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	<title>Arquivos entrave - FATO MT</title>
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	<title>Arquivos entrave - FATO MT</title>
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		<title>Galípolo diz não esperar entrave no Senado para ser aprovado para BC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 May 2023 11:45:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Divulgação Gabriel Galípolo O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Gabriel Galípolo , disse nesta terça-feira (9) que vai tentar &#8220;facilitar o diálogo&#8221; do governo federal e do Banco Centra (BC)l. O número dois da pasta foi indicado para a diretoria de Política Monetária do BC e disse estar &#8220;honrado&#8221; com a indicação. Galípolo afirmou que [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/0k/s7/bc/0ks7bca4n16s5lnf0wopri7md.jpg" width="906" height="509" alt="Gabriel Galípolo" title="Gabriel Galípolo"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Divulgação</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Gabriel Galípolo</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, <a href="https://economia.ig.com.br/2023-05-09/galipolo-voz-banco-central-tebet.html" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2023-05-09/galipolo-voz-banco-central-tebet.html">Gabriel Galípolo</a> , disse nesta terça-feira (9) que vai tentar &#8220;facilitar o diálogo&#8221; do governo federal e do Banco Centra (BC)l. O número dois da pasta foi indicado para a diretoria de Política Monetária do BC e disse estar &#8220;honrado&#8221; com a indicação.   </p>
<p>Galípolo afirmou que tem boa relação com o presidente da instituição, Roberto Campos Neto, apesar dos embates públicos entre integrantes do governo e RCN. </p>
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<p>No entanto, salientou que ter essa proximidade não “significa obrigatoriamente que todo mundo vai pensar igual. […] Mas a conversa sempre será da melhor maneira possível, da maneira mais educada e cordial. A intenção é conseguir facilitar esse diálogo.” </p>
<p>O indicado afirmou que recebeu apoio do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), de outros congressistas e do ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, que trabalha pela aprovação do nome de Galípolo no Congresso. </p>
<p>O integrante do Ministério da Fazenda disse que trabalhará pela redução dos juros, que estão em 13,75% ao ano, maior patamar desde 2016 e principal embate entre governo e BC. </p>
<p>“Todo mundo quer baixar os juros. Eu tenho convicção que toda diretoria do Banco Central não tem nenhum tipo de satisfação, nem profissional, nem pessoal, de ter juros mais altos. Acho que o que vem sendo feito pela Fazenda é tentar criar um ambiente para que o mercado possa colocar os preços da maneira adequada e o BC possa sancionar essa redução”, afirmou. </p>
<p>Galípolo disse que será uma voz do governo dentro da autoridade monetária, que se tornou independente em 2021. </p>
<p>“Eu não vim para o setor público para pensar em qualquer plano de carreira pessoal. Eu vim aqui porque eu pretendo poder colaborar com o projeto de sociedade que está sendo colocado em prática pelo presidente Lula e ministro Fernando Haddad. A todo momento eu disse que estaria disponível para jogar na posição que o presidente e o ministro entendem que eu pudesse colaborar mais, desde que eu me sentisse minimamente confortável a ocupar a posição. Hoje a posição é essa: fui indicado, ainda a ser submetido a CAE [Comissão de Assuntos Econômicos do Senado], para a diretoria de Política Monetária“, declarou. </p>
<p>Caso assuma o novo cargo, Galípolo disse ainda que será um “facilitador” no diálogo da política monetária com a fiscal. </p>
<div>
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<ul>
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</ul>
</aside>
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<p class="">“É sabido que eu tenho uma boa relação com a diretoria do Banco Central, em especial com o diretor [presidente] Roberto Campos [Neto], estou entre as pessoas que mais dialogam com ele no governo. Acho que a intenção ao escolher uma pessoa que tem um bom diálogo com ele, e também tem grande empatia e afinidade com o ministro Fernando Haddad, é para que eu possa tentar ser um facilitador nesse diálogo para que essas duas políticas possam concorrer no mesmo sentido“, afirmou. </p>
<p>Além de Galípolo, o governo também nomeou Ailton de Aquino Santos para a diretoria de Fiscalização do BC. Ele é funcionário de carreira da instituição e, se for aprovado, será o 1º negro a integrar a cúpula do Banco Central. </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2023-05-10/galipolo-facilitar-dialogo-banco-central.html#7ef1471a-b4c6-403c-bc62-d7cc81b9298e" rel="noopener">Economia</a></p>
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		<title>Insegurança jurídica é entrave para investimentos estrangeiros, diz Izalci</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Mar 2023 19:48:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[entrave]]></category>
		<category><![CDATA[estrangeiros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O senador Izalci Lucas (PSDB-DF) declarou que a insegurança jurídica é um dos maiores obstáculos para investimentos estrangeiros no país. O parlamentar preside a Frente Parlamentar em Apoio aos Investimentos Estrangeiros no Brasil e, segundo ele, foi a essa conclusão a que os membros do colegiado chegaram após reuniões realizadas no ano passado. Como exemplo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O senador Izalci Lucas (PSDB-DF) declarou que a insegurança jurídica é um dos maiores obstáculos para investimentos estrangeiros no país. O parlamentar preside a Frente Parlamentar em Apoio aos Investimentos Estrangeiros no Brasil e, segundo ele, foi a essa conclusão a que os membros do colegiado chegaram após reuniões realizadas no ano passado. Como exemplo da falta de previsibilidade para os investidores, Izalci destacou decisão recente do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL), que obriga as empresas a pagarem o tributo federal retroativo a 2007.</p>
<p><audio preload="auto" src="https://www12.senado.leg.br/radio/@@audio/17cafcc2-14ae-49c4-999e-e93a705621e5?download"></audio></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/audios/2023/03/inseguranca-juridica-e-entrave-para-investimentos-estrangeiros-diz-izalci#93ff3572-30c7-4b21-8427-d087f383903f" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Desmonte da política ambiental é entrave para economia, dizem especialistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jun 2022 18:06:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[ambiental]]></category>
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		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma economia sustent&#225;vel, calcada na sociobiodiversidade, tem como entraves a falta de pol&#237;ticas p&#250;blicas de incentivo e o desmonte dos &#243;rg&#227;os de defesa do meio ambiente e de defesa dos povos tradicionais. Esse foi o alerta feito por especialistas e senadores que participaram, nesta quarta-feira (22), de audi&#234;ncia p&#250;blica da Comiss&#227;o de Meio Ambiente (CMA) [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.0 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/REC-html40/loose.dtd"><br />
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<p>Uma economia sustent&aacute;vel, calcada na sociobiodiversidade, tem como entraves a falta de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas de incentivo e o desmonte dos &oacute;rg&atilde;os de defesa do meio ambiente e de defesa dos povos tradicionais. Esse foi o alerta feito por especialistas e senadores que participaram, nesta quarta-feira (22), de audi&ecirc;ncia p&uacute;blica da Comiss&atilde;o de Meio Ambiente (CMA) sobre o tema.&nbsp;</p>
<p>O senador Fabiano Contarato (PT-ES), respons&aacute;vel por coordenar o debate, manifestou preocupa&ccedil;&atilde;o com o atual momento pol&iacute;tico e social pelo qual passa o Brasil. Para ele, h&aacute; uma demonstra&ccedil;&atilde;o de interesse claro do governo Bolsonaro em exterminar as popula&ccedil;&otilde;es ind&iacute;genas e invadir seus territ&oacute;rios, dificultando o desenvolvimento de atividades de extra&ccedil;&atilde;o, produ&ccedil;&atilde;o e progresso da economia da sociobiodiversidade.&nbsp;</p>
<p>&mdash; Os povos tradicionais, as comunidades tradicionais, comunidades quilombolas, comunidades ind&iacute;genas que s&atilde;o verdadeiros defensores do meio ambiente, eles est&atilde;o fazendo o papel do Estado, mas est&atilde;o sendo dizimados, n&atilde;o tem outra palavra. Est&atilde;o sendo dizimados com pol&iacute;ticas antiambientalistas, antivida, porque defender meio ambiente &eacute; defender toda a qualquer forma de vida &mdash; declarou.&nbsp;</p>
<p>A cr&iacute;tica foi refor&ccedil;ada pelo autor do requerimento para realiza&ccedil;&atilde;o da audi&ecirc;ncia p&uacute;blica, senador Jaques Wagner (PT-BA), que preside a CMA. O senador afirmou que &#8220;os povos tradicionais est&atilde;o sendo golpeados todos os dias por um governo da morte&#8221;.&nbsp;</p>
<h3><strong>Interdepend&ecirc;ncia</strong></h3>
<p>A professora e pesquisadora da UnB, M&ocirc;nica Nogueira explicou que a principal caracter&iacute;stica dessa economia sustent&aacute;vel &eacute; a rela&ccedil;&atilde;o de interdepend&ecirc;ncia entre a diversidade biol&oacute;gica e a diversidade de sistemas socioculturais de uma regi&atilde;o. Dessa rela&ccedil;&atilde;o, explicou, resultam bens e servi&ccedil;os, mat&eacute;rias primas ou benef&iacute;cios, gerados a partir de recursos dessa biodiversidade que tem cada vez mais ganhado valor, internacionalmente, por sua sustentabilidade. Exemplos disso s&atilde;o os modos de produ&ccedil;&atilde;o e de vida de povos ind&iacute;genas, comunidades quilombolas, comunidades tradicionais diversas, como geraizeiros (popula&ccedil;&atilde;o do norte de Minas Gerais), ribeirinhos, extrativistas da Amaz&ocirc;nia, quebradeiras de coco, catadoras de mangaba entre outros.&nbsp;</p>
<p>No entanto, o que a especialista classificou de &ldquo;economia da vida para a vida&rdquo; enfrenta como principais entraves, segundo ela, o acesso &agrave; terra, a inseguran&ccedil;a dos povos tradicionais e o apag&atilde;o de dados.&nbsp;</p>
<p>&mdash; N&oacute;s temos uma fragmenta&ccedil;&atilde;o, uma dispers&atilde;o das informa&ccedil;&otilde;es relativas a povos e comunidades tradicionais no Brasil, seus territ&oacute;rios, os conflitos a que est&atilde;o submetidos. E, ainda mais, sobre o que produzem, como a sua produ&ccedil;&atilde;o circula, como ela dinamiza a economia local, quando ela alcan&ccedil;a ciclos, em que circunst&acirc;ncias se alcan&ccedil;am os ciclos longos de comercializa&ccedil;&atilde;o, o quanto gera de renda, como incide tamb&eacute;m na seguran&ccedil;a alimentar dessas fam&iacute;lias e das fam&iacute;lias que afinal consomem tamb&eacute;m esses produtos. O apag&atilde;o de informa&ccedil;&atilde;o naturalmente dificulta a elabora&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas apropriadas que considerem as especificidades da economia da sociobiodiversidade. E pior, marginaliza essa economia e os seus sujeitos. Ent&atilde;o h&aacute; algo como uma sugest&atilde;o de que esse apag&atilde;o de informa&ccedil;&atilde;o &eacute; tamb&eacute;m intencional, dificultando enormemente que essa economia realmente componha a estrat&eacute;gia de desenvolvimento do Brasil &mdash; disse M&ocirc;nica Nogueira.</p>
<h3><strong>Guardi&otilde;es da floresta</strong></h3>
<p>Para o secret&aacute;rio geral do Conselho Nacional das Popula&ccedil;&otilde;es Extrativistas (CNS), Dione do Nascimento Torquato, n&atilde;o se pode falar de&nbsp; economia da sociobiodiversidade se n&atilde;o trabalhar pela preserva&ccedil;&atilde;o e prote&ccedil;&atilde;o dos territ&oacute;rios tradicionais de uso coletivo, pela valoriza&ccedil;&atilde;o do modo de vida dos guardi&otilde;es da floresta, do campo e das &aacute;guas. Ele classificou o atual momento como &ldquo;sombrio&rdquo; e desfavor&aacute;vel a agenda ambiental, o que, na sua vis&atilde;o, tem gerado aumento dos conflitos territoriais fundi&aacute;rios, morte de lideran&ccedil;as ativistas no campo e a invas&atilde;o massiva desses territ&oacute;rios, em especial, as reservas extrativistas e os territ&oacute;rios ind&iacute;genas.&nbsp;</p>
<p>Sem olhar para essa quest&atilde;o, avalia Dione Torquato, torna-se dif&iacute;cil fazer com que a economia da sociobiodiversidade assuma o papel, inclusive, de combate a fome e a pobreza.</p>
<p>&mdash;&nbsp; O pa&iacute;s precisa de uma solu&ccedil;&atilde;o urgente vi&aacute;vel. N&atilde;o podemos excluir historicamente aqueles que j&aacute; s&atilde;o oprimidos. E n&atilde;o podemos criminalizar aqueles que j&aacute; s&atilde;o vistos como vulner&aacute;veis. Fortalecer&nbsp; a economia da sociobiodiversidade por meio de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas como o PAA, PNAE, PGMbio, &eacute; uma forma de garantir a floresta em p&eacute;, fortalecendo o processo de gest&atilde;o e governan&ccedil;a territorial e a valoriza&ccedil;&atilde;o sociocultural &mdash;&nbsp; defendeu, referindo-se ao Programa Nacional de Alimenta&ccedil;&atilde;o Escolar (PNAE), o Programa de Aquisi&ccedil;&atilde;o de Alimentos (PAA) e &agrave;&nbsp;<span>Pol&iacute;tica de Garantia de Pre&ccedil;os M&iacute;nimos para os Produtos da Sociobiodiversidade&nbsp;</span><span>(PGPM</span><span>-Bio)</span>.</p>
<h3><b>Investimentos e inova&ccedil;&otilde;es&nbsp;</b></h3>
<p>O pesquisador e especialista sobre socibiodiversidade, Ricardo Abramovay que dirigiu, com mais dez pesquisadores, inclusive da Embrapa, um cap&iacute;tulo para o painel cient&iacute;fico para a Amaz&ocirc;nia no &acirc;mbito das Na&ccedil;&otilde;es Unidas, disse que os mercados da sociobiodiversidade s&atilde;o muito incompletos e imperfeitos no Brasil. Para ele, &eacute; preciso organizar toda a cadeia, munir de infraestrutura as regi&otilde;es de floresta, como no caso da Amaz&ocirc;nia e do Cerrado, e investir no conhecimento cient&iacute;fico e tecnol&oacute;gico da natureza de forma sustent&aacute;vel. &nbsp;</p>
<p>&mdash;&nbsp; N&oacute;s precisamos para que esse empreendedorismo seja fortalecido rediscutirmos a quest&atilde;o da infraestrutura da Amaz&ocirc;nia. A infraestrutura para uso sustent&aacute;vel socioambiental florestal exige internet de qualidade, energia, mobilidade, industrializa&ccedil;&atilde;o local dos produtos da sociobiodiversidade florestal e, sobretudo, condi&ccedil;&otilde;es de vida digna para os povos que exploram essa sociobiodiversidade &mdash; argumentou Abramovay.&nbsp;</p>
<p>Ele ainda alertou para o fato de que essa cadeia precisa envolver os grandes centros como mercado consumidor, o que &eacute; quase inexistente no Brasil.&nbsp;</p>
<p>&mdash; Dos 374 empreendimentos comunit&aacute;rios analisados em 2020 pela Conexos, apenas 20% processam e beneficiam seus produtos. N&oacute;s precisamos incrementar esse beneficiamento. A consequ&ecirc;ncia disso &eacute; que Bel&eacute;m &eacute; uma cidade em que dois ter&ccedil;os da alimenta&ccedil;&atilde;o vem de outras regi&otilde;es do pa&iacute;s. Quando poderiam ser produzidos localmente &mdash; acrescentou.&nbsp;</p>
<h3><strong>Inova&ccedil;&atilde;o</strong></h3>
<p>A mesma observa&ccedil;&atilde;o foi feita pelo coordenador do Instituto Socioambiental (ISA) e Membro do &Oacute;SocioBio, Jeferson Straatmann. Ele defendeu a inova&ccedil;&atilde;o por meio da valoriza&ccedil;&atilde;o da economia da sociobidiversidade, mantendo a floresta em p&eacute;.</p>
<p>&mdash;&nbsp; S&atilde;o economias que produzem muito mais que insumos para as empresas, a gente precisa sair dessa l&oacute;gica de provedores de insumos para a l&oacute;gica de economias que inovam a partir do conhecimento tradicional. S&atilde;o desenvolvedoras de tecnologias e solu&ccedil;&otilde;es para a sa&uacute;de, moda, alimenta&ccedil;&atilde;o, governan&ccedil;a e gest&atilde;o territorial, modelos econ&ocirc;micos, manejo e s&atilde;o prestadoras de servi&ccedil;o e entregam benef&iacute;cios ecossist&ecirc;micos para todo o planeta &mdash; afirmou.&nbsp;</p>
<h3><b>Gargalos</b></h3>
<p>Dionete Figueiredo, que &eacute; agricultora familiar e administra a cooperativa Copabase, relatou as dificuldades enfrentadas por essas comunidades na produ&ccedil;&atilde;o, extra&ccedil;&atilde;o e oferta dos seus produtos no mercado. Com a experi&ecirc;ncia de auxiliar 300 fam&iacute;lias que trabalham com o extrativismo sustent&aacute;vel da castanha de baru, em Minas Gerais, ela lamentou a falta de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas que possibilitem f&aacute;cil acesso ao cr&eacute;dito, assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica e a&ccedil;&otilde;es governamentais menos burocr&aacute;ticas de compra desses produtos.</p>
<p>&mdash; Porque &agrave;s vezes a gente tem um avan&ccedil;o em mostrar que o Baru &eacute; um produto &uacute;nico no mundo. E a&iacute; l&aacute; fora as pessoas querem comprar, mas n&atilde;o temos aqui os meios para organizar essa produ&ccedil;&atilde;o, para ajudar a esses extrativistas a se capacitarem. A entenderem esse processo de regras sanit&aacute;rias, eles n&atilde;o entendem nada disso. Eles n&atilde;o sabem que n&atilde;o podem usar o saco de ra&ccedil;&atilde;o porque eles s&atilde;o acostumados, e eles compram ra&ccedil;&atilde;o para colocar um produto que &eacute; agroecol&oacute;gico, que &eacute; da sociobiodiversidade e a gente, num esfor&ccedil;o, com o apoio de v&aacute;rias organiza&ccedil;&otilde;es, tenta manter uma equipe de t&eacute;cnicos multidisciplinares para fazer esse trabalho de apoio aos agricultores, as comunidades, aos quilombolas. Ajud&aacute;-los na gest&atilde;o dos processos, na organiza&ccedil;&atilde;o de tanta burocracia de nota fiscal, de log&iacute;stica, &eacute; combust&iacute;vel que sobe todo dia e a&iacute; a gente j&aacute; nem sabe mais como segura as planilhas de custo. E o mercado &eacute; cruel, ele n&atilde;o d&aacute; espa&ccedil;o para erro &mdash; detalhou.&nbsp;</p>
<p>De acordo com Dionete Figueiredo, a cooperativa movimentou no ano passado quase 17 toneladas de castanha de baru, e 50% dessa produ&ccedil;&atilde;o foi consumida pelo mercado nacional.&nbsp;</p>
<p class="text-muted"><small>Ag&ecirc;ncia Senado (Reprodu&ccedil;&atilde;o autorizada mediante cita&ccedil;&atilde;o da Ag&ecirc;ncia Senado)</small></p>
</div>
<div id="infocoweb_rodape" class="infocoweb_rodape">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2022/06/22/desmonte-da-politica-ambiental-e-entrave-para-economia-dizem-especialistas#263" rel="noopener">Ag&ecirc;ncia Senado</a></div>
</div>
<p><script src="https://gestor.infocoweb.com.br/analytics_content.js?a=263&amp;b=1224758&amp;c=7698533"></script></body></html></p>
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		<title>Falta de médicos e o entrave de vagas em cursos de Medicina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jun 2022 18:36:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[cursos]]></category>
		<category><![CDATA[entrave]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Divulga&#231;&#227;o Falta de profissionais provocou alta na procura de cursos, mas MEC restringiu vagas Passados quatro anos da publica&#231;&#227;o da Portaria MEC n&#186; 328, de 05 de abril de 2018, que suspendeu por cinco anos o protocolo de pedidos de aumento de vagas e de novos editais de chamamento p&#250;blico para autoriza&#231;&#227;o de cursos de [&#8230;]</p>
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<div class="foto-legenda-citacao-text">Falta de profissionais provocou alta na procura de cursos, mas MEC restringiu vagas</div>
</figcaption></figure>
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<p class="">Passados quatro anos da publica&ccedil;&atilde;o da Portaria MEC n&ordm; 328, de 05 de abril de 2018, que suspendeu por cinco anos o protocolo de pedidos de aumento de vagas e de novos editais de chamamento p&uacute;blico para autoriza&ccedil;&atilde;o de cursos de Medicina, o Brasil segue na prec&aacute;ria realidade sanit&aacute;ria, caracterizada pelas extensas filas nos hospitais, al&eacute;m de planos de sa&uacute;de car&iacute;ssimos e de baixo acesso &agrave; maioria da popula&ccedil;&atilde;o. A situa&ccedil;&atilde;o se agravou ainda mais com a chegada da pandemia da Covid-19, em meados de mar&ccedil;o de 2020, colocando em risco a qualidade da assist&ecirc;ncia prestada &agrave; popula&ccedil;&atilde;o em todas as regi&otilde;es do pa&iacute;s.</p>
<p>Em estudo publicado pela Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira das Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), a institui&ccedil;&atilde;o j&aacute; alertava para os problemas decorrentes do fechamento do protocolo do sistema e-Mec, em 2012, para abertura de novos processos de autoriza&ccedil;&atilde;o de cursos de Medicina sem justificativas plaus&iacute;veis e debate com entidades e sociedade.</p>
<p>Em 2020, o Brasil contava com 337 cursos de Medicina no pa&iacute;s, sendo 60% deles ofertados pelo setor privado, com oferta de 36.670 vagas anuais. No mesmo ano, a raz&atilde;o de m&eacute;dicos para 1.000 habitantes passou a ser de 2,38 profissionais, n&uacute;mero que est&aacute; abaixo de pa&iacute;ses como Chile (2,5), a Argentina (3,2), al&eacute;m de haver uma grande desigualdade regional: Norte (1,30), Nordeste (1,69), Centro-Oeste (2,74), Sul (2,68) e Sudeste (3,15).</p>
<p>O tema tamb&eacute;m foi registrado pelo ministro vice-presidente do Superior Tribunal Militar e conselheiro do Conselho Nacional de Educa&ccedil;&atilde;o (CNE), Jos&eacute; Barroso Filho, em artigo publicado pelo Portal iG, em fevereiro de 2021.</p>
<p>&#8220;Diversos estudos demonstram a exist&ecirc;ncia de um grande d&eacute;ficit de profissionais na &aacute;rea da sa&uacute;de no mundo todo, a exemplo do relat&oacute;rio divulgado pela Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Sa&uacute;de, em que aborda uma estrat&eacute;gia global de recursos humanos para a sa&uacute;de at&eacute; 2030, apontando a necessidade de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas para todos os pa&iacute;ses que fazem parte da OMS, incluindo o Brasil. S&atilde;o diversos os motivos de escassez de m&eacute;dicos, de acordo com a OMS, mas h&aacute; um motivo expl&iacute;cito que &eacute; comum a todos os pa&iacute;ses, o subinvestimento cr&ocirc;nico na educa&ccedil;&atilde;o de profissionais de sa&uacute;de e o &ecirc;xodo cont&iacute;nuo dos m&eacute;dicos para os grandes centros. Essa &eacute; uma realidade no Brasil&#8221;, disse o ministro.</p>
<p>Considerando um tema pol&ecirc;mico, a Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Mantenedoras de Faculdades (Abrafi) defende muitas reflex&otilde;es e a institui&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas que tragam igualdade e oportunidade entre as institui&ccedil;&otilde;es de ensino.</p>
<p>&#8220;H&aacute; um mito de que os cursos privados de Medicina n&atilde;o possuem qualidade, o que &eacute; considerado um paradoxo, uma vez que a qualidade dos cursos remete aos processos de avalia&ccedil;&atilde;o realizados pelo Sistema Nacional de Avalia&ccedil;&atilde;o da Educa&ccedil;&atilde;o Superior (Sinaes), institu&iacute;do por lei, desde 2004, com objetivo de avaliar as institui&ccedil;&otilde;es, os cursos e os alunos vinculados &agrave; gradua&ccedil;&atilde;o, em qualquer modalidade&#8221;, explica o presidente da Abrafi, Edgar Larry.</p>
<p>Para o ministro Jos&eacute; Barroso, o problema vai al&eacute;m. &#8220;A conveni&ecirc;ncia e oportunidade no lan&ccedil;amento de novos editais de Chamamento P&uacute;blico para a autoriza&ccedil;&atilde;o de novos cursos de Medicina esbarram em uma conhecida press&atilde;o exercida pelo Conselho Federal de Medicina, que sempre se op&ocirc;s &agrave; abertura de novos cursos. Essa conveni&ecirc;ncia e oportunidade se traduzem numa restri&ccedil;&atilde;o indevida e que privilegia grandes grupos educacionais, sobretudo aqueles que s&atilde;o focados nas &aacute;reas de sa&uacute;de&#8221;, ressalta.</p>
<p>Para o ensino privado, a grande quest&atilde;o &eacute; o porqu&ecirc; de a Portaria n&ordm; 328 estabelecer um crit&eacute;rio n&atilde;o ison&ocirc;mico para os grandes pedidos de aumento de vagas. A determina&ccedil;&atilde;o n&atilde;o apresenta justificativa t&eacute;cnica e nem crit&eacute;rios legais para que apenas as universidades p&uacute;blicas possam pleitear o aumento de vagas nos seus cursos de Medicina.</p>
<p>Legalmente, a Lei de Liberdade Econ&ocirc;mica pro&iacute;be que as universidades p&uacute;blicas tenham tratamento diferenciado das institui&ccedil;&otilde;es privadas de ensino, pois isso &eacute; compreendido como um ato que viola o direito essencial da pessoa jur&iacute;dica no desenvolvimento e crescimento econ&ocirc;mico do pa&iacute;s, nos termos do art. 3&ordm;, IV, da Lei n&ordm; 13.874, de 20 de setembro de 2019. </p>
<p>&#8220;Importa constatar que n&atilde;o h&aacute; como supor que apenas as institui&ccedil;&otilde;es que ofertem cursos de Medicina estejam intactas &agrave;s crises, mas h&aacute; como garantir que a falta de concorr&ecirc;ncia nessa &aacute;rea implica na discrep&acirc;ncia concorrencial e de manuten&ccedil;&atilde;o de mercado. &Eacute; justamente esse tipo de distor&ccedil;&atilde;o que o Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o deveria evitar, mas, ao contr&aacute;rio do que se imagina, acaba contribuindo ainda mais para a sua manuten&ccedil;&atilde;o&#8221;, completa Jos&eacute; Barroso.</p>
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<p class="">Segundo a ABMES, a resolu&ccedil;&atilde;o do problema com a abertura de protocolo no MEC resultar&aacute; em benef&iacute;cios para a popula&ccedil;&atilde;o com mais profissionais no mercado. </p>
<p>&#8220;&Eacute; necess&aacute;ria a revoga&ccedil;&atilde;o da Lei n&ordm; 12.871, que constituiu o Programa Mais M&eacute;dicos, com defini&ccedil;&atilde;o de crit&eacute;rios mais adequados para autoriza&ccedil;&atilde;o de cursos de Medicina, respeitando a Lei do Sinaes. O Brasil adota dois sistemas de regula&ccedil;&atilde;o e avalia&ccedil;&atilde;o de cursos de gradua&ccedil;&atilde;o que n&atilde;o dialogam e nem se articulam no que diz respeito &agrave;s avalia&ccedil;&otilde;es externas de curso&#8221;, finaliza o presidente da entidade, Celso Niskier.</p>
<h3>Disputa judicial</h3>
<p>Em reuni&atilde;o recente da Associa&ccedil;&atilde;o Nacional das Universidades Particulares (Anup), foi votada e aprovada a proposta de uma A&ccedil;&atilde;o Declarat&oacute;ria de Constitucionalidade (ADC), a ser ajuizada no Supremo Tribunal Federal (STF), pleiteando que a &uacute;nica forma de se pedir novos cursos de Medicina e buscar aumento de vagas em cursos j&aacute; autorizados no Pa&iacute;s seja a via da Lei do Mais M&eacute;dicos e que sejam paralisadas e tornadas sem efeito as a&ccedil;&otilde;es judiciais que pleiteiam a possibilidade de se ter a abertura de processos de autoriza&ccedil;&atilde;o de novos cursos da &aacute;rea. </p>
<p>Embora a vota&ccedil;&atilde;o tenha sido de 7 votos contra a a&ccedil;&atilde;o, 4 a favor e uma absten&ccedil;&atilde;o, uma manobra realizada pela presidente da entidade, Elizabeth Guedes, com o argumento de que os votos teriam peso proporcional ao n&uacute;mero de institui&ccedil;&otilde;es mantidas por cada associada, com n&uacute;mero reduzido de universidades, garantiu a vit&oacute;ria ao grupo minorit&aacute;rio, j&aacute; que, dentre as 4 que votaram favoravelmente &agrave; a&ccedil;&atilde;o, estavam as mantenedoras do Grupo Kroton, que representou, na reuni&atilde;o, 158 institui&ccedil;&otilde;es, e as mantenedoras do Grupo Afya, que representou 13 institui&ccedil;&otilde;es, sendo este &uacute;litmo um dos grupos com maior n&uacute;mero de vagas de Medicina no Brasil.</p>
<p>Ao que ficou claro, a Anup voltou-se contra os interesses da sociedade brasileira para garantir reserva de mercado de uma pequena parte de seus associados, que s&atilde;o justamente aqueles que det&ecirc;m grande fatia dos cursos autorizados de Medicina do Brasil, em especial a Afya, uma das institui&ccedil;&otilde;es privadas que tem mais vagas de medicina no Brasil. </p>
<p>&#8220;O interesse do setor educacional brasileiro, no que diz respeito aos cursos de Medicina, &eacute; que se tenha livre concorr&ecirc;ncia e livre iniciativa, garantindo-se todos os padr&otilde;es de qualidade estabelecidos pelo Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o&#8221;, refor&ccedil;a Edgard Larry, presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira das Mantenedoras das Faculdades (ABRAFI).</p>
<p>A A&ccedil;&atilde;o Direta de Constitucionalidade foi protocolada pelo escrit&oacute;rio Sergio Bermudes Advogados no STF nesta quarta-feira (8) e distribu&iacute;da para relatoria do ministro Gilmar Mendes. </p>
</div>
<div id="infocoweb_rodape" class="infocoweb_rodape">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2022-06-09/falta-de-medicos-e-o-entrave-de-vagas-em-cursos-de-medicina.html#263" rel="noopener">IG ECONOMIA</a></div>
</div>
<p><script src="https://gestor.infocoweb.com.br/analytics_content.js?a=263&amp;b=1207777&amp;c=7545687"></script></body></html></p>
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		<title>Lula e Alckmin se reúnem para reduzir entrave de aliança nas eleições</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Feb 2022 20:50:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[alckmin]]></category>
		<category><![CDATA[alian]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ricardo Stuckert Geraldo Alckmin e Lula ao lado de suas companheiras O ex-presidente Luiz In&#225;cio Lula da Silva (PT) e o ex-governador de S&#227;o Paulo Geraldo Alckmin (sem partido) se encontraram na &#250;ltima sexta-feira na casa do ex-prefeito paulista Fernando Haddad (PT), um dos principais articuladores da chapa entre os dois ex-rivais. O jantar ocorreu [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto">
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<div class="foto-legenda-citacao-text">Geraldo Alckmin e Lula ao lado de suas companheiras</div>
</figcaption></figure>
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<p class="">O ex-presidente Luiz In&aacute;cio Lula da Silva (PT) e o ex-governador de S&atilde;o Paulo Geraldo Alckmin (sem partido) se encontraram na &uacute;ltima sexta-feira na casa do ex-prefeito paulista Fernando Haddad (PT), um dos principais articuladores da chapa entre os dois ex-rivais.</p>
<p class="">O jantar ocorreu em S&atilde;o Paulo e contou com a presen&ccedil;a do ex-deputado federal Gabriel Chalita (sem partido), al&eacute;m das ex-primeiras-damas Lu Alckmin e Ana Estela Haddad, e de Rosangela Silva, a Janja, companheira de Lula. Segundo relatos de pessoas pr&oacute;ximas, o jantar consolidou ainda mais a rela&ccedil;&atilde;o entre o ex-presidente e o ex-governador.</p>
<p>A oito meses da elei&ccedil;&atilde;o, a chapa &eacute; considerada certa no entorno dos dois pol&iacute;ticos, mas ainda falta definir o novo partido de Alckmin, que deixou o PSDB no ano passado. As conversas com o PSB, apesar de avan&ccedil;adas, continuam esbarrando na eventual candidatura de M&aacute;rcio Fran&ccedil;a (PSB) ao governo de S&atilde;o Paulo. O PT, por sua vez, deseja lan&ccedil;ar Haddad. Por isso, o encontro desta sexta foi considerado por algumas pessoas pr&oacute;ximas a Lula e Alckmin como um poss&iacute;vel sinal de &#8220;isolamento&#8221; de Fran&ccedil;a.</p>
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</ul>
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</div>
<p class="">PSB e PT negociam a forma&ccedil;&atilde;o de uma federa&ccedil;&atilde;o partid&aacute;ria, que incluiria ainda PCdoB e PV, mas entre os empecilhos centrais se destacam justamente as complica&ccedil;&otilde;es nos palanques estaduais, como no caso de S&atilde;o Paulo.</p>
<p class="">Uma das alternativas consideradas &eacute; a filia&ccedil;&atilde;o de Alckmin ao PV, o que abriria caminho para o candidato do PSB competir contra Haddad na disputa pelo Pal&aacute;cio dos Bandeirantes e Lula ter pelo menos dois palanques em S&atilde;o Paulo. A expectativa dos petistas &eacute; anunciar a chapa &agrave; Presid&ecirc;ncia at&eacute; mar&ccedil;o, com o objetivo de facilitar filia&ccedil;&otilde;es de outros deputados ao eventual partido de Alckmin.</p>
</div>
<div id="infocoweb_rodape" class="infocoweb_rodape">Fonte: <a target="_blank" href="https://ultimosegundo.ig.com.br/ultimosegundo.ig.com.br/politica/2022-02-12/lula-alckmin-reunem-para-reduzir-entrave-alianca-eleicoes.html#263" rel="noopener">IG Pol&iacute;tica</a></div>
</div>
<p><script src="https://gestor.infocoweb.com.br/analytics_content.js?a=263&amp;b=1042951&amp;c=6140738"></script></body></html></p>
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