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	<title>Arquivos empresas - FATO MT</title>
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	<title>Arquivos empresas - FATO MT</title>
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		<title>Empresas aéreas americanas estão aumentando 1ª classe em voos; entenda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 May 2023 20:46:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>American Airlines/Divulgação Cabine da primeira classe da American Airlines As companhias aéreas dos Estados Unidos estão reconfigurando suas cabines para acomodar mais assentos de alto padrão, após perceberem um aumento na busca de clientes por lugares mais confortáveis e refeições mais luxuosas &#8211; seja na classe ecônomica premium, classe executiva ou primeira classe. As principais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/ez/ik/gg/ezikggf6stkr3tscutp9uk6zu.jpg" width="906" height="509" alt="Cabine da primeira classe da American Airlines" title="Cabine da primeira classe da American Airlines"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>American Airlines/Divulgação</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Cabine da primeira classe da American Airlines</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p> <a data-mce-href="https://turismo.ig.com.br/destinos-internacionais/2023-03-14/eua-obrigar-aereas-sentar-pais-e-criancas-juntos-voos.html" href="https://turismo.ig.com.br/destinos-internacionais/2023-03-14/eua-obrigar-aereas-sentar-pais-e-criancas-juntos-voos.html" target="_blank" rel="noopener nofollow"> <strong>As companhias aéreas dos Estados Unidos</strong>  </a>  estão reconfigurando suas cabines para acomodar mais assentos de alto padrão, após perceberem um aumento na busca de clientes por lugares mais confortáveis e refeições mais luxuosas &#8211; seja na classe ecônomica premium, classe executiva ou primeira classe.  </p>
<p>As principais empresas do ramo no país, como a American e a United Airlines, segundo o New York Times, estão expandindo os assentos premium de 25% a 75% em partes de suas frotas. Parte dessa busca por acomodações mais amplas em voos se deu pelo medo do coronavírus.</p>
<p>David Slotnick, do site Points Guy, afirmou ao jornal que parte dos passageiros, por se sentirem mais seguros, têm buscado um pouco mais de espaço nas cabines de aviões e, por consequência, estão dispostos a pagar valores mais caros por isso, especialmente porque depois de meses sem investir em viagens, devido a pandemia, há uma demanda reprimida por turismo.</p>
<p>Um outro fator, segundo o especialista, foi que os preços desses assentos premium caíram durante o período de pandemia porque os viajantes a negócios não estavam voando. Dessa forma os passageiros a lazer tiveram a chance de experimentar a versão mais luxuosa dos aviões.</p>
<p>Já as companhias aéreas veem essa mudança na demanda como um benefício lucrativo, segundo Chris Lopinto, co-fundador do ExpertFlyer, site que fornece mapas de assentos, disponibilidade de upgrade de cabine e outras informações.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
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<li> <a href="https://turismo.ig.com.br/2023-05-18/extravio-de-bagagem-em-aeroportos-quase-dobrou-entre-2021-e-2022--aponta-relatorio.html" title="Extravio de bagagem em aeroportos quase dobrou entre 2021 e 2022" target="_blank" rel="noopener">Extravio de bagagem em aeroportos quase dobrou entre 2021 e 2022</a> </li>
</ul>
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<p class=""> <br data-mce-bogus="1"> </p>
<p class=""> <br data-mce-bogus="1"> </p>
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		<title>Projeto amplia devolução de tributos pagos por empresas exportadoras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 May 2023 12:45:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Senado analisa um projeto de lei (PL) 882/2023 que aumenta a restituição de tributos pagos por empresas exportadoras participantes do Regime Especial de Reintegração de Valores Tributários (Reintegra). Pela regra atual, o crédito pode variar de 0,1% a 3% da receita. A proposição, do senador Eduardo Gomes (PL-TO), eleva a devolução para 7,4%. O [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Senado analisa um projeto de lei (PL) <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/156018" rel="noopener" target="_blank">882/2023</a> que aumenta a restituição de tributos pagos por empresas exportadoras participantes do Regime Especial de Reintegração de Valores Tributários (Reintegra). Pela regra atual, o crédito pode variar de 0,1% a 3% da receita. A proposição, do senador Eduardo Gomes (PL-TO), eleva a devolução para 7,4%. O texto aguarda distribuição para as comissões permanente.</p>
<p>O Reintegra tem como o objetivo restituir parcial ou integralmente o resíduo tributário remanescente na cadeia de produção de bens exportados. Criado originalmente em 2011 e com vigência até 2013, o programa ganhou caráter permanente com a medida provisória (MP) <a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/118163" rel="noopener" target="_blank">651/2014</a>, sancionada como <a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:2014-11-13;13043" rel="noopener" target="_blank">Lei 13.043, de 2014</a>.</p>
<p>O <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/decreto/d9393.htm" rel="noopener" target="_blank">Decreto 9.393, de 2018</a>, que regulamenta a lei, limita a alíquota de restituição a 0,1% da receita. Para Eduardo Gomes, o regime especial “foi perdendo eficácia ao longo do tempo”. “A alíquota atual do Reintegra é de apenas 0,1% sobre a receita auferida com a exportação de bens, o que representa um verdadeiro entrave à competição dos produtos brasileiros no mercado externo. O projeto propõe elevar a alíquota do ressarcimento dos tributos para 7,4%. Esse percentual corresponde ao resíduo tributário atual dos produtos industriais, considerando-se as incidências de PIS/Cofins, IPI, ICMS e ISS”, argumenta.</p>
<p>O autor do projeto avalia que a cumulatividade é uma das distorções do sistema tributário. Para Eduardo Gomes, a cobrança de tributos em cascata faz como que “produtos e serviços brasileiros fiquem mais caros e menos competitivos, tanto no mercado interno quanto no mercado internacional”. “Esse acréscimo no preço das exportações muitas vezes inviabiliza o acesso das empresas brasileiras ao mercado externo. Em contraposição, o padrão em todo o mundo é não tributar as exportações”, alerta o parlamentar.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/12/projeto-amplia-devolucao-de-tributos-pagos-por-empresas-exportadoras#27539dcd-6236-42e4-9f68-a5b2ad6793b0" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Senado aprova MP sobre tributação de empresas com negócios no exterior</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 May 2023 00:15:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Senado aprovou, nesta quarta-feira (10), a Medida Provisória (MP) 1.152/2022, que modifica as regras para fixação de preços usados em transações entre empresas relacionadas, a fim de adequar as normas nacionais às praticadas pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) e evitar práticas destinadas a diminuir o pagamento de tributos. Aprovada [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Senado aprovou, nesta quarta-feira (10), a Medida Provisória (MP) <a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/155647" rel="noopener" target="_blank">1.152/2022</a>, que modifica as regras para fixação de preços usados em transações entre empresas relacionadas, a fim de adequar as normas nacionais às praticadas pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) e evitar práticas destinadas a diminuir o pagamento de tributos. Aprovada na forma do Projeto de Lei de Conversão (PLV) 8/2023, sob relatoria do senador Jayme Campos (União-MT), a MP segue agora para sanção.</p>
<p>Editada no fim do governo de Jair Bolsonaro, o texto da MP foi aprovado com as mesmas mudanças inseridas na Câmara dos Deputados na forma de substitutivo apresentado pelo relator, deputado federal Da Vitoria (PP-ES). O substitutivo altera aspectos relacionados aos preços de commodities e de envio de royalties. As novas regras terão vigência a partir de 1º de janeiro de 2024, mas o contribuinte interessado poderá optar por aplicá-las a partir de 2023.</p>
<p>De acordo com a exposição de motivos da proposição, esse seria o caso de multinacionais dos Estados Unidos que, devido a mudanças na legislação daquele país em janeiro de 2022, ao fazer essa opção poderiam voltar a contar com a dedução, no imposto a pagar pela matriz, do imposto pago pelas empresas relacionadas e cobrado no Brasil.</p>
<p>Na visão de Jayme Campos, as diversas divergências entre o sistema de preços de transferência até então adotado no Brasil em relação ao padrão OCDE são como obstáculos para a acessão do país à organização. Ao recusar três emendas apresentadas em Plenário, Jayme Campos manteve o texto da forma como foi aprovado na Câmara. Ele disse que a MP acerta ao optar por definir em lei os princípios, conceitos e regras gerais que serão adotados pela legislação tributária brasileira, a serem detalhados em atos normativos da Receita Federal.</p>
<p>— Apoiamos a iniciativa de estabelecimento de um novo marco legal brasileiro sobre preços de transferência, mais alinhado às diretrizes internacionais. O atual descompasso entre a legislação pátria e o padrão internacional dificulta a integração do país às cadeias internacionais de produção e circulação de bens e serviços — afirmou o relator.</p>
<p>Veja, abaixo, alguns dos principais pontos da MP.<strong> </strong></p>
<h3><strong>Paraíso fiscal</strong></h3>
<p>O texto aprovado também diminui de 20% para 17% a alíquota de imposto sobre a renda, abaixo da qual o país é considerado paraíso fiscal. A justificativa é de que a maior parte dos países diminuiu as alíquotas de tributos sobre a renda de 2000 a 2020, perfazendo, no caso da OCDE, uma alíquota média de 23,9%.</p>
<p>A manutenção de renda tributável em paraíso fiscal implica a perda de “benefícios” da legislação tributária, como dedução de juros em caso de endividamento superior a 30% do patrimônio líquido da pessoa jurídica residente no Brasil e a impossibilidade de contar com tratamento tributário incentivado (isenção de ganho de capital) para investimentos de não residentes em bolsa de valores e assemelhados.</p>
<h3><strong>Princípio</strong></h3>
<p>A MP também estabelece critérios para que as transações entre as empresas jurídicas domiciliadas no Brasil e outras empresas relacionadas a elas no exterior sigam os mesmos termos e condições de transações que seriam feitas com empresas não relacionadas (terceiros). Chamado, pelo termo em inglês, de princípio Arm’s Length (em tradução literal, “distância de um braço”), esse conceito tenta evitar que as empresas usem brechas atuais na legislação para fazer um planejamento tributário a fim de pagar menos imposto.</p>
<p>Devido ao tributo sobre a renda ser menor em outros países (como Áustria ou Suíça, onde é 20%), empresas sediadas no Brasil vendem seus produtos a empresas relacionadas com sede nesses países a um preço próximo do custo. Essas empresas no exterior então vendem o produto ao destinatário final e podem contar ainda com benefícios locais ou prejuízo acumulado para descontar o imposto a pagar nesses países, incidente sobre o lucro da operação de revenda.</p>
<p>Adicionalmente, no Brasil, quando da incorporação do lucro obtido na venda final, a diferença de imposto a pagar (34% da carga tributária brasileira menos os 20% no exterior) também pode ser reduzida com incentivos regionais existentes e a isenção no pagamento de juros sobre capital próprio, levando até mesmo a zerar o imposto.</p>
<h3><strong>Partes relacionadas</strong></h3>
<p>Essas transações são conhecidas como transações controladas, pois não derivam de negociações com empresas totalmente independentes, que seguem critérios de competitividade no estabelecimento do preço. Como a venda afeta a receita bruta, os impostos envolvidos nas novas regras são o Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).</p>
<p>A MP também amplia o conceito de empresas que podem ser consideradas uma parte relacionada nesse tipo de transação, retirando da legislação o termo “empresa vinculada”, que apresenta restrições devido à variedade de arranjos de negócios atualmente existente. Assim, nesse conceito, além dos casos mais claros de controle acionário (direto ou indireto, controladores ou participações mínimas em lucros), o texto também engloba, por exemplo, acordos de votos para controlar deliberações sociais. Isso tudo vale para qualquer entidade (pessoa natural ou jurídica e outros arranjos contratuais ou legais).</p>
<h3><strong>Comparação</strong></h3>
<p>Para determinar o preço desse tipo de transação (que vai impactar o valor de receita obtida passível de tributação), a empresa deve adotar os critérios listados usando termos do contrato da transação, características dos bens ou direitos negociados, circunstâncias econômicas das partes e do mercado em que operam e estratégias de negócios, entre outros itens.</p>
<p>Em qualquer situação, devem ser consideradas as opções realisticamente disponíveis para a implementação da transação, como se ela pudesse ser feita com uma parte não relacionada. Após a adoção de todos os parâmetros, a transação deve ser comparada com transação de igual tipo que poderia ocorrer com empresa não relacionada, a fim de garantir a aplicação do princípio definido (Arm’s Length).</p>
<p>O principal método para determinação do preço a ser considerado de modo geral é o que compara o preço pago com aquele de transações semelhantes entre partes não relacionadas, conhecido como Preço Independente Comparável (PIC). A adoção de outros métodos deverá ser justificada pela empresa, ao contrário do que ocorre atualmente.</p>
<h3><strong>Commodities</strong></h3>
<p>Em relação às commodities — nas quais se incluem os principais produtos exportados pelo Brasil, como grãos e minérios — o PIC será aplicado quando informações confiáveis de preços independentes estiverem disponíveis, incluindo preços de cotação publicados por bolsas e índices divulgados por agências de preços. Nesse tópico, também poderão ser usados os preços praticados com partes não relacionadas, inclusive preços públicos, exceto em condições extraordinárias de mercado que levem a um resultado incompatível com o princípio postulado na MP.</p>
<p>Para outro método poder ser aplicado, o texto aprovado permite que sejam levados em conta outros fatores, como os ativos, as funções e os riscos de cada entidade na cadeia de valor. A medida provisória também prevê que um método alternativo poderá ser aplicado quando a confiabilidade do PIC for afetada a ponto de justificar método diferente, mesmo após ajustes para se chegar a um preço comparável entre transações controladas e não controladas.</p>
<h3><strong>Ajustes</strong></h3>
<p>Devido à complexidade de vários tipos de operações, a MP permite ao contribuinte realizar ajuste espontâneo na base de cálculo dos tributos quando ela for inferior à que seria calculada em transações entre partes não relacionadas. E também permite que seja feito um ajuste compensatório até o encerramento do ano-calendário.</p>
<p>O texto prevê que esses ajustes não podem reduzir a base de cálculo encontrada ou aumentar o valor do prejuízo fiscal do IRPJ ou a base de cálculo negativa da CSLL, exceto se realizados na forma e no prazo estipulados pela Receita Federal, no âmbito de mecanismos de solução de disputa previstos em acordos ou convenções internacionais para eliminar dupla tributação. Caso o contribuinte não faça nenhum desses ajustes quando necessário, o fiscal da Receita fará o ajuste primário de ofício, adicionando o valor à base de cálculo.</p>
<p>Outra mudança no texto, incluída durante a tramitação da matéria na Câmara, exclui o chamado ajuste secundário, previsto para lidar com as consequências da transferência indevida de lucros para outras jurisdições por causa da base de cálculo errônea. Essas consequências ocorrem porque, apesar de haver uma correção da alocação dos lucros para fins tributários, isso não muda o fato de que o lucro transferido permanece localizado e registrado em outro país.</p>
<h3><strong>Direitos autorais</strong></h3>
<p>As novas regras para determinação do preço de transferência valerão ainda no caso de bens considerados intangíveis (como direitos autorais, patentes, marcas e outros). A MP prevê que, em transações com bens intangíveis de difícil valoração, as incertezas incidentes na precificação ou na avaliação do bem deverão ser consideradas.</p>
<p>O texto aprovado revoga da legislação o limite de 5% da dedução de despesas com pagamentos de royalties ao exterior, remetendo ao mecanismo de cálculo do preço de transferência a medição do valor dedutível a fim de evitar deduções que estejam dentro do limite, mas acima do que seria devido na comparação da transação com terceiros.</p>
<p>A MP ainda disciplina casos para evitar que a dedução de royalties provoque a chamada dupla não tributação, quando as empresas não pagam o imposto incidente sobre essa parte no Brasil nem no outro país para o qual o valor foi remetido.</p>
<h3><strong>Multas</strong></h3>
<p>A MP estabelece multas com percentuais de 0,2%, 3% ou 5%, incidentes sobre a receita bruta, a receita consolidada do grupo multinacional ou o valor da transação, conforme o caso, pela não entrega ou entrega atrasada ou com erros de documentação que tenha servido de subsídio para se encontrar a base de cálculo do IRPJ e da CSLL. Os valores nominais devem ser de R$ 20 mil, no mínimo, a R$ 5 milhões, no máximo. Se o contribuinte cooperar com o Fisco e tiver errado o cálculo devido à sua complexidade, por exemplo, poderá ser dispensado de multas caso aceite a retificação e pague a diferença com acréscimos legais.</p>
<h3><strong>Consulta</strong></h3>
<p>A Receita Federal poderá instituir um processo de consulta a respeito da metodologia prevista na MP com resposta a ser aplicada nas transações futuras segundo os parâmetros fornecidos pelo contribuinte para fundamentar a consulta. Para começar o processo, o interessado deve pagar uma taxa de R$ 80 mil e fornecer as informações necessárias. A resposta da consulta terá validade de quatro anos, podendo ser prorrogada por mais dois anos com o pagamento de taxa de R$ 20 mil. Se mudarem as premissas que embasaram a solução ou a legislação sobre o assunto, a Receita Federal poderá revisar a resposta, tornando inválida a resposta anterior.</p>
<p><em>Com informações da Agência Câmara de Notícias</em></p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/10/senado-aprova-mp-sobre-tributacao-de-empresas-com-negocios-no-exterior#e011a2d5-8db8-4178-adbe-61461cb760bc" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/senado-aprova-mp-sobre-tributacao-de-empresas-com-negocios-no-exterior/">Senado aprova MP sobre tributação de empresas com negócios no exterior</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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		<title>Moove Persona: a startup que se destaca no mercado de soluções digitais para empresas</title>
		<link>https://fatomt.com.br/moove-persona-a-startup-que-se-destaca-no-mercado-de-solucoes-digitais-para-empresas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 May 2023 22:46:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Moove Persona é uma startup que tem como objetivo oferecer soluções de posicionamento digital e marketing para empresas que desejam se destacar em seus segmentos. Com uma equipe altamente qualificada e experiente, o Moove Persona tem se consolidado no mercado como uma das principais referências em soluções digitais para empresas de diversos setores. Um [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="elementor-widget-container">
<p class="p1"><span class="s1">A Moove Persona é uma startup que tem como objetivo oferecer soluções de posicionamento digital e marketing para empresas que desejam se destacar em seus segmentos. Com uma equipe altamente qualificada e experiente, o Moove Persona tem se consolidado no mercado como uma das principais referências em soluções digitais para empresas de diversos setores.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Um dos principais serviços oferecidos pela Moove Persona é o posicionamento digital. Com ele, uma startup auxilia as empresas a terem mais visibilidade na internet e, consequentemente, aumentarem suas vendas e receitas. Esse serviço inclui a criação de estratégias de SEO, gestão de redes sociais, produção de conteúdo de qualidade, entre outros.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Outro serviço muito importante oferecido pela Moove Persona é o posicionamento de persona. A partir de estudos e pesquisas de mercado, uma startup cria personas que representam o público-alvo de cada empresa. Com isso, é possível desenvolver estratégias mais eficientes de marketing, que gerem um engajamento maior com o público e, consequentemente, um maior retorno financeiro.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">A Moove Persona também é especializada em lançamentos de produtos e serviços. Com uma linha editorial voltada para apoio a jornalistas e roteiristas, a startup cria estratégias inovadoras de lançamento, que envolvem desde o planejamento e desenvolvimento até a execução do lançamento. Dessa forma, é possível garantir que os produtos e serviços sejam bem recebidos pelo mercado e tenham um impacto positivo nas vendas da empresa.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Além disso, o Moove Persona oferece soluções para marketing odontológico, campanhas de tráfego pago e estratégias inovadoras para engajamento com o público. Tudo isso é feito com base em estudos e pesquisas de mercado, que garantem que as estratégias sejam eficientes e tragam um bom retorno financeiro para as empresas.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Outro ponto forte da Moove Persona é a assessoria de imprensa e comunicação social. Com uma equipe especializada em relações públicas e comunicação, uma startup auxilia as empresas a se relacionarem de forma positiva com a imprensa e o público em geral. Isso é fundamental para construir uma boa imagem da empresa e aumentar a sua confiança no mercado.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Para o CEO Luis Eduardo dos Santos, a Moove Persona é uma empresa que tem como objetivo principal ajudar as empresas a se destacarem em seus segmentos. “Nós entendemos que, hoje em dia, é fundamental ter uma presença forte na internet e saber se comunicar de forma eficiente com o público. Por isso, estamos sempre investindo em novas tecnologias e soluções inovadoras, para oferecer aos nossos clientes o que há de melhor em posicionamento digital e marketing”, destaca.</span></p>
</p>
</div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.topfamosos.com.br/moove-persona-a-startup-que-se-destaca-no-mercado-de-solucoes-digitais-para-empresas/#bf38207a-a93d-4c08-879f-76a77f4ddb14" rel="noopener">TOP FAMOSOS</a></p>
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		<title>Empresas adotam licença remunerada para mulheres no período menstrual</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 May 2023 10:46:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[adotam]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Divulgação/Grupo MOL Empresa adotou licença remunerada de até dois dias a mulheres que sofrem com sintomas menstruais No Brasil, 70% das mulheres sofrem com os sintomas da TPM (tensão pré-menstrual), segundo o Ministério da Saúde. &#8220;Licença menstrual&#8221; é um termo usado para falar sobre um período de licença médica concedido a mulheres que precisam se [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/29/kp/bq/29kpbqwg09kq4i1b6ksistu0e.jpg" width="906" height="509" alt="Empresa adotou licença remunerada de até dois dias a mulheres que sofrem com sintomas menstruais " title="Empresa adotou licença remunerada de até dois dias a mulheres que sofrem com sintomas menstruais "> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Divulgação/Grupo MOL</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Empresa adotou licença remunerada de até dois dias a mulheres que sofrem com sintomas menstruais </div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">No Brasil, 70% das mulheres sofrem com os sintomas da TPM (tensão pré-menstrual), segundo o Ministério da Saúde. &#8220;Licença menstrual&#8221; é um termo usado para falar sobre um período de licença médica concedido a mulheres que precisam se ausentar do trabalho devido a sintomas associados ao fluxo menstrual que as impedem de exercer sua função, tais como cólicas, enxaqueca, enjoo, vômito, diarreia, entre outros. O benefício, no entanto, não é oficialmente reconhecido no país e não há uma lei que trate especificamente dele.</p>
<p> <strong>Entre no  <a href="https://t.me/iGDelas" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-mce-href="https://t.me/iGDelas">canal do iG Delas no Telegram</a> e fique por dentro de todas as notícias sobre beleza, moda, comportamento, sexo e muito mais!</strong> </p>
<p>No ambiente de trabalho, 81% das mulheres disseram ser menos produtivas durante o período menstrual, de acordo com pesquisa publicada pela Revista <em>BMJ Journals</em> , em 2019. A licença menstrual remunerada é um direito reconhecido em alguns países, como a Espanha, o primeiro do Ocidente a aprovar a medida. Embora ainda não haja uma legislação sobre o assunto no Brasil, algumas empresas já começaram a adotar esse benefício. É o caso do Grupo MOL, que detém a editora de mesmo nome.</p>
<p>&#8220;Menstruação não é doença, mas também não faz sentido exigir que uma pessoa fique sentada em frente ao computador trabalhando quando não está se sentindo plenamente bem para fazer isso&#8221;, diz Roberta Faria, cofundadora e CEO da MOL. Segundo ela, dos 55 funcionários da empresa, 46 (83,6%) são mulheres. &#8220;Sabemos que as fortes dores e desconfortos causados pela menstruação, como cólica e enxaqueca, podem atrapalhar as tarefas do dia a dia&#8221;, completa Roberta.</p>
<p>O benefício passou a valer no mês de março e dá o direito de até dois dias de licença ao mês, sem necessidade de atestado médico. Atualmente, o procedimento para o afastamento do trabalho por sintomas menstruais é o mesmo que por outros motivos de saúde que incapacitam os trabalhadores temporariamente. É necessário ir até um médico e, caso fique atestada a incapacidade temporária por conta desses sintomas, solicitar um atestado médico a ser apresentado ao empregador. Nesse caso, os dias de afastamento são considerados faltas abonadas a serem pagas pela empresa.  </p>
<p>O problema é que, apesar de as mulheres ocuparem 54,5% da força de trabalho no Brasil, apenas 38% delas ocupam os cargos de liderança no país. Ou seja, caso os sintomas relacionados ao período menstrual estejam as impedindo de exercer o seu trabalho, muitas funcionárias terão que reportar ao chefe homem. Por isso, a advogada Taís Roldão, do escritório LBS Advogadas e Advogados, aponta para a necessidade de existir uma lei que regulamente a licença remunerada durante a menstruação.</p>
<p>&#8220;Não é novidade que por vezes os sintomas menstruais são menosprezados tanto pelos profissionais da saúde, como pelos empregadores. Creio que muitos já ouviram histórias de pessoas que passavam por fortes cólicas menstruais, muitas vezes, desprezadas pelos médicos e que, no fim, descobriram se tratarem de doenças sérias como a endometriose, por exemplo. Nesse sentido, eu acredito que uma lei que aponte os sintomas menstruais como, de fato, temporariamente incapacitantes, pode colaborar para que tanto os empregadores como o sistema de saúde os encarem com mais seriedade&#8221;, afirma.  </p>
<h3>Espanha é o primeiro país ocidental a aprovar a licença menstrual remunerada</h3>
<p>Em fevereiro, a Espanha se tornou o primeiro país do Ocidente a aprovar licença médica remunerada para mulheres que sofrem com fortes sintomas durante o ciclo menstrual. A lei foi aprovada pelo parlamento por 185 votos a favor, e 154 contra. A legislação permite que funcionárias tirem o tempo que for necessário — mas, assim como nas licenças médicas remuneradas por outros motivos de saúde, é exigido atestado médico. A duração da licença não está especificada no texto.</p>
<p>São poucas as nações ao redor do mundo que garantem o afastamento médico remunerado por sintomas relacionados à menstruação; a maioria está na Ásia. No Japão, esse benefício existe há mais de 70 anos. Mas, para além da aprovação desse tipo de lei, a advogada reforça que é importante pensar em como ela se efetivará na sociedade. &#8220;No Japão, por exemplo, a lei existe desde 1947, mas tem pouquíssima adesão — em 2017, apenas 0,9% das mulheres gozaram dessa licença. Isso pode ter se dado por diversas razões: o medo de serem estigmatizadas, terem de solicitar a licença a empregadores e médicos homens, entre outros. É necessário refletir não apenas a lei em sua formalidade, mas também em sua aplicação&#8221;, pontua Taís</p>
<p>Aqui no Brasil, um projeto de lei em tramitação na Câmara prevê licença de três dias consecutivos, a cada mês, às mulheres que comprovem sintomas graves associados ao fluxo menstrual. O afastamento deverá ocorrer sem prejuízo do salário. Essa comprovação poderá se dar, segundo a autora do texto, a deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), mediante relatório médico. Mas os detalhes sobre a lei, de fato, dependerão de regulamentação do Poder Executivo, após a sanção da lei, por meio de decreto.</p>
<p>&#8220;A dismenorreia, como é conhecida a &#8216;menstruação difícil&#8217;, é uma causa comum de falta ao trabalho e à escola. Se na escola, a falta se concentra na perda de conteúdo e avalições que podem ser repostas, no ambiente profissional, ela pode levar a descontos no salário e demissões. Para não correr esse risco, não são poucas as mulheres que comparecem ao trabalho mesmo apresentando quadros agudos de náuseas, vômitos, diarreia, fadiga, febre, dor nos seios e dor de cabeça. O direito à licença lhes garantiria a proteção necessária em casos muito específicos&#8221;, explica a parlamentar.</p>
<p>Como o projeto altera texto da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), para ser aprovado pela Casa, é necessária a criação de uma comissão temporária, o que pode fazer com que leve ainda mais tempo para que saia do papel, destaca a autora. Ela conta que a proposta foi inspirada na legislação espanhola. Mas, apesar de ser um avanço na luta pelos direitos das mulheres, quando se trata de sintomas menstruais, três dias de licença podem não resolver o problema, apontam especialistas.</p>
<h3>Empresa no MS também implanta licença menstrual remunerada  </h3>
<p>Além do Grupo MOL, no Mato Grosso do Sul, uma empresa de soluções em <em>software</em>  chamada Digix resolveu implementar licença remunerada para as funcionárias que sofrem com sintomas menstruais. A ideia surgiu da própria experiência da CEO da equipe, Suely Almoas, que, durante o período em que menstruava, precisou lidar com as dores, desconfortos e mudanças emocionais que ocorrem com a menstruação.  </p>
<p>Segundo ela, a medida foi adotada há dois meses, tendo em vista a composição da empresa, que conta com 63% de mulheres no quadro de colaboradores. O afastamento é de até dois dias, sem necessidade de atestado. &#8220;Acreditamos no que cada pessoa sente neste período e não queremos burocratizar os processos. A partir do terceiro dia, se a pessoa colaboradora precisar se afastar por mais tempo deverá ser apresentado atestado médico para justificar e abonar&#8221;, comenta Suely.  </p>
<h3>Discriminação</h3>
<p>Apesar de reconhecerem que a menstruação é um processo biológico e que a licença menstrual é tão importante quanto a licença-maternidade, por exemplo, críticos acreditam que a medida reforça estereótipos de gênero, como o da fragilidade feminina, e pode até desencorajar alguns empregadores de contratar mulheres. Uma pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) aponta que quase metade das brasileiras são demitidas cerca de até dois anos após a licença-maternidade.</p>
<p>&#8220;Com certeza a licença menstrual não cumprirá seu objetivo se toda a lógica machista e de preconceito de gênero da sociedade não for combatida&#8221;, afirma a advogada Taís Roldão. Importante aqui apontar que não apenas as mulheres, como também pessoas trans masculinas, não binárias e intersexo, sofrem desse estigma por menstruarem. &#8220;As diferenças biológicas colocam diferentes necessidades em relação à saúde dos indivíduos, mas não os tornam mais ou menos capazes de exercerem determinada função. Infelizmente, uma vez que o lucro é colocado acima de direitos — um deles, a igualdade —, muitos serão os argumentos encontrados para discriminar pessoas no mercado de trabalho&#8221;.  </p>
<p>Além disso, para Taís, o ideal seria uma lei que respeitasse as particularidades do ciclo menstrual de cada pessoa. Mas, vale reforçar que se houver dificuldades para se trabalhar devido a sintomas menstruais graves, é recomendável conversar com um médico ou com o RH da empresa para consultar quais as opções disponíveis, como possibilidade de trabalhar em casa e horários de trabalho personalizados, ou ainda, solicitar atestado.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://delas.ig.com.br/alimentacao-e-bem-estar/2023-05-08/licenca-menstrual.html#be2f8cf8-f886-4255-a897-a8601dc0682a" rel="noopener">Mulher</a></p>
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		<title>10 das 100 maiores empresas de luxo respondem por 81% dos negócios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 May 2023 13:46:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[maiores]]></category>
		<category><![CDATA[negocios]]></category>
		<category><![CDATA[respondem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>FreePik O relatório Luxury Trends ainda aponta três inovações no mercado: Digital ID, tecnologia Blockchain e vendas no metaverso Em 2022, o setor de bens de luxo se recuperou acima dos níveis pré-pandêmicos. Os principais impulsionadores do crescimento foram a reabertura de lojas físicas, o comércio eletrônico e a normalização da demanda do mercado. Embora [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/2o/oq/12/2ooq12zyo999fca0xbi7acir3.jpg" width="906" height="509" alt="O relatório Luxury Trends ainda aponta três inovações no mercado: Digital ID, tecnologia Blockchain e vendas no metaverso" title="O relatório Luxury Trends ainda aponta três inovações no mercado: Digital ID, tecnologia Blockchain e vendas no metaverso"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>FreePik</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">O relatório Luxury Trends ainda aponta três inovações no mercado: Digital ID, tecnologia Blockchain e vendas no metaverso</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Em 2022, o setor de bens de luxo se recuperou acima dos níveis pré-pandêmicos. Os principais impulsionadores do crescimento foram a reabertura de lojas físicas, o comércio eletrônico e a normalização da demanda do mercado. Embora a inflação permaneça no centro das preocupações dos consumidores, a indústria parece não ser afetada.</p>
<p> <strong>Entre no  <a href="https://t.me/iGDelas" data-mce-href="https://t.me/iGDelas">canal do iG Delas no Telegram</a> e fique por dentro de todas as notícias sobre beleza, moda, comportamento, sexo e muito mais! </strong> </p>
<p>Nesse sentido, construir marcas sólidas e altamente desejáveis ainda é a chave para atrair mais demanda. Sustentabilidade e inovações (por exemplo, metaverso, inteligência artificial e experiências exclusivas) são elementos cruciais que devem ser totalmente integrados às estratégias de marketing para garantir que sua marca cresça mais rápido que a concorrência. É o que aponta o Luxury Trends, relatório de desempenho do mercado desenvolvido pela Labelium, consultoria de performance digital para empresas de moda, luxo, beleza e turismo.</p>
<p>Com o objetivo de oferecer insumos e análises de dados para auxiliar na tomada de decisões de grandes empresas, o levantamento compila insights de empresas como Google, Deloitte (Global Power of Luxury Brands 2022), Bain &#038; Co &#8211; Altagamma (Leap of Luxury, Renaissance in Uncertainty 2022), e-Marketer, Ehrenberg- Bass Institute, Vogue Business, Accenture, GWI, Statista e informações proprietárias da biblioteca da Labelium.</p>
<p>O relatório indica que no ano fiscal de 2021, as 100 maiores empresas de artigos de luxo do mundo geraram receitas superiores a 2019. O Top 10 entre as 100 maiores empresas aumentou sua participação nas vendas totais de bens de luxo em 4,8 pontos percentuais. Eles contribuíram com 81,4% do crescimento ano a ano nas vendas e 84,7% do lucro líquido combinado das 100 maiores empresas. </p>
<p>A LVMH reforçou sua posição como a empresa líder mundial em artigos, suas vendas de bens pessoais de luxo aumentaram mais de 55% ano a ano, para quase US$55 bilhões, o sexto maior crescimento ano a ano entre as 100 maiores empresas. Isso se deveu em parte à inclusão da aquisição da Tiffany &#038; Co. em 2021, que produziu um desempenho recorde em termos de receita, lucros e fluxo de caixa.</p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/55/1z/9i/551z9ii3r3znkqjxjh92zd62g.jpg" width="906" height="509" alt="As 10 maiores empresas de luxo por vendas" title="As 10 maiores empresas de luxo por vendas"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Divulgação</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">As 10 maiores empresas de luxo por vendas</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p>“O relatório aponta três inovações no mercado. A primeira delas é o Digital ID, solução que marca produtos de luxo e registra detalhes sobre suas credenciais de fabricação e sustentabilidade. Dessa forma, as marcas podem atender ao interesse do consumidor por sustentabilidade e autenticidade dos produtos (permitindo serviços circulares, como revenda) e o interesse dos reguladores em greenwashing e due diligence da cadeia de suprimentos. </p>
<p>A segunda é a utilização da tecnologia Blockchain, geralmente associada a criptomoedas, que ganhou espaço no mercado, pois ajuda a verificar e autenticar a origem de um item. E por último vem o metaverso e a inteligência artificial, que se mostra como uma excelente maneira de vender e se conectar com consumidores de luxo, além de potencializar a otimização da personalização da experiência de compra”, analisa Gustavo Franco, Country Manager da Labelium. </p>
<h3>  Qual o perfil dos compradores do setor?</h3>
<p>  Para empresas de luxo, o conhecimento da marca é mais do que crucial. As pessoas não desejam marcas que não sejam muito conhecidas nesta categoria. Dados de Ehrenberg-Bass mostram que o reconhecimento da marca é proporcional a sua desejabilidade, e quanto maior o índice de consumo, maior é a probabilidade de torná-la desejável para a população. </p>
<p>Neste sentido, a pesquisa indica que os compradores são pessoas normais que entram e saem da categoria dependendo de vários fatores (produtos que pretendem comprar, categoria, comprador de categoria pesada ou leve…). “Por isso, é importante não restringir o potencial de segmentação e se concentrar em atingir pessoas da classe média em toda a categoria de produtos.”, pontua Franco.</p>
<p>O relatório revela que os compradores de comércio eletrônico genérico têm uma divisão de gênero quase igual (53,4% feminino, 46,6% masculino). A maioria dos visitantes de sites de luxo tem alta escolaridade e renda. Nos EUA, eles ganham entre US$100.000 e US$250.000. Na verdade, os compradores não se sentem ricos: têm dívidas altas, poucas economias e trabalham em tempo integral. A pandemia do COVID-19 fez com que eles apertassem os gastos. Espera-se que esse perfil genérico represente 50% até 2025.</p>
<h3>  O que está levando as pessoas a comprar esses bens?</h3>
<p>  As compras de luxo são hedônicas, desencadeiam a liberação de dopamina. Os compradores compram bens para fazer com que eles próprios ou os outros se sintam bem. Assim, essas compras costumam ser impulsivas ou para dar de presente. Os clientes sentem o poder de gastar muito e a satisfação de obter produtos exclusivos, raros e de qualidade. Os compradores exigem que suas marcas sejam &#8220;acordadas&#8221;. Eles se preocupam com o meio ambiente, incluindo questões sociais e políticas e exigem que as empresas se posicionem sobre sustentabilidade, raça e gênero.</p>
<p>Sendo assim, para captar o interesse do consumidor, é fundamental garantir que sua marca seja lembrada no momento da compra, aumentar a disponibilidade física para capturar a intenção impulsiva e investir em canais de revenda. A revenda de moda já está bombando nas plataformas de terceiros, crescendo quase 50% em 2022. 15,4% dos consumidores de luxo dos EUA fizeram compras por meio de uma plataforma de revenda online nos últimos 12 meses. Além disso, as marcas Savvy Luxury estão usando a revenda para destacar sua herança e se envolver com os clientes.</p>
<p>Além disso, confiança e sustentabilidade são citadas como passaportes digitais para conquistar clientes a consumirem esses produtos. A confiança na empresa emerge de experiências anteriores e história de interação ao longo da trajetória de desenvolvimento da jornada do consumidor à marca e é retratada como o processo experiencial de aprendizado e percepção do consumidor ao longo do tempo.</p>
<p> <strong>Acompanhe também perfil geral do  <a href="https://t.me/portalig" data-mce-href="https://t.me/portalig">Portal iG no Telegram!</a> </strong> </p>
<p>Todas as marcas precisam construir a confiança do consumidor. Já a sustentabilidade não é mais algo bom de se ter, mas um must-have. No entanto, não se trata apenas de prometer “ser verde”. É preciso demonstrar os esforços concretos que fez para atingir esses objetivos, desde sua cadeia de suprimentos até as campanhas iniciais. </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://delas.ig.com.br/moda/2023-05-05/relatorio-marcas-de-luxo.html#d407debc-bde7-458d-a3c9-69b65881c77a" rel="noopener">Mulher</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Certificação digital é facilitada para representantes de empresas e incapazes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 May 2023 23:16:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[certifica]]></category>
		<category><![CDATA[digital]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[facilitada]]></category>
		<category><![CDATA[incapazes]]></category>
		<category><![CDATA[representantes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Senado aprovou o PL 3.983/2019, pelo qual a certificação digital poderá relacionar diretamente os representantes e os representados no caso de empresas, órgãos públicos e pessoas incapazes. O texto do senador Irajá (PSD-TO) obteve relatório favorável do senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO). A matéria segue para a Câmara dos Deputados. De acordo com o senador [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">O Senado aprovou o </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/137691" rel="noopener" target="_blank"><span style="font-weight: 400">PL 3.983/2019</span></a><span style="font-weight: 400">, pelo qual a certificação digital poderá relacionar diretamente os representantes e os representados no caso de empresas, órgãos públicos e pessoas incapazes. O texto do senador Irajá (PSD-TO) obteve relatório favorável do senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO). A matéria segue para a Câmara dos Deputados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">De acordo com o senador Irajá, a mudança é necessária para que os certificados digitais da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil) também possam atestar poderes de representação de órgãos públicos, de empresas e de pessoas incapazes. Hoje, é preciso apresentar documentos físicos para comprovar tais poderes. Segundo o parlamentar, a exigência “debilita a utilidade da certificação digital”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Os certificados atuais não são afetados pela mudança, uma vez que já podem conter informações sobre poderes de representação. A alteração afeta desenvolvedores e mantenedores de softwares, que passam a ter de processar a informação sobre quem está praticando o ato e se o faz representando alguém ou alguma entidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O texto final, que segue agora para a Câmara, é fruto de emenda do senador Esperidião Amin (PP-SC). Ele determina que sistemas que exijam ou aceitem a certificação digital no padrão ICP-Brasil devem “reconhecer, ao menos, os certificados de atributos de representação de órgão público, de pessoa jurídica de direito público ou privado, bem como de assistência e representação de incapazes, desde que emitidos nos mesmos padrões estabelecidos pelo Comitê Gestor da ICP-Brasil”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">— O texto proposto deixa claro o que já estava implícito no projeto. Vale dizer, os certificados de atributos, a serem utilizados no âmbito do processo de certificação digital, devem obedecer aos padrões aprovados pelo Comitê Gestor da ICP-Brasil, entidade que tem a atribuição legal de estabelecer as diretrizes e as normas técnicas de certificação. A emenda proposta permite ampliar e modernizar o sistema de certificados digitais, além de evitar eventuais questionamentos jurídicos quanto às atribuições do Comitê Gestor da ICP Brasil — explicou Vanderlan.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Os senadores Esperidião Amin e Carlos Viana (Podemos-MG) comemoraram a aprovação.</span></p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/02/certificacao-digital-e-facilitada-para-representantes-de-empresas-e-incapazes#82bce278-af25-462f-b9bb-b2434742cf0c" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Aprovado US$ 1 bilhão do banco do BRICs  para as micro e as pequenas empresas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Apr 2023 23:45:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[aprovado]]></category>
		<category><![CDATA[banco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Senado aprovou, nesta terça-feira (25), o projeto de resolução que autoriza o Brasil a contratar operação de crédito de até US$ 1 bilhão com o Novo Banco de Desenvolvimento (NDB) — conhecido como o Banco do Brics, que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. O dinheiro deve ser usado para o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Senado aprovou, nesta terça-feira (25), o projeto de resolução que autoriza o Brasil a contratar operação de crédito de até US$ 1 bilhão com o Novo Banco de Desenvolvimento (NDB) — conhecido como o Banco do Brics, que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. O dinheiro deve ser usado para o financiamento parcial de programa emergencial de acesso a crédito executado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). De autoria da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), o PRS 44/2023, que teve origem em pedido da Presidência da República, será encaminhado à promulgação.</p>
<p>O projeto de resolução foi relatado pelo senador Omar Aziz (PSD-AM), que apresentou voto favorável à autorização para contratar o crédito, avaliando que se encontra de acordo com a legislação em vigor.</p>
<p>Os recursos captados destinam-se ao financiamento parcial do Programa Emergencial de Acesso a Crédito (FGI), executado pelo BNDES. O programa foi instituído pela Lei 14.042, de 2020, com o objetivo de facilitar o acesso ao crédito e de preservar agentes econômicos em razão dos impactos econômicos decorrentes da pandemia da Covid-19, para a proteção de empregos e da renda.</p>
<p>Na avaliação de Omar Aziz, os financiamentos ocorridos no âmbito do Programa Emergencial de Acesso a Crédito (FGI) foram importantes para aumentar a oferta de financiamento às pequenas e microempresas durante os meses mais críticos da pandemia da Covid. Em 2022, a Medida Provisória 1.114, posteriormente convertida na Lei 14.462, de 2022, determinou a reabertura do FGI-PEAC, para contratação de novas operações com garantia do programa até o final de dezembro de 2023.</p>
<p>“A concretização da operação de crédito permitirá, portanto, maior financiamento para as pequenas e microempresas, o que é essencial nesse cenário de estagnação econômica, onde necessitamos utilizar todos os instrumentos possíveis para reanimar a economia e, com isso, potencializar a geração de empregos”, conclui Omar Aziz no seu relatório.</p>
<p>O projeto foi aprovado com o voto contrário do senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR), por entender que o acréscimo de meio circulante provoca aumento da inflação e da taxa de juros. O senador Cleitinho (Republicanos-MG) também apresentou voto contrário à proposição.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/04/25/aprovado-us-1-bilhao-do-banco-do-brics-para-as-micro-e-as-pequenas-empresas#5f927ddd-4423-475c-a334-4f25ed3a27a8" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>União vai garantir operação para oferta de crédito a pequenas empresas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Apr 2023 22:45:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[credito]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[pequenas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Senado aprovou nesta terça-feira (25) um projeto que autoriza a União a conceder garantia na operação em que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) deve obter um empréstimo de US$ 750 milhões junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Os recursos se destinam a um programa de crédito para micro, pequenas e médias empresas. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Senado aprovou nesta terça-feira (25) um projeto que autoriza a União a conceder garantia na operação em que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) deve obter um empréstimo de US$ 750 milhões junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Os recursos se destinam a um programa de crédito para micro, pequenas e médias empresas. Agora esse projeto (<a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/156941" rel="noopener" target="_blank">PRS 43/2023</a>), que teve origem em mensagem da Presidência da República, vai à promulgação.</p>
<p>O nome do programa a ser beneficiado com o empréstimo é <em>Programa Global de Crédito Emergencial BID-BNDES de Financiamento às Micro, Pequenas e Médias Empresas para a Defesa do Setor Produtivo e o Emprego</em>.</p>
<p>O relator da matéria foi o senador Eduardo Gomes (PL-TO), que apresentou parecer favorável à iniciativa.</p>
<p>O senador reitera em seu parecer que o objetivo do programa é apoiar as micro, pequenas e médias empresas &#8220;frente à crise econômica provocada pela covid-19, particularmente pelo papel que essas empresas desempenham na economia, na manutenção do emprego e da produtividade do Brasil. O acesso aos recursos do BID permite ao BNDES compor um orçamento apropriado para suas operações de crédito, com vistas a manter um endividamento balanceado, em termos de moedas, prazos e taxas de juros, uma vez que apresenta condições mais atrativas do que aquelas praticadas nos mercados local e internacional&#8221;.</p>
<p><strong>Votos contrários</strong></p>
<p>O projeto foi aprovado com os votos contrários dos senadores Oriovisto Guimarães (Podemos-PR) e Cleitinho (Republicanos-MG). Oriovisto alertou para os possíveis efeitos do programa sobre a inflação e as taxas de juros.</p>
<p>— O BNDES pretende espalhar esse dinheiro na economia na forma de empréstimos para as pequenas e médias empresas. É uma forma de o governo colocar dinheiro subsidiado no mercado. Toda vez que alguém paga meia entrada para assistir ao espetáculo da economia, alguém tem de pagar dobrado. Esse aumento do meio circulante pode provocar algum crescimento, mas vai provocar mais inflação e obrigar as taxas de juros a continuarem altas — argumentou Oriovisto.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/04/25/uniao-vai-garantir-operacao-para-oferta-de-credito-a-pequenas-empresas#e3f694f2-bf57-4125-bd59-a69f270600fd" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Empresas que aderiram ao Pronampe terão 6 anos para quitar empréstimo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Apr 2023 18:15:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[aderiram]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[emprestimo]]></category>
		<category><![CDATA[pronampe]]></category>
		<category><![CDATA[quitar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou a Lei 14.554, que aumentou de 4 para 6 anos o prazo de pagamento dos empréstimos do Pronampe, o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (MPEs). A nova lei também estabelece uma carência de 12 meses para o início destes [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou a <a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:2023-04-20;14554" rel="noopener" target="_blank">Lei 14.554</a>, que aumentou de 4 para 6 anos o prazo de pagamento dos empréstimos do Pronampe, o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (MPEs). A nova lei também estabelece uma carência de 12 meses para o início destes pagamentos das MPEs.</p>
<p>O dinheiro dos empréstimos no âmbito do Pronampe pode ser usado para investimentos, como a compra de equipamentos e a realização de reformas; para despesas operacionais, como o pagamento de salários dos funcionários, o pagamento de contas e a compra de mercadorias. É proibido o uso dos empréstimos visando a distribuição de lucros.</p>
<p>A nova regulamentação do Pronampe é fruto da <a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/154988" rel="noopener" target="_blank">MP 1.139/2022</a>. Essa MP foi aprovada no final de março no Senado, quando a senadora Zenaide Maia (PSD-RN) foi a relatora.</p>
<p>— Sua edição auxilia a preservação das empresas afetadas pelas medidas de combate à covid-19; preserva empregos; reduz a demanda de amparo por trabalhadores desempregados; e corrige tempestivamente distorções nos critérios de distribuição dos recursos e no socorro às empresas endividadas no âmbito do Pronampe — disse Zenaide durante a aprovação da MP no final de março de 2022.</p>
<p>As micros e pequenas empresas são hoje 99% das 20 milhões de empresas do país, segundo o<span> Mapa das Empresas </span>do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, que é atualizado quadrimestralmente. Elas são responsáveis por 62% da mão-de-obra empregada e 27% do Produto Interno Bruto (PIB).</p>
<h3><strong>Juros</strong></h3>
<p>Na votação da MP 1.139/2022, os parlamentares mantiveram o limite máximo das taxas de juros aplicadas atualmente, de taxa Selic mais 6% ao ano para os contratos firmados a partir de 2021. Mas a taxa máxima aplicável será fixada por ato do secretário de Micro e Pequena Empresa e Empreendedorismo, órgão que é subordinado ao Ministério do Desenvolvimento.</p>
<p>Será estendido de 5 para 6 anos o prazo de pagamento nos casos em que a empresa contratante tenha sido reconhecida pelo governo com o Selo Emprega + Mulher.</p>
<h3><strong>Empregos</strong></h3>
<p>Um dos objetivos do Pronampe é a preservação dos postos de trabalho em número igual ou superior ao que existia no último dia do ano anterior ao da contratação da linha de crédito. Os empregos devem ser mantidos entre a data da contratação e o 60º dia após o recebimento da última parcela da linha de crédito. A Lei 14.554 determina que as empresas deverão manter por igual prazo o quantitativo de empregados registrados no último dia do ano anterior ao da prorrogação.</p>
<p>A Lei 14.554 também torna permanente o Programa Emergencial de Acesso ao Crédito na modalidade garantia (Peac-FGI), cuja vigência acabaria em 31 de dezembro de 2023. Ainda pelo Peac-FGI, o prazo de pagamento dos empréstimos passa de 5 para 6 anos. Já a carência máxima passa de 12 para 18 meses.</p>
<h3><strong>Fundos constitucionais</strong></h3>
<p>A nova lei também reabre, por mais um ano, o prazo para as empresas pedirem a renegociação de empréstimos no âmbito dos fundos constitucionais do Nordeste (FNE), Centro-Oeste (FCO) e Norte (FNO). </p>
<p>A Lei 14.554 também trata da taxa de remuneração do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT). A lei estabelece a volta da Taxa Referencial (TR) na remuneração dos recursos do fundo usados pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). A TR, que acumulou 1,78% nos últimos 12 meses, será usada para remunerar tanto os empréstimos reembolsáveis quanto os não-reembolsáveis tocados pela Finep. Até então era usada a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), que está em 7,37% ao ano.</p>
<p>— Na prática, o FNDCT estava inviável com a TJLP. Era melhor ir ao banco comum e pedir empréstimo. Isso muda significativamente agora — destacou o senador Izalci Lucas (PSDB-DF) quando a MP 1139/2022 foi votada no Senado.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/04/24/empresas-que-aderiram-ao-pronampe-terao-6-anos-para-quitar-emprestimo#413972c4-addf-40fc-98c3-e466d27b8e3f" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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