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	<title>Arquivos despesas - FATO MT</title>
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	<title>Arquivos despesas - FATO MT</title>
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		<title>Haddad: despesas vão crescer menos do que 50% do aumento da receita</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 May 2023 10:45:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Oédson Alves/Agência Brasil &#8211; 05/04/2023 Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, durante apresentação O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, comemorou, e agradeceu, nesta quinta-feira (18), em São Paulo, a aprovação do regime de urgência para a votação do novo arcabouço fiscal na Câmara dos Deputados. Em entrevista à imprensa, o ministro assegurou que as despesas do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/et/0p/04/et0p04hmmnsr6ggvz69b9tynk.jpg" width="906" height="509" alt="Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, durante apresentação" title="Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, durante apresentação"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Oédson Alves/Agência Brasil &#8211; 05/04/2023</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, durante apresentação</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, comemorou, e agradeceu, nesta quinta-feira (18), em São Paulo, a aprovação do regime de urgência para a votação do novo arcabouço fiscal na Câmara dos Deputados. Em entrevista à imprensa, o ministro assegurou que as despesas do governo vão crescer menos do que a metade do aumento da receita em 2024.</p>
<p>“No ano que vem, que é o primeiro ano de vigência desse novo marco, a despesa vai crescer menos do que 50% do aumento da receita em todos os cenários projetados tanto pelo Tesouro Nacional quanto pela Receita Federal”, garantiu o ministro.</p>
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<p>Segundo ele, o governo tem a expectativa de que o projeto será aprovado na próxima semana. Para isso, disse Haddad, o governo estará disponível para responder as dúvidas dos deputados sobre o novo arcabouço fiscal.</p>
<p>“Quero manifestar o agradecimento do Ministério da Fazenda e do governo federal em relação aos deputados que aprovaram a urgência desse que é um tema muito caro a nós. Quero agradecer o relator, o [Cláudio] Cajado, que foi uma pessoa muito habilidosa em construir essa expressiva votação na Câmara dos Deputados. Esperamos que, na semana que vem, a gente tenha a tranquilidade para dar o suporte técnico para a Câmara nas contas que precisarem ser feitas, em relação a dúvidas de parlamentares e sobre a inclusão de muitas despesas no teto de gastos”, disse o ministro. </p>
<p>“Estamos mobilizados e disponíveis para o relator e para a Câmara, de uma maneira geral”, acrescentou Haddad.</p>
<p>Haddad disse ter lido as notícias publicadas nesta quinta-feira em jornais de todo o país em que analistas apontaram a preocupação com as mudanças feitas pelo relator Cláudio Cajado à proposta. Nas notícias, os analistas disseram que as manobras feitas pelo relator vão assegurar um espaço extra de até R$ 82 bilhões para gastos em 2024. Mas, segundo o ministro, “não tem como” o Executivo gastar R$ 80 bilhões acima do que foi previsto inicialmente.</p>
<div id="galleria" class="galleria gd12" data-render-gallery="true"> <a> </p>
<div id="img"> <img decoding="async" loading="lazy" alt="Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, durante apresentação. Foto: Reprodução/Diogo Zacarias - 30/03/2023" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/imgalta/2a/h5/78/2ah578uhr1vm8xku7eu26vir1.jpg"> </div>
<p> </a> <a> </p>
<div id="img"> <img decoding="async" loading="lazy" alt="Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, durante reunião. Foto: Reprodução/Diogo Zacarias - 07/03/2023" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/imgalta/36/hw/3c/36hw3cniyuhepbcqomxz0zz00.jpg"> </div>
<p> </a> <a> </p>
<div id="img"> <img decoding="async" loading="lazy" alt="Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, durante reunião. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil - 04/04/2023" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/imgalta/5d/6j/f2/5d6jf25ftmv5vqyi6ctvlsyd1.jpg"> </div>
<p> </a> <a> </p>
<div id="img"> <img decoding="async" loading="lazy" alt="Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, durante apresentação. Foto: Oédson Alves/Agência Brasil - 05/04/2023" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/imgalta/11/kv/uc/11kvucvqd2ed1uc4ldco0e5ne.jpg"> </div>
<p> </a> <a> </p>
<div id="img"> <img decoding="async" loading="lazy" alt="Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, durante reunião. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil - 04/04/2023" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/imgalta/2v/o8/ta/2vo8tax3jzbcjwgxl972xpkje.jpg"> </div>
<p> </a> <a> </p>
<div id="img"> <img decoding="async" loading="lazy" alt="Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, falando com a imprensa. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil - 03/04/2023" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/imgalta/aq/ya/3l/aqya3l2ajz0q1176cfwcgd8s7.jpg"> </div>
<p> </a> </div>
<p class="">“Até li algumas matérias hoje e quero dizer o seguinte, pedi para a Receita e o Tesouro fazerem todas as projeções de cenários. No pior cenário, a despesa vai crescer menos de 50% do incremento da receita. Em qualquer cenário essa regra fiscal tem uma estratégia de recomposição do resultado primário, que é a receita crescer acima da despesa a essa razão, ou a despesa cresce 70% ou 50% da receita. Essa é a base do modelo, ou a despesa cresce 70% quando as metas fiscais são atingidas ou 50% quando as metas fiscais deixarem a desejar”, explicou o ministro.</p>
<h3>Inflação e crescimento</h3>
<p>Ao comentar a alta na taxa de desemprego no primeiro trimestre deste ano, divulgada nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Haddad disse que “primeiro que o dado é menor de um ano atrás. Essa é a primeira coisa a se observar. Em segundo lugar, que efetivamente nós temos um processo de desaceleração que já dura três anos e com aumento das taxas de juros, que subiram no Brasil. É uma taxa de juros bastante expressiva, então é natural que a economia sofra uma desaceleração”.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2023-05-18/inss-clube-vantagens-descontos-shows-viagens.html" title="INSS anuncia clube de vantagens com descontos em viagens, shows e mais" target="_self" rel="noopener">INSS anuncia clube de vantagens com descontos em viagens, shows e mais</a> </li>
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</ul>
</aside>
</div>
<p class="">Segundo ele, a pasta pretende revisar a projeção do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país). “A secretaria [de Política Econômica] está reprojetando o crescimento para 1,9%. O trimestre foi relativamente bom, relativamente surpreendeu os economistas e a gente entende que temos condições de fechar o ano [com crescimento] entre 1,8% e 2%”.</p>
<p>O ministro disse que o governo projeta também que a inflação deste ano será menor do que a que vem sendo esperada pelo mercado. “Estamos com uma taxa de inflação projetada em torno de 5,5%. O mercado está com a taxa projetada de 6%”, disse.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2023-05-19/haddad-crescimento-despesas.html#32888339-7c5d-4d76-bff9-324e5f41b698" rel="noopener">Economia</a></p>
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		<title>CAE aprova dedução no IR das despesas com royalties de sementes transgênicas</title>
		<link>https://fatomt.com.br/cae-aprova-deducao-no-ir-das-despesas-com-royalties-de-sementes-transgenicas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 May 2023 15:16:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[aprova]]></category>
		<category><![CDATA[despesas]]></category>
		<category><![CDATA[royalties]]></category>
		<category><![CDATA[sementes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou nesta terça-feira (16) o projeto de lei (PL) 947/2022, que permite às empresas multiplicadoras de sementes deduzir no Imposto de Renda da Pessoa Jurídica o valor referente ao pagamento, aos fabricantes, de royalties e licenças de uso de tecnologia de transgenia ou de cultivares. O texto, relatado pelo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou nesta terça-feira (16) o projeto de lei (PL) <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/157076" rel="noopener" target="_blank">947/2022</a>, que permite às empresas multiplicadoras de sementes deduzir no Imposto de Renda da Pessoa Jurídica o valor referente ao pagamento, aos fabricantes, de royalties e licenças de uso de tecnologia de transgenia ou de cultivares. O texto, relatado pelo senador Angelo Coronel (PSD-BA), segue para o Plenário em regime de urgência.</p>
<p>O PL 947/2022 muda a <a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:1995-12-26;9249" rel="noopener" target="_blank">Lei 9.249, de 1995</a>, para acabar com o limite imposto ao lançamento dessas despesas no cálculo do lucro líquido, sobre o qual incide o Imposto de Renda. De acordo com o texto, só podem ser lançados pelo valor total os pagamentos feitos a empresas com domicílio no país e sem vínculo societário com a empresa pagadora. O texto também dispensa a empresa de apresentar o registro dos contratos de transferência de tecnologia ou royalties no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI).</p>
<h3><strong>Transgênicos</strong></h3>
<p>Na cadeia produtiva da agricultura transgênica, há cinco elos: o detentor da tecnologia da semente transgênica; o produtor do germoplasma (o &#8220;coração&#8221; da semente, com as informações do DNA); o multiplicador de sementes; o distribuidor das sementes; e o produtor rural.</p>
<p>O distribuidor ou produtor rural que compra diretamente do multiplicador paga royalties ao detentor da tecnologia, ainda que o multiplicador de sementes — as empresas sementeiras — estejam no meio da cadeia. Em outras palavras, quando o produtor rural compra a semente, o valor dos royalties está embutido no preço.</p>
<p>Para o senador Angelo Coronel, não se justificaria limitar o valor da despesa com royalties na apuração do lucro líquido do multiplicador, já que ele atua como mero repassador dos royalties ao detentor da tecnologia ou patente. Para o autor do projeto, deputado Sergio de Souza (MDB-PR), a mudança vai acabar com a insegurança jurídica em relação à dedutibilidade dos royalties na apuração do lucro e do Importo de Renda.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/16/cae-aprova-deducao-no-ir-das-despesas-com-royalties-de-sementes-transgenicas#5cd18cff-d88e-4faa-a939-e0bd87581e7e" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>LDO prevê que despesas com Previdência crescerão a partir de 2029</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Apr 2023 16:15:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[crescer]]></category>
		<category><![CDATA[despesas]]></category>
		<category><![CDATA[partir]]></category>
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		<category><![CDATA[previdencia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Divulgação Despesas com Previdência crescerão O projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2024 mostra que as despesas da Previdência Social devem cair em termos reais até 2029, mas, nos anos seguintes, voltarão a crescer. Comportamento semelhante vai ter o déficit do sistema, que é a diferença entre receitas e despesas. A LDO tem [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/0n/uh/ls/0nuhlsd1ejl05nal9c7j0m4pb.jpg" width="906" height="509" alt="Despesas com Previdência crescerão" title="Despesas com Previdência crescerão"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Divulgação</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Despesas com Previdência crescerão</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">O projeto da  <a href="https://economia.ig.com.br/2023-04-17/sem-arcabouco-fiscal-nao-ha-programas-sociais-tebet.html" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2023-04-17/sem-arcabouco-fiscal-nao-ha-programas-sociais-tebet.html">Lei de Diretrizes Orçamentárias</a> (LDO) de 2024 mostra que as despesas da Previdência Social devem cair em termos reais até 2029, mas, nos anos seguintes, voltarão a crescer. Comportamento semelhante vai ter o déficit do sistema, que é a diferença entre receitas e despesas. A LDO tem de trazer todo ano as projeções para os déficits previdenciários.</p>
<p class="">No caso do servidor público, o déficit, considerando que as vagas de aposentadoria sejam preenchidas, cai de 0,63% do PIB em 2023 para 0,56% em 2027. Depois ele oscila bastante, porém a queda continua. Assim mesmo, na LDO, o governo sinaliza para a necessidade de criação de um órgão gestor único para a previdência do setor público com o objetivo de buscar o equilíbrio financeiro e atuarial do sistema. O órgão é previsto na Constituição.</p>
<p class="">No caso da despesa da Previdência Social, ela é estimada em 8,01% do PIB em 2024 e vai caindo até 2029. Após essa data, retoma o crescimento, atingindo 15,36% em 2100, ano final das projeções.</p>
<h3 class="">Envelhecimento e baixa fecundidade</h3>
<p class="">Grande parte da explicação do déficit da Previdência Social está no envelhecimento da população e menor taxa de fecundidade. De acordo com dados do IBGE, citados na LDO, a taxa média anual de crescimento da população, que diminuiu de 2,9% na década de 1960 para 1,4% na primeira década deste século, deverá manter a tendência de queda nos próximos anos, chegando a próximo de zero entre 2040 e 2050 e passando a apresentar variação negativa a partir da década de 2050, momento em que a população começará a diminuir em termos absolutos.</p>
<p class="">A taxa de sobrevida, que é quanto uma pessoa vive a partir de uma certa idade, aumentou bastante. Para uma pessoa de 60 anos, essa taxa era de 13 anos para homens e 14 anos para mulheres em 1940. Em 2020, passou para 21 anos para homens e 25 anos para mulheres.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2023-04-20/tebet-combate-sonegacao-isencoes.html" title="Tebet: Combate à sonegação e ao contrabando pode render R$ 120 bilhões" target="_self" rel="noopener">Tebet: Combate à sonegação e ao contrabando pode render R$ 120 bilhões</a> </li>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2023-04-20/governo-anuncia-medidas-credito.html" title="Governo anuncia medidas para estimular e baratear o crédito; confira" target="_self" rel="noopener">Governo anuncia medidas para estimular e baratear o crédito; confira</a> </li>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2023-04-20/pacheco-reducao-juros-proximo-copom.html" title="Pacheco diz que Copom pode reduzir Selic na próxima reunião" target="_self" rel="noopener">Pacheco diz que Copom pode reduzir Selic na próxima reunião</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">Já a taxa de fecundidade vem caindo. Em 1960, cada mulher tinha em média 6,3 filhos. Mas as projeções apontam para uma queda contínua até 1,66 filho em 2060.</p>
<p class="">A LDO também considera que houve uma revisão das projeções populacionais em 2018 pelo IBGE. &#8220;Houve uma correção para cima no nível da população atual, postergando em cinco anos o início da redução em termos absolutos, que passou de 2044 para 2049. Esse ajuste decorreu essencialmente de alterações nas estimativas de comportamento das taxas de fecundidade&#8221;, cita o texto.</p>
<p>Para a projeção das receitas previdenciárias, é fundamental também avaliar a população em idade ativa, entre 16 e 59 anos. Segundo a LDO, essa população atingirá seu ponto máximo em 2034 com 137,5 milhões de pessoas, caindo depois. Já a população acima de 60 anos deve aumentar de 13,8% em 2019 para 32,2% em 2060. “No ano de 2019, para cada pessoa com mais de 60 anos, havia 4,6 pessoas com idade entre 16 e 59. Em 2060, essa relação deverá diminuir para 1,6”, aponta o projeto.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2023-04-20/ldo-preve-despesas-previdencia-crescerao-2029.html#f8e45fa8-be36-4a07-b1ed-b52d1e0b030f" rel="noopener">Economia</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/ldo-preve-que-despesas-com-previdencia-crescerao-a-partir-de-2029/">LDO prevê que despesas com Previdência crescerão a partir de 2029</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tebet diz que sem regra fiscal governo não terá verba para despesas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Apr 2023 11:15:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>redacao@odia.com.br (IG) Tebet diz que arcabouço fiscal deve ser aprovado no primeiro semestre A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet , explicou, nesta segunda-feira (17), os números do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2024, enviado na última sexta-feira (14) ao Congresso Nacional. Em entrevista coletiva, Simone Tebet disse que o texto [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/cf/a2/ti/cfa2tia1atqnxgt2pwofatjcf.jpg" width="906" height="509" alt="Tebet diz que arcabouço fiscal deve ser aprovado no primeiro semestre" title="Tebet diz que arcabouço fiscal deve ser aprovado no primeiro semestre"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>redacao@odia.com.br (IG)</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Tebet diz que arcabouço fiscal deve ser aprovado no primeiro semestre</div>
</figcaption></figure>
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<p class="">A ministra do Planejamento e Orçamento, <a href="https://economia.ig.com.br/2023-04-17/arcabouco-fiscal-governo-espera-indicacao-relator.html" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2023-04-17/arcabouco-fiscal-governo-espera-indicacao-relator.html">Simone Tebet</a> , explicou, nesta segunda-feira (17), os números do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2024, enviado na última sexta-feira (14) ao Congresso Nacional. Em entrevista coletiva, Simone Tebet disse que o texto respeita a norma do teto de gastos, vigente desde 2017, “porque é único existente no ordenamento jurídico&#8221; e que &#8220;a LDO respeita a regra vigente e traz um realismo orçamentário e transparência”. </p>
<p>O texto do PLDO de 2024 indica o excesso de gastos R$ 172 bilhões, em relação ao teto vigente. De acordo com a ministra, o valor extra do orçamento somente poderá ser custeado, se for aprovado o novo arcabouço fiscal.</p>
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<p>“Estamos chamando de despesas condicionadas a aprovação do arcabouço fiscal. Se não for aprovado, não teremos condições de cumprir as despesas. Se for, já estarão cobertas”. Ela reforçou que a nova regra do teto precisa ser aprovada para garantir o custeio e execução de programas sociais do governo federal. “Todos os programas sociais ficariam comprometidos, naquilo que avançou do ano passado para cá”, explicou. </p>
<p>A ministra enumerou as ações federais que podem ser afetadas. “Se não aprovarmos o arcabouço fiscal, não teremos recursos para o Minha Casa Minha Vida, manutenção da malha rodoviária federal, desenvolvimento da educação básica, bolsas da Capes [Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior], funcionamento e manutenção dos institutos federais de ensino superior, atenção especializada na saúde, programa Farmácia Popular, SUAS [Sistema Único de Assistência Social], que é a área de assistência social, planejamento urbano, hospitais próprios e programa Mais Médicos”.</p>
<h3>Casa Civil</h3>
<p>Segundo a ministra, o texto da nova regra fiscal foi encaminhado hoje à Casa Civil da Presidência da República, para posterior aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e na sequência ao Congresso Nacional, para análise.Simone Tebet voltou a chamar o novo arcabouço fiscal de “bala de bronze” e a reforma tributária, de “bala de prata” para que o Brasil volte a crescer. Para tanto, defendeu o entendimento com o Legislativo Federal.</p>
<div id="galleria" class="galleria gd12" data-render-gallery="true"> <a> </p>
<div id="img"> <img decoding="async" loading="lazy" alt="Simone Tebet, ministra do Planejamento e Orçamento, durante apresentação do arcabouço fiscal. Foto: José Cruz/ Agência Brasil - 30/03/2023" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/imgalta/96/gw/jz/96gwjzgq1pjubcwr7m28a72ma.jpg"> </div>
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<div id="img"> <img decoding="async" loading="lazy" alt="Simone Tebet, ministra do Planejamento e Orçamento, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Foto: Reprodução/Twitter - 27/10/2022" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/imgalta/f0/hy/ok/f0hyok1hcz0ea471p7vyipwgo.jpg"> </div>
<p> </a> <a> </p>
<div id="img"> <img decoding="async" loading="lazy" alt="Simone Tebet, ministra do Planejamento e Orçamento, durante apresentação do arcabouço fiscal. Foto: José Cruz/ Agência Brasil - 30/03/2023" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/imgalta/2s/xj/s8/2sxjs8htt8v6hnhcsjpnzdgse.jpg"> </div>
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<div id="img"> <img decoding="async" loading="lazy" alt="Simone Tebet, ministra do Planejamento e Orçamento, durante audiência pública sobre a reforma tributária. Foto: Lula Marques/ Agência Brasil - 04/04/2023" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/imgalta/1k/ko/g6/1kkog6k4extxlmisdlrr97e9a.jpg"> </div>
<p> </a>  <a> </p>
<div id="img"> <img decoding="async" loading="lazy" alt="Simone Tebet, ministra do Planejamento e Orçamento, segurando a bandeira do Brasil. Foto: Reprodução/Twitter - 15/11/2022" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/imgalta/em/az/f5/emazf5yhw900diaaie7t1dtm4.jpg"> </div>
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<p class=""> “O Congresso terá a sensibilidade de avaliar o novo arcabouço fiscal e verá que esta será a saída para que possamos cumprir aquilo com que todos nos comprometemos: a responsabilidade social, sem descuidar do fiscal.” Ela lembrou que o próprio presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), afirmou que a votação do novo arcabouço fiscal deve ser aprovada pelo Congresso sem dificuldades.</p>
<h3>Superávit primário</h3>
<p>Pelo projeto da LDO 2024, a projeção é de superávit primário neutro em 2024, para Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central). A primeira meta de resultado primário positivo será para 2025, com alta de 0,5% do Produto Interno Bruto PIB, o que equivale a R$ 61,6 bilhões. E em 2026, 1,0% do PIB (R$ 130,8 bilhões). As previsões ao redor da meta podem flutuar 0,25% do PIB, como explicou o secretário de Orçamento Federal, Paulo Bijos.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2023-04-17/lula-dara-aumento-real-salario-minimo-2024-simone-tebet.html" title="Lula dará aumento real no salário mínimo em 2024, afirma Simone Tebet" target="_self" rel="noopener">Lula dará aumento real no salário mínimo em 2024, afirma Simone Tebet</a> </li>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2023-04-18/bolsa-familia-pago-hoje-quem-recebe.html" title="Bolsa Família paga parcela de abril nesta terça; veja quem recebe" target="_self" rel="noopener">Bolsa Família paga parcela de abril nesta terça; veja quem recebe</a> </li>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2023-04-17/arcabouco-fiscal-governo-espera-indicacao-relator.html" title="Arcabouço fiscal: governo espera definição de relator nesta semana" target="_self" rel="noopener">Arcabouço fiscal: governo espera definição de relator nesta semana</a> </li>
</ul>
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<p class=""> “No nosso entender, essa inovação é possível de ser implementada à luz das regras vigentes, independentemente da aprovação do novo arcabouço. E o grande norte é o arcabouço vigente, o teto de gastos aprovado em 2016.”</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2023-04-18/tebet-arcabouco-fiscar-verba-despesas.html#c5c1bcc4-3215-440d-89ba-12889261a51c" rel="noopener">Economia</a></p>
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		<item>
		<title>IFI: com mais despesas e sem marco fiscal, futuro das contas públicas é incerto</title>
		<link>https://fatomt.com.br/ifi-com-mais-despesas-e-sem-marco-fiscal-futuro-das-contas-publicas-e-incerto/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Mar 2023 23:12:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[contas]]></category>
		<category><![CDATA[despesas]]></category>
		<category><![CDATA[fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>À espera do novo marco fiscal, que deve ser apresentado em breve pelo Ministério da Economia, o Brasil continua com o futuro das contas públicas indefinido, segundo o Relatório de Acompanhamento Fiscal (RAF) de março. O documento, produzido pela Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado, traz a revisão da expectativa para o déficit primário em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left">À espera do novo marco fiscal, que deve ser apresentado em breve pelo Ministério da Economia, o Brasil continua com o futuro das contas públicas indefinido, segundo o <a href="https://www2.senado.leg.br/bdsf/bitstream/handle/id/607069/RAF74_MAR2023.pdf" rel="noopener" target="_blank">Relatório de Acompanhamento Fiscal (RAF) de março</a>. O documento, produzido pela Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado, traz a revisão da expectativa para o déficit primário em 2023, que subiu de R$ 118,3 bilhões (1,1% do PIB) para R$ 125,0 bilhões (1,2% do PIB) devido ao aumento na projeção da despesa.</p>
<p style="text-align: left"> “Esperamos que as sinalizações futuras, particularmente a definição da nova âncora fiscal, contribuam para melhorar o cenário econômico e fiscal, de modo a promover a sustentabilidade da dívida pública no médio e longo prazo”, diz o texto sobre a expectativa de divulgação do novo marco fiscal, que pode ser anunciado nos próximos dias.</p>
<p style="text-align: left">O Relatório de Acompanhamento Fiscal (RAF) é a análise mensal de conjuntura da IFI e traz projeções para as principais variáveis macroeconômicas e fiscais da economia brasileira. Na edição de março, foram mantidas as projeções para 2023 e 2024 para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), de 0,9% e 1,4%, e de inflação, de 5,6% e 3,9%, respectivamente.</p>
<h3 style="text-align: left"><strong>Receitas e despesas</strong></h3>
<p style="text-align: left">A revisão de expectativa do déficit primário tem relação com o aumento de despesa trazido pela medida provisória que recria o programa Bolsa Família (<a href="http://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/156003" rel="noopener" target="_blank">MP 1.164/2023</a>) e o esperado aumento da quantidade de beneficiários do abono salarial. O programa Bolsa Família substitui o Auxílio Brasil, do governo anterior, e estabelece o valor mínimo de R$ 600 para as famílias cadastradas, com um adicional de R$ 150 por criança de até 6 anos. Além disso, haverá valor extra de R$ 50,00 para cada dependente entre 7 e 18 anos e para gestantes. </p>
<p style="text-align: left">O aumento no cenário das despesas em 0,1 ponto percentual do PIB em 2023, segundo a IFI, faz com que o superavit primário requerido para manter a dívida estável ao nível de 2022 seja da ordem de 1,5% do PIB. O índice está muito acima da projeção, que é de déficit de primário do setor público consolidado de 1,4% do PIB.</p>
<p style="text-align: left">De acordo com o relatório, a desaceleração esperada na atividade econômica doméstica nos próximos meses, que pode ser potencializada por um mercado de crédito mais restritivo, constitui um risco para a trajetória das receitas em 2023.</p>
<h3 style="text-align: left"><strong>Dívida</strong></h3>
<p style="text-align: left">Ainda de acordo com a IFI, a Dívida Líquida do Setor Público não subiu mais nos dois últimos anos em razão do aumento do PIB nominal, que compensou, em parte, os efeitos negativos de alguns dos condicionantes.  O relatório aponta que informações divulgadas pelo Tesouro mostram que o volume de emissões está abaixo dos resgates desde o início de 2022.</p>
<p style="text-align: left">“Tudo indica que o Tesouro tem feito uso da reserva de liquidez para emitir um volume menor de títulos em razão do elevado custo médio da dívida pública”, diz o texto, que traz um alerta: a estratégia foi possível graças a fatores como o forte ingresso de dividendos no ano passado, que elevou a reserva de liquidez, o que pode não acontecer neste ano.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/03/16/ifi-com-mais-despesas-e-sem-marco-fiscal-futuro-das-contas-publicas-e-incerto#251a0a12-fbdf-4b97-99a9-90b7350fd682" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>CAE analisa aumento de despesas da União e sabatina candidatos ao BC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Feb 2023 18:46:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[analisa]]></category>
		<category><![CDATA[aumento]]></category>
		<category><![CDATA[candidatos]]></category>
		<category><![CDATA[despesas]]></category>
		<category><![CDATA[sabatina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não importa qual é o assunto. Se um projeto de lei aumenta despesas ou reduz receitas da União, ele certamente vai passar pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. Um dos mais importantes colegiados da Casa, a CAE também é responsável por sabatinar candidatos a ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), diretores [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Não importa qual é o assunto. Se um projeto de lei aumenta despesas ou reduz receitas da União, ele certamente vai passar pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. Um dos mais importantes colegiados da Casa, a CAE também é responsável por sabatinar candidatos a ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), diretores e presidente do Banco Central.</p>
<p>A comissão tem 27 integrantes e está entre as maiores do Senado, ao lado dos colegiados de Constituição e Justiça (CCJ) e de Educação (CE). Em 2022, realizou 26 reuniões e 5 audiências públicas, além de proferir 71 pareceres sobre projetos em tramitação. Este ano começa com 364 matérias distribuídas, número que deve aumentar ao longo dos meses.</p>
<p>As atribuições da CAE estão previstas no Regimento Interno. A primeira delas é opinar sobre o aspecto econômico e financeiro de projetos. Mas também é competência da comissão tratar de problemas econômicos do país, política de crédito, câmbio, transferência de valores, comércio exterior e interestadual, sistema monetário e poupança.</p>
<p>A CAE também analisa propostas sobre tributos, tarifas, finanças públicas e normas sobre direito tributário, financeiro e econômico. Ainda passam pelo colegiado assuntos como dívida pública, fiscalização das instituições financeiras e conflitos de competência em matéria tributária entre União, estados, Distrito Federal e municípios.</p>
<p>Outra fatia importante dos projetos na CAE trata de pedidos de autorização para empréstimos externos. A comissão decide sobre limites e condições para a concessão de garantia da União em operações de crédito e sobre os limites da dívida da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios.</p>
<p>O colegiado tem uma missão importante no acompanhamento da política monetária do país. A CAE promove audiências públicas regulares com o presidente do Banco Central para discutir diretrizes, implementação e perspectivas futuras em áreas como moeda em circulação, crédito e taxas de juros.</p>
<p>Duas vezes por ano, a comissão realiza reuniões para que o Poder Executivo preste contas sobre ações nas áreas de produtividade e melhoria do ambiente de negócios. As audiências contam geralmente com a presença do ministro-chefe da Casa Civil ou do responsável pela pasta econômica.</p>
<h3><b>Economia e finanças</b></h3>
<p>Dos 364 projetos na CAE, 266 aguardam a designação de relatores. Isso deve ocorrer após a instalação dos trabalhos do colegiado e a eleição do novo presidente. No último biênio, o comando da comissão ficou a cargo do senador Otto Alencar (PSD-BA).</p>
<p>A maior parte das matérias na CAE trata de tributos. São 70 proposições que sugerem isenção, redução ou mesmo elevação da alíquota de alguns impostos. O projeto de lei (PL)<a class="external-link" href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/137696" target="_blank" title="" rel="noopener"> 3.986/2019</a>, do senador Irajá (PSD-TO), isenta a cobrança do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) na compra de motocicletas até 250 cilindradas por mototaxistas. O <a class="external-link" href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/136774" target="_blank" title="" rel="noopener">PL 2.898/2019</a>, do senador Humberto Costa (PT-PE), cria uma contribuição sobre importação e venda de produtos derivados do tabaco.</p>
<p>Na área de finanças públicas, a CAE analisa 17 proposições. O <a class="external-link" href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/136976" target="_blank" title="" rel="noopener">PL 3.137/2019</a>, do senador Eduardo Braga (MDB-AM), estabelece uma política de valorização do salário mínimo. O projeto de lei complementar (PLP) <a class="external-link" href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/140626" target="_blank" title="" rel="noopener">6/2020</a>, da senadora Leila Barros (PDT-DF), aumenta a transparência do processo de liberação e execução de emendas parlamentares.</p>
<p>O tema de indústria, comércio e serviços responde por 13 projetos na CAE. Um deles é o <a class="external-link" href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/139852" target="_blank" title="" rel="noopener">PL 6.043/2019</a>, do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), que reduz a tributação de pequenos estabelecimentos industriais de cervejas e chopes especiais. O <a class="external-link" href="http://www.congressonacional.leg.br/materias/materias-bicamerais/-/ver/pl-1125-2020" target="_blank" title="" rel="noopener">PL 1.125/2020</a>, do senador Angelo Coronel (PSD-BA), cria o Plano Emergencial de Fortalecimento das Micros e Pequenas Empresas.</p>
<p>A CAE analisa ainda 16 matérias sobre o Sistema Financeiro Nacional (SFN). Destaque para o <a class="external-link" href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/140793" target="_blank" title="" rel="noopener">PLP 13/2020</a>, do senador Alessandro Vieira (PSDB-SE), que estabelece um limite para a exposição total de crédito e promove a concorrência entre bancos. O <a class="external-link" href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/142355" target="_blank" title="" rel="noopener">PLP 158/2020</a>, do senador Rodrigo Cunha (União-AL), delega ao Banco Central a função de incentivar a utilização de <i>fintechs</i> como instrumento de inovação no SFN.</p>
<h3><b>Outros temas</b></h3>
<p>Como analisa todos os projetos que aumentam despesas ou reduzem receitas da União, a CAE muitas vezes opina sobre matérias que já passaram por outras comissões de mérito do Senado. São temas como assistência social, direitos humanos, educação, saúde e emprego.</p>
<p>Na área de assistência social, são 30 proposições na CAE — a maior parte remanescente da pandemia de coronavírus. O <a class="external-link" href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/150556" target="_blank" title="" rel="noopener">PL 3.821/2021</a>, sugerido pela CPI da Pandemia, cria uma pensão especial para crianças e adolescentes órfãos de vítimas da covid-19. Em outra frente, o <a class="external-link" href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/142774" target="_blank" title="" rel="noopener">PL 3.466/2020</a>, do senador Jorge Kajuru (PSB-GO), cria o Programa Bolsa Internet para subvenção econômica em serviços de conexão à rede.</p>
<p>A CAE analisa ainda 14 projetos sobre direitos humanos e minorias. O <a class="external-link" href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/135491" target="_blank" title="" rel="noopener">PL 1.229/2019</a>, da senadora Mara Gabrilli (PSD-SP), aumenta de 10 para 20 salários mínimos a renda máxima para a pessoa com deficiência ter juros subsidiados na compra de bens e serviços de tecnologia assistiva. O<a class="external-link" href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/138508" target="_blank" title="" rel="noopener"> PL 4.804/2019</a>, da senadora Zenaide Maia (PSD-RN), garante assentos especiais no transporte público para pessoas com obesidade mórbida.</p>
<p>Na área de educação são 16 projetos. O <a class="external-link" href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/137671" target="_blank" title="" rel="noopener">PL 3.971/2019</a>, do senador Jayme Campos (União-MT), prioriza a construção de escolas de educação infantil com apoio financeiro federal. O <a class="external-link" href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/138951" target="_blank" title="" rel="noopener">PL 5.193/2019</a>, do senador Styvenson Valentim (Podemos-RN), prevê a possibilidade de estabelecimentos de ensino de educação básica receberem doações de pessoas físicas e jurídicas.</p>
<p>A saúde tem 18 matérias na CAE. O <a class="external-link" href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/137422" target="_blank" title="" rel="noopener">PL 3.709/2019</a>, do senador Mecias de Jesus (Republicanos-RR), destina 1% da arrecadação de loterias às secretarias estaduais de saúde. O <a class="external-link" href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/135654" target="_blank" title="" rel="noopener">PL 1.420/2019</a>, da ex-senadora Rose de Freitas (ES), zera o IPI sobre equipamentos médicos, odontológicos, hospitalares e de laboratório para instituições beneficentes sem fins lucrativos.</p>
<p>O tema de trabalho e emprego reponde por 19 projetos na CAE. O <a class="external-link" href="http://www.congressonacional.leg.br/materias/materias-bicamerais/-/ver/pl-4890-2019" target="_blank" title="" rel="noopener">PL 4.890/2019</a>, do senador Chico Rodrigues (PSB-RR), incentiva a contratação de trabalhadores com 60 anos ou mais. O <a class="external-link" href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/152611" target="_blank" title="" rel="noopener">PL 824/2022</a>, do então senador Fernando Collor (AL), prevê o pagamento de seguro-defeso ao pescador artesanal em caso de desastre ambiental.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/02/10/cae-analisa-aumento-de-despesas-da-uniao-e-sabatina-candidatos-ao-bc#d42c3392-4c9c-4008-b48e-6fcfaa183e2d" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/cae-analisa-aumento-de-despesas-da-uniao-e-sabatina-candidatos-ao-bc/">CAE analisa aumento de despesas da União e sabatina candidatos ao BC</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Com recomposição de despesas, Orçamento terá déficit de R$ 231,5 bi</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Dec 2022 21:16:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[amento]]></category>
		<category><![CDATA[deficit]]></category>
		<category><![CDATA[despesas]]></category>
		<category><![CDATA[recomposi]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Além da estimativa de salário mínimo de R$ 1.320 a partir de janeiro, o relatório final ao projeto de Orçamento da União para 2023 prevê um déficit de R$ 231,5 bilhões contra os R$ 63,7 bilhões definidos na proposta do Executivo. O parecer do relator-geral, senador Marcelo Castro (MDB-PI), foi entregue na segunda-feira (12) à [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a title="" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2022/12/13/relator-do-orcamento-supera-proposta-de-guedes-e-preve-salario-minimo-de-r-1.320" class="internal-link" target="_blank" rel="noopener">Além da estimativa de salário mínimo de R$ 1.320 a partir de janeiro</a>, o relatório final ao projeto de Orçamento da União para 2023 prevê um déficit de R$ 231,5 bilhões contra os R$ 63,7 bilhões definidos na proposta do Executivo. O parecer do relator-geral, senador Marcelo Castro (MDB-PI), foi entregue na segunda-feira (12) à Comissão Mista de Orçamento (CMO) e ainda precisa passar por votação em sessão conjunta do Congresso até o próximo dia 22.</p>
<p>De acordo com nota divulgada pelo relator Marcelo Castro na segunda-feira (14), o espaço orçamentário criado com a aprovação da PEC da Transição permitiu recompor o orçamento de praticamente todas as áreas, que estavam deficitárias na proposta de orçamentária entregue pelo governo atual. Sem a PEC, reforçou, o Orçamento ficaria &#8220;inexequível&#8221;, com risco de paralisação de várias ações do Estado por falta de recursos.</p>
<p>A manutenção do Auxílio Brasil em R$ 600, com um adicional de R$ 150 para cada criança até seis anos, o aumento do Auxílio Gás, do salário mínimo e de despesas do setor de saúde são os principais motivos para o crescimento do déficit. O relatório de Marcelo Castro ao <a class="external-link" href="http://www.congressonacional.leg.br/materias/pesquisa/-/materia/154644" target="_blank" title="" rel="noopener">PLN 32/2022</a> já considera um cenário de aprovação da PEC da Transição (<a class="external-link" href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/155248" target="_blank" title="" rel="noopener">PEC 32/2022</a>). Já aprovada pelo Senado, a proposta ainda depende do aval dos deputados. </p>
<p>Pelo parecer do relator-geral, o teto de gastos será ampliado em R$ 145 bilhões, cuja maior fatia, de R$ 70 bilhões, vai para o pagamento do Auxílio Brasil. Por outro lado, R$ 23 bilhões em investimentos deixarão de ser limitados pelo teto e R$ 1,1 bilhão em despesas custeadas com receitas próprias, de doações ou de convênios, será retirado do limite, o que autoriza o governo a gastar R$ 169,1 bilhões a mais em 2023.  Conforme o parecer, o teto de gastos passa de R$ 1,8 trilhão para R$ 1,94 trilhão.</p>
<h3><strong>Saúde e Educação</strong></h3>
<p>Marcelo Castro aumentou os gastos com saúde para R$ 173,1 bilhões em 2023, contra os R$ 149,9 bilhões previstos na proposta inicial do Executivo.  Do total de gastos com saúde, R$ 19,6 bilhões terão que vir das emendas do relator-geral, das bancadas estaduais e individuais dos parlamentares.</p>
<p dir="ltr">O relator também recompôs o orçamento da educação. Ele aumentou em R$ 10,74 bilhões os recursos para a manutenção e desenvolvimento do setor. Agora serão investidos R$ 130,59 bilhões. </p>
<h3><strong>Receitas </strong></h3>
<p>O valor total das receitas previsto para o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) para 2023 é de R$ 5,345 trilhões, dos quais R$ 2,010 trilhões são destinados ao pagamento dos juros e encargos da dívida pública federal e R$ 213,9 bilhões vão para investimentos. Dos cerca de R$ 3,191 trilhões restantes, 94% serão usados para pagar despesas obrigatórias. </p>
<table class="plain">
<tbody>
<tr>
<td colspan="7" style="background-color: #ffffff">
<h3 style="text-align: center;color: #000000"><strong>PLOA 2023 prevê aumento de 11,8% nas receitas e despesas em relação a 2022</strong></h3>
</td>
</tr>
<tr style="background-color: #ffffff">
<td>*valores em R$ trilhões</td>
<td colspan="2" style="background-color: #00305c">
<h3 style="text-align: center;color: #e5e5e5"><strong>PLOA 2022</strong></h3>
</td>
<td colspan="2" style="background-color: #00305c">
<h3 style="text-align: center;color: #e5e5e5"><strong>PLOA 2023</strong></h3>
</td>
<td colspan="2" style="background-color: #00305c">
<h3 style="text-align: center;color: #e5e5e5"><strong>Relatório final</strong></h3>
</td>
</tr>
<tr style="background-color: #e5e5e5">
<td style="background-color: #3a72a6">
<p style="color: #e5e5e5">Item</p>
</td>
<td style="background-color: #3a72a6">
<p style="color: #e5e5e5">Receitas</p>
</td>
<td style="background-color: #3a72a6">
<p style="color: #e5e5e5">Despesas</p>
</td>
<td style="background-color: #3a72a6">
<p style="color: #e5e5e5">Receitas</p>
</td>
<td style="background-color: #3a72a6">
<p style="color: #e5e5e5">Despesas</p>
</td>
<td style="background-color: #3a72a6">
<p style="color: #e5e5e5">Receitas</p>
</td>
<td style="background-color: #3a72a6">
<p style="color: #e5e5e5">Despesas</p>
</td>
</tr>
<tr style="background-color: #e5e5e5">
<td style="background-color: #73d7dc">
<p>Total de despesas e receitas</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: right">4,716</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: right">4,716</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: right">5,175</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: right">5,175</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: right">5,345</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: right">5,345</p>
</td>
</tr>
<tr style="background-color: #f8f8f8">
<td style="background-color: #a1f1f4">
<p>Refinanciamento da dívida</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: right">1,88</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: right">1,88</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: right">2,01</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: right">2,01</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: right">2,01</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: right">2,01</p>
</td>
</tr>
<tr style="background-color: #e5e5e5">
<td style="background-color: #73d7dc">
<p>Orçamento fiscal</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: right">1,672</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: right">1,502</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: right">1,868</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: right">1,577</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: right">2,038</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: right">1,639</p>
</td>
</tr>
<tr style="background-color: #f8f8f8">
<td style="background-color: #a1f1f4">
<p>Seguridade social</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: right">1,063</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: right">1,233</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: right">1,153</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: right">1,444</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: right">1,152</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: right">1,553</p>
</td>
</tr>
<tr style="background-color: #e5e5e5">
<td style="background-color: #73d7dc">
<p>Investimentos estatais</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: right">0,096</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: right">0,096</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: right">0,143</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: right">0,143</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: right">0,143</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: right">0,143</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="7" style="text-align: right"> <br /><i>Fontes: Relatório do senador Marcelo Castro</i></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3><strong>Cenário macroeconômico</strong></h3>
<p>O parecer não altera algumas projeções da proposta original encaminhada pelo governo, como inflação de 4,5%, juros a 12,49% e dólar a R$ 5,12 em 2023.</p>
<p>O cenário macroeconômico em que se apoiou o governo federal para elaborar o PLOA 2023 prevê um crescimento de 2% do PIB em 2022 e de 2,5% por ano entre 2023 e 2025. A proposta estima o PIB de 2023 em R$ 10,63 trilhões. No entanto, a expectativa do mercado levantada pelo Banco Central (Boletim Focus) é de apenas 0,5% de crescimento para o próximo ano.</p>
<p>As consultorias do Senado e da Câmara alertam para o fato de que essa divergência pode afetar significativamente o cumprimento da meta fiscal estabelecida para o ano que vem. A proposta ainda estima para 2022 um IPCA de 7,2% e um Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 7,41%, enquanto as projeções de mercado apontam, respectivamente, para 5,88% e 6,3%.</p>
<p>Se essas últimas se confirmarem, ressaltam os consultores, as despesas previdenciárias, assistenciais e trabalhistas previstas no PLOA vão aumentar e, portanto, afetar o cálculo do teto de gastos, obrigando o governo a fazer um corte nas despesas não obrigatórias (5,7% do total). </p>
<p>Mas eles observam que as projeções mais recentes do Executivo, no Relatório de Avaliação das Receitas e Despesas Primárias do 4º Bimestre, já se aproximam das do mercado, estimando IPCA de 6,30% e INPC de 6,54% para 2022. Por outro lado, os analistas chamam a atenção para a projeção de crescimento econômico do Executivo, cinco vezes maior que a do mercado financeiro. No geral, diz o estudo, as projeções apontam para uma redução da inflação e da taxa básica de juros (Selic) e para uma estabilidade do câmbio a médio prazo.</p>
<table class="plain">
<tbody>
<tr>
<td colspan="3" style="background-color: #ffffff">
<h3 style="text-align: center;color: #000000"><strong>Cenário para 2023 embutido no projeto do Orçamento é diferente das previsões do mercado</strong></h3>
</td>
</tr>
<tr style="background-color: #ffffff">
<td> </td>
<td colspan="2" style="background-color: #00305c">
<h3 style="text-align: center;color: #e5e5e5"><strong>2023</strong></h3>
</td>
</tr>
<tr style="background-color: #e5e5e5">
<td style="background-color: #3a72a6">
<p style="color: #e5e5e5">Indicador</p>
</td>
<td style="background-color: #3a72a6">
<p style="color: #e5e5e5">PLOA</p>
</td>
<td style="background-color: #3a72a6">
<p style="color: #e5e5e5">Expectativa de mercado</p>
</td>
</tr>
<tr style="background-color: #f8f8f8">
<td style="background-color: #a1f1f4">
<p>Crescimento PIB (%)</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: right">2,5</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: right">0,5</p>
</td>
</tr>
<tr style="background-color: #e5e5e5">
<td style="background-color: #73d7dc">
<p>IPCA acumulado (%)</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: right">4,5</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: right">5,3</p>
</td>
</tr>
<tr style="background-color: #e5e5e5">
<td style="background-color: #73d7dc">
<p>Dólar (R$)</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: right">5,12</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: right">5,2</p>
</td>
</tr>
<tr style="background-color: #f8f8f8">
<td style="background-color: #a1f1f4">
<p>Taxa Selic (%)</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: right">12,49</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: right">11,0</p>
</td>
</tr>
<tr style="background-color: #e5e5e5">
<td style="background-color: #73d7dc">
<p>Salário mínimo (R$)</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: right">1.320</p>
</td>
<td>
<p style="text-align: right">&#8212;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="5" style="text-align: right"> <br /><i>Fonte: Consultorias de Orçamento do Senado e da Câmara dos Deputados, maio de 2022</i></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3><strong>Emendas</strong></h3>
<p>No PLOA 2023, a reserva para as emendas de execução obrigatória está dividida entre as emendas do relator-geral (R$ 19,4 bilhões), das bancadas estaduais (R$ 7,7 bilhões) e individuais (R$ 11,7 bilhões). O valor global dessas reservas (R$ 38,8 bilhões) representa 2,2% do total das despesas sujeitas ao teto de gastos e é 140% superior ao valor destinado para emendas ao PLOA 2022 (R$ 16,2 bilhões), que contemplava apenas emendas individuais (R$ 10,5 bilhões) e de bancada estadual (R$ 5,7 bilhões). </p>
<p>Em seu relatório preliminar, aprovado na semana passada, Marcelo Castro aumentou em R$ 1,5 bilhão os recursos para emendas parlamentares de execução não obrigatória no Orçamento para 2023. Para obter o dinheiro, o relator cancelou linearmente 1,3% das despesas não obrigatórias previstas no projeto do Executivo. Ele fez o corte nas despesas superiores a R$ 1 milhão cujas fontes de recursos não estão vinculadas a gastos específicos.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2022/12/14/com-recomposicao-de-despesas-orcamento-tera-deficit-de-r-231-5-bi#d84fea5b-2111-4b41-bb2f-27e710834b26" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/com-recomposicao-de-despesas-orcamento-tera-deficit-de-r-2315-bi/">Com recomposição de despesas, Orçamento terá déficit de R$ 231,5 bi</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Economia Legal: Tribunal reconhece unidades que mais racionalizaram despesas em 2022</title>
		<link>https://fatomt.com.br/economia-legal-tribunal-reconhece-unidades-que-mais-racionalizaram-despesas-em-2022/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Dec 2022 20:46:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[despesas]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[legal]]></category>
		<category><![CDATA[racionalizaram]]></category>
		<category><![CDATA[reconhece]]></category>
		<category><![CDATA[tribunal]]></category>
		<category><![CDATA[unidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O empenho do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) em incentivar melhorias na gestão com foco na otimização dos recursos tem resultado em economia de recursos nas unidades judiciárias. Como reconhecimento às ações implementadas, foram anunciadas 17 unidades agraciadas com Selos. O anúncio ocorreu durante o encerramento do II Encontro de Sustentabilidade, realizado na [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/economia-legal-tribunal-reconhece-unidades-que-mais-racionalizaram-despesas-em-2022/">Economia Legal: Tribunal reconhece unidades que mais racionalizaram despesas em 2022</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.urgentenews.com.br/wp-content/uploads/2022/12/14/723d89b08e88b076af91767b985a8bcb.jpg" width="300" height="200" align="left" alt="">O empenho do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) em incentivar melhorias na gestão com foco na otimização dos recursos tem resultado em economia de recursos nas unidades judiciárias. Como reconhecimento às ações implementadas, foram anunciadas 17 unidades agraciadas com Selos. O anúncio ocorreu durante o encerramento do II Encontro de Sustentabilidade, realizado na última terça-feira (13) em parceria com a escola Superior da Magistratura de Mato Grosso e a Escola dos Servidores do poder Judiciário.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">As unidades premiadas se destacaram pela economia no consumo de materiais como copos descartáveis, papel, gastos com veículo e consumo de água e energia elétrica, entre outros itens avaliados.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> Selos foram para três categorias diferentes de unidades: Gabinetes de Desembargadores (as), Áreas Administrativas do TJMT e Comarcas do TJMT. A metodologia de avaliação foi baseada no Índice de desempenho de sustentabilidade, medido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Pensando em alinhar com o CNJ, o TJMT decidiu adotar o índice para monitorar de perto e incentivar os avanços na área. O período avaliado foi de novembro do ano anterior a outubro, mas para o próximo ano ocorrerão mudanças com o <a href="http://www.tjmt.jus.br/noticias/71290#.Y5nui1HMKUk">Prêmio “ECOnomia Legal”</a>. </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">A presidente do TJMT, desembargadora Maria Helena Póvoas, lembrou que o amadurecimento da sociedade em relação às questões ambientais vem fazendo com que o mundo caminhe para criar alternativas que envolvam meio ambiente e sustentabilidade. Assim, ela avalia que o Poder Judiciário está pensando em formas de ser cada vez reduzir o impacto ambiental em suas atividades. O Gabinete da Presidência foi uma das 17 unidades que se destacaram e conquistou o Selo Diamante ao obter 40% na racionalização de despesas.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">“Esse prêmio é uma forma de dizer que a unidade está no caminho e vamos buscamos o aprimoramento. Tenho certeza que a mensagem foi passada e que todos entenderam o caminho a ser seguido”, contou. </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.urgentenews.com.br/wp-content/uploads/2022/12/14/c0a6ccf344f18615bceaba9d4d7de643.jpg" width="300" height="200" align="right" alt="">Desafios a serem encarados e vencidos ainda são muitos, mas o corregedor-geral da Justiça, desembargador José Zuquim Nogueira, fez questão de prestigiar o anúncio dos selos e afirmou que as pautas de meio ambiente devem ser centrais para a administração pública. Ele conta que, sendo o TJMT uma instituição que preza pelo aprimoramento constante, as ações que levem à otimização dos recursos naturais em suas atividades estão sempre incluídas nas preocupações de todos, seja a alta direção ou quem está nas comarcas na prestação jurisdicional.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">“Essas discussões são importantíssimas por serem trocas sobre práticas e renovação de propósitos do que devemos fazer para alcançar o objetivo de ter um Judiciário Sustentado. Pois o sustentável é quando ainda acreditamos na possibilidade de mudança, enquanto que sustentado é quando já concluímos essa mudança, é o que desejamos alcançar”, afirmou.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Confira a lista das unidades que receberam os Selos de Reconhecimento:</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><strong><span style="font-family: Arial">Na categoria desembargadores</span></strong></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><strong><span style="font-family: Arial"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.urgentenews.com.br/wp-content/uploads/2022/12/14/c09289e17cd18fef57ba4183e3d7e4ff.jpg" width="300" height="200" align="left" alt="">Selo Prata:</span></strong><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Gabinete da desembargadora Serly Marcondes com 10% na racionalização de despesas.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><strong><span style="font-family: Arial">Selo Ouro:</span></strong><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Gabinete da desembargadora Marilsen Andrade Addario com 23% na racionalização de despesas.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Gabinete do desembargador Rondon Bassil Dower Filho com 23,4% na racionalização de despesas.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Gabinete do desembargador Rubens de Oliveira Filho com 29% na racionalização de despesas.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><strong><span style="font-family: Arial">Selo Diamante</span></strong><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Gabinete do desembargador Juvenal Pereira da Silva com 37% na racionalização de despesas.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Gabinete da desembargadora Nilza Maria Pôssas de Carvalho com 43,6% na racionalização de despesas.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Gabinete do desembargador Carlos Alberto Alves da Rocha com 43,7% na racionalização de despesas.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Gabinete do desembargador Pedro Sakamoto com 44% na racionalização de despesas.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Gabinete do desembargador Luiz Carlos da Costa com 58% na racionalização de despesas.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><strong><span style="font-family: Arial"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.urgentenews.com.br/wp-content/uploads/2022/12/14/23e429cb68c13a1c81a3042035907fa0.jpg" width="300" height="200" align="right" alt="">Categoria áreas administrativas</span></strong></div>
<div style="text-align: justify"><strong><span style="font-family: Arial">Selo Bronze</span></strong></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Coordenadoria Judiciária com 8% na racionalização de despesas.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><strong><span style="font-family: Arial">Selo Diamante</span></strong></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Presidência com 40% na racionalização de despesas.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Coordenadoria administrativa com 75% na racionalização de despesas.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><strong><span style="font-family: Arial">Categoria Comarcas</span></strong></div>
<div style="text-align: justify"><strong><span style="font-family: Arial">Selo Bronze</span></strong></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Querência com 6% na racionalização de despesas.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Apiacás com 6,5% na racionalização de despesas.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Campo Verde com 9% na racionalização de despesas.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><strong><span style="font-family: Arial"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.urgentenews.com.br/wp-content/uploads/2022/12/14/559faf2d9a72aaac3922193717c8f87b.jpg" width="300" height="200" align="left" alt="">Selo Prata</span></strong></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Alto Araguaia com 11% na racionalização de despesas.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><strong><span style="font-family: Arial">Selo Ouro</span></strong><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Vila Bela da Santíssima Trindade com 15,5% na racionalização de despesas.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">#Paratodosverem</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Primeira imagem: Foto colorida na qual aparece a presidente do TJMT ao lado do corregedor-geral. Ela segura um certificado do Selo de Reconhecimento. </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Segunda imagem: Foto colorida na qual aparece o corregedor-geral falando ao público. Ele está em um púlpito no palco e ao seu lado está uma projeção com o logo do evento.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Terceira imagem: foto colorida registrando o momento em que a servidora de Querencia recebe o certificado.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Quarta imagem: foto colorida mostrando a juiza Edileuza Zorgeti entregando o certificado.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Quinta imagem: foto colorida na qual aparece o representante de Apiacas recebendo o certificado.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">Andhressa Barboza/Fotos: Alair Ribeiro </span></em></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT</span></em></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">imprensa@tjmt.jus.br</span></em></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://www.tjmt.jus.br/noticias/72419#a74f48eb-033d-4d7d-93a5-a4c394719497" rel="noopener">Tribunal de Justiça de MT</a></p>
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		<title>CMO aprova regras que flexibilizam teto de gastos nas despesas orçamentárias deste ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Nov 2022 15:15:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão Mista de Orçamento (CMO) aprovou na quarta-feira (23) o projeto (PLN 39/2022) que permite ao Executivo programar outras despesas com os recursos da Lei Paulo Gustavo (Lei Complementar 195, de 2022), de ajuda ao setor cultural, até o final deste ano. A proposta, que agora será analisada pelo Plenário do Congresso, também permite [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Mista de Orçamento (CMO) aprovou na quarta-feira (23) o projeto (<a class="external-link" href="http://www.congressonacional.leg.br/materias/pesquisa/-/materia/154886" target="_blank" title="" rel="noopener">PLN 39/2022</a>) que permite ao Executivo programar outras despesas com os recursos da Lei Paulo Gustavo (<a class="external-link" href="http://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei.complementar:2022-07-08;195" target="_blank" title="" rel="noopener">Lei Complementar 195, de 2022</a>), de ajuda ao setor cultural, até o final deste ano. A proposta, que agora será analisada pelo Plenário do Congresso, também permite que restos a pagar do Orçamento de 2021 não sejam cancelados em 2022. As alterações são na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2022 (<a class="external-link" href="http://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:2021-08-20;14194" target="_blank" title="" rel="noopener">Lei 14.194, de 2021</a>).</p>
<p>A ideia, segundo o relator do projeto, o deputado federal AJ Albuquerque (PP-CE), é dar ao governo flexibilidade para remanejar recursos que não devem ser executados neste ano por falta de tempo, mas dentro do teto de gastos.</p>
<p>— A despesa da Lei Paulo Gustavo, após a abertura de crédito, não terá execução completa até o encerramento do seu exercício. Dada a natureza financeira de verificação do teto de gastos, se faz necessário incorporar a efetiva projeção de pagamento até o encerramento do exercício; de modo que o espaço do teto não seja comprometido com essas despesas — afirmou o relator.</p>
<p>A deputada Adriana Ventura (Novo-SP) votou contra o projeto e disse que qualquer alteração no teto de gastos teria que ser feita por emenda à Constituição. Segundo ela, a flexibilização tem um caráter político porque deve permitir a execução das chamadas emendas de relator ao Orçamento, hoje bloqueadas por falta de recursos.</p>
<p>— Este PLN possibilita que restos a pagar referentes a 2021 e créditos aprovados no último quadrimestre não sejam cancelados. Então você começa a misturar competências e isso é muito temerário e todos sabemos disso — disse a deputada.</p>
<p>O deputado Enio Verri (PT-PR) também votou contra e afirmou que as mudanças refletem a fragilidade do teto de gastos.</p>
<p>— Assim como Paulo Guedes e Bolsonaro, por quatro vezes, extrapolaram o teto de gastos; assim como estamos discutindo votar ainda neste ano uma nova excepcionalização do teto; isso mostra a importância de revermos o teto de gastos — apontou Verri. </p>
<h3><strong>Bloqueio</strong></h3>
<p>Na terça-feira (22), o secretário especial do Tesouro e Orçamento, Esteves Colnago, anunciou um novo bloqueio no Orçamento de 2022, totalizando R$ 15,4 bilhões, para poder cumprir o teto de gastos. Ele disse que provavelmente o total de recursos da Lei Paulo Gustavo, de R$ 3,8 bilhões, não seria todo empenhado; mas que a legislação não permitia muitas mudanças nas despesas. O secretário também disse que todo ano a despesa total acaba ficando um pouco abaixo do teto porque as regras atuais não consideram os fluxos financeiros, mas apenas o caixa.</p>
<p>O deputado AJ Albuquerque argumentou ser necessário permitir ao governo programar despesas obrigatórias sem cancelar outras despesas, dada a situação crítica da execução orçamentária neste final de ano. Colnago citou dificuldades para a emissão de passaportes e para carros-pipa. O projeto permite ainda que a parcela não empenhada de despesas obrigatórias em 2022 seja utilizada para abertura de créditos.</p>
<p>Em relação aos restos a pagar de 2021, já havia sido permitido (<a class="external-link" href="http://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:2022-08-04;14435" target="_blank" title="" rel="noopener">Lei 14.435, de 2022</a>) que, para evitar o cancelamento de obra não executada pelo vencedor de uma licitação, a administração pública pudesse buscar o segundo colocado. Mas AJ Albuquerque afirmou que muitas vezes não há um segundo colocado e as obras poderiam ser simplesmente canceladas. Então, a ideia é prorrogar a possibilidade do contrato para 2023.</p>
<h3><strong>Créditos adicionais</strong></h3>
<p dir="ltr">A CMO também aprovou projetos de lei de créditos adicionais: crédito suplementar (<a class="external-link" href="http://www.congressonacional.leg.br/materias/pesquisa/-/materia/153119" target="_blank" title="" rel="noopener">PLN 7/2022</a>) de R$ 524 milhões para reforçar o Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) neste ano. Outros R$ 231,7 milhões (<a class="external-link" href="http://www.congressonacional.leg.br/materias/pesquisa/-/materia/154887" target="_blank" title="" rel="noopener">PLN 40/2022</a>) foram aprovados para investimentos no desenvolvimento de sistemas de inteligência penitenciária. Outros dois projetos de crédito suplementar (<a class="external-link" href="http://www.congressonacional.leg.br/materias/pesquisa/-/materia/154056" target="_blank" title="" rel="noopener">PLN 19/2022</a> e <a class="external-link" href="http://www.congressonacional.leg.br/materias/pesquisa/-/materia/152949" target="_blank" title="" rel="noopener">PLN 6/2022</a>) e um especial (<a class="external-link" href="http://www.congressonacional.leg.br/materias/pesquisa/-/materia/153120" target="_blank" title="" rel="noopener">PLN 8/2022</a>) destinam R$ 17 milhões para a Justiça Federal e a Justiça Eleitoral. Os projetos têm que ser analisados agora pelo Plenário do Congresso Nacional.</p>
<p dir="ltr"><a title="" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2022/11/23/cmo-aprova-receitas-do-orcamento-2023-com-r-1-2-bi-do-condecine" class="internal-link" target="_blank" rel="noopener">O relatório das receitas do Orçamento 2023 também foi aprovado pela CMO.</a></p>
<p><em>Com informações da Agência Câmara de Notícias</em></p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2022/11/24/cmo-aprova-regras-que-flexibilizam-teto-de-gastos-nas-despesas-orcamentarias-deste-ano#41cb1132-cc38-401a-a8e2-d9bf531d4df2" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Alessandro Vieira quer limitar exclusão das despesas com o Auxílio Brasil do Teto de Gastos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Nov 2022 21:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O senador Alessandro Vieira (PSDB-SE) apresentou uma proposta alternativa que limita até o ano que vem e em R$ 70 bilhões a exclusão de despesas do Teto de Gastos. Esse valor banca o Auxílio Brasil de R$ 600 e os R$ 150 por cada menor de 6 anos de idade. A PEC ainda determina que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O senador Alessandro Vieira (PSDB-SE) apresentou uma proposta alternativa que limita até o ano que vem e em R$ 70 bilhões a exclusão de despesas do Teto de Gastos. Esse valor banca o Auxílio Brasil de R$ 600 e os R$ 150 por cada menor de 6 anos de idade. A PEC ainda determina que o governo eleito apresente até julho de 2023 as novas regras em substituição ao Teto de Gastos. A proposta também preserva as receitas extras das universidades públicas e as doações para proteção do meio ambiente. A proposta precisa do apoio de 27 senadores parlamentares para começar a ser discutida.</p>
<p><audio preload="auto" src="https://www12.senado.leg.br/radio/@@audio/d3a1916c-722b-4d7a-bb4a-a930a31e01f6?download"></audio></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/audios/2022/11/alessandro-vieira-quer-limitar-exclusao-das-despesas-com-o-auxilio-brasil-do-teto-de-gastos#aac9a55e-076b-4115-84a7-c493c712d3a5" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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