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	<title>Arquivos controversia - FATO MT</title>
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	<title>Arquivos controversia - FATO MT</title>
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		<title>Ampliação da coleta de DNA de condenados causa controvérsia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Apr 2023 19:15:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na reunião da Comissão de Segurança Pública (CSP) desta terça-feira (25), foi concedida vista coletiva ao PL 1.496/2021, que trata da identificação do perfil genético de condenados. Com isso, a previsão é que o projeto retorne à pauta na próxima semana. Antes de tentar votá-lo, a CSP fez uma audiência pública sobre o projeto. Na audiência, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na reunião da Comissão de Segurança Pública (CSP) desta terça-feira (25), foi concedida vista coletiva ao <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/148161" rel="noopener" target="_blank">PL </a><span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/148161" rel="noopener" target="_blank">1.496/2021</a>, que trata da identificação do perfil genético de condenados. Com isso, a previsão é que o projeto retorne à pauta na próxima semana.</span></p>
<p><span>Antes de tentar votá-lo, a CSP fez uma audiência pública sobre o projeto. Na audiência, o senador Fabiano Contarato (PT-ES), o primeiro a pedir vistas, reclamou que o relatório de Sergio Moro (União-PR) à proposta de Leila Barros (PDT-DF) teria &#8220;desvirtuado&#8221; o objetivo e o foco do texto original.</span><span></span></p>
<p><span>— A proposta original era positiva. Previa a extração do perfil genético para uma lista definida de crimes graves. Mas o relator amplia a coleta para 2 mil crimes dolosos. O Estado brasileiro tem condições de fazer isso? E, além dos condenados, prevê a extração para presos provisórios ou outras categorias de investigados, às vezes até sem inquérito. O STJ já determinou uma série de restrições para a coleta de dados orgânicos, e deixou claro que ela não é determinante — reclamou Contarato.</span></p>
<p><span>Sergio Moro contestou o uso do termo &#8220;desvirtuado&#8221; usado pelo senador Contarato em relação ao teor de seu relatório. O relator garantiu que o relatório foi enviado a Leila Barros e disse que dialogou com a autora sobre o PL 1.496/2021. O senador Jorge Kajuru (PSB-GO), que presidiu a reunião, comunicou a Contarato que Leila pediu a ele para que se esforçasse pela aprovação do relatório.</span></p>
<p><span>Moro disse ter se espelhado no que fazem países como Estados Unidos, Reino Unido e União Europeia, que têm investido na coleta de dados genéticos visando a solução de crimes:</span></p>
<p><span>— Nosso banco de dados nesse campo é muito modesto, o perfil de pessoas sujeitas à coleta. No banco de dados do Reino Unido há 6 milhões de amostras. No banco de dados dos Estados Unidos, 20 milhões, enquanto nosso banco não chega a 191 mil amostras. Mas mesmo sendo limitado, quando houve uma aceleração na coleta do perfil, os resultados começaram a aparecer. </span></p>
<p><span>O relator relembrou um caso do Paraná, da menina Raquel Genofre, que desapareceu no caminho de volta da escola para casa, em 2008. Ela tinha 9 anos.</span></p>
<p><span>— Dias depois o corpo apareceu na rodoviária, numa mala, um assassinato brutal. Esse crime foi resolvido em 2019 através do Banco Nacional de Perfis Genéticos, porque na implementação do banco foi coletado o perfil genético de um preso em Sorocaba. Recentemente um assalto do crime organizado em Guarapuava [PR] também foi resolvido, foram identificados os autores através do perfil genético, de inserção no banco — disse Moro.</span><span></span></p>
<h3><strong>Visão do governo</strong></h3>
<p>Representantes de ministérios do governo federal apresentaram ponderações à proposta. Ana Lúcia Castro, do Ministério dos Direitos Humanos, questiona a possibilidade (prevista no texto) de substituição dos peritos por funcionários públicos na coleta de amostras e a possibilidade de contaminação das amostras. Ela também lembra que o STF vem debatendo se a prática seria constitucional ou não, ou seja, uma eventual nova lei sobre o tema poderia já nascer &#8220;natimorta&#8221;, dependendo do posicionamento do STF. O tema também é eivado pelo debate sobre o direito do cidadão de não se autoincriminar, e a representante do ministério também questiona a possibilidade, existente no PL 1.496/2021, de coletar amostras de condenados sem trânsito em julgado.</p>
<p>Já Isabel Seixas, do Ministério da Justiça, advertiu que a coleta de perfis genéticos não pode ser vendida como uma &#8220;panaceia&#8221; capaz de resolver a criminalidade no Brasil.</p>
<p>— I<span>sso não adianta muita coisa se a gente não alimentar o banco com os vestígios coletados nos locais de crimes, de pessoas que foram vítimas de crimes sexuais, por exemplo, porque eu não tenho o que cotejar, não tenho o que vincular com o quê. Vai chegar um momento em que vou ter 800 mil perfis genéticos, e a chance de o banco me dar bons resultados é nenhuma, se eu não estiver no mesmo passo, com a mesma velocidade e com o mesmo investimento, inserindo nesse banco os vestígios. É aí que a gente tem o encontro do que eu achei no criminoso, no crime, no local, na vítima, com as pessoas que, supostamente, podem ter sido as autoras do crime — alertou.</span></p>
<p><span>Apesar dessa ponderação, Isabel Seixas admite que a coleta de perfis genéticos também é útil para livrar pessoas injustamente condenadas por crimes que não cometeram. Ela cita o Innocence Project, existente nos EUA, que conseguiu a absolvição de pessoas que tinham sido condenadas injustamente devido a erros judiciais. A partir da perícia de DNA, foi comprovado que elas não eram os autores de muitos crimes.</span></p>
<p><span>— Seja para um lado que eu olhe, seja para o outro lado, seja para conseguir a condenação, seja para conseguir que a pessoa não seja condenada indevidamente, é de uma questão de direitos humanos que a gente está falando — observou.</span></p>
<h3><strong>Eficaz, mas não infalível</strong></h3>
<p><span>Professor de direito penal na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) e vice-presidente da Associação Internacional de Direito Penal, Carlos Japiassú também advertiu o Parlamento e a sociedade de que a coleta de dados genéticos, embora seja um consenso como método válido visando à elucidação de crimes, não pode ser vendida como &#8220;panaceia&#8221;.</span></p>
<p><span>— Não é um método infalível. A literatura contém diversos exemplos onde há falsos-positivos ou falsos-negativos, normalmente por problemas de falhas no método de coleta. E há também o risco de coincidência casual entre dois perfis de DNA. Isso é muito raro, a probabilidade é baixa, mas não é zero, de duas pessoas terem segmentos no DNA idênticos para os locais examinados — alertou o perito.</span></p>
<p><span>Já Luiz Spricigo, v</span>ice-presidente da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais, deixou claro seu apoio ao PL 1.496/2021. Ele também citou o caso da resolução do crime envolvendo a menina Raquel Genofre, acrescentando que a coleta de amostras foi igualmente útil para determinar a inocência de cerca de 80 pessoas que chegaram a ser suspeitas e investigadas de terem cometido o crime.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/04/25/ampliacao-da-coleta-de-dna-de-condenados-causa-controversia#49662f10-e20b-4d66-8e5b-9185df45edba" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>IBDP pede &#8220;fim da controvérsia&#8221; na Revisão da Vida Toda do INSS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Mar 2022 11:20:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[controversia]]></category>
		<category><![CDATA[revis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Luciano Rocha STF A decis&#227;o do&#160;ministro Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), de pedir destaque ao julgamento da&#160;revis&#227;o da vida toda&#160;no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), e com isso fazer com que o resultado favor&#225;vel aos aposentados e pensionistas, que teriam o direito de&#160;incluir no c&#225;lculo da aposentadoria&#160;as contribui&#231;&#245;es previdenci&#225;rias anteriores a 1994, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.0 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/REC-html40/loose.dtd"><br />
<html><body></p>
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<div class="foto-legenda-citacao-text">STF </div>
</figcaption></figure>
</div>
<p class="">A decis&atilde;o do&nbsp;ministro Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), de pedir destaque ao julgamento da&nbsp;revis&atilde;o da vida toda&nbsp;no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), e com isso fazer com que o resultado favor&aacute;vel aos aposentados e pensionistas, que teriam o direito de&nbsp;incluir no c&aacute;lculo da aposentadoria&nbsp;as contribui&ccedil;&otilde;es previdenci&aacute;rias anteriores a 1994, voltasse &agrave; estaca zero, continua provocando rea&ccedil;&otilde;es de entidades previdenci&aacute;rias e de defesa dos aposentados do INSS. </p>
<p>Nesta ter&ccedil;a-feira o&nbsp;Instituto Brasileiro de Direito Previdenci&aacute;rio (IBDP), que atua como amicus curiae (amigo da corte, que fundamenta as decis&otilde;es com pareceres t&eacute;cnicos), enviou uma peti&ccedil;&atilde;o ao Supremo se manifestando sobre a decis&atilde;o e pede que &#8220;fundado no&nbsp;completo desconhecimento de impacto&nbsp;(financeiro nos cofres p&uacute;blicos), que n&atilde;o se consegue comprovar ou mensurar, bem como na evidencia&ccedil;&atilde;o da Justi&ccedil;a estar em detrimento do engessamento por amea&ccedil;as econ&ocirc;micas,&nbsp;a tese que restou vencedora no Plen&aacute;rio Virtual merece ser mantida&#8221;, escreve o vice-presidente do instituto, Diego Cherulli. </p>
<h3>Entre no&nbsp; <a href="https://t.me/iGBrasilEconomico" target="_blank" rel="noopener" data-mce-href="https://t.me/iGBrasilEconomico">canal do Brasil Econ&ocirc;mico no Telegram</a> e fique por dentro de todas as not&iacute;cias do dia</h3>
<p>Em outro trecho do of&iacute;cio, Cherulli pontua que &#8220;o IBDP n&atilde;o se manifestar&aacute; nem opinar&aacute; sobre as situa&ccedil;&otilde;es jur&iacute;dicas que envolveram o pedido de destaque pelo ministro Nunes Marques, embora compreenda que tal situa&ccedil;&atilde;o mere&ccedil;a ser interpretada por Vossas Excel&ecirc;ncias, Ministros e Ministras do Supremo Tribunal Federal, a fim de&nbsp;solucionar a controv&eacute;rsia&nbsp;atualmente objeto de discuss&atilde;o&#8221;. </p>
<p>No texto, o IBDP pontua que &#8220;a doutrina conceitua a&nbsp;&#8216;prova surpresa&#8217; ou &#8216;guarda de trunfo&#8217;&nbsp;a prova existente e conhecida da parte, mas que deixa, ardilosa e maliciosamente, de junt&aacute;-la no processo, no momento que lhe cabia, objetivando com isso tumultuar e obter vantagem com essa omiss&atilde;o volunt&aacute;ria&#8221;.  </p>
<p>No of&iacute;cio enviado ao Supremo, Cherulli continua: &#8220;Quando j&aacute; iniciado o julgamento em plen&aacute;rio virtual e proferidos todos os votos, que militaram a favor do reconhecimento do direito por&nbsp;6 X 5 votos, o recorrente (INSS) apresentou estudo acerca do poss&iacute;vel impacto econ&ocirc;mico do direito em discuss&atilde;o. A prova, que poderia ter sido apresentada a qualquer momento nas inst&acirc;ncias ordin&aacute;rias, foi apresentada em evento surpresa nos autos,&nbsp;ap&oacute;s proferidos todos os votos e formada maioria pela aprova&ccedil;&atilde;o da tese&nbsp;em favor dos segurados, como se fosse um trunfo, um recurso de impacto&#8221;. </p>
<h3>N&uacute;meros diferentes dentro e fora do processo</h3>
<p>Cabe destacar que, durante o curso do processo, o INSS apresentou uma&nbsp;nota t&eacute;cnica&nbsp;informando um valor suposto de impacto nos cofres p&uacute;blicos:&nbsp;R$ 46 bilh&otilde;es em dez anos, o que chegou a ser questionado por outra entidade, o Instituto de Estudos Previdenci&aacute;rios (Ieprev). No entanto, ap&oacute;s perder a a&ccedil;&atilde;o, e fora dos autos do processo, o INSS divulgou um estudo de imapcrto de&nbsp;R$ 360 bilh&otilde;es em 15 anos. O montante chegou a ser citado pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) como uma tentativa de &#8220;quebrarem o INSS&#8221;. </p>
<p>Segundo especialistas em Direito Previdenci&aacute;rio, o novo valor divulgado pela Advocacia-Geral da Uni&atilde;o (AGU) pode ter motivado o pedido de destaque do ministro Nunes Marques, que visa remeter o processo, ainda sem data definida, &agrave;&nbsp;an&aacute;lise de todos os ministros da Corte, que far&atilde;o uma sess&atilde;o presencial. Caber&aacute; ao ministro-presidente da Corte, Luiz Fux, acatar a solicita&ccedil;&atilde;o. </p>
<p>Conforme Cherulli, &#8220;o impacto econ&ocirc;mico do direito &#8211; atrelado aos princ&iacute;pios da reserva do poss&iacute;vel e do equil&iacute;brio financeiro atuarial &#8211; pode ser objeto de defesa do INSS em a&ccedil;&otilde;es previdenci&aacute;rias. Contudo, o fundamento n&atilde;o est&aacute; acima das normas processuais, devendo atender &agrave;s exig&ecirc;ncias do art. 396 do CPC. Dito de outra maneira,&nbsp;n&atilde;o basta apenas que a Autarquia alegue o impacto, esta alega&ccedil;&atilde;o precisa ser devidamente comprovada&nbsp;e submetida ao rigoroso processo de contradit&oacute;rio&#8221;.  </p>
<div class="maislidas_container">
<h3>Leia Tamb&eacute;m</h3>
</div>
<p>Cherulli pontua ainda que&nbsp;nem todos os benef&iacute;cios seriam atingidos pela revis&atilde;o&nbsp;da vida toda, caso o STF mantivesse a constitucionalidade da norma. O advogado pede ainda que, caso o julgamento recomece, que &#8220;seja facultado o exerc&iacute;cio do contradit&oacute;rio sobre os dados surpresa apresentados, os quais&nbsp;n&atilde;o est&atilde;o dotados de t&eacute;cnica&nbsp;capaz de formar convic&ccedil;&atilde;o, inclusive convocando audi&ecirc;ncias p&uacute;blicas e exigindo informa&ccedil;&otilde;es para analisar tecnicamente o m&eacute;rito e eventuais impactos positivos ou negativos, em ampla cogni&ccedil;&atilde;o&#8221;. </p>
<h3>Grupos distintos</h3>
<p>Segundo especialistas em Direito Previdenci&aacute;rio, os segurados que podem se beneficiar da revis&atilde;o est&atilde;o distribu&iacute;dos em tr&ecirc;s grupos: aqueles que realizaram&nbsp;poucos recolhimentos ap&oacute;s 1994; quem&nbsp;recebia uma alta remunera&ccedil;&atilde;o bem antes de 1994; e aqueles com&nbsp;baixos sal&aacute;rios ap&oacute;s 1994. </p>
<p>Aposentadorias concedidas com base nas novas regras estabelecidas pela&nbsp;reforma da Previd&ecirc;ncia&nbsp;n&atilde;o entram nessa revis&atilde;o. Isso porque a Emenda Constitucional 103/2019 criou suas pr&oacute;prias regras de c&aacute;lculo de aposentadoria. </p>
<p>Os aposentados que tiveram uma redu&ccedil;&atilde;o no valor de seus benef&iacute;cios nos &uacute;ltimos tempos, devido ao sistema de transi&ccedil;&atilde;o, poder&atilde;o pedir um novo c&aacute;lculo mediante a inclus&atilde;o de suas contribui&ccedil;&otilde;es feitas, o que por sua vez, poder&aacute;&nbsp;aumentar o valor da aposentadoria. </p>
<p>Para fazer os c&aacute;lculos, &eacute; preciso ter em m&atilde;os carteiras de trabalho, carn&ecirc;s de contribui&ccedil;&atilde;o, processo administrativo de aposentadoria (requerido no site ou no aplicativo do INSS) e carta de concess&atilde;o do benef&iacute;cio a ser revisado. </p>
<h3>Julgamento  </h3>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia tamb&eacute;m</h3>
<ul>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2022-03-22/reajuste-servidores-decisao-bolsonaro-esteves-colnago.html" title="Reajuste de servidores &eacute; decis&atilde;o de Bolsonaro, diz Esteves Colnago" target="_self" rel="noopener">Reajuste de servidores &eacute; decis&atilde;o de Bolsonaro, diz Esteves Colnago</a> </li>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2022-03-22/assembleia-sp-aprova-reajuste-servidores-estaduais.html" title="Assembleia de SP aprova reajuste salarial a servidores estaduais" target="_self" rel="noopener">Assembleia de SP aprova reajuste salarial a servidores estaduais</a> </li>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2022-03-22/assembleia-sp-aprova-reajuste-servidores-estaduais.html" title="T&eacute;cnicos do TCU recomendam aval para privatizar Eletrobras" target="_self" rel="noopener">T&eacute;cnicos do TCU recomendam aval para privatizar Eletrobras</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">Votaram a favor dos aposentados o ex-ministro Marco Aur&eacute;lio Mello e os ministros Edson Fachin, C&aacute;rmen L&uacute;cia, Rosa Weber, Alexandre de Moraes e Ricardo Lewandowski. Votaram contra os ministros Nunes Marques, Dias Toffoli, Lu&iacute;s Roberto Barroso, Luiz Fux e Gilmar Mendes. </p>
<p>Caso o presidente do STF aceite o pedido de destaque, o&nbsp;julgamento vai come&ccedil;ar do zero,&nbsp;e o voto do relator do caso, o ex-ministro Marco Aur&eacute;lio Mello, em favor dos aposentados, ser&aacute; descartado. Com isso, o ministro Andr&eacute; Mendon&ccedil;a, ex-advogado-geral da Uni&atilde;o, que defendia o INSS nas a&ccedil;&otilde;es judiciais, poderia votar a favor do governo. </p>
<p>No entanto, uma ala descontente com o pedido de Nunes Marques deve colocar em&nbsp;vota&ccedil;&atilde;o uma quest&atilde;o de ordem, encaminhada pelo Ieprev, para barrar a manobra e manter o voto de Marco Aur&eacute;lio Mello em favor dos aposentados.</p>
</div>
<div id="infocoweb_rodape" class="infocoweb_rodape">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2022-03-23/ibdp-fim-do-julgamento-da-revisao-da-vida-toda-no-inss.html#263" rel="noopener">IG ECONOMIA</a></div>
</div>
<p><script src="https://gestor.infocoweb.com.br/analytics_content.js?a=263&amp;b=1093209&amp;c=6559682"></script></body></html></p>
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