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	<title>Arquivos brics - FATO MT</title>
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	<title>Arquivos brics - FATO MT</title>
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		<title>Pontes critica ideia de aval do Banco do Brics para empréstimo à Argentina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 May 2023 23:15:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP) manifestou preocupação, em pronunciamento nesta quarta-feira (31), com a possibilidade de a China emprestar dinheiro à Argentina com aval do Novo Banco de Desenvolvimento — o Banco do Brics, bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. De acordo com o senador, o presidente Luiz Inácio [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP) manifestou preocupação, em pronunciamento nesta quarta-feira (31), com a possibilidade de a China emprestar dinheiro à Argentina com aval do Novo Banco de Desenvolvimento — o Banco do Brics, bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. De acordo com o senador, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sugeriu modificar o estatuto do banco para permitir o financiamento, o que pode prejudicar interesses brasileiros.</p>
<p>Para Pontes, é importante avaliar garantias e riscos envolvidos nesse tipo de arranjo. </p>
<p>— Devemos refletir se é do interesse do Brasil modificar esse estatuto para socorrer países vizinhos em momentos de crise. Embora solidariedade seja um valor importante, precisamos garantir que as medidas tomadas sejam equilibradas e justas para todas as partes envolvidas — observou.</p>
<div class="principalStyle"><span>O senador afirmou também que o governo brasileiro considera o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) como uma possível fonte de financiamento para as empresas brasileiras que exportam para a Argentina, uma </span>abordagem, de acordo com o senador, semelhante ao acordo financeiro que a Argentina possui com a China e que levou o Brasil a perder parte do seu mercado com o país vizinho.</div>
<p>— É crucial avaliar, se conceder um novo crédito, sem garantias adequadas, é a melhor decisão para proteger os interesses do Brasil.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/31/pontes-critica-ideia-de-aval-do-banco-do-brics-para-emprestimo-a-argentina#255fedcf-948b-49ca-9b95-72247ffc3116" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Senado instala Grupo Parlamentar dos Brics</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 May 2023 00:16:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foi instalado, na noite desta terça-feira (30), o Grupo Parlamentar dos Brics. O nome faz referência ao bloco de países composto por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. O senador Irajá (PSD-TO), que sugeriu a criação do grupo, é quem preside o colegiado. Segundo o senador, os Brics  correspondem a cerca de 23% [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Foi instalado, na noite desta terça-feira (30), o Grupo Parlamentar dos Brics. O nome faz referência ao bloco de países composto por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. O senador Irajá (PSD-TO), que sugeriu a criação do grupo, é quem preside o colegiado. Segundo o senador, os Brics  correspondem a cerca de 23% do PIB global. Ele disse que o grupo pretende atuar como um facilitador, para ampliar relações comerciais entre os países, atraindo emprego e renda para os brasileiros. O parlamentar lembrou que a China é o principal parceiro comercial do Brasil.</p>
<p>— A frente pretende ampliar a interlocução com os <em>players</em> do mercado e com os governos, para que as relações comerciais sejam expandidas. São países emergentes e grandes potências na produção de energia limpa, alimentos e outras produtos importantes no mundo inteiro — afirmou.</p>
<p>Senador Irajá fez um histórico do Brics, detalhou os conselhos como órgãos de apoio do grupo e lembrou que, hoje, a ex-presidente da República Dilma Rousseff é quem preside o banco do bloco. Ele disse que o bloco representa a união de povos, culturas e economias em prol do desenvolvimento econômico e da agenda ambiental dos países membros. O apoio a energias renováveis e limpas será, de acordo com Irajá, um forte compromisso do grupo. Na visão do senador, a criação do bloco, que já tem mais de 30 membros, é importante para a integração dos parlamentos envolvidos.</p>
<p>— Através de um diálogo constante e colaborativo, vamos identificar oportunidades de negócios, promover integração, fomentar investimentos e estimular a troca de tecnologia e a cooperação científica — registrou Irajá, que pediu a união de políticos e sociedade civil na participação do grupo.</p>
<p>O ministro da Pesca e Aquicultura, André de Paula, o advogado-geral da União, Jorge Messias, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, o presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex), Jorge Viana, o vice-presidente do Senado, Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), senadores, deputados e embaixadores, além de outras autoridades, acompanharam a cerimônia, que ocorreu no Salão Nobre do Senado.</p>
<p>A proposta de criação do grupo (PRS <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/155862?_gl=1*cwvmj*_ga*NDQ0MDk3NjU4LjE2NTUyMzU5MTI.*_ga_CW3ZH25XMK*MTY4NDk1NTUxNi4yNS4xLjE2ODQ5NTYzMjMuMC4wLjA.">11/2023</a>), <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/30/24/senado-cria-grupo-parlamentar-de-relacionamento-com-o-brics">foi aprovada</a> no Plenário do Senado na semana passada. Além de buscar ampliar as relações comerciais e tratar de parcerias de novos investimentos entre os países do bloco, o grupo vai promover o intercâmbio com entidades de parlamentos e acompanhar a tramitação de matérias que tratem de assuntos de interesse dos Brics.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/30/senado-instala-grupo-parlamentar-dos-brics#68a100da-cc9e-4b10-842d-ca8c46787426" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Banco dos Brics discute incluir novos membros, diz Haddad</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 May 2023 19:45:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[banco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Valter Campanato/Agência Brasil &#8211; 04/04/2023 Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, durante reunião O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta terça-feira (30) que, na reunião com governadores do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB ), foram tratados temas como a inclusão de novos membros no grupo, bem como estratégias de investimentos voltados à transição ecológica. Haddad [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/9x/we/p6/9xwep6ho9anesq9kxf3od3ssf.jpg" width="906" height="509" alt="Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, durante reunião" title="Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, durante reunião"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Valter Campanato/Agência Brasil &#8211; 04/04/2023</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, durante reunião</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">O ministro da Fazenda, <strong>Fernando Haddad,</strong> disse nesta terça-feira (30) que, na reunião com governadores do <a href="https://economia.ig.com.br/2023-04-12/lula-viagem-china-dilma-brics.html" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2023-04-12/lula-viagem-china-dilma-brics.html"> Novo Banco de Desenvolvimento (NDB</a> ), foram tratados temas como a inclusão de novos membros no grupo, bem como estratégias de investimentos voltados à transição ecológica.</p>
<p class="">Haddad lembrou que a reunião virtual foi a  <a href="https://economia.ig.com.br/2023-03-24/dilma-rousseff-confirmada-presidente-banco-brics.html" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2023-03-24/dilma-rousseff-confirmada-presidente-banco-brics.html">estreia da ex-presidenta Dilma Rousseff no banco dos Brics,</a> bloco econômico formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.</p>
<p> <strong>Expansão</strong> </p>
<p>&#8220;Os governadores apresentaram, na verdade, suas considerações sobre a agenda do banco&#8221;, disse Haddad. &#8220;Foi falado genericamente da necessidade de expandir os fundos; estudar a inclusão de novos membros; e focar os investimentos em questões estratégicas, sobretudo investimentos no chamado Sul Global, voltados para a questão da transição ecológica&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Perguntado sobre se o banco ofereceria garantias para empréstimos a investidores brasileiros que vendem para a Argentina, o ministro disse que &#8220;não houve espaço&#8221; para debates sobre este tema.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2023-05-30/brics-novos-membros-haddad.html#b1302fc9-b70d-447f-a1cc-34c26a71751e" rel="noopener">Economia</a></p>
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		<item>
		<title>Senado cria Grupo Parlamentar de Relacionamento com o Brics</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 May 2023 01:45:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[brics]]></category>
		<category><![CDATA[grupo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Plenário aprovou nesta quarta-feira (24) um projeto de resolução que cria, no Senado Federal, o Grupo Parlamentar de Relacionamento com os Brics, bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. De autoria do senador Irajá (PSD-TO), o PRS 11/2023 prevê que o grupo poderá promover o intercâmbio com entidades de parlamentos dos demais países-membros [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Plenário aprovou nesta quarta-feira (24) um projeto de resolução que cria, no Senado Federal, o Grupo Parlamentar de Relacionamento com os Brics, bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. De autoria do senador Irajá (PSD-TO), o <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/155862?_gl=1*cwvmj*_ga*NDQ0MDk3NjU4LjE2NTUyMzU5MTI.*_ga_CW3ZH25XMK*MTY4NDk1NTUxNi4yNS4xLjE2ODQ5NTYzMjMuMC4wLjA." rel="noopener" target="_blank">PRS 11/2023</a> prevê que o grupo poderá promover o intercâmbio com entidades de parlamentos dos demais países-membros do bloco e acompanhar a tramitação, no Parlamento, de matérias que tratem de assuntos de interesse de países do Brics. O projeto agora seguirá para promulgação.</p>
<p>Durante a discussão da proposta, o senador destacou que a frente é extremamente estratégica para a economia do país e para intensificar a relação com as cinco nações emergentes, em especial com a China, o principal parceiro comercial do Brasil, responsável por um terço das exportações brasileiras, segundo o senador.</p>
<p>— Nós precisamos estabelecer uma relação propositiva, uma relação saudável, e cada vez possa ser estimulada, ser ampliada essa relação com essas cinco nações que, repito, são nações emergentes e estratégicas na economia do planeta Terra —, afirmou o parlamentar.</p>
<p>O senador anunciou também que o lançamento do grupo parlamentar será no dia 30 deste mês, com a presença de senadores, embaixadores dos países, representantes do Itamaraty e <em>players</em> importantes do mercado privado.</p>
<p>Para o senador Cid Gomes (PDT-CE), que foi relator da matéria na Comissão de Relações Exteriores (CRE), é fundamental que o Brasil estreite as relações com os países que formam o Brics e que o Parlamento brasileiro tenha protagonismo na formulação dessa agenda.</p>
<p>— É fundamental que a gente estreite essas relações e que elas não se deem só no nível de Executivo, não se deem no nível, com toda competência que tem, o nosso Itamaraty, mas que o Parlamento brasileiro e, de modo especial, essa Casa o Senado, possa estabelecer uma relação com esses países — observou o parlamentar durante a discussão em Plenário.</p>
<h3><strong>Relatório</strong></h3>
<p>O parecer, de autoria do senador Weverton (PDT-MA), foi lido em Plenário pela senadora Leila Barros (PDT-DF). O relatório foi favorável ao projeto com uma emenda para conciliar proposições com o mesmo tema (<a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/149534" rel="noopener" target="_blank">PRS 43/2021</a> e PRS 11/2023) e evitar atraso na aprovação da matéria. O texto original do projeto inicialmente denominava a iniciativa de &#8220;frente parlamentar&#8221;, mas uma emenda de Plenário propôs a mudança para &#8220;grupo parlamentar&#8221;.</p>
<p>— Se trata de ferramenta de diplomacia parlamentar, a qual, no momento atual, se reveste da mais alta importância. Talvez de forma inédita, o tema política externa ganhou o interesse dos eleitores na campanha eleitoral presidencial. Por diversas vezes, o presidente Lula compromete-se em resgatar a imagem do Brasil no exterior. O impulso que ora se pretende dar ao Brics é parcela muito relevante do que pode vir a ser um novo capítulo de nossa política externa, de modo que é extremamente oportuno que o Parlamento brasileiro acompanhe de maneira muito mais ativa esses movimentos — afirmou Leila.  </p>
<h3><strong>Objetivos</strong></h3>
<p>A proposta prevê a livre adesão dos senadores e a duração indeterminada da frente. Os objetivos do grupo de senadores são: acompanhar a legislação, políticas e ações públicas e demais atividades oficiais que se relacionem ou envolvam, direta ou indiretamente, a participação brasileira no Brics; promover, com a necessária divulgação, audiências públicas, seminários e outros eventos relacionados ao tema; e promover o intercâmbio com entidades assemelhadas de parlamentos dos demais países membros do Brics.</p>
<p>O projeto faculta o estabelecimento de intercâmbio e troca de apoio com outros órgãos parlamentares brasileiros ou estrangeiros que tenham o Brics como ponto comum de interesse. Na justificação do projeto, o autor destaca que o agrupamento dos Brics está introduzindo novos conceitos e valores na cooperação, &#8220;e a participação social é fundamental para os seus membros avançarem na institucionalização de seus sistemas de cooperação, na transparência e no debate público&#8221;. </p>
<h3><strong>Brics</strong></h3>
<p>O autor da proposta destaca no texto que a história do Brics pode ser dividida em três fases: na primeira fase (2001-2007), o Brics era uma categoria de investimentos; na segunda (2008-2014), tornou-se uma plataforma política, ainda que informal; e, em 2015, começou a terceira fase, caracterizada pelo processo de institucionalização, com o lançamento do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD) e do Arranjo Contingente de Reserva (ACR). A criação dessas instituições alterou fundamentalmente as características do Brics, que até então era um grupo de consulta informal e não vinculativo.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/24/senado-cria-grupo-parlamentar-de-relacionamento-com-o-brics#98d785b2-bf62-4427-ac6b-e1bc61538f60" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Senado vota criação de frente parlamentar de relacionamento com o Brics</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 May 2023 20:16:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[brics]]></category>
		<category><![CDATA[frente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Senado poderá criar uma Frente Parlamentar de Relacionamento com o Brics, bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. É o que propõe o senador Irajá (PSD-TO) no PRS 11/2023, que está na pauta da sessão plenária desta quarta-feira (24), às 14h. Já aprovado pela Comissão de Relações Exteriores (CRE) com parecer [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Senado poderá criar uma Frente Parlamentar de Relacionamento com o Brics, bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. É o que propõe o senador Irajá (PSD-TO) no <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/155862" rel="noopener" target="_blank"><span style="font-weight: 400">PRS 11/2023</span></a><span style="font-weight: 400">, que está na pauta da sessão plenária desta quarta-feira (24), às 14h.</span></p>
<p>Já aprovado pela Comissão de Relações Exteriores (CRE) com parecer favorável do senador Cid Gomes (PDT-CE), o projeto aponta que a frente poderá promover o intercâmbio com entidades de parlamentos dos demais países membros do bloco; e acompanhar a tramitação no Senado Federal e no Congresso Nacional de matérias que tratem de assuntos de interesse de países do Brics.</p>
<p>Na justificativa para a criação da frente, Irajá destaca relatório do Itamaraty sobre o potencial do bloco. O texto destaca que o  Brics corresponde a cerca de 23% do PIB global. &#8220;O PIB total dos países do Brics supera hoje o dos EUA e da União Europeia&#8221;, acrescenta o senador.</p>
<h3><strong>Medidas provisórias</strong></h3>
<p>A pauta inclui duas medidas provisórias ainda pendentes de leitura: a <a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/155580" rel="noopener" target="_blank"><span style="font-weight: 400">MP 1.147/2022</span></a><span style="font-weight: 400"> e a </span><a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/155648" rel="noopener" target="_blank"><span style="font-weight: 400">MP 1.153/2022</span></a><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<p>A primeira zera as alíquotas do PIS e da Cofins sobre as receitas obtidas pelas empresas de transporte aéreo regular de passageiros no período de 1º de janeiro de 2023 a 31 de dezembro de 2026. A MP também altera o Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse). O Perse (<a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:2021-05-03;14148" rel="noopener" target="_blank"><span style="font-weight: 400">Lei 14.148, de 2021</span></a><span style="font-weight: 400">) prevê ações emergenciais e temporárias destinadas ao setor de eventos para compensar os efeitos decorrentes das medidas de combate à pandemia da covid-19.</span></p>
<p>Durante a análise na Câmara dos Deputados, o relator, deputado José Guimarães (PT-CE), inseriu dois artigos que estabelecem a transferência de 5% dos recursos do Serviço Social do Comércio (Sesc) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) para custeio da Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur) e promoção do turismo internacional no Brasil (<a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/22/05/mensagem-sobre-corte-de-recursos-do-sesc-e-senac-e-imprecisa" rel="noopener" target="_blank"><span style="font-weight: 400">leia mais sobre essa proposta aqui</span></a><span style="font-weight: 400">).</span></p>
<p>A segunda medida provisória (MP 1.153/2022) faz várias mudanças no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) em temas como exigência de exame toxicológico de motoristas profissionais, competência para aplicação de multas e descanso de caminhoneiros.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/22/senado-vota-criacao-de-frente-parlamentar-de-relacionamento-com-o-brics#b116283a-a27d-41df-9c12-cf551a6f47e6" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Comissão aprova Frente Parlamentar de Relacionamento com o Brics</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Apr 2023 17:16:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Relações Exteriores (CRE) aprovou a criação no Senado da Frente Parlamentar de Relacionamento com o Brics, bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. O PRS 11/2023, do senador Irajá (PSD-TO), segue agora para a Comissão Diretora do Senado. O relatório pela aprovação de criação da frente foi feito [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Relações Exteriores (CRE) aprovou a criação no Senado da Frente Parlamentar de Relacionamento com o Brics, bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. O <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/155862" rel="noopener" target="_blank">PRS 11/2023</a>, do senador Irajá (PSD-TO), segue agora para a Comissão Diretora do Senado.</p>
<p>O relatório pela aprovação de criação da frente foi feito pelo senador Cid Gomes (PDT-CE) e apresentado pelo senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS). De acordo com o texto, o bloco, criado em 2001, entrou numa nova fase de consolidação a partir de 2015, com a criação do Banco do Brics (NBD) e do Arranjo Contingente de Reserva (ACR), <span>mecanismo que visa ajudar integrantes do bloco que possa</span><span class="text_exposed_show">m vir a enfrentar crises no balanço de pagamentos. </span></p>
<p>— O Brics tem um potencial estrutural para se tornar um bloco bastante influente na governança global, através da atuação do NBD visando atenuar o desequilíbrio de poder que existe hoje nas instituições multilaterais, favorecendo a consolidação de um sistema verdadeiramente multipolar — apontou Mourão.</p>
<p>Na justificativa para a criação da Frente, Irajá destaca relatório do Itamaraty apontando que o  Brics corresponde a cerca de 23% do PIB global. Além disso, Rússia, China e Índia são potências nucleares. &#8220;O PIB total dos países do Brics supera hoje o dos EUA e da União Europeia&#8221;, acrescenta Irajá.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/04/27/comissao-aprova-frente-parlamentar-de-relacionamento-com-o-brics#7788f612-df20-4223-8cc0-1bf1ffa84225" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Aprovado US$ 1 bilhão do banco do BRICs  para as micro e as pequenas empresas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Apr 2023 23:45:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Senado aprovou, nesta terça-feira (25), o projeto de resolução que autoriza o Brasil a contratar operação de crédito de até US$ 1 bilhão com o Novo Banco de Desenvolvimento (NDB) — conhecido como o Banco do Brics, que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. O dinheiro deve ser usado para o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Senado aprovou, nesta terça-feira (25), o projeto de resolução que autoriza o Brasil a contratar operação de crédito de até US$ 1 bilhão com o Novo Banco de Desenvolvimento (NDB) — conhecido como o Banco do Brics, que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. O dinheiro deve ser usado para o financiamento parcial de programa emergencial de acesso a crédito executado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). De autoria da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), o PRS 44/2023, que teve origem em pedido da Presidência da República, será encaminhado à promulgação.</p>
<p>O projeto de resolução foi relatado pelo senador Omar Aziz (PSD-AM), que apresentou voto favorável à autorização para contratar o crédito, avaliando que se encontra de acordo com a legislação em vigor.</p>
<p>Os recursos captados destinam-se ao financiamento parcial do Programa Emergencial de Acesso a Crédito (FGI), executado pelo BNDES. O programa foi instituído pela Lei 14.042, de 2020, com o objetivo de facilitar o acesso ao crédito e de preservar agentes econômicos em razão dos impactos econômicos decorrentes da pandemia da Covid-19, para a proteção de empregos e da renda.</p>
<p>Na avaliação de Omar Aziz, os financiamentos ocorridos no âmbito do Programa Emergencial de Acesso a Crédito (FGI) foram importantes para aumentar a oferta de financiamento às pequenas e microempresas durante os meses mais críticos da pandemia da Covid. Em 2022, a Medida Provisória 1.114, posteriormente convertida na Lei 14.462, de 2022, determinou a reabertura do FGI-PEAC, para contratação de novas operações com garantia do programa até o final de dezembro de 2023.</p>
<p>“A concretização da operação de crédito permitirá, portanto, maior financiamento para as pequenas e microempresas, o que é essencial nesse cenário de estagnação econômica, onde necessitamos utilizar todos os instrumentos possíveis para reanimar a economia e, com isso, potencializar a geração de empregos”, conclui Omar Aziz no seu relatório.</p>
<p>O projeto foi aprovado com o voto contrário do senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR), por entender que o acréscimo de meio circulante provoca aumento da inflação e da taxa de juros. O senador Cleitinho (Republicanos-MG) também apresentou voto contrário à proposição.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/04/25/aprovado-us-1-bilhao-do-banco-do-brics-para-as-micro-e-as-pequenas-empresas#5f927ddd-4423-475c-a334-4f25ed3a27a8" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Lula critica FMI e pede que banco Brics tenha viés social e climático</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Apr 2023 15:16:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ricardo Stuckert Ex-presidente assumiu o posto formalmente nesta quinta-feira (13) Na posse de Dilma Rousseff como presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB na sigla em inglês), em Xangai, na China, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não poupou críticas ao modelo tradicional de financiamento de instituições financeiras internacionais. O NDB, também conhecido como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/0l/s2/lq/0ls2lqi5jjt6d2fn0q9kygudk.jpg" width="906" height="509" alt="Ex-presidente assumiu o posto formalmente nesta quinta-feira (13)" title="Ex-presidente assumiu o posto formalmente nesta quinta-feira (13)"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Ricardo Stuckert</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Ex-presidente assumiu o posto formalmente nesta quinta-feira (13)</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Na posse de  <a href="https://economia.ig.com.br/2023-04-13/dilma-brics-financiamentos-inovadores.html" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2023-04-13/dilma-brics-financiamentos-inovadores.html">Dilma Rousseff</a> como presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB na sigla em inglês), em Xangai, na China, o presidente <a href="https://economia.ig.com.br/2023-04-13/lula-dolar-moeda-brics.html" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2023-04-13/lula-dolar-moeda-brics.html">Luiz Inácio Lula da Silva </a> não poupou críticas ao modelo tradicional de financiamento de instituições financeiras internacionais. O NDB, também conhecido como Banco do Brics (bloco econômico composto por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), não tem a participação do Fundo Monetário Internacional (FMI) ou instituições financeiras de países de fora do grupo. Fato destacado por Lula.</p>
<p>“Pela primeira vez um banco de desenvolvimento de alcance global é estabelecido sem a participação de países desenvolvidos em sua fase inicial. Livre, portanto, das amarras e condicionalidades impostas pelas instituições tradicionais às economias emergentes. E mais, com a possibilidade de financiamento de projetos em moeda local”.</p>
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<p>Lula continuou exaltando o papel do banco como um instrumento de combate à desigualdade. Para ele, o NDB deve atender os mais afetados por questões climáticas e econômicas, ajudando-os em uma recuperação. “A mudança do clima, a pandemia e os conflitos armados impactam negativamente as populações mais vulneráveis. Muitos países em desenvolvimento acumulam dívidas impagáveis. É nesse contexto que a criação do NDB se impõe”.</p>
<p>Em uma solenidade recheada de deputados e ministros brasileiros, integrantes da comitiva de Lula nesta viagem à China, o presidente brasileiro não poupou de críticas o FMI, a quem acusou de “asfixiar” a Argentina. Para ele, os bancos devem ter “paciência” e ter em mente a palavra tolerância ao renovar seus acordos de financiamento.</p>
<p>“Nenhum governante pode trabalhar com uma faca na garganta porque está devendo”, disse. “Não cabe a um banco ficar asfixiando as economias dos países como está fazendo com a Argentina o Fundo Monetário Internacional”, completou.</p>
<p>Por fim, Lula fez um aceno à comunidade internacional. Em um tom mais abrangente, pediu mais generosidade para as pessoas. “Não podemos ter uma sociedade sem solidariedade, sem sentimento. Temos que voltar a ser generosos. Vamos ter que aprender a estender a mão outra vez. Nós precisamos derrotar o individualismo que está tomando conta da humanidade”.</p>
<h3>Dilma</h3>
<p>Em seu discurso de posse, Dilma Rousseff também viés social do banco e assumiu o compromisso do NDB com a proteção ambiental, infraestrutura social e digital. Sinalizando o em toda sua fala o apoio às comunidades mais pobres e a necessidade de ajudá-las a garantir moradia e condições mais dignas, a ex-presidente da República pediu “prosperidade comum” a todos.</p>
<p>“Assumir à presidência do NDB é uma oportunidade de fazer mais para os países dos Brics, mas também para os países emergentes e os países em desenvolvimento”, disse. “Estou confiante de que juntos podemos realizar nossa visão de desenvolvimento. Queremos que a prosperidade seja comum a todos os países”, acrescentou.</p>
<h3>Desafios</h3>
<p>Segundo especialistas ouvidos pela Agência Brasil, a futura presidente do Banco do Brics terá oportunidade de ampliar a inserção internacional na instituição, mas enfrentará dois grandes desafios: impulsionar projetos ligados ao meio ambiente e driblar o impacto geopolítico das retaliações ocidentais à Rússia, um dos sócios-fundadores.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/Loterias/2023-04-13/mega-sena-acumula.html" title="Mega-Sena acumula e deve sortear R$ 9 milhões no próximo concurso" target="_self" rel="noopener">Mega-Sena acumula e deve sortear R$ 9 milhões no próximo concurso</a> </li>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2023-04-13/indd-indenizar-medica-agredida-paciente.html" title="INSS é condenado a indenizar médica agredida por paciente" target="_self" rel="noopener">INSS é condenado a indenizar médica agredida por paciente</a> </li>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2023-04-13/lupi-inss-bonus-servidores.html" title="Lupi defende retorno do bônus para servidores do INSS" target="_self" rel="noopener">Lupi defende retorno do bônus para servidores do INSS</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">Criado em dezembro de 2014 para ampliar o financiamento para projetos de infraestrutura e de projetos de desenvolvimento sustentável no Brics e em outras economias emergentes, o NDB atualmente tem cerca de US$ 32 bilhões em projetos aprovados. Desse total, cerca de US$ 4 bilhões estão investidos no Brasil, principalmente em projetos de rodovias e portos.</p>
<p>Em 2021, o Banco do Brics teve a adesão dos seguintes países: Bangladesh, Egito, Emirados Árabes Unidos e Uruguai.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2023-04-13/lula-dilma-banco-brics-vies-social.html#16db1397-5c6a-4a65-ba29-d17593314668" rel="noopener">Economia</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/lula-critica-fmi-e-pede-que-banco-brics-tenha-vies-social-e-climatico/">Lula critica FMI e pede que banco Brics tenha viés social e climático</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Dilma diz que vai buscar &#8216;financiamentos inovadores&#8217; nos Brics</title>
		<link>https://fatomt.com.br/dilma-diz-que-vai-buscar-financiamentos-inovadores-nos-brics/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Apr 2023 11:45:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[brics]]></category>
		<category><![CDATA[buscar]]></category>
		<category><![CDATA[dilma]]></category>
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		<category><![CDATA[inovadores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ricardo Stuckert Ex-presidente assumiu o posto formalmente nesta quinta-feira (13) A ex-presidente Dilma Rousseff declarou nesta quinta-feira (13), ao assumir formalmente a posse do NBD (Novo Banco de Desenvolvimento) , o banco dos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), que irá buscar &#8220;modelos de financiamento inovadores&#8221;. Também na cerimônia, o presidente Luiz [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/0l/s2/lq/0ls2lqi5jjt6d2fn0q9kygudk.jpg" width="906" height="509" alt="Ex-presidente assumiu o posto formalmente nesta quinta-feira (13)" title="Ex-presidente assumiu o posto formalmente nesta quinta-feira (13)"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Ricardo Stuckert</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Ex-presidente assumiu o posto formalmente nesta quinta-feira (13)</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">A ex-presidente Dilma Rousseff declarou nesta quinta-feira (13), ao assumir formalmente a posse do <a href="https://economia.ig.com.br/2023-04-12/lula-viagem-china-dilma-brics.html" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2023-04-12/lula-viagem-china-dilma-brics.html">NBD (Novo Banco de Desenvolvimento)</a> , o banco dos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), que irá buscar &#8220;modelos de financiamento inovadores&#8221;. Também na cerimônia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)  <a href="https://economia.ig.com.br/2023-04-13/lula-dolar-moeda-brics.html" data-mce-href="http://economia.ig.com.br/2023-04-13/lula-dolar-moeda-brics.html">sugeriu reduzir a dependência do dólar americano. </a> </p>
<p>“Captaremos recursos nos mais diversos mercados mundiais, em diferentes moedas como o reminbi [moeda chinesa], o dólar e o euro”, declarou em seu discurso. “Buscaremos ainda financiar nossos projetos em moedas locais, privilegiando os mercados domésticos. Nosso objetivo é construir alternativas financeiras robustas para os países membros.” </p>
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<p>Dilma declarou ainda que &#8220;promoverá inclusão em toda e qualquer oportunidade&#8221; e não vai dificultar, impondo condições financeiras, a concessão de financiamentos, uma vez que a instituição “surge como uma verdadeira plataforma de cooperação de economias emergentes, em que as condicionalidades não fazem parte do menu de soluções.”</p>
<p>Ela destacou que o banco dos Brics “é uma instituição parceira do Brasil e de todos os países membros no objetivo de combater a pobreza, superar as desigualdades e promover um desenvolvimento compartilhado” que busque um mundo mais sustentável.</p>
<p> “Reafirmo aqui o compromisso do NDB na mobilização de recursos para investimento em energia limpa e eficiente, infraestrutura de transporte, de água e saneamento, proteção ambiental, infraestrutura social e infraestrutura digital”, adicionou.</p>
<p>O grupo que representa os Brics têm mais de três bilhões de habitantes e US$ 25 trilhões em PIB, ou 40% da população mundial e cerca de um quarto do PIB global.</p>
<p>Dilma disse ainda que o banco dos Brics não pode alcançar seus objetivos se agir sozinho. É preciso, segundo ela, “buscar constituir parcerias com os bancos nacionais de desenvolvimento, bancos multilaterais e regionais, bem como as demais instituições financeiras e agências das Nações Unidas”. </p>
<p>Ela disse que o NDB “precisa apoiar projetos que sejam críticos para reduzir a desigualdade e melhorar o padrão de vida das imensas comunidades pobres e excluídas do acesso à moradia, à educação e à saúde”.</p>
<p>O banco foi criado em 2015 com a esperança de diluir a concentração de empréstimos feitas por organismos multilaterais que contam com forte influência dos Estados Unidos, por meio do Banco Mundial e do Banco Intramericano de Desenvolvimento (BID).</p>
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<p class="">O capital do NBD é de US$ 50 bilhões, havendo autorização para chegar a US$ 100 bilhões. Até hoje, o Brasil já foi beneficiado com financiamentos de US$ 6 bilhões, entre eles, em projetos como a expansão da rede de água e esgoto de Pernambuco, obras para mobilidade urbana em Sorocaba (SP) e melhorias no sistema de transportes urbanos de Curitiba. Em 2020, o NBD empresou ao Brasil 4,5 bilhões de dólares, em 2021 foram US$ 5,2 bilhões e em 2022 a cifra atingiu US$ 6 bilhões.</p>
<p>O foco dos desembolsos do banco dos Brics é em projetos de infraestrutura, saneamento, energia, infraestrutura digital e social. </p>
<p>No site oficial, o Novo Banco de Desenvolvimento diz que seu intuito é &#8220;financiar projetos e inovar em soluções sob medida para ajudar a construir um futuro mais inclusivo, resiliente e sustentável para o planeta&#8221;.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2023-04-13/dilma-brics-financiamentos-inovadores.html#2af60711-c33b-4e90-a1c5-bc94cc12a11b" rel="noopener">Economia</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/dilma-diz-que-vai-buscar-financiamentos-inovadores-nos-brics/">Dilma diz que vai buscar &#8216;financiamentos inovadores&#8217; nos Brics</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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		<title>Lula sugere que Brics diminuam dependência do dólar</title>
		<link>https://fatomt.com.br/lula-sugere-que-brics-diminuam-dependencia-do-dolar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Apr 2023 11:45:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[brics]]></category>
		<category><![CDATA[dependencia]]></category>
		<category><![CDATA[diminuam]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ricardo Stuckert Lula em dircurso no banco dos Brics O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sugeriu nesta quinta-feira (13) que os países dos Brics negociem nas moedas dos países integrantes do bloco para diminuir a dependência do dólar. Lula está em Xangai, na China, e discursou na possa formal da ex-presidente Dilma Rousseff [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/lula-sugere-que-brics-diminuam-dependencia-do-dolar/">Lula sugere que Brics diminuam dependência do dólar</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/81/qb/fu/81qbfuxraecv7gv0f42xva6ep.jpg" width="906" height="509" alt="Lula em dircurso no banco dos Brics" title="Lula em dircurso no banco dos Brics"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Ricardo Stuckert</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Lula em dircurso no banco dos Brics</div>
</figcaption></figure>
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<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sugeriu nesta quinta-feira (13) que os  <a href="https://economia.ig.com.br/2023-04-12/lula-viagem-china-dilma-brics.html" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2023-04-12/lula-viagem-china-dilma-brics.html">países dos Brics</a> negociem nas moedas dos países integrantes do bloco para diminuir a dependência do dólar. </p>
<p>Lula está em Xangai, na China, e discursou na possa formal da ex-presidente Dilma Rousseff como chefe do Novo Banco de Desenvolvimento, conhecido como banco dos Brics. </p>
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<p>O BRICS é composto por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Um grupo que representa mais de três bilhões de habitantes e US$ 25 trilhões em PIB, ou 40% da população mundial e cerca de um quarto do PIB global.</p>
<p>Lula disse que se pergunta toda noite: “Por que todos os países são obrigados a fazer seu comércio lastreado no dólar? […] Por que não o iene? Por que não o real?”, e foi aplaudido pelos presentes. </p>
<p>Ele pediu que Dilma tenha a &#8220;paciência&#8221; dos chineses para lidar com &#8220;muita gente mal acostumada&#8221; com o dólar como moeda principal. </p>
<p>Em 29 de março, durante visita de comitiva de empresários brasileiros à China, o país asiático autorizou a subsidiária ICBC (Industrial and Commercial Bank of China, ou Banco Industrial e Comercial da China, em português) a fazer a compensação direta de yuans para real. </p>
<p>Este passo é fundamental para fazer compensações das moedas para que seja possível realizar operações financeiras e comerciais entre as duas moedas, sem depender do dólar. </p>
<p>Desde 2013, o yuan é a segunda moeda mais utilizada do mundo. </p>
<h3>Lula: união dos países emergentes é capaz de gerar mudanças sociais para o mundo  </h3>
<p>“Aunião de países emergentes é capaz de gerar mudanças econômicas e sociais relevantes para o mundo”. A frase do presidente Lula deu o tom da expectativa da comitiva brasileira no primeiro compromisso oficial na viagem à China.</p>
<p>Ao longo do evento, o presidente e a comitiva de ministros e parlamentares se encontraram com quase duas dezenas de funcionários brasileiros do banco, tiraram fotos com os cerca de 200 servidores da instituição e com vice-presidentes do NBD e participaram de um almoço no trigésimo andar do prédio, que oferece uma vista panorâmica da cidade de mais de 26 milhões de habitantes. </p>
<p>&#8220;Não queremos ser melhores que ninguém. Queremos as oportunidades para expandir nossas potencialidades e garantir aos nossos povos dignidade, cidadania e qualidade de vida&#8221;, ressaltou Lula.</p>
<p>“Para além da economia, a crescente importância dos BRICS é um reflexo do papel de seus integrantes como líderes globais e da sua capacidade de se unir para encarar os maiores e mais urgentes desafios da atualidade. O grupo possui uma posição única para liderar o caminho em direção a um modelo de desenvolvimento compartilhado para todos”, afirmou Dilma Rousseff em seu discurso de posse.</p>
<p>Lula sinalizou que a presença de uma mulher à frente de um banco global é um fato extraordinário em um mundo ainda dominado por homens e reforçou a vocação do Novo Banco de Desenvolvimento como ferramenta da redução de desigualdades entre países ricos e emergentes, que se traduz em exclusão social, fome, pobreza e migrações forçadas.</p>
<p>&#8220;A decisão de criar o NBD foi um marco na atuação conjunta dos países emergentes. Os BRICS não poderiam ter ficado alheios às grandes questões internacionais. As necessidades de financiamento não atendidas de países em desenvolvimento eram e continuam enormes&#8221;, disse Lula.</p>
<p>Segundo o presidente, além de seguir trabalhando pela reforma da ONU, do FMI e do Banco Mundial, é necessário utilizar de maneira criativa o G-20 (que o Brasil presidirá em 2024) e o BRICS (que conduzirá em 2025) para reforçar temas prioritários para os países emergentes.</p>
<p>&#8220;O NBD liberta países emergentes da submissão às instituições financeiras internacionais. O banco atraiu quatro novos membros &#8211; Bangladesh, Egito, Emirados Árabes Unidos e Uruguai. Vários outros estão em vias de adesão, e estou certo de que a chegada de Dilma Rousseff contribuirá para isso&#8221;, afirmou o presidente Lula.</p>
<p>Ele lembrou que recursos do BNB financiam, no Brasil, projetos de infraestrutura, apoio à renda, mobilidade sustentável, adaptação a mudanças climáticas, saneamento básico e energias renováveis.</p>
<p>O presidente citou ainda que o Brasil retornou ao tabuleiro das relações internacionais, após o que definiu como inexplicável ausência na gestão anterior. “O Brasil voltou e com vontade de fazer a diferença. Temos muito a contribuir em questões centrais do nosso tempo, a exemplo da mitigação da crise climática e do combate à fome e às desigualdades&#8221;, afirmou.</p>
<p>&#8220;É intolerável que, num planeta que produz alimentos suficientes para toda a humanidade, centenas de milhões de pessoas não tenham o que comer. É inadmissível que a irresponsabilidade e a ganância de uma pequena minoria coloquem em risco a sobrevivência do planeta”.</p>
<p>Nesse contexto, de acordo com Lula, o banco dos BRICS representa muito para quem pensa num novo mundo, quem parte de premissa da necessidade de desenvolvimento dos países de forma mais justa e harmônica e de um novo olhar para as relações interpessoais.</p>
<p>“Temos uma tarefa que não tínhamos há 10 anos: dispersar um ódio que achávamos que não existia mais. É preciso que o humanismo reaja. Não podemos ter uma sociedade sem coração, sem sentimentos. Além da política, precisamos cuidar da nossa alma. Vamos ter que aprender a estender a mão para o outro mais uma vez”, enfatizou.</p>
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<p class="">Para Lula, Dilma Rousseff é o nome certo para essa tarefa à frente do NBD. &#8220;Estou certo de que Dilma Rousseff colocará toda a sua competência para transformar esse banco no maior banco de investimentos para países em desenvolvimento que o mundo já conheceu&#8221;, disse o presidente.</p>
<p>Alinhada a essa missão, Dilma Rousseff enfatizou a inclusão social em várias vertentes como vocação essencial do NBD em sua gestão. “O NDB precisa apoiar projetos que sejam críticos para reduzir a desigualdade e melhorar o padrão de vida das imensas comunidades pobres e excluídas do acesso à moradia, à educação e à saúde. O NDB tem o potencial de ser um líder global no financiamento de projetos que abordem os desafios mais urgentes de nosso tempo. Estou confiante de que, juntos, podemos realizar essa visão”, encerrou.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2023-04-13/lula-dolar-moeda-brics.html#a6693005-81c7-4220-b30f-98d6323c6a61" rel="noopener">Economia</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/lula-sugere-que-brics-diminuam-dependencia-do-dolar/">Lula sugere que Brics diminuam dependência do dólar</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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