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	<title>Arquivos amazonia - FATO MT</title>
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	<title>Arquivos amazonia - FATO MT</title>
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		<title>Plínio critica Fundo Amazônia e diz que mecanismo deve passar por revisão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 May 2023 19:45:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O senador Plínio Valério (PSDB-AM) criticou, em pronunciamento nesta quarta-feira (17), o Fundo Amazônia. Para o parlamentar, o fundo — que capta  doações para investimentos em ações de prevenção e combate ao desmatamento e promoção do uso sustentável da Amazônia — ainda não contribuiu para reduzir a desigualdade e precisa passar por uma grande revisão para se [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left">O senador Plínio Valério (PSDB-AM) criticou, em pronunciamento nesta quarta-feira (17), o Fundo Amazônia. Para o parlamentar, o fundo — <span>que capta  doações para investimentos em ações de prevenção e combate ao desmatamento e promoção do uso sustentável da Amazônia — </span>ainda não contribuiu para reduzir a desigualdade e precisa passar por uma grande revisão para se tornar significativo para a preservação da floresta.</p>
<p style="text-align: left">Plínio citou dados do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), gestor do fundo, que mostram que, ao longo dos anos, apenas 266 mil pessoas, sendo 59 mil indígenas, foram beneficiadas diretamente por atividades apoiadas de produção sustentável.</p>
<p style="text-align: left">— Constata-se que os projetos, embora custosos, atingem muito pouca gente. Tomo como exemplo um projeto apresentado como “Fortalecimento da Gestão Territorial e Ambiental de Terras Indígenas”, que recebeu quase R$ 16 milhões e seu público-alvo se limitava a 8,8 mil pessoas.</p>
<p style="text-align: left">Para o parlamentar, o dinheiro do fundo jamais chegou ao seu público-alvo, pois a maior parte do valor foi destinada a organizações não governamentais (ONGs). Segundo Plínio, uma ONG brasileira recebeu R$ 31,6 milhões para executar apenas dois projetos em unidade de conservação.</p>
<p style="text-align: left">O senador afirmou que o controle dos recursos do Fundo Amazônia &#8220;deixa muito a desejar” e que a comissão parlamentar de inquérito (CPI) destinada à investigação das ONGs que atuam na Amazônia vai mostrar que é preciso transparência. Segundo Plínio, o objetivo da CPI é demonstrar que o fundo &#8220;pode ser bom para o Brasil&#8221;. </p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/17/plinio-critica-fundo-amazonia-e-diz-que-mecanismo-deve-passar-por-revisao#85da1446-40f2-4e75-a885-08bd943b7dbf" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Senadores defendem mineração regulada na Amazônia; ONGs são contra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 May 2023 19:15:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Senadores e representantes de ONGs ambientalistas participaram nesta quarta-feira (10), na Comissão de Meio Ambiente (CMA), de um debate sobre o quadro atual da mineração no Brasil. A audiência foi conduzida pela presidente da CMA, Leila Barros (PDT-DF). Para a senadora, o governo, o Parlamento e a sociedade civil precisam definir em consenso um modelo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Senadores e representantes de ONGs ambientalistas participaram nesta quarta-feira (10), na Comissão de Meio Ambiente (CMA), de um debate sobre o quadro atual da mineração no Brasil. A audiência foi conduzida pela presidente da CMA, Leila Barros (PDT-DF). Para a senadora, o governo, o Parlamento e a sociedade civil precisam definir em consenso um modelo de exploração mineral equilibrado, pois o quadro atual, de acordo com ela, é marcado por descontrole, crimes, violência e sucateamento de órgãos fiscalizadores, impactando negativamente os benefícios estruturais que a mineração pode trazer.</p>
<p>— A desregulação da atividade de garimpo, de mineração, se conecta com a exploração ilegal de madeira, garimpo e pesca ilegais, entre outras ilegalidades que já se conectam também com o tráfico internacional de drogas. Já virou uma &#8220;bomba-relógio&#8221; contra o país, atingindo especialmente o meio ambiente e os povos indígenas — afirmou.</p>
<p>Os senadores Omar Aziz (PSD-AM) e Jaime Bagattoli (PL-RO) disseram que a atuação do poder público tem andado em &#8220;zigue-zague&#8221;, alternando períodos de liberalidade ou excesso de repressão, de acordo com a tendência política que esteja no controle da máquina estatal. Ambos afirmaram que são favoráveis à preservação ambiental e contrários à exploração ilegal em terras indígenas, por exemplo. Mas avaliaram que um modelo de desenvolvimento sustentável não pode ser &#8220;8 ou 80&#8221;, pois a Amazônia é complexa e ainda enfrenta enormes desafios estruturais de inclusão social.</p>
<p>— A maior mina de potássio do mundo está no meu estado, a 80 quilômetros de Manaus, em terra indígena. (&#8230;) O Canadá faz exploração sustentável, existe tecnologia e podíamos fazer também. Se não fizermos de forma sustentável, essa exploração será feita de forma criminosa. É questão de escolha, vamos fazer legal ou ilegalmente? A ilegalidade vai continuar, não tem governo que dê conta — alertou Omar</p>
<p>O senador acrescentou que minérios brasileiros têm sido escoados irregularmente pela Venezuela. Para ele, a ausência de uma política bem elaborada faz com que o Brasil importe fertilizantes caros da Rússia, que poderiam ser fabricados aqui com potássio e nitrogênio do Amazonas.</p>
<p>Bagattoli alertou sobre tráfico ilegal para a China.  Segundo o senador, a indústria está &#8220;em queda livre&#8221; no Brasil. Para ele, um pacto industrial na Amazônia teria o potencial de gerar empregos, renda e incrementar a arrecadação estatal. O senador reclamou que &#8220;o viés ambientalista exagerado&#8221; é disfuncional.</p>
<p>— Isso só empurra garimpeiros e trabalhadores para a ilegalidade. Vocês acham que o indígena não vai garimpar? Vocês estão errados. Os não indígenas já estão lá, e os indígenas querem manejo sustentável. Mas a questão ambiental trava tudo: o potássio, a exploração de diamantes. Temos jazidas, mas não podemos explorar, porque nada é legalizado. Temos que legalizar as reservas indígenas e os pequenos garimpeiros, isso inclusive vai incrementar a arrecadação estatal — disse Bagattoli.</p>
<p>O diretor da ONG Observatório da Mineração, Maurício Angelo, <span>e a advogada do Instituto Socioambiental (ISA), Juliana Batista, disseram que a legislação ambiental não prejudica estratégias de desenvolvimento. Segundo eles, relatórios feitos para contestar projeto de lei que libera a mineração em áreas demarcadas, durante o governo de Jair Bolsonaro, demonstram que as maiores minas de potássio do país estão fora de terras indígenas. Portanto, de acordo com eles, é possível aumentar a exploração do mineral no país sem invadir reservas fixadas. </span></p>
<p><span>Maurício Angelo acrescentou que a maioria dos indígenas é contrária à exploração predatória.</span></p>
<p><span>— Temos conversado com centenas de lideranças indígenas, e todas são contrárias à exploração mineral e ao garimpo nas terras deles.</span></p>
<p><span>A coordenadora da ONG Sinal de Fumaça, Rebeca Lerer, disse que a exploração sempre foi &#8220;descontrolada&#8221; no Brasil. Para ela, a situação piorou a partir de 2017, devido ao desmonte de estruturas fiscalizadoras. A ativista entende que o modelo predatório é um dos fatores do empobrecimento na região amazônica, pois concentra muita riqueza na mão de poucos, não raro envolvidos em atividades criminosas. &#8220;Numa região que tem tudo para adotar um modelo inclusivo e de desenvolvimento sustentável&#8221;, disse.</span></p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/10/senadores-defendem-mineracao-regulada-na-amazonia-ongs-sao-contra#8411f93c-8756-46e8-80a7-ddd9aa07f9b0" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Bittar critica pedido do rei Charles III a Lula sobre preservação da Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 May 2023 14:46:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em pronunciamento no Plenário nessa terça-feira (9), o senador Marcio Bittar (União-AC) disse estar preocupado com os rumos que o país tem tomado sobre a preservação da Amazônia. Segundo o parlamentar, o Brasil historicamente tem se submetido a um &#8220;grau de submissão&#8221; diante de outras nações. O senador citou a recente viagem do presidente Lula [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em pronunciamento no Plenário nessa terça-feira (9), o senador Marcio Bittar (União-AC) disse estar preocupado com os rumos que o país tem tomado sobre a preservação da Amazônia. Segundo o parlamentar, o Brasil historicamente tem se submetido a um &#8220;grau de submissão&#8221; diante de outras nações. O senador citou a recente viagem do presidente Lula à Inglaterra para a coroação do rei Charles III e as declarações do presidente brasileiro após encontro com o monarca.</p>
<p> — O presidente vai à Inglaterra, e eu achei super estranho que ele próprio gostou de dizer à imprensa brasileira que a primeira coisa que o rei Charles pediu foi para ele cuidar da Amazônia. A Europa, a Inglaterra não tem moral nenhuma para tocar nesse assunto. Nós preservamos 66% do território nacional; a Inglaterra, da vegetação nativa, tem 10% — disse.</p>
<p>Bittar também destacou que o Brasil é 34 vezes maior que o Reino Unido, mas emite menos <span>CO</span><sub>2</sub> no meio ambiente. O senador disse se sentir ofendido, pois deseja ter o país “livre e independente, mandando no seu próprio destino”. E ressaltou que o Brasil tem mais leis de preservação ambiental do que o Reino Unido, enquanto eles desconhecem delimitações de área de preservação permanente (APP).</p>
<p>O senador, no entanto, criticou o percentual de terras protegidas no Brasil que, no caso da Amazônia, pode chegar a 80%, &#8220;o que é um crime, uma lei que só existe no Brasil&#8221;.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/10/bittar-critica-pedido-do-rei-charles-iii-a-lula-sobre-preservacao-da-amazonia#a44fab44-1c98-492b-99fb-e3f339fcb5de" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/bittar-critica-pedido-do-rei-charles-iii-a-lula-sobre-preservacao-da-amazonia/">Bittar critica pedido do rei Charles III a Lula sobre preservação da Amazônia</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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		<title>Banco Mundial alerta para desmatamento na Amazônia: &#8216;Irreversível&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 May 2023 10:45:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[alerta]]></category>
		<category><![CDATA[amazonia]]></category>
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		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Divulgação/Banco Mundial Banco Mundial O Banco Mundial defendeu que a revisão do modelo de crescimento da Amazônia possibilitará maior proteção da floresta e da biodiversidade. O documento “Equilíbrio Delicado Para a Amazônia Legal Brasileira: Um Memorando Econômico”, divulgado pela instituição nesta terça-feira (9), aponta que o desmatamento na região está atrelado a atividades como a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/3p/b4/n6/3pb4n62bsvs9cqbqvdwpurahg.jpg" width="906" height="509" alt="Banco Mundial" title="Banco Mundial"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Divulgação/Banco Mundial</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Banco Mundial</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">O  <a href="https://economia.ig.com.br/2023-04-05/banco-mundial-pib-america-latina-caribe.html" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2023-04-05/banco-mundial-pib-america-latina-caribe.html">Banco Mundial</a> defendeu que a revisão do modelo de crescimento da Amazônia possibilitará maior proteção da floresta e da biodiversidade. O documento “Equilíbrio Delicado Para a Amazônia Legal Brasileira: Um Memorando Econômico”, divulgado pela instituição nesta terça-feira (9), aponta que o desmatamento na região está atrelado a atividades como a pecuária, a ampliação da fronteira agrícola e a mineração.</p>
<p>Segundo a publicação, o incremento do desmatamento poderia levar a floresta a um ponto onde não seria mais possível reverter seus efeitos nocivos.</p>
<h3>Entre no  <a href="https://t.me/iGBrasilEconomico" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-mce-href="https://t.me/iGBrasilEconomico">canal do Brasil Econômico no Telegram</a> e fique por dentro de todas as notícias do dia. Siga também o  <a href="https://t.me/portalig" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-mce-href="https://t.me/portalig">perfil geral do Portal iG </a> </h3>
<p>A instituição aponta que o desmatamento coloca em risco o valor da floresta em pé no Brasil, estimado em mais de 317 bilhões de dólares por ano. Esse valor seria equivalente, segundo o documento, a até sete vezes o valor estimado da exploração privada ligada à agricultura extensiva, à exploração madeireira ou à mineração.</p>
<p>O chamado “valor da floresta em pé” se refere ao dinheiro que circula pela exploração de serviços como o turismo ou a produção de produtos não madeireiros, além do armazenamento de carbono.</p>
<p>“Enquanto bem público, o valor da floresta tropical brasileira inclui seus serviços ecossistêmicos, os quais, somente para a região da América do Sul, são estimados em 20 bilhões de dólares anuais. Esses serviços incluem a chuva necessária para a agricultura da região e a proteção contra a erosão do solo e os incêndios”, diz o estudo.</p>
<p>“Os valores públicos globais associados à floresta em pé são ainda maiores, principalmente devido ao papel da Amazônia Legal como sumidouro de carbono: o valor anual do armazenamento de carbono é estimado em 210 bilhões de dólares, com o valor de opção e existência ligado à biodiversidade e cobertura florestal somando outros 75 bilhões de dólares. Os valores de uso privado sustentável da floresta em pé são estimados em 12 bilhões de dólares anuais. Portanto, o custo da inação é alto, tanto na Floresta Amazônica quanto nos outros biomas da Amazônia Legal”, acrescenta.</p>
<p>Elaborado ao longo de três anos, o material diz ainda que o aumento de renda da população da Amazônia Legal tem relação direta com uma maior proteção da floresta, modos de vida tradicionais e redução do desmatamento. Para tanto, o documento destaca a necessidade de fomentar um maior crescimento da produtividade, tanto no Brasil quanto nos estados amazônicos.</p>
<p>Para o banco, esse aumento da produtividade nas áreas rurais e urbanas exigirá uma transformação estrutural. O estudo defende que a redução da pobreza na região deve estar atrelada a um modelo de desenvolvimento não se apoie apenas na extração de recursos naturais.“O sucesso de longo prazo no combate ao desmatamento exigirá uma transformação estrutural mais ampla da economia, que reduza o foco na fronteira agrícola, por meio do fortalecimento dos setores de manufatura e serviços”, disse o diretor do Banco Mundial para o Brasil, Johannes Zutt, durante a apresentação do documento.</p>
<h3>Créditos rurais</h3>
<p>O documento afirma também que as políticas de crédito rural promovem a agricultura de forma ineficiente devido tanto à fragmentação dos programas de crédito quanto às distorções decorrentes de sua vinculação, o que reduziria a produtividade.</p>
<p>O texto defende a adoção de regras para reduzir o impacto direto do crédito rural no desmatamento. Prega também que, para gerar crescimento agrícola com a sustentabilidade ambiental e fiscal, o apoio do governo ao financiamento agrícola deve se concentrar no apoio fiscal a agricultores menores e mais produtivos, além da revisão dos subsídios e incentivos a programas de empréstimos para grandes propriedades agrícolas. Nesses casos, o direcionamento deve se concentrar em atividades como agricultura de baixo carbono e métodos agroflorestais.</p>
<p>“Em relação ao duplo objetivo de atender à demanda global de alimentos e conter o desmatamento, a intensificação agrícola assume um papel importante, pois implica que mais demanda pode ser atendida com a mesma quantidade de terra. Este memorando demonstra que promover ganhos de produtividade agrícola em todo o Brasil aumenta a produção de alimentos e reduz o desmatamento. A principal razão é que a maior parte desse aumento na produção vem das regiões agrícolas mais consolidadas do Brasil, onde o desmatamento é menos preocupante porque restam poucas florestas naturais e os mercados de terras estão relativamente maduros”, diz o Banco Mundial.</p>
<h3>Mercado fundiário</h3>
<p>O banco diz ser necessário corrigir “distorções” no mercado fundiário, que fomentam o atual modelo de crescimento, muitas delas vinculadas ao processo de colonização do Brasil ou a suas políticas históricas industriais e comerciais.</p>
<p>Entre os pontos elencados estão, por exemplo, a redução da insegurança fundiária, com a titulação definitiva de terras para assentados; a tributação fundiária inadequada; deficiências na aplicação da legislação que prevê a preservação da integridade das áreas protegidas ou territórios indígenas; e a garantia de que pelo menos 80% das propriedades privadas no bioma Amazônia permaneçam preservadas.</p>
<p>A peça que faltava nesse quebra-cabeça seria essa transformação estrutural, ou seja, aquilo que está subjacente ao desenvolvimento, essencialmente essa mudança da produção agrícola para atividades econômicas mais sofisticadas. É por isso que o relatório também mostra o papel das pequenas e grandes cidades no desenvolvimento da Amazônia, disse o economista e coordenador do relatório, Marek Hanusch.</p>
<p>Outro ponto destacado é a necessidade de destinação das terras que aguardam designação, como unidades de conservação, terras indígenas, assentamentos de reforma agrária, terras passíveis de regularização fundiária ou outra categoria de posse. Essas áreas não destinadas apresentam índices mais altos de desmatamento vinculado à grilagem de terras.</p>
<p>“Um modelo de crescimento mais equilibrado e uma política com foco na intensificação agrícola são internamente compatíveis e podem criar um ambiente mais propício para a regularização fundiária que favoreça mais fortemente a conservação das terras naturais em vez da grilagem e da agricultura extensiva. O financiamento para a conservação poderia fornecer mais incentivos”, diz o texto.</p>
<h3>Transporte</h3>
<p>O banco defende ainda uma redução dos custos de transporte, especialmente com a redução na construção de estradas e ampliação das hidrovias, por serem um meio de transporte de mercadorias eficaz e relativamente econômico, “podendo inclusive ajudar a reduzir os custos ligados à distância da Amazônia Legal a outros mercados no país”.“Hidrovias são importantes para não precisar construir estradas, que aumentam o desmatamento”, disse Hanusch.</p>
<h3>Indígenas</h3>
<p>O documento fala também sobre a necessidade de maior atenção aos povos tradicionais, como os quilombolas, e aos indígenas. Esse último grupo soma cerca de 380 mil pessoas, o que equivale a 1,5% da população da Amazônia Legal, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O texto destaca que a preservação de modos de vida tradicionais constitui uma riqueza a mais da região e aponta a necessidade de se elaborar mecanismos de recompensa desses grupos por seu papel na preservação ambiental.</p>
<div>
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<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2023-05-10/prazo-restituicao-imposto-de-renda.html" title="Prazo para tentar receber restituição no 1º lote termina nesta quarta" target="_self" rel="noopener">Prazo para tentar receber restituição no 1º lote termina nesta quarta</a> </li>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2023-05-09/galipolo-boa-relacao-campos-neto-dialogo-banco-central.html" title="Galípolo diz ter boa relação com Campos Neto e quer facilitar diálogo" target="_self" rel="noopener">Galípolo diz ter boa relação com Campos Neto e quer facilitar diálogo</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">“Diversas comunidades indígenas ainda vivem em completo isolamento em partes remotas da floresta. Outros grupos tradicionais da Amazônia Legal são as comunidades ribeirinhas e quilombolas. Esses grupos tendem a manter fortes laços culturais com as terras naturais da região. Ao mesmo tempo, tendem a ter renda mais baixa e acesso mais precário aos serviços públicos. O desenvolvimento inclusivo na Amazônia Legal deve prestar muita atenção aos povos tradicionais da região, independentemente do fato de eles optarem por adotar a vida urbana, manter seu modo de vida rural tradicional, ou ambos”, diz o documento.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2023-05-10/banco-mundial-desmatamento-amazonia.html#2cf90524-b123-4eea-9805-df6819d56dfc" rel="noopener">Economia</a></p>
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		<title>Pontes destaca importância do Centro de Biotecnologia da Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 May 2023 15:16:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em pronunciamento no Plenário na quarta-feira (3), o senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP) destacou a importância do Centro de Biotecnologia da Amazônia (CBA), que passará a ser gerido por uma fundação e poderá receber recursos públicos e privados para o desenvolvimento de pesquisas. — Conhecemos ainda só 4% da biodiversidade da Amazônia. É importante conhecer [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em pronunciamento no Plenário na quarta-feira (3), o senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP) destacou a importância do Centro de Biotecnologia da Amazônia (CBA), que passará a ser gerido por uma fundação e poderá receber recursos públicos e privados para o desenvolvimento de pesquisas.</p>
<p>— Conhecemos ainda só 4% da biodiversidade da Amazônia. É importante conhecer mais a biodiversidade e a utilização dessa biodiversidade para o desenvolvimento de novos produtos, incluindo remédios, medicamentos nacionais — afirmou.</p>
<p>Ex-ministro de Ciência, Tecnologia e Inovação do governo de Jair Bolsonaro, Pontes disse que a pasta buscou desenvolver novos produtos, como remédios, a partir da biodiversidade do país. Em 2022, exemplificou, foi assinado um protocolo de intenções com a <span>Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (</span>Unesp) para a criação de  um centro de tecnologia de medicamentos em Botucatu (SP). Também em 2022 foi criado, em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o Centro Nacional de Vacinas, que será instalado em Belo Horizonte.</p>
<p>— Somam-se a isso mais de 50 laboratórios na Amazônia, do programa Salas (Sistema Amazônico de Laboratórios Satélites), que têm que se integrar, junto com o CBA e outras organizações que já trabalham na Amazônia, para que tenhamos a utilização completa e de forma sustentável da nossa biodiversidade — concluiu.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/04/pontes-destaca-importancia-do-centro-de-biotecnologia-da-amazonia#704ec846-9353-476d-86b9-a03a5ff99380" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Rodrigues quer regras para zoneamento ecológico-econômico da Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 May 2023 21:15:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O senador Chico Rodrigues (PSB-RR) destacou, em pronunciamento no Plenário nesta quarta-feira (3), projeto de sua autoria que contém diretrizes para o zoneamento ecológico-econômico da Amazônia, com o objetivo de viabilizar a exploração sustentável do bioma (PL 4.765/2020). O texto prevê que o poder público deve priorizar o incremento da infraestrutura na região, para dar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left">O senador Chico Rodrigues (PSB-RR) destacou, em pronunciamento no Plenário nesta quarta-feira (3), projeto de sua autoria que contém diretrizes para o zoneamento ecológico-econômico da Amazônia, com o objetivo de viabilizar a exploração sustentável do bioma (<a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/144993" rel="noopener" target="_blank">PL 4.765/2020</a>). O texto prevê que o poder público deve priorizar o incremento da infraestrutura na região, para dar à iniciativa privada condições para implantar cadeias produtivas de fabricação de medicamentos, cosméticos, fitoterápicos, alimentos e bebidas. O parlamentar afirmou que a matéria aguarda parecer na Comissão de Meio Ambiente (CMA).</p>
<p style="text-align: left">Rodrigues ressaltou que a proposta também prevê a priorização das atividades associadas ao manejo sustentável, como extração de madeira, silvicultura, extrativismo vegetal e turismo. Acrescentou que isso irá valorizar serviços ambientais e garantir remuneração justa aos seus prestadores.</p>
<p style="text-align: left">— Poucos brasileiros se dão conta do gigantismo e do gigantesco patrimônio que representa a Amazônia. Desde o solo puro, passando pelos recursos minerais, pela floresta, pelas águas, tudo se apresenta em proporções descomunais, aguçando a cobiça, como seria natural, das nações que dispõem dos meios para aproveitá-los. As reservas minerais que ali se encontram são extraordinárias. Já foram identificadas jazidas de ferro, manganês, alumínio, cobre, zinco, níquel, cromo, titânio, fosfato, ouro, prata, platina, paládio, ródio, estanho, tungstênio, nióbio, tântalo, zircônio, terras-raras, urânio e até diamante.</p>
<p style="text-align: left">O senador enfatizou que, apesar da preciosidade dos minerais, não se pode simplesmente desmatar e destruir a floresta, desrespeitando os direitos dos povos indígenas originários. Rodrigues afirmou que é preciso encontrar caminhos e alternativas que permitam o desenvolvimento sustentável da região. Para ele, esse caminho deve ocorrer através da bioeconomia, que estuda os sistemas biológicos e recursos naturais aliados à utilização de novas tecnologias com o propósito de criar produtos e serviços mais sustentáveis, além da valoração ambiental, que entende que a floresta em pé, por si mesma, já presta um valoroso serviço para o meio ambiente, que precisa ser remunerado.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/05/03/rodrigues-quer-regras-para-zoneamento-ecologico-economico-da-amazonia#814924e1-9020-49e9-9b2c-f5acd3d29085" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Desarquivado projeto que incentiva produtor a preservar floresta na Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Apr 2023 23:45:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (12) o desarquivamento de um projeto que trata da concessão de incentivos fiscais e econômicos a produtores rurais da Amazônia Legal que promovam a preservação, a conservação ou a recuperação da cobertura florestal em seus imóveis rurais (PLS 376/2017). O requerimento para o desarquivamento da matéria (RQS 280/2023) [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (12) o desarquivamento de um projeto que trata da concessão de incentivos fiscais e econômicos a produtores rurais da Amazônia Legal que promovam a preservação, a conservação ou a recuperação da cobertura florestal em seus imóveis rurais (<a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/131097" rel="noopener" target="_blank">PLS 376/2017</a>). O requerimento para o desarquivamento da matéria (<a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/156657" rel="noopener" target="_blank">RQS 280/2023</a>) foi apresentado pelo senador Zequinha Marinho (PL-PA) e outros senadores.</p>
<p>De autoria do então senador Acir Gurgacz (PDT-RO), o projeto altera diversas leis para conceder benefícios aos produtores rurais da região, entre os quais a possibilidade de isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) na compra de máquinas e veículos utilitários; e a de abatimento do Imposto de Renda (IR), para pessoas físicas e jurídicas, em razão da aplicação de recursos na recuperação de áreas degradadas. O projeto também prevê o recebimento de compensação financeira pela prestação de serviços ambientais.</p>
<p>Em abril de 2019, a matéria chegou a ser <a href="http://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2019/04/24/agricultores-na-amazonia-legal-poderao-receber-por-preservar" rel="noopener" target="_blank">aprovada</a> na Comissão de Reforma Agrária (CRA), sob relatoria de Zequinha Marinho. Conforme previsão regimental, no entanto, o texto foi arquivado ao final da legislatura passada.</p>
<h3><strong>Outros desarquivamentos</strong></h3>
<p>O Requerimento 280/2023 também desarquivou o projeto que autoriza a criação da Universidade Federal do Xingu (<a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/130986" rel="noopener" target="_blank">PLS 359/2017</a>). Do então senador Paulo Rocha (PT-PA), o projeto estabelece que a futura universidade terá sede no município de Altamira (PA), que fica a pouco mais de 800 quilômetros de Belém, capital do estado do Pará.</p>
<p>Outro requerimento (<a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias?p_p_id=materia_WAR_atividadeportlet&#038;p_p_lifecycle=0&#038;_materia_WAR_atividadeportlet_tipo=&#038;_materia_WAR_atividadeportlet_ano=2023&#038;_materia_WAR_atividadeportlet_numero=281&#038;_materia_WAR_atividadeportlet__gl=1*12765ks*_ga*MTIzMDU4Nzk0Ni4xNjgxMTQ1NjU0*_ga_CW3ZH25XMK*MTY4MTMzMzM4Ny45LjEuMTY4MTMzNDM4NC4wLjAuMA..&#038;_materia_WAR_atividadeportlet_siglasTipos=&#038;_materia_WAR_atividadeportlet_pesquisaAvancada=true&#038;_materia_WAR_atividadeportlet_p=1" rel="noopener" target="_blank">RQS 281/2023</a>) de Zequinha Marinho aprovado nesta quarta autoriza o desarquivamento de três matérias. Uma delas institui a Política Nacional de Defesa Agropecuária (<a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/126819" rel="noopener" target="_blank">PLS 326/2017</a>). Também foram desarquivados o projeto que regulamenta o transporte rodoviário nacional e internacional de cargas, inclusive de produtos perigosos (<a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/133778" rel="noopener" target="_blank">PLC 75/2018</a>), e o que cria a Lei Geral de Licenciamento Ambiental (<a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/132865" rel="noopener" target="_blank">PLS 168/2018</a>).</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/04/12/desarquivado-projeto-que-incentiva-produtor-a-preservar-floresta-na-amazonia#48dd3faa-88da-4e53-9d7e-5f23184710a1" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Senadores defendem maior atuação do Congresso no debate sobre Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Apr 2023 19:45:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em reunião preparatória para o encontro do Parlamento Amazônico (Parlamaz) nesta quarta-feira (12), no Senado, parlamentares debateram a necessidade de maior protagonismo do Congresso nas discussões em torno do desenvolvimento sustentável da Amazônia. O evento do Parlamaz está previsto para os dias 25 e 26 de abril em Belém (PA). Presidente do Grupo Parlamentar da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em reunião preparatória para o encontro do Parlamento Amazônico (Parlamaz) nesta quarta-feira (12), no Senado, parlamentares debateram a necessidade de maior protagonismo do Congresso nas discussões em torno do desenvolvimento sustentável da Amazônia. O evento do Parlamaz está previsto para os dias 25 e 26 de abril em Belém (PA).</p>
<p>Presidente do Grupo Parlamentar da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica, que reúne senadores e deputados do Parlamento Amazônico, Nelsinho Trad (PSD-MS) afirmou que o coletivo é um importante instrumento para assegurar “voz ativa” nas agendas de conservação e de produção sustentável.</p>
<p>— É um evento preparatório para organizar as pautas e garantir uma discussão proveitosa em Belém. Debatemos temas como preservação, combate ao desmatamento, queimada ilegal, extração ilegal de madeira, pesca ilegal, a questão do tráfico de drogas e garimpo. São pautas que a gente ouve diariamente na imprensa, e precisamos ter uma voz mais ativa — apontou.</p>
<p>Para o senador Plínio Valério (PSDB-AM), a reunião preparatória e o encontro do Parlamaz são oportunidades para buscar uma política ambiental que seja imposta de “dentro para fora”.</p>
<p>— O objetivo é unir para que, unidos, possamos defender a Amazônia. Acho muito perniciosa a forma como estamos aceitando que as normas para a região sejam ditadas por países europeus e pelos Estados Unidos — afirmou. </p>
<h3><strong>Grupo parlamentar</strong></h3>
<p>Reinstalado em abril, o grupo parlamentar da OTCA tem como foco a defesa da Amazônia. O objetivo é colocar em prática o Tratado de Cooperação Amazônica, assinado em 1978 pelos governos de Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela. O tratado compromete os oito países a preservar o meio ambiente e a usar racionalmente os recursos naturais da região.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/04/12/senadores-defendem-maior-atuacao-do-congresso-no-debate-sobre-amazonia#2405a532-b36e-4758-98c8-597c98140d97" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Bittar critica operação do Ibama na Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Apr 2023 22:17:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[amazonia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O senador Marcio Bittar (União-AC) criticou, em pronunciamento nesta terça-feira (11), a operação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) que embargou 500 mil cabeças de gado nos estados do Acre e do Amazonas. Segundo o parlamentar, mais de duas mil propriedades foram afetadas com a medida. Também informou que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;padding-left: 30px">O senador Marcio Bittar (União-AC) criticou, em pronunciamento nesta terça-feira (11), a operação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) que embargou 500 mil cabeças de gado nos estados do Acre e do Amazonas. Segundo o parlamentar, mais de duas mil propriedades foram afetadas com a medida.</p>
<p style="text-align: left;padding-left: 30px">Também informou que 90% das serrarias do Acre foram fechadas após um ato autoritário. De acordo com o senador, pessoas na Amazônia são condenadas e pagam a pena antes mesmo de ter a chance de provar a sua inocência. Chegou a comparar com um caso no Rio de Janeiro, muito divulgado, em que um modelo dirigindo em alta velocidade atropelou e matou uma pessoa, e &#8220;está respondendo o crime em liberdade&#8221;. Mas na Amazônia, continuou, isso não acontece, &#8220;porque é o fraquinho&#8221; </p>
<p style="text-align: left;padding-left: 30px"><span> Na Amazônia, você chega, lacra serrarias, prende o gado, embarga o gado; e, depois que a pessoa já está condenada, já está pagando pena, é que vai ter que provar que é inocente.</span></p>
<p style="text-align: left">— Eu sempre fui contra essas leis que só existem aqui. O Brasil desapropriou, na Amazônia, 80% da propriedade privada, sem direito à indenização e com a crueldade de fazer com que esses proprietários cuidem de toda a área, mesmo daquela que eles não puderam acessar.</p>
<p style="text-align: left"><strong>Global</strong></p>
<p style="text-align: left">Bittar criticou declaração da acriana e ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, que teria dito que a pauta do ministério e dos ambientalistas é &#8220;global&#8221;. Na avaliação do senador, subentende-se que a causa mundial é mais importante do que a brasileira e a amazônica. Para ele, as operações que estão acontecendo servem para o governo poder dizer na Alemanha, na Noruega e nos Estados Unidos &#8220;que agora eles impõem a lei”.</p>
<p style="text-align: left">— Sabe quanto a China joga de CO<sub>2</sub> no planeta? Quase 33%, só a China. Mas será que o governo, que tem a coragem de impor o império da lei de forma arrogante e autoritária, sem direito à defesa, considerando culpado antes do processo tramitado em julgado, terá coragem de enfrentar a China? Será que vai ter alguma sanção, alguma proposta de sanção? Claro que não — sustentou.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/04/11/bittar-critica-operacao-do-ibama-na-amazonia#96c42bb8-8783-45cd-aeb2-655fe735b695" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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		<title>Confúcio propõe substituir Sudam por empresa de pesquisa para Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Apr 2023 21:45:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[amazonia]]></category>
		<category><![CDATA[confucio]]></category>
		<category><![CDATA[empresa]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os incentivos fiscais para empresas na área da Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) não têm conseguido alavancar o crescimento dos estados da Região Amazônica, que continuam com alguns dos piores indicadores sociais do país. O diagnóstico foi feito em Plenário, nesta terça-feira (4), pelo senador Confúcio Moura (MDB-RO). O parlamentar sugeriu reformar ou extinguir [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os incentivos fiscais para empresas na área da Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) não têm conseguido alavancar o crescimento dos estados da Região Amazônica, que continuam com alguns dos piores indicadores sociais do país. O diagnóstico foi feito em Plenário, nesta terça-feira (4), pelo senador Confúcio Moura (MDB-RO). O parlamentar sugeriu reformar ou extinguir a Sudam e substituí-la por uma Embrapa [Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária] focada na biodiversidade da Amazônia.</p>
<p>— Essa Sudam podia virar essa Embrapa. Podia virar. Precisamos pesquisar a intimidade da Floresta Amazônica, da sua biodiversidade plena. Isso tudo precisa de pesquisa científica, de pesquisadores bem pagos, com [estrutura de] carreira definida, com cobrança de resultados, com laboratórios organizados. Não é possível que dois terços do Brasil, que é a Amazônia hoje, não possam produzir riqueza. E lá estão os maiores indicadores de pobreza do Brasil. Isso é muito triste — avaliou Confúcio. </p>
<p>Para o senador, a política de incentivos fiscais da Sudam tem servido apenas para reduzir os custos operacionais de grandes empresas. Mas não foram suficientes para alavancar o desenvolvimento nos estados da Região Norte. Já em relação ao órgão, Confúcio Moura considera que a agência precisa de uma mudança profunda ou mesmo ser extinta.</p>
<p>— Se a agência não está cumprindo os seus objetivos originais, se nada tem a fazer para frente, pois não tem recursos para a promoção de desenvolvimento nos estados, dois caminhos podem ser tomados: ou ser reformada ou ser extinta. Às vezes é até melhor extinguir o órgão, porque ele já deu o que tinha que dar e já não tem mais nada a oferecer para o desenvolvimento regional — defendeu.</p>
<p>Durante o pronunciamento, o senador disse que não ainda não tem uma solução pronta para o desenvolvimento da região amazônica e pediu sugestões aos cidadãos:</p>
<p>— Quem estiver ouvindo Brasil afora, especialmente da Amazônia, e puder me ajudar a levar algumas sugestões transformadoras dessas superintendências, eu aceito. É só ligar para o meu gabinete no Senado Federal, enviar suas ideias, telefonar, mandar <i>e-mail</i> e contribuir comigo, porque não sou dono da verdade. Eu preciso de ideias. Se não houver ideia nenhuma, é melhor fechar.</p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/04/04/confucio-propoe-substituir-sudam-por-empresa-de-pesquisa-para-amazonia#6c2b3967-58b4-4a90-9969-5d16c6f1f028" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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