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	<title>Arquivos empaer - FATO MT</title>
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	<title>Arquivos empaer - FATO MT</title>
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		<title>Dia de Campo promovido pela Empaer apresenta desempenho do café Robusta Amazônico em MT</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Apr 2023 21:21:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com o tema “Desempenho de cafeeiros Robustas Amazônicos no Cerrado Mato-grossense”, será realizado na sexta-feira (28) o Dia de Campo da Cultura do Café, no município de Tangará da Serra (239 km a Médio-Norte de Cuiabá), no Campo Experimental da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer). O evento é gratuito e começa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify">Com o tema “Desempenho de cafeeiros Robustas Amazônicos no Cerrado Mato-grossense”, será realizado na sexta-feira (28) o Dia de Campo da Cultura do Café, no município de Tangará da Serra (239 km a Médio-Norte de Cuiabá), no Campo Experimental da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer). O evento é gratuito e começa às 8 horas. A duração prevista é de quatro horas, divididas entre palestras e aulas demonstrativas. Serão quatro especialistas que irão tratar sobre produção de mudas clonais de qualidade, implantação da lavoura, manejo de pragas e clones em avaliação.<source></source><source></source><img decoding="async" alt="" src="https://www.secom.mt.gov.br/documents/8024815/34086251/CAFEMIOLO.jpg/ae8e6f3d-a985-4702-39f3-624b24807e41?t=1682351534245+&#038;imageThumbnail=3"></p>
<p> O Dia de Campo será realizado pela Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), por meio da Empaer, em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e Prefeitura Municipal de Tangará da Serra. O pesquisador da Empaer, Wininton Mendes da Silva, comenta que durante o evento serão apresentados os resultados preliminares do ensaio de competição de clones de cafeeiros Robustas, boas práticas agrícolas referentes ao preparo da área e manejo de pragas e doenças.</p>
<p> “Pela experiência exitosa do estado vizinho, Rondônia, os cafeicultores de Mato Grosso estão investindo no uso de cultivares clonais modernas e adaptadas às condições amazônicas e no uso de insumos, como adubação, irrigação e uso de defensivos agrícolas”, esclarece.</p>
<p> Conforme Wininton, o processo de modernização foi fomentado e impulsionado pelo Governo do Estado e por prefeituras dos principais municípios produtores de café do Norte e Noroeste de Mato Grosso. Para a escolha das melhores cultivares foi realizado um estudo para seleção dos genótipos com maior adaptação nos principais polos produtores de café. Para avaliar o desempenho   dos materiais genéticos foram instaladas duas unidades de pesquisa nos municípios de Tangará da Serra e em Sinop.</p>
<p> “O objetivo do Dia de Campo é mostrar os resultados preliminares e chamar a atenção dos cafeicultores quanto aos aspectos relacionados ao manejo sustentável da lavoura, para obtenção de maior eficiência dos cultivos”, enfatiza o pesquisador.<source></source><source></source><img decoding="async" alt="" src="https://www.secom.mt.gov.br/documents/8024815/34086251/cafecapa.jpg/70d2f45a-d3fa-f5b8-045d-44f02f3de2c4?t=1682351511530+&#038;imageThumbnail=3"></p>
<p> Serão demonstradas as diferenças entre as cultivares em estudo, os procedimentos relacionados à implantação dos cultivos para potencializar a obtenção da máxima produtividade, incluindo a produção de mudas de qualidade, e os aspectos relacionados ao manejo de pragas do cafeeiro. A expectativa dos organizadores do evento é que os agricultores saiam sensibilizados quanto à importância de selecionar as melhores cultivares; de fazer um bom preparo do solo para plantio e como identificar e manejar corretamente as principais pragas do cafeeiro.</p>
<p> Os participantes percorrerão quatro estações em que os especialistas estarão abordando os seguintes temas: produção de mudas clonais de qualidade, Implantação da lavoura: tratos culturais e manejo nutricional, manejo integrado de pragas e desempenho agronômico dos Robustas Amazônicos no Cerrado Mato-grossenses.</p>
<p> O encerramento está previsto para às 12 horas.<br /><source></source><source></source><img decoding="async" alt="" src="https://www.secom.mt.gov.br/documents/8024815/34086251/cafemiolo1.jpg/69f87f0e-cb60-b7c5-6298-437b47ca9e7e?t=1682352538696+&#038;imageThumbnail=3"></p>
</div>
<p> <span style="font-size:11pt"><span style="line-height:107%"><span style="font-family:Calibri,sans-serif"></span></span></span></p>
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		<title>Empaer realiza em Sinop projeto que promove e difunde a produção orgânica de alimentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Apr 2023 21:15:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em oito meses, o Projeto Sinop Orgânico, sob a coordenação da Empaer (Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural), já capacitou 50 unidades produtivas desde o planejamento da produção até a comercialização dos alimentos orgânicos. A iniciativa tem o objetivo de promover e difundir a produção orgânica no município de Sinop (a 500 km [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify">Em oito meses, o Projeto Sinop Orgânico, sob a coordenação da Empaer (Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural), já capacitou 50 unidades produtivas desde o planejamento da produção até a comercialização dos alimentos orgânicos. A iniciativa tem o objetivo de promover e difundir a produção orgânica no município de Sinop (a 500 km de Cuiabá) e servir de referência para outras cidades do estado.</p>
<p> Uma das instituições participantes é a Escola Estadual Carlos Drummond de Andrade, localizada no Assentamento Wesley Manoel dos Santos, e  envolve toda comunidade escolar, além dos pais que são agricultores familiares.  </p>
<p> A orientadora pedagógica Aline Kraeski explica que a escola tem uma matriz curricular diferenciada com disciplinas específicas, como as ciências e saberes do campo, agroecologia, agricultura familiar e economia solidária.</p>
<p> Segundo ela, o Projeto Sinop Orgânico tem contribuído para agregar conhecimento por meio da teoria, palestras e demonstrações práticas, e vem servindo de suporte para os professores darem continuidade nas atividades, com destaque para agroecologia.</p>
<p> “A partir dos conhecimentos adquiridos, os alunos têm aplicado os saberes na prática e ajudando a complementar a merenda escolar. Por serem filhos de agricultores, levam o conhecimento para suas propriedades, pois muitos também ajudam na lida do dia a dia. O projeto agrega as formas de produção alternativa, sustentável, socialmente justa e economicamente”, destaca a professora.<br /><source></source><source></source><img decoding="async" alt="" src="https://www.secom.mt.gov.br/documents/8024815/0/SINOP+ORGANICO+3.jpg/4599250e-7201-2220-2805-0198b6a586ce?t=1681504821291+&#038;imageThumbnail=3"></p>
<p> Outro exemplo é da Vivian Sheile Calixto Scorsatto, que mora com o marido no Condomínio de Chácaras Talismã – Alto da Glória. Ela e mais 18 famílias estão inseridas no projeto e participando ativamente.  Feirante, Vivian conta que a iniciativa é um divisor de águas em sua vida. “Não tínhamos noção de nada e fazíamos tudo errado. Um dos primeiros aprendizados foi parar de atear fogo nas folhas que varria. Hoje, elas fazem toda diferença na produção das culturas”.</p>
<p> Vivian conta que ampliou seu horizonte em tudo que produz na chácara graças ao aprendizado e que isso tem feito toda diferença na sua vida. “Na feira eu vendo hortaliças, banana, pimenta, queijo, entre outros. Minha renda é 100% do que consigo produzir na propriedade. O projeto oportunizou investir em uma área de 150 m2 que plantei citros. Todo processo de plantio é com base nos ensinamentos que estamos aprendendo. Sonho ver o pomar carregado de frutas e conseguir sobreviver com o que produzir”, ressalta.</p>
<p> O projeto começou em julho do ano passado e, após a realização da seleção das propriedades e cadastramento, iniciou o processo de capacitação continuada em produção orgânica, através da transição agroecológica das propriedades. Ele contempla a realização de palestras técnicas atreladas a demonstrações de método, ou seja, associando o conhecimento técnico ao desenvolvimento da prática no campo.</p>
<p> O engenheiro Agrônomo da Empaer e coordenador do Projeto Rogério Leschewitz, explica que para melhorar o desenvolvimento das atividades e eficiência de atendimento, as propriedades e entidades envolvidas foram subdivididas em cinco microrregiões geograficamente próximas, sendo elas: comunidade de Chácaras Talismã, sede do município de Sinop-MT, Centro de recuperação de Vidas Ebenezer, e dois núcleos no Assentamento Wesley Manoel Soares Campos – Gleba Mercedes V.<br /><source></source><source></source><img decoding="async" alt="" src="https://www.secom.mt.gov.br/documents/8024815/0/Sinop+orgnico+redes.jpg/dd6c4c43-ac6c-ddaf-18be-505562c3b25e?t=1681504856624+&#038;imageThumbnail=3"></p>
<p> A primeira rodada de capacitação teve como tema &#8220;Introdução à Agroecologia e Produção Orgânica&#8221; e apresentou uma breve visão de todos os assuntos relacionados à produção sustentável, ao contexto histórico da agricultura, às técnicas utilizadas e perspectivas futuras da agricultura orgânica.</p>
<p> Segundo Rogério, ao final de cada palestra acontecia uma demonstração de métodos sobre manejo do solo e formação de canteiros orgânicos, com a finalidade de orientar os produtores do manejo correto do solo, da matéria orgânica, e a forma correta de preparo de canteiros para cultivo de hortaliças. “Foram seis palestras e seis demonstrações de métodos aos beneficiários do projeto, entre  alunos e sociedade em geral, realizadas entre novembro e março deste ano”, pontua.</p>
<p> Sobre o resultado da primeira rodada de palestras e demonstrações de método, o coordenador destaca que foi bem sucedida, pois contou com a participação de diversos produtores, alunos e da sociedade de modo geral, o que demonstra que o interesse em relação a produção orgânica está em alta no município. “Este é só o início de um longo período de capacitações continuadas aos produtores. Durante o processo, as propriedades irão receber visitas técnicas, participarão de  mutirões, feiras e excursões &#8211; o que irá auxiliar no processo de aprendizagem”, completa ele.</p>
<p> <strong>Andamento do projeto</strong></p>
<p> A finalidade  do projeto é melhorar as atividades. O Sinop Ôrgânico conta com reuniões de planejamento mensais, onde são repassadas informações pertinentes ao tema, são apresentadas as ações realizadas pela  iniciativa, além das conversar sobre a organização das atividades no mês com os representantes de todos os órgãos, entidades envolvidos e parceiros.</p>
<p> Além das capacitações, foram realizados eventos paralelos com o auxílio dos parceiros, por exemplo, mutirões de cadastramento e diagnóstico das unidades produtivas, mutirão de coleta de solo das propriedades, e o seminário sobre cooperativismo e associativismo.</p>
<p> O projeto Sinop Orgânico conta com a Parceria da Prefeitura municipal de Sinop-MT, Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, UFMT (Universidade Federal de Mato Grosso), FASTECH (Faculdade de Tecnologia), Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), Escola Técnica Estadual de Educação Profissional e Tecnológica (Seciteci), Câmara Municipal de Vereadores e Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Sinop.</p>
</div><source></source><source></source><img decoding="async" alt="" src="https://www.secom.mt.gov.br/documents/8024815/23278392/PROJETO+SINOP+ORGANICO+INTERNA+OK.jpg/0a150eb5-b5c4-fdc0-8f3f-6c5f32b76956?t=1681504898487+&#038;imageThumbnail=3"></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.secom.mt.gov.br/web/empaer/-/empaer-realiza-em-sinop-projeto-que-promove-e-difunde-a-produ%C3%A7%C3%A3o-org%C3%A2nica-de-alimentos#a4f76030-fc40-45f5-89fe-6db46c554940" rel="noopener">Governo MT &#8211; MT</a></p>
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		<title>Empaer renova parceria para pesquisa que avalia uso de resíduo industrial de gelatina como fertilizante para pastagens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Apr 2023 16:15:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) firma novamente parceria com a empresa PB Leiner Brasil para dar continuidade no desenvolvimento do projeto de pesquisa sobre o uso de resíduo industrial na agricultura familiar. Desde 2019, pesquisadores avaliaram o resíduo e obtiveram resultados satisfatórios transformando o lodo industrial em um fertilizante que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify">A Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) firma novamente parceria com a empresa PB Leiner Brasil para dar continuidade no desenvolvimento do projeto de pesquisa sobre o uso de resíduo industrial na agricultura familiar. Desde 2019, pesquisadores avaliaram o resíduo e obtiveram resultados satisfatórios transformando o lodo industrial em um fertilizante que pode ser utilizado para o cultivo do Capim Marandu. O novo contrato prevê o trabalho conjunto pelos próximos dois anos.</p>
<p> A empresa PB Leiner no Brasil produz gelatina (peptídeos de colágeno), fica localizada no município de Acorizal (62 km ao Norte de Cuiabá) e atende o mercado nacional e internacional (Estados Unidos, Europa, Austrália e outros), sendo um dos líderes mundiais no mercado de gelatina e colágeno hidrolisado. A matéria prima utilizada é advinda do couro bovino, e durante o processo de tratamento dos efluentes industriais são gerados resíduos denominados lodo biológico e lodo primário/DAF (Dissolved Air Flotation). O trabalho de pesquisa da Empaer já mostrou a viabilidade do uso do resíduo como fonte de fertilizante orgânico para a agricultura familiar.</p>
</div>
<div style="text-align: justify"><source></source><source></source><img decoding="async" alt="" src="https://www.secom.mt.gov.br/documents/8024815/34086251/lodo2.jpg/25e035f5-7af2-21f6-8d8a-c98f8008a59b?t=1681222748332+&#038;imageThumbnail=3"><br /> <strong><span style="font-size:12px">Resíduo industrial usado comno adubo orgânico na agricultura familiar.</span></strong></p>
<p> A gerente de Utilidade e Meio Ambiente da PB, Maybe Lopes Gonçalves, esclarece que o trabalho de pesquisa da Empaer é promissor no sentido de assegurar que a utilização deste resíduo com o potencial fertilizante orgânico é sustentável e seguro para agricultura e meio ambiente, pois favorece a recuperação de solos degradados, promove o desenvolvimento da agropecuária local, beneficia a nutrição de forrageiras e melhora as condições físicas, químicas e biológicas do solo.</p>
<p> O pesquisador da Empaer e Doutor em Agricultura Tropical, Wininton Mendes da Silva, fala que na primeira fase do projeto o objetivo do trabalho foi avaliar o desempenho agronômico do capim e das características químicas do solo, mediante a aplicação de doses de resíduos industriais gerados pela indústria de gelatinas. Ficou comprovado que o lodo é rico em macronutrientes como Nitrogênio (N), Fósforo (P), Potássio (K), Cálcio (Ca), Magnésio (Mg) e Enxofre (S), elementos importantes para o desenvolvimento da planta. “Com base nos resultados obtidos até o momento, verifica-se que o uso de lodo como fertilizante para a cultura do Capim Marandu é promissor, uma vez que promove aumento na produção de matéria seca e melhora a composição bromatológica da forrageira, por aumentar o teor de proteína bruta e diminuir os teores de fibras em detergente neutro, além de melhorar significativamente as condições físico-químicas do solo, promovendo maior desenvolvimento radicular das plantas e estoque de carbono no solo em curto e médio prazo”, explica.</p>
<p> Os experimentos estão sendo executados no Campo Experimental e de Produção da Empaer, localizado em Acorizal, próximo às instalações da indústria. Ainda comprovaram que os teores de proteína bruta indicam que o efeito do uso do lodo permite que o capim produza alimento de melhor valor nutricional para os animais. Além disso, demonstraram que o conjunto que os resíduos orgânicos melhoram os atributos químicos do solo e aumentam a produção de forragem em relação à adubação mineral.</p>
<p> “Comprovado que é rico em nutrientes e traz benefícios à produção rural, isso é fato. Nossa expectativa é que o lodo possa contribuir com a redução de custos com a compra de adubo químico e por consequência, aumentar a produtividade nas unidades de produção da agricultura familiar. Para dar total garantia da eficiência para os produtores rurais, estamos começando numa área de cinco mil metros quadrados novos experimentos que vão servir como um monitoramento do uso do resíduo, com avaliação do seu impacto ambiental. O monitoramento do solo por médio ou longo prazo se faz necessário, visando entender a capacidade de suporte do mesmo à aplicação dos nutrientes pelos resíduos estudados”, enfatiza.</p>
<p> O projeto de pesquisa entra na segunda fase e serão testadas no campo dosagens variando de cinco a 80 toneladas de lodo por hectare, para avaliar a dose de máxima eficiência para o uso do fertilizante.  O pesquisador da Empaer, Eduardo Ferreira, destaca que foi feito um levantamento aéreo no entorno da empresa PB Leiner, num raio de 10 quilômetros,  quando constataram que possui uma área de 30 mil hectares de pastagem que estariam aptas para receber os resíduos industriais. “Após a conclusão dessa fase, o lodo poderá ser utilizado pelos produtores rurais interessados, os quais receberão acompanhamento técnico da Empaer para obtenção de melhores resultados no campo&#8221;, destaca.<br /><source></source><source></source><img decoding="async" alt="" src="https://www.secom.mt.gov.br/documents/8024815/34086251/lodo1.jpg/452b067b-be8e-78ac-744e-6d555e00f849?t=1681222779893+&#038;imageThumbnail=3"><br /> <strong><span style="font-size:12px"><span style="line-height:106%"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'><span style="color:black">Os experimentos estão sendo executados no Campo Experimental e de Produção da Empaer.</span></span></span></span></strong></p>
<p> O trabalho de pesquisa é realizado também em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Mato Grosso (Fundaper), Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema-MT).</p>
</div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.secom.mt.gov.br/web/empaer/-/empaer-e-parceiros-avaliam-que-res%C3%ADduo-industrial-de-gelatina-pode-ser-usado-como-fertilizante-para-pastagens#c3306118-8711-406e-82ad-20a27af87aba" rel="noopener">Governo MT &#8211; MT</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/empaer-renova-parceria-para-pesquisa-que-avalia-uso-de-residuo-industrial-de-gelatina-como-fertilizante-para-pastagens/">Empaer renova parceria para pesquisa que avalia uso de resíduo industrial de gelatina como fertilizante para pastagens</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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		<title>Empaer e parceiros promovem Dia de Campo para mostrar desempenho do café Robusta Amazônico em MT</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Apr 2023 14:15:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Empaer (Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural) e a Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), promovem, no dia 28 de abril, o dia de campo “Desempenho de cafeeiros Robustas Amazônico no Cerrado do Mato Grosso”, no Campo Experimental e de Produção de Tangará da Serra (a 239 km de Cuiabá). O [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify">A Empaer (Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural) e a Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), promovem, no dia 28 de abril, o dia de campo “Desempenho de cafeeiros Robustas Amazônico no Cerrado do Mato Grosso”, no Campo Experimental e de Produção de Tangará da Serra (a 239 km de Cuiabá). O objetivo é mostrar os resultados preliminares do estudo da seleção dos genótipos com maior adaptação nos principais polos produtores de café localizados nas regiões norte e noroeste do estado.</p>
<p> A iniciativa, que conta com a parceria da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) e da Prefeitura de Tangará da Serra, busca chamar a atenção dos cafeicultores quanto aos aspectos relacionados ao manejo sustentável da lavoura e a obtenção de maior eficiência dos cultivos. Em 2023 será colhida a primeira safra plena dos cafeeiros.</p>
<p> No dia de campo, serão demonstradas as diferenças entre as cultivares em estudos, os procedimentos relacionados à implantação dos cultivos para potencializar a obtenção da máxima produtividade, incluindo a produção de mudas de qualidade, e os aspectos relacionados ao manejo de pragas e doenças do cafeeiro.</p>
<p> O foco do evento é sensibilizar os agricultores quando a importância de se selecionar as melhores cultivares, além de fazer um bom preparo do solo para plantio e como identificar e manejar corretamente as principais pragas e doenças da cultura.</p>
<p> O público esperado é de 200 pessoas, entre extensionistas, estudantes de cursos técnicos e de graduação da área de ciências agrárias, produtores da região, gestores públicos e privados.</p>
<p> Serão quatro estações de difusão de conhecimento, sendo o primeiro apresentado pelo coordenador do Campo Experimental de Tangará da Serra, Welington Procópio que irá abordar sobre a produção de mudas clonais de qualidade.</p>
<p> Da segunda a quarta estação, a equipe da Embrapa irá apresentar sobre a implantação da lavoura: tratos culturais e manejo nutricional com João Maria Diocleciano; manejo integrado de pragas e doenças, com José Nilton Medeiros Costa; e finaliza com Marcelo Curitiba Espindula, que falará sobre o desempenho agronômico dos Robustas Amazônicos no cerrado mato-grossense.</p>
<p> A programação está prevista para começar às 8h com café da manhã e receptação e o termino às 12h15, com almoço.</p>
<p> <strong>Serviço</strong><br /> <strong>Dia de Campo Desempenho de cafeeiros Robustas Amazônicos no Cerrado do Mato Grosso</strong><br /> Quando e horário: 28 de abril, às 8h<br /> Local: Campo Experimental e de Produção de Tangará da Serra<br /> Público alvo: Extensionistas, estudantes de cursos técnicos e de graduação da área de ciências agrárias, produtores da região, gestores públicos e privados.<source></source><source></source><img decoding="async" alt="" src="https://www.secom.mt.gov.br/documents/8024815/0/convite+interna.jpeg/a6a3cded-69bb-d6c8-9286-ca482682ea08?t=1681148526738+&#038;imageThumbnail=3"></div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.secom.mt.gov.br/web/empaer/-/empaer-e-parceiros-promovem-dia-de-campo-para-mostrar-desempenho-do-caf%C3%A9-robusta-amaz%C3%B4nico-em-mt#9b5d03f5-fab4-470a-a5ef-ec0ba41149b6" rel="noopener">Governo MT &#8211; MT</a></p>
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		<title>Trabalhadores da Empaer pedem apoio do MP à agricultura familiar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Mar 2023 21:45:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[apoio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O procurador-geral de Justiça, Deosdete Cruz Junior, recebeu na manhã desta segunda-feira (27), em seu gabinete, Gilmar Brunetto, presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Assistência Técnica, Extensão Rural e Pesquisa Pública de Mato Grosso (Sinterp/MT), que congrega os funcionários da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), Clodoaldo Macari, servidor da empresa lotado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:16px"><span style="font-family:Tahoma,Geneva,sans-serif">O procurador-geral de Justiça, Deosdete Cruz Junior, recebeu na manhã desta segunda-feira (27), em seu gabinete, Gilmar Brunetto, presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Assistência Técnica, Extensão Rural e Pesquisa Pública de Mato Grosso (Sinterp/MT), que congrega os funcionários da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), Clodoaldo Macari, servidor da empresa lotado em Gaúcha do Norte e o produtor rural Adolar Macari. </span></span></p>
<p>  <span style="font-size:16px"><span style="font-family:Tahoma,Geneva,sans-serif">Após destacarem a importância social e ambiental da agricultura familiar, eles solicitaram apoio institucional do Ministério Público de Mato Grosso a projetos voltados ao fortalecimento da atividade no estado.</span></span></p>
<p>  <span style="font-size:16px"><span style="font-family:Tahoma,Geneva,sans-serif">O procurador-geral assegurou que os pequenos produtores podem contar com a parceria da instituição. “Entre os deveres constitucionais do Ministério Público está a defesa dos direitos sociais e do meio ambiente e, naquilo que nos couber, apoiará projetos que venham a fortalecer a agricultura familiar, que gera renda, empregos e assegura alimentos na mesa da população brasileira”, afirmou Deosdete Cruz Junior.</span></span></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.mpmt.mp.br/conteudo/58/122835/trabalhadores-da-empaer-pedem-apoio-do-mp-a-agricultura-familiar#cde9d7e1-4437-4eb1-a1cb-0360566f4ba8" rel="noopener">Ministério Público MT &#8211; MT</a></p>
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		<title>Empaer, e parceiros apresentam projeto de fomento à agricultura familiar em Lucas do Rio Verde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Mar 2023 19:45:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[apresentam]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Empaer (Empresa Mato-grossense de Pesquisa Assistência e Extensão Rural), junto com a Prefeitura de Lucas do Rio Verde, Fundação Rio Verde e Embrapa &#8211; lançaram nesta sexta-feira (24.03), o Projeto Campo 365 – Experimentos da Agricultura Familiar. A iniciativa tem o objetivo de aprimorar no município de Lucas do Rio Verde (a 354 km [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify">A Empaer (Empresa Mato-grossense de Pesquisa Assistência e Extensão Rural), junto com a Prefeitura de Lucas do Rio Verde, Fundação Rio Verde e Embrapa &#8211; lançaram nesta sexta-feira (24.03), o Projeto Campo 365 – Experimentos da Agricultura Familiar. A iniciativa tem o objetivo de aprimorar no município de Lucas do Rio Verde (a 354 km de Cuiabá) as cadeias produtivas da fruticultura, cafeicultura, olericultura e o Sistema Agroflorestal (SAF), além de irrigação de baixo custo, mecanização e bioinsumos.</p>
<p> Com a presença do presidente Renaldo Loffi, a Empaer será responsável pela assistência técnica no campo experimental da Unidade de Referência Tecnológica (URT), da Fundação Rio Verde de Pesquisa, com destaque para a produção de café.  ;</p>
<p> Renaldo explica que das mudas produzidas no projeto uma delas será na variedade do clone robusta amazônica lançada recentemente em Rondônia. “É uma variedade que vem ganhando cada vez mais espaço no mercado de café, com índices de produtividade satisfatórios.</p>
<p> Segundo ele, o projeto é um pontapé para os produtores da região entenderem como é a cultura já que não há produção de café no município. “Assim como em outras parcerias, vamos unir forças para somar e tornar a região norte uma referência no grão, da mesma forma que hoje é a região noroeste. Foi selecionado o que há de mais recente em pesquisa e garantir que logo Lucas do Rio Verde tenha vários produtores acreditando na idéia”.</p>
<p> O prefeito Miguel Vaz destacou a importância da união de forças para estimular e auxiliar produtores rurais do município. ;“O projeto vem ao encontro com a nossa necessidade que é de ter produtor da agricultura familiar produzindo alimentos de qualidade e com assistência técnica”.</p>
<p> Ele reforça que a URT irá proporcionar durante todo ano a realização de dias de campo, onde o pequeno produtor irá participar do manejo e preparação do solo para desenvolver e aprimorar no município o que optar produzir. “Ele terá um conjunto de referências em um único lugar. Todos nós ganharemos com a parceria, que terá vários tipos de profissionais com a missão de fomentar a agricultura familiar”.</p>
<p> O presidente da Fundação Rio Verde, Joci Piccini, explica que ainda existe uma grande demanda por produtos para abastecer o mercado local. “Nosso objetivo é não depender da produção de frutas, legumes e hortaliças das regiões sul e sudeste do país. Existe potencial para atender a região norte de Mato Grosso, e o que a Fundação puder fazer por quem se apresenta com vontade de avançar nessa proposta, a gente apoia, junto com as autoridades locais que já atendem a esses produtores, nisso a Empaer e a Embrapa se destacam”.</p>
<p> A chefe-geral da Embrapa Agrossilvipastoril Laurimar Gonçalves Vendrusculo, também reforça a parceria e a sua importância na produção de alimentos de qualidade. “Podem contar com a Embrapa Agrossilvipastoril que vem para somar e que possamos alavancar ainda mais a questão dos sistemas produtivos sustentáveis”, diz ela.</p>
<p> A solenidade de lançamento do projeto aconteceu no estande da prefeitura durante o Show Safra e contou ainda com a participação de autoridades locais, deputados estaduais, servidores da prefeitura, técnicos da Empaer e público em geral.  ; ;</p>
<p> <strong>Frutífica e Apilucas</strong></p>
<p> Em mais uma ação de parceria, a Empaer e a Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf) junto com a Prefeitura de Lucas do Rio Verde, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente estão participando dos projetos Frutífica Lucas e Apilucas.</p>
<p> A iniciativa foi formalizada por meio da lei municipal 3.392 e tem o objetivo de incentivar a implantação de pomares de frutas tropicais, inserindo na paisagem e na cultura do município, gerar emprego e renda nas propriedades rurais, além de evitar o êxodo rural, pela falta de emprego e renda. ;</p>
<p> No início da semana, a Empaer fez a entrega de 64,6 mil mudas frutíferas e 60 caixas de abelhas. Entre as mudas estão as culturas de: mamão, abacate, limão-taiti, tangerina (ponkan), banana-nanica, banana-da-terra, abacaxi e pitaia.</p>
<p> As 60 caixas de abelhas doadas pela Seaf, pelo Programa MT Produtivo-Apicultura, estão sendo repassadas aos produtores luverdenses por meio da Prefeitura. ;</p>
<p> Após a entrega das mudas e das caixas, os agricultores terão o acompanhamento técnico intensificado pelos profissionais da Prefeitura e Empaer. ;</p>
</div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.secom.mt.gov.br/web/empaer/-/empaer-e-parceiros-apresentam-projeto-de-fomento-%C3%A0-agricultura-familiar-em-lucas-do-rio-verde#ddd3146c-e80c-448b-9dbd-6df50cbb0f66" rel="noopener">Governo MT &#8211; MT</a></p>
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		<title>Empaer e Seaf fomentam produção de mel na agricultura familiar em Chapada dos Guimarães</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Mar 2023 14:39:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A produtora Rosilei Aparecida da Silva Almeida, 47 anos, e seu marido Ailton Assis de Almeida, 56 anos, estão encantados com o resultado na produção de mel na propriedade deles em Chapada dos Guimarães (a 67 km de Cuiabá). Com assistência técnica da Empaer (Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural), e apoio da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify">A produtora Rosilei Aparecida da Silva Almeida, 47 anos, e seu marido Ailton Assis de Almeida, 56 anos, estão encantados com o resultado na produção de mel na propriedade deles em Chapada dos Guimarães (a 67 km de Cuiabá). Com assistência técnica da Empaer (Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural), e apoio da Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), o casal realizou a primeira coleta, com 90 litros de mel que foram vendidos a conhecidos e nos mercados locais.</p>
<p> O casal vive na Gleba Monjolo e, assim como outros produtores da comunidade, foi contemplado com caixas de mel do Programa MT Produtivo-Apicultura. Desde o início do programa em 2021, a Seaf já disponibilizou 5.350 caixas de mel a agricultores familiares e indígenas de todas as regiões do Estado.</p>
<p> Segundo Rosilei, cada litro de mel da abelha africanizada Apis mellifera foi vendido a R$ 100 e o favo de 700 gramas a R$ 70. “Não deu para quem quis. A venda do mel ajudou muito na nossa renda. Logo que fomos contemplados com as caixas precisávamos aprender sobre cuidados, manejo e técnicas de como usar, e, nisso, a Empaer foi fundamental”.</p>
<p> A produtora destaca ter sido contemplada com as caixas pela Seaf tornou possível um sonho que agora é realidade. “O preço de uma caixa é cerca de R$ 300 e precisava de cinco, não teria esse dinheiro. Criar abelhas é uma arte, mas não basta ter apenas algumas colmeias para ser um apicultor. É preciso entender o comportamento social delas, sua biologia, e estar sempre se atualizando sobre técnicas de manejo e produção. É isto que torna a arte da apicultura ainda mais nobre e cativante”, ressalta Rosilei.<source></source><source></source><source></source><img decoding="async" alt="" src="/documents/8024815/23278392/Lucas+interna.jpg/0cd975b2-7583-8a85-6cc6-a0d5a7986f7f?t=1679000268121+&#038;imageThumbnail=3"><br />                                                                  <span style="font-size:9px"> Foto: Lucas Diego/Seaf-MT</span></p>
<p> Opinião compartilhada pela agricultora Antônia Gomes Lima, 63 anos, que vive com o marido na chácara Deus é Fiel. Ela frisa que são vários os fatores que influenciam na produção apícola e é fundamental conhecê-los muito bem para ter um manejo de sucesso.</p>
<p> “Consegui juntar duas paixões, as abelhas e as flores. Estamos na Gleba Monjolo desde 2018 e sempre tive interesse em produzir mel. Ser contemplada com as caixas doadas pela Seaf foi o primeiro passo e, com a Empaer dando a orientação, acredito que em breve vamos produzir para vender”, frisa Antônia.</p>
<p> A técnica da Empaer, Maria Elienai Correia, explica que na assistência técnica o objetivo é consolidar a apicultura no Estado e ajudar no equilíbrio e sustentabilidade do meio ambiente. Ela lembra que os produtores da Gleba Monjolo também recebem orientação sobre produção de pitaya, abacaxi e mandioca, mas alguns deles encontram na apicultura uma fonte de renda que tem feito a diferença na qualidade de vida.</p>
<p> Segundo Elienai, o clima, o pasto apícola, entre outros fatores influenciam na produção do mel.  “Mato Grosso tem potencial para o desenvolvimento da cadeia produtiva da apicultura, mas investimento e acompanhamento são fundamentais”.</p>
<p> Ela reforça que a produção de mel exige a manutenção das florestas em pé e a conservação dos recursos hídricos, pois as abelhas necessitam das floradas e de água, o que no final essa atividade promove uma inclusão econômica sustentável.<br />  </div>
<div style="text-align: justify">A técnica pontua ainda a importância de investir no pasto apícola, pois, pelo observado no período de acompanhamento, somente a vegetação da região do cerrado não é suficiente. “Precisamos estimular outras floradas para aumentar a produção do mel na região. Um exemplo é o eucalipto, que floresce durante os 12 meses do ano. A aroeira também é uma opção. Dela se aproveita a resina retirada das folhas e do caule, além do néctar e pólen das flores que é um mel medicinal, entre outras espécies. As abelhas coletam basicamente néctar e pólen das flores, para sua alimentação”.</p>
<p> Elienai reforça que conhecer as plantas visitadas pelas abelhas, seus períodos de florescimento e os recursos ofertados foram informações importantes para que os produtores entendessem o relacionamento entre a flora apícola e suas colônias. Agora eles estão identificando os períodos de abundância e escassez de alimentos. Ela conclui que os produtores são estimulados a promoverem a conservação e o incremento do pasto apícola, fundamental para o sucesso da atividade.</p>
</div>
<div style="text-align: justify"><source></source><source></source><source></source><img decoding="async" alt="" src="/documents/8024815/0/Elienai+interna.jpeg/516bf59a-a0a5-7b10-6968-809c807bf23b?t=1679000361949+&#038;imageThumbnail=3"><br /> Foto: Empaer</div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://web.mt.gov.br/web/empaer/-/empaer-e-seaf-fomentam-produ%C3%A7%C3%A3o-de-mel-na-agricultura-familiar-em-chapada-dos-guimar%C3%A3es#9d0617e2-1779-4d8d-85ee-c66e0fd86885" rel="noopener">GOV MT</a></p>
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		<title>Empaer e Consórcio do Pantanal entregam 25 mil alevinos para agricultores da Região Oeste do Estado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Mar 2023 15:31:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[agricultores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), em parceria com o Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Econômico, Social, Ambiental e Turístico do Complexo Nascentes do Pantanal, repassou nesta terça-feira (14) mais de 25 mil alevinos para atender agricultores familiares do Programa Rota do Peixe. A previsão é entregar este ano um total de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify">A Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), em parceria com o Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Econômico, Social, Ambiental e Turístico do Complexo Nascentes do Pantanal, repassou nesta terça-feira (14) mais de 25 mil alevinos para atender agricultores familiares do Programa Rota do Peixe. A previsão é entregar este ano um total de 50 mil alevinos para 40 produtores em 14 municípios da Região Oeste do Estado.</p>
<p> O coordenador de Pesquisa e Fomento da Empaer, José Ricardo Brito, conta que foi realizado um Termo de Cooperação Técnica entre Empaer e o Consórcio do Pantanal com objetivo de prestar assistência técnica e extensão rural aos agricultores familiares, difundindo conhecimento e tecnologia nos sistemas de produção que assegure em curto prazo a segurança alimentar das famílias. E também, desenvolver atividades e projetos em diversas cadeias produtivas, tais como, piscicultura, fruticultura, pecuária de leite e outras.<br /><source></source><source></source><source></source><img decoding="async" alt="" src="/documents/8024815/28858248/piscicultura3.jpg/5679177e-95ee-69f5-bb19-008318ff1e42?t=1678876236351+&#038;imageThumbnail=3"><br /> <strong><span style="font-size:12px"><span style="background:white"><span style="line-height:normal"><span style="font-family:Calibri,sans-serif"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'><span style="color:black">Os alevinos e a ração são repassados aos produtores que possuem em torno de 100 metros quadrados de lâmina d’água.</span></span></span></span></span></span></strong></p>
<p> De acordo com Brito, em contrapartida o Consórcio oferece apoio logístico e assessoria no desenvolvimento e implantação dos projetos, construção de tanques escavados, fornecimento de insumos, equipamentos quando necessários e outros. “Essa parceria visa prestar aos produtores atividades de difusão de conhecimentos científicos de natureza técnica, econômica e social além da melhoria das condições de vida do meio rural, em consonância com as diretrizes da empresa, Governo Federal, Estadual e do plano de trabalho do Consórcio”, explica.</p>
<p> O coordenador do Programa Rota do Peixe, José de Souza, responsável também pelo transporte e a logística dos alevinos, comenta que nesta primeira remessa levou as espécies de tambacu e tambatinga para atender 24 agricultores em cinco municípios. Durante o ano serão realizadas duas entregas, para um total de 40 agricultores em 14 municípios. Os alevinos e a ração são repassados aos produtores que possuem no mínimo dois viveiros e em torno de 100 metros quadrados de lâmina d’água em sua propriedade para criação de alevinos em cativeiro.</p>
<p> Segundo Souza, a finalidade do Programa Rota do Peixe é incentivar e fomentar a cadeia da piscicultura como fonte de subsistência e renda para os agricultores familiares. Produtores com dois tanques recebem 1.500 alevinos, e com até cinco tanques recebem 3.000 unidades. Ele acredita que a atividade pode ser rentável e proporcionar qualidade de vida para as famílias. Fazem parte do Consórcio Complexo do Pantanal os municípios de Salto do Céu, Curvelândia, Mirassol D’Oeste, Cáceres, Jauru, Porto Esperidião, São José dos Quatro Marcos, Lambari D’Oeste, Rio Branco, Figueirópolis D’Oeste, Indiavaí, Glória D’Oeste, Araputanga e Reserva do Cabaçal.<br /><source></source><source></source><source></source><img decoding="async" alt="" src="/documents/8024815/28858248/piscicultura2.jpg/8f50c7d5-e3a4-e115-5974-61024dd15057?t=1678876278174+&#038;imageThumbnail=3"><br /> <strong><span style="font-size:12px"><span style="background:white"><span style="line-height:normal"><span style="font-family:Calibri,sans-serif"><span style="background:white"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'><span style="color:black">No período de 10 a 11 meses, os peixes estão prontos para o abate e podem atingir o peso de 1,6 quilos</span></span></span>.<span style='font-family:"Arial",sans-serif'><span style="color:black"></span></span></span></span></span></span></strong></p>
<p> O chefe da Estação Piscicultura da Empaer, Antônio Claudino da Silva Filho, informa que foram enviados para os agricultores alevinos, medindo de três a cinco centímetros e de cinco a oito, para serem colocados nos tanques para recria e engorda. Ele destaca que é importante colocar a quantidade de alevinos conforme o tamanho do tanque. Um alevino ocupa um metro quadrado de lâmina d’àgua e necessita de ração farelada alternando a granulometria da ração com o crescimento. No período de 10 a 11 meses, os peixes estão prontos para o abate e podem atingir o peso de 1,6 quilos.  </p>
<p> Esse é um período em que a Estação de Piscicultura da Empaer, que fica localizada no município de Nossa Senhora do Livramento (42 km ao Sul de Cuiabá), atende também os agricultores da Baixada Cuiabana comercializando alevinos toda a sexta-feira, no período das 7h30 às 15h30. É necessário fazer reserva e encomendar por meio do telefone (65) 9606 0281/9973 5421. O transporte é por conta do comprador.</p>
</div>
<p> <span style="font-size:11pt"><span style="background:white"><span style="line-height:normal"><span style="font-family:Calibri,sans-serif"><span style="font-size:14.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'><span style="color:black"></span></span></span></span></span></span></span><br />  </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://web.mt.gov.br/web/empaer/-/empaer-e-cons%C3%B3rcio-do-pantanal-entregam-25-mil-alevinos-para-agricultores-da-regi%C3%A3o-oeste-do-estado#f0b7e902-8cf3-4238-8f27-16a6ef379e3b" rel="noopener">GOV MT</a></p>
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		<title>Empaer prevê comercializar 400 mil alevinos para recria e engorda até o final de abril</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Mar 2023 17:18:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[alevinos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alevinos da espécie tambatinga produzidos na Estação de Piscicultura da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), localizada no município de Nossa Senhora do Livramento (42 km ao Sul de Cuiabá), estão sendo comercializados para recria e engorda em cativeiro. O chefe da Estação, Antônio Claudino da Silva Filho, afirma que a expectativa [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify">Alevinos da espécie tambatinga produzidos na Estação de Piscicultura da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), localizada no município de Nossa Senhora do Livramento (42 km ao Sul de Cuiabá), estão sendo comercializados para recria e engorda em cativeiro. O chefe da Estação, Antônio Claudino da Silva Filho, afirma que a expectativa é comercializar 400 mil alevinos até o final do mês de abril.</p>
<p> Os preços são considerados os melhores do mercado. Os alevinos medindo de 3 a 5 centímetros estão sendo vendidos por R$ 300 o milheiro; de 5 a 8 centímetros a R$ 350 e de 8 a 10 por R$ 400 o milheiro. A entrega é imediata.</p>
<p> Na Estação, os piscicultores recebem orientações técnicas para a criação de alevinos em cativeiro. Antônio esclarece como pontos importantes para a criação o manejo, alimentação e nutrição dos peixes, qualidade e oxigênio da água, temperatura, densidade por metro quadrado, controle no cultivo e cadastro no Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea) para a emissão da Guia de Transporte Animal (GTA). “É necessário estar cadastrado no Indea para transportar os alevinos até a propriedade rural”, ressalta Antônio.<source></source><source></source><source></source><img decoding="async" alt="" src="/documents/8024815/28858248/alevinos1.jpg/2bbd93e6-59fc-8c1e-dcb5-e0675ec0d28d?t=1678718594669+&#038;imageThumbnail=3"><br /> <span style="font-size:10px">Piscicultores recebem orientações técnicas para criação de alevinos</span></p>
<p> Os alevinos são transportados em embalagens plásticas com oxigênio e podem durar até 5 horas, até a chegada na propriedade rural. Filho informa que é importante o momento da soltura do peixe na água, verificando a temperatura para a climatização dos alevinos. “Para evitar choque térmico é necessário colocar a embalagem umas quatro vezes na água, por um período de 10 minutos. Pode colocar um pouco da água do tanque na sacola para evitar a perda e morte dos alevinos”, salienta.</p>
<p> O produtor rural e representante comercial, Oacil Rodrigues da Silva Júnior, da Comunidade Retiro, em Poconé, comprou dois mil alevinos para recria e engorda em cativeiro e vai utilizar o pescado após 12 meses, para consumo da família e comercialização. Possui uma área de 35 hectares e tem quatro tanques de peixe, totalizando 7 mil metros quadrados de lâmina d’água. Há mais de quatro anos ele compra alevinos da Empaer e está satisfeito com a qualidade deles. “O cultivo de peixe ajuda a complementar a renda. Em apenas oito meses de criação, já comercializei peixes pesando quase 2 kg”, explica.<source></source><source></source><source></source><img decoding="async" alt="" src="/documents/8024815/28858248/alevinos2.jpg/cffaa128-6b18-4b36-3231-f84a58420aec?t=1678718650151+&#038;imageThumbnail=3"><br /> <span style="font-size:10px">A entrega dos alevinos é feita toda sexta-feira e o transporte é por conta do comprador</span></p>
<p> O produtor rural José Maria Curvo, da Comunidade Ribeirão dos Cocais, em Nossa Senhora do Livramento, possui uma área de 8 hectares e vai distribuir 500 alevinos em um tanque de 800 metros quadrados, para a criação em cativeiro. O produtor compra alevinos da Empaer há muitos anos e trabalha com a piscicultura desde pequeno, conhece a atividade e tem experiência em produzir peixes. “Nessa quantidade de apenas 500 alevinos vou utilizar para o consumo da família, considerada uma excelente fonte de proteína que pode dar lucro também para os criadores”, comenta José Maria.</p>
<p> A produtora rural Elaine dos Santos Feitosa, no município de Poconé, da Comunidade Santa Tereza, possui uma área de 10 hectares e comercializa mandioca, banana, abóbora, galinha, carneiro e suínos. Ela compra alevinos da estação há mais de 12 anos e recomenda para os piscicultores, devido à qualidade. Comprou 500 alevinos do tamanho de 8 a 10 centímetros.</p>
<p> Já o produtor Reginaldo Barros, da Comunidade Campo Alegre, em Nossa Senhora do Livramento, comprou 4 mil alevinos para comercialização. “Tenho seis represas e durante 12 meses, retiro peixes pesando 2 quilos e prontos para a comercialização”, esclarece.</p>
<p> Para adquirir alevinos da Empaer é necessário fazer reserva e encomendar – (65) 9606 0281/ 9973 5421. A entrega dos alevinos é feita toda sexta-feira e o transporte é por conta do comprador.<source></source><source></source><source></source><img decoding="async" alt="" src="/documents/8024815/28858248/alevinos4.jpg/9c32b9d6-2710-8af0-01e3-8ee62bd8032f?t=1678718756046+&#038;imageThumbnail=3"><br /> <span style="font-size:10px">É necessário o cadastro no Indea para a emissão da Guia de Transporte Animal (GTA)</span></div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://web.mt.gov.br/web/empaer/-/empaer-prev%C3%AA-comercializar-400-mil-alevinos-para-recria-e-engorda-at%C3%A9-o-final-de-abril#717796b7-3b02-495b-ae05-1a29c34db4ce" rel="noopener">GOV MT</a></p>
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		<title>Empaer ministra palestra e mostra na prática como fazer compostagem com resíduos orgânicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Mar 2023 14:45:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Projeto Rural Sustentável-Cerrado (PRS), em parceria com a Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), realizou um Dia de Campo sobre compostagem no Assentamento Rural Bojuí, no município de Diamantino (208 km a Médio-Norte de Cuiabá). O evento aconteceu no Recanto Sonho Meu, na área da agricultora Normilda Silva, e contou com [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify">O Projeto Rural Sustentável-Cerrado (PRS), em parceria com a Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), realizou um Dia de Campo sobre compostagem no Assentamento Rural Bojuí, no município de Diamantino (208 km a Médio-Norte de Cuiabá). O evento aconteceu no Recanto Sonho Meu, na área da agricultora Normilda Silva, e contou com a participação de 40 pessoas, entre agricultores familiares, estudantes, representantes da Secretaria Municipal de Agricultura e professores da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação de MT (Secitec).</p>
<p> A engenheira agrônoma da Empaer, Josivanny Oliveira Santos Cocco, ministrou uma palestra e fez uma Demonstração de Métodos (DM) sobre compostagem com resíduos orgânicos e utilizou bagaço de cana, esterco de gado, cascas e sobras de frutas e verduras, palha de soja e outros. Ela explica que mostrou na prática aos participantes a maneira de como montar a leira de compostagem com resíduos. Colocou em camadas, alternando fontes de carbono (galhos, folhas secas e etc) com fonte de nitrogênio (estercos), intercalando os materiais escolhidos. A adubação pode ser usada em covas ou sulcos para hortaliças e frutíferas.</p>
<p> O agricultor Clausemilson dos Santos Roque, filho da produtora Normilda, separou todo material orgânico para ser usado durante a DM. Ele agradeceu a oportunidade de realizar um Dia de Campo na propriedade da família e enfatizou a importância das capacitações e da participação dos agricultores nestes eventos. &#8220;Eu já fiz compostagem, mas hoje eu estou aprimorando meu conhecimento. Olha o tanto de material que podemos aproveitar dentro da propriedade. Isso reduz os custos e melhora a produção&#8221;, comenta Clausemilson.<br /><source></source><source></source><source></source><img decoding="async" alt="" src="/documents/8024815/28858248/Empaer+ministra+palestra+e+mostra+na+pr%C3%A1tica+como+fazer+compostagem+com+res%C3%ADduos+org%C3%A2nicos+1.jpeg/dd1b0cc7-c7ea-733a-6c39-66fe0a76587d?t=1677848557612+&#038;imageThumbnail=3"><br /> A adubação pode ser usada em covas ou sulcos para hortaliças e frutíferas.</p>
<p> Conforme Josivanny, as capacitações fazem parte das etapas do PRS-Cerrado e tem como objetivo reduzir as emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) e aumentar a renda de pequenos e médios produtores no bioma Cerrado, promovendo a adoção de tecnologias produtivas de baixa emissão de carbono. O projeto é financiado por Cooperação Técnica aprovada pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) com recursos oriundos do Financiamento Internacional do Clima do Governo do Reino Unido, tendo o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) como beneficiário institucional. O Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Sustentabilidade (IABS) é o responsável pela execução e administração do projeto.</p>
<p> “A Empaer vem trabalhando em parceria com o PRS – Cerrado por meio de monitoramento na microrregião III do IABS, Estela Maria Boscov desde 2020. A equipe local de Diamantino ajudou na divulgação e cadastramento dos agricultores e organizações sócio produtivas. Desde então já foram realizados cinco Dias de Campo em propriedades dos Assentamentos Caeté e Bojuí e em todos houve participação dos técnicos da empresa” relatou Josivanny.</p>
</div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://web.mt.gov.br/web/empaer/-/empaer-ministra-palestra-e-mostra-na-pr%C3%A1tica-como-fazer-compostagem-com-res%C3%ADduos-org%C3%A2nicos#a902d159-23f9-4a83-b3c1-e8e4397d1796" rel="noopener">GOV MT</a></p>
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