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	<title>Arquivos endividamento - FATO MT</title>
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	<title>Arquivos endividamento - FATO MT</title>
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		<title>Styvenson chama atenção para alta no endividamento de idosos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 May 2023 21:17:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O senador Styvenson Valentim (Podemos-RN) destacou, em pronunciamento no Plenário nesta quarta-feira (31), o mapa de inadimplência e negociações divulgado pelo Serasa que mostra que as dívidas não pagas pelos idosos cresceu 33% nos últimos quatro anos. Segundo o parlamentar, foi um aumento 14 vezes maior do que o ocorrido com pessoas de até 25 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left">O senador Styvenson Valentim (Podemos-RN) destacou, em pronunciamento no Plenário nesta quarta-feira (31), o mapa de inadimplência e negociações divulgado pelo Serasa que mostra que as dívidas não pagas pelos idosos cresceu 33% nos últimos quatro anos. Segundo o parlamentar, foi um aumento 14 vezes maior do que o ocorrido com pessoas de até 25 anos, cuja taxa ficou em 2,3%.</p>
<p style="text-align: left">Styvenson ressaltou que o endividamento de pessoas com mais de 60 anos é considerado o maior da história do Brasil. Segundo ele, houve um acréscimo de 3,4 milhões de idosos inadimplentes entre 2019 e 2023. O parlamentar disse que o levantamento aponta que as maiores dívidas são relacionadas a contas de água, luz e telefone, o que os leva a fazer empréstimo para pagar.</p>
<p style="text-align: left">— <span>O valor médio da dívida dessas pessoas é de R$ 4.360. [&#8230;] </span>Segundo o Serasa, os consignados foram e ainda são os grandes vilões do endividamento nessa faixa etária da população brasileira. Muitos aposentados e pensionistas recorreram a esse empréstimo para ajudar os seus familiares, para ajudar aqueles que fazem parte e estão dentro do seu âmbito familiar e que necessitam também. São eles hoje a fonte de renda de muitas famílias.</p>
<p style="text-align: left">O senador informou ter pedido a realização de uma audiência pública na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) para conhecer a atual política instituída pela Secretaria Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa.</p>
<p style="text-align: left">— Eles [idosos] são as âncoras e os financiadores de muitas famílias. Sofrem por violência psicológica, violência pelo esquecimento, violência pública, como isso que eu estou discutindo aqui, e essa secretaria tem essa responsabilidade. Por isso eu pedi essa audiência pública, porque estou preocupado. [&#8230;] Os bancos continuam fazendo empréstimos para essas pessoas [idosas], comprometendo parte dos seus rendimentos ou boa parte deles, que precisam, pela lógica da idade e pelo tempo que já passa, de medicamentos e de uma atenção diferenciada.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/31/styvenson-chama-atencao-para-alta-no-endividamento-de-idosos#65397c8b-f9a0-48db-a0b7-9b13638a17e6" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Jayme Campos destaca endividamento do consumidor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 May 2023 14:45:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[campos]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
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		<category><![CDATA[endividamento]]></category>
		<category><![CDATA[jayme]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em pronunciamento na quarta-feira (17), o senador Jayme Campos (União-MT) manifestou preocupação com o nível de endividamento das famílias no país. Ele destacou a necessidade de o poder público implementar medidas para atenuar o problema.    De acordo com o senador, a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor, divulgada no início de maio pela Confederação Nacional do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em pronunciamento na quarta-feira (17), o senador <span>Jayme</span> Campos (União-MT) manifestou preocupação com o nível de endividamento das famílias no país. Ele destacou a necessidade de o poder público implementar medidas para atenuar o problema.   </p>
<p>De acordo com o senador, a <span>Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor,</span> divulgada no início de maio pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), mostra que os indicadores brasileiros, que já eram ruins em 2021 devido à crise gerada pela pandemia, atingiram níveis históricos nos últimos meses.</p>
<p>— No cômputo geral, são mais de 70 milhões de brasileiros com dívidas, o equivalente à população da França. São famílias que não conseguem pagar por serviços que vão desde bancos, empresas de cartões de crédito, financeiras, até lojas e serviços de utilidade pública, como água e luz, que é o básico que tem que se pagar. Juros altos, desemprego e renda corroída pela inflação são as principais causas para o aumento das dívidas. Esse é um drama que afeta milhões de pessoas, consumindo o orçamento da nossa população — disse.</p>
<p>O estudo também aponta que de cada 100 famílias, 78 estão endividadas. De janeiro de 2022 a janeiro de 2023, aponta a pesquisa, 5,3 milhões de brasileiros tiveram os nomes negativados pelo Serasa. As dívidas acumuladas com instituições financeiras, cartões e contas em atraso chegam a aproximadamente R$ 334 bilhões.</p>
<p>Para o senador, resolver a questão do endividamento é fundamental para crescimento econômico do país.</p>
<p>— Temos de dar a nossa contribuição. Entretanto, quem tem de fazer, de fato, essa política é o próprio Poder Executivo. Por parte do Congresso Nacional, eu não tenho dúvida alguma de que estaremos aqui para apoiar e fazer com que possamos reduzir o empobrecimento das famílias brasileiras — concluiu.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/18/jayme-campos-destaca-endividamento-do-consumidor#4e304452-2b39-48db-9dc5-aa2b45d5cd11" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Comissão de Assuntos Econômicos debaterá endividamento das Americanas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Mar 2023 21:48:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[americanas]]></category>
		<category><![CDATA[assuntos]]></category>
		<category><![CDATA[comiss]]></category>
		<category><![CDATA[debatera]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) vai promover uma audiência pública na terça-feira (28), às 9h, para debater a situação da dívida das Lojas Americanas. O debate é uma sugestão do senador Otto Alencar (PSD-BA). Para a audiência, estão convidados o presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Isaac Sidney Menezes Ferreira, o presidente da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) vai promover uma audiência pública na terça-feira (28), às 9h, para debater a situação da dívida das Lojas Americanas. O debate é uma sugestão do senador Otto Alencar (PSD-BA).</p>
<p>Para a audiência, estão convidados o presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Isaac Sidney Menezes Ferreira, o presidente da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), João Pedro Barroso do Nascimento e o ex-Advogado-Geral da União, Bruno Bianco. Além deles, também foram chamados para a audiência o economista Sérgio Agapito Lires Rial, que foi o principal executivo das Americanas e os ex-diretores da empresa: Miguel Gomes Pereira Gutierrez, Anna Christina Saicali e Marcio Cruz Meirelles.</p>
<p>O debate deve contar, ainda, com a presença de dois representantes da empresa de transporte e logística Forte Minas: o diretor de operações, Moacir de Almeida Reis, e o diretor comercial, João Wanderley de Oliveira Junior. A Forte Minas era a responsável pelas entregas da Americanas no interior mineiro. </p>
<p>A audiência, que está marcada para a sala 19 da Ala Senador Alexandre Costa, terá caráter interativo, com a possibilidade de participação popular. Dúvidas, críticas e sugestões poderão ser enviadas pelo <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/ecidadania">portal e-Cidadania</a> ou pelo telefone da Ouvidoria 0800 0612211.</p>
<table class="plain" style="background-color: #d3eef8">
<tbody>
<tr style="background-color: #d3eef8">
<td style="background-color: #d3eef8">
<h4 style="background-color: #d3eef8"><strong>Como participar</strong></h4>
<p style="background-color: #d3eef8">O evento será interativo: os cidadãos podem enviar perguntas e comentários pelo telefone da Ouvidoria do Senado (0800 061 2211) ou pelo <a class="external-link" href="https://www12.senado.leg.br/ecidadania" rel="noopener" target="_blank" title="">Portal e‑Cidadania</a>, que podem ser lidos e respondidos pelos senadores e debatedores ao vivo. O Senado oferece uma declaração de participação, que pode ser usada como hora de atividade complementar em curso universitário, por exemplo. O <a class="external-link" href="http://www12.senado.leg.br/ecidadania" rel="noopener" target="_blank" title="">Portal e‑Cidadania</a> também recebe a opinião dos cidadãos sobre os projetos em tramitação no Senado, além de sugestões para novas leis.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/03/23/comissao-de-assuntos-economicos-debatera-endividamento-das-americanas#6e78d446-3091-4584-bcae-ba4fce07f74c" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Endividamento: 79% das famílias brasileiras está no vermelho, diz CNC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Oct 2022 12:41:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[brasileiras]]></category>
		<category><![CDATA[endividamento]]></category>
		<category><![CDATA[familias]]></category>
		<category><![CDATA[vermelho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>José Cruz/ Agência Brasil Endividamento virou epidemia financeira no Brasil: de cada 100 famílias, 79 têm contas atrasadas, diz CNC O endividamento virou uma epidemia financeira no Brasil. Hoje, a cada 100 famílias no país, 79 estão endividadas, conforme levantamento realizado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). A maior parte dessas dívidas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/b8/rv/b0/b8rvb07y5qaoy0kln2uadncr0.jpg" width="906" height="509" alt="Endividamento virou epidemia financeira no Brasil: de cada 100 famílias, 79 têm contas atrasadas, diz CNC" title="Endividamento virou epidemia financeira no Brasil: de cada 100 famílias, 79 têm contas atrasadas, diz CNC"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>José Cruz/ Agência Brasil </cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Endividamento virou epidemia financeira no Brasil: de cada 100 famílias, 79 têm contas atrasadas, diz CNC</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">O endividamento virou uma epidemia financeira no Brasil. Hoje, a cada 100 famílias no país, 79 estão endividadas, conforme levantamento realizado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). A maior parte dessas dívidas não está atrelada a bancos, e sim a serviços em geral, como contas de luz, de telefone e de internet, carnês de loja e prestações de carro e casa. Um outro levantamento, desta vez da empresa de inteligência analítica Boa Vista, mostra que dois em cada três brasileiros contraíram dívidas no primeiro semestre de 2022 e, embora o índice de inadimplência seja mais alto entre os jovens, os mais velhos vêm aumentando suas dívidas nos últimos anos.</p>
<p>Segundo levantamento empresa de inteligência analítica Boa Vista, empresa de renegociação de dívidas, de janeiro a agosto de 2022, consumidores entre 50 e 64 anos fecharam mais de 485 mil acordos financeiros. A média de acordos por consumidor atingiu 1,77 – ou seja, buscaram mais de um tipo de acordo para arcar com diferentes dívidas. Já as pessoas com mais de 64 anos realizaram 99 mil renegociações no período.</p>
<h3>Entre no  <a href="https://t.me/iGBrasilEconomico" target="_blank" rel="noopener" data-mce-href="https://t.me/iGBrasilEconomico">canal do Brasil Econômico no Telegram</a> e fique por dentro de todas as notícias do dia. Siga também o  <a href="https://t.me/portalig" target="_blank" rel="noopener" data-mce-href="https://t.me/portalig">perfil geral do Portal iG </a> </h3>
<p>De acordo com o economista e professor do Ibmec, Gilberto Braga, o aumento da inadimplência se deve ao aumento da inflação e a necessidade das famílias em manterem um padrão mínimo de consumo.</p>
<p>&#8220;Como os preços dispararam e os ganhos não acompanharam, a primeira resposta das famílias foi fazer empréstimo para manter o padrão de vida mínimo&#8221;, avalia Braga.  </p>
<p>A grande dificuldade, diz Braga, é que a reversão desse quadro depende de uma melhoria da situação econômica.</p>
<p>&#8220;Somente agora no terceiro trimestre do ano a economia começará a dar algum sinal de melhoria. Por isso esse crescimento expressivo no número de endividados&#8221;, justifica o economista.</p>
<p>Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), o Brasil concentra hoje quase 32 milhões de idosos. Em média, aposentadorias e a pensão representam 20,5% dos rendimentos da população brasileira.</p>
<h3>Fique de olho nas dicas  Anote tudo</h3>
<p>Para ter o controle das suas contas, lembre-se de anotar todos os gastos. Assim, saberá exatamente para onde o seu dinheiro está indo. Outro ponto é não se perder em meio a vários pagamentos que precisam ser feitos.</p>
<h3>Organize o orçamento</h3>
<p>Uma atitude fundamental para sair do vermelho e se livrar das dívidas é organizar o seu orçamento. Você pode usar um aplicativo de telefone, uma planilha do computador ou mesmo um caderno. O importante é que você anote todo o dinheiro que você recebe no mês e todos os gastos. O recebido pode ser salário, bônus, aposentadoria, dinheiro de bicos, etc. E os gastos precisam ser detalhados, para você conseguir cortar o que é desnecessário.</p>
<h3>Converse com a família  </h3>
<p>É muito importante envolver toda a família na organização do orçamento e no processo de acabar com as dívidas. Cada membro da casa pode ajudar com ideias para diminuir as contas ou conseguir mais dinheiro, com um trabalho extra ou venda de itens que não usam mais.</p>
<h3>Corte gastos desnecessários</h3>
<p>Enquanto está com dívidas é necessário apertar o cinto e cortar alguns gastos, substituir plano de telefonia e internet, e identificar o que é supérfluo.</p>
<h3>Pequenos gestos que garantem alívio</h3>
<p>Lembre-se das pequenas economias, como: apagar a luz do quarto quando sair, colocar o chuveiro na posição verão no período de calor, juntar as roupas para usar a máquina de lavar na capacidade máxima. O estilo de vida e as necessidades de cada família vão indicar quais gastos podem ser cortados. Mas não se esqueça de que para sair das dívidas.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2022-10-04/auxilio-brasil-segundo-turno-retira-meio-milhao-familias-fila-maes-solteiras.html" title="Auxílio Brasil: pagamento antecipado inclui 520 mil novas famílias" target="_self" rel="noopener">Auxílio Brasil: pagamento antecipado inclui 520 mil novas famílias</a> </li>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2022-10-04/empresa-ameca-demitir-funcionarios-lula-eleito.html" title="Empresa ruralista menciona cortes de 30% se Lula for eleito" target="_self" rel="noopener">Empresa ruralista menciona cortes de 30% se Lula for eleito</a> </li>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/parceiros/edicase/2022-10-04/saiba-como-ganhar-dinheiro-com-o-seu-proprio-empreendimento.html" title="Saiba como ganhar dinheiro com o seu próprio empreendimento" target="_self" rel="noopener">Saiba como ganhar dinheiro com o seu próprio empreendimento</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<h3 class="">Negocie com os credores</h3>
<p class="">Com o orçamento em ordem e com as economias de corte de gastos ou renda extra, procure os seus credores. Com dinheiro na mão é mais fácil negociar e conseguir desconto.</p>
<h3>Priorize as dívidas com maior juros</h3>
<p>Se tem mais de uma dívida, a dica é: dê prioridade para as dívidas que têm os maiores juros para não virar uma bola de neve.</p>
<h3>Pesquise antes de comprar</h3>
<p>Essa é uma dica que serve para todos os consumidores, mas para quem está com dívidas é fundamental: pesquise antes de comprar qualquer produto é a garantia de que vai encontrar o melhor preço e, claro, economizar.</p>
<p>Fonte: Gilberto Braga, economista e professor do Ibmec</p>
<div class="Noticia_Embed"> <span class="componente-embed"> <iframe width="906" height="535" src="https://www.youtube.com/embed/Uopxofu4AkI" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe> </span> </div>
<p class=""> <br data-mce-bogus="1"> </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2022-10-05/taxistas-pagamentos-caminhoneiros-mil-reais.html#4da9bc82-2176-4e06-af25-8deea76292d9" rel="noopener">IG ECONOMIA</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/endividamento-79-das-familias-brasileiras-esta-no-vermelho-diz-cnc/">Endividamento: 79% das famílias brasileiras está no vermelho, diz CNC</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Consumo aquecido contribui para aumento do endividamento dos cuiabanos</title>
		<link>https://fatomt.com.br/consumo-aquecido-contribui-para-aumento-do-endividamento-dos-cuiabanos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Sep 2022 17:48:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[-- foto meio --]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[aquecido]]></category>
		<category><![CDATA[aumento]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[contribui]]></category>
		<category><![CDATA[cuiabanos]]></category>
		<category><![CDATA[endividamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pesquisa que avalia o grau de endividamento das famílias em Cuiabá, referente ao mês de agosto, realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e analisada pelo Instituto de Pesquisa e Análise da Fecomércio Mato Grosso (IPF-MT), apresentou variação positiva sobre o mês anterior, alcançando 74,4% das famílias na capital, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa que avalia o grau de endividamento das famílias em Cuiabá, referente ao mês de agosto, realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e analisada pelo Instituto de Pesquisa e Análise da Fecomércio Mato Grosso (IPF-MT), apresentou variação positiva sobre o mês anterior, alcançando 74,4% das famílias na capital, contra os 74% registrado em julho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O índice atual apresentou o terceiro aumento consecutivo e está maior que o verificado em janeiro deste ano, quando o endividamento atingia 70,3% dos cuiabanos. No comparativo com agosto de 2021, o percentual é pouco menor (74,9%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o presidente da Fecomércio-MT, José Wenceslau de Souza Júnior, a elevação no nível da pesquisa (Peic) indica uma melhora no cenário econômico em Cuiabá. “Com as consecutivas altas registradas, é possível observar uma melhora das condições de consumo das famílias na capital. Ressalto, ainda, que com o uso consciente do cartão de crédito e carnês, há a possibilidade de ampliação do consumo na região e maior circulação de dinheiro no comércio no futuro a curto prazo”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa revela, ainda, que os que ganham mais de 10 salários-mínimos são os mais endividados e os que ganham menos de 10 s.m. estão encontrando maiores dificuldades para pagar as contas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo assim, de forma positiva, segundo análise do IPF-MT, o número de endividados com contas em atraso saiu de 66.111 em agosto de 2021 para 57.948 pessoas em agosto de 2022, demostrando que 12,35% das famílias cuiabanas conseguiram quitar suas contas neste período.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Wenceslau Júnior também destacou a diminuição da inadimplência entre os cuiabanos, o que pode ser revertido em aumento no consumo. “A queda no número de pessoas com contas em atraso é promissora para o comércio e serviços, e para a economia de forma geral, sendo que a quitação de dívidas também é importante para a reorganização da renda da população e a viabilizar melhores condições de consumo atual e futuro”.</p>
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		<title>Endividamento e inadimplência crescem em agosto, diz CNC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Sep 2022 19:10:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[agosto]]></category>
		<category><![CDATA[crescem]]></category>
		<category><![CDATA[endividamento]]></category>
		<category><![CDATA[inadimplencia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Max Leone Dividendos aumentaram em todos os setores econômicos brasileiros O endividamento das famílias com carnês e cartões de lojas de varejo e a inadimplência das famílias avançaram em agosto. O endividamento alcançou 19,4%, percentual que representa alta de 0,5 ponto percentual  se comparado ao mês anterior e de 1,2% em relação com agosto do [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/a9/jg/pg/a9jgpgswas7cwletnlad66sn7.jpg" width="906" height="509" alt="Dividendos aumentaram em todos os setores econômicos brasileiros" title="Dividendos aumentaram em todos os setores econômicos brasileiros"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Max Leone</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Dividendos aumentaram em todos os setores econômicos brasileiros</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">O endividamento das famílias com carnês e cartões de lojas de varejo e a inadimplência das famílias avançaram em agosto. O endividamento alcançou 19,4%, percentual que representa alta de 0,5 ponto percentual  se comparado ao mês anterior e de 1,2% em relação com agosto do ano passado. Já a inadimplência alcançou 29,6% do total de famílias no país, sendo o maior patamar desde o começo da série histórica em 2010.</p>
<p>Os resultados foram divulgados hoje (5) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Conforme a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), realizada pela entidade, o volume de endividados com estes meios de compras vem crescendo desde maio deste ano.</p>
<p>O levantamento mostrou ainda que o aumento do indicador pode ser explicado pela procura por crédito direto no varejo das famílias de menor renda. Nos últimos quatro meses, o endividamento nos carnês para esta parcela da população cresceu 1,8% e chegou a 19,8%.</p>
<p>Conforme a CNC, a alta da contratação de dívidas foi mais expressiva para as famílias com rendimentos até 10 salários mínimos (1,1%), do que entre as famílias de maior renda (0,9%).</p>
<p>A economista da CNC responsável pela Peic, Izis Ferreira, afirmou que a melhora no mercado de trabalho e as políticas de transferência de renda mais robustas têm favorecido os rendimentos das famílias nas faixas mais baixas, mas elas enfrentam dificuldades. &#8220;A inflação em nível ainda elevado desafia o poder de compra desses consumidores. O crédito tem sido uma forma importante para eles sustentarem o consumo&#8221;, disse.</p>
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<p> <strong>Dados Anuais</strong> </p>
<p>No ano, a alta no endividamento direto em lojas do varejo é de 0,7% entre as famílias com até 10 salários de rendimento mensal. Já nas famílias consideradas mais ricas, cresceu 3%. A Peic também apontou, que no mesmo período, o público masculino está mais endividado nos carnês (19,5%) do que o feminino (18,8%). &#8220;A proporção de homens que contrataram crédito direto operado pelo varejo cresceu 2,3% em um ano; esse número caiu 1,1% entre as mulheres&#8221;, acrescentou a CNC.</p>
<p>No último quadrimestre, a maior proporção do endividamento em carnês do varejo ocorreu junto com a redução de endividados no cartão de crédito (de 3,2%). As duas modalidades têm forte associação ao consumo no comércio varejista.</p>
<p>Para o presidente da CNC, José Roberto Tadros, o movimento é provocado pela busca de compras com crédito mais barato &#8220;As famílias estão buscando alternativas de crédito mais baratas por conta da elevação dos juros, e o cartão de crédito foi o tipo de dívida com a segunda maior alta dos juros médios em um ano até junho, 17 pontos percentuais, segundo dados do Banco Central&#8221;, observou.</p>
<div>
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</div>
<p class=""> <strong>Endividamento dos lares</strong> </p>
<p class="">Ainda em agosto, o percentual de famílias que relataram ter dívidas a vencer no cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, crédito consignado, empréstimo pessoal, prestação de carro e de casa chegou a 79% do total dos lares no Brasil. &#8220;O crescimento da proporção de endividados acelerou na passagem mensal, com aumento de 1 ponto percentual. Em relação a agosto do ano passado, a proporção de endividados apontou alta de 6,1%&#8221;, informou a entidade.</p>
<p>A proporção de mulheres e homens endividados é maior em agosto, com avanço mensal mais expressivo para os homens (1%). No entanto, segundo a economista da CNC responsável pela Peic, no período de julho a agosto houve elevação no endividamento das mulheres. &#8220;Entre o público feminino, o volume de mulheres endividadas aumentou 0,5 p.p. entre julho e agosto; no intervalo de um ano, no entanto, as mulheres contrataram mais dívidas do que os homens, uma vez que a alta do endividamento foi maior para elas&#8221;, apontou.</p>
<p> <strong>Inadimplência</strong> </p>
<p>A Inadimplência, pelo segundo mês consecutivo, subiu o volume de consumidores que atrasaram o pagamento de contas de consumo ou de dívidas. A segunda alta seguida, que em agosto atingiu 29,6% do total de famílias no país, ocorreu depois da inadimplência se manter moderada entre abril e junho, com o reflexo das medidas de injeção de renda extra, como os saques do FGTS e a antecipação do 13º salário de aposentados e pensionistas do INSS.</p>
<p>No mês, a proporção de famílias com atraso em contas ou dívidas cresceu 0,6%, enquanto em um ano subiu 4 pontos percentuais. Entre os inadimplentes, 10,8% relataram não ter condições de pagar contas já atrasadas, e, por isso, vão continuar na inadimplência.</p>
<p class="">&#8220;A alta do volume de famílias com contas atrasadas deu-se nas duas faixas de renda pesquisadas, mas foi maior entre as famílias de menor renda. Isso mostra os desafios que esses consumidores seguem enfrentando na gestão mensal de seus orçamentos&#8221;, disse a economista.</p>
<div class="Noticia_Embed"> <span class="componente-embed"> <iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/bfHucw4Z59E" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe> </span> </div>
<p class=""> <br data-mce-bogus="1"> </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2022-09-05/endividamento-e-inadimplencia-crescem-em-agosto--diz-cnc.html#f88bc990-017a-46d0-a03b-9ec40da153de" rel="noopener">IG ECONOMIA</a></p>
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		<title>Endividamento das famílias em junho fica em 77,3%, diz CNC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Jul 2022 22:35:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[endividamento]]></category>
		<category><![CDATA[familias]]></category>
		<category><![CDATA[junho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>José Cruz/ Agência Brasil Taxa aumentou 7,6 pontos percentuais em comparação ao mesmo período do ano passado Em junho, a proporção de famílias com dívidas a vencer ficou em 77,3%, o que representa uma queda de 0,1 ponto percentual em relação a maio. Na comparação com junho de 2021, houve crescimento de 7,6 pontos percentuais. [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto">
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<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/b8/rv/b0/b8rvb07y5qaoy0kln2uadncr0.jpg" width="906" height="509" alt="Taxa aumentou 7,6 pontos percentuais em comparação ao mesmo período do ano passado" title="Taxa aumentou 7,6 pontos percentuais em comparação ao mesmo período do ano passado"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>José Cruz/ Agência Brasil </cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Taxa aumentou 7,6 pontos percentuais em comparação ao mesmo período do ano passado</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Em junho, a proporção de famílias com dívidas a vencer ficou em 77,3%, o que representa uma queda de 0,1 ponto percentual em relação a maio. Na comparação com junho de 2021, houve crescimento de 7,6 pontos percentuais.</p>
<p> Os dados da Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) foram divulgados nesta quinta-feira (7) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). De acordo com a CNC, esta é a segunda queda seguida no endividamento, após a alta recorde registrada em abril, quando o indicador ficou em 77,7%.</p>
<p> <strong>Entre no  <a title="canal do Brasil Econômico no Telegram" href="https://t.me/iGBrasilEconomico" target="_blank" rel="noopener" data-mce-href="https://t.me/iGBrasilEconomico">canal do Brasil Econômico no Telegram</a> e fique por dentro de todas as notícias do dia. Siga também o  <a title="perfil geral do Portal iG" href="https://t.me/portalig" target="_blank" rel="noopener" data-mce-href="https://t.me/portalig">perfil geral do Portal iG</a> </strong> </p>
<p>As dívidas no cartão de crédito representam a maior fatia do endividamento, com 86,6% do total de famílias relatando este tipo de dívida. Em seguida vem os carnês, com 18,3%, e o financiamento de carro, com 10,8%. Em junho de 2021, essas proporções eram de 81,8%, 17,5% e 11,9%, respectivamente.</p>
<p>Para o presidente da CNC, José Roberto Tadros, a queda no endividamento reflete a melhora no mercado de trabalho. &#8220;Com menos restrições impostas pela pandemia e as medidas temporárias de suporte à renda, como saques extraordinários do FGTS, antecipações do 13º salário, INSS e maior valor do Auxílio Brasil, a população precisou apelar menos para os gastos no cartão&#8221;.</p>
<p>A pesquisa mostra que a inadimplência também apresentou queda, com retração de 0,2 ponto percentual na proporção de famílias com contas em atraso para 28,5%. Esta é a primeira queda desde setembro de 2021. A mesma queda foi verificada entre as famílias que afirmam não ter condições de pagar as contas atrasadas, com 10,6% do total.</p>
<div>
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<p class="">A responsável pela pesquisa, Izis Ferreira, explica que a melhora no mercado de trabalho não se reflete no rendimento, pois estão sendo absorvidos trabalhadores com menor nível de escolaridade e o rendimento médio está achatado pela inflação elevada. &#8220;O avanço recente da informalidade no emprego é mais um fator que aumenta a volatilidade da renda do trabalho e atrapalha a gestão das finanças pessoais&#8221;, diz a economista.</p>
<p>Os dois recortes por faixas de renda apresentaram leve queda na proporção de endividados. Entre as famílias com rendimentos acima de dez salários mínimos, a redução foi de 0,2 ponto percentual, para 74,2%, enquanto a parcela com ganhos até dez salários mínimos caiu 0,1 para 78,2%.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2022-07-07/endividamento-das-familias-diminui.html#3237bc3a-beb4-4dc4-991c-7e6f74250be3" rel="noopener">IG ECONOMIA</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Em março, endividamento das famílias bate recorde e chega a 77,5%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Mar 2022 16:20:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[chega]]></category>
		<category><![CDATA[endividamento]]></category>
		<category><![CDATA[familias]]></category>
		<category><![CDATA[recorde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fernanda Capelli De acordo com a CNC, &#233; a maior propor&#231;&#227;o de endividados registrada em 12 anos O&#160;percentual de fam&#237;lias brasileiras com d&#237;vidas, em atraso ou n&#227;o,&#160;chegou a 77,5% neste m&#234;s de mar&#231;o, segundo a Confedera&#231;&#227;o Nacional do Com&#233;rcio de Bens, Servi&#231;os e Turismo (CNC). De acordo com a entidade, &#233; a maior propor&#231;&#227;o de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.0 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/REC-html40/loose.dtd"><br />
<html><body></p>
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<div id="infocoweb_cabecalho" class="infocoweb_cabecalho"><a target="_blank" href="https://www.ig.com.br/" rel="noopener"><img decoding="async" src="https://gestor.infocoweb.com.br/images/logo_ig.png" alt="source"></a></div>
<div id="infocoweb_corpo" class="infocoweb_corpo">
<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/5f/pq/hg/5fpqhgqk67wg4m68cfu2dhxbd.jpg" width="906" height="509" alt="De acordo com a CNC, &eacute; a maior propor&ccedil;&atilde;o de endividados registrada em 12 anos" title="De acordo com a CNC, &eacute; a maior propor&ccedil;&atilde;o de endividados registrada em 12 anos"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Fernanda Capelli</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">De acordo com a CNC, &eacute; a maior propor&ccedil;&atilde;o de endividados registrada em 12 anos</div>
</figcaption></figure>
</div>
<p class="">O&nbsp;percentual de fam&iacute;lias brasileiras com d&iacute;vidas, em atraso ou n&atilde;o,&nbsp;chegou a 77,5% neste m&ecirc;s de mar&ccedil;o, segundo a Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional do Com&eacute;rcio de Bens, Servi&ccedil;os e Turismo (CNC). De acordo com a entidade, &eacute; a maior propor&ccedil;&atilde;o de endividados registrada em 12 anos, ou seja, desde o in&iacute;cio da Pesquisa de Endividamento e Inadimpl&ecirc;ncia do Consumidor (Peic), realizada desde 2010.</p>
<p>Em fevereiro deste ano, esse &iacute;ndice foi de 76,6%. Em mar&ccedil;o de 2021, a taxa era de 67,3%. Isso significa que houve um crescimento de 10,3 pontos percentuais de um ano para o outro.</p>
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<p>De acordo com a CNC, o cart&atilde;o de cr&eacute;dito responde por 87% das raz&otilde;es de endividamento no pa&iacute;s, seguido por carn&ecirc;s (18,7%), financiamento de carro (11,2%), cr&eacute;dito pessoal (9,4%) e financiamento de casa (8,6%).</p>
<h3>Inadimpl&ecirc;ncia recorde</h3>
<p>Considerando apenas o percentual de inadimplentes, ou seja, aqueles com contas ou d&iacute;vidas j&aacute; em atraso, o percentual em mar&ccedil;o chegou a 27,8%, o segundo maior em 12 anos, abaixo apenas do &iacute;ndice registrado no primeiro m&ecirc;s da Peic, em janeiro de 2010 (29,1%).</p>
<div>
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<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2022-03-31/greve-dos-peritos-inss-data-original-da-pericia.html" title="Greve dos peritos: INSS ir&aacute; considerar data original da per&iacute;cia" target="_self" rel="noopener">Greve dos peritos: INSS ir&aacute; considerar data original da per&iacute;cia</a> </li>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2022-03-31/fgts-saque-aniversario-marco.html" title="Saque-anivers&aacute;rio do FGTS: nascidos em mar&ccedil;o t&ecirc;m at&eacute; hoje para aderir" target="_self" rel="noopener">Saque-anivers&aacute;rio do FGTS: nascidos em mar&ccedil;o t&ecirc;m at&eacute; hoje para aderir</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">Em fevereiro deste ano, a taxa ficou em 27%. Em mar&ccedil;o do ano passado, foi de 24,4%.</p>
<h3>Sem condi&ccedil;&otilde;es de pagamento</h3>
<p>Ao se levar em conta somente as fam&iacute;lias que disseram n&atilde;o ter condi&ccedil;&atilde;o de pagar d&eacute;bitos atrasados, o percentual em mar&ccedil;o chegou a 10,8%, acima do &iacute;ndice registrado em fevereiro deste ano e de mar&ccedil;o do ano passado (10,5%, nos casos).</p>
</div>
<div id="infocoweb_rodape" class="infocoweb_rodape">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2022-03-31/endividamento-familias-bate-recorde.html#263" rel="noopener">IG ECONOMIA</a></div>
</div>
<p><script src="https://gestor.infocoweb.com.br/analytics_content.js?a=263&amp;b=1105990&amp;c=6668127"></script></body></html></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/em-marco-endividamento-das-familias-bate-recorde-e-chega-a-775/">Em março, endividamento das famílias bate recorde e chega a 77,5%</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cartão de crédito é vilão do endividamento para 72% dos consumidores</title>
		<link>https://fatomt.com.br/cartao-de-credito-e-vilao-do-endividamento-para-72-dos-consumidores/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Mar 2022 13:20:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[consumidores]]></category>
		<category><![CDATA[credito]]></category>
		<category><![CDATA[endividamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estoa Research Cart&#227;o de cr&#233;dito &#233; vil&#227;o do endividamento para 72% dos consumidores O mau uso do cart&#227;o de cr&#233;dito &#233; a principal causa de superendividamento para 72% das pessoas, 9% a menos em rela&#231;&#227;o a 2021, de acordo com a pesquisa Aspectos do Endividamento, realizada pela Associa&#231;&#227;o Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste). O [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.0 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/REC-html40/loose.dtd"><br />
<html><body></p>
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<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/8p/zs/t7/8pzst7sx66w7koqq4ym8ttme1.jpg" width="906" height="509" alt="Cart&atilde;o de cr&eacute;dito &eacute; vil&atilde;o do endividamento para 72% dos consumidores" title="Cart&atilde;o de cr&eacute;dito &eacute; vil&atilde;o do endividamento para 72% dos consumidores"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Estoa Research</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Cart&atilde;o de cr&eacute;dito &eacute; vil&atilde;o do endividamento para 72% dos consumidores</div>
</figcaption></figure>
</div>
<p class="">O mau uso do cart&atilde;o de cr&eacute;dito &eacute; a principal causa de superendividamento para 72% das pessoas, 9% a menos em rela&ccedil;&atilde;o a 2021, de acordo com a pesquisa Aspectos do Endividamento, realizada pela Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste). O levantamento busca entender o grau de inadimpl&ecirc;ncia dos clientes, al&eacute;m dos comportamentos e fatores externos que levam o grupo at&eacute; essa situa&ccedil;&atilde;o. Ao todo, foram ouvidas 500 pessoas do Rio de Janeiro e S&atilde;o Paulo, com idade m&eacute;dia de 44 anos, sendo a maioria (53%) mulheres. </p>
<p>De acordo com os resultados, 23% dos entrevistados acreditam estar &ldquo;muito endividados&rdquo;, um crescimento de 5% em rela&ccedil;&atilde;o a 2021. Destes, 36% t&ecirc;m pelo menos uma d&iacute;vida em atraso. Dentro desse grupo, 92% relatam que est&atilde;o sendo mais cobrados, sendo que 97% vivem em S&atilde;o Paulo e 84% no Rio. </p>
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<p>Entre aqueles que se classificam como &ldquo;muito endividados&rdquo;, 45% ganham entre um a dois sal&aacute;rios m&iacute;nimos e 31% entre dois a cinco sal&aacute;rios m&iacute;nimos. Aqueles que ganham entre cinco e dez sal&aacute;rios representam 7% do total de muito endividados e as pessoas com rendimentos de mais de dez sal&aacute;rios m&iacute;nimos s&atilde;o apenas 5% desse grupo. </p>
<p>Nos dados regionais, &eacute; poss&iacute;vel verificar que os cariocas t&ecirc;m uma percep&ccedil;&atilde;o maior do pr&oacute;prio endividamento, uma vez que 26% dos entrevistados consideraram-se &#8220;muito endividados&#8221;. J&aacute; o entendimento do n&iacute;vel de endividamento dos paulistas cresceu 10%, posto que hoje 21% se declaram &#8220;muito endividados&#8221;, contra 11% em 2021. </p>
<p>Diante da alta propor&ccedil;&atilde;o de endividados, a maioria das pessoas (78%) v&ecirc; o uso inadequado do cart&atilde;o de cr&eacute;dito como o principal fator de d&iacute;vida, principalmente aquelas que t&ecirc;m renda familiar mensal de cinco a dez sal&aacute;rios m&iacute;nimos. Quando s&atilde;o considerados os dados locais, 63% dos cariocas indicam esse fator como motivo de preocupa&ccedil;&atilde;o, contra 54% dos paulistas. </p>
<p>Mesmo com a alta taxa de juros, a ferramenta &eacute; muito utilizada pela facilidade na hora de comprar, j&aacute; que permite que uma pessoa consuma determinado produto ou servi&ccedil;o sem que tenha saldo suficiente para pagar por isso. </p>
<p>&#8220;A maioria das pessoas n&atilde;o tem clareza que ao usar o cart&atilde;o de cr&eacute;dito est&atilde;o pegando dinheiro emprestado. Usam como extens&atilde;o do sal&aacute;rio e se enrolam com o ac&uacute;mulo de parcelas&#8221;, explica a educadora financeira Aline Soaper. </p>
<p>Al&eacute;m disso, o cart&atilde;o oferece a possibilidade de cr&eacute;dito rotativo, quando a pessoa n&atilde;o paga a fatura integral no m&ecirc;s seguinte ao consumo e fica sujeita a altas taxas de juros no saldo que n&atilde;o foi pago. </p>
<p>O n&uacute;mero de pessoas que indicou o cheque especial como um dos principais fatores de endividamento tamb&eacute;m foi alto, 42%, um aumento de 25% em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; &uacute;ltima pesquisa. </p>
<p>Para o economista Alexandre Prado, a explica&ccedil;&atilde;o para essa varia&ccedil;&atilde;o &eacute; a mesma do cart&atilde;o de cr&eacute;dito. &#8220;O cheque especial tem um efeito psicol&oacute;gico, a pessoa entra nele porque naquele momento ela quer consumir, ent&atilde;o ela parcela, mas depois n&atilde;o tem capacidade de honrar a d&iacute;vida que contraiu. Esse aumento tamb&eacute;m pode ser explicado porque o cart&atilde;o de cr&eacute;dito, que &eacute; a forma mais f&aacute;cil de consumir, tem taxas de juros muito mais altas do que o cheque especial, que j&aacute; tem taxas absurdamente altas&#8221;. </p>
<p>Os entrevistados tamb&eacute;m apontaram o desemprego (44%) e a pandemia (33%) como causas da aquisi&ccedil;&atilde;o de d&iacute;vidas. &#8220;As pessoas tiveram que consumir e n&atilde;o tendo renda ou estando em trabalho informal, elas acabaram n&atilde;o tendo renda ou tendo uma renda menor e tiveram que adotar o cheque especial e cart&atilde;o de cr&eacute;dito&#8221;, explica Prado. </p>
<p>Para resolver o problema das d&iacute;vidas com o cart&atilde;o, Soaper orienta que as pessoas n&atilde;o gerem novos d&eacute;bitos na ferramenta de cr&eacute;dito e tentem pagar o valor integral da fatura mesmo que precisem passar por um per&iacute;odo de restri&ccedil;&atilde;o de cr&eacute;dito. </p>
<h3>H&aacute;bitos de consumo</h3>
<p>A pesquisa da Proteste tamb&eacute;m mostrou que 28% dos entrevistados aumentaram o consumo durante a pandemia, o que representa uma queda de 36% em rela&ccedil;&atilde;o ao ano anterior. Entre os que mais compraram ou contrataram servi&ccedil;os est&atilde;o os paulistas, que equivalem a 38% desse valor. J&aacute; 46% dos cariocas consumiram muito menos nos &uacute;ltimos 12 meses.  </p>
<h3>D&iacute;vidas atrasadas</h3>
<p>Dos entrevistados, 42% j&aacute; deixaram de pagar pelo menos uma conta no &uacute;ltimo ano, sendo que a conta de telefone &eacute; a que apresenta mais atrasos (32%). Em seguida, aparecem a conta de energia (30%) e internet (29%), que tamb&eacute;m ficou em terceiro lugar em 2021. Em quarto e quinto lugar tamb&eacute;m est&atilde;o outras duas importantes despesas domiciliares: &aacute;gua e IPTU, ambas com 23% de inadimpl&ecirc;ncia. </p>
<div>
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<h3>Leia tamb&eacute;m</h3>
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<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2022-03-23/meu-inss-assistente-virtual-inss-golpe.html" title="INSS alerta para golpe usando a Hel&ocirc;, assistente virtual do aplicativo" target="_self" rel="noopener">INSS alerta para golpe usando a Hel&ocirc;, assistente virtual do aplicativo</a> </li>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2022-03-24/renault-fabrica-russia.html" title="Ap&oacute;s cr&iacute;ticas, Renault suspende atividades de f&aacute;brica em Moscou" target="_self" rel="noopener">Ap&oacute;s cr&iacute;ticas, Renault suspende atividades de f&aacute;brica em Moscou</a> </li>
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</ul>
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<p class="">Dos entrevistados, 42% j&aacute; deixaram de pagar pelo menos uma conta no &uacute;ltimo ano, sendo que a conta de telefone &eacute; a que apresenta mais atrasos (32%). Em seguida, aparecem a conta de energia (30%) e internet (29%), que tamb&eacute;m ficou em terceiro lugar em 2021. Em quarto e quinto lugar tamb&eacute;m est&atilde;o outras duas importantes despesas domiciliares: &aacute;gua e IPTU, ambas com 23% de inadimpl&ecirc;ncia. </p>
<div class="maislidas_container">
<h3>Leia Tamb&eacute;m</h3>
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<p>Os cariocas atrasaram mais contas que os paulistanos, foram 46% de inadimpl&ecirc;ncias entre os que moram no Rio, contra 40% dos que vivem em S&atilde;o Paulo. </p>
<p>As diferen&ccedil;as regionais tamb&eacute;m s&atilde;o percept&iacute;veis nos receios que cada grupo tem de n&atilde;o quitar suas contas. 89% dos paulistanos t&ecirc;m medo de ficar com o nome sujo, enquanto os cariocas temem os juros e as multas. No panorama geral, considerando entrevistados do Rio e de S&atilde;o Paulo, 84% dos entrevistados temem ficar com o nome sujo e 61% t&ecirc;m receio de ter o servi&ccedil;o suspenso. </p>
<p>Na busca pela quita&ccedil;&atilde;o dos valores, os mutir&otilde;es de renegocia&ccedil;&atilde;o de d&iacute;vidas se apresentam como uma possibilidade de resolver o problema. Segundo o levantamento, 31% das pessoas ouvidas j&aacute; conseguiram renegociar suas d&iacute;vidas em uma dessas iniciativas. Por outro lado, 51% acharam as propostas desvantajosas, enquanto 80% apontaram os juros muito altos como uma das principais desvantagens, seguido de parcelamentos muito longos (46%). Os cariocas s&atilde;o os que mais veem desvantagens nos mutir&otilde;es (46%), j&aacute; 32% dos paulistas conseguiram renegociar nesses eventos. </p>
<p>Assim como no ano anterior, 38% dos entrevistados procuram por propostas de renegocia&ccedil;&atilde;o de d&iacute;vidas assim que percebem que n&atilde;o ter&atilde;o condi&ccedil;&otilde;es de pagar. Nos dados regionais, 49% dos paulistanos procuram a renegocia&ccedil;&atilde;o logo que percebem que n&atilde;o ter&atilde;o condi&ccedil;&otilde;es de pagar as contas, contra 19% dos cariocas que s&oacute; buscam pela renegocia&ccedil;&atilde;o quando j&aacute; est&atilde;o sem condi&ccedil;&otilde;es de pagar. </p>
<p>&#8220;Outra possibilidade &eacute; trocar essa d&iacute;vida de cart&atilde;o de cr&eacute;dito e cheque especial, que tem taxas muito altas. A pessoa pode tentar fazer uma capta&ccedil;&atilde;o de recursos via empr&eacute;stimo consignado ou vendendo alguma coisa&#8221;, sugere Prado. Al&eacute;m disso, os endividados podem recorrer &agrave; pr&oacute;pria institui&ccedil;&atilde;o financeira em que tem d&eacute;bito aberto para renegociar. </p>
<p>Negociar as contas, no entanto, n&atilde;o impede novas d&iacute;vidas no futuro. Para evitar isso, &eacute; preciso uma mudan&ccedil;a no pensamento dos consumidores, que precisam evitar as compras por impulso e tentar pagar &agrave; vista. &#8220;A melhor forma de usar o cart&atilde;o de cr&eacute;dito &eacute; com planejamento sobre o valor da parcela e de quanto pode realmente pagar na fatura mensal. Quem tem pouco controle financeiro, deve evitar os parcelamentos&#8221;, alerta Soaper.  </p>
<p>&#8220;O melhor momento para usar o cart&atilde;o &eacute; em emerg&ecirc;ncia, como comprar um rem&eacute;dio, algo urgente ou quando est&aacute; investindo para gerar mais renda, como um curso ou um empreendimento&#8221;, completa a educadora financeira. </p>
<p>A pesquisa, no entanto, revela um comportamento diferente do ideal. Cerca de 80% dos entrevistados possuem 1 cart&atilde;o de cr&eacute;dito ou mais. Desses, 83% fizeram compras parceladas no &uacute;ltimo ano. </p>
<p>Entre os paulistanos, 33% t&ecirc;m ao menos 2 cart&otilde;es de cr&eacute;dito e s&atilde;o os que mais tiveram compras parceladas no &uacute;ltimo ano (85%). A maior parte dessas compras, 69% aconteceram no setor de alimenta&ccedil;&atilde;o/supermercado. Entre os cariocas esse resultado n&atilde;o mudou muito, foram 56%. </p>
<p>A expectativa dos entrevistados para os pr&oacute;ximos meses, no entanto, s&atilde;o boas. Entre os cariocas, 37% acreditam que ter&atilde;o suas parcelas quitadas em um prazo de sete a 12 meses, j&aacute; 49% dos paulistas acreditam que ter&atilde;o suas parcelas quitadas em at&eacute; 6 meses. </p>
<p>A avalia&ccedil;&atilde;o dos entrevistados &eacute; parecida com a avalia&ccedil;&atilde;o de Prado. &#8220;A expectativa &eacute; se mantenha est&aacute;vel com vi&eacute;s de reduzir, porque as taxas s&atilde;o muito altas e, nesse momento, temos uma expectativa de novos empregos. Dessa forma, a consequ&ecirc;ncia ser&aacute; que as pessoas ter&atilde;o renda e v&atilde;o poder consumir sem assumir d&iacute;vidas&#8221;, afirma o economista.  </p>
<h3>Deslocamento e alimenta&ccedil;&atilde;o</h3>
<p>O levantamento tamb&eacute;m revelou dados sobre o deslocamento e alimenta&ccedil;&atilde;o dos paulistas e cariocas. Do total de entrevistados, 38% trabalham e precisam se deslocar at&eacute; o servi&ccedil;o, sendo que 50% desse grupo &eacute; formado por cariocas. J&aacute; os paulistas se destacam no home office (48%). </p>
<p>Al&eacute;m disso, 25% das pessoas ouvidas precisaram arcar com transporte ou alimenta&ccedil;&atilde;o para trabalhar. Desses, 17% n&atilde;o recebem nenhum tipo de benef&iacute;cio. Entre os cariocas, 42% tiveram que arcar com alimenta&ccedil;&atilde;o e transporte para trabalhar no &uacute;ltimo ano, sendo que 27% n&atilde;o recebem nenhum tipo de benef&iacute;cio. </p>
<p>Mesmo quem recebe benef&iacute;cio ainda precisa deslocar recursos para a compra de comida. Entre aqueles que t&ecirc;m vale refei&ccedil;&atilde;o ou vale alimenta&ccedil;&atilde;o, 17% responderam que n&atilde;o consideram o valor do benef&iacute;cio suficiente e que precisam complementar. 41% j&aacute; deixaram de pagar uma conta para custear despesas de alimenta&ccedil;&atilde;o.   </p>
</div>
<div id="infocoweb_rodape" class="infocoweb_rodape">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2022-03-24/cartao-credito-endividamento.html#263" rel="noopener">IG ECONOMIA</a></div>
</div>
<p><script src="https://gestor.infocoweb.com.br/analytics_content.js?a=263&amp;b=1095191&amp;c=6576366"></script></body></html></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Margem maior do consignado do INSS pode aumentar endividamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Mar 2022 10:20:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[aumentar]]></category>
		<category><![CDATA[consignado]]></category>
		<category><![CDATA[endividamento]]></category>
		<category><![CDATA[maior]]></category>
		<category><![CDATA[margem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reda&#231;&#227;o 1Bilh&#227;o Educa&#231;&#227;o Financeira Governo subiu a margem de cr&#233;dito consignado para aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) de 35% para 40% O pacote de bondades do governo federal anunciado nesta quinta-feira, inclui&#160;amplia&#231;&#227;o da margem de cr&#233;dito consignado&#160;para aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) de 35% para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.0 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/REC-html40/loose.dtd"><br />
<html><body></p>
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<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/4d/in/rk/4dinrkbem6t5qydt4yomgcylb.jpg" width="906" height="509" alt="Governo subiu a margem de cr&eacute;dito consignado para aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) de 35% para 40%" title="Governo subiu a margem de cr&eacute;dito consignado para aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) de 35% para 40%"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Reda&ccedil;&atilde;o 1Bilh&atilde;o Educa&ccedil;&atilde;o Financeira</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Governo subiu a margem de cr&eacute;dito consignado para aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) de 35% para 40%</div>
</figcaption></figure>
</div>
<p class="">O pacote de bondades do governo federal anunciado nesta quinta-feira, inclui&nbsp;amplia&ccedil;&atilde;o da margem de cr&eacute;dito consignado&nbsp;para aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) de 35% para 40%, e estende o consignado para pessoas que recebem o Benef&iacute;cio de Presta&ccedil;&atilde;o Continuada (BPC), pago a idosos e deficientes de baixa renda, e benefici&aacute;rios do&nbsp;Aux&iacute;lio Brasil, que at&eacute; dezembro deste ano v&atilde;o receber R$ 400 por fam&iacute;lia. A medida, segundo o governo, visa reaquecer a economia no ano eleitoral mas &eacute; criticada por entidades de defesa de aposentados e de consumidores por conta do alto&nbsp;risco de endividamento, principalmente entre pessoas de&nbsp;baixa renda. </p>
<p>Os juros mensais m&aacute;ximos do empr&eacute;stimo consignado s&atilde;o atualmente de 2,14% ao m&ecirc;s e 3,06% para o cart&atilde;o de cr&eacute;dito consignado. No caso dos juros para benefici&aacute;rios do BPC e do Aux&iacute;lio Brasil os juros devem chegar a 3% ao m&ecirc;s. </p>
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<p>&#8220;&Eacute; indecoroso incluir BPC e Aux&iacute;lio Brasil no consignado. S&atilde;o dois benef&iacute;cios assistenciais voltados a tirar a pessoa da condi&ccedil;&atilde;o de mis&eacute;ria. N&atilde;o deveria ser um&nbsp;mecanismo de endividamento, colocando a pessoa no &#8220;mercado&#8221; sem a menor estrutura para dar conta disso&#8221;, adverte T&ocirc;nia Galetti, diretora do Sindicato Nacional de Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindnapi).  </p>
<p>T&ocirc;nia questiona a quest&atilde;o da renda p&oacute;s-concess&atilde;o do cr&eacute;dito no caso de beneficiados com o BPC: </p>
<p>&#8220;O governo est&aacute; abrindo m&atilde;o de&nbsp;fazer a manuten&ccedil;&atilde;o das condi&ccedil;&otilde;es&nbsp;que fazem com que a pessoa receba o BPC ou ser&aacute; olhada a situa&ccedil;&atilde;o de vulnerabilidade somente no ato da concess&atilde;o?&#8221;, diz T&ocirc;nia. </p>
<p>&#8220;Para os que est&atilde;o muito necessitados, o aumento da margem consign&aacute;vel vem em boa hora, principalmente se, com o novo empr&eacute;stimo, a pessoa conseguir quitar alguns com juros mais altos, como o cart&atilde;o de cr&eacute;dito ou cheque especial. Mas bem melhor do que o aumento da margem seria a&nbsp;aprova&ccedil;&atilde;o do 14&ordm; sal&aacute;rio, excepcionalmente, e melhor ainda a aprova&ccedil;&atilde;o do Projeto de Lei 4434/2008, que recupera o&nbsp;poder de compra dos aposentados, em rela&ccedil;&atilde;o ao sal&aacute;rio m&iacute;nimo, em cinco anos&#8221;, avalia Yedda Gaspar, presidente da Federa&ccedil;ao das Associa&ccedil;&otilde;es de Aposentados e Pensionistas do Estado do Rio de Janeiro (Faaperj). </p>
<p>O Instituto Brasileiro de Direito do Consumidor (Idec) tem, reiteradamente, alertado sobre o alto risco de&nbsp;endividamento de aposentados e pensionistas do INSS. No final do ano passado, em nota t&eacute;cnica, se posicionou contra a medida, que seria implantada junto ao Aux&iacute;lio Brasil, mas com uma margem menor: 30%.  </p>
<p>&#8220;As institui&ccedil;&otilde;es financeiras ter&atilde;o bilh&otilde;es de reais para serem captados na forma de oferta de cr&eacute;dito de baixo risco, em detrimento das fam&iacute;lias em situa&ccedil;&atilde;o de pobreza que precisam destes recursos para sua&nbsp;sobreviv&ecirc;ncia di&aacute;ria&#8221;, advertiu o Idec. </p>
<p>O advogado do instituto foi mais al&eacute;m e chamou a aten&ccedil;&atilde;o para o&nbsp;comprometimento&nbsp;da renda do idoso, que em muitos lares, por conta do alto desemprego, sustentam a fam&iacute;lia com suas aposentadorias. </p>
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<h3>Leia Tamb&eacute;m</h3>
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<p>&#8220;Tirar 40% de algu&eacute;m que ganha um sal&aacute;rio m&iacute;nimo significa que a renda dessa pessoa ser&aacute; de R$ 727,20&#8221;, alerta Michel Roberto de Souza. </p>
<h3>Sem novidade no INSS  </h3>
<p>&Eacute; importante destacar que os 40% de margem de cr&eacute;dito consignado para o INSS n&atilde;o e nenhuma novidade. Por conta da pandemia de coronav&iacute;rus, o governo j&aacute; havia aumentado esse limite, que&nbsp;voltou aos 35% em janeiro passado&nbsp;ap&oacute;s vigorar por nove meses em 2021. </p>
<p>&#8220;As pessoas est&atilde;o t&atilde;o desesperadas e sem condi&ccedil;&otilde;es de viver com tudo t&atilde;o caro que o empr&eacute;stimo passa a ser um meio de n&atilde;o sucumbir&#8221;, lamenta T&ocirc;nia Galetti, diretora do Sindnapi. </p>
<h3>O que &eacute; o cr&eacute;dito consignado?</h3>
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<p class="">O cr&eacute;dito consignado &eacute; aquele concedido com desconto em folha de pagamento. Por ter como garantia o&nbsp;desconto direto no sal&aacute;rio ou benef&iacute;cio, esse tipo de opera&ccedil;&atilde;o de cr&eacute;dito pessoal &eacute; um dos que oferecem os menores juros do mercado. A margem consign&aacute;vel &eacute; justamente o percentual m&aacute;ximo da renda que pode ser usado para o pagamento desses empr&eacute;stimos. </p>
<p>Por exemplo, se o benef&iacute;cio ou aposentadoria paga &eacute; de R$ 3 mil, o valor m&aacute;ximo que pode ser descontado mensalmente seria R$ 1.200 (40%). O governo&nbsp;n&atilde;o detalhou o n&uacute;mero m&aacute;ximo de parcelas.&nbsp;Na medida que perdeu a validade em janeiro o m&aacute;ximo eram 84 meses (7 anos) para quitar o empr&eacute;stimo.  </p>
<p>Atualmente, s&atilde;o 72 meses (6 anos). O tempo de car&ecirc;ncia para que o aposentado ou pensionista pudesse solicitar um novo empr&eacute;stimo consignado ap&oacute;s a contrata&ccedil;&atilde;o de um anterior tamb&eacute;m n&atilde;o foi informado. </p>
<h3>Como consultar</h3>
<p>Para consultar o saldo devedor do empr&eacute;stimo consignado e tamb&eacute;m informa&ccedil;&otilde;es sobre a margem consign&aacute;vel, o benefici&aacute;rio pode acessar diretamente o site ou o aplicativo Meu INSS. O segurado precisa ter senha cadastrada na plataforma&nbsp;Gov.br. O acesso &eacute; feito por meio do CPF e da senha. Ap&oacute;s acessar o&nbsp;Meu INSS, o interessado deve procurar por extrato de empr&eacute;stimo que as informa&ccedil;&otilde;es sejam fornecidas. </p>
<h3>Beneficiados</h3>
<p>De acordo com o Minist&eacute;rio do Trabalho,&nbsp;52,8 milh&otilde;es de pessoas ser&atilde;o beneficiadas&nbsp;com a medida. Desse total, 30,5 milh&otilde;es s&atilde;o do INSS, 4,8 milh&otilde;es do BPC e 17,5 milh&otilde;es de pessoas do programa Aux&iacute;lio Brasil. A estimativa &eacute; oferecer R$ 77 bilh&otilde;es em empr&eacute;stimos consignados a esse p&uacute;blico, segundo o governo.  </p>
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<div id="infocoweb_rodape" class="infocoweb_rodape">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2022-03-18/margem-inss-consignado-maior-endividamento.html#263" rel="noopener">IG ECONOMIA</a></div>
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