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	<title>Arquivos alzheimer - FATO MT</title>
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	<title>Arquivos alzheimer - FATO MT</title>
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	<item>
		<title>Entenda como a dieta mediterrânea pode proteger o cérebro de Alzheimer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Apr 2023 22:16:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[cerebro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Redação EdiCase Entenda como a dieta mediterrânea pode proteger o cérebro de Alzheimer Dados de um estudo recente publicado na revista Neurology revelam que uma boa alimentação é essencial para uma vida longa e saudável. Além disso, evita possíveis doenças que causam disfunção cerebral. Os pesquisadores da Universidade RUSH, em Chicago, nos Estados Unidos, sugeriram [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/0y/ar/ad/0yaradcfk4etk7zu7das9llhd.jpg" loading="lazy" width="652" height="408" alt="Entenda como a dieta mediterrânea pode proteger o cérebro de Alzheimer" title="Entenda como a dieta mediterrânea pode proteger o cérebro de Alzheimer"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Redação EdiCase</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Entenda como a dieta mediterrânea pode proteger o cérebro de Alzheimer</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p>Dados de um estudo recente publicado na revista Neurology revelam que uma boa alimentação é essencial para uma vida longa e saudável. Além disso, evita possíveis doenças que causam disfunção cerebral. Os pesquisadores da Universidade RUSH, em Chicago, nos Estados Unidos, sugeriram que as pessoas adeptas às dietas mind e mediterrânea tendem a acumular menos proteínas associadas à doença de Alzheimer no cérebro. </p>
<p>De acordo com a nutricionista Marianne Fazzi, essas dietas são baseadas em alimentos frescos, isto é, in natura. Por isso, possuem vários nutrientes, que <strong> <a href="https://portaledicase.com/conheca-a-dieta-mediterranea-e-os-seu-beneficios/" target="_blank" rel="noopener">beneficiam a saúde</a> </strong> mental e ajudam na prevenção de doenças crônicas.</p>
<h2>Resultados do estudo</h2>
<p>Para a realização do estudo, os pesquisadores rastrearam a dieta de 581 norte-americanos idosos, com idade média de 84 anos. Eles foram orientados a responderem a questionários anuais sobre suas alimentações até falecerem e concordaram em ter seus cérebros estudados após a morte. Depois do falecimento, os cientistas examinaram a mente de cada voluntário a fim de descobrir quantas placas amiloides ou emaranhados da proteína tau haviam se formado. Ambos os componentes estão associados à doença de Alzheimer.</p>
<p>Os pesquisadores descobriram que os idosos que eram adeptos à alimentação englobada na <strong> <a href="https://portaledicase.com/receitas-da-dieta-mediterranea-para-comecar-a-semana/" target="_blank" rel="noopener">dieta mediterrânea</a> </strong> se mostraram 18 anos mais jovens do que os idosos com outros tipos de alimentação. Já os adeptos da dieta mind aparentaram ser 12 anos mais jovens.</p>
<h2>Benefícios das dietas</h2>
<p>Marianne explica que a dieta mediterrânea consiste no consumo de frutas, verduras, legumes, leguminosas, peixes, laticínios e gorduras boas. Já a dieta mind possui o mesmo princípio da mediterrânea, mas com um maior estímulo ao consumo de <strong> <a href="https://portaledicase.com/6-alimentos-que-fazem-parte-da-dieta-mediterranea/" target="_blank" rel="noopener">alimentos</a> </strong> que promovam a saúde cognitiva. “Ingerir alimentos ricos em flavonoides e antioxidantes, que são aqueles alimentos avermelhados e roxos, que ajudam a preservar a função cognitiva[, é importante]”, pontua.</p>
<p>Segundo ela, o ômega 3 é essencial na formação das membranas cerebrais, assim como proteínas do complexo B e vitaminas E, C e selênio. “As membranas das bilhões de células cerebrais são construídas a partir do ômega 3. Há evidências que relacionam o baixo consumo desse ácido graxo a problemas cognitivos e que ele auxilia no tratamento de inflamações no <strong> <a href="https://portaledicase.com/entenda-como-o-consumo-de-alcool-afeta-o-cerebro-humano/" target="_blank" rel="noopener">cérebro</a> </strong> . Além disso, as proteínas do complexo B estão associadas à produção de neurotransmissores, enquanto as vitaminas E, C e selênio possuem ação antioxidante, retardando o envelhecimento das células do cérebro”, ressalta a nutricionista.</p>
<p> <em>Por Evelyn Guimarães</em> </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2023-04-05/entenda-como-a-dieta-mediterranea-pode-proteger-o-cerebro-de-alzheimer.html#c67ae4a5-4992-4659-be96-6dc6ae8f892e" rel="noopener">Saúde</a></p>
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		<item>
		<title>Alzheimer em mulheres: hormônios podem ajudar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jan 2023 10:17:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[ajudar]]></category>
		<category><![CDATA[alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[hormonios]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[podem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Divulgação Alzheimer em mulheres: hormônios podem ajudar Até poucos anos atrás, temores pelo risco de câncer e ganho de peso inibiam muitas mulheres de desfrutar dos benefícios da reposição hormonal. De fato, as informações ainda estavam sendo investigadas, gerando incertezas e, em alguns casos, equívocos. Mas pesquisas recentes trazem mais credibilidade e novas esperanças, como [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/b4/86/bb/b486bbu9e074o2spc8jufav3u.jpg" width="906" height="509" alt="Alzheimer em mulheres: hormônios podem ajudar" title="Alzheimer em mulheres: hormônios podem ajudar"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Divulgação</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Alzheimer em mulheres: hormônios podem ajudar</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Até poucos anos atrás, temores pelo risco de câncer e ganho de peso inibiam muitas mulheres de desfrutar dos benefícios da reposição hormonal. De fato, as informações ainda estavam sendo investigadas, gerando incertezas e, em alguns casos, equívocos. Mas pesquisas recentes trazem mais credibilidade e novas esperanças, como o estudo europeu que mostra que a terapia hormonal pode reduzir o risco de Alzheimer em mulheres.</p>
<p> <strong>Entre no  <a href="https://t.me/iGDelas" data-mce-href="https://t.me/iGDelas">canal do iG Delas no Telegram</a> e fique por dentro de todas as notícias sobre beleza, moda, comportamento, sexo e muito mais!</strong> </p>
<p>Neste caso, há uma relação direta com o estrogênio, cuja produção entra em queda na menopausa, um dos prováveis fatores do desenvolvimento da doença que causa a degeneração e morte das células cerebrais.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2022-08-04/entenda-o-que-e-a-terapia-de-reposicao-hormonal.html" title="Entenda o que é a terapia de reposição hormonal" target="_self" rel="noopener">Entenda o que é a terapia de reposição hormonal</a> </li>
<li> <a href="https://saude.ig.com.br/2022-11-09/hormonios-influencia-saude-mental.html" title="Hormônios podem influenciar na saúde mental, explica médico" target="_self" rel="noopener">Hormônios podem influenciar na saúde mental, explica médico</a> </li>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/2022-12-10/disfuncoes-hormonais-depressao-mulher.html" title="Três disfunções hormonais que podem levar à depressão na mulher" target="_self" rel="noopener">Três disfunções hormonais que podem levar à depressão na mulher</a> </li>
<li> <a href="https://delas.ig.com.br/comportamento/2023-01-11/implante-hormonal--saiba-o-e-que-mito-e-verdade.html" title="Implante hormonal: saiba o é que mito e verdade" target="_self" rel="noopener">Implante hormonal: saiba o é que mito e verdade</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">“É fato reconhecido pela medicina que a reposição do estrogênio em mulheres fortalece os ossos, ajuda no controle do peso, preserva a saúde dos cabelos e unhas, melhora a libido e aumenta a disposição. A nova descoberta relacionada à demência potencializa sua importância”, reitera o cirurgião geral e referência em reposição hormonal, Dr. Fábio Strauss.  </p>
<h3>Aliado na medida certa</h3>
<p>O estudo, publicado no início de janeiro na revista científica Alzheimer&#8217;s Research y Therapy, aponta que as participantes apresentaram melhores índices de saúde neurológica, maiores volumes cerebrais e funções cognitivas ao longo do tempo, a partir do tratamento com estrogênio.</p>
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<p>As boas notícias, de toda forma, não fazem da reposição uma opção para todas. A avaliação médica é imprescindível para o tratamento. “A real necessidade, a dosagem e a melhor forma de aplicação – que pode ser oral, injetável ou por meio de gel ou adesivo – dependem de uma orientação especializada, pois se trata de saúde e os riscos, mesmo que muito baixos, podem ser aumentados pela administração inadequada”, afirma Strauss.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://delas.ig.com.br/2023-01-26/alzheimer--mulheres--hormonios.html#22d5bdd2-bfb0-4070-9d4c-5537039091ab" rel="noopener">IG Mulher</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Alzheimer: Japão autoriza exame de sangue para detectar doença</title>
		<link>https://fatomt.com.br/alzheimer-japao-autoriza-exame-de-sangue-para-detectar-doenca/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Dec 2022 20:45:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[autoriza]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pixabay Japão autoriza exame de sangue para detectar Alzheimer Nesta quinta-feira (22), a fabricante japonesa Sysmex Corporation anunciou que foi liberada no país a comercialização de um sistema que detecta a doença de Alzheimer a partir de um simples exame de sangue foi autorizada no Japão. Este é um avanço raro no campo dessa doença [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/a2/p4/2y/a2p42ycc0uaibiqsj47nntkny.jpg" width="906" height="509" alt="Japão autoriza exame de sangue para detectar Alzheimer" title="Japão autoriza exame de sangue para detectar Alzheimer"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Pixabay</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Japão autoriza exame de sangue para detectar Alzheimer</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Nesta quinta-feira (22), a fabricante japonesa Sysmex Corporation anunciou que foi liberada no país a comercialização de um sistema que detecta a doença de Alzheimer a partir de um simples exame de sangue foi autorizada no Japão.</p>
<p>Este é um avanço raro no campo dessa doença neurodegenerativa e pode ajudar não só no desenvolvimento de exames para a detecção, mas também para a prevenção do quadro.</p>
<p>A empresa japonesa Sysmex Corporation indicou em comunicado que pretende lançar este teste de diagnóstico simples e pouco invasivo no mercado japonês &#8220;o mais rápido possível&#8221;.</p>
<p>A fabricante explica que o sistema desenvolvido é capaz de medir, em pouco mais de vinte e cinco minutos, o nível de acúmulo no sangue da proteína beta-amiloide, um dos principais biomarcadores do mal de Alzheimer.</p>
<p>Atualmente, existem sistemas disponíveis para diagnosticar a doença, mas que são pouco acessíveis ou invasivos (imagens cerebrais, punção lombar para extrair líquido cefalorraquidiano), já que o diagnóstico precoce é fundamental para o sucesso do tratamento.</p>
<p>Outros exames de sangue estão sendo desenvolvidos em outras partes do mundo ou estão aguardando autorização de comercialização.</p>
<p> <em>&#8220;Ferramentas de diagnóstico simples, baratas, não invasivas e de fácil acesso são urgentemente necessárias para melhorar a detecção precoce da doença de Alzheimer&#8221;,</em> afirma a ONG americana Alzheimer&#8217;s Association em seu site.</p>
<p>A organização prevê que, no futuro, existirão outros exames de sangue que <em> &#8220;provavelmente revolucionarão o processo de diagnóstico da doença de Alzheimer e de todas as outras demências&#8221;.</em> </p>
<p>A doença de Alzheimer permanece incurável até o momento, mas em novembro, dados clínicos adicionais confirmaram o potencial de um novo medicamento, o lecanemab, para retardar significativamente o declínio cognitivo em pacientes tratados por 18 meses.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://saude.ig.com.br/colunas/tom-bueno/2022-12-22/diabetes-natal-controle-glicemico.html" title="Diabetes x Natal: o que saber para melhorar o controle glicêmico" target="_blank" rel="noopener">Diabetes x Natal: o que saber para melhorar o controle glicêmico</a> </li>
<li> <a href="https://saude.ig.com.br/2022-12-22/pesquisadores-desvendam-causa-da-perda-de-olfato-pela-covid-19.html" title="Pesquisadores desvendam causa da perda de olfato pela Covid-19" target="_blank" rel="noopener">Pesquisadores desvendam causa da perda de olfato pela Covid-19</a> </li>
<li> <a href="https://saude.ig.com.br/2022-12-21/ministerio-da-saude-balanco-ultimos-anos.html" title="Ministério da Saúde divulga balanço dos últimos anos" target="_blank" rel="noopener">Ministério da Saúde divulga balanço dos últimos anos</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">Mais de 55 milhões de pessoas em todo o mundo sofrem de demência, número que deve aumentar para 130 milhões até 2050 com o aumento da expectativa de vida, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). A doença de Alzheimer representa entre 60% e 70% dos casos.</p>
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<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://saude.ig.com.br/2022-12-22/alzheimer--japao-autoriza-exame-de-sangue-para-detectar-doenca.html#9583f65c-2a0c-4cdd-96d6-35a00c3ed69e" rel="noopener">IG SAÚDE</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Alzheimer precoce: conheça as causas, os sintomas e os tratamentos</title>
		<link>https://fatomt.com.br/alzheimer-precoce-conheca-as-causas-os-sintomas-e-os-tratamentos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Nov 2022 19:10:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[causas]]></category>
		<category><![CDATA[conhe]]></category>
		<category><![CDATA[precoce]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[tratamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Agnes Faria Alzheimer precoce: conheça as causas, os sintomas e os tratamentos O Alzheimer, fruto da morte de células cerebrais, é a demência mais prevalente no mundo. Segundo a Associação Brasileira de Alzheimer (ABRAz), estima-se que a doença afeta 35,6 milhões de pessoas ao redor do globo.   “Esse distúrbio é considerado neurodegenerativo, ou seja, é [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/ch/dt/rj/chdtrjzftyz3qrhn39a35huzn.jpg" loading="lazy" width="652" height="408" alt="Alzheimer precoce: conheça as causas, os sintomas e os tratamentos" title="Alzheimer precoce: conheça as causas, os sintomas e os tratamentos"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Agnes Faria</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Alzheimer precoce: conheça as causas, os sintomas e os tratamentos</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p>O Alzheimer, fruto da morte de células cerebrais, é a demência mais prevalente no mundo. Segundo a Associação Brasileira de Alzheimer (ABRAz), estima-se que a doença afeta 35,6 milhões de pessoas ao redor do globo.  </p>
<p>“Esse distúrbio é considerado neurodegenerativo, ou seja, é um processo progressivo de perda das funções cerebrais mais nobres, como memória, comportamento, linguagem, atenção e capacidade de planejamento, representando um declínio do estado geral de uma pessoa em relação ao seu estado anterior e influenciando seu desempenho para atividades de vida diária”, esclarece o Dr. Pedro Deja, neurocirurgião e presidente do Instituto Paulistano de Neurocirurgia. </p>
<h2> <strong>Causas do Alzheimer</strong> </h2>
<p>Não há uma causa específica para o Alzheimer, mas estudos apontam que existem fatores que contribuem para o <strong> <a href="https://portaledicase.com/artrite-tudo-o-que-voce-precisa-saber/" target="_blank" rel="noopener">desenvolvimento da doença. </a> </strong> De acordo com o Dr. Pedro Deja, além das causas genéticas, esse problema pode ser impulsionado por diabetes, hipertensão arterial, dislipidemia, depressão, traumatismo craniano, isolamento social e hábitos nocivos para a saúde, como o sedentarismo. </p>
<h2> <strong>Manifestação precoce</strong> </h2>
<p>De forma geral, o Alzheimer costuma se manifestar em pessoas com mais de 65 anos. No entanto, há também casos raros em que a doença ocorre precocemente e atinge indivíduos com menos de 60 anos. “A doença de Alzheimer de início precoce tem muita <strong> <a href="https://portaledicase.com/lipedema-conheca-as-causas-os-sintomas-e-os-tratamentos/" target="_blank" rel="noopener"> influência dos fatores genéticos.</a> </strong> […] 35 a 60% dos pacientes que apresentam um diagnóstico precoce tem algum membro da família com o histórico da demência”, esclarece Maria Laís Campos, neuropsicóloga e especialista em terapia cognitivo-comportamental. </p>
<h2> <strong>Sintomas do Alzheimer precoce</strong> </h2>
<p>O Alzheimer esporádico (aquele que atinge pessoas acima dos 65 anos) e o precoce costumam apresentar os mesmos sintomas. Conforme explica Maria Laís Campos, o declínio da memória, o déficit na linguagem e no raciocínio, a dificuldade para realizar atividades motoras, as alterações comportamentais e a incapacidade de realizar tarefas básicas são considerados os principais sinais da doença. </p>
<p>No entanto, as únicas diferenças citadas pela profissional são as manifestações desses sintomas. “O Alzheimer de início precoce tem desenvolvimento clínico primariamente atípico e processo mais agressivo de manifestação dos <strong> <a href="https://portaledicase.com/enxaqueca-entenda-como-a-alimentacao-pode-melhorar-ou-piorar-os-sintomas/" target="_blank" rel="noopener"> sintomas. </a> </strong> Além disso, a habilidade motora é mais afetada e há um menor comprometimento da memória”, descreve. </p>
<h2> <strong>Diagnóstico do Alzheimer precoce</strong> </h2>
<p>O diagnóstico da doença é realizado de forma clínica, ou seja, ocorre a partir de uma avaliação do médico. “Na consulta, o profissional irá primeiro colher o histórico de saúde. Depois, poderá realizar testes cognitivos de memória, resolução de problemas e outras habilidades mentais. Além disso, a investigação é complementada com exames de imagem, como ressonância magnética e exame de líquor”, detalha o Dr. Pedro Deja. </p>
<h2> <strong>Diferentes tratamentos</strong> </h2>
<p>Ambos os tipos de Alzheimer não têm cura. Contudo, há tratamentos que retardam a progressão dos sintomas. No caso do <strong> <a href="https://portaledicase.com/transtorno-obsessivo-compulsivo-entenda-o-que-e-e-conheca-os-tipos/" target="_blank" rel="noopener">distúrbio precoce</a> </strong> , Maria Laís Campos relata que as intervenções devem ser realizadas por meio do uso de medicamentos, reabilitação neuropsicológica, terapia ocupacional, dieta prescrita por nutricionista e prática de exercícios físicos. </p>
<h2> <strong>Importância da rede de apoio</strong> </h2>
<p>Além dos diferentes tratamentos, outro ponto fundamental para a vida das pessoas portadoras do Alzheimer é a rede de apoio. “O carinho e o <strong> <a href="https://portaledicase.com/5-passos-para-cuidar-da-saude-mental-dos-idosos/" target="_blank" rel="noopener">afeto familiar </a> </strong> proporcionam conforto ao paciente, deixando-o mais seguro enquanto ele tiver consciência”, declara Alexander Bez. Por sua vez, Maria Laís Campos cita que outras formas de apoio familiar devem estar relacionadas aos cuidados diários, como o preparo do ambiente para evitar acidentes e a assistência física e psicológica adequada ao paciente. </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://saude.ig.com.br/parceiros/edicase/2022-11-10/alzheimer-precoce--conheca-as-causas--os-sintomas-e-os-tratamentos.html#c691acdc-3114-4220-83c8-0ef0b30d1a9b" rel="noopener">IG SAÚDE</a></p>
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		<item>
		<title>Alzheimer: tratamento pode ter causado morte de voluntário em estudo</title>
		<link>https://fatomt.com.br/alzheimer-tratamento-pode-ter-causado-morte-de-voluntario-em-estudo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Oct 2022 18:10:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[causado]]></category>
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		<category><![CDATA[morte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Robina Weermeijer / Unsplash Alzheimer: tratamento pode ter causado morte de voluntário em estudo Um medicamento experimental que se mostrou promissor para tratar o Alzheimer pode ter contribuído para a morte de um participante do estudo fase 3, que avalia a eficácia e segurança do composto. Trata-se do lecanemabe, um anticorpo monoclonal. A informação foi [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/0s/26/sl/0s26sl6csvabqjdf74gt5pefr.jpg" width="906" height="509" alt="Alzheimer: tratamento pode ter causado morte de voluntário em estudo" title="Alzheimer: tratamento pode ter causado morte de voluntário em estudo">  </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Robina Weermeijer / Unsplash</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Alzheimer: tratamento pode ter causado morte de voluntário em estudo</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Um <strong>medicamento experimental</strong> que se mostrou promissor para tratar o <strong>Alzheimer</strong> pode ter contribuído para a morte de um participante do estudo fase 3, que avalia a eficácia e segurança do composto. </p>
<p>Trata-se do <strong>lecanemabe,</strong> um <strong>anticorpo monoclonal.</strong> A informação foi revelada pelo site especializado Stat, que teve acesso a informações de um relatório.  </p>
<p>A empresa disse ao Stat que é possível que o lecanemabe tenha contribuído para a hemorragia, mas aponta outros possíveis fatores para o acontecimento, como “múltiplas quedas, um ataque cardíaco, uma infecção respiratória e eventos semelhantes a mini-derrames”.</p>
<p>O voluntário em questão também estava tomando anticoagulantes para problemas cardíacos. A causa da morte ainda está em investigação.</p>
<p>Na fase 2 de testes clínicos, a taxa de mortes dos participantes que receberam o medicamento “não foi mais frequente” do que naqueles que receberam placebo.</p>
<p>Em setembro, resultados preliminares da última etapa do estudo mostrou que o tratamento retardou a progressão do declínio cognitivo em 27%, em comparação com um placebo.</p>
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</ul>
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</div>
<p class="">Entretanto, quase 3% dos voluntários tiveram um efeito colateral chamado ARIA-E, que é caracterizado por um inchaço no cérebro. Isso não foi observado no grupo placebo.</p>
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		<title>Alzheimer pode apresentar sinais 10 anos antes do diagnóstico</title>
		<link>https://fatomt.com.br/alzheimer-pode-apresentar-sinais-10-anos-antes-do-diagnostico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Oct 2022 21:36:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[antes]]></category>
		<category><![CDATA[apresentar]]></category>
		<category><![CDATA[diagnostico]]></category>
		<category><![CDATA[sinais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Robina Weermeijer / Unsplash Identificação da doença é mais difícil na fase inicial Pesquisadores da Universidade de Cambridge , no Reino Unido, publicou um recente estudo na revista científica Alzheimers &#038; Dementia em que identificaram que é possível identificar sinais de comprometimento cerebral nove anos antes do diagnóstico oficial do Alzheimer . Antes do estudo, [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/97/v2/9s/97v29sq4yq1dsqka44fl6d5tf.jpg" width="906" height="509" alt="Identificação da doença é mais difícil na fase inicial" title="Identificação da doença é mais difícil na fase inicial"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Robina Weermeijer / Unsplash</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Identificação da doença é mais difícil na fase inicial</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Pesquisadores da <strong>Universidade de Cambridge</strong> , no Reino Unido, publicou um recente estudo na revista científica Alzheimers &#038; Dementia em que identificaram que é possível identificar sinais de comprometimento cerebral nove anos antes do diagnóstico oficial do <strong>Alzheimer</strong> .  </p>
<p>Antes do estudo, não era possível identificar mudanças na função cerebral até o começo do início de sintomas mais característicos da doença. Porém, segundo a equipe, pequenos sinais podem ser vistos, como dificuldades para se recordar de números.</p>
<p>&#8220;Quando analisamos as histórias dos pacientes, ficou claro que eles estavam apresentando algum comprometimento cognitivo vários anos antes de seus sintomas se tornarem óbvios o suficiente para levar a um diagnóstico. As deficiências eram muitas vezes sutis, mas em vários aspectos da cognição. Este é um passo para que possamos rastrear pessoas que correm maior risco &#8211; por exemplo, pessoas com mais de 50 anos ou que têm pressão alta ou não fazem exercícios suficientes &#8211; e intervir em um estágio inicial para ajudá-los a reduzir o risco &#8220;, explicou Nol Swaddiwudhipong, primeiro autor do estudo e médico da Universidade de Cambridge.</p>
<p>A conclusão foi feita pelo Biobank do Reino Unido, um banco de dados biomédico. O órgão é responsável por colher informações sobre os diagnósticos de saúde e também fazer testes, como resolução de problemas, memória, tempos de reação, entre outras coisas.</p>
<p>Todos esses dados serviram para que o grupo de pesquisadores pudesse fazer o estudo. Eles identificaram que os primeiros sinais da doença apareceram entre cinco e nove anotes antes do diagnóstico.</p>
<p>Os resultados apontaram que as pessoas que desenvolveram Alzheimer tiveram péssimos desempenhos em atividades como resolução de problemas, tempos de reação, lembrar listas de números, memória prospectiva e correspondência de pares. Esse grupo também teve quem desenvolvesse uma rara demência, chamada de frontotemporal.</p>
<p>Tim Rittman, do Departamento de Neurociências Clínicas da Universidade de Cambridge e autor, destacou que as pessoas não precisam ficar preocupadas por terem dificuldade para lembrar números.</p>
<p>“Mas encorajamos qualquer pessoa que tenha alguma preocupação ou perceba que sua memória ou lembrança está piorando a falar com seu médico&#8221;, destacou.</p>
<p>O estudo também serve para que pessoas com essas características procurem participar dos ensaios clínicos para novos tratamentos em potencial.</p>
<p>“O problema com os ensaios clínicos é que, por necessidade, eles geralmente recrutam pacientes com diagnóstico, mas sabemos que, a essa altura, sua condição não pode ser interrompida. Se pudermos encontrar esses indivíduos cedo o suficiente, podemos ter uma chance melhor de ver se as drogas são eficazes&#8221;, completou.</p>
<div>
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<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://saude.ig.com.br/saude.ig.com.br/2022-10-13/estudo-alzheimer.html#e0e759d6-d10a-4e9f-aa91-e92fb0b3024e" rel="noopener">IG SAÚDE</a></p>
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		<item>
		<title>Comer peixe de água fria ajuda a prevenir Alzheimer, comprova estudo</title>
		<link>https://fatomt.com.br/comer-peixe-de-agua-fria-ajuda-a-prevenir-alzheimer-comprova-estudo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Oct 2022 14:11:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ajuda]]></category>
		<category><![CDATA[alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[comer]]></category>
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		<category><![CDATA[peixe]]></category>
		<category><![CDATA[prevenir]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reprodução/Facebook Comer peixe de água fria ajuda a prevenir Alzheimer, comprova estudo Comer peixe de água fria ajuda a prevenir o Alzheimer. Isso é o que um estudo realizado por pesquisadores do Centro de Ciências da Saúde da Universidade do Texas mostra. Segundo os cientistas, comer peixes de água fria e outras fontes de ácidos [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/bq/ig/aa/bqigaaxabpd1liqe8qpaz9l6e.jpg" width="906" height="509" alt="Comer peixe de água fria ajuda a prevenir Alzheimer, comprova estudo" title="Comer peixe de água fria ajuda a prevenir Alzheimer, comprova estudo"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Reprodução/Facebook</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Comer peixe de água fria ajuda a prevenir Alzheimer, comprova estudo</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Comer <strong>peixe</strong> de água fria ajuda a prevenir o <strong>Alzheimer.</strong> Isso é o que um estudo realizado por <strong>pesquisadores</strong> do Centro de Ciências da Saúde da Universidade do Texas mostra.</p>
<p class="">Segundo os cientistas, comer peixes de água fria e outras fontes de ácidos graxos <strong>ômega-3,</strong> como o salmão, atum e sardinha, pode preservar a saúde do cérebro e melhorar a cognição na meia-idade.</p>
<p>Para chegar aos resultados, a equipe analisou a relação das concentrações de ácidos graxos ômega-3 nos glóbulos vermelhos do sangue, além de estudar os efeitos das concentrações de glóbulos vermelhos ômega-3 em voluntários que carregavam APOE4, uma variação genética ligada ao maior risco de doença de Alzheimer.</p>
<p>Os cientistas descobriram que quanto maior o índice de ômega-3 no corpo do participante, maior era o volume do hipocampo, uma estrutura do cérebro que desempenha um papel importante na aprendizagem e na memória. </p>
<p>Também foi constatado que consumir a gordura saudável é associado a um melhor raciocínio ou à capacidade de entender conceitos complexos usando o pensamento.</p>
<div>
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<li> <a href="https://saude.ig.com.br/2022-10-05/queiroga-vacina-polio.html" title="Brasil atingirá meta de vacinação contra a pólio, diz Queiroga" target="_self" rel="noopener">Brasil atingirá meta de vacinação contra a pólio, diz Queiroga</a> </li>
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</ul>
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</div>
<p class="">Uma teoria é que, como esses ácidos graxos são necessários na membrana dos neurônios, quando são substituídos por outros tipos de ácidos graxos é quando os neurônios (células nervosas) se tornam instáveis.</p>
<p class="">Entre no  <a href="https://t.me/iGUltimoSegundo" data-mce-href="https://t.me/iGUltimoSegundo">canal do Último Segundo no Telegram</a> e veja as principais notícias do dia no Brasil e no Mundo. Siga também o  <a href="https://t.me/portalig" data-mce-href="https://t.me/portalig">perfil geral do Portal iG.</a> </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://saude.ig.com.br/2022-10-06/peixe-agua-fria-prevenir-alzheimer-estudo.html#32683cf8-9d78-4272-8d82-666df053b012" rel="noopener">IG SAÚDE</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Novo remédio retarda declínio cognitivo causado pelo Alzheimer</title>
		<link>https://fatomt.com.br/novo-remedio-retarda-declinio-cognitivo-causado-pelo-alzheimer/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Sep 2022 13:10:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[causado]]></category>
		<category><![CDATA[cognitivo]]></category>
		<category><![CDATA[declinio]]></category>
		<category><![CDATA[remedio]]></category>
		<category><![CDATA[retarda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Robina Weermeijer / Unsplash Novo remédio retarda declínio cognitivo causado pelo Alzheimer Um novo remédio para o Alzheimer apresentou resultados positivos na última fase de testes. O anticorpo monoclonal retardou o declínio cognitivo em 27%, informaram as farmacêuticas Biogen e Eisai, responsáveis pelo medicamento. A droga, que está na fase 3 de um ensaio clínico global, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/97/v2/9s/97v29sq4yq1dsqka44fl6d5tf.jpg" width="906" height="509" alt="Novo remédio retarda declínio cognitivo causado pelo Alzheimer" title="Novo remédio retarda declínio cognitivo causado pelo Alzheimer"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Robina Weermeijer / Unsplash</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Novo remédio retarda declínio cognitivo causado pelo Alzheimer</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Um <strong>novo remédio</strong> para o <strong>Alzheimer</strong> apresentou resultados positivos na última fase de testes. O anticorpo monoclonal retardou o declínio cognitivo em 27%, informaram as farmacêuticas Biogen e Eisai, responsáveis pelo <strong>medicamento.</strong> </p>
<p class="">A droga, que está na fase 3 de um ensaio clínico global, também reduziu os níveis de amiloide no cérebro, uma proteína que é uma das responsáveis pelo Alzheimer. Além disso, produziu efeitos positivos na cognição e na capacidade de desempenho diário de tarefas quando comparado com um placebo.</p>
<p>O estudo envolveu cerca de 1.800 pacientes com Alzheimer em estágio inicial. Cerca de 21% dos tratados com o novo medicamento apresentaram edema cerebral ou sangramento cerebral visível em exames de imagem, um efeito colateral associado a medicamentos desse tipo. Menos de 3% desses pacientes tiveram casos sintomáticos.</p>
<div>
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</ul>
</aside>
</div>
<p class="">A Food and Drug Administration, dos Estados Unidos, já está considerando a aprovação condicional do lecanemab.  </p>
<p>Entre no  <a href="https://t.me/iGUltimoSegundo" data-mce-href="https://t.me/iGUltimoSegundo">canal do Último Segundo no Telegram</a> e veja as principais notícias do dia no Brasil e no Mundo. Siga também o  <a href="https://t.me/portalig" data-mce-href="https://t.me/portalig">perfil geral do Portal iG.</a>  </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://saude.ig.com.br/2022-09-28/novo-remedio-alzheimer.html#4096f5aa-4762-4c5f-8531-2bef12f41bc6" rel="noopener">IG SAÚDE</a></p>
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		<title>Brasileiro tem reversão de sintomas do Alzheimer com óleo de Cannabis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Sep 2022 13:05:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[brasileiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reprodução Anvisa já aprovou 15 produtos medicinais à base de Cannabis Desde 2017, o agricultor Delci Ruver, 78, está participando de um estudo pioneiro no Brasil sobre o uso de óleo de cannabis em pessoas com Alzheimer . Os resultados do estudo feito pela Unila (Universidade Federal da Integração Latino-Americana), em Foz do Iguaçu , [&#8230;]</p>
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<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/7r/h8/y5/7rh8y549ezieagiirx2b429qc.jpg" width="906" height="509" alt="Anvisa já aprovou 15 produtos medicinais à base de Cannabis" title="Anvisa já aprovou 15 produtos medicinais à base de Cannabis"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Reprodução</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Anvisa já aprovou 15 produtos medicinais à base de Cannabis</div>
</figcaption></figure>
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</div>
<p class="">Desde 2017, o agricultor Delci Ruver, 78, está participando de um <strong>estudo pioneiro</strong> no <strong> Brasil</strong> sobre o uso de <strong>óleo de cannabis</strong> em pessoas com <strong>Alzheimer</strong> .</p>
<p>Os resultados do estudo feito pela <strong>Unila</strong> (Universidade Federal da Integração Latino-Americana), em <strong>Foz do Iguaçu</strong> , mostra que após 22 meses de acompanhamento, Ruver, teve uma <strong>reversão dos sintomas</strong> com melhoras no humor, sono e memória, além da doença se manter estável.</p>
<p> <em>“Sou outra pessoa agora e todo mundo tem percebido isso. Meu dia a dia mudou em tudo. Eu me esquecia de coisas básicas, saía de casa para ir a um lugar e parava em outro totalmente diferente. Agora não, eu vou e volto, durmo bem, acordo mais disposto e faço meu chimarrão”,</em> revela o agricultor em entrevista à Folha de Londrina.</p>
<p>Ele mora junto com a mulher Gayer Ruver, 77 anos, em uma área rural de Planalto, no Sudoeste do Paraná. Gayer revela que enquanto a doença do marido foi expandindo, foi preciso demandar uma atenção especial com o passar dos anos.</p>
<p> <em>“Era complicado deixá-lo sozinho. Passei a dormir só depois que ele se deitava por medo de ele esquecer o fogão ligado ou sair de casa. Ele esquecia a porteira aberta e não podia mais ficar perto do açude pelo risco de algum acidente. Agora ele já percebe detalhes importantes e dá para levarmos uma vida mais tranquila”</em> , comenta Gayer.</p>
<p>Ruver está em boas mãos, visto que o estudo que avalia os efeitos do uso diário de um extrato composto por THC (Tetrahidrocanabinol) e CBD (Canabidiol), é feito pela neta e farmacêutica Ana Carolina Ruver Martins.</p>
<p>Ela afirma que a pesquisa se iniciou em 2017 quando Ruver já apresentava um grau moderado de Alzheimer. Ele passou a fazer uso diário de 500 microgramas de extrato da cannabis, preparada com uma maior concentração de THC. Hoje, ele segue utilizando as gotas do composto todos os dias antes de dormir.</p>
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<p class="">No segundo semestre de 2021, outros 28 pacientes diagnosticados com Alzheimer, em estágio leve e moderado, também passaram a ser acompanhados. Metade do grupo fez dosagem de óleo de cannabis, enquanto a outra usou placebo. Segundo os cientistas, <em>“os pacientes que fizeram uso de canabinoides durante seis meses se mostraram clinicamente estáveis”</em> .</p>
<p>Segundo o Ministério da Saúde, no Brasil, cerca de um milhão e 200 mil pessoas vivem com alguma forma de demência e 100 mil novos casos são diagnosticados por ano. O Alzheimer atinge principalmente pessoas acima de 65 anos de idade.</p>
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		<title>Alzheimer: método identifica a doença até 17 anos antes dos sintomas</title>
		<link>https://fatomt.com.br/alzheimer-metodo-identifica-a-doenca-ate-17-anos-antes-dos-sintomas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Jul 2022 15:05:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[antes]]></category>
		<category><![CDATA[identifica]]></category>
		<category><![CDATA[metodo]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Robina Weermeijer / Unsplash Imagem mostra cérebro saudável à esquerda e cérebro com Alzheimer à direita Na busca por métodos capazes de identificar a  doença de Alzheimer de forma precoce, antes de causar os danos irreversíveis no cérebro, pesquisadores da Alemanha descobriram que alguns biomarcadores no sangue conseguem indicar o diagnóstico até mesmo 17 anos [&#8230;]</p>
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<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/0s/26/sl/0s26sl6csvabqjdf74gt5pefr.jpg" width="906" height="509" alt="Imagem mostra cérebro saudável à esquerda e cérebro com Alzheimer à direita" title="Imagem mostra cérebro saudável à esquerda e cérebro com Alzheimer à direita"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Robina Weermeijer / Unsplash</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Imagem mostra cérebro saudável à esquerda e cérebro com Alzheimer à direita</div>
</figcaption></figure>
</p>
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<p>Na busca por métodos capazes de identificar a  <a href="https://saude.ig.com.br/2022-06-27/estudo-associa-vacina-reducao-risco-alzheimer.html" data-mce-href="https://saude.ig.com.br/2022-06-27/estudo-associa-vacina-reducao-risco-alzheimer.html">doença de Alzheimer</a> de forma precoce, antes de causar os danos irreversíveis no cérebro, pesquisadores da Alemanha descobriram que alguns biomarcadores no sangue conseguem indicar o diagnóstico até mesmo 17 anos antes de os sintomas aparecerem. Os achados foram publicados na revista científica Alzheimer&#8217;s &#038; Dementia, e os responsáveis acreditam que podem ser importantes para o desenvolvimento de tratamentos mais eficazes para a doença.</p>
<p>Embora ainda não exista cura para o <a href="https://saude.ig.com.br/2022-06-28/covid-19--infeccao-aumenta-o-risco-de-alzheimer--parkinson-e-avc.html" data-mce-href="https://saude.ig.com.br/2022-06-28/covid-19--infeccao-aumenta-o-risco-de-alzheimer--parkinson-e-avc.html">Alzheimer</a> , quanto antes o quadro é identificado, melhor é o controle dos sintomas e mais lenta é a evolução da neurodegeneração. Geralmente essa forma de demência é confirmada pelos médicos por meio da avaliação clínica somente após o surgimento dos sinais. Porém, de acordo com os cientistas da Universidade de Bochum e do Centro Alemão de Pesquisa para o Câncer, isso pode acontecer até 20 anos depois do início da doença.</p>
<p>&#8220;Nosso objetivo é determinar o risco de desenvolver a demência de  <a href="https://saude.ig.com.br/2022-07-14/habitos-influenciam-mais-do-que-a-idade-para-o-surgimento-do-alzheimer.html" data-mce-href="https://saude.ig.com.br/2022-07-14/habitos-influenciam-mais-do-que-a-idade-para-o-surgimento-do-alzheimer.html">Alzheimer</a> em um estágio posterior com um simples exame de sangue, mesmo antes que as placas tóxicas possam se formar no cérebro, para garantir que uma terapia possa ser iniciada a tempo&#8221;, explica o professor Klaus Gerwert, diretor fundador do Centro de Diagnóstico de Proteínas (PRODI) da Universidade Bochum, em comunicado.</p>
<p>Gerwert liderou o novo estudo, que utilizou um sensor imuno-infravermelho desenvolvido pela equipe da universidade para detectar no sangue de pacientes a presença de biomarcadores ligados à proteína beta-amiloide. Isso porque a formação de placas da proteína no cérebro é considerada a causa do Alzheimer.</p>
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<li> <a href="https://saude.ig.com.br/2022-07-14/habitos-influenciam-mais-do-que-a-idade-para-o-surgimento-do-alzheimer.html" title="Hábitos influenciam mais do que a idade para o surgimento do Alzheimer" target="_self" rel="noopener">Hábitos influenciam mais do que a idade para o surgimento do Alzheimer</a> </li>
<li> <a href="https://saude.ig.com.br/2022-06-27/estudo-associa-vacina-reducao-risco-alzheimer.html" title="Estudo liga vacina da gripe a uma redução de 40% no risco de Alzheimer" target="_self" rel="noopener">Estudo liga vacina da gripe a uma redução de 40% no risco de Alzheimer</a> </li>
<li> <a href="https://saude.ig.com.br/2022-06-28/covid-19--infeccao-aumenta-o-risco-de-alzheimer--parkinson-e-avc.html" title="Covid-19: infecção aumenta o risco de Alzheimer, Parkinson e AVC" target="_self" rel="noopener">Covid-19: infecção aumenta o risco de Alzheimer, Parkinson e AVC</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">O novo trabalho utiliza dados de uma pesquisa anterior, em que foram coletadas amostras de sangue de pessoas de 50 a 75 anos que não tinham diagnóstico de Alzheimer entre 2000 e 2002. As coletas foram posteriormente congeladas. Para a nova pesquisa, os cientistas chamaram de volta 68 desses participantes que desenvolveram o  <a href="https://saude.ig.com.br/2022-06-02/neurocientistas-descobrem-mutacao-que-retarda-os-sintomas-de-alzheimer.html" data-mce-href="https://saude.ig.com.br/2022-06-02/neurocientistas-descobrem-mutacao-que-retarda-os-sintomas-de-alzheimer.html">Alzheimer</a> durante os 17 anos seguintes e os comparou com 240 pessoas sem a doença.</p>
<p>O objetivo era identificar os biomarcadores do Alzheimer no sangue dos pacientes que desenvolveram o quadro e, em seguida, analisar se eles já podiam ser detectados nas amostras iniciais, coletadas há quase duas décadas, em comparação com os demais participantes. O sensor foi capaz de identificar o dobramento incorreto da beta-amiloide em 71% dos pacientes com a doença até nove anos antes de os sintomas aparecerem, e em 65% até 17 anos antes.</p>
<p>Além disso, os cientistas conseguiram perceber que a concentração de proteína de fibra glial (GFAP), outro biomarcador para o Alzheimer, também foi identificado já no início do período de análises.</p>
<p>Entre no  <strong> <a href="https://t.me/iGUltimoSegundo" data-mce-href="https://t.me/iGUltimoSegundo">canal do Último Segundo no Telegram</a> </strong> e veja as principais notícias do dia no Brasil e no Mundo.  Siga também o  <a href="https://t.me/portalig" data-mce-href="https://t.me/portalig">perfil geral do Portal iG.</a> </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://saude.ig.com.br/2022-07-22/alzheimer-novo-metodo-identifica-doenca-ate-17-anos-antes-sintomas.html#f327f3ee-5123-4d79-94e4-61e46777922c" rel="noopener">IG SAÚDE</a></p>
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