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	<title>Arquivos assedio - FATO MT</title>
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	<title>Arquivos assedio - FATO MT</title>
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		<title>Senado aprova incluir assédio entre infrações do Estatuto da OAB</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 May 2023 21:45:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Plenário aprovou nesta quarta-feira (31) o projeto de lei que inclui o assédio moral, o assédio sexual e a discriminação entre as infrações ético-disciplinares no âmbito da Ordem dos Advogados do Brasil. O PL 1.852/2023, que altera o Estatuto da Advocacia (Lei 8.906, de 1994), será encaminhado à sanção presidencial. Apreciado em regime de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Plenário aprovou nesta quarta-feira (31) o projeto de lei que inclui o assédio moral, o assédio sexual e a discriminação entre as infrações ético-disciplinares no âmbito da Ordem dos Advogados do Brasil. O <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/157326" rel="noopener" target="_blank">PL 1.852/2023</a>, que altera o Estatuto da Advocacia (<a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:1994-07-04;8906" rel="noopener" target="_blank">Lei 8.906, de 1994</a>), será encaminhado à sanção presidencial.</p>
<p>Apreciado em regime de urgência, a pedido do senador Rogério Carvalho (PT-SE), o texto foi relatado pela senadora  Augusta Brito (PT-CE), que rejeitou emenda do senador Carlos Viana (Podemos-MG), a qual incluía a prática do racismo entre as infrações praticadas no âmbito da OAB.</p>
<p>Ao ler parecer em Plenário, Augusta Brito explicou que o projeto já prevê a discriminação em razão de raça ou cor, suficiente para a imposição de sanção ético-disciplinar por parte da OAB, o que dispensaria, portanto, a alteração defendida por Viana.</p>
<p>Após a explicação da relatora, o senador Viana anunciou a retirada da emenda, levando em conta o pedido apresentado pela própria OAB e pela autora do projeto, a deputada federal Laura Carneiro (PSD-RJ).</p>
<p>A ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, acompanhou a votação da matéria no Plenário. Foi saudada pela relatora da proposição e pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, que também parabenizou o presidente da OAB, Beto Simonetti, pelo aprimoramento do Estatuto da Advocacia.</p>
<h3><strong>Assédio e discriminação</strong></h3>
<p>O projeto determina que atos de assédio moral, assédio sexual ou discriminação sejam passíveis de punição perante à OAB. Nesses casos, o profissional infrator poderá ser afastado do exercício profissional pelo prazo de um mês a um ano.</p>
<p>De acordo com o texto, o assédio moral é tido como o comportamento capaz de ofender a personalidade, a dignidade e a integridade psíquica ou física de colegas de trabalho. Já o assédio sexual é tipificado como a conduta de conotação sexual, praticada no exercício profissional, que causa constrangimento ou viola a liberdade sexual da vítima. Por fim, a discriminação é caracterizada pelo tratamento constrangedor por razões de cor, deficiência, idade e origem étnica, por exemplo.</p>
<p>O PL 1.852/2023 já havia sido aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) em 24 de maio.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/31/senado-aprova-incluir-assedio-entre-infracoes-do-estatuto-da-oab#311630a0-b838-41e1-a10d-625f846d899f" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Assédio como infração no Estatuto do Advogado pode entrar na pauta do Plenário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 May 2023 20:17:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Senado pode votar na próxima quarta-feira (31), em Plenário, a inclusão do assédio moral, do assédio sexual e da discriminação entre as infrações disciplinares no âmbito da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). O PL 1.852/2023 ainda depende da aprovação de um pedido de urgência para a votação. Os senadores também pode cotar indicações [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Senado pode votar na próxima quarta-feira (31), em Plenário, a inclusão do assédio moral, do assédio sexual e da discriminação entre as infrações disciplinares no âmbito da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). O <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/157326" rel="noopener" target="_blank">PL 1.852/2023</a> ainda depende da aprovação de um pedido de urgência para a votação. Os senadores também pode cotar indicações de autoridades já aprovadas nas comissões.</p>
<p>O <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/157326" rel="noopener" target="_blank">PL 1.852/2023</a>, dos deputados deputados federais Laura Carneiro (PSD-RJ) e Cleber Verde (Republicanos-MA), tem parecer favorável da senadora Augusta Brito (PT-CE) na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania(CCJ). O projeto altera o Estatuto da Advocacia (<a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:1994-07-04;8906" rel="noopener" target="_blank">Lei 8.906, de 1994</a>) para determinar que atos de assédio moral, assédio sexual ou discriminação sejam passíveis de punição perante a OAB. Nesses casos, o profissional infrator pode ser afastado do exercício profissional pelo prazo de um mês a um ano.</p>
<p>No projeto, o assédio moral é tido como o comportamento capaz de ofender a personalidade, a dignidade e integridade psíquica ou física de colegas de trabalho. Já o assédio sexual é tipificado como a conduta de conotação sexual, praticada no exercício profissional, que causa constrangimento ou viola a liberdade sexual da vítima. Por fim, a discriminação é caracterizada pelo tratamento constrangedor por razões de cor, deficiência, idade e origem étnica, por exemplo.</p>
<p>Augusta Brito afirmou que as modificações propostas podem repercutir para além da OAB, em entidades profissionais de âmbito nacional, como a dos médicos, dos arquitetos e dos engenheiros. Ela afirmou que, a partir dos novos tipos de infrações disciplinares, outros órgãos &#8220;exigirão, certamente, maior respeito às mulheres e demais integrantes de grupos minoritários da sociedade, com futuras e profundas alterações nos seus estatutos de classe&#8221;.</p>
<h3><strong>Autoridades</strong></h3>
<p>Além do projeto, podem entrar na pauta indicações de autoridades aprovadas pelas comissões. Várias indicações de embaixadores foram aprovadas nas últimas semanas pela Comissão de Relações Exteriores (CRE) e algumas delas ainda precisam ser votadas em Plenário. Os indicados, se aprovados, devem ser representantes do Brasil em outros países e também em órgãos internacionais.</p>
<p>De acordo com a Constituição, essas indicações, feitas pelo presidente da República, dependem da aprovação do Senado. Os indicados são sabatinados e votados pela CRE e ainda precisam ser aprovados em Plenário para que as escolhas sejam confirmadas.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/29/assedio-como-infracao-no-estatuto-do-advogado-pode-entrar-na-pauta-do-plenario#7a5a92b6-43c9-443b-b074-430ab40c6a69" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/assedio-como-infracao-no-estatuto-do-advogado-pode-entrar-na-pauta-do-plenario/">Assédio como infração no Estatuto do Advogado pode entrar na pauta do Plenário</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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		<title>Augusta Brito comemora aprovação de projeto contra o assédio de advogadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 May 2023 15:17:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A senadora Augusta Brito (PT-CE) agradeceu, em pronunciamento no Plenário nesta quarta-feira (24), aos colegas pela aprovação, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), do Projeto de Lei (PL) 1.852/2023, que inclui assédio moral, assédio sexual e discriminação entre as infrações ético-disciplinares previstas no Estatuto da Advocacia, no âmbito da Ordem dos Advogados do Brasil [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left">A senadora Augusta Brito (PT-CE) agradeceu, em pronunciamento no Plenário nesta quarta-feira (24), aos colegas pela aprovação, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), do Projeto de Lei (PL) <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/157326" rel="noopener" target="_blank">1.852/2023</a>, que inclui assédio moral, assédio sexual e discriminação entre as infrações ético-disciplinares previstas no Estatuto da Advocacia, no âmbito da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). O texto agora segue para a análise do Plenário.</p>
<p style="text-align: left">A parlamenta destacou sua importância do projeto, do qual foi relatora, como &#8220;uma grande contribuição do Senado [à luta] contra a desigualdade, a discriminação, e os assédios que acontecem especialmente com as mulheres em todos os ambientes de trabalho&#8221;. </p>
<p style="text-align: left">— Eu acredito que esse projeto de lei que vem penalizar quem cometer assédio moral, sexual e discriminação vai também fortalecer a participação das mulheres advogadas, especialmente também nas grandes lideranças, nas presidências das seccionais. Por isso faço aqui minha homenagem à OAB — afirmou. </p>
<p style="text-align: left">Ela comparou o crime de assédio com o do racismo, destacando que é preciso combater &#8220;com atitudes regradas, que prevejam penas claras e responsáveis&#8221;. Augusta Brito agradeceu ao Senado também em nome da OAB Nacional, defendendo a ampliação do debate para o &#8220;reconhecimento e desconstrução do machismo&#8221; e destacando o trabalho da OAB Mulher, na luta contra os crimes de assédio.</p>
<p style="text-align: left"><span>O </span>PL 1.852/2023<span> altera o Estatuto da Advocacia (</span><a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:1994-07-04;8906" rel="noopener" target="_blank">Lei 8.906, de 1994</a><span>). As modificações determinam que atos de assédio moral, assédio sexual ou discriminação sejam passíveis de penalização perante à OAB. Nesses casos, o profissional infrator pode ser afastado do exercício profissional pelo prazo de um mês a um ano.</span></p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/25/augusta-brito-comemora-aprovacao-de-projeto-contra-o-assedio-de-advogadas#7aab71b8-4e5d-4e21-92cf-72141d905d18" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/augusta-brito-comemora-aprovacao-de-projeto-contra-o-assedio-de-advogadas/">Augusta Brito comemora aprovação de projeto contra o assédio de advogadas</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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		<title>Discriminação e assédio como infrações da OAB vão ao Plenário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 May 2023 16:45:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou nesta quarta-feira (24) projeto que inclui o assédio moral, o assédio sexual e a discriminação entre as infrações disciplinares no âmbito da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). O texto recebeu parecer favorável da relatora, senadora Augusta Brito (PT-CE). A CCJ aprovou urgência para análise do projeto [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/discriminacao-e-assedio-como-infracoes-da-oab-vao-ao-plenario/">Discriminação e assédio como infrações da OAB vão ao Plenário</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou nesta quarta-feira (24) projeto que inclui o assédio moral, o assédio sexual e a discriminação entre as infrações disciplinares no âmbito da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). O texto recebeu parecer favorável da relatora, senadora Augusta Brito (PT-CE). A CCJ aprovou urgência para análise do projeto em Plenário.</p>
<p>O <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/157326" rel="noopener" target="_blank">PL 1.852/2023</a>, apresentado pelos deputados federais Laura Carneiro (PSD-RJ) e Cleber Verde (Republicanos-MA), altera o Estatuto da Advocacia (<a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:1994-07-04;8906" rel="noopener" target="_blank">Lei 8.906, de 1994</a>). As modificações determinam que atos de assédio moral, assédio sexual ou discriminação sejam passíveis de penalização perante à OAB. Nesses casos, o profissional infrator pode ser afastado do exercício profissional pelo prazo de um mês a um ano.</p>
<p>No projeto, o assédio moral é tido como o comportamento capaz de ofender a personalidade, a dignidade e integridade psíquica ou física de colegas de trabalho. Já o assédio sexual é tipificado como a conduta de conotação sexual, praticada no exercício profissional, que causa constrangimento ou viola a liberdade sexual da vítima. Por fim, a discriminação é caracterizada pelo tratamento constrangedor por razões de cor, deficiência, idade e origem étnica, por exemplo.</p>
<p>Augusta Brito afirmou que as modificações propostas podem repercutir para além da OAB, em entidades profissionais de âmbito nacional, como a dos médicos, dos arquitetos e dos engenheiros. Ela afirmou que, a partir dos novos tipos de infrações disciplinares, outros órgãos &#8220;exigirão, certamente, maior respeito às mulheres e demais integrantes de grupos minoritários da sociedade, com futuras e profundas alterações nos seus estatutos de classe&#8221;.</p>
<p>A senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO) afirmou que a violência, o assédio sexual e o assédio moral precisam ser combatidos.</p>
<p>— Temos hoje uma luta no Brasil inteiro pelo respeito à mulher — disse a senadora.</p>
<p>Ana Paula Lobato (PSB-MA) disse esperar que, com essa alteração, os assédios e a discriminação possam ser punidos com mais rapidez.</p>
<p>O senador Sergio Moro (União-PR) afirmou ter &#8220;especial interesse na proposta&#8221;, já que sua esposa e sua filha são advogadas.</p>
<p>— Essa proposta legislativa pode inspirar propostas equivalentes no setor público e no privado — afirmou Moro.</p>
<p>O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) disse que essa é mais uma medida de valorização e reconhecimento das advogadas, &#8220;que superam barreiras para alcançar os resultados práticos naquilo que elas acreditam&#8221;. </p>
<p>Para o senador Rogério Carvalho (PT-SE), &#8220;as mulheres são as grandes vítimas de um sistema machista estruturalmente pensado para atender as necessidades dos homens&#8221;. Ele reforçou que a igualdade de gênero passa por uma mudança de atitude na sociedade brasileira. </p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/24/discriminacao-e-assedio-como-infracoes-da-oab-vao-ao-plenario#f43c227d-9ce6-4e94-8a9b-db9126209bd5" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/discriminacao-e-assedio-como-infracoes-da-oab-vao-ao-plenario/">Discriminação e assédio como infrações da OAB vão ao Plenário</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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		<title>CCJ pode incluir discriminação e assédio entre infrações ao Estatuto da Advocacia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 May 2023 15:15:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) pode votar na quarta-feira (24) o projeto de lei (PL) 1.852/2023, que inclui a discriminação e os assédios moral e sexual entre as infrações ético-disciplinares no âmbito da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). A reunião está marcada para as 9h30, com outros oito itens na pauta. [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/ccj-pode-incluir-discriminacao-e-assedio-entre-infracoes-ao-estatuto-da-advocacia/">CCJ pode incluir discriminação e assédio entre infrações ao Estatuto da Advocacia</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) pode votar na quarta-feira (24) o projeto de lei (PL) <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/157326" rel="noopener" target="_blank">1.852/2023</a>, que inclui a discriminação e os assédios moral e sexual entre as infrações ético-disciplinares no âmbito da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). A reunião está marcada para as 9h30, com outros oito itens na pauta.</p>
<p>O PL 1.852/2023, da Câmara dos Deputados, altera o Estatuto da Advocacia (<a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:1994-07-04;8906" rel="noopener" target="_blank">Lei 8.906, de 1994</a>). O texto tem parecer favorável da senadora Augusta Brito (PT-CE).</p>
<p>O projeto tipifica discriminação como tratamento constrangedor ou humilhante em razão de deficiência, raça, cor, sexo, procedência, origem étnica, faixa etária, religião ou condição de gestante, lactante e nutriz. O assédio moral é caracterizado como a repetição deliberada de ações que exponham a vítima a situações humilhantes e constrangedoras. Já o assédio moral é descrito como conduta de conotação sexual praticada no exercício profissional ou em razão dele, proposta ou imposta contra à vontade da vítima.</p>
<h3><strong>SUS</strong></h3>
<p>A CCJ pode votar ainda o <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/135962" rel="noopener" target="_blank">PL 1.746/2019</a>, que delimita as responsabilidades da União, de estados e municípios no Sistema Único de Saúde (SUS). O projeto do senador Rogério Carvalho (PT-SE) estabelece instrumentos legais de governança, controle, fiscalização, responsabilização e prestação de contas. O relator, senador Otto Alencar (PSD-BA), apresentou parecer favorável.</p>
<p>Outro item na pauta é o <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/154551" rel="noopener" target="_blank">PL 2.335/2022</a>, que prevê a advertência sobre os malefícios do consumo de álcool, tabaco e outras drogas na contracapa de livros didáticos. A regra vale para publicações adquiridas pelo governo e distribuídos às redes públicas de educação básica. O texto do ex-senador Guaracy Silveira (TO) tem parecer favorável da senadora Zenaide Maia (PSD-RN).</p>
<h3><strong>Pessoas com deficiência</strong></h3>
<p>A comissão também analisa o <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/149919" rel="noopener" target="_blank">PL 3.277/2021</a>, que assegura o acesso de pessoas surdas, cegas ou de baixa visão à Justiça por meio da Língua Brasileira de Sinais ou do Sistema Braille. O projeto do senador Romário (PL-RJ) tem relatório favorável do senador Paulo Paim (PT-RS).</p>
<p>A CCJ pode votar ainda o <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/135498" rel="noopener" target="_blank">PL 1.231/2019</a>, que garante a acessibilidade de pessoa surda ou com deficiência auditiva a cargo ou emprego provido por concurso público. O texto da senadora Mara Gabrilli (PSD-SP) tem relatório favorável da senadora Professora Dorinha Seabra.</p>
<h3><strong>Defensoria Pública</strong></h3>
<p>A CCJ pode votar ainda o <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/136741" rel="noopener" target="_blank">PL 2.878/2019</a>, que destina recursos do Fundo de Defesa de Direitos Difusos (FDD) para expandir a Defensoria Pública. O dinheiro do FDD é usado originalmente para a reparação de danos ao meio ambiente, ao consumidor e a bens e direitos de valor artístico, estético, histórico, turístico ou paisagístico, por exemplo.</p>
<p>O projeto do senador Weverton (PDT-MA) também libera 15% do fundo para assegurar um número de defensores públicos proporcional à população local e à demanda de serviço, A senadora Daniella Ribeiro (PSD-PB) apresentou um substitutivo ao texto.</p>
<h3><strong>Educação</strong></h3>
<p>Outro item na pauta é o <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/139716" rel="noopener" target="_blank">PL 5.884/2019</a>, que institui um marco legal para as Instituições Comunitárias de Educação Básica (ICEB). O projeto da senadora Daniella Ribeiro tem parecer favorável do senador Plínio Valério (PSDB-AM).</p>
<p>A comissão também analisa a proposta de emenda à Constituição (PEC) <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/138762" rel="noopener" target="_blank">137/2019</a>, que define a educação como vetor do progresso do país. A proposição do senador Confúcio Moura (MDB-RO) tem parecer favorável da senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO).</p>
<h3><strong>Militares</strong></h3>
<p>A CCJ analisa ainda o <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/154400" rel="noopener" target="_blank">PL 2.233/2022</a>, da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados, que modifica o Código Penal Militar (CPM). O projeto retira do texto em vigor os chamados &#8220;excludentes de ilicitude&#8221; — um conjunto de definições extras para a legítima defesa. A matéria tem parecer favorável do senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS)</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/22/ccj-pode-incluir-discriminacao-e-assedio-entre-infracoes-ao-estatuto-da-advocacia#54aca7be-f144-4983-9d74-a677461b64f0" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Combate ao assédio nas empresas, como conscientizar as lideranças?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Apr 2023 10:15:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[assedio]]></category>
		<category><![CDATA[combate]]></category>
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		<category><![CDATA[lideran]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>FreePik Treinamentos contra assédio moral agora são obrigatórios Já está em vigor a Lei 14.457/2022, que torna obrigatório o combate ao assédio moral, sexual ou qualquer outro tipo de violência por parte das empresas com Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio (CIPA) estabelecida. Mas, a dúvida que fica, é como estruturar as [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/28/0f/tx/280ftx9a2pid6sox0mx9otq0s.jpg" width="906" height="509" alt=" Treinamentos contra assédio moral agora são obrigatórios" title=" Treinamentos contra assédio moral agora são obrigatórios"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>FreePik</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text"> Treinamentos contra assédio moral agora são obrigatórios</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Já está em vigor a Lei 14.457/2022, que torna obrigatório o combate ao assédio moral, sexual ou qualquer outro tipo de violência por parte das empresas com Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio (CIPA) estabelecida. Mas, a dúvida que fica, é como estruturar as organizações para que ações concretas e viáveis sejam aplicadas?  </p>
<p class=""> <strong>Entre no  <a href="https://t.me/iGDelas" data-mce-href="https://t.me/iGDelas">canal do iG Delas no Telegram</a> e fique por dentro de todas as notícias sobre beleza, moda, comportamento, sexo e muito mais! </strong> </p>
<p>Segundo pesquisa do Fórum Brasileiro de Segurança Pública divulgada em março deste ano, 11,9 milhões de mulheres sofreram algum tipo de assédio no ambiente de trabalho em 2022.  </p>
<p>Para Renata Torres, co-founder da Div.A &#8212; Diversidade Agora! e especialista em diversidade e inclusão, o desafio engloba muito mais aspectos e precisa de uma medida rápida. “Existem várias formas de violência dentro do ambiente de trabalho, seja assédio moral, sexual, preconceito, sobrecarga de trabalho e até mesmo incidentes de incivilidade. É muito importante que as empresas se adequem a essa nova lei, para que elas possam garantir um ambiente de trabalho mais seguro e saudável para todas as pessoas”, explica Renata.</p>
<p>Muitas empresas já criaram seus canais de escuta. No entanto, sem uma atitude proativa por parte da organização, este meio não é o bastante, como explica Kaká Rodrigues, co-founder da Div.A e especialista em diversidade e inclusão. “Se você ficar neutra em situações de injustiça, você escolhe o lado do opressor”, essa frase do arcebispo sul-africano Desmond Tutu representa exatamente aquilo que acontece quando nos calamos diante de uma situação de violência no ambiente de trabalho, como assédio moral ou sexual. Se mesmo quando as mulheres fazem a denúncia, a empresa não toma providências adequadas para parar o agressor, isso é escolher o lado do agressor &#8220;, pontua.  </p>
<p>A especialista destaca também que, em muitos negócios, é necessário haver uma mudança na cultura organizacional, pois várias pessoas colaboradoras se sentem intimidadas e sequer realizam a denúncia. “Isso acontece, principalmente, porque as pessoas afirmam ter medo de perder o emprego, medo de represálias, e porque sentem vergonha de viverem essa situação de abuso. Ou seja, mesmo quando a organização tem algum mecanismo de ouvidoria interna ou terceirizado para recolher relatos de assédio, essas informações muitas vezes não chegam ao conhecimento da alta administração. Para intervir nessa realidade, é preciso trabalhar o empoderamento das pessoas colaboradoras e criar uma cultura de tolerância zero ao assédio”, conclui Kaká.</p>
<p>Leticia Coelho, Coordenadora da área de Compliance da MRV, explica que a empresa já aborda a prevenção e combate ao assédio sexual e moral no nosso código de conduta e treinamentos aplicados para todos os colaboradores durante o ingresso à empresa. &#8220;Também são realizados os treinamentos periódicos, tanto presencial, quanto on-line no nosso workplace com contratação de especialistas que nos dão o suporte necessário para falar sobre o assunto. Temos também os “Guardiões da Integridade”, que são pontos focais do complexo e que também já foram capacitados para multiplicarem com os times as formas de atuação dentro da prevenção.&#8221;</p>
<p>Agora com a obrigatoriedade, estão alinhados com a área de SSMA para realizar a capacitação dos novos membros com as orientações adequadas sobre o tema, dando todo o respaldo para que eles tenham a confiança e segurança de utilizar o canal confidencial e mais importante, entendam a seriedade do assunto.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/comportamento/2023-04-10/assedio-no-trabalho.html" title="Assédio no trabalho: entenda como se proteger" target="_self" rel="noopener">Assédio no trabalho: entenda como se proteger</a> </li>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/comportamento/2023-03-13/assedio-no-trabalho.html" title="82,1% das mulheres já sofreram assédio no ambiente de trabalho" target="_self" rel="noopener">82,1% das mulheres já sofreram assédio no ambiente de trabalho</a> </li>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/comportamento/2023-04-03/vitimas-assedio-varejo.html" title="46% das vítimas de assédio no trabalho não veem punição após denúncia" target="_self" rel="noopener">46% das vítimas de assédio no trabalho não veem punição após denúncia</a> </li>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/2023-02-08/governo-de-sao-paulo-aprova-lei-que-protege-mulheres-de-assedio-em-casas-noturnas.html" title="O que muda para as mulheres com a nova lei de proteção em bares" target="_self" rel="noopener">O que muda para as mulheres com a nova lei de proteção em bares</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class=""> Daniela Luiz, sócia-diretora da Didáctica, empresa especializada em educação corporativa, que possui cursos sobre assédio moral em empresas e como combatê-los, o primeiro ponto é criar um canal de comunicação interna, uma ouvidoria que possa receber as denúncias de forma anônima e que também mantenha os colaboradores informados. É importante que as denuncias também possam ser feitas por eventuais testemunhas. O segundo ponto é manter uma divulgação contínua desses canais, reforçar que eles estão disponíveis para atender aqueles que precisam. Não menos importante, é fundamental que as empresas, além de fornecer os canais de denúncia, tome as medidas necessárias tratar de forma justa sobre o assunto.</p>
<p>&#8220;As mudanças estão sendo promovidas por meio de programas/treinamentos de conscientização e prevenção. Primeiramente, esses programas explicam o que é assédio, qual é a contextualização, seja assédio moral ou sexual. De que forma esses assédios podem acontecer, quais são as principais características, o que se enquadra dentro do tema. Depois é dada a orientação do que pode ser feito, quais medidas devem ser tomadas e quais recursos estão disponíveis para tratar sobre o assunto. Aqui é importante ressaltar que a orientação deve ser dada todos os colaboradores, independente da sexualidade e identificação de gênero&#8221;, explica a especialista. </p>
<p> <strong>Acompanhe também perfil geral do <a href="https://t.me/portalig" data-mce-href="https://t.me/portalig">Portal iG no Telegram</a> !</strong> </p>
<p>Quais os conselhos para quem terá de se adequar às novas regras?  &#8220;Na orientação para clientes, eu reforço sempre que expor o que é assédio, expor das formas que podem aparecer, faz parte dos caminhos para a conscientização, pois nem sempre as pessoas entendem que existem, por exemplo, piadas sexistas que são sim uma forma de assédio praticada entre colegas de trabalho do mesmo nível hierárquico ou da liderança para o subordinado. O primeiro passo para inserir o assunto dentro de uma companhia é falando sobre ele. É colocar o tema na rotina dos colaboradores e tornar o assunto uma pauta importante. Busque especialistas que possam ajudar a construir um canal de comunicação, estude os meios e formas de estruturar um treinamento adequado e que garanta a segurança não somente dos funcionários, mas também da companhia&#8221;, recomenda Daniela. </p>
<p> <br data-mce-bogus="1"> </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2023-04-20/assedio-no-trabalho--empresas.html#decd1ba3-03a5-4524-b518-aed230e34f82" rel="noopener">Mulher</a></p>
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			</item>
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		<title>Assédio no trabalho: entenda como se proteger</title>
		<link>https://fatomt.com.br/assedio-no-trabalho-entenda-como-se-proteger/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Apr 2023 10:15:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[assedio]]></category>
		<category><![CDATA[entenda]]></category>
		<category><![CDATA[proteger]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>FreePik Assédio no trabalho: entenda como se proteger Quem nunca sofreu assédio no trabalho? Uma pesquisa internacional realizada pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), Lloyd&#8217;s Register Foundation (LRF) e Gallup, apresentou um dado preocupante: 17,9% dos homens e mulheres empregados disseram ter sido vítimas de violência e assédio psicológicos durante a vida laboral. Outros 8,5% [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/6u/vb/el/6uvbelgqh4eq5qtlriaesnsqv.jpg" width="906" height="509" alt="Assédio no trabalho: entenda como se proteger" title="Assédio no trabalho: entenda como se proteger"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>FreePik</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Assédio no trabalho: entenda como se proteger</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Quem nunca sofreu assédio no trabalho? Uma pesquisa internacional realizada pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), Lloyd&#8217;s Register Foundation (LRF) e Gallup, apresentou um dado preocupante: 17,9% dos homens e mulheres empregados disseram ter sido vítimas de violência e assédio psicológicos durante a vida laboral. Outros 8,5% disseram ter enfrentado violência e assédio físicos.  Desde o dia 21 de setembro de 2022 todas as empresas devem ter um canal de comunicação a fim de receberem denúncias de assédio de qualquer tipo dentro das organizações.</p>
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<p>Segundo a advogada especialista em Direito das Mulheres e Direito das Famílias e Sucessões, Andrea Peres essa é uma realidade ainda muito comum sendo que as mulheres muitas vezes são as que mais sofrem esse tipo de crime.</p>
<p>Andrea explica que o assédio institucional também não possui uma legislação específica, mas pode ser enquadrado na legislação trabalhista e na legislação que rege as instituições em questão.</p>
<p>“Nesse caso, a vítima pode recorrer à CLT e outras normas específicas para obter reparação e denunciar o agressor. É importante ressaltar que a legislação brasileira está em constante evolução para garantir a proteção das vítimas de assédio em todas as suas formas. A vítima pode e deve buscar ajuda para denunciar os casos de assédio e obter reparação através das medidas legais cabíveis”, explica.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/comportamento/2023-03-13/assedio-no-trabalho.html" title="82,1% das mulheres já sofreram assédio no ambiente de trabalho" target="_self" rel="noopener">82,1% das mulheres já sofreram assédio no ambiente de trabalho</a> </li>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/comportamento/2023-04-03/vitimas-assedio-varejo.html" title="46% das vítimas de assédio no trabalho não veem punição após denúncia" target="_self" rel="noopener">46% das vítimas de assédio no trabalho não veem punição após denúncia</a> </li>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/comportamento/2021-07-03/depois-da-denuncia-assedio-no-trabalho.html" title="Vítimas de assédio no trabalho não têm amparo depois da denúncia" target="_self" rel="noopener">Vítimas de assédio no trabalho não têm amparo depois da denúncia</a> </li>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/2022-03-06/discriminacao-de-genero-o-e-assedio-no-trabalho.html" title="Mulheres relatam casos de discriminação e assédio no trabalho" target="_self" rel="noopener">Mulheres relatam casos de discriminação e assédio no trabalho</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">Para Andrea, existem diversas formas de assédio no trabalho como por exemplo o fato de as mulheres serem interrompidas e interpeladas o tempo todo.</p>
<p class="">“Somado a isso, mesmo tendo a mesma capacidade laboral que os homens, ainda precisamos ouvi-los nos explicando sobre os temas que temos domínio, conduta conhecida como mansexplaining. Aos homens, em suas carreiras, por exemplo, é permitido errar e fracassar. Todavia, quando se trata do erro de uma mulher, a sociedade muitas vezes as julgam com mais severidade e lembrando desses erros por mais tempo”, constata a advogada.</p>
<p>Para Andrea, é preciso construir uma rede de apoio em que a ação comunicativa ajude a superar problemas que enfrentamos com políticas de Compliance, que podem ajudar na construção de um ambiente mais humanizado para as mulheres e todos no ambiente corporativo. Segundo advogada, as empresas precisam se adaptar a políticas afirmativas de valorização e proteção das mulheres no local de trabalho.</p>
<p>“Denunciar o assédio é importante. É possível reportar sem medo o incidente para o seu supervisor, gerente de RH ou para o departamento de recursos humanos da sua empresa. É imprescindível documentar tudo que aconteceu e manter cópias de e-mail, mensagens de texto ou outras comunicações relacionadas ao assédio” e complementa que é possível também procurar ajuda nas comissões de proteção à violação de direitos da Mulher, instituições como o seu sindicato de classe, uma subseção da Ordem de Advogados da sua cidade, nas instituições legislativas municipais ou estaduais, Núcleo de Defesa da Mulher – NUDEM – Defensoria Pública do seu Estado ou Ministério Público do Trabalho.</p>
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<p>“Já passou da hora de reivindicarmos um espaço livre de assédio, seja ele de qualquer natureza, dentre as espécies, como: assédio moral, assédio moral coletivo, assédio sexual, assédio racial, assédio virtual e por fim e não menos importante o assédio institucional”, finaliza.  </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2023-04-10/assedio-no-trabalho.html#d17abd6c-8f70-45e0-a7fa-f90bec32df24" rel="noopener">Mulher</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Petrobras cria comitê para apurar denúncias de assédio</title>
		<link>https://fatomt.com.br/petrobras-cria-comite-para-apurar-denuncias-de-assedio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Apr 2023 10:45:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[apurar]]></category>
		<category><![CDATA[assedio]]></category>
		<category><![CDATA[comite]]></category>
		<category><![CDATA[denuncias]]></category>
		<category><![CDATA[petrobras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fernando Frazão/Agência Brasil Edifício sede da Petrobras A Petrobras anunciou a criação de um grupo de trabalho para rever os procedimentos internos de recebimento e tratamento das denúncias de assédio e importunação sexual contra mulheres. De acordo com a estatal, esse grupo deve apresentar os resultados do diagnóstico e as medidas imediatas até o dia [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/1y/h2/3r/1yh23ry26h6j07hcgcf3rrmae.jpg" width="906" height="509" alt="Edifício sede da Petrobras" title="Edifício sede da Petrobras"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Fernando Frazão/Agência Brasil</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Edifício sede da Petrobras</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">A <a href="https://economia.ig.com.br/2023-03-10/dividendos-petrobras-entenda-impacto-consumidores.html" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2023-03-10/dividendos-petrobras-entenda-impacto-consumidores.html">Petrobras </a> anunciou a criação de um grupo de trabalho para rever os procedimentos internos de recebimento e tratamento das denúncias de assédio e importunação sexual contra mulheres. De acordo com a estatal, esse grupo deve apresentar os resultados do diagnóstico e as medidas imediatas até o dia 20 deste mês.</p>
<p>A nova gestão da companhia informou que serão revistos os processos de proteção às denunciantes e de aplicação de punições, assim como as atribuições das áreas que são responsáveis pela apuração dos casos. Também serão propostas ações para conscientização e prevenção de assédio em toda a companhia.</p>
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<p class="">O grupo será coordenado pela gerente executiva de saúde, Meio Ambiente e Segurança, Daniele Lomba, que se reportará diretamente à Diretoria Executiva e terá representantes de áreas administrativas e operacionais. Através desses registros, a companhia poderá tomar as medidas cabíveis para apuração e aplicação de sanções e reforça seu compromisso com a proteção às vítimas e a privacidade e o acolhimento às denúncias.</p>
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<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2023-04-04/inss-pagamento-aposentadoria-hoje.html" title="INSS paga aposentadorias e pensões nesta terça; veja quem recebe" target="_self" rel="noopener">INSS paga aposentadorias e pensões nesta terça; veja quem recebe</a> </li>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2023-04-03/haddad-impostos-apostas-online-e-ecommerce-chines.html" title="Haddad espera até R$ 15 bi com tributação de apostas online" target="_self" rel="noopener">Haddad espera até R$ 15 bi com tributação de apostas online</a> </li>
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<p class="">A Petrobras divulgou ainda um canal de denúncia para as funcionárias que tenham passado ou estejam vivenciando situações de assédio sexual.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2023-04-04/petrobras-investigar-assedio.html#e5142eb2-7840-4e35-a8e1-1bf17dd734e0" rel="noopener">Economia</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/petrobras-cria-comite-para-apurar-denuncias-de-assedio/">Petrobras cria comitê para apurar denúncias de assédio</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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		<title>46% das vítimas de assédio no trabalho não veem punição após denúncia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Apr 2023 20:17:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[assedio]]></category>
		<category><![CDATA[denuncia]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[vitimas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pexels/Vlada Karpovich 46% das mulheres que sofreram assédio no trabalho afirmam que não perceberam nenhuma ação concreta quando denunciaram o agressor Um dos grandes problemas para as mulheres no mercado corporativo é o assédio moral e sexual, que muitas vezes, ocorre de maneira silenciosa dentro das empresas e atrapalha a carreira e ascensão feminina. Mostra [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/cs/9d/w7/cs9dw76hfmd1hqmcqrxe54dul.jpg" width="906" height="509" alt="46% das mulheres que sofreram assédio no trabalho afirmam que não perceberam nenhuma ação concreta quando denunciaram o agressor" title="46% das mulheres que sofreram assédio no trabalho afirmam que não perceberam nenhuma ação concreta quando denunciaram o agressor"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Pexels/Vlada Karpovich</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">46% das mulheres que sofreram assédio no trabalho afirmam que não perceberam nenhuma ação concreta quando denunciaram o agressor</div>
</figcaption></figure>
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<p class="">Um dos grandes problemas para as mulheres no mercado corporativo é o assédio moral e sexual, que muitas vezes, ocorre de maneira silenciosa dentro das empresas e atrapalha a carreira e ascensão feminina. Mostra disso é uma pesquisa realizada pela Zinklar, plataforma de pesquisas de mercado, em parceria com o Instituto Mulheres do Varejo, que entrevistou online 212 mulheres que trabalham no varejo e de todas as classes sociais.</p>
<p class=""> <strong>Entre no  <a href="https://t.me/iGDelas" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-mce-href="https://t.me/iGDelas">canal do iG Delas no Telegram</a> e fique por dentro de todas as notícias sobre beleza, moda, comportamento, sexo e muito mais!</strong> </p>
<p>Dentre as entrevistadas, 37% disseram já terem sofrido assédio moral e 31%, sexual; 70% afirmam terem sofrido assédio (moral ou sexual) no trabalho. Os resultados só comprovam o que muitas mulheres já sabem: a falta de apoio no ambiente corporativo. Isso porque 46% das mulheres que sofreram assédio no trabalho disseram não terem percebido nenhuma ação concreta quando delataram o agressor. E pior: 23% delas disseram terem sido desligadas depois da denúncia.</p>
<p>Foi pensando nisso que o Instituto Mulheres do Varejo se uniu ao  <a href="https://delas.ig.com.br/comportamento/2023-03-17/caixinhas-leite-denuncias-violencia-contra-a-mulher.html" data-mce-href="https://delas.ig.com.br/comportamento/2023-03-17/caixinhas-leite-denuncias-violencia-contra-a-mulher.html">Projeto Justiceiras</a> para lançar um canal de denúncias que não estará ligado a nenhuma empresa, prometendo deixar as mulheres mais confortáveis para relatar as agressões.</p>
<p>&#8220;Em nossas rodas de conversa, sempre ouvimos casos de assédio e mulheres dizendo que não têm coragem de relatar ao RH ou a algum canal de denúncia interno, pois têm medo de retaliações ou mesmo de demissões. Por isso, resolvemos abrir um canal isento, pois empresas que apoiam o assédio não são empresas com quem queremos trabalhar&#8221;, diz Sandra Takata, presidente do Instituto Mulheres do Varejo.</p>
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<li> <a href="https://delas.ig.com.br/comportamento/2023-03-16/mulheres-vitimas-violencia-contra-a-mulher.html" title="Vítimas de violência terão proteção mais ampla dos serviços públicos" target="_self" rel="noopener">Vítimas de violência terão proteção mais ampla dos serviços públicos</a> </li>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/comportamento/2023-03-30/caso-marcius-melhem-canal-de-denuncias-empresas.html" title="Caso Marcius Melhem: a importância dos canais de denúncia nas empresas" target="_self" rel="noopener">Caso Marcius Melhem: a importância dos canais de denúncia nas empresas</a> </li>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/comportamento/2023-03-17/assedio-bbb-23-alerta.html" title="'Assédio' no BBB viraliza e acende alerta para casos em outras esferas" target="_self" rel="noopener">&#8216;Assédio&#8217; no BBB viraliza e acende alerta para casos em outras esferas</a> </li>
</ul>
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<p class="">&#8220;As mulheres representam aproximadamente 52% das pessoas no mercado de trabalho. No varejo, elas também ocupam metade dos espaços. Se a cada três mulheres, uma sofre algum tipo de violência, certamente, as mulheres do varejo também podem ser vítimas. A parceria tem como objetivo dar as mãos para essas mulheres e protegê-las de toda forma de violência contra a mulher&#8221;, completa <a href="https://delas.ig.com.br/2023-03-31/entrevista-gabriela-manssur.html" data-mce-href="https://delas.ig.com.br/2023-03-31/entrevista-gabriela-manssur.html">Gabriela Manssur</a> , fundadora do Projeto Justiceiras.</p>
<p class="">A pesquisa ainda aponta que 40% das mulheres trabalham em uma empresa que possui um canal de denúncias; 45% responderam o contrário. Quando perguntadas se sentem confortáveis e confiam em realizar alguma denúncia, 62% disseram que sim, que acreditam que serão tomadas medidas necessárias mantendo sigilo sobre o nome da denunciante. Outras 24% acreditam que a denúncia não dará em nada.</p>
<h3>Canal de denúncia para o varejo</h3>
<p>O canal de denúncia começa a funcionar no mês de maio, e as mulheres que atuam no ecossistema do varejo (varejo, indústria, fornecedores de soluções para o varejo, empresas de pesquisa ligadas ao varejo e distribuidores) poderão acessar o site  <a href="http://www.mulheresdovarejo.com.br/" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-mce-href="http://www.mulheresdovarejo.com.br/">www.mulheresdovarejo.com.br</a> para relatar o caso. Todas as denúncias serão avaliadas pelo Projeto Justiceiras, que tem canal direto com o Ministério Público.</p>
<p>Os varejistas também poderão ser parceiros do Instituto e receber treinamentos sobre o tema, além de usar o canal como meio para que suas colaboradoras se sintam confortáveis para denunciar casos de assédio.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2023-04-03/vitimas-assedio-varejo.html#33a7b94e-547f-4fe6-8577-1d9b9274a0c5" rel="noopener">Mulher</a></p>
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		<title>Pedro Guimarães vira réu por casos de assédio sexual na Caixa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Mar 2023 19:45:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[assedio]]></category>
		<category><![CDATA[caixa]]></category>
		<category><![CDATA[casos]]></category>
		<category><![CDATA[guimar]]></category>
		<category><![CDATA[pedro]]></category>
		<category><![CDATA[sexual]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Valter Campanato/Agência Brasil Guimarães é acusado de assédio e importunação sexual A Justiça Federal aceitou a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) contra o ex-presidente da Caixa Econômica Federal Pedro Guimarães, que agora se torna réu por assédio e importunação sexual. De acordo com o blog de Andréia Sadi, no G1, Guimarães vai responder por [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/4h/wi/ac/4hwiac4venstar82clhaon36p.jpg" width="906" height="509" alt="Guimarães é acusado de assédio e importunação sexual" title="Guimarães é acusado de assédio e importunação sexual"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Valter Campanato/Agência Brasil</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Guimarães é acusado de assédio e importunação sexual</div>
</figcaption></figure>
</p>
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<p class="">A Justiça Federal aceitou a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) contra o ex-presidente da Caixa Econômica Federal Pedro Guimarães, que agora se torna réu por assédio e importunação sexual.  </p>
<p>De acordo com o blog de Andréia Sadi, no G1, Guimarães vai responder por sete acusações de assédio sexual e oito de importunação. As penas são de, respectivamente, 1 a 2 anos de prisão e 1 a 5 anos de prisão.</p>
<p> <strong>Entre no  <a href="https://t.me/iGBrasilEconomico" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-mce-href="https://t.me/iGBrasilEconomico">canal do Brasil Econômico no Telegram</a> e fique por dentro de todas as notícias do dia. Siga também o  <a href="https://t.me/portalig" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-mce-href="https://t.me/portalig">perfil geral do Portal iG</a> </strong>  </p>
<p>No processo, o MPF ainda pede o agravamento das penas, pelo fato de Guimarães ter autoridade sobre as vítimas, funcionárias da Caixa. Nesse caso, as penas poderiam ser aumentadas em 50%.</p>
<p class="">Em nota ao blog, o advogado de Guimarães, José Luis de Oliveira Lima, disse ter &#8220;certeza que durante a instrução a verdade virá à tona&#8221; e que o ex-presidente da Caixa será absolvido.</p>
<div>
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<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2023-03-31/banco-cartao-bloqueio-gastos.html" title="Banco não é responsável por gastos indevidos antes de bloqueio" target="_self" rel="noopener">Banco não é responsável por gastos indevidos antes de bloqueio</a> </li>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2023-03-31/gasolina-etanol-preco-marco.html" title="Gasolina fecha março acima de R$ 5 e etanol a R$ 4,60, diz Ticket Log" target="_self" rel="noopener">Gasolina fecha março acima de R$ 5 e etanol a R$ 4,60, diz Ticket Log</a> </li>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2023-03-31/justica-justa-causa-trabalhador-falta-enchente.html" title="Justiça nega demissão por justa causa em falta motivada por enchente" target="_self" rel="noopener">Justiça nega demissão por justa causa em falta motivada por enchente</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">Em outubro do ano passado, após investigação interna, a <a href="https://economia.ig.com.br/2022-10-26/investigacao-caixa-assedio-sexual-pedro-guimaraes.html" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2022-10-26/investigacao-caixa-assedio-sexual-pedro-guimaraes.html">Caixa concluiu que houve indícios de assédio sexual por parte de Guimarães</a> . Na ocasião, um relatório da investigação foi enviado pelo banco ao Conselho de Administração da Caixa, aos Ministérios Públicos Federal e do Trabalho, à Controladoria-Geral da União e à Comissão de Ética da Presidência da República.  </p>
<p>As investigações começaram após  <a href="https://economia.ig.com.br/2022-06-28/funcionarias-acusam-presidente-da-caixa-economica-de-assedio-sexual.html" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2022-06-28/funcionarias-acusam-presidente-da-caixa-economica-de-assedio-sexual.html">diversas acusações de assédio sexual contra Guimarães</a>  virem a público em junho do ano passado. Na ocasião, o então presidente da Caixa <a href="https://economia.ig.com.br/2022-06-29/pedro-guimaraes-presidente-caixa-demissao.html" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2022-06-29/pedro-guimaraes-presidente-caixa-demissao.html">pediu demissão e deixou o cargo</a> .</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2023-03-31/pedro-guimaraes-vira-reu-assedio-sexual-caixa.html#0414b038-5fae-4a47-9680-8399b7e862ba" rel="noopener">Economia</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/pedro-guimaraes-vira-reu-por-casos-de-assedio-sexual-na-caixa/">Pedro Guimarães vira réu por casos de assédio sexual na Caixa</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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