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	<title>Arquivos dados - FATO MT</title>
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	<title>Arquivos dados - FATO MT</title>
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		<title>Painel de gestão de dados da Corregedoria será destaque de boas práticas em evento do CNJ</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 May 2023 14:45:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Painel Estratégico de Business Intelligence (BI) desenvolvido pelo Departamento de Aprimoramento da Primeira Instância (Dapi) da Corregedoria-Geral da Justiça (CGJ) e usado nas correições remotas e na gestão das unidades judiciárias das Comarcas será apresentado como uma prática inovadora no evento “Disseminando Boas Práticas do Poder Judiciário” do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><img decoding="async" src="https://urgentenews.com.br/wp-content/uploads/2023/05/29/157c47a05428caeca71f64dbebaa2233.jpg" width="300" height="164" align="left" alt="">O Painel Estratégico de Business Intelligence (BI) desenvolvido pelo Departamento de Aprimoramento da Primeira Instância (Dapi) da Corregedoria-Geral da Justiça (CGJ) e usado nas correições remotas e na gestão das unidades judiciárias das Comarcas será apresentado como uma prática inovadora no evento “Disseminando Boas Práticas do Poder Judiciário” do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O encontro acontecerá na próxima quarta-feira (31/5), às 16h, de forma virtual, com transmissão ao vivo pelo canal do CNJ no YouTube. </span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">A iniciativa do CNJ busca proporcionar um espaço para apresentação e discussão de práticas bem-sucedidas adotadas por tribunais, a partir de experiências e ações que contribuam para aprimorar a eficiência e a qualidade dos serviços judiciais. Essas práticas encontram-se publicadas no Portal CNJ de Boas Práticas do Poder Judiciário e, agora, ganham mais destaque com a realização do evento.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">De acordo com a diretora do DAPI, o Painel Estratégico foi cadastrado em julho de 2020 como uma boa prática no sistema do CNJ e recentemente foi aprovado. “Esse é o nosso painel mais acessado. É nele que as unidades conseguem ver a sua produtividade comparada com a das outras unidades do Poder Judiciário, pois elas são classificadas com base nos indicadores estratégicos da Corregedoria e do CNJ. Ele também é conhecido como ‘ranking’ entre as unidades judiciárias de 1ª Instância e estimula uma competitividade saudável. Além de cumprir um papel muito importante na Corregedoria, pois é por meio dele que são realizadas as correições remotas”, detalha.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Renata explica que o painel estratégico foi criado para ser usado na correição remota. “Mas após as primeiras reuniões identificamos o potencial do painel para promover um novo modelo de gestão da Primeira Instância &#8211; Gestão para Resultado. Hoje é uma ferramenta de gestão das unidades para analisar os indicadores: taxa de congestionamento, tempo de tramitação dos processos, percentual de julgamento com resolução de mérito e cumprimento das metas 1 &#8211; Julgar mais processos que os distribuídos e 2 -Julgar processos mais antigos, do CNJ. É por meio dele que definimos quais unidades serão correcionadas”.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">Entre os benefícios da correição remota está a celeridade e a economia de custo. “É possível, por exemplo, correcionar 50 unidades em apenas um dia. Já que não precisamos deslocar equipe in loco. Economizamos dinheiro e tempo. Mas é importante ressaltar que a correição presencial ainda é essencial”, afirma. Renata ressalta que o painel está em constante desenvolvimento. “Tanto que iremos lançar na próxima semana dois novos indicadores: Índice de Produtividade Comparada e Qualidade de Dados. Estamos constantemente analisando as necessidades de melhoria e vamos adequando”, detalha.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><strong><span style="font-family: Arial">Programação </span></strong><span style="font-family: Arial">– Além da participação da diretora do DAPI o evento contará com a presença do secretário Especial de Programas, Pesquisas e Gestão Estratégica (SEP) do CNJ, Ricardo Fioreze. Na sequência, serão apresentadas as Boas Práticas do Eixo Gestão Processual, com a participação dos representantes do Tribunal de Justiça do Pará (TJPA), Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (TRT5) e do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). Para atuar como moderadora, foi convidada a juíza auxiliar da Presidência do CNJ, Dayse Starling Motta.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial"><a href="https://eventos.cnj.jus.br/inscricao-disseminando-boas-praticas-no-poder-judiciario">Para os interessados em participar do evento, o CNJ disponibilizou um link de inscrição. </a></span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><strong><span style="font-family: Arial">Portal de Boas Práticas </span></strong><span style="font-family: Arial">&#8211; O Portal CNJ de Boas Práticas do Poder Judiciário é uma plataforma criada pelo CNJ e instituído pela Portaria CNJ n. 140/2019, em conformidade com a Resolução CNJ n. 325/2020, que determina a promoção e divulgação das práticas de sucesso desenvolvidas pelos tribunais. Desde a sua criação, o portal já recebeu 438 experiências para análise. Para serem aceitas, essas práticas devem ter sido implementadas há pelo menos um ano com os resultados concretos.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">A integração dessas práticas, na plataforma, ocorre por meio da avaliação realizada por unidades técnicas especializadas no tema correspondente, com o apoio do Departamento de Gestão Estratégica (DGE) do CNJ.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><span style="font-family: Arial">#Paratodosverem &#8211; Esta matéria possui recursos de texto alternativo para inclusão das pessoas com deficiência visual. Foto 1: Imagem colorida com a logo do evento e os dizeres: Disseminando Boas Práticas do Poder Judiciário. Foto 2: Imagem colorida. Print do painel estratégico. Nele é possível ver dados sobre as unidades judiciárias.</span></div>
<div style="text-align: justify"> </div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">Larissa Klein</span></em></div>
<div style="text-align: justify"><em><span style="font-family: Arial">Assessoria de imprensa CGJ-TJMT</span></em></div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://www.tjmt.jus.br/noticias/74439#45075425-3d9a-4ee1-9ef2-04f0e83bd9df" rel="noopener">Tribunal de Justiça de MT &#8211; MT</a></p>
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		<title>CDH vai debater criação de banco de dados público sobre pedófilos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 May 2023 19:18:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Direitos Humanos (CDH) aprovou nesta quarta-feira (24) o pedido da senadora Damares Alves (Republicanos-DF) para a realização de uma audiência pública sobre o PL 503/2020, que trata do direito de acesso público a dados sobre condenados por crimes contra a liberdade sexual de crianças e adolescentes. O presidente da CDH, senador Paulo Paim [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Direitos Humanos (CDH) aprovou nesta quarta-feira (24) o pedido da senadora Damares Alves (Republicanos-DF) para a realização de uma audiência pública sobre o <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/140943" rel="noopener" target="_blank">PL 503/2020</a>, que trata do direito de acesso público a dados sobre condenados por crimes contra a liberdade sexual de crianças e adolescentes. O presidente da CDH, senador Paulo Paim (PT-RS), ainda definirá a data desta audiência. Devem ser convidados para a audiência pública representantes dos ministérios da Justiça e dos Direitos Humanos, da Polícia Federal (PF), da Polícia Rodoviária Federal (PRF), do Ministério Público (MPF), do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e da Defensoria Pública (DPU).</p>
<p>O PL 503/2020, do senador Ciro Nogueira (PL-PI), permite a qualquer pessoa acesso a dados de pessoas condenadas por crimes contra a liberdade sexual de criança ou adolescente. Devem ser de acesso público o nome, a data de nascimento, endereço residencial e do local onde trabalha ou estuda, o crime pelo qual foi condenado e uma fotografia em cores da pessoa. O PL 503/2020 também obriga o condenado a atualizar seus dados sempre que houver mudanças; disponibiliza estes dados na internet com todos os condenados no território nacional; e obriga a identificação da pessoa que fizer a consulta.</p>
<p>Damares Alves explica que o PL 503/2020 é inspirado em regra similar do direito dos Estados Unidos. Para ela, a pedofilia no Brasil já tomou ares de &#8220;epidemia&#8221;, e a criação do banco de dados público pode ser efetiva no combate a este crime.</p>
<p>&#8220;As crianças são as que mais sofrem violência sexual no país. Entre 2009 e 2021, foram mais de 225 mil notificações recebidas no SUS. Quanto ao estupro de vulnerável, o número chegou a 45.994 em 2020, com 35.735, ou seja, 61,3% contra meninas menores de 13 anos. O Mato Grosso do Sul se destaca pela alta taxa de registro de estupro de vulnerável: 73 casos por 100 mil habitantes, seguido por Roraima com 64,8 e Acre com 50,6&#8221;, afirma Damares.</p>
<p>A CDH também aprovou, a pedido de Paim, a realização de uma outra audiência pública, que terá como foco a adoção de medidas visando combater práticas racistas no ambiente do futebol. Essa audiência pública será na próxima terça-feira (30).</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/24/cdh-vai-debater-criacao-de-banco-de-dados-publico-sobre-pedofilos#b844b63b-7e67-43aa-ae23-8990c44c15b0" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Educação viveu apagão de dados que dificulta cumprimento de metas do PNE, afirmam especialistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 May 2023 19:45:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O setor da educação viveu um processo de apagão de dados nos últimos anos, o que tornou impraticável atingir as metas do Plano Nacional de Educação (PNE) 2014-2024. Este foi um dos alertas feitos por especialistas na audiência pública da Comissão de Educação (CE) nesta segunda-feira (22), que fez parte do ciclo de debates visando [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O setor da educação viveu um processo de apagão de dados nos últimos anos, o que tornou impraticável atingir as metas do Plano Nacional de Educação (PNE) 2014-2024. Este foi um dos alertas feitos por especialistas na audiência pública da Comissão de Educação (CE) nesta segunda-feira (22), que fez parte do ciclo de debates visando a definição do PNE para o decênio subsequente, de 2024 a 2034.</p>
<p>Antonio Lassance, pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), denunciou que desde 2018 o Ministério da Educação deixou de fazer o monitoramento de atualizações dos dados dos municípios quanto ao cumprimento das metas do PNE. Ele disse que a pasta atuou sem qualquer instância de monitoramento.</p>
<p>— Os fundamentos de qualquer processo de monitoramento e avaliação são exatamente nessa ordem, ou seja, você não avalia aquilo que você não monitora e, se você não monitora, você não sabe o que está acontecendo. Mas [&#8230;]<span> toda política, todo programa e todo monitoramento e avaliação que sejam feitos [&#8230;] deveriam se questionar como é que está o &#8216;acesso&#8217;, como é que está a &#8216;qualidade&#8217; e como é que está a &#8216;equidade&#8217;  [em relação aos usuários dessas políticas] — disse Lassance.</span></p>
<p>Essa lacuna de monitoramento foi reconhecida pelo representante do Ministério da Educação, Maurício Almeida Prado, para quem a efetividade do PNE 2014-2024 &#8220;ainda carece de diagnósticos&#8221; pela falta de dados dos governos anteriores. Além disso, o grupo de trabalho da pasta que já atua na elaboração do PNE 2024-2034 entende que o atual PNE também apresentou problemas de formulação. Prado afirmou que o MEC luta contra o tempo para ter um diagnóstico realista em relação ao atual PNE, pois o objetivo do governo é enviar o PNE 2024-2034 ao Congresso já no segundo semestre deste ano.</p>
<p>— Como garantir a qualidade técnica do novo PNE, do novo Plano Nacional de Educação? Algo que faltou ao PNE anterior, que é um diagnóstico. E como é feito esse diagnóstico? Por meio de uma metodologia. Então, a metodologia é muito importante para nos guiar, guiar nossas ações. E, aqui, nós estamos trabalhando com a metodologia de análise de problema, que é amplamente reconhecida nos meios acadêmicos e nas políticas públicas — disse Prado.</p>
<h3><strong>Responsabilização</strong></h3>
<p>O debate foi conduzido pelo presidente da CE, senador Flávio Arns (PSB-PR), para quem o próximo PNE precisa desenhar &#8220;com mais objetividade&#8221; como realizará o monitoramento das metas da educação. Arns também afirmou que para ser  mais efetivo, o PNE precisa definir critérios de responsabilização dos gestores. Além de ser democrático em sua formulação e, posteriormente, no controle da execução dos objetivos. Uma responsabilização efetiva dos gestores que não cumprem as metas também foi defendida pela procuradora Luciana Cano Casarotto, vice-coordenadora da Comissão Permanente de Educação do Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais (Copeduc/CNPG).</p>
<p>— Trabalhar sem dados é muito difícil, não há como trabalhar sem dados — disse Luciana Casarotto. </p>
<p>Também integrante do Ministério Público, Lucas Sachsida Junqueira Carneiro, secretário da Comissão Permanente de Educação do Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais (Copeduc/CNPG), reforçou ser preciso fiscalizar o cumprimento das metas e responsabilizar os agentes públicos. </p>
<p>— Não podemos nos permitir errar novamente [&#8230;]. Mas é impossível, dentro do nosso sistema jurídico hoje, uma norma ser eficiente na prática sem que ela traga previsões de responsabilização e fiscalização. </p>
<h3><strong>Auditoria do TCU</strong></h3>
<p>O auditor Alípio Dias dos Santos Neto, coordenador de Ações de Controle da Unidade de Auditoria Especializada em Educação, Cultura, Esporte e Direitos Humanos do Tribunal de Contas da União (AudEducação), disse que o órgão realiza no momento uma &#8220;ampla radiografia&#8221; do PNE 2014-2024, a qual servirá de subsídio ao governo e ao Congresso na formulação do PNE 2024-2034. Mas apresentou também auditorias recentes que explicitam o &#8220;descaso&#8221; com que a educação foi tratada nos últimos anos.</p>
<p>Em relação às medidas para diminuir o impacto da pandemia de covid-19 na educação básica, por exemplo, o Acórdão 2.620/2021 do TCU detectou a baixa capacidade do MEC, à época, para formular e coordenar ações estruturantes. O MEC também falhou na gestão coordenada com estados e municípios, &#8220;priorizando políticas fragmentadas, intempestivas e sem foco específico na resolução de problemas enfrentados pelas redes de ensino&#8221;, segundo o relatório trazido por Neto.</p>
<p>Ainda segundo o auditor, o MEC também não priorizou o combate às desigualdades estruturais que marcam a educação brasileira durante a pandemia, e que se tornaram ainda maiores por causa disso. Na mesma linha dos demais participantes da audiência pública, Neto corroborou que o TCU apontou a demora do MEC em efetivar qualquer ação de monitoramento do estado da educação nos níveis estaduais e municipais durante a pandemia.</p>
<p>Já quanto ao cumprimento das 20 metas do PNE 2014-2024, o TCU detectou que 12 delas tinham &#8220;alto risco de serem descumpridas&#8221;. O TCU apontou atrasos especialmente em relação às metas de educação especial, relativas aos planos de carreira e à gestão democrática. O TCU também viu na época a &#8220;baixa governança do MEC, com ausência de planejamento estratégico e monitoramento contínuo das metas&#8221;.</p>
<p>Neto também concluiu que, para ser efetivo, o PNE precisa ser obrigatório em relação ao cumprimento das metas por parte dos gestores. E que governo e Legislativo precisam &#8220;fazer sua parte&#8221;, priorizando as metas do Plano em relação às destinações orçamentárias.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/22/educacao-viveu-apagao-de-dados-que-dificulta-cumprimento-de-metas-do-pne-afirmam-especialistas#3b90bbc6-0513-4d03-913b-7de504e50dd1" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>UE: Meta recebe multa recorde de € 1,2 bilhão por violar lei de dados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 May 2023 13:45:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[dados]]></category>
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		<category><![CDATA[recebe]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Unsplash/Dima Solomin Meta é multada na União Europeia A Meta, empresa dona do Facebook, Instagram e WhatsApp, foi multada nesta segunda-feira (22) em € 1,2 bilhão (o equivalente a R$ 6,5 bilhões, em conversão direta) na Irlanda por descumprir o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (GDPR, na sigla em inglês) da União Europeia. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/cs/go/hl/csgohlsgvuw6qchjasck6uv9y.jpg" width="906" height="509" alt="Meta é multada na União Europeia" title="Meta é multada na União Europeia"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Unsplash/Dima Solomin</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Meta é multada na União Europeia</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">A Meta, empresa dona do Facebook, Instagram e WhatsApp, foi multada nesta segunda-feira (22) em € 1,2 bilhão (o equivalente a R$ 6,5 bilhões, em conversão direta) na Irlanda por descumprir o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (GDPR, na sigla em inglês) da União Europeia. Essa é a maior multa já aplicada para um processo deste tipo no bloco.  </p>
<p>A multa veio do órgão irlandês de proteção de dados porque a sede da Meta na Europa fica em Dublin, mas a penalidade se refere a infrações da GDPR no bloco todo. A Meta foi condenada por enviar dados dos usuários europeus do Facebook para serem tratados e armazenados nos Estados Unidos.</p>
<p>A investigação do caso teve início ainda em 2020, e a Meta já tinha sido determinada a parar de compartilhar os dados de europeus com os EUA, o que não foi cumprido.</p>
<p>Agora, além da multa bilionária, a empresa também terá cinco meses para suspender qualquer transferência futura de dados pessoais para os EUA e seis meses para excluir dados pessoais de europeus compartilhados ilegalmente dos seus bancos de dados nos EUA.</p>
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<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://tecnologia.ig.com.br/2023-04-20/comite-meta-pede-investigacao-algoritmo-desinformacao.html" title="Comitê pede que Meta investigue se algoritmo aumenta desinformação" target="_self" rel="noopener">Comitê pede que Meta investigue se algoritmo aumenta desinformação</a> </li>
<li> <a href="https://tecnologia.ig.com.br/2023-05-11/meta-inteligencia-artificial-segmentar-anuncios.html" title="Meta usa inteligência artificial para segmentar ainda mais os anúncios" target="_self" rel="noopener">Meta usa inteligência artificial para segmentar ainda mais os anúncios</a> </li>
<li> <a href="https://tecnologia.ig.com.br/2023-05-10/meta-expande-anuncios-reels-criadores-ganharao-dinheiro.html" title="Meta expande anúncios no Reels e criadores ganharão dinheiro" target="_self" rel="noopener">Meta expande anúncios no Reels e criadores ganharão dinheiro</a> </li>
</ul>
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<p class="">Em nota, a Meta disse que a multa é &#8220;injustificada e desnecessária&#8221;, e afirmou que está recorrendo da decisão. A empresa alega que seus serviços podem ser prejudicados caso o compartilhamento de dados entre União Europeia e EUA acabe.  </p>
<p>&#8220;Sem a capacidade de transferir dados entre fronteiras, a Internet corre o risco de ser dividida em silos nacionais e regionais, restringindo a economia global e deixando os cidadãos de diferentes países incapazes de acessar muitos dos serviços compartilhados dos quais passamos a depender&#8221;, afirmou a Meta. &#8220;Estamos apelando dessas decisões e buscaremos imediatamente a suspensão dos tribunais que podem suspender os prazos de implementação, dados os danos que essas ordens causariam, inclusive aos milhões de pessoas que usam o Facebook todos os dias&#8221;, completou a empresa.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://tecnologia.ig.com.br/2023-05-22/meta-multa-recorde-uniao-europeia-protecao-dados.html#100be114-3ad8-4541-b1c2-2ba13ef2ae0e" rel="noopener">Tecnologia</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/ue-meta-recebe-multa-recorde-de-e-12-bilhao-por-violar-lei-de-dados/">UE: Meta recebe multa recorde de € 1,2 bilhão por violar lei de dados</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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		<title>Estados deverão divulgar dados sobre elucidação de assassinatos, aprova CSP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 May 2023 19:15:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[assassinatos]]></category>
		<category><![CDATA[dados]]></category>
		<category><![CDATA[dever]]></category>
		<category><![CDATA[divulgar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Segurança Pública (CSP) aprovou nesta terça-feira (16) projeto que obriga os estados a publicarem, anualmente, dados sobre as investigações de homicídios dolosos. O Projeto de Lei (PL) 5.179/2020, do senador Fabiano Contarato (PT-ES), altera o Sistema Único de Segurança Pública (Susp), criado pela Lei 13.675, de 2018, e segue para a Câmara dos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Segurança Pública (CSP) aprovou nesta terça-feira (16) projeto que obriga os estados a publicarem, anualmente, dados sobre as investigações de homicídios dolosos. O Projeto de Lei (PL) 5.179/2020, do senador Fabiano Contarato (PT-ES), altera o Sistema Único de Segurança Pública (Susp), criado pela Lei 13.675, de 2018, e segue para a Câmara dos Deputados se não houver recurso para análise no Plenário do Senado.</p>
<p>O relator, senador Rogério Carvalho (PT-SE), deu parecer favorável. Para Rogério Carvalho, ter dados detalhados sobre o assunto é urgente, pois aumentará a eficiência dos órgãos de investigação e de justiça, que poderão atuar corretivamente para melhorar a qualidade dos inquéritos.</p>
<p>O senador Jorge Seif (PL-SC) apontou a falta de análise e interpretação de dados como uma das razões para as dificuldades na implementação das políticas públicas no Brasil.</p>
<p>— Um dos grandes problemas é a falta de estatística, não só na segurança pública, mas também na saúde, no agro&#8230; — disse Seif ao apoiar o texto.</p>
<h3><strong>Transparência</strong></h3>
<p>As informações publicadas devem incluir necessariamente o número total das ocorrências registradas, desagregadas geograficamente e separada por tipo penal e pelo perfil socioeconômico das vítimas (como idade, raça e gênero). Também devem ser publicados o total dos inquéritos policiais abertos, em andamento, relatados com autoria e arquivados — estes devem indicar o motivo do arquivamento.</p>
<p>Além disso, os estados devem divulgar os recursos, humanos ou materiais, disponíveis para a realização das investigações. Com isso, o quantitativo de delegacias especializadas e o número de policiais, por exemplo, devem compor o documento. Também é exigido que a duração média das investigações policiais seja publicada.</p>
<p>As demais regras sobre as publicações serão regulamentadas pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. Os dados de todos os estados serão compilados em um relatório da pasta, que será publicado até dia 30 de julho de cada ano. O objetivo é monitorar e aprimorar a implementação do Plano Nacional de Segurança Pública e Defesa Social e do Plano Nacional de Enfrentamento de Homicídios de Jovens.</p>
<h3><strong>Sinesp</strong></h3>
<p>O projeto também determina que todos os entes federativos, incluindo os municípios, forneçam no Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp) dados sobre elucidação de crimes. Neste caso, não é preciso que seja de forma pública e não se restringe a delitos que culminem em morte.</p>
<p><span>O Sinesp é um sistema que integra informações e dados de segurança pública prisionais, de rastreabilidade de armas e munições, de material genético, de digitais e de drogas. Os dados são processados pelo governo federal, mas também são disponibilizados para forças de segurança pública dos entes federativos para auxiliar na atividade investigativa.</span></p>
<h3><strong>Punições</strong></h3>
<p>Ainda pelo texto, o Ministério da Justiça publicará anualmente uma lista com os estados que não publicarem essas informações e com os entes federados que deixarem de alimentar e atualizar os dados no Sinesp.</p>
<p>Outra sanção é a proibição de receber da União recursos ou financiamento de programas relativos a segurança pública, defesa social ou sistema prisional. Atualmente, essa aplicação punição é uma faculdade da União. Regulamento da pasta também trará novas regras sobre o funcionamento destas penalizações.</p>
<h3><strong>Plano de trabalho</strong></h3>
<p>Na reunião, foi aprovado o plano de trabalho para o colegiado analisar a atuação da Justiça no âmbito do processo penal no período de 2017 a 2022. A avaliação atende a requerimento do senador Sérgio Petecão (PSD-AC).</p>
<p>O plano de trabalho foi elaborado por Contarato, que expôs preocupação com o cumprimento dos prazos previstos no Código de Processo Penal (Decreto-Lei 3.689, de 1941) e com os direitos fundamentais dos presos.</p>
<p>— Por que as cadeias estão lotadas e as pessoas ficam respondendo processos por cinco, dez, 12 anos? Se você somar os prazos processuais, teremos no máximo 6 meses [até sentença]. Então, temos que cobrar efetivamente quem está dando a prestação jurisdicional pra que cumpra os prazos processuais. As cadeias estão lotadas de pobres, pretos e semianalfabetos. E estão sendo violados pelo Estado por esses prazos processuais. Isso tem que doer em todos nós — disse o senador.</p>
<p>Contarato especificou no documento que o mérito das decisões jurisdicionais, consideradas individualmente, não serão apreciadas pela CSP, para respeitar a separação dos Poderes prevista pela constituição.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/16/estados-deverao-divulgar-dados-sobre-elucidacao-de-assassinatos-aprova-csp#834b597f-d51f-423f-b12f-6cff6befd7ab" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Google não libera Bard na UE e Brasil; leis de dados podem ser motivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 May 2023 17:15:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[dados]]></category>
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		<category><![CDATA[libera]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Unsplash/Kai Wenzel Google não libera Bard na União Europeia Na última semana, o Google liberou o Bard, seu sistema de inteligência artificial concorrente do ChaGPT, em 180 países e territórios , mas deixou a União Europeia (UE) e o Brasil de fora da lista. Dos 27 países que fazem parte da UE, nenhum está na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/e4/m5/5h/e4m55hjfy99ayozxt5kche7qr.jpg" width="906" height="509" alt="Google não libera Bard na União Europeia" title="Google não libera Bard na União Europeia"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Unsplash/Kai Wenzel</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Google não libera Bard na União Europeia</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Na última semana, o <a href="https://tecnologia.ig.com.br/2023-05-10/google-lanca-bard-180-paises-recursos-inteligencia-artificial.html" data-mce-href="https://tecnologia.ig.com.br/2023-05-10/google-lanca-bard-180-paises-recursos-inteligencia-artificial.html">Google liberou o Bard, seu sistema de inteligência artificial concorrente do ChaGPT, em 180 países e territórios</a> , mas deixou a União Europeia (UE) e o Brasil de fora da lista.  </p>
<p>Dos 27 países que fazem parte da UE, nenhum está na lista dos que receberam o Bard. O site alemão WinFuture questionou o próprio Bard sobre o motivo de deixar os países do bloco de fora, e a inteligência artificial citou o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (GDPR, na sigla em inglês).</p>
<p>O motivo, porém, não é oficial. O portal iG questionou o Google sobre a ausência de países da União Europeia na lista do Bard, e a empresa não citou a lei de proteção de dados local.</p>
<p>&#8220;À medida que continuamos a desenvolver o Bard de forma responsável, estamos gradualmente expandindo seu acesso a mais países e regiões em inglês. Continuaremos a implementá-lo em outros países, regiões e idiomas ao longo do tempo&#8221;, afirmou a empresa em nota.</p>
<p>A GDPR é a lei europeia de proteção de dados, e já  <a href="https://tecnologia.ig.com.br/2023-03-31/entenda-vazamento-dados-chatgpt-banimento-italia.html" data-mce-href="https://tecnologia.ig.com.br/2023-03-31/entenda-vazamento-dados-chatgpt-banimento-italia.html">foi usada pela Itália para banir o ChatGPT</a> por não proteger corretamente os dados pessoais dos usuários, por exemplo. Historicamente, a UE é conhecida por ser mais rigorosa nas legislações sobre tecnologia e também em suas aplicações.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
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<ul>
<li> <a href="https://tecnologia.ig.com.br/2023-03-06/chatgpt-futuro-inteligencia-artificial.html" title="O próximo ChatGPT: o que esperar do futuro da inteligência artificial?" target="_self" rel="noopener">O próximo ChatGPT: o que esperar do futuro da inteligência artificial?</a> </li>
<li> <a href="https://tecnologia.ig.com.br/2023-05-11/meta-inteligencia-artificial-segmentar-anuncios.html" title="Meta usa inteligência artificial para segmentar ainda mais os anúncios" target="_self" rel="noopener">Meta usa inteligência artificial para segmentar ainda mais os anúncios</a> </li>
<li> <a href="https://tecnologia.ig.com.br/2023-04-05/inteligencia-artificial-problemas-riscos-elon-musk.html" title="Inteligência artificial tem problemas, mas não os levantados por Musk" target="_self" rel="noopener">Inteligência artificial tem problemas, mas não os levantados por Musk</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">No Brasil, a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) foi inspirada na GDPR. No país, é proibido coletar dados pessoais sem consentimento e não cuidar corretamente das informações, entre outras regras. O Brasil também não está na lista de países nos quais o Bard está disponível.  </p>
<p class="">Tanto no Brasil quanto na UE,  <a href="https://tecnologia.ig.com.br/2023-05-05/pacheco-propoe-lei-regulamentar-inteligencia-artificial-brasil.html" data-mce-href="https://tecnologia.ig.com.br/2023-05-05/pacheco-propoe-lei-regulamentar-inteligencia-artificial-brasil.html">leis específicas para regulamentar a inteligência artificial são discutidas</a> atualmente. Por aqui, o Google também já está na mira de legisladores por conta do Projeto de Lei 2630/2020, conhecido como PL das Fake News.</p>
<p>Por enquanto, a inteligência artificial do Google está em fase de testes. Os clientes já podem utilizar o sistema normalmente, mas a empresa alerta que ele ainda não está completamente pronto e pede o feedback dos usuários.</p>
<p>Por não estar pronto, é possível que o Bard apresente falhas &#8211; e esse pode ser um dos motivos pelos quais, neste momento, ele está fora de países que possuem legislações mais avançadas de proteção de dados.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://tecnologia.ig.com.br/2023-05-15/google-nao-libera-bard-ue-brasil-leis-dados-motivo.html#23354d68-3f5b-4cb7-9b6c-1aeb856d85eb" rel="noopener">Tecnologia</a></p>
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		<item>
		<title>Proteção de bancos de dados do governo é tema de debate na CI</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 May 2023 20:16:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[bancos]]></category>
		<category><![CDATA[dados]]></category>
		<category><![CDATA[debate]]></category>
		<category><![CDATA[governo]]></category>
		<category><![CDATA[prote]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diante de recorrentes ataques de hackers a órgãos governamentais, a Comissão de Infraestrutura (CI) decidiu avançar nos debates sobre prontidão cibernética e proteção preventiva dos bancos de dados do governo. Uma audiência pública sobre o tema está marcada para a quinta-feira (18), às 9h. O debate atende a pedido do senador Veneziano Vital do Rêgo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Diante de recorrentes ataques de hackers a órgãos governamentais, a Comissão de Infraestrutura (CI) decidiu avançar nos debates sobre prontidão cibernética e proteção preventiva dos bancos de dados do governo. Uma audiência pública sobre o tema está marcada para a quinta-feira (18), às 9h.</p>
<p style="text-align: left"><span style="font-weight: 400">O debate atende a pedido do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB). O parlamentar destaca no </span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/156248" rel="noopener" target="_blank"><span style="font-weight: 400">requerimento</span></a><span style="font-weight: 400"> que a cibersegurança tornou-se uma das principais preocupações das instituições públicas e privadas, e, segundo dados do Fórum Econômico Mundial, pode implicar impacto superior a US$ 7 trilhões de prejuízos neste ano.</span></p>
<p>“A prontidão cibernética é uma abordagem estratégica de defesa ativa preventiva, complementar às soluções tradicionais de segurança interna às organizações, e que visa aprimorar a resiliência dos ativos digitais de forma tanto individual quanto sistêmica contra ameaças cibernéticas”, explica. Diante da importância do tema, torna-se necessária a audiência pública no Senado Federal “para discutir a oportunidade, viabilidade e respectivos modelos para implementação da estratégia”, justifica o senador no requerimento.</p>
<p>Veneziano cita alguns ataques que romperam a segurança dos bancos de dados nos últimos anos, como o vazamento de dados de 223 milhões de brasileiros, em janeiro de 2021, que expôs informações pessoais sensíveis, como CPF, data de nascimento e histórico de crédito.</p>
<p>Entre os convidados para a audiência pública, estão José Luiz Medeiros, representante de Associação Brasileira de Governança Pública de Dados Pessoais; e Fabrício Mota, conselheiro titular no Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade. Também foram convidados representantes da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) e do Tribunal de Contas da União, entre outros órgãos.</p>
<table class="plain" style="background-color: #d3eef8">
<tbody>
<tr style="background-color: #d3eef8">
<td style="background-color: #d3eef8">
<h4 style="background-color: #d3eef8"><strong>Como participar</strong></h4>
<p style="background-color: #d3eef8">O evento será interativo: os cidadãos podem enviar perguntas e comentários pelo telefone da Ouvidoria do Senado (0800 061 2211) ou pelo <a class="external-link" href="https://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaoaudiencia?id=25401" rel="noopener" target="_blank">Portal e‑Cidadania</a>, que podem ser lidos e respondidos pelos senadores e debatedores ao vivo. O Senado oferece uma declaração de participação, que pode ser usada como hora de atividade complementar em curso universitário, por exemplo. O <a class="external-link" href="http://www12.senado.leg.br/ecidadania" rel="noopener" target="_blank" title="">Portal e‑Cidadania</a> também recebe a opinião dos cidadãos sobre os projetos em tramitação no Senado, além de sugestões para novas leis.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/12/protecao-de-bancos-de-dados-do-governo-e-tema-de-debate-na-ci#9a027090-8b42-4532-9034-b1807bafb4ac" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/protecao-de-bancos-de-dados-do-governo-e-tema-de-debate-na-ci/">Proteção de bancos de dados do governo é tema de debate na CI</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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		<item>
		<title>Workshop capacita servidores para proteção de dados no setor público</title>
		<link>https://fatomt.com.br/workshop-capacita-servidores-para-protecao-de-dados-no-setor-publico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 May 2023 19:15:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[capacita]]></category>
		<category><![CDATA[dados]]></category>
		<category><![CDATA[prote]]></category>
		<category><![CDATA[publico]]></category>
		<category><![CDATA[servidores]]></category>
		<category><![CDATA[setor]]></category>
		<category><![CDATA[workshop]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://fatomt.com.br/workshop-capacita-servidores-para-protecao-de-dados-no-setor-publico/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Assegurar o tratamento adequado e com responsabilidade aos dados que são confiados ao Ministério Público do Estado de Mato Grosso, de forma consentida ou por determinação judicial. É com esse propósito que integrantes da instituição estão participando nesta sexta-feira (12) do Workshop da Privacidade de Dados Pessoais, realizado no auditório da Procuradoria-Geral de Justiça. O [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/workshop-capacita-servidores-para-protecao-de-dados-no-setor-publico/">Workshop capacita servidores para proteção de dados no setor público</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:16px"><span style="font-family:Tahoma,Geneva,sans-serif">Assegurar o tratamento adequado e com responsabilidade aos dados que são confiados ao Ministério Público do Estado de Mato Grosso, de forma consentida ou por determinação judicial. É com esse propósito que integrantes da instituição estão participando nesta sexta-feira (12) do Workshop da Privacidade de Dados Pessoais, realizado no auditório da Procuradoria-Geral de Justiça. O evento é promovido em parceria com a Procuradoria-Geral do Estado, Tribunal de Contas do Estado, Controladoria-Geral do Estado e Associação Nacional dos Profissionais de Privacidade de Dados (ANPPD).</p>
<p>  “Esta capacitação sobre a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) é extremamente importante, uma vez que a sociedade nos confia os seus dados pessoais, que precisam ser tratados de forma adequada e com responsabilidade”, ressaltou o coordenador do Departamento de Tecnologia da Informação e Encarregado de Dados Pessoais do MPMT, promotor de Justiça José Mariano de Almeida Neto.</p>
<p>  O procurador do Estado e Encarregado de Dados Pessoais da Procuradoria-Geral do Estado (PGE), Igor Vivela, enfatizou que as discussões promovidas no workshop auxiliarão na compatibilização das atividades da instituição com as disposições da LGPD. O presidente da Comissão de Proteção de Dados da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional de Mato Grosso, Eduardo Manzepio, destacou a necessidade de as instituições trabalharem com os dados pessoais de forma transparente e confiável. Lembrou que o uso indevido dessas informações é responsável pela maioria das fraudes que as pessoas enfrentam diariamente.</p>
<p>  Para o Encarregado de Dados Pessoais do Tribunal de Contas do Estado, Valteir Teobaldo, as instituições precisam realizar mais debates sobre o tema para contribuir com a promoção da cultura dos dados pessoais. “Precisamos proteger os dados das pessoas das quais cuidamos, mas também temos que cuidar dos nossos próprios dados”, afirmou.</p>
<p>  <strong>Palestra magna &#8211;</strong> Logo após a abertura oficial do evento, o presidente da Associação Nacional dos Profissionais de Privacidade de Dados (ANPPD), o PHD Davis Alves, falou sobre a “LGPD no contexto público”.  Enfatizou que a norma é um dos assuntos mais falados atualmente, já que impacta diretamente na proteção de dados. Lembrou que o Brasil é o sétimo país mais digitalizado do mundo. Pesquisas revelam que o brasileiro consulta o celular, em média, pelo menos 78 vezes por dia. Alertou, no entanto, que o crescimento em segurança da informação não acompanhou o crescimento em tecnologia.</p>
<p>  Segundo ele, na pandemia o vazamento de dados aumentou em 700%. “Muito se tem falado em proteção de dados, mas muito pouco tem sido feito em investimentos em segurança da informação. A efetivação da LGPD depende necessariamente de investimentos em tecnologia da informação”, afirmou.</p>
<p>  Destacou ainda que dos 65 artigos da Lei, cerca de 20 ainda carecem de direcionamento. Conforme o palestrante, existem pontos impraticáveis. Como exemplo, citou o artigo 18, que trata do direito de exclusão. “Existem pontos que tecnicamente são impraticáveis, pois ainda não temos a tecnologia necessária para atendimento”. Assista a íntegra da palestra no<a href="https://youtu.be/_X5_YEkrbJA"> link</a> .</p>
<p>  O Workshop, que teve início no período da manhã, se estenderá até o final da tarde desta sexta-feira. Pode ser acompanhado ao vivo no canal do MPMT no Youtube.</span></span></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.mpmt.mp.br/conteudo/58/124543/workshop-capacita-servidores-para-protecao-de-dados-no-setor-publico#b6693535-176a-4f87-a042-c7d21d91d420" rel="noopener">Ministério Público MT &#8211; MT</a></p>
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		<title>PF deflagra operação para investigar inserção de dados falsos de vacinação nos sistemas da Saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 May 2023 10:45:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[dados]]></category>
		<category><![CDATA[deflagra]]></category>
		<category><![CDATA[falsos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Brasília/DF. A Polícia Federal deflagra nesta quarta-feira (3/5) a Operação Venire* para esclarecer a atuação de associação criminosa constituída para a prática dos crimes de inserção de dados falsos de vacinação contra a Covid-19 nos sistemas SI-PNI e RNDS do Ministério da Saúde. Estão sendo cumpridos 16 mandados de busca e apreensão e seis mandados [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><strong>Brasília/DF.</strong> A Polícia Federal deflagra nesta quarta-feira (3/5) a Operação Venire* para esclarecer a atuação de associação criminosa constituída para a prática dos crimes de inserção de dados falsos de vacinação contra a Covid-19 nos sistemas SI-PNI e RNDS do Ministério da Saúde.</p>
<p style="text-align: justify">Estão sendo cumpridos 16 mandados de busca e apreensão e seis mandados de prisão preventiva, em Brasília e no Rio de Janeiro, além de análise do material apreendido durante as buscas e realização de oitivas de pessoas que detenham informações a respeito dos fatos.</p>
<p style="text-align: justify">As inserções falsas, que ocorreram entre novembro de 2021 e dezembro de 2022, tiveram como consequência a alteração da verdade sobre fato juridicamente relevante, qual seja, a condição de imunizado contra a Covid-19 dos beneficiários. Com isso, tais pessoas puderam emitir os respectivos certificados de vacinação e utilizá-los para burlarem as restrições sanitárias vigentes imposta pelos poderes públicos (Brasil e Estados Unidos) destinadas a impedir a propagação de doença contagiosa, no caso, a pandemia de covid-19.</p>
<p style="text-align: justify">A apuração indica que o objetivo do grupo seria manter coeso o elemento identitário em relação a suas pautas ideológicas, no caso, sustentar o discurso voltado aos ataques à vacinação contra a Covid-19.</p>
<p style="text-align: justify">As ações ocorrem dentro do inquérito policial que apura a atuação do que se convencionou chamar “milícias digitais”, em tramitação perante o Supremo Tribunal Federal.</p>
<p style="text-align: justify">Os fatos investigados configuram em tese os crimes de infração de medida sanitária preventiva, associação criminosa, inserção de dados falsos em sistemas de informação e corrupção de menores.</p>
<p style="text-align: justify"><em>* O nome da operação deriva do princípio “Venire contra factum proprium”, que significa &#8220;vir contra seus próprios atos&#8221;, &#8220;ninguém pode comportar-se contra seus próprios atos&#8221;. É um princípio base do Direito Civil e do Direito Internacional, que veda comportamentos contraditórios de uma pessoa.</em></p>
<p style="text-align: right"><strong><em>Coordenação-Geral de Comunicação Social</em></strong><br /><strong><em>imprensa@pf.gov.br</em></strong><br /><strong><em>(61) 2024.8142</em></strong></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.gov.br/pf/pt-br/assuntos/noticias/2023/05/pf-deflagra-operacao-para-investigar-insercao-de-dados-falsos-de-vacinacao-nos-sistemas-da-saude#9e957edb-9b1c-4282-a289-075ec30b42d5" rel="noopener">Polícia Federal</a></p>
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		<title>Lei determina inclusão de dados sobre raça em documentos trabalhistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Apr 2023 13:15:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[dados]]></category>
		<category><![CDATA[determina]]></category>
		<category><![CDATA[documentos]]></category>
		<category><![CDATA[inclus]]></category>
		<category><![CDATA[sobre]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei 14.553, de 2023, que determina a inclusão de informações sobre raça em registros de trabalhadores. A norma foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (24). De acordo com o texto, os dados sobre pertencimento a segmento étnico-racial valem para registros administrativos nos setores público [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a <a href="https://legis.senado.leg.br/norma/36753376" rel="noopener" target="_blank">Lei 14.553, de 2023,</a> que determina a inclusão de informações sobre raça em registros de trabalhadores. A norma foi publicada no <em>Diário Oficial da União</em> desta segunda-feira (24).</p>
<p>De acordo com o texto, os dados sobre pertencimento a segmento étnico-racial valem para registros administrativos nos setores público e privado. As informações devem ser usadas para subsidiar políticas públicas.</p>
<p>A nova lei altera o Estatuto da Igualdade Racial (<a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:2010-07-20;12288" rel="noopener" target="_blank">Lei 12.288, de 2010</a>) para determinar procedimentos e critérios de coleta de informações relativas a cor e raça no mercado de trabalho. Ela é resultado do projeto de lei (PL) <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/140297" rel="noopener" target="_blank">6.557/2019</a>, aprovado pelo Senado em 21 de março. <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/03/21/aprovada-inclusao-de-dados-sobre-raca-em-documentos-trabalhistas" rel="noopener" target="_blank">A proposição,</a> do deputado federal Vicentinho (PT-SP), recebeu parecer favorável do senador Paulo Paim (PT-RS).</p>
<p>O texto determina que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) faça um censo, a cada cinco anos, para identificar a participação de cada grupo étnico-racial empregado no setor público. As informações devem ser utilizadas na Política Nacional de Promoção da Igualdade Racial, instituída pelo Estatuto da Igualdade Racial com o objetivo de reduzir as desigualdades raciais no Brasil, com ênfase na população negra.</p>
<p>Segundo a Lei 14.553, de 2023, os empregadores do setor público e privado devem incluir nos registros administrativos um campo para que os empregados possam se classificar segundo o segmento étnico e racial a que pertencem. O trabalhador deve indicar sua raça nos seguintes formulários: admissão e demissão no emprego; acidente de trabalho; inscrição de segurados e dependentes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS); pesquisas do IBGE; registro feito no Sistema Nacional de Emprego (Sine); e na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/04/24/lei-determina-inclusao-de-dados-sobre-raca-em-documentos-trabalhistas#ce7d3bfd-34aa-404c-8904-4f4cf7168a55" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/lei-determina-inclusao-de-dados-sobre-raca-em-documentos-trabalhistas/">Lei determina inclusão de dados sobre raça em documentos trabalhistas</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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