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	<title>Arquivos desmonte - FATO MT</title>
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	<description>A notícia de Fato!</description>
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	<title>Arquivos desmonte - FATO MT</title>
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		<title>Polícia Federal prende foragido da Operação Desmonte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Mar 2023 22:45:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Campina Grande/PB &#8211; A Polícia Federal prendeu nesta terça feira, 21/3, um dos foragidos mais perigosos da Operação Desmonte. O criminoso foi preso no interior de Pernambuco e apresentado ao Juízo estadual de Campina Grande. Segundo as investigações, o preso atuava exclusivamente para o tráfico de armas, sendo o responsável por fazer o transporte dos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><b>Campina Grande/PB</b> &#8211; A Polícia Federal prendeu nesta terça feira, 21/3, um dos foragidos mais perigosos da Operação Desmonte. O criminoso foi preso no interior de Pernambuco e apresentado ao Juízo estadual de Campina Grande.</p>
<p style="text-align: justify">Segundo as investigações, o preso atuava exclusivamente para o tráfico de armas, sendo o responsável por fazer o transporte dos armamentos da organização criminosa oriundos de outros estados para a Paraíba.</p>
<p align="right"><i>Comunicação Social da Polícia Federal na Paraíba</i></p>
<p align="right"><i></i><em>Contato: (83) 3565-8490</em></p>
<p align="right"><span><em>E-mail: cs.srpb@pf.gov.b</em>r</span></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.gov.br/pf/pt-br/assuntos/noticias/2023/03/policia-federal-prende-foragido-da-operacao-desmonte#e3e41f6a-2e02-4cd3-ba05-66a37eded439" rel="noopener">Polícia Federal</a></p>
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		<title>Em balanço da CMA, Jaques Wagner exalta diálogo e resistência ao desmonte ambiental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Dec 2022 16:16:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[balan]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente da Comissão de Meio Ambiente (CMA), senador Jaques Wagner (PT-BA), ressaltou três estratégias do colegiado no biênio 2021-22, ao fazer um balanço dos trabalhos na reunião desta quarta-feira (14): &#8220;Resistência ao desmonte ambiental, diálogo com a sociedade civil brasileira e cooperação internacional sobre o clima&#8221;. Segundo ele, a comissão teve um papel relevante [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Comissão de Meio Ambiente (CMA), senador Jaques Wagner (PT-BA), ressaltou três estratégias do colegiado no biênio 2021-22, ao fazer um balanço dos trabalhos na reunião desta quarta-feira (14): &#8220;Resistência ao desmonte ambiental, diálogo com a sociedade civil brasileira e cooperação internacional sobre o clima&#8221;.</p>
<p>Segundo ele, a comissão teve um papel relevante na construção de &#8220;uma agenda para o Brasil que considere o tripé econômico, social e ambiental&#8221;. Ele enfatizou sua disposição, à frente da CMA, para negociar soluções consensuais, mesmo em temas que ele definiu como &#8220;conflituosos&#8221;.</p>
<p>— Gosto de dizer que na democracia ninguém sai com 100%, porque, se alguém sair com 100%, o outro sairá com zero. Eu acho que o esforço que a gente deve fazer é fugir da falsa dicotomia entre sustentabilidade e desenvolvimento. Ao contrário: o conceito moderno é exatamente desenvolvimento sustentável — afirmou.</p>
<p>Jaques Wagner citou, entre outras realizações da comissão, a deliberação de 41 matérias legislativas, tratando de temas como a assistência a populações atingidas por barragens (<a class="external-link" href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/138122" target="_blank" title="" rel="noopener">PL 2.788/2019</a>), os maus-tratos a animais (<a class="external-link" href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/152856" target="_blank" title="" rel="noopener">PL 4.206/2020</a>) e o desenvolvimento sustentável da caatinga (<a class="external-link" href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/125968" target="_blank" title="" rel="noopener">PL 222/2016</a>); a destinação de R$ 650 milhões em emendas no Orçamento da União para este ano; a realização de 37 audiências públicas; e a participação em duas conferências da ONU sobre mudanças climáticas, a COP 26, em Glasgow (Reino Unido), e a COP 27, em Sharm El-Sheikh (Egito).</p>
<p>Jaques Wagner agradeceu aos servidores da CMA e de seu gabinete e ao vice-presidente da comissão, senador Confúcio Moura (MDB-RO), pelo trabalho. O senador Jean Paul Prates (PT-RN) louvou o trabalho do presidente e do vice-presidente da CMA. Por sua vez, Confúcio e outros senadores, como Eliziane Gama (Cidadania-MA) e Esperidião Amin (PP-SC), elogiaram a atuação de Jean Paul na comissão.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2022/12/14/em-balanco-da-cma-jaques-wagner-exalta-dialogo-e-resistencia-ao-desmonte-ambiental#b3588bf8-fb21-4e55-b96c-de3e9f5128fe" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Relatório aponta desmonte de órgãos e grilagem na Amazônia com dados do CAR</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Nov 2022 19:40:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[amazonia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Até o fim de 2020, mais de 14 milhões de hectares de terras públicas estavam registrados ilegalmente como propriedade particular no Cadastro Ambiental Rural (CAR), sendo que 3,4 milhões de hectares já haviam sido desmatados. Os dados constam do relatório de avaliação da atual política pública de regularização ambiental e os impactos gerados pela ocupação ilegal [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Até o fim de 2020, mais de 14 milhões de hectares de terras públicas estavam registrados ilegalmente como propriedade particular no Cadastro Ambiental Rural (CAR), sendo que 3,4 milhões de hectares já haviam sido desmatados. Os dados constam do relatório de avaliação da atual política pública de regularização ambiental e os impactos gerados pela ocupação ilegal de áreas públicas na Amazônia Legal. De autoria do senador Fabiano Contarato (PT-ES), o texto foi aprovado na Comissão de Meio Ambiente (CMA) nesta terça-feira (1º) e será encaminhado à Mesa Diretora para divulgação.</p>
<p>O relatório, que teve origem em requerimento apresentado pela senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA), destaca ainda que o governo de Jair Bolsonaro promoveu uma ampla desorganização dos órgãos públicos ligados à defesa ambiental e à regularização fundiária, com destaque para a situação do Incra, a partir de cortes orçamentários e falhas na gestão do capital humano formado por seus servidores, além de ter desmobilizado ações ambientais que já estavam em processo de aperfeiçoamento. O documento, que apresenta algumas sugestões para o aprimoramento da política de regularização fundiária, também registra que o Brasil lidera o ranking entre os países que mais promovem desmatamentos ilegais desde a década de 1990.</p>
<p>O relatório ressalta que o CAR tem sido utilizado como um caminho certo para legitimar a grilagem em terras públicas em todo país, sobretudo na Amazônia, apesar de constituir um importante instrumento de monitoramento e regularização ambiental dos imóveis rurais.</p>
<p>“Por isso, a ligação entre a grilagem marcada pelo CAR e a retirada da floresta como meio de comprovar a posse sobre a terra, sem nenhum interesse imediato na produção ou no aproveitamento adequado da área, é um dos principais impulsionadores do desmatamento. Cerca de 66% dos casos ocorreram dentro do perímetro declarado ilegalmente como particular, segundo o Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia”, destaca o documento lido pelo presidente da CMA, senador Jaques Wagner (PT-BA).</p>
<h3><b>Registros sobrepostos</b></h3>
<p>Ao longo dos últimos anos, de acordo com o relatório da CMA, denúncias apontam que o Sistema Nacional de Cadastro Ambiental Rural tem recebido registros de propriedades ilegais em terras públicas destinadas e não destinadas. Trata-se de registros sobrepostos a Florestas Públicas Não-Destinadas (FPND), Terras Indígenas (TI) e Unidades de Conservação (UC) que não poderiam ser aceitos no sistema como propriedade privada ou mesmo posse legítima e, portanto, com direito de registro no CAR.</p>
<p>— Como o CAR é autodeclaratório, grileiros cadastram no sistema supostos imóveis rurais nas florestas públicas não destinadas, para simular um direito sobre a terra que eles não possuem, conforme a legislação atual. E o aumento da grilagem de terras é apenas uma das muitas consequências nefastas desse processo, que envolve corrupção, formação de quadrilha, trabalho escravo, violência contra povos indígenas, roubo de madeira e mineração ilegal — disse Wagner ao ler o relatório.</p>
<p>De acordo com o Laboratório de Inovação, Inteligência e Objetivos de Desenvolvimento Sustentável do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), foram identificados, a partir de dados do próprio Serviço Florestal Brasileiro (SFB), 2.789 cadastros sobrepostos a terras indígenas, somando mais de 380,5 mil hectares.</p>
<p>— É fundamental compreender como os filtros do CAR estão sendo operados, bem como quais ações devem ser tomadas para impedir cadastros em terras públicas não destinadas, comunicando à população, e às demais nações, como os cadastros realizados de maneira irregular serão suspensos ou regularizados — afirmou Wagner.</p>
<h3><b>Desmatamento</b></h3>
<p>Em 2004, foi lançado o Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal, cujos resultados foram positivos devido à articulação de três eixos temáticos: ordenamento fundiário e territorial; monitoramento e controle ambiental; e fomento às atividades produtivas sustentáveis.</p>
<p>Entre 2005 e 2014, deixaram de ser desmatados mais de 11 milhões de hectares ou 22 bilhões de árvores adultas, sendo considerada a maior contribuição de um único país para toda estratégia de mitigação de emissões de gases de efeito estufa no planeta. Houve uma redução na taxa anual de desmatamento de 82% em função da implantação efetiva do plano de ação.</p>
<p>Esse cenário mudou desde 2015, e uma das causas para a reversão da trajetória da década anterior foi o aumento progressivo nas taxas de desmatamento no bioma amazônico, particularmente em terras públicas, como resultado direto da grilagem para fins de especulação fundiária, ponto focal da atenção do relatório da CMA.</p>
<p>Durante a leitura do relatório, Wagner lembrou que o Brasil assumiu, perante mais de 100 países na Cúpula do Clima das Nações Unidas (COP26), realizada em 2021 em Glasgow, na Escócia, o compromisso de zerar o desmatamento ilegal até 2028 e reduzir em 50% as emissões de gases de efeito estufa até 2030, por meio de ações coletivas para deter e reverter a perda florestal e a degradação do solo.</p>
<p>— Entretanto, existe um movimento que pretende desconstruir a função precípua dos programas de regularização fundiária, os quais devem ser utilizados para reconhecer situações de fato consolidadas há muitos anos. Em lugar de empreender e aplicar a legislação em vigor, o governo federal e sua base parlamentar na Câmara e no Senado insistem em flexibilizá-la para facilitar a regularização de médias e grandes propriedades, quando deveria implementar a legislação vigente para viabilizar a entrega de títulos de terra para as ocupações antigas de pequenos posseiros, que correspondem a mais de 90% dos beneficiários na fila da regularização fundiária — disse o presidente da CMA.</p>
<h3><b>Política fundiária</b></h3>
<p>De acordo com o relatório da CMA, um dos maiores exemplos de paralisia no Incra foi o abandono da política fundiária de territórios quilombolas.</p>
<p>— Lamentavelmente, percebemos fortes indicações de preconceito institucional, pois, enquanto o governo investe e comemora titulação precária de lotes de assentamentos, a regularização de territórios quilombolas sobrevive à míngua de recursos orçamentários e humanos. Portanto, corrigir esse rumo não é apenas questão de gestão, mas, principalmente, de resgate da dignidade e dos direitos fundamentais da população quilombola. A política de regularização fundiária precisa ser retomada e impulsionada no Brasil, mas sem que para isso estimule práticas predatórias, como a ocupação de áreas com vegetação nativa e desmatamento ilegal — destacou Wagner.</p>
<p>O relatório recomenda que o Congresso Nacional, além de legislar, fiscalize o Executivo na implementação da legislação vigente e avalie a efetividade da legislação, antes mesmo de promover sua alteração, propondo medidas corretivas e de aprimoramento da política. De acordo com o documento, é necessária e urgente a análise da regularização fundiária como política pública, avaliando também sua interface com o controle e regularização ambiental e com a prevenção e redução de desmatamentos ilegais na Amazônia.</p>
<p>— Terras públicas devem ser destinadas para finalidades de interesse público, como reforma agrária, criação e implementação de unidades de conservação da natureza, reconhecimento de terras indígenas e de quilombolas, concessão florestal, estratégias de segurança nacional, ou até mesmo para pequenos produtores rurais em ocupações antigas e em fase de consolidação, em áreas apropriadas para o desenvolvimento agropecuário — afirmou Jaques Wagner.</p>
<h3><b>Diálogo salutar</b></h3>
<p>No início da reunião remota da CMA, Jaques Wagner comentou o resultado das eleições de domingo (30) e disse estar “esperançoso” em relação ao governo do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva, no que diz respeito à questão ambiental.</p>
<p>— Na condição de presidente da CMA, sinto-me esperançoso com o próximo governo. O compromisso do presidente eleito foi claro na trajetória dessa campanha. Não tenho dúvida de que teremos ambiente de diálogo mais salutar entre as duas Casas do Congresso. Logo voltaremos à tranquilidade total e me congratulo com todos os colegas, independentemente de posição.</p>
<p>Na festa da democracia, os eleitores depositaram esperança no próximo governo. Foi uma disputa apertada, o que mostra que o próximo presidente terá que ter capacidade de diálogo muito grande e, para isso, pretendo, na condição de senador, contribuir para que tudo isso possa acontecer, e que o Brasil volte a estar na constelação internacional, particularmente na questão do meio ambiente e na questão social – concluiu o presidente da CMA.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2022/11/01/relatorio-aponta-desmonte-de-orgaos-e-grilagem-na-amazonia-com-dados-do-car#3ebc7607-a2e5-4676-b2e1-861cb3c1c4cb" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Desmonte da política ambiental é entrave para economia, dizem especialistas</title>
		<link>https://fatomt.com.br/desmonte-da-politica-ambiental-e-entrave-para-economia-dizem-especialistas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jun 2022 18:06:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[ambiental]]></category>
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		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma economia sustent&#225;vel, calcada na sociobiodiversidade, tem como entraves a falta de pol&#237;ticas p&#250;blicas de incentivo e o desmonte dos &#243;rg&#227;os de defesa do meio ambiente e de defesa dos povos tradicionais. Esse foi o alerta feito por especialistas e senadores que participaram, nesta quarta-feira (22), de audi&#234;ncia p&#250;blica da Comiss&#227;o de Meio Ambiente (CMA) [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.0 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/REC-html40/loose.dtd"><br />
<html><body></p>
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<p>Uma economia sustent&aacute;vel, calcada na sociobiodiversidade, tem como entraves a falta de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas de incentivo e o desmonte dos &oacute;rg&atilde;os de defesa do meio ambiente e de defesa dos povos tradicionais. Esse foi o alerta feito por especialistas e senadores que participaram, nesta quarta-feira (22), de audi&ecirc;ncia p&uacute;blica da Comiss&atilde;o de Meio Ambiente (CMA) sobre o tema.&nbsp;</p>
<p>O senador Fabiano Contarato (PT-ES), respons&aacute;vel por coordenar o debate, manifestou preocupa&ccedil;&atilde;o com o atual momento pol&iacute;tico e social pelo qual passa o Brasil. Para ele, h&aacute; uma demonstra&ccedil;&atilde;o de interesse claro do governo Bolsonaro em exterminar as popula&ccedil;&otilde;es ind&iacute;genas e invadir seus territ&oacute;rios, dificultando o desenvolvimento de atividades de extra&ccedil;&atilde;o, produ&ccedil;&atilde;o e progresso da economia da sociobiodiversidade.&nbsp;</p>
<p>&mdash; Os povos tradicionais, as comunidades tradicionais, comunidades quilombolas, comunidades ind&iacute;genas que s&atilde;o verdadeiros defensores do meio ambiente, eles est&atilde;o fazendo o papel do Estado, mas est&atilde;o sendo dizimados, n&atilde;o tem outra palavra. Est&atilde;o sendo dizimados com pol&iacute;ticas antiambientalistas, antivida, porque defender meio ambiente &eacute; defender toda a qualquer forma de vida &mdash; declarou.&nbsp;</p>
<p>A cr&iacute;tica foi refor&ccedil;ada pelo autor do requerimento para realiza&ccedil;&atilde;o da audi&ecirc;ncia p&uacute;blica, senador Jaques Wagner (PT-BA), que preside a CMA. O senador afirmou que &#8220;os povos tradicionais est&atilde;o sendo golpeados todos os dias por um governo da morte&#8221;.&nbsp;</p>
<h3><strong>Interdepend&ecirc;ncia</strong></h3>
<p>A professora e pesquisadora da UnB, M&ocirc;nica Nogueira explicou que a principal caracter&iacute;stica dessa economia sustent&aacute;vel &eacute; a rela&ccedil;&atilde;o de interdepend&ecirc;ncia entre a diversidade biol&oacute;gica e a diversidade de sistemas socioculturais de uma regi&atilde;o. Dessa rela&ccedil;&atilde;o, explicou, resultam bens e servi&ccedil;os, mat&eacute;rias primas ou benef&iacute;cios, gerados a partir de recursos dessa biodiversidade que tem cada vez mais ganhado valor, internacionalmente, por sua sustentabilidade. Exemplos disso s&atilde;o os modos de produ&ccedil;&atilde;o e de vida de povos ind&iacute;genas, comunidades quilombolas, comunidades tradicionais diversas, como geraizeiros (popula&ccedil;&atilde;o do norte de Minas Gerais), ribeirinhos, extrativistas da Amaz&ocirc;nia, quebradeiras de coco, catadoras de mangaba entre outros.&nbsp;</p>
<p>No entanto, o que a especialista classificou de &ldquo;economia da vida para a vida&rdquo; enfrenta como principais entraves, segundo ela, o acesso &agrave; terra, a inseguran&ccedil;a dos povos tradicionais e o apag&atilde;o de dados.&nbsp;</p>
<p>&mdash; N&oacute;s temos uma fragmenta&ccedil;&atilde;o, uma dispers&atilde;o das informa&ccedil;&otilde;es relativas a povos e comunidades tradicionais no Brasil, seus territ&oacute;rios, os conflitos a que est&atilde;o submetidos. E, ainda mais, sobre o que produzem, como a sua produ&ccedil;&atilde;o circula, como ela dinamiza a economia local, quando ela alcan&ccedil;a ciclos, em que circunst&acirc;ncias se alcan&ccedil;am os ciclos longos de comercializa&ccedil;&atilde;o, o quanto gera de renda, como incide tamb&eacute;m na seguran&ccedil;a alimentar dessas fam&iacute;lias e das fam&iacute;lias que afinal consomem tamb&eacute;m esses produtos. O apag&atilde;o de informa&ccedil;&atilde;o naturalmente dificulta a elabora&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas apropriadas que considerem as especificidades da economia da sociobiodiversidade. E pior, marginaliza essa economia e os seus sujeitos. Ent&atilde;o h&aacute; algo como uma sugest&atilde;o de que esse apag&atilde;o de informa&ccedil;&atilde;o &eacute; tamb&eacute;m intencional, dificultando enormemente que essa economia realmente componha a estrat&eacute;gia de desenvolvimento do Brasil &mdash; disse M&ocirc;nica Nogueira.</p>
<h3><strong>Guardi&otilde;es da floresta</strong></h3>
<p>Para o secret&aacute;rio geral do Conselho Nacional das Popula&ccedil;&otilde;es Extrativistas (CNS), Dione do Nascimento Torquato, n&atilde;o se pode falar de&nbsp; economia da sociobiodiversidade se n&atilde;o trabalhar pela preserva&ccedil;&atilde;o e prote&ccedil;&atilde;o dos territ&oacute;rios tradicionais de uso coletivo, pela valoriza&ccedil;&atilde;o do modo de vida dos guardi&otilde;es da floresta, do campo e das &aacute;guas. Ele classificou o atual momento como &ldquo;sombrio&rdquo; e desfavor&aacute;vel a agenda ambiental, o que, na sua vis&atilde;o, tem gerado aumento dos conflitos territoriais fundi&aacute;rios, morte de lideran&ccedil;as ativistas no campo e a invas&atilde;o massiva desses territ&oacute;rios, em especial, as reservas extrativistas e os territ&oacute;rios ind&iacute;genas.&nbsp;</p>
<p>Sem olhar para essa quest&atilde;o, avalia Dione Torquato, torna-se dif&iacute;cil fazer com que a economia da sociobiodiversidade assuma o papel, inclusive, de combate a fome e a pobreza.</p>
<p>&mdash;&nbsp; O pa&iacute;s precisa de uma solu&ccedil;&atilde;o urgente vi&aacute;vel. N&atilde;o podemos excluir historicamente aqueles que j&aacute; s&atilde;o oprimidos. E n&atilde;o podemos criminalizar aqueles que j&aacute; s&atilde;o vistos como vulner&aacute;veis. Fortalecer&nbsp; a economia da sociobiodiversidade por meio de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas como o PAA, PNAE, PGMbio, &eacute; uma forma de garantir a floresta em p&eacute;, fortalecendo o processo de gest&atilde;o e governan&ccedil;a territorial e a valoriza&ccedil;&atilde;o sociocultural &mdash;&nbsp; defendeu, referindo-se ao Programa Nacional de Alimenta&ccedil;&atilde;o Escolar (PNAE), o Programa de Aquisi&ccedil;&atilde;o de Alimentos (PAA) e &agrave;&nbsp;<span>Pol&iacute;tica de Garantia de Pre&ccedil;os M&iacute;nimos para os Produtos da Sociobiodiversidade&nbsp;</span><span>(PGPM</span><span>-Bio)</span>.</p>
<h3><b>Investimentos e inova&ccedil;&otilde;es&nbsp;</b></h3>
<p>O pesquisador e especialista sobre socibiodiversidade, Ricardo Abramovay que dirigiu, com mais dez pesquisadores, inclusive da Embrapa, um cap&iacute;tulo para o painel cient&iacute;fico para a Amaz&ocirc;nia no &acirc;mbito das Na&ccedil;&otilde;es Unidas, disse que os mercados da sociobiodiversidade s&atilde;o muito incompletos e imperfeitos no Brasil. Para ele, &eacute; preciso organizar toda a cadeia, munir de infraestrutura as regi&otilde;es de floresta, como no caso da Amaz&ocirc;nia e do Cerrado, e investir no conhecimento cient&iacute;fico e tecnol&oacute;gico da natureza de forma sustent&aacute;vel. &nbsp;</p>
<p>&mdash;&nbsp; N&oacute;s precisamos para que esse empreendedorismo seja fortalecido rediscutirmos a quest&atilde;o da infraestrutura da Amaz&ocirc;nia. A infraestrutura para uso sustent&aacute;vel socioambiental florestal exige internet de qualidade, energia, mobilidade, industrializa&ccedil;&atilde;o local dos produtos da sociobiodiversidade florestal e, sobretudo, condi&ccedil;&otilde;es de vida digna para os povos que exploram essa sociobiodiversidade &mdash; argumentou Abramovay.&nbsp;</p>
<p>Ele ainda alertou para o fato de que essa cadeia precisa envolver os grandes centros como mercado consumidor, o que &eacute; quase inexistente no Brasil.&nbsp;</p>
<p>&mdash; Dos 374 empreendimentos comunit&aacute;rios analisados em 2020 pela Conexos, apenas 20% processam e beneficiam seus produtos. N&oacute;s precisamos incrementar esse beneficiamento. A consequ&ecirc;ncia disso &eacute; que Bel&eacute;m &eacute; uma cidade em que dois ter&ccedil;os da alimenta&ccedil;&atilde;o vem de outras regi&otilde;es do pa&iacute;s. Quando poderiam ser produzidos localmente &mdash; acrescentou.&nbsp;</p>
<h3><strong>Inova&ccedil;&atilde;o</strong></h3>
<p>A mesma observa&ccedil;&atilde;o foi feita pelo coordenador do Instituto Socioambiental (ISA) e Membro do &Oacute;SocioBio, Jeferson Straatmann. Ele defendeu a inova&ccedil;&atilde;o por meio da valoriza&ccedil;&atilde;o da economia da sociobidiversidade, mantendo a floresta em p&eacute;.</p>
<p>&mdash;&nbsp; S&atilde;o economias que produzem muito mais que insumos para as empresas, a gente precisa sair dessa l&oacute;gica de provedores de insumos para a l&oacute;gica de economias que inovam a partir do conhecimento tradicional. S&atilde;o desenvolvedoras de tecnologias e solu&ccedil;&otilde;es para a sa&uacute;de, moda, alimenta&ccedil;&atilde;o, governan&ccedil;a e gest&atilde;o territorial, modelos econ&ocirc;micos, manejo e s&atilde;o prestadoras de servi&ccedil;o e entregam benef&iacute;cios ecossist&ecirc;micos para todo o planeta &mdash; afirmou.&nbsp;</p>
<h3><b>Gargalos</b></h3>
<p>Dionete Figueiredo, que &eacute; agricultora familiar e administra a cooperativa Copabase, relatou as dificuldades enfrentadas por essas comunidades na produ&ccedil;&atilde;o, extra&ccedil;&atilde;o e oferta dos seus produtos no mercado. Com a experi&ecirc;ncia de auxiliar 300 fam&iacute;lias que trabalham com o extrativismo sustent&aacute;vel da castanha de baru, em Minas Gerais, ela lamentou a falta de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas que possibilitem f&aacute;cil acesso ao cr&eacute;dito, assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica e a&ccedil;&otilde;es governamentais menos burocr&aacute;ticas de compra desses produtos.</p>
<p>&mdash; Porque &agrave;s vezes a gente tem um avan&ccedil;o em mostrar que o Baru &eacute; um produto &uacute;nico no mundo. E a&iacute; l&aacute; fora as pessoas querem comprar, mas n&atilde;o temos aqui os meios para organizar essa produ&ccedil;&atilde;o, para ajudar a esses extrativistas a se capacitarem. A entenderem esse processo de regras sanit&aacute;rias, eles n&atilde;o entendem nada disso. Eles n&atilde;o sabem que n&atilde;o podem usar o saco de ra&ccedil;&atilde;o porque eles s&atilde;o acostumados, e eles compram ra&ccedil;&atilde;o para colocar um produto que &eacute; agroecol&oacute;gico, que &eacute; da sociobiodiversidade e a gente, num esfor&ccedil;o, com o apoio de v&aacute;rias organiza&ccedil;&otilde;es, tenta manter uma equipe de t&eacute;cnicos multidisciplinares para fazer esse trabalho de apoio aos agricultores, as comunidades, aos quilombolas. Ajud&aacute;-los na gest&atilde;o dos processos, na organiza&ccedil;&atilde;o de tanta burocracia de nota fiscal, de log&iacute;stica, &eacute; combust&iacute;vel que sobe todo dia e a&iacute; a gente j&aacute; nem sabe mais como segura as planilhas de custo. E o mercado &eacute; cruel, ele n&atilde;o d&aacute; espa&ccedil;o para erro &mdash; detalhou.&nbsp;</p>
<p>De acordo com Dionete Figueiredo, a cooperativa movimentou no ano passado quase 17 toneladas de castanha de baru, e 50% dessa produ&ccedil;&atilde;o foi consumida pelo mercado nacional.&nbsp;</p>
<p class="text-muted"><small>Ag&ecirc;ncia Senado (Reprodu&ccedil;&atilde;o autorizada mediante cita&ccedil;&atilde;o da Ag&ecirc;ncia Senado)</small></p>
</div>
<div id="infocoweb_rodape" class="infocoweb_rodape">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2022/06/22/desmonte-da-politica-ambiental-e-entrave-para-economia-dizem-especialistas#263" rel="noopener">Ag&ecirc;ncia Senado</a></div>
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		<title>Para Kajuru, Executivo patrocina o desmonte dos órgãos ambientais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jun 2022 22:06:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[desmonte]]></category>
		<category><![CDATA[executivo]]></category>
		<category><![CDATA[kajuru]]></category>
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<p>O senador Jorge Kajuru (Podemos-GO) disse, em pronunciamento, nesta segunda-feira (13), que as autoridades brasileiras ter&atilde;o de esclarecer ao mundo o &ldquo;prov&aacute;vel assassinato&rdquo; do indigenista Bruno Ara&uacute;jo Pereira e do jornalista ingl&ecirc;s Dom Phillips, desaparecidos h&aacute; mais de uma semana na regi&atilde;o do Vale do Javari, no Amazonas.</p>
<p>Para o senador, al&eacute;m do esclarecimento desse caso, as autoridades ter&atilde;o de explicar, tamb&eacute;m, por que desconsideraram todas as correspond&ecirc;ncias com&nbsp;den&uacute;ncias de irregularidades na regi&atilde;o amaz&ocirc;nica, enviadas&nbsp;pela Uni&atilde;o dos Povos Ind&iacute;genas do Javari ao Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal (MPF), &agrave; Pol&iacute;cia Federal, &agrave; Funda&ccedil;&atilde;o Nacional do &Iacute;ndio (Funai) e &agrave; For&ccedil;a Nacional de Seguran&ccedil;a P&uacute;blica. Em sua opini&atilde;o, o governo federal n&atilde;o atuou efetivamente na pol&iacute;tica ambiental do Pa&iacute;s.</p>
<p>&nbsp;&mdash;&nbsp;&Eacute; quase o resultado de uma pol&iacute;tica caracterizada pelo desmonte dos &oacute;rg&atilde;os ambientais e pela leni&ecirc;ncia com madeireiros, grileiros e garimpeiros ilegais, que proliferam na Amaz&ocirc;nia &mdash;&nbsp;afirmou.</p>
<h3><b>C&acirc;mara Consultiva</b></h3>
<p>Kajuru tamb&eacute;m citou a decis&atilde;o do governo federal que instituiu a C&acirc;mara Consultiva Tem&aacute;tica &ldquo;para avaliar dados sobre desmatamento e inc&ecirc;ndios florestais&rdquo;. De acordo com o senador, o objetivo desse colegiado pretendido pelo Executivo &eacute; &#8220;diferenciar crimes ambientais de outras atividades, utilizando bases de dados oficiais j&aacute; existentes&#8221;.</p>
<p>&nbsp;&mdash;&nbsp;O curioso &eacute; que a essa C&acirc;mara, coordenada pelo Minist&eacute;rio do Meio Ambiente, ter&aacute; representantes da Agricultura, da Defesa, da Economia e da Justi&ccedil;a, mas n&atilde;o inclui profissionais do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renov&aacute;veis (Ibama), do Instituto Chico Mendes de Conserva&ccedil;&atilde;o da Biodiversidade (ICMBio) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Ser&aacute; que se camufla a&iacute; alguma tentativa oficial de maquiar n&uacute;meros relativos ao desmatamento &agrave;s v&eacute;speras da elei&ccedil;&atilde;o?&rdquo; &mdash; questionou.&nbsp;</p>
<p class="text-muted"><small>Ag&ecirc;ncia Senado (Reprodu&ccedil;&atilde;o autorizada mediante cita&ccedil;&atilde;o da Ag&ecirc;ncia Senado)</small></p>
</div>
<div id="infocoweb_rodape" class="infocoweb_rodape">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2022/06/13/para-kajuru-executivo-patrocina-o-desmonte-dos-orgaos-ambientais#263" rel="noopener">Ag&ecirc;ncia Senado</a></div>
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		<title>Operação Desmonte 5 combate os crimes de lavagem de dinheiro, organização criminosa e tráfico de drogas no PI</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jun 2022 13:05:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[combate]]></category>
		<category><![CDATA[crimes]]></category>
		<category><![CDATA[desmonte]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Parna&#237;ba/PI &#8211; A For&#231;a-Tarefa de Seguran&#231;a P&#250;blica no Piau&#237; (FTSP PHB PI) deflagrou nesta ter&#231;a-feira (7/06) a Opera&#231;&#227;o Desmonte 5, com o objetivo de combater os crimes de lavagem de dinheiro, organiza&#231;&#227;o criminosa e tr&#225;fico de drogas praticados por grupos que atuam na regi&#227;o norte do estado do Piau&#237;. Foram cumpridos 49 mandados judiciais, sendo [&#8230;]</p>
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<p style="text-align: justify">Parna&iacute;ba/PI &#8211; A For&ccedil;a-Tarefa de Seguran&ccedil;a P&uacute;blica no Piau&iacute; (FTSP PHB PI) deflagrou nesta ter&ccedil;a-feira (7/06) a Opera&ccedil;&atilde;o Desmonte 5, com o objetivo de combater os crimes de lavagem de dinheiro, organiza&ccedil;&atilde;o criminosa e tr&aacute;fico de drogas praticados por grupos que atuam na regi&atilde;o norte do estado do Piau&iacute;.</p>
<p style="text-align: justify">Foram cumpridos 49 mandados judiciais, sendo 13 de pris&atilde;o tempor&aacute;ria e 36 de busca e apreens&atilde;o nos munic&iacute;pios de Parna&iacute;ba/PI, Cocal/PI e Camocim/CE.</p>
<p style="text-align: justify">A a&ccedil;&atilde;o policial &eacute; uma continuidade das investiga&ccedil;&otilde;es desenvolvidas pela For&ccedil;a-Tarefa durante os anos de 2021 e 2022, a partir da an&aacute;lise de documentos que apontam a compra de ve&iacute;culos e im&oacute;veis com dinheiro de origem criminosa, al&eacute;m da movimenta&ccedil;&atilde;o de valores e utiliza&ccedil;&atilde;o de terceiros para registro de patrim&ocirc;nio il&iacute;cito.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify">Participaram do cumprimento dos mandados 200 policiais, todos integrantes das for&ccedil;as de seguran&ccedil;a que comp&otilde;em a FTSP-PHB.</p>
<p style="text-align: justify">A FTSP-PHB, seguindo o modelo proposto pela Secretaria de Opera&ccedil;&otilde;es Integradas (SEOPI/MJSP), &eacute; composta pela Pol&iacute;cia Federal, Pol&iacute;cia Civil, Pol&iacute;cia Militar, Pol&iacute;cia Rodovi&aacute;ria Federal e Pol&iacute;cia Penal.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify">Den&uacute;ncias sobre atua&ccedil;&atilde;o de fac&ccedil;&otilde;es criminosas, foragidos da Justi&ccedil;a, tr&aacute;fico de drogas e outros crimes podem ser encaminhadas, de forma an&ocirc;nima, ao endere&ccedil;o eletr&ocirc;nico: bit.ly/denunciapcphb.&nbsp;</p>
<p style="text-align: right">Comunica&ccedil;&atilde;o Social da Pol&iacute;cia Federal no Piau&iacute;</p>
<p style="text-align: right">Contato: (86) 3089-9960/99451-8529</p>
<p style="text-align: right">E-mail: cs.srpi@pf.gov.br</p>
</div>
</div>
<div id="infocoweb_rodape" class="infocoweb_rodape">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.gov.br/pf/pt-br/assuntos/noticias/2022/06/operacao-desmonte-5-combate-os-crimes-de-lavagem-de-dinheiro-organizacao-criminosa-e-trafico-de-drogas-no-pi#263" rel="noopener">Pol&iacute;cia Federal</a></div>
</div>
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		<title>Senadores apontam desmonte de órgãos de proteção a indígenas em Roraima</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 May 2022 15:35:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[desmonte]]></category>
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		<category><![CDATA[prote]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Senadores e deputados foram a Roraima nesta semana para averiguar den&#250;ncias de viol&#234;ncia contra ind&#237;genas. Eles apontaram desarticula&#231;&#227;o das a&#231;&#245;es em defesa dos povos ianom&#226;mi ao ouvirem, em Boa Vista, representantes da Funda&#231;&#227;o Nacional do &#205;ndio (Funai), da Secretaria Especial de Sa&#250;de Ind&#237;gena (Sesai), do Instituto&#160;Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) e do Instituto Chico Mendes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.0 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/REC-html40/loose.dtd"><br />
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<p style="text-align: justify">Senadores e deputados foram a Roraima nesta semana para averiguar den&uacute;ncias de viol&ecirc;ncia contra ind&iacute;genas. Eles apontaram desarticula&ccedil;&atilde;o das a&ccedil;&otilde;es em defesa dos povos ianom&acirc;mi ao ouvirem, em Boa Vista, representantes da Funda&ccedil;&atilde;o Nacional do &Iacute;ndio (Funai), da Secretaria Especial de Sa&uacute;de Ind&iacute;gena (Sesai), do Instituto&nbsp;Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) e do Instituto Chico Mendes de Conserva&ccedil;&atilde;o da Biodiversidade (ICMBio). Parlamentares conclu&iacute;ram que o governo n&atilde;o tem interesse em sanar conflitos em terras ind&iacute;genas e nem garantir prote&ccedil;&atilde;o aos povos origin&aacute;rios. Eles v&atilde;o elaborar relat&oacute;rio com as conclus&otilde;es da dilig&ecirc;ncia.</p>
<p><audio preload="auto" src="https://www12.senado.leg.br/radio/@@audio/869033f6-191f-40cc-b754-94ea8ed7025b?download"></audio></p>
</div>
<div id="infocoweb_rodape" class="infocoweb_rodape">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/audios/2022/05/senadores-apontam-desmonte-de-orgaos-de-protecao-a-indigenas-em-roraima#263" rel="noopener">Ag&ecirc;ncia Senado</a></div>
</div>
<p><script src="https://gestor.infocoweb.com.br/analytics_content.js?a=263&amp;b=1167617&amp;c=7179522"></script></body></html></p>
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		<title>Estudo indica desmonte na saúde, educação e habitação, relata senadora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Apr 2022 20:50:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[desmonte]]></category>
		<category><![CDATA[educa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A senadora Zenaide Maia (Pros-RN) comentou estudo do Instituto de Estudos Socioecon&#244;micos (Inesc) sobre o Or&#231;amento de 2021, que revela um desmonte das pol&#237;ticas p&#250;blicas nas &#225;reas de educa&#231;&#227;o, sa&#250;de e habita&#231;&#227;o. Fonte: Ag&#234;ncia Senado</p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/estudo-indica-desmonte-na-saude-educacao-e-habitacao-relata-senadora/">Estudo indica desmonte na saúde, educação e habitação, relata senadora</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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<p style="text-align: justify">A senadora Zenaide Maia (Pros-RN) comentou estudo do Instituto de Estudos Socioecon&ocirc;micos (Inesc) sobre o Or&ccedil;amento de 2021, que revela um desmonte das pol&iacute;ticas p&uacute;blicas nas &aacute;reas de educa&ccedil;&atilde;o, sa&uacute;de e habita&ccedil;&atilde;o.</p>
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<div id="infocoweb_rodape" class="infocoweb_rodape">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/audios/2022/04/estudo-indica-desmonte-na-saude-educacao-e-habitacao-relata-senadora#263" rel="noopener">Ag&ecirc;ncia Senado</a></div>
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