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	<title>Arquivos apetite - FATO MT</title>
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	<title>Arquivos apetite - FATO MT</title>
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		<title>Endocrinologista desvenda 4 mitos e verdades dos hormônios do apetite</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 May 2023 10:15:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>FreePik Hormônios do Apetite Mitos e Verdades De acordo com o Atlas Mundial da Obesidade 2023 há um crescimento exponencial da incidência de obesidade global. Somente entre os brasileiros, 41% da população adulta conviverá com a condição em 2035. Se a condição cresce anualmente entre os adultos (2,8%), durante a infância a aceleração está ainda [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/e3/mv/1s/e3mv1s05rtqopmso02e8c8uub.jpg" width="906" height="509" alt="Hormônios do Apetite Mitos e Verdades" title="Hormônios do Apetite Mitos e Verdades"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>FreePik</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Hormônios do Apetite Mitos e Verdades</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">De acordo com o Atlas Mundial da Obesidade 2023 há um crescimento exponencial da incidência de obesidade global. Somente entre os brasileiros, 41% da população adulta conviverá com a condição em 2035. Se a condição cresce anualmente entre os adultos (2,8%), durante a infância a aceleração está ainda mais intensa. </p>
<p> <strong>Entre no  <a href="https://t.me/iGDelas" data-mce-href="https://t.me/iGDelas">canal do iG Delas no Telegram</a> e fique por dentro de todas as notícias sobre beleza, moda, comportamento, sexo e muito mais! </strong> </p>
<p>De acordo com a Federação Mundial de Obesidade, o crescimento anual, até 2035, da obesidade infantil no Brasil é de 4,4%, o que é classificado como nível de alerta muito alto, e muito acima da taxa de aumento da obesidade em crianças em nosso vizinho Argentina ou nos Estados Unidos da América (2,4%, em ambos os casos).</p>
<p>Atualmente 22,4% da população adulta brasileira apresenta obesidade. Nas crianças, já são 6,4 milhões com sobrepeso e 3,1 milhões de crianças com obesidade no país. Essa alta prevalência acarreta diversas outras complicações e doenças.   Tassiane Alvarenga, endocrinologista e metabologista pela SBEM, explica que a fome é controlada por hormônios que controlam o apetite e o metabolismo que a curto ou longo prazo agem predominantemente numa região do hipotálamo conhecida como núcleo arqueado, o centro no qual reside o controle-mestre dos sistemas regulatórios. Para o núcleo arqueado convergem dois tipos de neurônios que exercem ações opostas: estimulação e inibição do apetite. “A vontade de comer que sentimos resulta de um equilíbrio ajustado entre esses circuitos antagônicos regulados por hormônios”, explica a médica.</p>
<h3>Você conhece cada hormônio que controla o apetite?</h3>
<p>Tassiane Alvarenga apresenta cada um e desmitifica os seus mitos e verdades.</p>
<p> <strong>1-Comemos apenas quando estamos com fome</strong> .</p>
<p> <strong>MITO</strong> . De acordo com a especialista a fome é uma sensação fisiológica que nos faz procurar e ingerir alimento para satisfazer as necessidades diárias de nutrientes. O ato de ingerir alimentos é causado por uma série de estímulos (ou sinais). Entre eles está à diminuição no organismo, da quantidade de nutrientes como glicose, aminoácidos, gordura ou mesmo a diminuição da temperatura interna. O que estimula a produção de um hormônio no estômago chamado GRELINA que chega até o cérebro e ativa toda uma cascata endocrinológica que motiva o apetite.</p>
<p>“Tudo começa com aquela sensação de estômago vazio, a queda da glicose no sangue e a queda da temperatura corporal, estímulos para a produção de GRELINA. Este é o único hormônio periférico com função de aumento do apetite. É muito importante para o controle do apetite &#8211; produzido no estômago e intestino delgado, com um pouco dele sendo liberado no pâncreas e no cérebro. É chamado de &#8220;hormônio da fome&#8221; devido ao seu papel no controle do apetite (uma das suas funções)”. Explica Dra. Tassiane.</p>
<p> <br data-mce-bogus="1"> </p>
<p> <strong>2-Temos apenas um hormônio produzido no nosso trato intestinal que gera a fome- Grelina. Todos os outros geram saciedade</strong> .</p>
<p> <strong>VERDADE</strong> ! O GLP‑1 é produzido pelas células L do íleo e cólon diante da chegada de alimentos nessa porção do intestino. O GLP‑1 exerce diversas funções como: redução do esvaziamento gástrico e ativação das áreas do cérebro relacionadas à saciedade, além de diminuir o paladar para alimentos de alta densidade calórica. “A meia‑vida do GLP‑1 endógeno é de apenas 5 min. Existem no mercado atualmente os análogos de GLP-1 que tentam imitar a ação deste hormônio promovendo saciedade, reduzindo gula, e reduzindo o apetite por coisas gostosas”. Conta a especialista.</p>
<p>O Peptídio YY (PYY) é produzido pelas células L intestinais, presentes principalmente no cólon e reto, a partir da chegada de alimentos gordurosos nessa porção do intestino. De forma semelhante ao GLP-1, o PYY inibe vias da fome e estimula vias da saciedade.</p>
<p>Por fim, Colecistocinina (CCK) hormônio produzido também pelas células L do trato gastrintestinal que diante da chegada de gordura e proteína nessa porção do intestino estimula a secreção de enzimas digestivas pancreáticas e a secreção biliar, inibindo o esvaziamento gástrico e o apetite diretamente.</p>
<p> <strong> 3-Pacientes obesos tem muita Leptina, que é um hormônio da saciedade, mas ela não funciona.</strong> </p>
<p> <strong>Verdade</strong> . A leptina é um dos hormônios diretamente ligados à gordura corporal e à obesidade. É liberado pelas células de gordura e envia sinais para o hipotálamo, ajudando a regular e alterar a ingestão de alimentos em longo prazo e o gasto de energia. Se o indivíduo engorda, os níveis de leptina aumentarão.</p>
<p> O que a leptina faz? A leptina pode ser chamada de hormônio da saciedade, pois ajuda a inibir a fome e a regular o equilíbrio energético, de modo que o corpo não desencadeia respostas de apetite quando não precisa de energia. No entanto, quando os níveis do hormônio caem (acontece quando um indivíduo perde peso), os níveis mais baixos podem desencadear enormes aumentos de apetite e compulsão. Isso, por sua vez, pode tornar a perda e manutenção de peso mais difícil.</p>
<p>“Quando o corpo está funcionando corretamente, as células com excesso de gordura produzirão leptina, o que estimulará o hipotálamo a diminuir o apetite. Infelizmente, quando alguém é obeso, apesar de ter muita leptina no sangue, pela inflamação da obesidade, esta leptina não consegue agir direito, uma condição conhecida como resistência à leptina: ou seja, a via da saciedade não funciona”, explica Tassiane Alvarenga.</p>
<p> <strong> 4- Comer vicia.</strong> </p>
<p> <strong>Parcialmente verdade!</strong>  Todos possuem outro tipo de apetite conhecido como apetite hedônico que está relacionado ao prazer de comer &#8211; ativa o sistema de recompensa cerebral (fome hedônica) relacionado ao prazer e faz o individuo comer sem fome.</p>
<p>Neurocientistas concluíram que a sensação de felicidade tem origem no cérebro mais especificamente nos centros do prazer. Uma complexa rede de neurônios que é ativada ao realizar atividades que trazem felicidade.</p>
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<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://delas.ig.com.br/alimentacao-e-bem-estar/2023-05-18/hormonios-do-apetite.html#2e930972-b4ae-49c6-82f0-a3ac1034e77e" rel="noopener">Mulher</a></p>
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		<title>Queda de libido: entenda como hormônios podem melhorar apetite sexual</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jul 2022 10:05:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Foto: Reprodução/Freepik Divórcio, rotinas e hábitos são fatores da queda de libido em casais durante a pandemia Durante a pandemia, 24% dos brasileiros tiveram menos pensamentos sobre sexo, enquanto mais de um terço (36%) alegaram que se masturbaram com menor frequência. Os dados, produzidos em pesquisa pelo Instituto Omens em parceria com o Datafolha, revelam [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/0d/jn/uf/0djnufhasm1v458zpwuzzl38a.jpg" width="906" height="509" alt="Divórcio, rotinas e hábitos são fatores da queda de libido em casais durante a pandemia" title="Divórcio, rotinas e hábitos são fatores da queda de libido em casais durante a pandemia"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Foto: Reprodução/Freepik</cite>  </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Divórcio, rotinas e hábitos são fatores da queda de libido em casais durante a pandemia</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class=""> <br data-mce-bogus="1"> </p>
<p>Durante a pandemia, 24% dos brasileiros tiveram menos pensamentos sobre sexo, enquanto mais de um terço (36%) alegaram que se masturbaram com menor frequência. Os dados, produzidos em pesquisa pelo Instituto Omens em parceria com o Datafolha, revelam que milhões de brasileiros tiveram uma redução do apetite sexual nos últimos dois anos.</p>
<p>A libido, denominação para o desejo sexual, é relacionada à liberação de hormônios no corpo humano. Entre eles, estão a testosterona, o estrogênio, a ocitocina, o estradiol e a progesterona. </p>
<p class="">Segundo o médico integrativo Dr. Enrique Lora, a falta de libido acarreta diversas complicações para a vida sexual de um indivíduo, como ejaculação precoce, dificuldade de ereção, falta de lubrificação e dificuldade para chegar ao orgasmo.</p>
<h3>Falta de libido</h3>
<div class="gd7 noticiaFloat itemOpcional">
<figure class="foto-legenda foto-legenda--size-1"> <span> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/21/ke/68/21ke68qhwpop4x8exlzynzoeu.jpg" alt="dr enrique lora"> </span><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Foto: Divulgação</cite> </p>
<p>Enrique Lora é nutrólogo especializado em medicina integrativa </p>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">De acordo com dr. Enrique, as causas da falta de libido são multifatoriais. Na maioria das vezes, a queda de desejo está ligada a hábitos não saudáveis. Sedentarismo, tabagismo, alcoolismo, falta de vitaminas e minerais, ansiedade, depressão, angústia e queda hormonal são algumas das fontes desse problema.</p>
<p class="">Além das causas físicas e hormonais, o médico pontua que fatores emocionais também podem afetar o desejo sexual: &#8221;Muitas vezes estamos insatisfeitos com a relação, outras vezes com o parceiro ou com nós mesmos. Esse cenário vai acarretar questões internas relacionadas com a autoestima’’.</p>
<p class="">Com a rotina constante da pandemia, relacionamentos amorosos foram excepcionalmente afetados. O ano de 2021, por exemplo, chegou ao valor recorde de 40.573 divórcios no Brasil, maior número em treze anos. Com hábitos maçantes e sem a possibilidade de sair de casa, a vida sexual e afetiva de milhares de casais foi prejudicada.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/filhos/2022-07-02/gravidez-silenciosa-misterio.html" title='Gravidez silenciosa: "Descobri que estava grávida com oito meses’’' target="_blank" rel="noopener">Gravidez silenciosa: &#8220;Descobri que estava grávida com oito meses’’</a> </li>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/filhos/duvidasgravidez/2022-07-05/depressao-e-o-transtorno-mental-que-mais-afeta-gestantes.html" title="Depressão é o transtorno mental que mais afeta gestantes" target="_blank" rel="noopener">Depressão é o transtorno mental que mais afeta gestantes</a> </li>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/2022-07-05/cenario-legislativo-aborto-legal-no-brasil.html" title="Judiciário e Estado têm leitura defasada e empacam aborto legal" target="_self" rel="noopener">Judiciário e Estado têm leitura defasada e empacam aborto legal</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">‘’É preciso uma consulta muito minuciosa e assertiva para conseguir identificar os pontos falhos assim como realização de exames para identificarmos o que precisa de equilíbrio. Com esse acompanhamento, é possível mudarmos completamente o cenário’’, afirma.</p>
<p class=""> <br data-mce-bogus="1"> </p>
<h3>Tratamento</h3>
<p class="">Para Enrique, o tratamento hormonal é uma das melhores alternativas para quem deseja o retorno do desejo sexual. Seja por via transdérmica, injeções ou implantes hormonais, a reposição pode trazer certa normalidade à vida do paciente.</p>
<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/0k/e6/6i/0ke66i4d6iwt91c7w48s4x4v5.jpg" width="906" height="509" alt="Tratamento hormonal deve ser indicado por especialistas" title="Tratamento hormonal deve ser indicado por especialistas"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Foto: Reprodução/Freepik</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Tratamento hormonal deve ser indicado por especialistas</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p>Segundo o médico, não existe limite de idade para o tratamento. ‘’Quando falamos sobre falta de libido, já precisamos nos atentar com pacientes de 20 a 25 anos de idade. Afinal, se observa uma grande exposição repentina de fatores estressores nessa faixa etária’’</p>
<p>‘’Quando chegamos na fase dos 40 anos de idade, fisiologicamente entramos em um cenário chamado de declínio gonadal, que é uma mudança muito acentuada dentro do organismo, causada pelo envelhecimento das células’’, diz.</p>
<h3>Tratamento</h3>
<p class="">A falta de libido, além de afetar a vida sexual, também pode afetar a vida social e profissional do ser humano. Para a advogada Maria José (52), a indisposição e o cansaço eram problemas diários com os quais ela tinha que lidar. ‘’Eu não tinha energia para mais nada. Eu ficava deitada a maior parte do tempo, sabe? Eu não tinha energia nem para sair’’.</p>
<div class="gd7 noticiaFloat itemOpcional">
<figure class="foto-legenda foto-legenda--size-1"> <span> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/bc/yb/lg/bcyblgfks0lvm7n6lvpfo7v4s.jpg" alt="maria jose"> </span><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Foto: Divulgação/Arquivo pessoal</cite> </p>
<p>Maria José, advogada e paciente do dr. Enrique</p>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Determinada a mudar sua situação, Maria decidiu buscar ajuda profissional. ‘’O ânimo e a disposição eram praticamente zero. Eu já tinha ido a uma ginecologista que fazia minha reposição [pela menopausa]. Porém, eu nunca conseguia chegar no equilíbrio, até receber a indicação do tratamento hormonal’’.</p>
<p>Depois de alguns exames e testes de dosagem com o dr. Enrique, Maria conseguiu encontrar o equilíbrio hormonal para seu corpo. Com a reposição de estradiol, testosterona e progesterona, a paciente atingiu o sucesso do tratamento. ‘’Eu lembro que após uma semana usando a medicação, eu já me sentia bem melhor. Hoje, eu não posso mais viver sem’’.</p>
<p>Maria declara que, além do aumento da libido, o tratamento também melhorou seu humor. Para a advogada, sua irritabilidade diminuiu bastante desde o início da reposição. ‘’Não dá para a gente ficar brigando por tudo e com todo mundo o tempo todo, né? Então, hoje, eu estou super equilibrada’’.</p>
<h3>Qualidade de vida</h3>
<p>Além do tratamento hormonal, existem diversas atividades que podem aumentar o apetite sexual.</p>
<p>Segundo Enrique, atividades físicas em geral são essenciais para o aumento da libido. Seja na musculação, nos exercícios aeróbicos ou no crossfit, atividades de alto impacto e resistência são fatores essenciais na produção de hormônios pelo corpo.  </p>
<p>Além disso, atividades respiratórias, como yoga, meditação, pilates e alongamentos também podem melhorar no apetite sexual, como foi o caso de Maria: ‘’Eu não deixo de praticar yoga. Isso ajuda muito’’, declara.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://delas.ig.com.br/amoresexo/2022-07-06/libido-queda-hormonios.html#59352918-f79d-48a5-aa64-7b790f7bdda5" rel="noopener">IG Mulher</a></p>
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