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	<title>Arquivos basta - FATO MT</title>
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	<title>Arquivos basta - FATO MT</title>
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		<title>Mobilidade elétrica: para falar mal, basta não conhecer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Apr 2023 01:15:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AUTOMOBILISMO]]></category>
		<category><![CDATA[basta]]></category>
		<category><![CDATA[conhecer]]></category>
		<category><![CDATA[eletrica]]></category>
		<category><![CDATA[falar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Arquivo pessoal Falar sobre mobilidade elétrica é apaixonante Fala, galera. Beleza? Como algumas pessoas que acompanham a minha coluna devem ter notado, eu escrevo muito mais sobre minha opinião e experiências do que sobre dados, informações técnicas e expectativas do mercado. Dessa vez não será diferente, inclusive. Acredito que falarei muito mais sobre mim do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/a1/w5/a0/a1w5a0ga8d5zrqa8dy9047mgs.jpg" width="906" height="509" alt="Falar sobre mobilidade elétrica é apaixonante" title="Falar sobre mobilidade elétrica é apaixonante"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Arquivo pessoal</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Falar sobre mobilidade elétrica é apaixonante</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Fala, galera. Beleza? Como algumas pessoas que acompanham a minha coluna devem ter notado, eu escrevo muito mais sobre minha opinião e experiências do que sobre dados, informações técnicas e expectativas do mercado. Dessa vez não será diferente, inclusive. Acredito que falarei muito mais sobre mim do que sobre a mobilidade elétrica.</p>
<p>Semana passada, fui surpreendido por um comentário em uma publicação que fiz no Instagram. O comentário foi mais ou menos assim: “Afinal, quanto você está ganhando para falar sobre mobilidade elétrica, já tá ficando chato”.</p>
<p>Em um primeiro momento, fiquei surpreso com o comentário. Respondi que não ganhava nada para falar bem, mesmo porque eu falo o que vivo, não faço um marketing sem vivência. Depois comentei: “Meu perfil do Instagram se chama <strong>carroeletricomeu</strong> e meu canal no YouTube é <strong>Meu Carro Elétrico</strong> , sobre o que mais eu falaria?”</p>
<p>Não foi a primeira vez que esse mesmo usuário já fez comentários semelhantes, mas nunca tão incisivo. Alguns considerariam um hater. Eu considero que seja uma pessoa que ainda não foi convencida, mas busca informações sobre o assunto. Não sei com qual objetivo, só sei que rola uma troca de ideias.</p>
<p>Não diria que ele é o único antielétrico que cruzei pelas redes sociais da vida. Diria que a maioria são menos educados e com ainda menos embasamento para criticar a mobilidade elétrica. Grande parte das críticas possuem três argumentos: o preço dos veículos, o tempo de recarga e a vida útil da bateria. Alguns que se consideram mais técnicos, jogam aquela velha pergunta do impacto ambiental da mineração e o descarte das baterias.</p>
<p>Acredito que já falei desses assuntos algumas vezes na coluna do <strong>Portal iG</strong> e em outras publicações no <strong>YouTube</strong> . Entretanto, é fato que a informação não chegou, não foi compreendida ou não foi aceita pela grande maioria das pessoas. Por isso que não devemos nos cansar de falar sobre mobilidade elétrica.</p>
<p>Eu nunca falaria sobre algo com tanto ímpeto se realmente não acreditasse. Lógico que não sou louco, ou mesmo hipócrita, de não avaliar outras opções para a mobilidade. O ponto é que o motor elétrico já provou ter eficiência superior em comparação aos motores à combustão. Acredito que o preconceito que precisa ser derrotado é contra a forma de acumular energia em baterias.</p>
<p>As baterias de alta voltagem podem não ser perfeitas, porém são a melhor opção de armazenamento de energia na atualidade. Até temos outras opções, como tanques de combustível que alimentam motores a combustão interna usados para geração de energia; células de combustível a hidrogênio ou etanol e até mesmo a transmissão de energia de fonte externa, que vemos em trens, trólebus e bondes.</p>
<p>Mas se avaliarmos de forma lógica, veremos que a primeira opção possui pouca eficiência energética, a segunda é extremamente cara e pouco viável em um bom período e a terceira não é aplicável em grande volume, principalmente em veículos particulares.</p>
<p>Um fato curioso é que muitas pessoas possuem pequenos <em>powerbanks</em> e <em>nobreacks</em> em suas casas, mas poucos possuem geradores para fornecimento de energia em caso de corte de fornecimento. E digo mais: os geradores de energia são sistemas secundários para geração de eletricidade, não os principais. Até mesmo nos países que possuem maior uso de termelétricas, elas são utilizadas porque não conseguem gerar eletricidade de outra forma mais limpa.</p>
<div class="Noticia_Embed"> <span class="componente-embed"> <iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/kiXfPf2iNZw" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe> </span> </div>
<p class="">Para ser sincero, minha vida junto à mobilidade elétrica foi por conveniência. Busquei um carro híbrido para evitar o rodízio de veículos. Muitos diriam que foi por coincidência, outros que o universo convergiu a favor. Eu diria que foi um presente de Deus que os modelos de veículos elétricos “mais acessíveis” foram lançados na época que eu estava buscando uma solução para o rodízio veicular.</p>
<p class="">Tantos outros como eu acabaram aderindo à mobilidade elétrica por conveniência, outros foram levados por motivos mais nobres como a consciência ambiental. Existe ainda um outro perfil de entusiasta, que chamaria de profissional. Os profissionais englobam técnicos, engenheiros, empresários, gestores entre tantos outros que, por conta de pesquisas e estudos em suas áreas de conhecimento, levaram à mesma conclusão que eu cheguei quando conheci o carro elétrico.</p>
<p>Veja como exemplo os fundadores da <strong> <a href="https://tupinambaenergia.com.br/" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-mce-href="https://tupinambaenergia.com.br/">Tupinambá Energia</a> </strong>  que, após uma pesquisa de mercado, eles mesmos se surpreenderam com o tamanho do potencial da mobilidade elétrica no Brasil.</p>
<p>Ainda falando sobre o perfil do entusiasta profissional, muitos já se dedicavam em falar da mobilidade elétrica antes mesmo de colocar um carro elétrico em suas garagens. Mas se eles acreditavam tanto na mobilidade elétrica, por que já não usavam um veículo elétrico? Ora, pelo mesmo motivo que a maioria dos proprietários não tinha um veículo antes de 2019: falta de opção ou condições.</p>
<p>Faço um desafio: converse com qualquer engenheiro eletricista ou mecânico, gestor de frotas e até mesmo pilotos de teste e pergunte o que eles acham sobre a eficiência dos veículos elétricos. Independentemente da resposta, questione quanto tempo ele se dedicou ao assunto para embasar a opinião. Verá que, da mesma forma que eu, muitos outros profissionais (ouso dizer especialistas) fazem a defesa e pregam a difusão de mobilidade elétrica. </p>
<p>Somos apaixonados, mas não cegos aos pontos que precisam melhorar. Rotineiramente surgem anúncios e notícias sobre avanços em relação a baterias, infraestrutura de carregamento, geração de energia sustentável, oferta de novos modelos de veículos e incentivos governamentais. Estamos apenas no início do desenvolvimento da mobilidade elétrica nos veículos modernos. Ainda tem muita coisa para melhorar.</p>
<p>Por que tem tanta gente que aposta no Etanol como o combustível do futuro? Bem, aí vale uma ótima discussão. A maioria dos defensores do Etanol assumem que o motor elétrico é mais eficiente. Outro ponto interessante é que só vejo a defesa do Etanol como célula de combustível para o Brasil. Por que nenhum outro país pensa nessa opção para aplicação em seu próprio território?</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://carros.ig.com.br/veiculos-eletricos/2023-04-12/os-sete-mandamentos-do-uso-de-carros-eletricos.html" title="Os sete mandamentos para o uso de carros elétricos" target="_self" rel="noopener">Os sete mandamentos para o uso de carros elétricos</a> </li>
<li> <a href="https://carros.ig.com.br/colunas/thiago-garcia/2023-04-12/mercado-seminovos-eletricos.html" title="Vale a pena apostar em veículos seminovos elétricos?" target="_self" rel="noopener">Vale a pena apostar em veículos seminovos elétricos?</a> </li>
<li> <a href="https://carros.ig.com.br/colunas/thiago-garcia/2023-03-21/evolucao-carro-eletrico-brasil.html" title="Projeto nacional foi primeiro carro elétrico a rodar no Brasil" target="_self" rel="noopener">Projeto nacional foi primeiro carro elétrico a rodar no Brasil</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">Agora, para a manutenção dos motores a combustão, só vejo dois argumentos utilizados: já temos postos de gasolina por todo o Brasil e pobre nunca terá dinheiro para comprar carro elétrico.</p>
<p>Pois para esses, eu deixo duas respostas: já temos tomadas em todos os postos e em muitos outros lugares, e pobre até pode até ter dinheiro para comprar um carrinho usado, mas será que tem dinheiro para abastecer? E se for para andar de ônibus, que seja um ônibus elétrico, que terá muito menos chance de parar no meio do caminho com problemas mecânicos.</p>
<p>Não quero que fiquem pensando que uso a coluna para desabafar. A intenção é deixar bem claro o quão apaixonante é ver as inúmeras vantagens que a mobilidade elétrica traz e que, mesmo assim, há muitas pessoas que precisam ser devidamente informadas sobre o assunto.</p>
<p>Então, meu caro amigo, para se apaixonar sobre a mobilidade elétrica você precisa saber pelo menos um pouco sobre o assunto; para convencer as pessoas você precisa saber muito. Mas para falar mal basta não saber nada.</p>
<p>Até mais.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://carros.ig.com.br/colunas/thiago-garcia/2023-04-18/defesa-da-mobilidade-eletrica-incomoda.html#9d80260b-37bf-43ff-803c-c546b6dc222b" rel="noopener">Carros</a></p>
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		<item>
		<title>&#8220;Basta ser mulher para sofrer violência política&#8221;</title>
		<link>https://fatomt.com.br/basta-ser-mulher-para-sofrer-violencia-politica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Oct 2022 19:10:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[basta]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[sofrer]]></category>
		<category><![CDATA[violencia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>AzMina Essa foi uma parceria com o data_labe, para pesquisar sobre a violência política de gênero contra candidatas da Região Sudeste A lei que tipifica e pune a violência política de gênero, em vigor no Brasil desde o ano passado, foi insuficiente para proteger as candidatas a cargos eletivos em 2022. A novidade no Código [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/63/xq/lg/63xqlgiqtrtw1bx1vs1i94ld9.jpg" width="906" height="509" alt="Essa foi uma parceria com o data_labe, para pesquisar sobre a violência política de gênero contra candidatas da Região Sudeste" title="Essa foi uma parceria com o data_labe, para pesquisar sobre a violência política de gênero contra candidatas da Região Sudeste"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>AzMina</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Essa foi uma parceria com o data_labe, para pesquisar sobre a violência política de gênero contra candidatas da Região Sudeste</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">A lei que tipifica e pune a violência política de gênero, em vigor no Brasil desde o ano passado, foi insuficiente para proteger as candidatas a cargos eletivos em 2022. A novidade no Código Eleitoral brasileiro pune assédio, constrangimento, humilhação, perseguição ou ameaça direcionadas às mulheres candidatas e eleitas com um a quatro anos de reclusão e multa. Ainda assim, elas continuam sofrendo discriminação pela própria condição feminina, com o objetivo notável de dificultar suas campanhas e mandatos. </p>
<h2 class="">Por Edilana Damasceno, do data_labe</h2>
<p>Um caso emblemático é o da senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP), que se apoiou na nova regra para denunciar ataques recebidos na internet durante a campanha ao Departamento de Polícia Legislativa do Congresso Nacional. Integrante da única chapa totalmente feminina que concorria à presidência — ao lado da também senadora Simone Tebet (MDB-MS) —, Mara se tornou alvo da violência política de gênero, principalmente após repreender algumas falas do presidente Jair Bolsonaro (PL). Dezenas de tweets com teor machista foram disparados a ela, com termos como “burra”, “vergonhosa” e “inútil”.</p>
<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/1e/vd/jl/1evdjl6bs129ydc4zxhozqx13.jpg" width="906" height="509" alt="Postagens agressivas contra mulheres " title="Postagens agressivas contra mulheres "> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>AzMina</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Postagens agressivas contra mulheres </div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class=""> <br data-mce-bogus="1"> </p>
<p class="">Sendo uma pessoa com deficiência, a ex-candidata também viu o machismo se aliar ao capacitismo, com mensagens que se referiam a ela como “aleijada”, termo preconceituoso  usado para se referir a pessoas com deficiência física. Os ataques puseram a psicóloga e publicitária no ranking das 10 candidatas mais mencionadas no período analisado pela reportagem, com 2.107 menções. Desse total, analisamos uma amostra de 343 tuítes aleatórios: 155 são ofensivos à candidata e 188 não.  </p>
<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/2d/qu/kh/2dqukhfo1u6tmfqa1xx7r0wxs.jpg" width="906" height="509" alt="Ranking das 10 canditadas mais citadas no Twitter" title="Ranking das 10 canditadas mais citadas no Twitter"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>AzMina</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Ranking das 10 canditadas mais citadas no Twitter</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class=""> <br data-mce-bogus="1"> </p>
<p>Para a tucana, é um erro associar casos como o dela com questões ideológicas ou partidárias: “Basta ser mulher e construir uma carreira na política para ser alvo de ataques”. Os dados da análise das candidatas do Sudeste colaboram com a avaliação de Gabrilli. Embora as concorrentes pelo PSOL tenham recebido 33,3% de mensagens mapeadas, o ranking das dez mais mencionadas traz representantes de posicionamentos diversos. De Carla Zambelli (PL/SP) a Duda Salabert (PDT/MG), de Sâmia Bonfim (PSOL-/SP) a Rosângela Moro (União Brasil/SP), as bandeiras defendidas podem ser muito distintas entre si, mas o teor dos ataques as aproximam. </p>
<p>A cientista política Madalena Gonçalves Castro, secretária executiva da Rede Fluminense de Núcleos de Pesquisa de Gênero, Sexualidade e Feminismos nas Ciências Sociais (RedeGen), ressalta que um dos principais objetivos da violência política de gênero é silenciar as mulheres, impedindo que defendam seus interesses e exerçam plenamente seus direitos político-eleitorais. Por conta disso, a prática é diretamente proporcional à presença de mulheres nos espaços de decisão. </p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/2022-10-06/azmina-violencia-politica-genero-ataques-bolsonaristas.html" title="Ataques de grupos bolsonaristas: a violência política de gênero" target="_blank" rel="noopener">Ataques de grupos bolsonaristas: a violência política de gênero</a> </li>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/2021-12-02/condominios-sao-obrigados-a-denunciar-violencia-domestica-na-pratica-funciona-azmina.html" title="Condomínios são obrigados a denunciar violência doméstica. Na prática funciona?" target="_blank" rel="noopener">Condomínios são obrigados a denunciar violência doméstica. Na prática funciona?</a> </li>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/2022-04-06/infantilizacao-e-desafio-encarado-por-mulheres-com-deficiencia.html" title="Infantilização é desafio encarado por mulheres com deficiência" target="_blank" rel="noopener">Infantilização é desafio encarado por mulheres com deficiência</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class=""> <br data-mce-bogus="1"> </p>
<p>“Basta que despontem no cenário local ou nacional para que suas campanhas sejam inferiorizadas ou sejam taxadas como ‘despreparadas’. Por vezes, suas características físicas e vidas pessoais ganham mais notoriedade que suas agendas de campanha ou discursos políticos, algo que não acontece com os homens”.</p>
<p>Segundo a mestra e doutoranda em Ciência Política pelo IESP/UERJA, os diferentes tipos de violência – física, psicológica, sexual, econômica, moral ou simbólica &#8211; são experimentados por todas as mulheres. Entretanto, são mais recorrentes graves, ao ponto de incluir ameaças de morte, sobre defensoras de direitos humanos, mulheres negras, trans e travestis, como ocorreu neste ano com a candidata Duda Salabert, que precisou utilizar escolta e colete à prova de balas na reta final da campanha. </p>
<h3>SITUAÇÃO NÃO É MELHOR ENTRE CANDIDATAS COM MENOS VISIBILIDADE</h3>
<p>Com visibilidade bem menor do que a senadora paulista, vereadora Camila Valadão (PSOL-ES) enfrenta agressões semelhantes na Câmara Municipal de Vitória, Espírito Santo. Em 1º de dezembro de 2021, enquanto servidores da educação protestavam por mais transparência e participação da sociedade na reformulação da base curricular, parlamentares de diferentes partidos se posicionavam sobre o tema. Mas a sessão acabaria interrompida por ofensas machistas do vereador Gilvan da Federal (PL) à colega de Casa Legislativa. </p>
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<p>Não foi o primeiro ataque do bolsonarista à assistente social e doutora em Política Social. Desde sua posse, em janeiro daquele ano, Camila precisou lidar com episódios como aquele, nos quais foi interrompida e teve suas roupas criticadas sob o argumento de que “quem quer respeito se dá o respeito!”. Dessa vez, no entanto, o vereador foi além: a acusou de “satanista”, “assassina de bebês e crianças” e gritou para que calasse a boca. Camila acionou a Corregedoria da Câmara, criada em 2021 para julgar processos entre os parlamentares, porém, o caso foi arquivado.</p>
<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/5p/3b/rb/5p3brbcyaryecluqee80tdktf.jpg" width="906" height="509" alt="Camila Valadão, eleita deputada estadual pelo Psol do Espirito Santo " title="Camila Valadão, eleita deputada estadual pelo Psol do Espirito Santo "> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>AzMina</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Camila Valadão, eleita deputada estadual pelo Psol do Espirito Santo </div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class=""> <br data-mce-bogus="1"> </p>
<p>Sem o amparo da Câmara, a vereadora redobrou os cuidados com a própria integridade física durante a campanha como deputada estadual em 2022. Sua imagem havia sido usada massivamente pela direita nos meios digitais, e a possibilidade de enfrentar novos episódios de violência era uma preocupação constante. “A gente não divulgava nossa agenda de campanha de rua e nem as panfletagens do dia a dia. Só chegavam até as redes sociais registros e fotos após elas acontecerem”, explica. </p>
<p>Entre 17 de agosto e 12 de outubro, Camila Valadão recebeu 126 menções em suas redes sociais, e foi atacada por um usuário. Ela foi uma das candidatas acompanhadas pelo MonitorA, observatório de violência política online da Revista AzMina, InternetLab e Núcleo Jornalismo, que coletou e analisou tweets direcionados a candidatas mulheres &#8211; de diferentes espectros políticos, raças, religiões, identidades de gênero e orientações sexuais &#8211; para compreender as dinâmicas da violência política de gênero e do discurso de ódio sexista.</p>
<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/01/ng/ge/01nggecxa30n3ddo40eu9nc8r.jpg" width="906" height="509" alt="Defensor do atual presidente " title="Defensor do atual presidente "> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>AzMina</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Defensor do atual presidente </div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class=""> <br data-mce-bogus="1"> </p>
<p>Apesar das restrições para realizar a campanha nas ruas e nas redes, Camila Valadão foi a quarta deputada mais votada à Assembleia Legislativa do Espírito Santo (Ales), e a mulher com melhor desempenho nas urnas para o cargo, com mais de 52 mil votos. No entanto, mesmo diante da votação expressiva, a parlamentar não comemora o cenário que irá encontrar no legislativo capixaba. Apenas quatro das 30 cadeiras serão ocupadas por mulheres. “Tenho certeza que a gente vai enfrentar essas questões [de violência de gênero], até porque a participação desses grupos da direita conservadora se ampliou muito&#8221;.</p>
<h3>QUANTO MAIS MENÇÕES, MAIS VOTOS?</h3>
<p>Das dez candidatas mais mencionadas, apenas três não tiveram sucesso nas urnas: a deputada federal Joice Hasselmann, candidata à reeleição pelo PSDB/SP, a deputada estadual Janaina Paschoal, que pleiteava o cargo de senadora de São Paulo pelo PRTB, e Mara Gabrilli. Joice e Janaina compartilham trajetória semelhante: se consagraram na onda bolsonarista de 2018 com recordes de votos para candidatas mulheres pelo PSL, na época partido do presidente eleito; e sucumbiram após o rompimento com o líder e seus seguidores. </p>
<p>Cogitada para o cargo de vice-presidente na campanha de reeleição de Bolsonaro, Janaina viu o apoio se transformar em ódio e misoginia à medida que começou a discordar da postura do presidente, relativizando e criticando as medidas de enfrentamento à pandemia de Covid-19. O estopim dos atritos veio em 2021 quando, em entrevista à Revista Veja, a deputada afirmou que preferia votar no ex-ministro Sérgio Moro, pois o “estilo do presidente de governar no conflito não é saudável”. A declaração desencadeou um bombardeio de xingamentos nas redes, que não deu trégua durante as eleições de 2022. Janaina teve 3.792 menções no Twitter entre 17 de agosto e 12 de outubro. Numa amostra de 343 tuítes aleatórios, verificamos que 58% (199) eram ofensivos à candidata. </p>
<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/53/g7/26/53g726jouxgdmrq95u59fjj3l.jpg" width="906" height="509" alt="Os comentários, além de sexitas, também atacam o intelecto das canditadas " title="Os comentários, além de sexitas, também atacam o intelecto das canditadas "> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>AzMina</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Os comentários, além de sexitas, também atacam o intelecto das canditadas </div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class=""> <br data-mce-bogus="1"> </p>
<h3>O impacto do ódio nas urnas </h3>
<p>Para Madalena Castro, os casos de Janaina e Joice mostram como a violência pode ser mais evidente num campo político com disputas internas por protagonismo. “As candidatas eleitas na onda bolsonarista, ou pertencentes à base aliada do governo, vivenciaram ataques sexistas e misóginos ao primeiro sinal de protagonismo ou dissidência política. A violência política de gênero pode ocorrer, portanto, até mesmo por parte de colegas e lideranças da própria legenda.”</p>
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<p>Diante de um cenário onde a violência afasta as mulheres da política, Madalena entende que a mudança não pode se dar fora da política institucional. “É com mais mulheres em cargos de liderança política, partidária e em outras instâncias institucionais, incluindo o Supremo Tribunal Federal, as Procuradorias Regionais Eleitorais e os Conselhos de Ética da Câmara e do Senado, que acolhem e julgam esses casos, que avançaremos no debate e no enfrentamento da violência política de gênero”, defende.</p>
<p>Vendo as ofensas tomarem grande repercussão, e à espera de que as leis possam frear tal fenômeno, a senadora Mara Gabrilli faz um apelo contra o enfraquecimento da democracia, provocado pela violência política de gênero. “Temos que conscientizar a população de que, quando uma mulher sofre violência, de qualquer forma ou tipo, toda a sociedade perde e se empobrece”. E acrescenta: “A violência não pode paralisar a boa política. Eu me nego a viver com medo”.</p>
<h3>Confira a reportagem na <a href="https://azmina.com.br/reportagens/basta-ser-mulher-para-sofrer-violencia-politica-avalia-candidata-a-vice-presidencia-mara-gabrilli/" data-mce-href="https://azmina.com.br/reportagens/basta-ser-mulher-para-sofrer-violencia-politica-avalia-candidata-a-vice-presidencia-mara-gabrilli/"> publicação original </a> </h3>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://delas.ig.com.br/2022-10-27/violencia-politica-genero-ataques-inernet-bolsonaristas-bolsonaro.html#e28c6941-0783-45c8-a5b2-2abbd2a63aaa" rel="noopener">IG Mulher</a></p>
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		<title>&#8216;Basta se cadastrar para receber o Auxílio&#8217;, diz Bolsonaro. Será?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Aug 2022 11:40:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[auxilio]]></category>
		<category><![CDATA[basta]]></category>
		<category><![CDATA[bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[cadastrar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reprodução/Band &#8211; 29.082022 Jair Bolsonaro no debate da Band Ignorando as longas filas que são vistas diariamente nos Centros de Referência de Assistência Social (Cras) de todo o país, com brasileiros dormindo na rua para tentarem a liberação do Auxílio Brasil , o presidente Jair Bolsonaro (PL) disse neste domingo (28), durante o debate presidencial promovido pela TV [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/bk/g5/w7/bkg5w7ewg3gc1gvk45x4rw2hz.jpg" width="906" height="509" alt="Jair Bolsonaro no debate da Band" title="Jair Bolsonaro no debate da Band"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Reprodução/Band &#8211; 29.082022</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Jair Bolsonaro no debate da Band</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Ignorando as longas filas que são vistas diariamente nos Centros de Referência de Assistência Social (Cras) de todo o país, com brasileiros dormindo na rua para tentarem a liberação do <a href="https://economia.ig.com.br/2022-08-07/auxilio-brasil--8-milhoes-ficam-de-fora-por-criterio-desatualizado.html" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2022-08-07/auxilio-brasil--8-milhoes-ficam-de-fora-por-criterio-desatualizado.html">Auxílio Brasil</a> , o presidente Jair Bolsonaro (PL) disse neste domingo (28), durante o debate presidencial promovido pela TV Band, que &#8220;basta se cadastrar&#8221; para receber os R$ 600 do benefício. Mas não é tão simples assim.</p>
<p>A fala aconteceu após Bolsonaro ser questionado por Ciro Gomes (PDT) sobre ter dito, na última sexta-feira (26), que não existe &#8220;fome pra valer&#8221; no Brasil. A declaração foi dada em uma entrevista do presidente ao Ironberg Podcast. No mesmo dia, mais cedo, Bolsonaro disse ao &#8220;Pânico&#8221; que não se vê no país pessoas &#8220;pedindo pão no caixa da padaria&#8221;.</p>
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<p>&#8220;Quem ganha até US$ 1,9 por dia, está na linha da pobreza. US$ 1,9 são R$ 10, e o Auxílio Brasil paga R$ 20. Quem por ventura está abaixo do nível da pobreza, deve ter gente sim passando necessidade, é só se cadastrar que vai passar a ganhar então o Auxílio Brasil de R$ 600&#8221;, respondeu o presidente ao candidato pedetista.</p>
<p>O processo de liberação do benefício, no entanto, não é simples. A porta de entrada do Auxílio Brasil é o Cadastro Único (CadÚnico). Têm direito aos R$ 400 (ampliados para R$ 600 até dezembro) as famílias em situação de pobreza (renda per capita familiar de R$ 210 mensais) e de extrema pobreza (R$ 105). Além disso, as famílias precisam ter os dados atualizados nos últimos 24 meses e não ter informações divergentes entre as declaradas no cadastro e as de outras bases de dados federais.</p>
<p>O volume de atendimentos, no entanto, sufoca os municípios, que não dão conta da demanda, principalmente depois de o benefício ser ampliado de R$ 400 para R$ 600, em meio a um pacote de expansão de benefícios sociais ser aprovado às vésperas das eleições. Desde então, brasileiros correm aos Cras para se inscrever no sistema ou atualizar seus dados e, em todo o país, cenas de famílias inteiras passando a madrugada na fila para tentar atendimento se repetem.</p>
<p>As dificuldades de cadastramento e critérios de acesso desatualizados tornam o pedido do benefício demorado ou até inviável, no caso da população em situação de rua, por exemplo, que em alguns casos não tem a documentação necessária. Além disso, cálculos feitos pelos economistas Alysson Portella e Sergio Firpo, do Insper, mostram que a defasagem da linha de pobreza deixa invisíveis 8 milhões de brasileiros que poderiam ser contemplados pelo auxílio, como mostrou reportagem do GLOBO.   </p>
<p>Segundo o Ministério da Cidadania, não há fila de espera para o Auxílio Brasil, já que, no pagamento de agosto, 2,2 milhões de famílias habilitadas ao programa foram incluídas.</p>
<p>A última compilação feita pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM), no entanto, apontou que em maio, a demanda reprimida pelo Auxílio Brasil era mais que o dobro da fila oficial. Só naquele mês, havia 1,8 milhão de famílias esperando o benefício, enquanto o Ministério da Cidadania apontava que eram quase 765 mil.</p>
<p>A diferença ocorre porque o levantamento da CNM leva em conta as inscrições de famílias no Cadastro Único (CadÚnico) que atendem aos critério para ingresso no programa. Para entrar na fila oficial do Ministério da Cidadania, no entanto, é preciso passar por outros filtros.</p>
<p>No diagnóstico de Paola Loureiro, diretora de Relações Internacionais e Institucionais da Rede Brasileira de Renda Básica (RBRB), cortes no orçamento da Assistência Social comprometem os atendimentos e afastam muitos brasileiros sequer do primeiro atendimento nos Cras.</p>
<p>&#8220;Existe um Brasil invisível que Bolsonaro faz questão de não enxergar. O governo afastou a política de assistência social de um contingente de população que tem pouca documentação e não tem acesso aos Cras. Muita gente ficou de fora quando a transferência das informações da base de dados do Auxílio Emergencial para o Auxilio Brasil não foi feita, o que seria uma super ferramenta de facilitação do processo de liberação do benefício e evitaria que as pessoas virassem a noite na fila.&#8221;</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2022-08-29/imposto-de-renda-4-lote-de-restituicao.html" title="Imposto de Renda: 4º lote de restituição é pago no dia 31; consulte" target="_self" rel="noopener">Imposto de Renda: 4º lote de restituição é pago no dia 31; consulte</a> </li>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2022-08-30/inss-paga-aposentadoria-hoje.html" title="INSS paga aposentadorias e pensões nesta terça; veja quem recebe" target="_self" rel="noopener">INSS paga aposentadorias e pensões nesta terça; veja quem recebe</a> </li>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2022-08-29/senado-aprova-projeto-planos-saude-cobrir-tratamentos.html" title="Projeto que obriga planos de saúde a cobrirem tratamentos é aprovado" target="_self" rel="noopener">Projeto que obriga planos de saúde a cobrirem tratamentos é aprovado</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">Loureiro também avalia que a pressão nos Cras, principalmente após a ampliação do valor de R$ 400 para R$ 600, e a falta de investimento no setor prejudica que as equipes façam a chamada da chamada busca ativa, para identificar famílias vulneráveis que não conseguem acessar a rede de Assistência Social:</p>
<p>&#8220;Se eu não proporciono estrutura e não deixo ninguém entrar na fila, ela está zerada. Ao não tornar o serviço acessível, o governo se protege da responsabilidade. Além disso, existem pessoas que estão cadastradas e não estão na fila, porque o governo ainda não autorizou que essas famílias entrem na fila de liberação do benefício. Isso é uma estratégia eleitoral do governo para dizer que a fila está zerada&#8221;. </p>
<div class="Noticia_Embed"> <span class="componente-embed"> <iframe width="906" height="513" src="https://www.youtube.com/embed/faYBBF308zY" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe> </span> </div>
<p class=""> <br data-mce-bogus="1"> </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2022-08-30/bolsonaro-auxilio-brasil-basta-se-cadastrar.html#b3526099-ca62-4ad2-8518-b2626416de77" rel="noopener">IG ECONOMIA</a></p>
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		<title>&#8216;Basta aprovar reforma tributária&#8217;, diz Guedes sobre Auxílio de R$ 600</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Aug 2022 14:40:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[aprovar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lorena Amaro &#8216;Basta aprovar reforma tributária&#8217;, diz Guedes sobre Auxílio de R$ 600 O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta quarta-feira (17) que, para manter o valor do Auxílio Brasil em R$ 600 em 2023, &#8220;basta aprovar reforma tributária um dia após a eleição&#8221;. A declaração foi feita durante fórum da Tag Investimentos. Entre no  canal [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/a9/7f/sr/a97fsrf8t7wsdi99i2rdugje0.jpg" width="906" height="509" alt="'Basta aprovar reforma tributária', diz Guedes sobre Auxílio de R$ 600" title="'Basta aprovar reforma tributária', diz Guedes sobre Auxílio de R$ 600"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Lorena Amaro</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">&#8216;Basta aprovar reforma tributária&#8217;, diz Guedes sobre Auxílio de R$ 600</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta quarta-feira (17) que, para manter o valor do Auxílio Brasil em R$ 600 em 2023, &#8220;basta aprovar reforma tributária um dia após a eleição&#8221;. A declaração foi feita durante fórum da Tag Investimentos.  </p>
<p class=""> <strong>Entre no  <a href="https://t.me/iGBrasilEconomico" target="_blank" rel="noopener" data-mce-href="https://t.me/iGBrasilEconomico">canal do Brasil Econômico no Telegram</a> e fique por dentro de todas as notícias do dia. Siga também o  <a href="https://t.me/portalig" target="_blank" rel="noopener" data-mce-href="https://t.me/portalig">perfil geral do Portal iG</a> </strong>  </p>
<p class="">Ele também afirmou que uma possibilidade seria corrigir a tabela do Imposto de Renda e tributar lucros e dividendos.</p>
<p>O ministro argumentou que, até então, as despesas extras, incluindo as relativas ao auxílio emergencial, foram cobertas por receitas extraordinárias.</p>
<p>Também disse que os pacotes aprovados pelo governo nos últimos meses para auxiliar os mais pobres, como a &#8220;PEC Eleitoral&#8221;, estão &#8220;inteiramente pagos&#8221;, com uma estimativa de encerrar o ano com superávit primário.  </p>
<h3>Guedes afirma que seguirá no governo caso Bolsonaro seja reeleito</h3>
<p>Durante o evento, Paulo Guedes também indicou que seguirá no governo caso o presidente Jair Bolsonaro (PL) vença as eleições em outubro. &#8220;Eu sou incansável quando acredito no que precisa ser feito&#8221;, afirmou ele.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2022-08-18/guedes-franca-insulto-passado.html" title="Guedes diz que insulto à França se refere a caso de três anos atrás" target="_self" rel="noopener">Guedes diz que insulto à França se refere a caso de três anos atrás</a> </li>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2022-08-18/bolsonaro-ue-mercosul-desabastecimento.html" title="UE buscou Brasil para fechar acordo com Mercosul, confirma Bolsonaro" target="_self" rel="noopener">UE buscou Brasil para fechar acordo com Mercosul, confirma Bolsonaro</a> </li>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2022-08-18/leite-imposto-corte-airbag-de-moto.html" title="Governo corta imposto no soro do leite e em airbags de moto" target="_self" rel="noopener">Governo corta imposto no soro do leite e em airbags de moto</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">Segundo ele, a aliança entre liberais e conservadores também deve continuar em um segundo mandato. &#8220;Vamos seguindo, estamos juntos.&#8221;</p>
<h3>Economia</h3>
<p>Guedes disse que as previsões que apontam para uma desaceleração da economia consideram um modelo antigo do país e não levam em conta as reformas realizadas nos últimos anos, com redução do papel do Estado. &#8220;Trocamos o eixo da economia brasileira&#8221;, declarou ele. </p>
<p class="">Sobre a estimativa para o PIB de 2022, o ministro questionou a projeção feita pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), que prevê alta de 2,5%. &#8220;Acho que vai ser maior, mas não falo nada&#8221;, pontuou.  </p>
<div class="Noticia_Embed"> <span class="componente-embed"></span> </div>
<p class=""> <br data-mce-bogus="1"> </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2022-08-18/guedes-reforma-tributaria-auxilio-brasil.html#ab901538-039f-4446-8c0f-27c2056a8c8b" rel="noopener">IG ECONOMIA</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Fachin rebate Bolsonaro e pede um &#8216;basta à desinformação&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jul 2022 21:35:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[basta]]></category>
		<category><![CDATA[bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[desinforma]]></category>
		<category><![CDATA[fachin]]></category>
		<category><![CDATA[rebate]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Abdias Pinheiro/SECOM/TSE Edson Fachin rebateu as acusações de Jair Bolsonaro Minutos após o presidente Jair Bolsonaro (PL) fazer uma apresentação para embaixadores com uma série de ataques ao sistema eleitoral e às urnas eletrônicas , o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Edson Fachin, rebateu as acusações feitas pelo presidente e chamou o episódio [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/an/ta/wl/antawl34ug7kcgxplkueurcml.jpg" width="906" height="509" alt="Edson Fachin rebateu as acusações de Jair Bolsonaro" title="Edson Fachin rebateu as acusações de Jair Bolsonaro"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Abdias Pinheiro/SECOM/TSE</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Edson Fachin rebateu as acusações de Jair Bolsonaro</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p>Minutos após o <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2022-07-18/sem-provas--bolsonaro-volta-a-atacar-as-urnas-eletronicas-e-o-tse.html" data-mce-href="https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2022-07-18/sem-provas--bolsonaro-volta-a-atacar-as-urnas-eletronicas-e-o-tse.html">presidente Jair Bolsonaro (PL) fazer uma apresentação para embaixadores com uma série de ataques ao sistema eleitoral e às urnas eletrônicas</a> , o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Edson Fachin, rebateu as acusações feitas pelo presidente e chamou o episódio desta segunda-feira de &#8220;encenação&#8221;.</p>
<p>Sem citar o nome de Bolsonaro, mas em um discurso bastante duro, que durou cerca de 40 minutos, Fachin disse que é preciso dar um &#8216;basta à desinformação e ao populismo autoritário&#8221;.</p>
<p>O presidente do TSE classificou a apresentação do presidente, que divulgou informações sobre um suposto ataque hacker às urnas, como uma tentativa de &#8220;sequestrar a ação comunicativa e sequestrar a opinião pública e a estabilidade política&#8221;.</p>
<p>&#8220;É muito grave a acusação de fraude, a acusação de má-fé, mais uma vez sem apresentar prova alguma&#8221;, afirmou Fachin, na abertura de um evento da Ordem dos Advogados do Brasil no Paraná.</p>
<p>Em seu discurso, Bolsonaro voltou a fazer acusações infundadas sobre a segurança e a confiabilidade do sistema eleitoral brasileiro. Bolsonaro decidiu se encontrar com embaixadores depois que Fachin fez uma reunião com algumas representações e, segundo o presidente, ter atacado à presidência da República de forma indireta. Ele chegou a chamar a iniciativa do ministro de “estupro à democracia”.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2022-07-18/sem-provas--bolsonaro-volta-a-atacar-as-urnas-eletronicas-e-o-tse.html" title="Sem provas, Bolsonaro volta a atacar as urnas eletrônicas e o TSE" target="_self" rel="noopener">Sem provas, Bolsonaro volta a atacar as urnas eletrônicas e o TSE</a> </li>
<li> <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2022-07-18/liderancas-mdb-11-estados-declaram-apoio-lula-eleicoes.html" title="Racha no MDB: lideranças da sigla em 11 estados declaram apoio a Lula" target="_self" rel="noopener">Racha no MDB: lideranças da sigla em 11 estados declaram apoio a Lula</a> </li>
<li> <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2022-07-18/moraes-determina-a-remocao-de-conteudos-que-relacionam-lula-ao-pcc.html" title="Moraes determina a remoção de conteúdos que relacionam Lula ao PCC" target="_self" rel="noopener">Moraes determina a remoção de conteúdos que relacionam Lula ao PCC</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p>&#8220;Não é o TSE que conta os votos, é uma empresa terceirizada. Acho que nem precisava continuar essa explanação aqui. Nós queremos obviamente, estamos lutando para apresentar uma saída para isso tudo. Nós queremos confiança e transparência no sistema eleitoral brasileiro&#8221;, disse o presidente.</p>
<p>Aos embaixadores, Bolsonaro falou com base em um inquérito aberto pela Polícia Federal em 2018, com autorização do STF, sobre a invasão de um hacker ao sistema do TSE. Ainda segundo o presidente, o voto impresso seria mais seguro que as urnas eletrônicas e somente dois países em todo o mundo usavam urnas eletrônicas. Fachin rebateu todas essas afirmações.</p>
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		<title>Governo reage a possível reajuste dos combustíveis: &#8216;Basta!&#8217;, diz Ciro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jun 2022 01:35:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Sophia Bernardes Jair Bolsonaro e Ciro Nogueira Sob a expectativa do an&#250;ncio dos pre&#231;os dos combust&#237;veis, aliados do governo Bolsonaro decidiram entrar em conflito aberto com a Petrobras. Pouco depois do presidente da C&#226;mara, Arthur Lira (PP-AL), e do pr&#243;prio presidente Jair Bolsonaro atacarem a empresa, foi a vez do ministro da Casa Civil, Ciro [&#8230;]</p>
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<div class="foto-legenda-citacao-text">Jair Bolsonaro e Ciro Nogueira</div>
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<p class="">Sob a expectativa do an&uacute;ncio dos pre&ccedil;os dos combust&iacute;veis, aliados do governo Bolsonaro decidiram entrar em conflito aberto com a Petrobras. Pouco depois do presidente da C&acirc;mara, Arthur Lira (PP-AL), e do pr&oacute;prio presidente Jair Bolsonaro atacarem a empresa, foi a vez do ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira responsabilizar a estatal pelo poss&iacute;vel aumento do pre&ccedil;o da gasolina e do diesel.</p>
<p>A decis&atilde;o da diretoria da Petrobras foi antecipada pelo colunista do GLOBO, Lauro Jardim. Nesta quarta-feira, em reuni&atilde;o no Pal&aacute;cio do Planalto, o presidente da Petrobras, Jos&eacute; Ferreira Coelho, alertou integrantes do governo sobre a possibilidade de desabastecimento de diesel caso o reajuste n&atilde;o fosse anunciado. Integrantes do governo tentaram convencer a empresa a n&atilde;o fazer o reajuste, minimizando as chances de desabastecimento.</p>
<p>Nesta quinta-feira, com a informa&ccedil;&atilde;o de que a Petrobras dever&aacute; anunciar novo aumento, Ciro Nogueira foi &agrave;s redes sociais atacar a empresa.</p>
<p>&#8220;Basta! Chegou a hora. A Petrobras n&atilde;o &eacute; de seus diretores. &Eacute; do Brasil. E n&atilde;o pode, por isso, continuar com tanta insensibilidade, ignorar sua fun&ccedil;&atilde;o social e abandonar os brasileiros na maior crise do &uacute;ltimo s&eacute;culo&#8221;, escreveu Ciro.</p>
<p>O ministro da Casa Civil disse que o governo e o Congresso precisa &#8220;acabar de vez com esse abuso&#8221; e que a empresa estaria virando as costas para o Brasil.</p>
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<p class="">&#8220;Responsabilidade, sim. Falta de vis&atilde;o de pa&iacute;s e de solidariedade com a na&ccedil;&atilde;o, jamais&#8221;, afirmou.</p>
<p>Mais cedo, o presidente Jair Bolsonaro, em sua transmiss&atilde;o semanal nas redes sociais, disse que um novo aumento seria, na sua vis&atilde;o, um ataque ao governo com interesses pol&iacute;ticos. Pouco depois, o presidente da C&acirc;mara, Arthur Lira, tamb&eacute;m usou as redes sociais para atacar a Petrobras.</p>
<p>&#8220;A Rep&uacute;blica Federativa da Petrobras, um pa&iacute;s independente e em declarado estado de guerra em rela&ccedil;&atilde;o ao Brasil e ao povo brasileiro, parece ter anunciado o bombardeio de um novo aumento nos combust&iacute;veis&#8221;, disse Lira.</p>
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<div id="infocoweb_rodape" class="infocoweb_rodape">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2022-06-16/governo-reage-reajuste-combustiveis-basta-ciro.html#263" rel="noopener">IG ECONOMIA</a></div>
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