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	<title>Arquivos dependencia - FATO MT</title>
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	<title>Arquivos dependencia - FATO MT</title>
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		<title>O que é a dependência emocional abordada em &#8220;Mulheres Apaixonadas&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jun 2023 19:46:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[abordada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reprodução Heloisa sofre de dependência emocional do marido, Sergio Atualmente está sendo reprisada na Globo a novela Mulheres Apaixonadas, no Vale a Pena Ver de Novo. Exibida originalmente há 20 anos, a trama traz diversos temas que são debatidos até hoje na sociedade, principalmente a dependência emocional. Com isso, a psicóloga Maria Rafart traz como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="gd6 noticiaFloat">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative"> <span> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/c5/tg/k0/c5tgk0wb5eznhw6ageh325yk8.jpg" alt="mulheres apaixonadas"> </span><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Reprodução</cite> </p>
<p>Heloisa sofre de dependência emocional do marido, Sergio </p>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Atualmente está sendo reprisada na Globo a novela Mulheres Apaixonadas, no Vale a Pena Ver de Novo. Exibida originalmente há 20 anos, a trama traz diversos temas que são debatidos até hoje na sociedade, principalmente a dependência emocional. Com isso, a psicóloga Maria Rafart traz como exemplo a personagem da atriz Giulia Gam, Heloisa, explicando sobre essa dependência.</p>
<p class=""> <strong>Entre no  <a href="https://t.me/iGDelas" data-mce-href="https://t.me/iGDelas">canal do iG Delas no Telegram</a> e fique por dentro de todas as notícias sobre beleza, moda, comportamento, sexo e muito mais!</strong> </p>
<p>De acordo com a psicóloga, em 2003, ano em que a novela foi ao ar, não se usava habitualmente a expressão “Dependência Emocional”, como usamos hoje. Falava-se em “mulheres que amam demais”, para identificar comportamentos de subserviência e de aceitação de violência doméstica por parte de mulheres.</p>
<p>“Hoje, com o conceito de dependência emocional mais solidificado, podemos falar de um conjunto de comportamentos que fazem com que alguém aceite o inaceitável num relacionamento amoroso. Geralmente o dependente emocional encontra-se num nível hierárquico abaixo do parceiro, e por isso, se submete a ele”, explicou a profissional.</p>
<p>Segundo Rafart, caiu por terra também o mito de que apenas mulheres dependentes financeiramente de seus maridos seriam dependentes emocionais, na medida em que ainda hoje se observam estes comportamentos em todos os tipos de pessoas, inclusive naquelas que possuem sua independência financeira e um bom padrão intelectual.</p>
<p>A especialista explica que a raiz da dependência emocional está em dois lugares: no mundo interno e também no mundo social. Uma infância desenhada com um apego inseguro gerará um adulto inseguro, e consequentemente, mais suscetível a ser dependente emocionalmente.</p>
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<p>“Heloisa, com seu ciúme e controle obsessivo, representa este tipo de pessoa eternamente insegura. O mundo externo, ou o social, atinge as mulheres em cheio: são aquelas ideias pré-concebidas de que mulheres devem casar, que precisam ser cuidadoras, que estar sozinha é ruim… E é por isso que temos um número muito maior de mulheres dependentes emocionais do que de homens”, completou.  </p>
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<p> <br data-mce-bogus="1"> </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2023-06-01/dependencia-emocional--mulheres-apaixonadas.html#72a1c809-e226-44e8-b37a-36f4ccfac49f" rel="noopener">Mulher</a></p>
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		<title>Encontro Umanizzare &#8211; Dependência química será discutida em encontro no Judiciário mato-grossense</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Apr 2023 20:15:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[dependencia]]></category>
		<category><![CDATA[discutida]]></category>
		<category><![CDATA[encontro]]></category>
		<category><![CDATA[judiciario]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 5 de maio, das 8h às 12h15, a Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT) realiza o primeiro encontro sobre dependência química e seus dependentes, intitulado “Umanizzare – Justiça e Alteridade”. O convidado é consultor em dependência química pelo Departamento Estadual de Investigações sobre Entorpecentes (Denarc &#8211; SSP/SP) Arlem Maffra, autor dos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://esmagis-mc.tjmt.jus.br/esmagis-arquivos-prod/cms/Convite_Umanizzare_3d283cd773.jpg" width="300" height="200" align="left" alt="">No dia 5 de maio, das 8h às 12h15, a Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT) realiza o primeiro encontro sobre dependência química e seus dependentes, intitulado “Umanizzare – Justiça e Alteridade”. O convidado é consultor em dependência química pelo Departamento Estadual de Investigações sobre Entorpecentes (Denarc &#8211; SSP/SP) Arlem Maffra, autor dos livros “Mais forte que o crack”, “Droga” e “Uma vida para recomeçar”.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">A ação pedagógica tem como público-alvo magistrados(as), assessores(as), servidores(as), integrantes do Ministério Público, Defensoria Pública, Ordem dos Advogados do Brasil, Tribunal de Contas, estudantes e demais operadores do Direito. Em relação aos magistrados e magistradas, a iniciativa visa capacitá-los na concepção do outro, a fim de que haja reflexos na atividade judicante. </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Segundo explica o coordenador do projeto, juiz Antônio Veloso Peleja Junior, o projeto Umanizzare tem a finalidade de discutir Justiça e Alteridade para a compreensão da face do outro em um mundo complexo, no intuito de evidenciar o aspecto humano e vulnerável dos grupos marginalizados e excluídos, como os drogaditos, população de rua, população carcerária, quilombolas, indígenas, dentre outros. </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">“Cumpre ao poder público lutar contra a invisibilidade social que relega muitas dessas pessoas ao absenteísmo estatal, à própria incompreensão de ser humano titular de direitos. Os magistrados e as magistradas, na precípua função julgadora, vivenciam na prática a situação demonstrada nas inúmeras causas submetidas ao julgamento. É necessário um olhar diferenciado na atividade judicante e sensibilidade às mazelas vivenciadas por parte de nossa sociedade”, asseverou o magistrado.</span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Além do depoimento de Arlem Maffra sobre a pedagogia da prevenção ao uso de álcool e drogas na adolescência, e a abordagem de temas como dependência, tratamento e recuperação, haverá debates sobre internação compulsória (saúde e integridade da família) e encarceramento (saúde e integridade do usuário).</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">A atividade será ofertada de maneira presencial, na sede da Esmagis-MT. </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><a href="https://forms.gle/3JaGWxh5jMwWWJpy9">Clique neste link para se inscrever.</a></span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial;font-size: 10pt"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Conheça a programação:</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial;font-size: 10pt"><img decoding="async" src="https://esmagis-mc.tjmt.jus.br/esmagis-arquivos-prod/cms/Cortaz_Umanizzare_8203b72361.jpeg" width="182" height="300" align="left" alt=""> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (65) 3617-3844 ou pelo e-mail esmagis@tjmt.jus.br . </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Banner colorido, em tons de marrom e vermelho, com informações sobre o encontro. Na parte superior está a fotografia de um homem com a cabeça abaixada sobre uma mesa e as mãos sobre a cabeça. Abaixo, imagem de drogas variadas. Sobre essas fotografias aparecem o nome, local e data do evento. Abaixo, a programação do encontro, com informações e foto do palestrante Arlem Maffra. Abaixo o logo do Poder Judiciário e da Esmagis-MT, com e-mail e telefones da referida escola. </span></div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"> </span></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">Lígia Saito</span></em></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">Assessoria de Comunicação</span></em></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT)</span></em></div>
<div> </div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://www.tjmt.jus.br/noticias/74138#cfef81f2-bb66-4903-b464-70ece3d08ea7" rel="noopener">Tribunal de Justiça de MT &#8211; MT</a></p>
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		<title>Lula sugere que Brics diminuam dependência do dólar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Apr 2023 11:45:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[brics]]></category>
		<category><![CDATA[dependencia]]></category>
		<category><![CDATA[diminuam]]></category>
		<category><![CDATA[dolar]]></category>
		<category><![CDATA[sugere]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ricardo Stuckert Lula em dircurso no banco dos Brics O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sugeriu nesta quinta-feira (13) que os países dos Brics negociem nas moedas dos países integrantes do bloco para diminuir a dependência do dólar. Lula está em Xangai, na China, e discursou na possa formal da ex-presidente Dilma Rousseff [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/81/qb/fu/81qbfuxraecv7gv0f42xva6ep.jpg" width="906" height="509" alt="Lula em dircurso no banco dos Brics" title="Lula em dircurso no banco dos Brics"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Ricardo Stuckert</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Lula em dircurso no banco dos Brics</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sugeriu nesta quinta-feira (13) que os  <a href="https://economia.ig.com.br/2023-04-12/lula-viagem-china-dilma-brics.html" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2023-04-12/lula-viagem-china-dilma-brics.html">países dos Brics</a> negociem nas moedas dos países integrantes do bloco para diminuir a dependência do dólar. </p>
<p>Lula está em Xangai, na China, e discursou na possa formal da ex-presidente Dilma Rousseff como chefe do Novo Banco de Desenvolvimento, conhecido como banco dos Brics. </p>
<h3>Entre no  <a href="https://t.me/iGBrasilEconomico" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-mce-href="https://t.me/iGBrasilEconomico">canal do Brasil Econômico no Telegram</a> e fique por dentro de todas as notícias do dia. Siga também o  <a href="https://t.me/portalig" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-mce-href="https://t.me/portalig">perfil geral do Portal iG </a> </h3>
<p>O BRICS é composto por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Um grupo que representa mais de três bilhões de habitantes e US$ 25 trilhões em PIB, ou 40% da população mundial e cerca de um quarto do PIB global.</p>
<p>Lula disse que se pergunta toda noite: “Por que todos os países são obrigados a fazer seu comércio lastreado no dólar? […] Por que não o iene? Por que não o real?”, e foi aplaudido pelos presentes. </p>
<p>Ele pediu que Dilma tenha a &#8220;paciência&#8221; dos chineses para lidar com &#8220;muita gente mal acostumada&#8221; com o dólar como moeda principal. </p>
<p>Em 29 de março, durante visita de comitiva de empresários brasileiros à China, o país asiático autorizou a subsidiária ICBC (Industrial and Commercial Bank of China, ou Banco Industrial e Comercial da China, em português) a fazer a compensação direta de yuans para real. </p>
<p>Este passo é fundamental para fazer compensações das moedas para que seja possível realizar operações financeiras e comerciais entre as duas moedas, sem depender do dólar. </p>
<p>Desde 2013, o yuan é a segunda moeda mais utilizada do mundo. </p>
<h3>Lula: união dos países emergentes é capaz de gerar mudanças sociais para o mundo  </h3>
<p>“Aunião de países emergentes é capaz de gerar mudanças econômicas e sociais relevantes para o mundo”. A frase do presidente Lula deu o tom da expectativa da comitiva brasileira no primeiro compromisso oficial na viagem à China.</p>
<p>Ao longo do evento, o presidente e a comitiva de ministros e parlamentares se encontraram com quase duas dezenas de funcionários brasileiros do banco, tiraram fotos com os cerca de 200 servidores da instituição e com vice-presidentes do NBD e participaram de um almoço no trigésimo andar do prédio, que oferece uma vista panorâmica da cidade de mais de 26 milhões de habitantes. </p>
<p>&#8220;Não queremos ser melhores que ninguém. Queremos as oportunidades para expandir nossas potencialidades e garantir aos nossos povos dignidade, cidadania e qualidade de vida&#8221;, ressaltou Lula.</p>
<p>“Para além da economia, a crescente importância dos BRICS é um reflexo do papel de seus integrantes como líderes globais e da sua capacidade de se unir para encarar os maiores e mais urgentes desafios da atualidade. O grupo possui uma posição única para liderar o caminho em direção a um modelo de desenvolvimento compartilhado para todos”, afirmou Dilma Rousseff em seu discurso de posse.</p>
<p>Lula sinalizou que a presença de uma mulher à frente de um banco global é um fato extraordinário em um mundo ainda dominado por homens e reforçou a vocação do Novo Banco de Desenvolvimento como ferramenta da redução de desigualdades entre países ricos e emergentes, que se traduz em exclusão social, fome, pobreza e migrações forçadas.</p>
<p>&#8220;A decisão de criar o NBD foi um marco na atuação conjunta dos países emergentes. Os BRICS não poderiam ter ficado alheios às grandes questões internacionais. As necessidades de financiamento não atendidas de países em desenvolvimento eram e continuam enormes&#8221;, disse Lula.</p>
<p>Segundo o presidente, além de seguir trabalhando pela reforma da ONU, do FMI e do Banco Mundial, é necessário utilizar de maneira criativa o G-20 (que o Brasil presidirá em 2024) e o BRICS (que conduzirá em 2025) para reforçar temas prioritários para os países emergentes.</p>
<p>&#8220;O NBD liberta países emergentes da submissão às instituições financeiras internacionais. O banco atraiu quatro novos membros &#8211; Bangladesh, Egito, Emirados Árabes Unidos e Uruguai. Vários outros estão em vias de adesão, e estou certo de que a chegada de Dilma Rousseff contribuirá para isso&#8221;, afirmou o presidente Lula.</p>
<p>Ele lembrou que recursos do BNB financiam, no Brasil, projetos de infraestrutura, apoio à renda, mobilidade sustentável, adaptação a mudanças climáticas, saneamento básico e energias renováveis.</p>
<p>O presidente citou ainda que o Brasil retornou ao tabuleiro das relações internacionais, após o que definiu como inexplicável ausência na gestão anterior. “O Brasil voltou e com vontade de fazer a diferença. Temos muito a contribuir em questões centrais do nosso tempo, a exemplo da mitigação da crise climática e do combate à fome e às desigualdades&#8221;, afirmou.</p>
<p>&#8220;É intolerável que, num planeta que produz alimentos suficientes para toda a humanidade, centenas de milhões de pessoas não tenham o que comer. É inadmissível que a irresponsabilidade e a ganância de uma pequena minoria coloquem em risco a sobrevivência do planeta”.</p>
<p>Nesse contexto, de acordo com Lula, o banco dos BRICS representa muito para quem pensa num novo mundo, quem parte de premissa da necessidade de desenvolvimento dos países de forma mais justa e harmônica e de um novo olhar para as relações interpessoais.</p>
<p>“Temos uma tarefa que não tínhamos há 10 anos: dispersar um ódio que achávamos que não existia mais. É preciso que o humanismo reaja. Não podemos ter uma sociedade sem coração, sem sentimentos. Além da política, precisamos cuidar da nossa alma. Vamos ter que aprender a estender a mão para o outro mais uma vez”, enfatizou.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
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<ul>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2023-04-12/estados-bolsa-familia-mais-que-trabalhadores.html" title="13 estados têm mais beneficiários do Bolsa Família do que empregados" target="_self" rel="noopener">13 estados têm mais beneficiários do Bolsa Família do que empregados</a> </li>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2023-04-12/dolar-queda-abaixo-5-reais-otimismo-investidores.html" title="Dólar volta a cair e fica abaixo dos R$ 5 pela 1ª vez desde junho" target="_self" rel="noopener">Dólar volta a cair e fica abaixo dos R$ 5 pela 1ª vez desde junho</a> </li>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2023-04-12/reforma-tributaria-mensalidade-escolar-tera-cashback.html" title="Reforma tributária: mensalidade escolar terá cashback, diz secretário" target="_self" rel="noopener">Reforma tributária: mensalidade escolar terá cashback, diz secretário</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">Para Lula, Dilma Rousseff é o nome certo para essa tarefa à frente do NBD. &#8220;Estou certo de que Dilma Rousseff colocará toda a sua competência para transformar esse banco no maior banco de investimentos para países em desenvolvimento que o mundo já conheceu&#8221;, disse o presidente.</p>
<p>Alinhada a essa missão, Dilma Rousseff enfatizou a inclusão social em várias vertentes como vocação essencial do NBD em sua gestão. “O NDB precisa apoiar projetos que sejam críticos para reduzir a desigualdade e melhorar o padrão de vida das imensas comunidades pobres e excluídas do acesso à moradia, à educação e à saúde. O NDB tem o potencial de ser um líder global no financiamento de projetos que abordem os desafios mais urgentes de nosso tempo. Estou confiante de que, juntos, podemos realizar essa visão”, encerrou.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2023-04-13/lula-dolar-moeda-brics.html#a6693005-81c7-4220-b30f-98d6323c6a61" rel="noopener">Economia</a></p>
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		<title>Dependência digital atinge pais e filhos</title>
		<link>https://fatomt.com.br/dependencia-digital-atinge-pais-e-filhos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Mar 2023 10:45:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
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		<category><![CDATA[filhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Divulgação Dependência digital atinge adultos e crianças Não há como negar que a tecnologia revolucionou a forma como vivemos, trabalhamos e nos comunicamos. No entanto, com o crescimento exponencial da internet e das redes sociais, surge uma nova preocupação: a dependência digital. Entre no canal do iG Delas no Telegram e fique por dentro de [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/ck/4k/zq/ck4kzqdm0l2igidmt2ju1d58o.jpg" width="906" height="509" alt="Dependência digital atinge adultos e crianças" title="Dependência digital atinge adultos e crianças"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Divulgação</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Dependência digital atinge adultos e crianças</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Não há como negar que a tecnologia revolucionou a forma como vivemos, trabalhamos e nos comunicamos. No entanto, com o crescimento exponencial da internet e das redes sociais, surge uma nova preocupação: a dependência digital.</p>
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<p>Assim como em qualquer outra dependência, o uso excessivo da tecnologia pode trazer graves consequências para a saúde mental e física das pessoas, diz Gesika Amorim, Mestre em educação médica, Pediatra pós graduada em Neurologia e Psiquiatria, Especialista em Saúde Mental e Neurodesenvolvimento. </p>
<p>Estudos recentes, apontam que a dependência digital na população em geral, pode estar relacionada a problemas como depressão, ansiedade, transtornos obsessivo-compulsivos e isolamento social.</p>
<p>Ela diz que, na criança, esta dependência, poderá comprometer o processo de aprendizado, além de prejudicar os laços afetivos e emocionais com os pais, cuidadores, familiares e amigos. &#8220;Hoje, uma grande parte das crianças se sentem trocadas pelo celular; elas percebem que seus pais ou cuidadores preferem a companhia do celular do que passar um tempo com ela, para brincar, conversar ou interagir de alguma outra forma&#8221;, alerta Gesika Amorim.</p>
<h3>Mas o que leva alguém a se tornar dependente da tecnologia?</h3>
<p>  A resposta está na dopamina, um neurotransmissor responsável pela sensação de prazer. &#8220;Acontece assim: Quando usamos a internet, recebemos e-mails, curtidas e comentários em nossas redes sociais, fazemos downloads e interagimos virtualmente com outras pessoas, nosso organismo responde com descargas elétricas em nosso cérebro vai aumentando a produção de dopamina. É essa sensação de prazer que nos leva a querer mais e mais, criando um ciclo vicioso que pode se tornar difícil de controlar&#8221;, explica a médica. </p>
<div>
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</ul>
</aside>
</div>
<p class="">No caso da dependência digital nas crianças acontece o mesmo. O problema é que se tornou comum a prática de muitos pais recorrem aos aparelhos tecnológicos para manter as crianças ocupadas, mas acabam prejudicando seu desenvolvimento emocional e social. &#8220;As crianças precisam de tempo e atenção dos seus pais para aprender a lidar com suas emoções, desenvolver habilidades sociais e cognitivas, a fim de se preparar para a vida adulta&#8221;, diz Gesika Amorim. </p>
<p class="">Para combater a dependência digital, é importante encontrar um equilíbrio entre o uso da tecnologia e a vida real. &#8220;Algumas sugestões são limitar o tempo de uso da tecnologia, praticar atividades físicas, hobbies e se desconectar periodicamente da internet. Os pais também podem estabelecer regras claras e limites para o uso da tecnologia pelas crianças, e dedicar tempo de qualidade para brincar, conversar e interagir com elas&#8221;, recomenda a médica. </p>
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<p>A dependência digital é um problema sério, que afeta a saúde mental e o bem-estar de pessoas de todas as idades. É importante reconhecer os sinais e tomar medidas para prevenir ou tratar esse problema. &#8220;A tecnologia é uma ferramenta poderosa, mas não podemos deixar que ela nos afaste da vida real e das relações humanas&#8221;, finaliza Gesika Amorim.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://delas.ig.com.br/filhos/2023-03-29/dependencia-digital.html#6261e016-ad4f-4b1a-a641-6c6ca622b332" rel="noopener">Mulher</a></p>
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		<title>Mulher tem pensão negada por não comprovar dependência do ex-marido</title>
		<link>https://fatomt.com.br/mulher-tem-pensao-negada-por-nao-comprovar-dependencia-do-ex-marido/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Oct 2022 13:11:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[comprovar]]></category>
		<category><![CDATA[dependencia]]></category>
		<category><![CDATA[marido]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[negada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Martha Imenes Mulher que não comprovou dependência econômica do ex-marido tem pensão por morte negada O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) negou a concessão de pensão por morte do ex-marido para uma mulher de 61 anos, moradora de Santa Rosa (RS). No processo, ela afirmou que, mesmo após o divórcio, continuou dependente financeiramente do [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/56/tl/3k/56tl3kugdkcvy2bzwicmlpnet.jpg" width="906" height="509" alt="Mulher que não comprovou dependência econômica do ex-marido tem pensão por morte negada" title="Mulher que não comprovou dependência econômica do ex-marido tem pensão por morte negada"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Martha Imenes</cite>  </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Mulher que não comprovou dependência econômica do ex-marido tem pensão por morte negada</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) negou a concessão de pensão por morte do ex-marido para uma mulher de 61 anos, moradora de Santa Rosa (RS). No processo, ela afirmou que, mesmo após o divórcio, continuou dependente financeiramente do ex-companheiro enquanto ele estava vivo. No entanto, a 5ª Turma, por unanimidade, entendeu que a mulher não comprovou a alegada dependência. Ao avaliar o caso, o colegiado ainda considerou o fato de que ela recebe aposentadoria e possui renda própria para seu sustento. </p>
<p>O processo foi ajuizado pela mulher contra o <a href="https://economia.ig.com.br/previdencia/" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/previdencia/">Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)</a> . Ela narrou que foi casada durante mais de 30 anos, mas que na época do falecimento do segurado, em outubro de 2013, eles estavam divorciados.</p>
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<p>Apesar disso, a defesa dela sustentou que o “homem, em vida, pagava e prestava a ex-esposa, mensalmente considerável auxilio financeiro eis que enquanto casados a manutenção do lar também era provida pelo falecido, e após a separação as despesas principais continuaram”.</p>
<p>Na via administrativa, o INSS negou a pensão com o argumento de que ela não possuía a qualidade de dependente do ex-marido. À Justiça, a autora afirmou que ficou comprovada a dependência econômica já que “o falecido pagava contas de luz, água, IPTU, eventuais despesas com manutenção do imóvel, bem como combustível do veículo”.</p>
<p>Em setembro de 2021, a 1ª Vara Federal de Santa Rosa indeferiu o pedido de pensão por morte e a mulher recorreu ao TRF4.</p>
<p>A 5ª Turma negou o recurso. O juiz Alexandre Gonçalves Lippel, convocado para atuar no tribunal, destacou que “no presente feito, entendo inexistir suficiente prova material e testemunhal no sentido de que a apelante continuava a depender financeiramente do seu ex-marido, ainda que divorciada do mesmo”.</p>
<div>
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</ul>
</aside>
</div>
<p class="">O relator também considerou o fato de que a autora “atualmente se encontra aposentada e, portanto, possui renda própria, da qual sempre retirou seu sustento”.</p>
<p class="">“Tenho que a parte requerente não preenche os requisitos atinentes à qualidade de dependente do falecido, para fins previdenciários, devendo ser mantida a sentença que julgou improcedente o pedido“, concluiu Lippel.</p>
<div class="Noticia_Embed"> <span class="componente-embed"> <iframe width="906" height="535" src="https://www.youtube.com/embed/Uopxofu4AkI" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe> </span> </div>
<p class=""> <br data-mce-bogus="1"> </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2022-10-12/mulher-dependencia-marido-pensao-por-morte-inss.html#96a7ee3b-4be9-467e-9012-1bb7ac81e641" rel="noopener">IG ECONOMIA</a></p>
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		<title>Deixar celular em &#8216;modo silencioso&#8217; aumenta dependência do aparelho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jun 2022 20:40:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[aparelho]]></category>
		<category><![CDATA[aumenta]]></category>
		<category><![CDATA[celular]]></category>
		<category><![CDATA[deixar]]></category>
		<category><![CDATA[dependencia]]></category>
		<category><![CDATA[silencioso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pixabay uso celular Diversos estudos já ligaram o excesso de celulares à maior incidência de casos de depressão, ansiedade e estresse crônico. Por isso, para diminuir esse uso prejudicial, muitas pessoas adotam a estratégia de desligar as notificações – aquelas chamadas na tela, geralmente acompanhadas de um som, que sinalizam o recebimento de uma mensagem. [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/bw/xo/it/bwxoitpnopbxs3e6ukwb1u37w.jpg" width="906" height="509" alt="uso celular" title="uso celular"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Pixabay</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">uso celular</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Diversos estudos já ligaram o excesso de celulares à maior incidência de casos de depressão, ansiedade e estresse crônico. Por isso, para diminuir esse uso prejudicial, muitas pessoas adotam a estratégia de desligar as notificações – aquelas chamadas na tela, geralmente acompanhadas de um som, que sinalizam o recebimento de uma mensagem. No entanto, pesquisadores da Penn State University, nos Estados Unidos, descobriram que o efeito, na realidade, pode ser o contrário do esperado, ao menos a curto prazo.</p>
<p>A partir da análise de dados coletados sobre o tempo de tela de 138 usuários de telefones, foi constatado que todos os participantes da pesquisa passaram a utilizar mais os dispositivos quando eles foram colocados no modo silencioso. Em média, eles “checavam” os telefones 53 vezes ao dia quando os alertas estavam ativados, frequência que passou para 98 vezes após a intervenção.</p>
<p>“Imagine, na aula, o professor manda os alunos desligarem o celular, e achamos que agora todo mundo está prestando atenção nele. Mas, nossa pesquisa mostra que é o oposto, pois eles estão preocupados pensando em todas as coisas que estão perdendo, então pode ser ainda mais perturbador”, exemplifica um dos autores do estudo S. Shyam Sundar, professor de efeitos da mídia da Escola de Comunicação da universidade.</p>
<p>No estudo, os pesquisadores conduziram ainda testes de personalidade para avaliar participantes que se enquadravam no conceito de Fear of Missing Out (FOMO), que representa uma maior ansiedade provocada pela noção de estar “de fora” de acontecimentos importantes.</p>
<p>Os resultados da pesquisa mostraram que aqueles com níveis altos de Fomo checavam o celular cerca de 50 vezes durante o dia com os alertas ligados – frequência que mais que dobrou, para 120 vezes, quando as notificações foram silenciadas.</p>
<p>A doutora pelo Laboratório de Psicologia Experimental, Neurociências e Comportamento da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (LPNeC/UFRGS) Ana Carolina Peuker, fundadora da startup de saúde mental BeeTouch, explica de que maneira as notificações atuam para criar esse comportamento que prende a atenção do usuário.</p>
<p>&#8220;Nós sabemos que esses aparelhos são desenvolvidos justamente para aumentar a nossa atenção, a nossa disposição em utilizá-los. E o mecanismo é como se fosse na dependência química mesmo. Nós temos no cérebro um centro de recompensa que é responsável por reforçar comportamentos importantes para a nossa sobrevivência. Só que esse centro é ativado também com estímulos que representam uma novidade, como com os alertas dos aparelhos&#8221;, afirma a especialista.</p>
<p>Ela pondera, no entanto, que o aumento no uso dos celulares como uma reação imediata da ausência de notificações – conclusão observada no estudo americano – é algo esperado dentro da psicologia, mas que não quer dizer que esse efeito será permanente.</p>
<p>&#8220;Existe uma teoria de que quando se extingue um determinado comportamento, há uma tendência natural para o aumento dessa resposta. Então, no momento que as notificações são desativadas, espera-se que aquela reação que estava condicionada à notificação, ou seja, o hábito de checar o celular, aumente. Mas, com o tempo, a tendência é para um enfraquecimento dessa resposta condicional, então seria importante avaliar essa intervenção por mais tempo&#8221;, pontua a psicóloga.</p>
<p>Ela acredita, portanto, que a longo prazo o uso pode diminuir com as notificações desligadas. Porém, acrescenta que para usuários muito dependentes do celular, a extinção do hábito de uma hora para outra pode não ser a estratégia ideal.</p>
<p>Por isso, orienta que uma alternativa é entender quais notificações de fato precisam estar ativadas e customizá-las para que os alertas passem a acontecer com menos frequência, e não sejam completamente desativados. Essa é também uma recomendação dos pesquisadores responsáveis pelo estudo, que afirmam ainda ser importante considerar os níveis de Fomo na hora de traçar essa personalização.</p>
<p>Para os casos mais exacerbados, Ana Carolina explica que, como os dispositivos atuam no centro de recompensa do cérebro, uma forma de diminuir o uso dos aparelhos mais eficaz é trocar essa fonte de prazer por outras mais saudáveis.</p>
<p>&#8220;A resposta é sempre a ampliação do repertório comportamental. Se eu tenho apenas uma fonte de prazer, isso me torna mais suscetível a essa dependência. Então uma boa estratégia é investir em outras áreas, como relações sociais, esportes, lazer, que tragam essa sensação positiva, mas que não sejam ligadas à questão da hiperconectividade&#8221;, diz a psicóloga.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://saude.ig.com.br/2022-06-30/deixar-celular-em-modo-silencioso-aumenta-dependencia-do-aparelho.html#27828891-4d3d-404f-a3b7-ae27358a12ed" rel="noopener">IG SAÚDE</a></p>
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		<title>Governo: dependência externa de fertilizantes vai continuar nos próximos anos</title>
		<link>https://fatomt.com.br/governo-dependencia-externa-de-fertilizantes-vai-continuar-nos-proximos-anos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 May 2022 20:50:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[continuar]]></category>
		<category><![CDATA[dependencia]]></category>
		<category><![CDATA[externa]]></category>
		<category><![CDATA[fertilizantes]]></category>
		<category><![CDATA[governo]]></category>
		<category><![CDATA[proximos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A produ&#231;&#227;o agr&#237;cola brasileira depende hoje de 85% de fertilizantes importados para se viabilizar. E no caso espec&#237;fico do pot&#225;ssio, crucial em todas as culturas agr&#237;colas, a depend&#234;ncia do insumo importado chega a 96%. Esses foram os dados apresentados por Luiz Rangel, que representou o Minist&#233;rio da Agricultura no debate que a Comiss&#227;o de Assuntos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.0 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/REC-html40/loose.dtd"><br />
<html><body></p>
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<div id="infocoweb_cabecalho" class="infocoweb_cabecalho"></div>
<div id="infocoweb_corpo" class="infocoweb_corpo">
<p>A produ&ccedil;&atilde;o agr&iacute;cola brasileira depende hoje de 85% de fertilizantes importados para se viabilizar. E no caso espec&iacute;fico do pot&aacute;ssio, crucial em todas as culturas agr&iacute;colas, a depend&ecirc;ncia do insumo importado chega a 96%. Esses foram os dados apresentados por Luiz Rangel, que representou o Minist&eacute;rio da Agricultura no debate que a Comiss&atilde;o de Assuntos Econ&ocirc;micos (CAE) do Senado promoveu nesta ter&ccedil;a-feira (24).</p>
<p>De acordo com os dados e proje&ccedil;&otilde;es apresentados por Rangel, esse quadro de depend&ecirc;ncia externa deve se manter por um longo tempo: o Plano Nacional de Fertilizantes, apresentado recentemente pelo governo federal, prev&ecirc; que a depend&ecirc;ncia de fertilizantes importados diminua para 50% em 2025. &#8220;E isso se todas as a&ccedil;&otilde;es desse plano forem bem-sucedidas&#8221;, frisou o senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO), que presidiu a reuni&atilde;o.</p>
<h3><strong>San&ccedil;&otilde;es</strong></h3>
<p>Segundo o representante do MInist&eacute;rio da Agricultura, a depend&ecirc;ncia externa de fertilizantes come&ccedil;ou a se tornar mais problem&aacute;tica no ano passado, devido &agrave;s san&ccedil;&otilde;es ocidentais contra Belarus (ou Bielorr&uacute;ssia), pa&iacute;s do qual o Brasil estava importando cerca de 19% do que aplicava na produ&ccedil;&atilde;o agr&iacute;cola. A situa&ccedil;&atilde;o piorou em 2022 a partir das san&ccedil;&otilde;es contra a R&uacute;ssia, que responde por aproximadamente 23% das importa&ccedil;&otilde;es brasileiras de fertilizantes. As san&ccedil;&otilde;es t&ecirc;m contribu&iacute;do tamb&eacute;m para a explos&atilde;o dos custos de importa&ccedil;&atilde;o. Segundo Luiz Rangel, na pr&aacute;tica o Brasil n&atilde;o consegue mais importar de Belarus, e as importa&ccedil;&otilde;es da R&uacute;ssia ainda n&atilde;o foram afetadas, mas a entrega est&aacute; bem mais lenta.</p>
<h3><strong>Falta de investimentos</strong></h3>
<p>Para v&aacute;rios participantes do debate, essa depend&ecirc;ncia explicita erros cometidos nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas pelo Brasil. O senador Jaques Wagner (PT-BA), por exemplo, criticou a decis&atilde;o da Petrobras, adotada nos &uacute;ltimos anos, de abrir m&atilde;o de f&aacute;bricas de fertilizantes em diversos estados, com o objetivo de privatiz&aacute;-las ou desativ&aacute;-las.</p>
<p>&mdash; Nossa depend&ecirc;ncia &eacute; consequ&ecirc;ncia da&nbsp;<span>falta de investimentos. N&atilde;o podemos fazer privatiza&ccedil;&otilde;es apenas como troca de ativo. Precisamos de investimentos de pessoas que ampliem o que temos, e n&atilde;o [somente para] fazer caixa. Porque a&iacute; muitas vezes a empresa que compra n&atilde;o tem o capital necess&aacute;rio para ampliar&nbsp; os investimentos. I<span>nfelizmente, a l&oacute;gica com que a Petrobras funciona hoje &eacute; ficar publicando lucro em cima do aumento do pre&ccedil;o dos combust&iacute;veis, e tamb&eacute;m da aliena&ccedil;&atilde;o de um volume enorme de ativos que v&atilde;o nos fazer falta depois &mdash; alertou Jaques Wagner.</span></span></p>
<p>Ex-consultor&nbsp;legislativo da C&acirc;mara dos Deputados,&nbsp;Paulo C&eacute;sar Ribeiro Lima foi outro debatedor que criticou a gest&atilde;o recente da Petrobras, onde ele tamb&eacute;m trabalhou. Ele disse que os lucros que a empresa obt&eacute;m com a pol&iacute;tica de pre&ccedil;os de importa&ccedil;&atilde;o e a venda de ativos n&atilde;o se tornam investimentos estruturais no pa&iacute;s.</p>
<p>&mdash; S&oacute; no primeiro trimestre de 2022 o lucro foi de R$<span>&nbsp;44,5 bilh&otilde;es, e de dividendos distribu&iacute;ram R$ 48 bilh&otilde;es. &Eacute; transfer&ecirc;ncia de ativo, de renda. Voc&ecirc; vende e ainda entrega para acionista estrangeiro. E a Petrobras n&atilde;o investe. Aonde &eacute; que tinha de estar indo esse lucro? Tinha de estar indo para terminar a unidade de Fertilizantes III, para continuar o projeto da IV e da V em Uberaba e Linhares. Tinha de estar indo para o Paran&aacute;, porque n&atilde;o &eacute; simples pegar a Ansa [empresa de fertilizantes no estado vinculada &agrave; Petrobras] e voltar a operar, n&atilde;o &mdash; protestou Paulo C&eacute;sar.</span></p>
<h3><strong>Insumos nacionais</strong></h3>
<p><span>O senador Lasier Martins (Podemos-RS), por sua vez, defendeu a explora&ccedil;&atilde;o de insumos nacionais.</span></p>
<p><span>&mdash;&nbsp;<span>Quando criamos a Comiss&atilde;o Nacional de Minera&ccedil;&atilde;o, foi dito que temos no nosso subsolo solu&ccedil;&otilde;es para tudo, tantos s&atilde;o os min&eacute;rios que temos. Ent&atilde;o quero perguntar por que continuamos discutindo de onde vamos buscar agora o pot&aacute;ssio, o nitrog&ecirc;nio, o f&oacute;sforo, se temos tudo isso? Tenho ouvido dizer que custa mais barato importar que buscar aqui no nosso subsolo. Ent&atilde;o a pergunta &eacute; simples: o que falta para n&oacute;s explorarmos o pot&aacute;ssio? No Rio Grande do Sul temos minas de pot&aacute;ssio em grande quantidade. J&aacute; que somos autossuficientes em todos esses insumos, o que precisamos fazer para resolver o problema? Vamos continuar buscando no Canad&aacute;, no Ir&atilde;, na Ucr&acirc;nia? &mdash; questionou o senador.</span></span></p>
<p><span><span>Representante da Federa&ccedil;&atilde;o &Uacute;nica dos Petroleiros (FUP), Gerson Castellano defende que a Petrobras retome a produ&ccedil;&atilde;o de fertilizantes no Paran&aacute;, em Mato Grosso e em Sergipe, que hoje est&aacute; paralisada. E Marcus Sidoruk, do&nbsp;<span>Sindicato Nacional dos Trabalhadores de Pesquisa e Desenvolvimento Agropecu&aacute;rio</span>&nbsp;(Sinpaf) tamb&eacute;m argumentou que o Brasil deveria priorizar a supera&ccedil;&atilde;o da depend&ecirc;ncia externa.</span></span></p>
<p><span><span>&mdash;&nbsp;<span>Essa depend&ecirc;ncia deixa a economia nacional, fortemente apoiada no agroneg&oacute;cio, vulner&aacute;vel &agrave;s oscila&ccedil;&otilde;es do mercado internacional de fertilizantes. Essa situa&ccedil;&atilde;o deveria ser um alerta para o pa&iacute;s em termos da necessidade de pol&iacute;ticas que diminuam a depend&ecirc;ncia de fertilizantes importados. Mas,</span><span class="principalStyle">&nbsp;ao longo dos anos, o baixo custo da importa&ccedil;&atilde;o e o fornecimento desses produtos por outros pa&iacute;ses levou &agrave; descontinuidade da produ&ccedil;&atilde;o local, colocando em risco nossa soberania. A&nbsp;<span>indica&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas para a diminui&ccedil;&atilde;o da depend&ecirc;ncia sinaliza para um arranjo de maior sinergia entre os setores mineral e agr&iacute;cola nacionais &mdash;&nbsp; &nbsp;afirmou Marcus Sidoruk.</span></span></span></span></p>
<p class="text-muted"><small>Ag&ecirc;ncia Senado (Reprodu&ccedil;&atilde;o autorizada mediante cita&ccedil;&atilde;o da Ag&ecirc;ncia Senado)</small></p>
</div>
<div id="infocoweb_rodape" class="infocoweb_rodape">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2022/05/24/governo-dependencia-externa-de-fertilizantes-vai-continuar-nos-proximos-anos#263" rel="noopener">Ag&ecirc;ncia Senado</a></div>
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		<title>CAE: país precisa reduzir dependência externa de fertilizantes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 May 2022 18:35:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[dependencia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comiss&#227;o de Assuntos Econ&#244;micos (CAE) do Senado promoveu um debate nesta ter&#231;a-feira (24) sobre formas de reduzir a depend&#234;ncia externa de fertilizantes &#8212; atualmente, o&#160;Brasil importa cerca de 85% dos fertilizantes utilizados na agricultura. A oferta e o pre&#231;o desse insumo vem sendo afetado pela guerra entre Ucr&#226;nia e R&#250;ssia (este &#250;ltimo &#233; um [&#8230;]</p>
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<p style="text-align: justify">A Comiss&atilde;o de Assuntos Econ&ocirc;micos (CAE) do Senado promoveu um debate nesta ter&ccedil;a-feira (24) sobre formas de reduzir a depend&ecirc;ncia externa de fertilizantes &mdash; atualmente, o&nbsp;Brasil importa cerca de 85% dos fertilizantes utilizados na agricultura. A oferta e o pre&ccedil;o desse insumo vem sendo afetado pela guerra entre Ucr&acirc;nia e R&uacute;ssia (este &uacute;ltimo &eacute; um grande fornecedor do produto). Entre as poss&iacute;veis solu&ccedil;&otilde;es para reduzir a depend&ecirc;ncia, foram citados: a busca de novos parceiros comerciais, o uso de fontes alternativas e o investimento em tecnologia e infraestrutura.</p>
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<div id="infocoweb_rodape" class="infocoweb_rodape">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/audios/2022/05/cae-pais-precisa-reduzir-dependencia-externa-de-fertilizantes#263" rel="noopener">Ag&ecirc;ncia Senado</a></div>
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		<title>CAE debate dependência de fertilizantes pelo Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 May 2022 21:20:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Comiss&#227;o de Assuntos Econ&#244;micos (CAE) promove na ter&#231;a-feira (24), &#224;s 11h, audi&#234;ncia p&#250;blica interativa para debater os impactos econ&#244;micos da depend&#234;ncia do Brasil da importa&#231;&#227;o de fertilizantes e poss&#237;veis solu&#231;&#245;es. Proponente do debate, o senador Jaques Wagner (PT-BA) alega que, nas circunst&#226;ncias atuais, a compra de fertilizantes ao exterior, especialmente da R&#250;ssia, ter&#225; forte [&#8230;]</p>
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<p>A Comiss&atilde;o de Assuntos Econ&ocirc;micos (CAE) promove na ter&ccedil;a-feira (24), &agrave;s 11h, audi&ecirc;ncia p&uacute;blica interativa para debater os impactos econ&ocirc;micos da depend&ecirc;ncia do Brasil da importa&ccedil;&atilde;o de fertilizantes e poss&iacute;veis solu&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>Proponente do debate, o senador Jaques Wagner (PT-BA) alega que, nas circunst&acirc;ncias atuais, a compra de fertilizantes ao exterior, especialmente da R&uacute;ssia, ter&aacute; forte impacto sobre a economia brasileira, em especial sobre a agricultura, podendo afetar a soberania e a seguran&ccedil;a alimentar do Brasil.</p>
<p>&ldquo;O conflito armado entre R&uacute;ssia e Ucr&acirc;nia evidenciou nossa depend&ecirc;ncia da importa&ccedil;&atilde;o de fertilizantes. Segundo dados da Associa&ccedil;&atilde;o Nacional para Difus&atilde;o de Adubos (Anda), o Brasil &eacute; o quarto maior consumidor de fertilizantes, atr&aacute;s da China, da &Iacute;ndia e dos Estados Unidos, mas &eacute; o maior importador mundial desses insumos. O Brasil &eacute; o quarto maior produtor de gr&atilde;os e o segundo maior exportador do mundo. Tal produ&ccedil;&atilde;o requer larga utiliza&ccedil;&atilde;o de fertilizantes. No entanto, hoje, 85% desses produtos s&atilde;o importados, tendo sido a R&uacute;ssia, em 2021, respons&aacute;vel pela maior parcela de importa&ccedil;&otilde;es, 23%, seguido pela China, com 14%, e Belarus, com 3,4%&rdquo;, ressalta Jaques Wagner no requerimento (<a class="external-link" href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/152130" target="_self" title="" rel="noopener">REQ 7/2022</a>).</p>
<p>Para o debate, foram convidados representantes do Minist&eacute;rio da Agricultura, Pecu&aacute;ria e Abastecimento, do Minist&eacute;rio da Economia, do Minist&eacute;rio das Rela&ccedil;&otilde;es Exteriores, do Instituto de Estudos Estrat&eacute;gicos de Petr&oacute;leo, G&aacute;s Natural e Biocombust&iacute;veis (Ineep), da Federa&ccedil;&atilde;o &Uacute;nica dos Petroleiros (FUP), do Sindicato da Ind&uacute;stria do A&ccedil;&uacute;car e &Aacute;lcool, da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira dos Produtores de Soja do Brasil (Aprosoja BR), da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira das Ind&uacute;strias de Tecnologia em Nutri&ccedil;&atilde;o Vegetal (Abisolo), da Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional da Agricultura e Pecu&aacute;ria do Brasil (CNA), da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira da Ind&uacute;stria Qu&iacute;mica (Abiquim), da Petrobras, da Associa&ccedil;&atilde;o Nacional para Difus&atilde;o de Adubos, da petroqu&iacute;mica Unigel e do setor de &oacute;leo e g&aacute;s.</p>
<p>A participa&ccedil;&atilde;o de todos os convidados ainda aguarda confirma&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>O debate est&aacute; marcado para ocorrer na sala 3 da ala Alexandre Costa.</p>
<p class="text-muted"><small>Ag&ecirc;ncia Senado (Reprodu&ccedil;&atilde;o autorizada mediante cita&ccedil;&atilde;o da Ag&ecirc;ncia Senado)</small></p>
</div>
<div id="infocoweb_rodape" class="infocoweb_rodape">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2022/05/20/cae-debate-dependencia-de-fertilizantes-pelo-brasil#263" rel="noopener">Ag&ecirc;ncia Senado</a></div>
</div>
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		<title>CRE debate na quarta-feira dependência de fertilizantes estrangeiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Apr 2022 16:05:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[debate]]></category>
		<category><![CDATA[dependencia]]></category>
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		<category><![CDATA[feira]]></category>
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		<category><![CDATA[quarta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A necessidade de redu&#231;&#227;o da depend&#234;ncia brasileira de fertilizantes estrangeiros ser&#225; tema da audi&#234;ncia p&#250;blica que acontece nesta quarta-feira (27), a partir das 10h, na Comiss&#227;o de Rela&#231;&#245;es Exteriores e Defesa Nacional (CRE) do Senado. O debate foi solicitado pela presidente da comiss&#227;o, senadora K&#225;tia Abreu (PP-TO). Fonte: Ag&#234;ncia Senado</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.0 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/REC-html40/loose.dtd"><br />
<html><body></p>
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<p style="text-align: justify">A necessidade de redu&ccedil;&atilde;o da depend&ecirc;ncia brasileira de fertilizantes estrangeiros ser&aacute; tema da audi&ecirc;ncia p&uacute;blica que acontece nesta quarta-feira (27), a partir das 10h, na Comiss&atilde;o de Rela&ccedil;&otilde;es Exteriores e Defesa Nacional (CRE) do Senado. O debate foi solicitado pela presidente da comiss&atilde;o, senadora K&aacute;tia Abreu (PP-TO).</p>
<p><audio preload="auto" src="https://www12.senado.leg.br/radio/@@audio/8ff0578f-168f-4ddf-a62d-251cc4348481?download"></audio></p>
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<div id="infocoweb_rodape" class="infocoweb_rodape">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/audios/2022/04/cre-debate-na-quarta-feira-dependencia-de-fertilizantes-estrangeiros#263" rel="noopener">Ag&ecirc;ncia Senado</a></div>
</div>
<p><script src="https://gestor.infocoweb.com.br/analytics_content.js?a=263&amp;b=1139057&amp;c=6933163"></script></body></html></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/cre-debate-na-quarta-feira-dependencia-de-fertilizantes-estrangeiros/">CRE debate na quarta-feira dependência de fertilizantes estrangeiros</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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