram</a> !</strong> </p>
<p>Com cerca de 20 mil usuários novos por mês, 61,48% das pessoas que utilizam a plataforma da companhia são mulheres, enquanto 38,51% são homens. Localizadas majoritariamente nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, as faixas etárias mais presentes das profissionais ativas no app são de trabalhadoras entre 19 a 29 anos (54,4%), entre 30 e 40 anos (29,51%), entre 41 e 51 anos (9,29%) e entre 52 e 60 anos (1,52%).</p>
<p>Segundo Thales Zanussi, fundador e CEO do Mission Brasil, esses números mostram como o trabalho sob demanda é uma alternativa de renda extra importante para o público feminino em todo o Brasil. “Em muitos casos, a mulher é a principal fonte de sustento das famílias brasileiras. Nesse sentido, novas modalidades de serviços que trazem mais autonomia e independência, de acordo com a disponibilidade e rotina de cada pessoa, promovem uma democratização do mercado e respiro na hora de pagar as contas”, diz.</p>
<p>Na startup, as áreas que mais usam o formato e, consequentemente, empregam mais trabalhadoras são: pesquisas de mercado, monitoramento de pontos de venda, clientes ocultos e padronização de franquias, instalação e manutenção de merchandising e plataformas de gestão de força de campo. As atividades desses ramos, chamadas na empresa de missões, chegam a 10 mil por mês e geram um rendimento médio de R$ 1,6 mil às profissionais na mesma proporção.</p>
<p>Zanussi destaca que o staff on demand conecta todos esses usuários às marcas de maneira simples e transparente, sendo uma ferramenta indispensável em meio aos índices de desemprego do país e a alta demanda por vagas de emprego. “Todos se beneficiam nesse processo, pois as companhias otimizam resultados e diminuem gastos, enquanto os especialistas conciliam a sua vida pessoal com a profissional sem que deixem de obter rendas justas”, conclui o executivo.</p>
<p> <strong>Saiba mais sobre moda, beleza e relacionamento. Confira as notícias do <a href="https://delas.ig.com.br/" data-mce-href="https://delas.ig.com.br/">iG Delas</a> !</strong> </p>
<p> <br data-mce-bogus="1"> </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://delas.ig.com.br/2023-05-31/mulheres--complemento-de-renda.html#a9e27b04-aa6f-4a56-9576-32d69ece95f5" rel="noopener">Mulher</a></p>
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		<item>
		<title>CAE retoma projeto que prevê igualdade salarial entre homem e mulher na quarta</title>
		<link>https://fatomt.com.br/cae-retoma-projeto-que-preve-igualdade-salarial-entre-homem-e-mulher-na-quarta/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 May 2023 20:45:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[entre]]></category>
		<category><![CDATA[homem]]></category>
		<category><![CDATA[igualdade]]></category>
		<category><![CDATA[preve]]></category>
		<category><![CDATA[projeto]]></category>
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		<category><![CDATA[salarial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprecia nesta quarta-feira (31), às 14h30, o projeto que assegura igualdade salarial e remuneratória entre mulheres e homens na mesma função. O PL 1085/2023, que seria votado na comissão nesta quarta (30), acabou gerando discussão entre os senadores, o que motivou apresentação de pedido de vista e a retirada [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/cae-retoma-projeto-que-preve-igualdade-salarial-entre-homem-e-mulher-na-quarta/">CAE retoma projeto que prevê igualdade salarial entre homem e mulher na quarta</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprecia nesta quarta-feira (31), às 14h30, o projeto que assegura igualdade salarial e remuneratória entre mulheres e homens na mesma função.</p>
<p>O <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/157368" rel="noopener" target="_blank">PL 1085/2023</a>, que seria votado na comissão nesta quarta (30), acabou gerando discussão entre os senadores, o que motivou apresentação de pedido de vista e a retirada da matéria da pauta de votações.</p>
<p>Durante a reunião, a senadora Augusta Brito (PT-CE) leu o relatório da senadora Teresa Leitão (PT-PE), que rejeitou todas as emendas apresentadas ao texto, o que motivou o pedido de vistas e uma série de destaques de votação em separado (DVS).</p>
<p>Parlamentares críticos ao projeto disseram concordar com a equiparação salarial entre homens e mulheres, mas afirmaram que a isonomia das remunerações pode provocar distorções.</p>
<p>O projeto da Presidência da República foi aprovado neste mês pela Câmara dos Deputados e tramita no Senado em regime de urgência. Além da CAE, analisam a proposta, simultaneamente, as comissões de Direitos Humanos (CDH) e de Assuntos Sociais (CAS).</p>
<p>A reunião CAE será realizada na sala 15 da Ala Alexandre Costa.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/30/cae-retoma-projeto-que-preve-igualdade-salarial-entre-homem-e-mulher-na-quarta#17468ece-8ee3-4cfa-a5f2-01c7f6e096d6" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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