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	<title>Arquivos dismorfia - FATO MT</title>
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	<title>Arquivos dismorfia - FATO MT</title>
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		<title>Dismorfia facial é tão identificada quanto a corporal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 May 2023 10:45:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Divulgação Dismorfia facial é tão identificada quanto a corporal e é impulsionada por filtros nas redes sociais O transtorno dismórfico é frequentemente identificado por cirurgiões plásticos de todo o Brasil no dia a dia dos atendimentos aos pacientes. A denominada “síndrome da feiura imaginária” ganhou holofotes nos últimos dias devido a declaração da atriz Megan [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/eh/aw/5r/ehaw5rkkaadpkvdjjln87iw2a.jpg" width="906" height="509" alt="Dismorfia facial é tão identificada quanto a corporal e é impulsionada por filtros nas redes sociais" title="Dismorfia facial é tão identificada quanto a corporal e é impulsionada por filtros nas redes sociais"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Divulgação</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Dismorfia facial é tão identificada quanto a corporal e é impulsionada por filtros nas redes sociais</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">O transtorno dismórfico é frequentemente identificado por cirurgiões plásticos de todo o Brasil no dia a dia dos atendimentos aos pacientes. A denominada “síndrome da feiura imaginária” ganhou holofotes nos últimos dias devido a declaração da atriz Megan Fox, de 37 anos, que reconheceu sua dismorfia corporal durante uma entrevista.</p>
<p class=""> <strong>Entre no  <a href="https://t.me/iGDelas" data-mce-href="https://t.me/iGDelas">canal do iG Delas no Telegram</a> e fique por dentro de todas as notícias sobre beleza, moda, comportamento, sexo e muito mais! </strong> </p>
<p> A condição de Megan é recorrente e de acordo com o cirurgião plástico da face e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), Yuri Moresco, ainda mais fácil de ocorrer no rosto após o início da utilização dos filtros digitais e o fácil acesso aos procedimentos estéticos não invasivos. </p>
<p>“Se antes os pacientes chegavam no consultório com a folha da revista que constava uma atriz ou um ator famoso, atualmente eles chegam com uma foto completamente modificada de si mesmos. Até mesmo a assimetria, que é algo natural da face, tem incomodado”, diz.</p>
<p>O cirurgião explica que grande parte das pessoas de fato não se enxergam como são, já que a grande maioria das fotos de hoje são por celular, que distorcem a imagem, mas que isso, até certo ponto, é natural. Contudo, o dismorfismo ocorre quando a pessoa começa a buscar defeitos onde não existem ou se incomodar demais com características que acabam levando à baixa autoestima e até mesmo ao isolamento. </p>
<div>
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<li> <a href="https://delas.ig.com.br/2021-10-13/megan-fox-dismorfia-corporal.html" title='Megan Fox sobre dismorfia corporal: "Tenho um monte de inseguranças"' target="_self" rel="noopener">Megan Fox sobre dismorfia corporal: &#8220;Tenho um monte de inseguranças&#8221;</a> </li>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/2022-12-14/barbie-humana-plasticas-bimboficacao-hiper-feminilidade.html" title="Australiana gasta 17 mil euros para ficar parecida com boneca inflável" target="_self" rel="noopener">Australiana gasta 17 mil euros para ficar parecida com boneca inflável</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">“A face é a região mais exposta do corpo e a que causa mais impacto. Como médico, tento salientar que a beleza está nos aspectos naturais. A cirurgia plástica precisa ser um aprimoramento e não uma mudança exagerada”, argumenta Moresco.</p>
<p>Quando o transtorno dismórfico corporal (TDC) é identificado em consultório, o paciente é encaminhado para um acompanhamento psicológico. </p>
<p>“Nesses casos eu acabo optando por não seguir com a cirurgia e solicito ao paciente que primeiro faça um acompanhamento psicológico. Isso porque o paciente com dismorfia dificilmente vai ficar satisfeito com o resultado cirúrgico porque nem ele mesmo sabe o que de fato está incomodando. Já tive casos de solicitação de transplante de face porque o paciente realmente queria ser uma outra pessoa completamente diferente”, revela o cirurgião.  </p>
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<p>De acordo com os últimos dados sobre o assunto, o TDC atinge cerca de 4 milhões de brasileiros e aproximadamente 2% da população global. “Os filtros digitais, assim como o acesso aos procedimentos estéticos não invasivos, de menor complexidade, com toda certeza elevaram esse número nos últimos anos. Faz parte do papel do cirurgião plástico conscientizar sobre os parâmetros de perfeição que na verdade não existem”, finaliza Yuri Moresco.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://delas.ig.com.br/beleza/2023-05-25/disformia-facial.html#ffd6faa8-26fb-4b2f-8965-244cfc007786" rel="noopener">Mulher</a></p>
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		<title>Dismorfia corporal: entenda a condição que causa distorção da autoimagem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 May 2023 16:46:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[autoimagem]]></category>
		<category><![CDATA[causa]]></category>
		<category><![CDATA[condi]]></category>
		<category><![CDATA[corporal]]></category>
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		<category><![CDATA[entenda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Redação EdiCase Dismorfia corporal: entenda a condição que causa distorção da autoimagem A dismorfia corporal, também conhecida popularmente como “síndrome de distorção de imagem”, consiste em uma preocupação exagerada e fora do normal com a aparência. Geralmente associada a cirurgias plásticas, a doença costuma afetar na mesma proporção homens e mulheres, que, em busca da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/1z/kt/0y/1zkt0yfioktti8mpgobptmn68.jpg" loading="lazy" width="652" height="408" alt="Dismorfia corporal: entenda a condição que causa distorção da autoimagem" title="Dismorfia corporal: entenda a condição que causa distorção da autoimagem"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Redação EdiCase</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Dismorfia corporal: entenda a condição que causa distorção da autoimagem</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p>A dismorfia corporal, também conhecida popularmente como “síndrome de distorção de imagem”, consiste em uma preocupação exagerada e fora do normal com a aparência. Geralmente associada a cirurgias plásticas, a doença costuma afetar na mesma proporção homens e mulheres, que, em busca da imagem perfeita, recorrem a procedimentos estéticos. </p>
<p>Muitas vezes, as cirurgias plásticas são vistas como uma ótima opção para modificar insatisfações com o corpo. No entanto, pessoas com Transtorno Dismórfico Corporal (TDC), devido à doença, podem entrar em um ciclo eterno de procedimentos. “Isso acontece porque, pela distorção da autoimagem, característica crítica da pessoa que possui esse transtorno, a pessoa pode cair em um <em>loop</em> eterno de cirurgias e mais cirurgias, até atingir uma ‘perfeição’ que nunca chega”, comenta o cirurgião plástico Dr. Hugo Sabath.</p>
<h2> <strong>Busca pela perfeição</strong> </h2>
<p>A busca por cirurgias plásticas para deixar a aparência igual à de <strong> <a href="https://portaledicase.com/ramsay-hunt-entenda-o-que-e-a-sindrome-que-afeta-o-cantor-justin-bieber/" target="_blank" rel="noopener">pessoas muito famosas</a> </strong> também está relacionada ao dismorfismo. Nesses casos, a pessoa pode ter uma preocupação excessiva e irracional com a aparência e acreditar que, ao se parecer com um famoso ou corrigir uma parte do corpo, vai melhorar sua autoestima e sua vida como um todo.</p>
<p>Todavia, é importante lembrar que o Transtorno Dismórfico Corporal não é apenas uma insatisfação com a aparência, mas uma preocupação excessiva e persistente que pode afetar significativamente a qualidade de vida da pessoa. O paciente se vislumbra de forma distorcida da realidade e passa a enxergar “deformações” em seu corpo e rosto que ninguém mais vê, os “defeitos imaginários”.</p>
<h2> <strong>Consequências do transtorno</strong> </h2>
<p>No Transtorno Dismórfico Corporal, a preocupação com um ou mais defeitos inexistentes ou sutis da aparência causa <strong> <a href="https://portaledicase.com/saiba-como-gerenciar-expectativas-e-diminuir-frustracoes/" target="_blank" rel="noopener">forte angústia</a> </strong> e/ou prejudica a capacidade funcional. As pessoas normalmente passam muitas horas por dia se preocupando com um suposto defeito, que pode estar em qualquer parte do corpo.</p>
<p>“Numa consulta pré-cirúrgica, o médico consegue distinguir se a paciente possui ou não dismorfismo; por isso é importante que o médico sempre esclareça todos os riscos e nunca prometa um resultado estabelecido. A indicação para o dismorfismo é o encaminhamento para o psicólogo ou psiquiatra antes mesmo de realizar o procedimento cirúrgico”, explica o Dr. Hugo Sabath. </p>
<h2> <strong>Transtornos associados à dismorfia </strong> </h2>
<p>Em quadros de dismorfia, é comum o paciente apresentar outros transtornos psicológicos. Dentre os mais comuns, estão:</p>
<ul>
<li>Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC);</li>
<li>Depressão, <strong> <a href="https://portaledicase.com/veja-como-lidar-com-a-ansiedade/" target="_blank" rel="noopener">ansiedade</a> </strong> e transtornos de humor;</li>
<li>Transtornos de personalidade;</li>
<li>Transtornos alimentares;</li>
<li>Uso de substâncias químicas. </li>
</ul>
<h2> <strong>Consulte um especialista </strong> </h2>
<p>Advogada especialista em direito médico e hospitalar e diretora da Clínica Libria, a Dra. Beatriz Guedes alerta que qualquer intervenção cirúrgica é um procedimento sério e que deve ser realizado com planejamento e cuidado. É fundamental que o paciente consulte um médico especialista em cirurgia plástica para avaliar se o procedimento é indicado para o seu caso e qual a melhor técnica a ser utilizada.</p>
<p>“É importante destacar que toda cirurgia plástica apresenta riscos e possíveis complicações. Por isso, é necessário que o paciente esteja ciente desses riscos e que discuta com o <strong> <a href="https://portaledicase.com/entenda-como-cirurgia-plastica-combate-a-flacidez-abdominal/" target="_blank" rel="noopener">cirurgião plástico</a> </strong> todas as possíveis consequências do procedimento”, finaliza a Dra. Beatriz Guedes.</p>
<p> <em>Por Gabriela Dallo</em> </p>
<h2>  </h2>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2023-05-06/dismorfia-corporal--entenda-a-condicao-que-causa-distorcao-da-autoimagem.html#a5d1ff9a-8926-4521-9135-e70a3aa2e4c9" rel="noopener">Saúde</a></p>
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		<item>
		<title>Dismorfia corporal: transtorno leva à busca extrema pela perfeição</title>
		<link>https://fatomt.com.br/dismorfia-corporal-transtorno-leva-a-busca-extrema-pela-perfeicao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Mar 2023 11:15:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[busca]]></category>
		<category><![CDATA[corporal]]></category>
		<category><![CDATA[dismorfia]]></category>
		<category><![CDATA[extrema]]></category>
		<category><![CDATA[perfei]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>FreePik Entenda mais sobre a dismorfia corporal, um transtorno de saúde mental que afeta milhões de pessoas em todo o mundo Quando completou 18 anos, Evelyn* implorou aos pais por uma lipoaspiração. Determinada a ganhar seu presente de aniversário, ela marcou uma consulta com um famoso cirurgião plástico de Higienópolis, um dos bairros mais ricos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/6c/7t/6s/6c7t6sa4ygj48vmbfomtv7euq.jpg" width="906" height="509" alt="Entenda mais sobre a dismorfia corporal, um transtorno de saúde mental que afeta milhões de pessoas em todo o mundo" title="Entenda mais sobre a dismorfia corporal, um transtorno de saúde mental que afeta milhões de pessoas em todo o mundo"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>FreePik</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Entenda mais sobre a dismorfia corporal, um transtorno de saúde mental que afeta milhões de pessoas em todo o mundo</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class=""> <br data-mce-bogus="1"> </p>
<p class="">Quando completou 18 anos, Evelyn* implorou aos pais por uma lipoaspiração. Determinada a ganhar seu presente de aniversário, ela marcou uma consulta com um famoso cirurgião plástico de Higienópolis, um dos bairros mais ricos de São Paulo (SP): “eu me enxergava como uma pessoa totalmente acima do peso. Eu estava convencida que precisava de uma intervenção cirúrgica para sobreviver”.</p>
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<p>O profissional, no entanto, não topou fazer a intervenção. “Depois de conversar comigo sobre o que eu queria, ele indicou uma consulta com uma psiquiatra. Quando fui, recebi um diagnóstico que não imaginava: eu tinha transtorno de dismorfia corporal.”</p>
<p>O Transtorno Dismórfico Corporal (TDC) é uma condição mental marcada por uma excessiva preocupação com a aparência física, levando a uma busca por imperfeições e defeitos do corpo. Esse comportamento pode levar a um sofrimento significativo e também interferir na vida social, familiar e profissional do indivíduo.</p>
<p>Desde 1980, o TDC é um transtorno registrado no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, documento de padronização de diagnósticos da Associação Americana de Psiquiatria (APA). Atualmente, ele faz parte do espectro do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC).</p>
<p>A dismorfia corporal pode levar a diversos comportamentos prejudiciais, como a preocupação excessiva com uma parte do corpo, horas perdidas olhando para o espelho e a procura por cirurgias plásticas e tratamentos estéticos invasivos, como foi o caso de Evelyn*. “Eu queria perder um peso que nem tinha. Inventava que precisava de botox, lipo, implante. Quando olho para trás, consigo enxergar com clareza que meu corpo não era daquela forma.”</p>
<p>“O indivíduo dedica várias horas por dia para “amenizar” as supostas alterações, fazendo com que pensem que os outros estão reparando, julgando ou menosprezando sua aparência, o que também pode levar à busca por procedimentos, bem como abuso de maquiagem, roupas e adereços para tentar disfarçar as ‘imperfeições’”, explica Fabiano de Abreu, psicólogo, pós-doutor e especialista em Neurociência. </p>
<p>O funcionamento social é afetado por esses comportamentos, já que o paciente pode sofrer com ansiedade e vergonha de seus supostos defeitos, levando-o a evitar situações sociais e a uma dificuldade de estabelecer e manter relacionamentos concretos.</p>
<p>“A pessoa se sente constrangida e evita contato social. Ela pode faltar no trabalho, num aniversário, faltar a escola, e até evitar sair de dia e optar pela noite para não ser tão vista. Isso dá origem a um isolamento social”, pondera Lala Fonseca, pós graduanda em psicologia clínica pela Universidade de São Paulo (USP) e terapeuta há 14 anos com abordagem cognitiva comportamental. </p>
<div>
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<ul>
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<li> <a href="https://delas.ig.com.br/beleza/2022-07-08/plasticas-emprestimo.html" title="Pressão estética: porque brasileiros se endividam para fazer plástica" target="_self" rel="noopener">Pressão estética: porque brasileiros se endividam para fazer plástica</a> </li>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/parceiros/altoastral/2021-09-15/body-positive--o-padrao-da-moda-e-amar-seu-corpo.html" title="Body positive: o padrão da moda é amar seu corpo" target="_blank" rel="noopener">Body positive: o padrão da moda é amar seu corpo</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">“Outro sintoma que a gente enxerga também é um comportamento repetitivo, porque a pessoa acaba criando algumas manias, como se olhar repetitivamente no espelho ou arrumar o cabelo de determinada maneira”, explica a profissional.</p>
<p class="">Outros transtornos também podem ser desenvolvidos com a dismorfia corporal: segundo Lala, 80% das pessoas com TDC sofrem com ideações suicidas. “Esse problema leva a diversos outros transtornos inter-relacionados, como depressão,  ansiedade e abuso de álcool e drogas, além do comportamento voltado para o suicídio.”</p>
<p>O TDC pode afetar até a saúde física, retoma Abreu: é comum enxergar, nesses pacientes, a adesão a dietas super restritivas, vômitos forçados, excesso de exercícios físicos e uso abusivo de medicamentos inibidores de apetite, o que pode desencadear transtornos alimentares, como bulimia e anorexia.</p>
<h3>Diagnóstico</h3>
<p>&#8220;O diagnóstico de TDC pode ser bastante difícil”, afirma Abreu. “Muitas vezes a própria pessoa não consegue identificar o problema, podendo persistir na condição por anos” De acordo com o DSM-5, os critérios diagnósticos para TDC incluem:</p>
<ul>
<li>Preocupação com um ou mais defeitos percebidos ou falhas na aparência física que não são observáveis ou são insignificantes para os outros.</li>
<li>A preocupação causa sofrimento significativo ou prejuízo no funcionamento social, ocupacional ou em outras áreas do funcionamento.</li>
<li>A preocupação não é melhor explicada por preocupações com a gordura corporal ou peso em um indivíduo cujos sintomas atendem aos critérios diagnósticos para um transtorno alimentar.</li>
<li>A preocupação não é mais bem explicada por outro transtorno mental (por exemplo, insatisfação com a forma e o tamanho do corpo em um indivíduo com anorexia nervosa).</li>
<li> <br data-mce-bogus="1"> </li>
</ul>
<p>Para fazer um diagnóstico de BDD, um profissional de saúde mental normalmente realiza uma avaliação completa, incluindo uma entrevista clínica, além de questionários padronizados ou escalas de classificação para avaliar a gravidade dos sintomas.</p>
<p>A terapia cognitivo-comportamental (TCC) é o tratamento mais comum para o TDC, já que é uma abordagem centrada no presente, que ajuda as pessoas a identificar e mudar pensamentos e comportamentos negativos que afetam seu bem-estar emocional. </p>
<p>Os medicamentos, como os antidepressivos, também podem ser úteis no tratamento do TDC, especialmente se o paciente tiver sintomas de depressão ou ansiedade. </p>
<p>Além disso, é importante lembrar que o tratamento para o TDC é altamente individualizado e pode variar dependendo do paciente e da gravidade dos sintomas. O tratamento pode incluir terapias complementares, como a terapia ocupacional ou terapia de grupo.</p>
<p>A recuperação completa do TDC pode levar tempo, mas com o tratamento adequado e o apoio de um profissional de saúde mental, a maioria dos pacientes pode ver melhorias significativas em seus sintomas e qualidade de vida. É essencial procurar ajuda profissional se você ou alguém que você conhece está lutando com TDC ou qualquer outro problema de saúde mental.</p>
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<p>“No tratamento é muito importante que o paciente perceba que ele tem um transtorno e não um problema com a própria imagem, que a questão não é algo que as outras pessoas percebem. Então ele percebe que ele tem uma doença e partir consegue participar do tratamento, consegue perceber as próprias distorções”, detalha Lala.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2023-03-03/dismorfia-corporal.html#7031bbd9-b9e7-4a64-a785-751741ec4407" rel="noopener">IG Mulher</a></p>
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