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	<title>Arquivos cineasta - FATO MT</title>
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	<lastBuildDate>Sat, 27 May 2023 10:45:29 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivos cineasta - FATO MT</title>
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		<title>&#8216;Senti que era hora de mulheres contarem suas histórias&#8217;, diz cineasta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 May 2023 10:45:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[cineasta]]></category>
		<category><![CDATA[contarem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Gabriela Bernd &#8220;Senti que era hora de contar as nossas próprias histórias&#8221;, diz cineasta Marcela Lordy sobre mulheres no audiovisual Após levar ao cinema, em 2022, o longa &#8220;O livro dos Prazeres&#8221;, a diretora e cineasta Marcela Lordy se prepara para a estreia do média-metragem &#8220;O Amor e a Peste&#8221;, que acontece no primeiro semestre [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/47/7y/8h/477y8hk4arz0nhh9suqeokpyo.jpg" width="906" height="509" alt="" title=""> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Gabriela Bernd</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">&#8220;Senti que era hora de contar as nossas próprias histórias&#8221;, diz cineasta Marcela Lordy sobre mulheres no audiovisual</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Após levar ao cinema, em 2022, o longa &#8220;O livro dos Prazeres&#8221;, a diretora e cineasta Marcela Lordy se prepara para a estreia do média-metragem &#8220;O Amor e a Peste&#8221;, que acontece no primeiro semestre deste ano, e &#8220;Aquário com Peixes&#8221;, sua primeira experiência à frente de um espetáculo teatral.</p>
<p>Primeiro longa de ficção da diretora, &#8220;O livro dos Prazeres&#8221; é uma livre adaptação da obra &#8220;Uma aprendizagem ou O livro dos prazeres&#8221;, de Clarice Lispector, uma das mais importantes escritoras em língua portuguesa do século XX. Uma coprodução Brasil-Argentina, o filme traz para os tempos atuais a narrativa do livro publicado em 1969.</p>
<p>O enredo acompanha Lóri (Simone Spoladore), uma professora primária que vive a monotonia de uma rotina de trabalho e relacionamentos furtivos, até que conhece Ulisses (Javier Drolas), um professor de filosofia argentino egocêntrico e provocador. É com ele que Lóri aprende a amar, enfrentando sua própria solidão.</p>
<p>Marcela sempre se incomodou com a forma como, no cinema, o corpo feminino aparecia fragmentado. Foi por conta dessa percepção que ela optou por filmar as cenas de sexo que envolviam a protagonista sem nenhum corte. No ano do centenário de Clarice, o filme foi um dos destaques da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. </p>
<p>&#8220;As mulheres foram acostumadas a ler sobre o próprio corpo sob uma ótica masculina. Se o prazer sempre foi um tabu para a mulher, escrever ou falar sobre isso ainda hoje é problemático. Como realizadora mulher, sempre convivi com diretores homens e cansei de assistir histórias contadas por eles. Senti que era hora de contar as nossas próprias histórias&#8221;, afirma ela, em entrevista ao <strong>iG Delas</strong> .</p>
<h3>Quem é Marcela Lordy</h3>
<p>Marcela Lordy se apaixonou cedo pelas imagens. Foi depois de pegar emprestada a câmera de seu pai numa viagem ao Peru, quando tinha apenas 15 anos, que ela nunca mais abandonou o desejo de olhar por trás das lentes. Fez cursos de fotografia e se tornou laboratorista, até se formar em Cinema em 1999.  </p>
<p>Passou mais de uma década como assistente de direção em trabalhos publicitários antes de migrar para filmes assinados por diretores como Walter Salles e Hector Babenco. Habituada a trabalhar em um mercado predominantemente masculino, foi a partir do convite de atrizes e produtoras mulheres que começou a construir sua filmografia. </p>
<p>O primeiro deles foi para dirigir o telefilme de média-metragem &#8220;A Musa Impassível&#8221; (2010). Até assinar seu primeiro longa de ficção, foram anos de investimento. Além de médias e longas metragens, em seu currículo, coleciona diversos curtas e alguns trabalhos para televisão. Dirige ainda o média &#8220;O Amor e a Peste&#8221; (2022), que estreia no primeiro semestre de 2023 nas plataformas de <em>streaming</em> .</p>
<p>Criada e encenada pelos atores Flavia Couto e Pedro Guilherme, a obra é inspirada no encontro amoroso entre os escritores franceses Anaïs Nin e Antonin Artaud numa Paris de 1933, contaminada pelo nazismo. Esse encontro se esbarra e permite um espelhamento com as vivências do próprio casal Flavia e Pedro durante os tempos de pandemia, em 2020 e 2021, no governo Bolsonaro. O roteiro traz reflexões sobre erotismo, amor e loucura.</p>
<p>Em maio, a diretora tem mais uma estreia: &#8220;Aquário com Peixes&#8221;, sua primeira direção no teatro. O espetáculo, que está em cartaz no Sesc Santana, em São Paulo, tem texto de Franz Keppler e idealização de Carolina Mânica, que protagoniza, junto de Natalia Rodrigues, uma história de amor, mas também de embate, entre duas mulheres completamente opostas.  </p>
<p>Na trama, a promotora pública aquariana Anita se apaixona por Lídia, uma astróloga autêntica e pisciana, exageradamente sensível e emotiva, que a desperta para viver sua primeira relação com uma mulher, aos 40 anos e após se divorciar do marido. O público acompanha a descoberta que uma faz do mundo da outra e o florescer dessa paixão que precisa abraçar e contornar as diferenças.</p>
<p>No meio dessa história, Lídia descobre uma enfermidade com baixas chances de recuperação. E Anita se vê diante do dilema de enfrentar essa doença ao lado da companheira ou de seguir seu caminho sozinha. A personagem questiona a si mesma &#8211; e a plateia &#8211; até que ponto somos responsáveis pela pessoa com a qual compartilhamos momentos fantásticos da vida.</p>
<p>O <strong> iG Delas </strong> bateu um papo com Marcela Lordy sobre o trabalho de artistas na pandemia, as estreias deste mês e protagonismo feminino. Confira a seguir!  </p>
<p> <strong>Entre no  <a href="https://t.me/iGDelas" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-mce-href="https://t.me/iGDelas">canal do iG Delas no Telegram</a> e fique por dentro de todas as notícias sobre beleza, moda, comportamento, sexo e muito mais!</strong>  </p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/2023-03-13/entrevista-atriz-mara-carvalho.html" title="Mara Carvalho fala da carreira, seu restaurante e relação com Fagundes" target="_self" rel="noopener">Mara Carvalho fala da carreira, seu restaurante e relação com Fagundes</a> </li>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/2022-12-20/entrevista-paula-barbosa-zefa-pantanal.html" title="Paula Barbosa: Zefa, de Pantanal, fala sobre carreira e maternidade" target="_self" rel="noopener">Paula Barbosa: Zefa, de Pantanal, fala sobre carreira e maternidade</a> </li>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/2023-01-13/entrevista-heloisa-jorge-dagmar-mar-do-sertao.html" title="Mar do Sertão: atriz fala sobre os desafios de viver a pastora Dagmar" target="_self" rel="noopener">Mar do Sertão: atriz fala sobre os desafios de viver a pastora Dagmar</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class=""> <strong> <br data-mce-bogus="1"> </strong> </p>
<p> <strong>IG DELAS: Em &#8220;O Amor e a Peste&#8221;, você precisa trabalhar com dois tempos: uma Paris de 1933, contaminada pelo nazismo, e uma São Paulo de 2021, pela pandemia de Covid-19 no Brasil de Bolsonaro. Como você enxerga um paralelo entre esses dois momentos históricos?</strong>  </p>
<p>Marcela Lordy: A Paris de 1933 contaminada pelo nazismo e o Brasil de 2021 contaminado por Bolsonaro e pela Covid-19 foram momentos de caos e opressão política, nos quais os artistas se sentiram impotentes. Assim como a Flávia e o Pedro, eu também me senti isolada como artista durante a pandemia. O sentimento de revolta deles também era meu e de toda a equipe. O Brasil foi um dos países que mais matou a sua população ao longo da pandemia, por mero descaso e ignorância política. Um genocídio por parte de um governo que também fazia questão de boicotar seus artistas. Por isso, a plateia sem público aparece com tanta força, e os bastidores fazem parte da história. Era uma forma de nos mantermos vivos, potentes, criativos, fazendo o que a gente mais ama e sabe fazer.  </p>
<p> <strong>Já &#8220;Aquário com Peixes&#8221;, que estreia em maio, narra o romance entre duas mulheres &#8211; uma delas que se vê em sua primeira relação homoafetiva, já aos 40 anos, após se divorciar do marido &#8211; e que são completamente diferentes uma da outra; uma do signo de Aquário, e outra, de Peixes. Como a Astrologia está presente na história? Podemos dizer que esse aquário também é uma metáfora para os conflitos entre as personagens? </strong> </p>
<p>Essa ideia da Astrologia é mais simbólica, já que o aquário é um lugar onde você está preso, e o peixe, teoricamente, é mais fluido. A Anita viveu até então representando o papel que a sociedade patriarcal esperava dela: uma promotora de sucesso, bem casada, boa mãe. Mas finalmente passa a escutar suas verdadeiras pulsões. E quando se vê diante do que esperam dela novamente, desaba e resiste em abrir mão da liberdade alcançada. Ela não quer se sentir presa novamente, no entanto, termina presa pela culpa, pelo peso da sua própria consciência em busca do autoperdão. Quem traiu quem ou quem está sendo honesta consigo mesma é a grande questão. Lídia, a astróloga pisciana, dá um aquário de presente de um ano de namoro, mas o aquário é mal cuidado e vai ficando turvo ao longo do tempo, assim como a relação delas. </p>
<p> <strong>A descoberta da doença de Lídia faz Anita se questionar se deve enfrentar a situação ao lado da companheira ou seguir seu caminho sozinha. O que você sentiu quando leu o roteiro pela primeira vez? É possível sentir raiva da personagem, ao mesmo tempo que se cria uma certa empatia por ela?</strong>  </p>
<p>Um dos méritos do autor é entrar na pele das personagens e compreender suas escolhas sem julgá-las. O que é vivido por elas pode ser experimentado por qualquer um de nós, independente do gênero, identidade sexual, etnia ou classe social. Quanto li o texto, na hora, enxerguei um palco dividido no meio, simbolizando a separação entre Lídia e Anita, a comunicação cessada, a falta de escuta entre elas. E a gente tem dois fluxos de pensamentos, como se fosse uma mesa de ping-pong. São os dois lados de uma história de amor entre duas mulheres adultas interrompida, do nada, por uma das grandes surpresas da vida. No caso, uma doença fatal. Uma pensa na outra o tempo todo, transitando por sentimentos paralelos: medo, desejo, projeção, memória.  </p>
<p> <strong>O livro “Uma aprendizagem ou O livro dos prazeres&#8221;, de Clarice Lispector, acompanha a professora Lóri, que vive a monotonia de uma rotina entre a escola e relacionamentos amorosos furtivos, até que conhece Ulisses e se vê nesse processo de autodescoberta de si e do outro e de aprender a amar e ser amada e a enfrentar a própria solidão. De onde veio essa vontade de adaptar a narrativa para o cinema?</strong> <br data-mce-bogus="1"> </p>
<p>Através de Lóri, Clarice constrói pela primeira e única vez uma mulher protagonista que realiza seu destino obtendo a autoafirmação e a autorrealização &#8211; algo difícil, não só na literatura da época, mas ainda nos dias de hoje, mais de 50 anos após a publicação do livro. As mulheres foram acostumadas a ler sobre o próprio corpo sob uma ótica masculina. Se o prazer sempre foi um tabu para a mulher, escrever ou falar sobre isso ainda hoje é problemático. Como realizadora mulher, sempre convivi com diretores homens e cansei de assistir histórias contadas por eles. Senti que era hora de contar as nossas próprias histórias. Assim como Lóri, aprendi a amar e a me afirmar nesse meio tão masculino que é o do cinema.</p>
<p> <strong>E como a obra publicada em 1969 se aproxima da mulher contemporânea?</strong>  </p>
<p>A trajetória de Lóri é a de toda mulher em busca de autonomia. Não só da mulher, mas de toda pessoa que tem coragem de olhar para dentro e enfrentar o que nem sabe que existe. Embora escrito em 1969, a história tem hoje um grande apelo, por se tratar da independência feminina e do aprendizado do amor, justamente quando ninguém mais tem paciência para o tempo do outro e vivem-se amores supérfluos, líquidos. Lóri aprende a viver através da humanização dos desejos; o amor não é mera satisfação dos instintos, mas algo muito além de uma relação puramente animal. Se desconstrói o mito do amor romântico; a obrigação de fazer o outro feliz sai do cônjuge e vai para o próprio indivíduo e suas escolhas. </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://delas.ig.com.br/2023-05-27/entrevista-cineasta-marcela-lordy.html#c025160e-2609-4137-9212-b7979940fc0c" rel="noopener">Mulher</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cineasta brasileira lista 9 mulheres que mudaram a história do cinema</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Apr 2023 10:45:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[cineasta]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Divulgação Cineasta Fernanda Schein lista 9 editoras inspiradoras na história do cinema e dá dicas para mulheres que querem trilhar o mesmo caminho Super heroínas de salto e cabelos soltos e toda a visão masculina de uma mulher projetada nas telas. Mas o cenário começou a mudar. Mulheres vêm conquistando cada vez mais espaço no [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/8y/cv/wn/8ycvwnu26c9v4emx6r6nc2scb.jpg" width="906" height="509" alt="Cineasta Fernanda Schein lista 9 editoras inspiradoras na história do cinema e dá dicas para mulheres que querem trilhar o mesmo caminho" title="Cineasta Fernanda Schein lista 9 editoras inspiradoras na história do cinema e dá dicas para mulheres que querem trilhar o mesmo caminho"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Divulgação</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Cineasta Fernanda Schein lista 9 editoras inspiradoras na história do cinema e dá dicas para mulheres que querem trilhar o mesmo caminho</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Super heroínas de salto e cabelos soltos e toda a visão masculina de uma mulher projetada nas telas. Mas o cenário começou a mudar. Mulheres vêm conquistando cada vez mais espaço no universo cinematográfico, e a cineasta Fernanda Schein é a prova disso. Premiada e editora de grandes projetos como &#8220;Neymar: O Caos Perfeito&#8221;, da Netflix, além de diversos outros títulos da cena independente, ela revela que ainda há um longo caminho a percorrer, mas que já percebe o espaço que as mulheres conquistaram e aponta 9 precursoras desse movimento.</p>
<p class=""> <strong>Entre no  <a href="https://t.me/iGDelas" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-mce-href="https://t.me/iGDelas">canal do iG Delas no Telegram</a> e fique por dentro de todas as notícias sobre beleza, moda, comportamento, sexo e muito mais!</strong>  </p>
<p>&#8220;Ao longo da história, as mulheres tiveram menos oportunidades. O resultado disso é que a minha geração cresceu com referências sem vozes femininas. As poucas personagens mulheres são na visão masculina sobre uma mulher. Ainda há um longo caminho, mas estamos conquistando mais espaço. Sou constantemente contratada e recebo oportunidades de outras mulheres&#8221;.</p>
<h3>Nove sucessos, nove mulheres</h3>
<p>A luta contra o machismo parece estar produzindo resultados recentes, mas começou há muitos anos. Editora, Fernanda aponta nove mulheres que fizeram história na sua área de atuação no cinema. Confira:</p>
<ul>
<li>O Mágico de Oz (1939) &#8211; Editado por Blanche Sewell;</li>
<li>Cantando na Chuva (1952) &#8211; Editado por Adrienne Fazan;</li>
<li>Lawrence da Arábia (1962) &#8211; Editado por Anne V. Coates;</li>
<li>Bonnie e Clyde (1967) &#8211; Editado por Dede Allen;</li>
<li>Tubarão (1975) &#8211; Editado por Verna Field;</li>
<li>Star Wars (1977) &#8211; Editado por Marcia Lucas;</li>
<li>Touro Indomável (1980) &#8211; Editado por Thelma Schoolmaker;</li>
<li>Pulp Fiction (1994) &#8211; Editado por Sally Menke;</li>
<li>Amnésia (2000) &#8211; Editado por Dody Dorn.</li>
</ul>
<h3>Desafios atuais</h3>
<p>O mundo segue mudando (ainda bem!) e as mulheres vêm conquistando cada vez mais espaço. Mas Fernanda afirma que ainda existem dificuldades. &#8220;Algumas posições centrais como Direção de Foto ainda são vistas como super masculinas. Confia-se muito menos em uma mulher operando uma câmera. Mas é o momento de quebrarmos isso&#8221;, afirma.</p>
<p>&#8220;Sinto que as mulheres estão acordando para o seu próprio poder e parando de pedir permissão para ir atrás das coisas que querem. Estamos aprendendo que não precisamos competir umas com as outras, mas sim nos ajudar, criar oportunidades e treinar mais mulheres, para que cada geração sofra menos desigualdade que a anterior&#8221;.</p>
<h3>Para chegar lá</h3>
<p>Indo sozinha para outro país em busca de viver o sonho de ser editora de cinema, Fernanda tornou-se uma referência e afirma que deseja ser para outras mulheres o exemplo que ela teve. &#8220;Quando me sinto perdida ou insegura, me traz direção ter mulheres que estão 15 ou 20 anos na minha frente. Existe um caminho para eu trilhar! Isso é o que eu quero ser para mulheres que estão entrando nessa indústria agora&#8221;.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/2023-03-07/entrevista-dainara-toffoli-as-five.html" title="As Five: contraste com o passado nos aproxima das dores da vida adulta" target="_self" rel="noopener">As Five: contraste com o passado nos aproxima das dores da vida adulta</a> </li>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/comportamento/2023-03-02/atriz-trata-os-homens-como-eles-tratam-as-mulheres.html" title="Em websérie, atriz trata os homens como eles tratam as mulheres" target="_self" rel="noopener">Em websérie, atriz trata os homens como eles tratam as mulheres</a> </li>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/2023-01-19/emanuelle-araujo-entrevista.html" title="Emanuelle Araújo interpreta acompanhante de luxo em série da Netflix" target="_self" rel="noopener">Emanuelle Araújo interpreta acompanhante de luxo em série da Netflix</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">E para quem quer chegar lá também, Schein afirma que é necessário empenho e principalmente autoconfiança. &#8220;Vocês pertencem a todos os lugares que quiserem entrar. Não peçam permissão. Criem seus projetos, escrevam suas histórias, falem do que gostam e procurem outras mulheres para se inspirarem. Estude e pratique muito a habilidade que você quer dominar&#8221;.</p>
<p>Além disso, a cineasta destaca a importância de reconhecer outras mulheres: &#8220;Se você se tornar uma mulher em posição de liderança, não se acomode! Desça o elevador para subir mais mulheres para onde você está. Tenha sempre esse compromisso de criar oportunidades&#8221;, afirma.</p>
<h3>Saiba mais sobre Fernanda Schein</h3>
<p>Do interior do Rio Grande do Sul para Los Angeles, a cineasta e editora Fernanda Schein já atuou em diversos projetos do cinema e da publicidade. Fez mestrado na New York Film Academy e partir daí, participou da produção do filme &#8220;Forbidden Wish&#8221;, considerado o melhor longa pelo <em>Santa Monica Film Festival</em> e disponível no Prime Video, e de produções independentes, como <em>&#8220;</em> The Boy in The Mirror&#8221;, vencedor do prêmio de melhor curta-metragem no California Women&#8217;s Film Festival.</p>
<p>Foi editora/montadora principal de projetos dirigidos por Rob Styles, como &#8220;A Social (Media) Construct&#8221; e &#8220;Sleeping Awake&#8221;. Agora, está brilhando cada vez mais com o recém lançado &#8220;I See You&#8221; e como parte do dream team da Campfire, importante produtora em Los Angeles, responsável por &#8220;Neymar: O Caos Perfeito&#8221;. Está prestes a estrear, ainda em 2023, &#8220;Envenenados: O Perigo na Nossa Comida&#8221;, para a Netflix, além do longa-metragem &#8220;Farewelling&#8221;, dirigido por Rodes Phire, e do curta &#8220;Last Minute&#8221;, de Joel Junior.  </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2023-04-27/cineasta-fernanda-schein-mulheres-cinema.html#fcee5bfd-a4a3-4530-b663-f41a3f54cab5" rel="noopener">Mulher</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Allan dos Santos é condenado por calúnia contra cineasta</title>
		<link>https://fatomt.com.br/allan-dos-santos-e-condenado-por-calunia-contra-cineasta/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jul 2022 22:10:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[allan]]></category>
		<category><![CDATA[calunia]]></category>
		<category><![CDATA[cineasta]]></category>
		<category><![CDATA[condenado]]></category>
		<category><![CDATA[contra]]></category>
		<category><![CDATA[santos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alessandro Dantas/ PT no Senado Allan dos Santos, blogueiro bolsonarista O blogueiro bolsonarista Allan dos Santos foi condenado, nesta quarta-feira, por calúnia contra a cineasta a Estela Renner pela 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul. Allan dos Santos atribuiu à mulher o estímulo ao uso de drogas por crianças, [&#8230;]</p>
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<div class="foto-legenda-citacao-text">Allan dos Santos, blogueiro bolsonarista</div>
</figcaption></figure>
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<p>O blogueiro bolsonarista Allan dos Santos foi condenado, nesta quarta-feira, por calúnia contra a cineasta a Estela Renner pela 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul. Allan dos Santos atribuiu à mulher o estímulo ao uso de drogas por crianças, após a diretora de cinema ter defendido a exposição Queermuseum, que aconteceu em Porto Alegre. O caso aconteceu em 2017.</p>
<p>O blogueiro, que na época do fato morava em Bento Gonçalves (RS), foi condenado 1 ano e 7 meses de detenção em regime inicial aberto. A decisão da Câmara Criminal foi unânime, com voto favorável dos três desembargadores, segundo documento obtido pelo GLOBO.</p>
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<p>&#8220;Está aqui, Maria Farinha Filmes, Estella Renner. Não estou brincando. Veja com seus próprios olhos. Esses filhos da puta ficam querendo botar maconha na boca dos jovens&#8221;, disse Allan dos Santos durante uma transmissão online do programa Terça Livre.</p>
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