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	<title>Arquivos alcoolica - FATO MT</title>
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	<title>Arquivos alcoolica - FATO MT</title>
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		<title>Bebida alcoólica em excesso prejudica &#8211; e muito &#8211; o sistema digestivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Dec 2022 11:15:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>FreePik Cuidado com o excesso de álcool no réveillon Chegou a hora da virada do ano e muitos brasileiros exageram no álcool. Se é o seu caso, pense melhor antes de encher o copo, pois o seu organismo pode pagar caro pelo abuso, principalmente o sistema digestivo. A substância irrita a mucosa desses órgãos, desencadeando sintomas [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/34/8i/dz/348idzav0t2e6lqqtg7xazryh.jpg" width="906" height="509" alt="Cuidado com o excesso de álcool no réveillon" title="Cuidado com o excesso de álcool no réveillon"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>FreePik</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Cuidado com o excesso de álcool no réveillon</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Chegou a hora da virada do ano e muitos brasileiros exageram no álcool. Se é o seu caso, pense melhor antes de encher o copo, pois o seu organismo pode pagar caro pelo abuso, principalmente o sistema digestivo. A substância irrita a mucosa desses órgãos, desencadeando sintomas como azia, náuseas e vômitos. Em longo prazo, essa agressão pode gerar uma inflamação nas paredes internas do estômago, a gastrite, ou piorar muito o quadro de quem já sofre com ela.</p>
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<p>No intestino esse tipo de bebida altera sua flora e sua motilidade, ou seja, movimentos autônomos que ele realiza para deslocar o bolo fecal, o que favorece o surgimento de diarreia. O esôfago também sofre. “O álcool leva ao relaxamento do esfíncter superior do estômago, uma válvula que fica localizada entre o final do esôfago e o começo do estômago e tem a missão de evitar que os alimentos ingeridos e os ácidos secretados na digestão voltem ao esôfago, o que leva ao refluxo”, conta o cirurgião do aparelho digestivo Gustavo Patury Accioly, de São Paulo. Com o tempo isso pode provocar a irritação no esôfago, a chamada esofagite.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
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</aside>
</div>
<p class="">O pâncreas também é afetado e pode padecer com inflamações que em casos mais graves levam a uma enfermidade chamada pancreatite, que costuma provocar fortes dores abdominais. Grandes quantidades de álcool também podem ser responsáveis por lesões nas células do fígado, que podem desencadear doenças como a hepatite alcoólica e a cirrose hepática que em casos mais graves podem levar à morte. E se não bastasse tudo isso, estudos já mostraram que a substância aumenta o risco de diferentes tipos de câncer, como na boca, faringe, laringe, esôfago, estômago, fígado e intestino.  </p>
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<p>Por todas essas razões, o ideal é pegar leve, mesmo que a situação favoreça a ingestão de bebidas em excesso. “O indicado é tomar pequenas doses socialmente no máximo duas vezes por semana”, diz Accioly. Beber bastante água antes, durante e após o álcool também é uma boa ideia, pois ajuda a diluí-lo e a reidratar o organismo, já que essa substância favorece a desidratação.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2022-12-31/bebida-alcoolica-em-excesso-prejudica--e-muito--o-sistema-digestivo.html#95d3a6fe-c99d-49a7-bc8a-6712aa44594e" rel="noopener">IG Mulher</a></p>
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		<title>Operação combate contrabando de cigarro e bebida alcoólica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Nov 2022 18:40:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[alcoolica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Belém/PA. A Polícia Federal no Pará cumpriu, nesta quinta-feira (10/11), oito mandados de busca e apreensão no combate ao contrabando e à lavagem de dinheiro. É a Operação Mercador Fenício, com deflagração em vários Estados e participação da Receita Federal e do Ministério Público Federal. Foram apreendidos aparelhos celulares, HDs, pen drives e documentos. Os [&#8230;]</p>
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<p style="text-align: justify"><b>Belém/PA.</b> A Polícia Federal no Pará cumpriu, nesta quinta-feira (10/11), oito mandados de busca e apreensão no combate ao contrabando e à lavagem de dinheiro. É a Operação Mercador Fenício, com deflagração em vários Estados e participação da Receita Federal e do Ministério Público Federal.</p>
<p style="text-align: justify">Foram apreendidos aparelhos celulares, HDs, pen drives e documentos. Os alvos com mandados expedidos pela Justiça Federal do Pará são suspeitos de integrar uma espécie de sistema financeiro paralelo para lavagem de dinheiro, com uso de empresas de fachada e “laranjas”.</p>
<p style="text-align: justify">Recursos financeiros eram dispersos por diversas contas bancárias em nome de pessoas físicas e jurídicas ligadas aos grupos investigados. Esses recursos eram inseridos em atividades comerciais aparentemente lícitas sem ligação direta com integrantes da organização criminosa e, posteriormente, eram remetidos aos operadores das atividades ilícitas, dificultando o rastreamento e fiscalização pelos órgãos de controle e segurança.</p>
<p style="text-align: justify">A investigação teve origem na Paraíba, onde empresas faziam pedido por contrabando de cigarros, bebidas alcoólicas e mercadorias falsificadas de Trinidad e Tobago, Suriname e Guiana.</p>
<p style="text-align: justify">Pelo menos dois grupos organizados no Pará eram responsáveis pela internalização das mercadorias, de forma clandestina, em pontos da costa dos estados do Maranhão, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará. Em seguida, empresas varejistas e atacadistas de diversos estados do país eram abastecidas com essas mercadorias, que por serem fruto de contrabando e descaminho, não eram submetidas à inspeção da Receita Federal, nem recebiam autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para serem comercializadas no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify"><b>Âmbito nacional</b></p>
<p style="text-align: justify">A organização criminosa investigada é dividida em núcleos: fornecedores, barqueiros, distribuidores, transportadores rodoviários, atacadistas e varejistas. Entre 2016 e 2020, os grupos investigados movimentaram em torno de R$ 660 milhões.</p>
<p style="text-align: justify">Foram expedidos 51 mandados de busca e apreensão, quatro mandados de prisão preventiva, além do bloqueio de valores em torno de R$ 713 milhões nos estados do Pará, Goiás, Ceará, Pernambuco, Paraíba, Maranhão e no Distrito Federal. A Receita Federal participa da operação com 17 auditores-fiscais e oito analistas-tributários. Já a Polícia Federal participa com cerca de 60 integrantes, apenas no Pará.</p>
<p style="text-align: right"><strong>Assessoria de Comunicação da Polícia Federal do Pará, com informações da Receita Federal.</strong></p>
<p style="text-align: right"><strong>Contato: 91 98393-0775</strong></p>
<p style="text-align: right"><strong>E-mail: cs.srpa@pf.gov.br</strong></p>
</div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.gov.br/pf/pt-br/assuntos/noticias/2022/11/operacao-combate-contrabando-de-cigarro-e-bebida-alcoolica#17a62b36-db1b-4f4f-a252-ead6f222fcac" rel="noopener">Polícia Federal</a></p>
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		<title>Síndrome Alcóolica Fetal: beber álcool na gravidez pode causar doença</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Oct 2022 10:06:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[alcool]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foto: Reprodução/Pixabay Milhares de bebês são diagnosticádos com a síndrome alcóolica fetal todos os anos A gravidez foi uma surpresa para a historiadora e professora universitária Aline Ferreira* (40). Aos 30 anos, a docente sofria de hipomenorreia, que é a condição de escassez do sangue menstrual. “Eu menstruava muito pouco, e, às vezes, mal sangrava. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/bf/i6/1j/bfi61jft9xb2q4wunhqtnfmso.jpg" width="906" height="509" alt="Milhares de bebês são diagnosticádos com a síndrome alcóolica fetal todos os anos" title="Milhares de bebês são diagnosticádos com a síndrome alcóolica fetal todos os anos"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Foto: Reprodução/Pixabay</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Milhares de bebês são diagnosticádos com a síndrome alcóolica fetal todos os anos</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">A gravidez foi uma surpresa para a historiadora e professora universitária Aline Ferreira* (40). Aos 30 anos, a docente sofria de hipomenorreia, que é a condição de escassez do sangue menstrual. “Eu menstruava muito pouco, e, às vezes, mal sangrava. Por isso, não percebi que estava grávida até o terceiro mês da gestação”.</p>
<p class=""> <strong>Entre no  <a href="https://t.me/iGDelas" data-mce-href="https://t.me/iGDelas">canal do iG Delas no Telegram</a> e fique por dentro de todas as notícias sobre beleza, moda, comportamento, sexo e muito mais!</strong> </p>
<p>Durante o início da gravidez, Aline* estava em Salvador (BA), cursando uma pós-graduação. “Foi um período muito difícil. Estava muito sozinha, e, por isso, acabei me afogando no álcool. Não passava um dia sem beber. Foi bem triste mesmo. Mas, quando descobri que estava grávida, parei de imediato. Sabia que não podia, mas não sabia o verdadeiro porquê”.</p>
<p>O parto de Pedro Lucas*, seu filho, foi prematuro, e o bebê ficou internado por alguns meses. Após analisarem a má formação de alguns órgãos e as visíveis alterações faciais, os médicos de Ferreira alertaram a família: o recém-nascido sofria de Síndrome Alcóolica Fetal (SAF).</p>
<p>Depois de cinco meses, Pedro Lucas* faleceu por complicações renais. &#8220;Me senti muito, muito, muito culpada. Sabia que eu não imaginava que carregava meu filho na época, mas queria muito voltar no tempo e não ter bebido o que bebi. Levou muito tempo para eu me perdoar”, revela a mãe.</p>
<h3>Síndrome Alcóolica Fetal (SAF)</h3>
<p>A Síndrome do Alcóolica Fetal (SAF) é o mais grave transtorno de doenças relacionadas ao álcool na gestação, e é causada pela ação tóxica da substância no organismo fetal em desenvolvimento.</p>
<p class="">“O álcool atravessa facilmente a placenta e é dificilmente metabolizado pelo feto que ainda não desenvolveu as enzimas adequadas ao seu metabolismo, acumulando-se, portanto, no líquido amniótico resultando em uma ação muito prolongada do álcool no feto”, explica Conceição Segre, livre docente em Pediatria Neonatal e conselheira científica do Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (CISA).</p>
<p class="">Além disso, o álcool desenvolve a diminuição da oxigenação fetal, disfunção hormonal, retardo de crescimento intrauterino e malformações fetais. O sistema nervoso é particularmente atingido pela substância, bem como o coração, os membros e os órgãos genitais.</p>
<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/9j/fk/2m/9jfk2mht0bimv4h6lqck4g2dl.jpg" width="906" height="509" alt="O álcool prejudica o desenvolvimento dos fetos" title="O álcool prejudica o desenvolvimento dos fetos"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Foto: Reprodução/Freepik</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">O álcool prejudica o desenvolvimento dos fetos</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">A SAF é classificada como o principal transtorno causador de retardo mental e de anomalias congênitas não hereditárias em todo o mundo. De acordo com a maioria das pesquisas, entre 1 a 3 bebês são diagnosticados com a síndrome a cada 1000 nascidos vivos.</p>
<p>Para a ginecologista e diretora técnica da Clínica Curci, Carolina Curci, os primeiros diagnósticos de bebês com SAF observam alterações na face, como olhos pequenos, lábios superiores muito finos, nariz curto, pálpebras baixas e dismorfia facial. No corpo, é possível observar defeitos em órgãos, como problemas no coração, rins e ossos.</p>
<p>“Também existem sintomas cognitivos e neurológicos, como a dificuldade de concentração, pouca memória, falta de coordenação motora, pouco equilíbrio e impulsividade”, explica a médica. “Pacientes que nasceram com síndrome alcoólica fetal também podem apresentar uma série de tendências, como abuso de álcool, agressividade, depressão, anorexia  e dificuldade de julgamento de certo e errado.”</p>
<p>O diagnóstico precoce pode ser feito pelo histórico materno de ingestão de álcool durante a gravidez, o que, segundo Conceição Segre, nem sempre é facilmente obtido. Na maioria das vezes, a SAF é reconhecida pelo quadro clínico do bebê. A médica explica que, com o passar do tempo, as alterações faciais vão diminuindo, tornando o diagnóstico mais difícil. </p>
<p>Segundo Segre, existem testes modernos que possibilitam um diagnóstico ainda mais precoce, realizado com as fezes do recém-nascido. O teste busca por resíduos de éster etílico de ácidos graxos no excremento do bebê, para assim contabilizar a quantidade de álcool ingerida pela mãe durante a gestação. No entanto, as clínicas do Brasil ainda não contam com essa tecnologia disponível.</p>
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<p>O risco da SAF aumenta conforme a ingestão de álcool na gravidez. “A ingestão no primeiro trimestre de gestação implica em risco 12 vezes maior de acometimento fetal; se a gestante continuar a ingerir bebidas alcoólicas no  primeiro e no segundo trimestres, o risco se eleva a 61 vezes; e se o consumo ocorrer durante toda a gestação, o risco é 65 vezes maior”, explica.</p>
<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/ci/bf/jf/cibfjf4dxokj3k27ztlr53bup.jpg" width="906" height="509" alt="Chances da SAF aumentam a cada trimestre da gestação que se consome álcool" title="Chances da SAF aumentam a cada trimestre da gestação que se consome álcool"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Foto: Reprodução/Freepik</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Chances da SAF aumentam a cada trimestre da gestação que se consome álcool</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">A médica detalha que o grau de acometimento fetal é considerado mais grave se a ingestão de bebida alcoólica ocorrer no início da gestação, quando a mulher nem mesmo sabe que está grávida. Portanto, qualquer quantidade de álcool ingerida em qualquer fase da gestação pode atingir o feto.</p>
<p class="">Até o momento, não existe uma quantidade contabilizada de álcool saudável para consumo por gestantes. A prevenção, para qualquer mulher que deseja engravidar ou já está grávida, é a total abstinência da substância desde o início da gestação até o período da amamentação.</p>
<p>A Síndrome Alcóolica Fetal não tem cura. A pediatra Carolina reflete que os cuidados devem ser desenvolvidos por uma rede de apoio, com obstetra, pediatras, psicólogos, psiquiatras, fisioterapeutas e fonoaudiólogos. “É uma equipe multidisciplinar de tratamento específico”, finaliza.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://delas.ig.com.br/filhos/2022-10-11/sindrome-alcoolica-fetal.html#bbd1a43e-3119-40d0-85f9-04ebf819e13d" rel="noopener">IG Mulher</a></p>
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