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	<title>Arquivos diabeticos - FATO MT</title>
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	<title>Arquivos diabeticos - FATO MT</title>
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		<title>Diabéticos: dicas para se alimentar fora de casa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Mar 2023 22:29:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[diabeticos]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Redação EdiCase Diabéticos: dicas para se alimentar fora de casa Uma das maiores dificuldades, tanto para diabéticos como para pessoas que buscam uma alimentação saudável, é justamente manter a atenção e a qualidade dos alimentos quando é necessário fazer as grandes refeições em restaurantes, o que acontece com grande parte das pessoas que trabalham. Cuidados [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/8c/rv/u9/8crvu9op604yde2ya69urey6e.jpg" loading="lazy" width="652" height="408" alt="Diabéticos: dicas para se alimentar fora de casa" title="Diabéticos: dicas para se alimentar fora de casa"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Redação EdiCase</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Diabéticos: dicas para se alimentar fora de casa</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p>Uma das maiores dificuldades, tanto para diabéticos como para pessoas que buscam uma alimentação saudável, é justamente manter a atenção e a qualidade dos alimentos quando é necessário fazer as grandes refeições em restaurantes, o que acontece com grande parte das pessoas que trabalham.</p>
<h2> <strong>Cuidados importantes</strong> </h2>
<p>O principal cuidado que o <strong> <a href="https://portaledicase.com/diabetes-tipo-2-causas-sintomas-e-tratamento/">diabético</a> </strong> deve ter é em relação ao tamanho das porções de comida, garante a nutricionista Bruna Pinheiro. “Muitas vezes elas [as porções em restaurantes] podem ser maiores ou ter mais carboidratos do que as preparações feitas em casa”, explica.</p>
<p>Segundo a profissional, “é importante evitar pratos fritos, empanados e molhos cremosos e à base de queijo, creme de leite, manteiga ou maionese. Sempre dar preferência a carnes <a href="https://portaledicase.com/como-viver-bem-com-diabetes/" target="_blank" rel="noopener"> <strong>magras</strong> </a> grelhadas ou cozidas e legumes e alimentos cozidos no vapor.”</p>
<h2> <strong>O que comer?</strong> </h2>
<p>Assim como qualquer pessoa, o diabético deve sempre selecionar um prato equilibrado e saudável. Para isso, a nutricionista Bruna Pinheiro aconselha a escolha de uma boa base de arroz, massas, pão, batatas ou macarrão, dando prioridade aos integrais; quantidades pequenas de proteínas (carnes, frango, peixe, ovos, feijão) e com uma <strong> <a href="https://portaledicase.com/diabetes-tipos-causas-prevencao-e-tratamentos/" target="_blank" rel="noopener">variedade</a> </strong> de legumes e saladas. A nutricionista Pollyanna Ayub sugere optar por restaurantes naturais que ofereçam mais opções de alimentos cozidos ao invés de fritos.</p>
<h2> <strong>Momento do lanche</strong> </h2>
<p>Bruna Pinheiro ressalta que para os <strong> <a href="https://portaledicase.com/5-mitos-e-verdades-sobre-dietas/"> lanches</a> </strong> é importante sempre optar por pães integrais, barrinha de cereal diet, leite desnatado e derivados de leite, como iogurte e queijos magros. “ <strong> <a href="https://portaledicase.com/5-receitas-de-sucos-funcionais-para-a-dieta/">Sucos</a> </strong> à base de soja zero açúcar podem ser uma boa opção. As frutas devem ser consumidas preferencialmente <em>in natura</em> e com a casca, por exemplo, a maçã, enriquecendo ainda mais o cardápio”, exemplifica. Além disso, é importante não exagerar na quantidade dos alimentos, ainda que eles sejam saudáveis.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2023-03-13/diabeticos--dicas-para-se-alimentar-fora-de-casa.html#761d75bc-86b4-449c-ad37-b2a981ae6afd" rel="noopener">IG SAÚDE</a></p>
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		<title>Pacientes diabéticos têm mais risco de apresentar declínio cognitivo</title>
		<link>https://fatomt.com.br/pacientes-diabeticos-tem-mais-risco-de-apresentar-declinio-cognitivo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Oct 2022 12:41:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[apresentar]]></category>
		<category><![CDATA[cognitivo]]></category>
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		<category><![CDATA[diabeticos]]></category>
		<category><![CDATA[pacientes]]></category>
		<category><![CDATA[risco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pixabay &#8211; 01.04.2022 Pacientes com diabetes têm mais risco de apresentar declínio cognitivo Estudo realizado por um grupo de pesquisadores da Escola de Medicina da Pontifícia Universidade Católica do Paraná ( PUCPR ), publicado na revista científica Diabetology &#038; Metabolic SyndroME , indicou uma piora do déficit cognitivo (dificuldade de aprendizado) de pacientes com diabetes [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/4c/uz/u7/4cuzu7iru6g2uwxlwrl5erb9d.jpg" width="906" height="509" alt="Pacientes com diabetes têm mais risco de apresentar declínio cognitivo" title="Pacientes com diabetes têm mais risco de apresentar declínio cognitivo"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Pixabay &#8211; 01.04.2022</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Pacientes com diabetes têm mais risco de apresentar declínio cognitivo</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class=""> <strong>Estudo</strong> realizado por um grupo de pesquisadores da Escola de Medicina da <strong>Pontifícia Universidade Católica do Paraná</strong> ( <strong>PUCPR</strong> ), publicado na revista científica <strong>Diabetology &#038; Metabolic SyndroME</strong> , indicou uma piora do <strong>déficit cognitivo</strong> (dificuldade de aprendizado) de pacientes com <strong>diabetes do tipo 2</strong> .</p>
<p>Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 16 milhões de brasileiros adultos têm diabetes tipo 2, que é a diabetes mellitus (doença que se caracteriza pelo aumento dos níveis de glicose no sangue).</p>
<p>A Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) informou que cerca de 90% dos pacientes apresentam o tipo 2 (DM2) da doença, quando o organismo não consegue usar adequadamente a insulina que produz ou não produz o hormônio de forma suficiente para controlar a taxa de glicemia. Da enfermidade decorrem complicações em potencial, incluindo o declínio cognitivo.</p>
<p>A avaliação desse problema levou os pesquisadores da PUCPR a estudar 250 pessoas adultas com diabetes tipo 2, pacientes de hospital universitário. A pesquisa foi feita entre 2018 e 2021 e sofreu atraso em função da pandemia da covid-19. A professora da PUCPR, Ana Cristina Ravazzani de Almeida Faria, doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde, disse hoje (14) à Agência Brasil que já se sabia que pacientes com diabetes têm, ao longo do tempo, um déficit de cognição maior ou mais chances de ter déficit de cognição do que pessoas sem diabetes.</p>
<h2>Conclusões</h2>
<p>“O que a gente procurava era se dentro desses diabéticos conseguiria identificar quem teria mais chances de ter esse déficit cognitivo ou maiores chances de evoluir, com o passar do tempo, para um declínio cognitivo maior do que o resto do grupo”, afirmou Ana Cristina.</p>
<p>Médicos e estudantes de Medicina que participaram da pesquisa concluíram que os pacientes mais suscetíveis são pessoas com baixa escolaridade, acima de 65 anos, com mais de 10 anos de diabetes e que já têm uma doença cardiovascular, como consequência ou não do diabetes, e que têm retinopatia diabética. Além disso, pacientes com sintomas de depressão também são mais suscetíveis.</p>
<p>“A gente conseguiu identificar dentro do grupo, o setor com maior risco”, especificou. Do total de 250 pacientes investigados, 14% pioraram da cognição nos 18 meses do estudo. Foi feita uma avaliação inicial dos pacientes e, depois de um ano e meio, em média, nova avaliação. “Esse subgrupo de 14% teve o pior desempenho”, destacou Ana Cristina.</p>
<p>Durante consultas de rotina e acompanhamento, os pacientes foram submetidos a exame físico, triagem de sintomas de depressão e testes cognitivos, entre os quais mini exame do estado mental, teste de fluência verbal semântica, teste de trilhas A e B e teste de memorização de palavras. Dados demográficos, como idade e escolaridade, ligados ao estilo de vida e tempo de diabetes, também foram analisados.</p>
<h2>Avaliação cognitiva</h2>
<p>Diretrizes internacionais recomendam que pacientes maiores de 65 anos deveriam fazer avaliação cognitiva, porque sabe-se que existe esse risco maior e que a deterioração cognitiva pode interferir na qualidade de vida e no auto cuidado.</p>
<p>Ana Cristina disse, entretanto, que os hospitais públicos têm maior dificuldade de fazer esse tipo de avaliação com todos os pacientes, inclusive porque eles são encaminhados para fazer uma avaliação cognitiva somente quando apresentam alguma queixa, como perda de memória, por exemplo.</p>
<p>“Mas todos os pacientes que a gente avaliou não tinham queixas e se diziam bem. Ou que tinham uma queixa muito vaga. Não tinham avaliação prévia, nem diagnóstico de demência cognitiva. Quem tinha isso nem entrou na pesquisa”, garantiu.</p>
<p>Os pesquisadores sugerem que pessoas com diabetes do tipo 2 tenham, pelo menos, uma avaliação cognitiva por ano após os 60 ou 65 anos de idade, que é a faixa etária mais acometida. O grupo de pesquisa continua acompanhando os pacientes que fizeram parte do primeiro estudo, ampliando para os demais. “A gente quer deixar isso dentro da nossa rotina de atendimento. Esse é o nosso plano inicial” afirmou.</p>
<p>Os pacientes avaliados inicialmente serão objeto de novo exame para verificar se alguém piorou ou se houve alguma melhora. Essa nova investigação será acompanhada pelo setor de neurologia.</p>
<p>A meta é pegar um universo maior de pacientes, além de continuar acompanhando os que fizeram parte do primeiro estudo, uma vez por ano, pelo menos. A equipe quer fazer parceria também com profissionais de psicologia, que tem uma área denominada neuropsicologia, que aplica testes de cognição.</p>
<p>“A gente está querendo fazer uma parceria para que eles participem”. A nova etapa do estudo, já com a área de psicologia incluída, deve começar em 2023.</p>
<h2>Fatores de risco</h2>
<p>Alguns fatores de risco estão relacionados a hábitos, como tabagismo e sedentarismo, cujo controle poderia minimizar o impacto da doença na cognição. Como níveis mais baixos de escolaridade também refletem no déficit cognitivo dos pacientes com diabetes tipo 2, os pesquisadores apontaram como fundamental que o Poder Público realize cada vez mais investimentos em educação.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
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</ul>
</aside>
</div>
<p class="">Além de Ana Cristina Ravazzani de Almeida Faria, assinam o trabalho as pesquisadoras da Escola de Medicina da PUCPR Joceline Franco Dall’Agnol, Aline Maciel Gouveia, Clara Inácio de Paiva, Victoria Chechetto Segalla e Cristina Pellegrino Baena.</p>
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<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://saude.ig.com.br/2022-10-17/diabeticos-risco-declinio-cognitivo.html#b167be61-4a3c-4659-9782-302e79516b6c" rel="noopener">IG SAÚDE</a></p>
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		<title>4 cuidados com as unhas de diabéticos</title>
		<link>https://fatomt.com.br/4-cuidados-com-as-unhas-de-diabeticos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Sep 2022 21:35:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[diabeticos]]></category>
		<category><![CDATA[unhas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Redação EdiCase 4 cuidados com as unhas de diabéticos O diabetes é uma doença que altera o funcionamento do pâncreas, órgão que expele insulina para o corpo, substância que ajuda na digestão de açúcares, proteínas e gorduras. A doença provoca dificuldade de cicatrização e má circulação. Por isso, é preciso cuidado redobrado ao cuidar das [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/4t/cz/xq/4tczxq5ilgd1alafigxnk7zj2.jpg" loading="lazy" width="652" height="408" alt="4 cuidados com as unhas de diabéticos" title="4 cuidados com as unhas de diabéticos"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Redação EdiCase</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">4 cuidados com as unhas de diabéticos</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p>O diabetes é uma doença que altera o funcionamento do pâncreas, órgão que expele insulina para o corpo, substância que ajuda na digestão de açúcares, proteínas e gorduras. A doença provoca dificuldade de cicatrização e má circulação. Por isso, é preciso cuidado redobrado ao cuidar das unhas e da pele.</p>
<h2> <strong>1. Cuidados com as unhas</strong> </h2>
<p>Por causa da doença, algumas pessoas podem apresentar unhas grossas e amareladas, além de ressecamento na pele. Inclusive, não é recomendado que diabéticos tirem a cutícula. De acordo com o angiologista e cirurgião vascular Eduardo Fávero, durante a retirada da cutícula há uma maior probabilidade de ferimentos.</p>
<p>“A cutícula consiste em uma proteção natural entre a unha e a pele. Removê-la abre uma porta de entrada para infecções”, afirma. Vale lembrar que a cicatrização é lenta por causa da doença, deixando o ferimento exposto por um prazo maior. O procedimento deve ser <strong> <a href="https://portaledicase.com/6-dicas-para-manter-a-saude-das-unhas/" target="_blank" rel="noopener">hidratar bem as cutículas</a> </strong> e apenas empurrá-las com muito cuidado.</p>
<h2> <strong>2. Corte das unhas</strong> </h2>
<p>O corte das unhas também merece atenção. “Dê preferência ao uso da lixa no lugar da tesoura ou alicate”, indica Eduardo Fávero. Se o corte for necessário, o angiologista explica que não deve ser feito muito rente à pele. “Evite eliminar os cantos, dando preferência por deixar as unhas retas.”</p>
<h2> <strong>3. Pé diabético</strong> </h2>
<p>Segundo a podóloga Vera Lúcia Feliciano, por causa da má circulação, “os pés ficam frios e pálidos, as unhas ficam com o crescimento lento, estriadas, com distrofias, <strong> <a href="https://portaledicase.com/dicas-para-fortalecer-as-unhas/" target="_blank" rel="noopener">frágeis e quebradiças</a> </strong> ”. Além disso, com a falta de vascularização nos pés, a sensibilidade fica comprometida. Por isso, não se deve lixar as solas, seja com lixas metálicas, limas ou lixas porosas.</p>
<p>O ideal é manter os <strong></strong> pés secos (principalmente nos vãos dos dedos) e hidratados. Segundo o angiologista Eduardo Fávero, caso haja a necessidade de retirar calos, deve-se procurar um médico ou uma clínica de podologia.</p>
<h2> <strong>4. Higienização do material</strong> </h2>
<p>Para fazer as <strong> <a href="https://portaledicase.com/6-dicas-para-o-esmalte-durar-mais/" target="_blank" rel="noopener">unhas no salão</a> </strong> , algumas pessoas preferem levar os equipamentos (alicate, lixa e palito) de casa. No entanto, é aconselhado que diabéticos usem produtos descartáveis. Mesmo que o equipamento seja de uso pessoal, as peças não são higienizadas nos padrões de esterilização. Por causa disso, o paciente pode se expor à riscos.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2022-09-19/4-cuidados-com-as-unhas-de-diabeticos.html#99bc0632-72ee-4dae-bf3e-a036c906352a" rel="noopener">IG SAÚDE</a></p>
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		<item>
		<title>Anti-inflamatórios podem aumentar insuficiência cardíaca em diabéticos</title>
		<link>https://fatomt.com.br/anti-inflamatorios-podem-aumentar-insuficiencia-cardiaca-em-diabeticos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Aug 2022 12:05:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[aumentar]]></category>
		<category><![CDATA[cardiaca]]></category>
		<category><![CDATA[diabeticos]]></category>
		<category><![CDATA[inflamatorios]]></category>
		<category><![CDATA[insuficiencia]]></category>
		<category><![CDATA[podem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Christine Sandu / Unsplash Medida foi tomada devido a &#8220;presença da impureza &#8216;azido&#8217; em concentração acima do limite de segurança aceitável&#8221; O uso a curto prazo de anti-inflamatórios não esteroides (AINES) por pessoas com diabetes tipo 2 está associado a um aumento no risco de hospitalização por insuficiência cardíaca, mostra um estudo apresentado no Congresso [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/d7/r2/z6/d7r2z6so950w8ld68izeyteen.jpg" width="906" height="509" alt="Medida foi tomada devido a " title="Medida foi tomada devido a "> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Christine Sandu / Unsplash</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Medida foi tomada devido a &#8220;presença da impureza &#8216;azido&#8217; em concentração acima do limite de segurança aceitável&#8221;</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">O uso a curto prazo de anti-inflamatórios não esteroides (AINES) por pessoas com diabetes tipo 2 está associado a um aumento no risco de hospitalização por insuficiência cardíaca, mostra um estudo apresentado no Congresso da Sociedade Europeia de Cardiologia. </p>
<p class="">A classe de medicamentos, que envolve analgésicos comuns como ibuprofeno e diclofenaco, foi ligada a um aumento nos problemas cardiovasculares para maiores de 65 anos ou com a diabetes mal controlada.</p>
<p>Conduzido por pesquisadores da Universidade de Copenhagen, na Dinamarca, o trabalho analisou dados nacionais de internações por insuficiência cardíaca num grupo de 331.189 pacientes com diabetes tipo 2, sem doenças cardíacas, entre 1998 e 2021. Eles os relacionaram então com informações sobre prescrição de quatro AINES, o ibuprofeno, o celecoxib, o diclofenaco e o naproxeno.</p>
<p>Os participantes tinham em média 62 anos. 16% deles relataram ao menos uma prescrição de um anti-inflamatório, e 3% um mínimo de três indicações. A maioria foi referente ao ibuprofeno e ao diclofenaco. Os pesquisadores acompanharam os dados dos pacientes por um período de aproximadamente seis anos, em que mais de 23 mil foram hospitalizados pela primeira vez por insuficiência cardíaca.</p>
<p>Ao comparar as informações referentes às internações com o uso dos AINES, foi observado uma probabilidade 43% maior de desenvolver o problema após o uso dos medicamentos. Avaliados de forma individual, o diclofenaco elevou em 48% esse risco, enquanto o ibuprofeno, 46%. Os demais fármacos não foram utilizados de forma suficiente para apresentar uma relação.</p>
<p>Em seguida, os pesquisadores analisaram esse impacto em subgrupos, como por idade e pelo controle da hemoglobina glicada – um indicador dos índices de glicemia (concentração de açúcar no sangue). Eles constataram que os remédios não provocaram o aumento no risco de insuficiência cardíaca para aqueles com a hemoglobina glicada em níveis adequados, ou seja, com a diabetes controlada. Além disso, também não teve o impacto negativo de forma relevante entre os menores de 65 anos.</p>
<p class="">“Em geral, sempre recomendamos que os pacientes consultem seu médico antes de iniciar um novo medicamento e, com os resultados deste estudo, esperamos ajudar os médicos a mitigar o risco ao prescrever AINES”, afirma o primeiro autor do estudo, Anders Holt, pesquisador do Hospital da Universidade de Copenhagen. </p>
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<p class="">&#8220;Os resultados sugerem que um risco potencial aumentado de insuficiência cardíaca deve ser levado em consideração ao se cogitar o uso desses medicamentos. Por outro lado, os dados indicam que pode ser seguro prescrever AINES de curto prazo para pacientes com menos de 65 anos de idade e aqueles com diabetes bem controlada”.</p>
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<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://saude.ig.com.br/2022-08-29/anti-inflamatorios-aumentar-insuficiencia-cardiaca-diabeticos.html#02b6f9e2-49b6-4383-ad05-0951cfb9dbf4" rel="noopener">IG SAÚDE</a></p>
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		<title>Gordura abdominal: entenda quais são os riscos para diabéticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jul 2022 14:40:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Matilde Freitas Gordura abdominal: entenda quais são os riscos para diabéticos Apesar de incomodar muitas pessoas por uma questão estética, a gordura acumulada no abdômen vai muito além disso. Ela pode causar sérios problemas para a saúde, inclusive para pessoas magras que têm gordura localizada nessa região. No entanto, o risco é maior para os [&#8230;]</p>
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<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/cd/3d/3c/cd3d3crrkqd7bh6vggthek1ed.jpg" loading="lazy" width="652" height="408" alt="Gordura abdominal: entenda quais são os riscos para diabéticos" title="Gordura abdominal: entenda quais são os riscos para diabéticos"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Matilde Freitas</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Gordura abdominal: entenda quais são os riscos para diabéticos</div>
</figcaption></figure>
</p>
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<p>Apesar de incomodar muitas pessoas por uma questão estética, a gordura acumulada no abdômen vai muito além disso. Ela pode causar sérios problemas para a saúde, inclusive para pessoas magras que têm gordura localizada nessa região. No entanto, o risco é maior para os portadores de diabetes. </p>
<p>“Uma cintura larga pode aumentar o risco de desenvolvimento de problemas no coração, prejudicar a circulação sanguínea, acumular gordura no fígado e outros órgãos internos”, explica a nutricionista Karen Oliveira. Além disso, a gordura abdominal pode produzir hormônios que aumentam as inflamações em todo corpo e prejudicam a cicatrização de feridas. </p>
<p>“A gordura em excesso, especialmente a de origem animal, faz com que as células não consigam se conectar com a insulina, prejudicando a <strong> <a rel="noopener" href="https://portaledicase.com/sobremesas-para-diabeticos-confira-receitas-saudaveis-e-sem-acucar/" target="_blank">absorção de glicose. </a> </strong> Quando isso acontece, a glicemia aumenta e o órgão que ficou com ‘fome’ de glicose acaba ficando fraco e pode até parar de funcionar. Os órgãos mais frágeis são os olhos”, acrescenta Karen Oliveira.</p>
<h2> <strong>Qual a circunferência ideal para o abdômen?</strong> </h2>
<p>A circunferência abdominal deve ser avaliada de forma diferente em homens e mulheres. De acordo com a nutricionista Karen Oliveira, as medidas ideais devem ser de até 80 cm para mulheres e 94 cm para homens. “Acima desse valor existe um risco de desenvolvimento de complicações metabólicas (doenças cardíacas, diabetes, <strong> <a rel="noopener" href="https://portaledicase.com/pressao-alta-o-que-e-causas-sintomas-e-tratamentos/" target="_blank">hipertensão</a> </strong> , colesterol alto, gordura no fígado etc.). Acima de 88 cm para mulheres e 102 cm para homens, o risco está muito aumentado”, alerta a nutricionista.</p>
<h2> <strong>Como manter os níveis de glicemia adequados</strong> </h2>
<p>A melhor forma de saber se a gordura abdominal está em um nível considerado ideal para a saúde é por meio de uma avaliação. “O cuidado com a <strong> <a href="https://portaledicase.com/como-melhorar-a-alimentacao-e-combater-a-gordura-abdominal/" target="_blank" rel="noopener">gordura abdominal </a> </strong> se estende às pessoas com o IMC dentro do normal, pois pode existir um acúmulo maior de gordura do que de massa magra. Por isso, é importante também fazer a análise da porcentagem de gordura corporal”, recomenda a nutricionista Liara Kerber. Para manter os níveis da glicemia e o peso adequados, aposte em uma alimentação rica em fibras e procure se alimentar de 3 em 3 horas.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2022-07-29/gordura-abdominal--entenda-quais-sao-os-riscos-para-diabeticos.html#6925f594-0d5b-4e5c-bc6a-4550156f14e8" rel="noopener">IG SAÚDE</a></p>
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		<title>Atividade física ajuda a melhorar a qualidade de vida de diabéticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 May 2022 14:50:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Matilde Freitas Atividade f&#237;sica ajuda a melhorar a qualidade de vida de diab&#233;ticos Al&#233;m dos cuidados com a alimenta&#231;&#227;o, colocar o copo em movimento &#233; importante para manter sob controle a doen&#231;a Os h&#225;bitos de vida de pessoas diab&#233;ticas influenciam muito em sua sa&#250;de. Algumas atitudes, como praticar atividades f&#237;sicas diariamente, cuidar da alimenta&#231;&#227;o e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.0 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/REC-html40/loose.dtd"><br />
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<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/b4/00/mm/b400mmuf4icyuq02ab1y05h64.jpg" loading="lazy" width="652" height="408" alt="Atividade f&iacute;sica ajuda a melhorar a qualidade de vida de diab&eacute;ticos" title="Atividade f&iacute;sica ajuda a melhorar a qualidade de vida de diab&eacute;ticos"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Matilde Freitas</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Atividade f&iacute;sica ajuda a melhorar a qualidade de vida de diab&eacute;ticos</div>
</figcaption></figure>
</div>
<p> <strong> <em>Al&eacute;m dos cuidados com a alimenta&ccedil;&atilde;o, colocar o copo em movimento &eacute; importante para manter sob controle a doen&ccedil;a</em> </strong> </p>
<p>Os h&aacute;bitos de vida de pessoas diab&eacute;ticas influenciam muito em sua sa&uacute;de. Algumas atitudes, como praticar atividades f&iacute;sicas diariamente, cuidar da alimenta&ccedil;&atilde;o e tomar adequadamente os medicamentos prescritos pelo m&eacute;dico, s&atilde;o necess&aacute;rias para o melhor controle da doen&ccedil;a a longo prazo.&nbsp;&nbsp;</p>
<p>&ldquo;Tamb&eacute;m &eacute; importante manter sob controle outros problemas de sa&uacute;de, como a hipertens&atilde;o arterial, a dislipidemia e a <strong> <a rel="noopener" href="https://portaledicase.com/saiba-como-prevenir-a-obesidade-infantil/" data-type="URL" data-id="https://portaledicase.com/saiba-como-prevenir-a-obesidade-infantil/" target="_blank"> obesidade </a> </strong> ou sobrepeso, al&eacute;m de evitar tabagismo&rdquo;, alerta Paloma Nehab Hess, especialista em Endocrinologia e Metabologia. Dessa forma, &eacute; poss&iacute;vel minimizar as complica&ccedil;&otilde;es da doen&ccedil;a. </p>
<p> <strong> <a rel="noopener" href="https://portaledicase.com/diabetes-gestacional-conheca-as-causas-e-saiba-como-evitar/" target="_blank"> Diabetes gestacional: conhe&ccedil;a as causas e saiba como evitar</a> </strong> </p>
<h3> <strong>Benef&iacute;cios das atividades f&iacute;sicas</strong> </h3>
<p>Al&eacute;m de proporcionar bem-estar e relaxar a mente, a atividade f&iacute;sica desempenha um excelente papel na vida do diab&eacute;tico. &ldquo;Ajuda a controlar a glicemia, a hipertens&atilde;o e a dislipidemia, reduz a resist&ecirc;ncia insul&iacute;nica e auxilia na perda de peso e na manuten&ccedil;&atilde;o do peso perdido&rdquo;, completa a endocrinologista. </p>
<p>A atividade f&iacute;sica tamb&eacute;m pode ajudar a prevenir o avan&ccedil;o da doen&ccedil;a. &ldquo;Em casos de pre&#769;-diabetes, a mudan&ccedil;a de estilo de vida incorporando a atividade f&iacute;sica ao cotidiano pode evitar a progress&atilde;o para o diabetes&rdquo;, explica Paloma Nehab Hess. </p>
<p> <strong> <a rel="noopener" href="https://portaledicase.com/5-exercicios-fisicos-recomendados-para-idosos/" target="_blank"> 5 exerc&iacute;cios f&iacute;sicos recomendados para idosos</a> </strong> </p>
<h3> <strong>Cuidados ao praticar</strong> </h3>
<p>A seguir, a endocrinologista Paloma Hess lista alguns dos cuidados que devem ser tomados pelos <strong> <a href="https://portaledicase.com/como-viver-bem-com-diabetes/" data-type="URL" data-id="https://portaledicase.com/como-viver-bem-com-diabetes/" target="_blank" rel="noopener">diab&eacute;ticos</a> </strong> ao praticar atividade f&iacute;sica:&nbsp;</p>
<ul>
<li>Em pacientes mais idosos ou com doen&ccedil;a ha&#769; mais tempo, &eacute; fundamental uma avalia&ccedil;&atilde;o com cardiologista.&nbsp;</li>
</ul>
<ul>
<li>As restri&ccedil;&otilde;es em rela&ccedil;&atilde;o ao tipo e dura&ccedil;&atilde;o da atividade f&iacute;sica dependem da idade e do peso do paciente, das complica&ccedil;&otilde;es cr&ocirc;nicas do diabetes e de outras doen&ccedil;as que ele apresente e do tipo de tratamento utilizado para a doen&ccedil;a. </li>
</ul>
<ul>
<li>Pacientes com les&otilde;es nos p&eacute;s ou hipertens&atilde;o n&atilde;o controlada precisam ser bem avaliados antes de come&ccedil;ar alguma pr&aacute;tica regular. No caso de retinopatia proliferativa n&atilde;o controlada, h&aacute; restri&ccedil;&atilde;o quanto &agrave; intensidade dos exerc&iacute;cios aer&oacute;bicos e de resist&ecirc;ncia, por risco de hemorragia v&iacute;trea ou descolamento de retina.&nbsp;</li>
</ul>
<ul>
<li>Pacientes em uso de insulina precisam se alimentar em intervalos pequenos e regulares para evitar hipoglicemia. &Agrave;s vezes, precisam ingerir algum tipo de alimento durante a <strong> <a href="https://portaledicase.com/beneficios-da-atividade-fisica-contra-o-colesterol-alto/" data-type="URL" data-id="https://portaledicase.com/beneficios-da-atividade-fisica-contra-o-colesterol-alto/" target="_blank" rel="noopener">atividade f&iacute;sica</a> </strong> , o que tamb&eacute;m deve ser feito pelos pacientes em uso de hipoglicemiantes orais como as sulfonilureias.&nbsp;&nbsp;</li>
</ul>
<p>Apesar dos benef&iacute;cios oferecidos aos diab&eacute;ticos, as atividades f&iacute;sicas devem ser praticadas com cautela. Al&eacute;m disso, &eacute; fundamental consultar um m&eacute;dico para analisar as restri&ccedil;&otilde;es e, at&eacute; mesmo, indicar o tipo de atividade.&nbsp;&nbsp; </p>
<p> <strong> <a rel="noopener" href="https://loja.portaledicase.com/cuidando-da-saude-ed-02-rins-produto-digital-pdf-pr-3591-371963.htm?_ga=2.183456742.1398147114.1652445375-266889761.1652102113" target="_blank">Veja mais not&iacute;cias sobre sa&uacute;de na revista &lsquo;Cuidando da Sa&uacute;de</a> &lsquo;</strong> </p>
</div>
<div id="infocoweb_rodape" class="infocoweb_rodape">Fonte: <a target="_blank" href="http://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2022-05-26/atividade-fisica-ajuda-a-melhorar-a-qualidade-de-vida-de-diabeticos.html#263" rel="noopener">IG SA&Uacute;DE</a></div>
</div>
<p><script src="https://gestor.infocoweb.com.br/analytics_content.js?a=263&amp;b=1186363&amp;c=7347857"></script></body></html></p>
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		<title>Senado aprova atendimento prioritário em exames para diabéticos em jejum</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Mar 2022 00:50:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[aprova]]></category>
		<category><![CDATA[atendimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aprovado por unanimidade, o projeto do senador Jorge Kajuru (Podemos-GO) que garante atendimento priorit&#225;rio para pessoas com diabetes em jejum. Ele destacou que a hipoglicemia pode provocar a morte do paciente. O relator, Fl&#225;vio Arns (Podemos-PR), acatou sugest&#227;o da senadora Mara Gabrilli (PDSB-SP) de incluir a preven&#231;&#227;o e o tratamento das complica&#231;&#245;es do diabetes na [&#8230;]</p>
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<html><body></p>
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<div id="infocoweb_corpo" class="infocoweb_corpo">
<p style="text-align: justify">Aprovado por unanimidade, o projeto do senador Jorge Kajuru (Podemos-GO) que garante atendimento priorit&aacute;rio para pessoas com diabetes em jejum. Ele destacou que a hipoglicemia pode provocar a morte do paciente. O relator, Fl&aacute;vio Arns (Podemos-PR), acatou sugest&atilde;o da senadora Mara Gabrilli (PDSB-SP) de incluir a preven&ccedil;&atilde;o e o tratamento das complica&ccedil;&otilde;es do diabetes na pol&iacute;tica nacional.</p>
<p><audio preload="auto" src="https://www12.senado.leg.br/radio/@@audio/8c02f4d3-a59b-46fa-b883-1f10a8de54f8?download"></audio></p>
</div>
<div id="infocoweb_rodape" class="infocoweb_rodape">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/audios/2022/03/senado-aprova-atendimento-prioritario-em-exames-para-diabeticos-em-jejum#263" rel="noopener">Ag&ecirc;ncia Senado</a></div>
</div>
<p><script src="https://gestor.infocoweb.com.br/analytics_content.js?a=263&amp;b=1084982&amp;c=6492244"></script></body></html></p>
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		<title>Prioridade a diabéticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Mar 2022 23:20:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[prioridade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Senado aprovou o projeto que prioriza as pessoas com diabetes em exames diagn&#243;sticos nos servi&#231;os p&#250;blicos e privados de sa&#250;de (PL 520/2021). Agora, a proposta segue para a C&#226;mara dos Deputados. Mais informa&#231;&#245;es a seguir Fonte: Ag&#234;ncia Senado</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.0 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/REC-html40/loose.dtd"><br />
<html><body></p>
<div id="infocoweb" class="infocoweb">
<div id="infocoweb_cabecalho" class="infocoweb_cabecalho"></div>
<div id="infocoweb_corpo" class="infocoweb_corpo">
<p>O Senado aprovou o projeto que prioriza as pessoas com diabetes em exames diagn&oacute;sticos nos servi&ccedil;os p&uacute;blicos e privados de sa&uacute;de (PL 520/2021). Agora, a proposta segue para a C&acirc;mara dos Deputados.                 </p>
<p style="color: #3E6892">Mais informa&ccedil;&otilde;es a seguir</p>
</div>
<div id="infocoweb_rodape" class="infocoweb_rodape">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/senado-agora/2020/09/22/prevencao-do-diabetes#263" rel="noopener">Ag&ecirc;ncia Senado</a></div>
</div>
<p><script src="https://gestor.infocoweb.com.br/analytics_content.js?a=263&amp;b=1084808&amp;c=6490804"></script></body></html></p>
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