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	<title>Arquivos ajuste - FATO MT</title>
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	<description>A notícia de Fato!</description>
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	<title>Arquivos ajuste - FATO MT</title>
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	<item>
		<title>Haddad, Tebet e Campos Neto debatem taxa de juros e ajuste fiscal no Plenário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Apr 2023 18:16:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[ajuste]]></category>
		<category><![CDATA[campos]]></category>
		<category><![CDATA[debatem]]></category>
		<category><![CDATA[fiscal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A atual taxa básica de juros (Selic) em 13,75%, a capacidade de crescimento do país, expectativas inflacionárias e novo arcabouço fiscal são alguns dos temas predominantes na sessão de debates no Plenário do Senado, que conta com a presença do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, da ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, do presidente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A atual taxa básica de juros (Selic) em 13,75%, a capacidade de crescimento do país, expectativas inflacionárias e novo arcabouço fiscal são alguns dos temas predominantes na sessão de debates no Plenário do Senado, que conta com a presença do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, da ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, além de economistas e representantes do setor produtivo. A sessão desta quinta-feira (27) foi requerida pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Apesar de reconhecer a preocupação com o controle da taxa de juros para manter a inflação próximo à meta, fixada atualmente em 3%, Pacheco falou sobre a importância de se refletir sobre o cenário de uma taxa Selic, que é o principal instrumento de política monetária do Banco Central, causar efeito severo sobre o desempenho da economia.</p>
<p>— Se a contração do crédito por parte da população e das empresas é impactada pela variação da taxa Selic, é simples perceber que uma taxa de juros alta prejudica o consumo e o crescimento econômico, configurando entrave ao desenvolvimento nacional, à erradicação da pobreza e da marginalização, e à redução das desigualdades sociais e regionais, objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil, como figuram no art. 3º de nossa Constituição. Ao mesmo tempo em que não é viável o aumento descontrolado de preços, também não se deseja o estrangulamento da economia no curto prazo — disse Pacheco.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<h3><strong><span class="Apple-converted-space">&#8220;Gastos tributários&#8221;</span></strong></h3>
<p>Ao avaliar o quadro macroeconômico, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, lembrou que a política monetária, implementada pelo Banco Central, e a política fiscal, pelo governo federal, precisam ser integradas. </p>
<p>— <span>O trabalho tem que ser a muitas mãos, um reforçando o trabalho do outro, o monetário fortalecendo o trabalho do fiscal, o fiscal, do monetário, e também o prudencial, porque nós estamos com vários setores da economia drasticamente afetados.</span></p>
<p>Diante do Orçamento aprovado no ano passado, que levava à descontinuidade dos programas sociais e à incapacidade investimento público, o ministro observou que era preciso tomar medidas saneadoras para recuperar as finanças públicas.</p>
<p>— Para onde olhar? Qual é a maneira correta de fazer o ajuste sem penalizar aqueles que dependem do SUS, da escola pública, da universidade pública, da segurança pública, da assistência social e assim sucessivamente? A maneira que nós escolhemos de fazer o ajuste foi abrindo a caixa-preta das renúncias fiscais, o chamado gasto tributário. (&#8230;) Estamos falando em torno de R$ 500 bilhões explícitos na peça orçamentária e seus respectivos anexos de renúncia fiscal e outros R$ 100 bilhões que não estão na Lei Orçamentária, porque são tributos que sequer são considerados para fins fiscais em virtude da frouxidão da nossa legislação, com práticas inadequadas e inaceitáveis no mundo desenvolvido. Então há de se falar em contra de gastos na nossa opinião? Sim. Sobretudo o gasto tributário — disse.</p>
<p>Haddad apontou o novo arcabouço fiscal encaminhado ao Congresso e a reforma tributária como prioridades para fazer avançar uma agenda voltada para o desenvolvimento sustentável. Ele observou que as renúncias fiscais, muitas delas antigas e sem relevância social e econômica, representam R$ 500 bilhões a menos no Orçamento — quatro vezes o gasto com o maior programa de transferência de renda do mundo, o Bolsa Família.</p>
<p><span>— Temos aí uma agenda importante de recuperação da nossa capacidade de crescer, gerar emprego, gerar renda, gerar desenvolvimento. </span><span>Eu sou da opinião de que os conflitos distributivos no Brasil [do ponto de vista social] são tão severos que eles só se equacionam com o crescimento. Crescendo uma média de 1% ao ano, 1,5% ao ano, se nós fomos levar em consideração que o crescimento da renda per capita é sistematicamente inferior a 1% ao ano, nós não vamos resolver os problemas sociais e as necessidades imperiosas de investimento na nossa matriz produtiva, que está muito defasada tanto no ponto de vista tecnológico quanto do ponto de vista de infraestrutura — explicou Haddad, lembrando que não se pode penalizar trabalhadores e empresários, que geram renda, enquanto se perpetua um quadro de injustiça tributária, que impede o crescimento e dificulta a concorrência.</span><span></span></p>
<p><span>A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, salientou que &#8220;juros, inflação e crescimento&#8221; precisam andar juntos, salientando que &#8220;o crescimento não pode ficar no meio do caminho&#8221;.</span></p>
<p><span>— </span><span>Não há contradição  (&#8230;) quando nós dissemos que, sim, o Banco Central é responsável pela política monetária, que tem sempre decisões técnicas, mas também é preciso afirmar que tem que sempre ter foco nas políticas públicas e no crescimento do Brasil. Não há contradição em dizer: o Banco Central é autônomo, e é bom que seja; a autonomia do Banco Central é importante para a estabilidade econômica. Portanto, o governo não interfere nas decisões técnicas do Banco Central, mas o Banco Central também não pode considerar que as suas ações são apenas técnicas; são técnicas, mas também são decisões que interferem na política, especialmente os seus comunicados e as suas atas — afirmou Tebet.</span></p>
<h3 class="principalStyle"><strong>Inflação</strong></h3>
<p>O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, disse entender que a inflação atinge de forma perversa as classes mais pobres da sociedade e que a instituição tem atuado de forma técnica, com um corpo de profissionais capacitado para buscar a estabilidade tanto de preços e do sistema financeiro &#8220;sempre com o menor custo de vida&#8221; para a sociedade. Ele afirmou que a entidade compreende a defesa do governo de buscar o crescimento econômico priorizando a agenda social, mas frisou que ela depende do controle inflacionário.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Roberto Campos Neto ressaltou que o BC tem &#8220;um horizonte de metas um pouco distante do horizonte da política&#8221;, justificando assim a autonomia concedida ao presidente. Sobre o questionamento quanto à taxa de juros num índice elevado, o presidente do BC argumentou que a entidade se baseia na percepção de risco, piora na expectativa de inflação tanto pelo mercado como pelo próprio BC e na alta proporção de crédito direcionado a grupos específicos. Ele explicou que para definir a taxa de juros o BC considera a inflação, a capacidade de crescimento do país e as expectativas inflacionárias.</p>
<p>— Se eu caio os juros sem credibilidade, eu caio os juros curtos e, às vezes, o longo até cai por um tempo, mas dura muito pouco, porque ele volta a subir, porque tem um tema de credibilidade. E o que importa na economia não é a Selic, o que importa é o que a gente chama de condições financeiras, que é o que eu tenho total de liquidez na economia, e a Selic é um instrumento que, para gerar condições de liquidez, tem que ser conduzida com credibilidade — disse o presidente do Banco Central.</p>
<p>O economista Armínio Fraga, que foi presidente do BC durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, disse considerar positivo o esforço da equipe econômica do governo Lula no sentido de buscar um ajuste fiscal, enfrentando forças políticas contrárias. Para ele, porém, o ajuste não pode se limitar à relação dívida pública e PIB, à solvência do Estado. No seu entendimento, o ajuste precisa ser mais severo, de mais longo prazo, tocando numa reforma administrativa e previdenciária. </p>
<p>— <span>Isso está no manual político mais clássico do planeta, que é </span><i>O Príncipe,</i><span> de Maquiavel: as coisas mais complicadas a gente faz logo e depois usufrui dos resultados — disse Fraga, argumentando que quase 80% dos gastos públicos vão para a folha de pagamentos e a Previdência.</span></p>
<p>Representantes do setor produtivo, por sua vez, apontaram o quadro de estagnação econômica, segundo eles em grande parte provocada pela política monetária, que segue a apostar em juros altos. O presidente da Confederação Nacional da Indústria, <span>Robson Braga de Andrade, negou que o Brasil viva um quadro de inflação de demanda, opondo-se à visão de Roberto Campos Neto.</span></p>
<p><span>— Porque as nossas empresas, presidente Roberto Campos, nós estamos sofrendo muito com uma demanda fraca. Nós estamos vendo aí setores que têm passado por diversas dificuldades. No setor automobilístico, recentemente, férias coletivas, desemprego, diversos setores que têm realmente enfrentado dificuldades porque não têm a demanda necessária — disse Andrade.</span></p>
<p><i></i></p>
<p><i>Mais informações a seguir</i></p>
<p class="text-muted"><small>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</small></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/04/27/haddad-tebet-e-campos-neto-debatem-taxa-de-juros-e-ajuste-fiscal-no-plenario#34e8e41e-685d-469f-a162-c23a6d294013" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>&#8220;Ajuste fiscal não pode ser feito em cima do trabalhador&#8221;, diz Haddad</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Apr 2023 13:16:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[ajuste]]></category>
		<category><![CDATA[feito]]></category>
		<category><![CDATA[fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[haddad]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Valter Campanato/Agência Brasil &#8211; 04/04/2023 Ministro da Fazenda, Fernando Haddad O ajuste fiscal não pode ser feito em cima do trabalhador, disse nesta quarta-feira (26) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Ele comentou o julgamento do Superior Tribunal de Justiça (STJ) sobre incentivos fiscais que permitem empresas abaterem benefícios concedidos a estados do pagamento de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/9x/we/p6/9xwep6ho9anesq9kxf3od3ssf.jpg" width="906" height="509" alt="Ministro da Fazenda, Fernando Haddad" title="Ministro da Fazenda, Fernando Haddad"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Valter Campanato/Agência Brasil &#8211; 04/04/2023</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Ministro da Fazenda, Fernando Haddad</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">O ajuste fiscal não pode ser feito em cima do trabalhador, disse nesta quarta-feira (26) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Ele comentou o  <a href="https://economia.ig.com.br/2023-04-26/mendonca-suspende-acao-sobre-icms-no-stj--regra-pode-render-r--90-bi.html" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2023-04-26/mendonca-suspende-acao-sobre-icms-no-stj--regra-pode-render-r--90-bi.html">julgamento do Superior Tribunal de Justiça (STJ) sobre incentivos fiscais</a> que permitem empresas abaterem benefícios concedidos a estados do pagamento de tributos federais.</p>
<p class="">&#8220;Estamos muito confiantes e temos segurança de que estamos com a tese correta. O ajuste fiscal precisa ser feito, mas desta vez, não pode ser feito em cima do trabalhador. Sempre que tem ajuste fiscal, quem paga é quem ganha salário mínimo, que paga é quem está desempregado, é o beneficiário do Bolsa Família, quem paga é o SUS [Sistema Único de Saúde]. Nós estamos fazendo a coisa certa, fazendo quem não paga imposto pagar&#8221;, declarou Haddad.</p>
<p class=""> <strong>Entre no  <a href="https://t.me/iGBrasilEconomico" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-mce-href="https://t.me/iGBrasilEconomico">canal do Brasil Econômico no Telegram</a> e fique por dentro de todas as notícias do dia. Siga também o  <a href="https://t.me/portalig" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-mce-href="https://t.me/portalig">perfil geral do Portal iG</a> </strong>  </p>
<p class="">No fim desta tarde, o STJ formou maioria a favor do governo, numa vitória que poderá reforçar a arrecadação em até R$ 90 bilhões. O julgamento, no entanto, depende de uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), após o ministro André Mendonça, do Supremo, conceder liminar que fará o caso ser julgado novamente.</p>
<div id="galleria" class="galleria gd12" data-render-gallery="true"> <a> </p>
<div id="img"> <img decoding="async" loading="lazy" alt="Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, durante apresentação. Foto: Reprodução/Diogo Zacarias - 30/03/2023" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/imgalta/2a/h5/78/2ah578uhr1vm8xku7eu26vir1.jpg"> </div>
<p> </a> <a> </p>
<div id="img"> <img decoding="async" loading="lazy" alt="Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, durante reunião. Foto: Reprodução/Diogo Zacarias - 07/03/2023" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/imgalta/36/hw/3c/36hw3cniyuhepbcqomxz0zz00.jpg"> </div>
<p> </a> <a> </p>
<div id="img"> <img decoding="async" loading="lazy" alt="Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, durante reunião. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil - 04/04/2023" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/imgalta/5d/6j/f2/5d6jf25ftmv5vqyi6ctvlsyd1.jpg"> </div>
<p> </a> <a> </p>
<div id="img"> <img decoding="async" loading="lazy" alt="Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, durante apresentação. Foto: Oédson Alves/Agência Brasil - 05/04/2023" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/imgalta/11/kv/uc/11kvucvqd2ed1uc4ldco0e5ne.jpg"> </div>
<p> </a> <a> </p>
<div id="img"> <img decoding="async" loading="lazy" alt="Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, durante reunião. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil - 04/04/2023" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/imgalta/2v/o8/ta/2vo8tax3jzbcjwgxl972xpkje.jpg"> </div>
<p> </a> <a> </p>
<div id="img"> <img decoding="async" loading="lazy" alt="Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, falando com a imprensa. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil - 03/04/2023" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/imgalta/aq/ya/3l/aqya3l2ajz0q1176cfwcgd8s7.jpg"> </div>
<p> </a> </div>
<p class="">O governo conta com uma decisão favorável em relação ao tema para reforçar a arrecadação e cumprir as metas fiscais propostas no projeto do novo <a href="https://economia.ig.com.br/2023-03-30/arcabouco-fiscal-o-que-e.html" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2023-03-30/arcabouco-fiscal-o-que-e.html">arcabouço fiscal</a> . Segundo o texto enviado ao Congresso na semana passada, o governo pretende zerar o déficit primário (resultado das contas do governo sem os juros da dívida pública) em 2024.  </p>
<p class="">De acordo com Haddad, a cobrança é socialmente justa porque incide sobre grandes empresas que usavam o incentivo fiscal para pagarem menos tributo. O ministro criticou os empresários que se aproveitaram de uma interpretação da legislação que concedeu incentivos fiscais a estados para deixarem de pagar tributos.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2023-04-27/haddad-descarta-mp-arrecadar-90-bilhoes.html" title="Haddad descarta enviar MP para arrecadar R$ 90 bi após decisão do STJ" target="_self" rel="noopener">Haddad descarta enviar MP para arrecadar R$ 90 bi após decisão do STJ</a> </li>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2023-04-26/bernard-appy-reduzir-imposto-consumo.html" title="Reforma do IR pode reduzir tributação sobre consumo, diz Appy" target="_self" rel="noopener">Reforma do IR pode reduzir tributação sobre consumo, diz Appy</a> </li>
<li> <a href="https://economia.ig.com.br/2023-04-26/relator-reforma-tributaria-consumo-imposto.html" title="Relator da reforma tributária defende imposto único para o consumo" target="_self" rel="noopener">Relator da reforma tributária defende imposto único para o consumo</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">&#8220;Se as pessoas estão sonegando imposto, porque não tem outra expressão, têm que pagar uma coisa que sempre se pagou a vida inteira, a Contribuição Social, o Imposto de Renda. Aí entraram com essa interpretação em cima de uma emenda parlamentar e abriram esse buraco no Orçamento federal. Esse buraco no Orçamento está prejudicando quem? Está prejudicando quem depende de serviços públicos, saúde, educação&#8221;, afirmou.  </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2023-04-27/ajuste-fiscal-trabalhador-haddad.html#2dd7580a-b64e-4a22-878c-a62f94495162" rel="noopener">Economia</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Petrobras aprova ajuste organizacional, com novas diretorias</title>
		<link>https://fatomt.com.br/petrobras-aprova-ajuste-organizacional-com-novas-diretorias/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Apr 2023 14:15:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[ajuste]]></category>
		<category><![CDATA[aprova]]></category>
		<category><![CDATA[diretorias]]></category>
		<category><![CDATA[novas]]></category>
		<category><![CDATA[organizacional]]></category>
		<category><![CDATA[petrobras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fernando Frazão/Agência Brasil Edifício sede da Petrobras A Diretoria Executiva da Petrobras aprovou esta semana uma proposta de ajuste organizacional interno. As mudanças ainda precisam ser submetidas ao Conselho de Administração. São três objetivos principais: conduzir a companhia para uma transição energética; agrupar atividades de engenharia, tecnologia e inovação, o que inclui desenvolver projetos de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/1y/h2/3r/1yh23ry26h6j07hcgcf3rrmae.jpg" width="906" height="509" alt="Edifício sede da Petrobras" title="Edifício sede da Petrobras"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Fernando Frazão/Agência Brasil</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Edifício sede da Petrobras</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">A Diretoria Executiva da  <a href="https://economia.ig.com.br/2023-04-07/petrobras-diretoria-transicao-energetica.html" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2023-04-07/petrobras-diretoria-transicao-energetica.html">Petrobras</a> aprovou esta semana uma proposta de ajuste organizacional interno. As mudanças ainda precisam ser submetidas ao Conselho de Administração. São três objetivos principais: conduzir a companhia para uma transição energética; agrupar atividades de engenharia, tecnologia e inovação, o que inclui desenvolver projetos de pesquisa e desenvolvimento; e reunir atividades corporativas em uma área de gestão. </p>
<p>A proposta prevê a criação de novas diretorias na companhia em substituição a outras. O número total não será alterado. As indicações para a coordenação delas cabe ao presidente Jean Paul Prates.</p>
<h3>Entre no  <a href="https://t.me/iGBrasilEconomico" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-mce-href="https://t.me/iGBrasilEconomico">canal do Brasil Econômico no Telegram</a> e fique por dentro de todas as notícias do dia. Siga também o  <a href="https://t.me/portalig" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-mce-href="https://t.me/portalig">perfil geral do Portal iG</a> </h3>
<p>Uma das novas diretorias é a de Transição Energética e Energias Renováveis. Se aprovada, Maurício Tolmasquim assume a liderança. As atividades previstas são descarbonização, mudanças climáticas, novas tecnologias, sustentabilidade, e comércio de gás natural.</p>
<p>A diretoria de Desenvolvimento da Produção vai virar diretoria de Engenharia, Tecnologia e Inovação e vai incorporar o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento Leopoldo A. Miguez de Mello (Cenpes). Setor continua sendo liderado por Carlos José do Nascimento Travassos. </p>
<p>A diretoria de Processos Industriais e Produtos vai substituir a atual diretoria de Refino, Gás e Energia, ocupada por William França da Silva. Entre as principais atribuições, ela engloba a administração dos derivados do refino de petróleo e dos derivados de gás e biocomponentes.</p>
<p>A atual diretoria de Comercialização e Logística, chefiada por Claudio Romeo Schlosser, passa a ser chamada de diretoria de Logística, Comercialização e Mercados. A diretoria de Relacionamento Institucional e Sustentabilidade vai ser extinta. </p>
<p>A diretora executiva Clarice Coppetti vai para a nova diretoria de Gestão Corporativa, que administrará processos internos de gestão de pessoas, saúde, meio ambiente e segurança (SMS) e serviços compartilhados. Carlos Augusto Barreto continua responsável pela área de Transformação Digital, que vai ser subordinada à diretoria de Gestão Corporativa. </p>
<div>
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<ul>
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</ul>
</aside>
</div>
<p class="">As gerências executivas de comunicação e marcas, responsabilidade social e relacionamento externo vão ficar diretamente ligadas à presidência. </p>
<p>A diretoria Financeira e de Relacionamento com Investidores, coordenada por Sergio Caetano Leite passa a ser responsável pela área de Gestão de Portfólio. Vão ser mantidas as diretorias de Exploração e Produção, e Governança e Conformidade.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2023-04-08/petrobras-aprova-novas-diretorias.html#ff90062d-01e7-4337-979e-7b67beddaeff" rel="noopener">Economia</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/petrobras-aprova-ajuste-organizacional-com-novas-diretorias/">Petrobras aprova ajuste organizacional, com novas diretorias</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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		<item>
		<title>Lupi defende ajuste na idade da aposentadoria por região; faz sentido?</title>
		<link>https://fatomt.com.br/lupi-defende-ajuste-na-idade-da-aposentadoria-por-regiao-faz-sentido/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Apr 2023 15:17:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[ajuste]]></category>
		<category><![CDATA[aposentadoria]]></category>
		<category><![CDATA[defende]]></category>
		<category><![CDATA[idade]]></category>
		<category><![CDATA[sentido]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Divulgação &#8211; 29.12.2022 Carlos Lupi foi oficializado como novo ministro da Previdência O ministro da Previdência Social, Carlos Lupi , disse em entrevista à revista Veja publicada na última sexta-feira (31) que defende um ajuste na idade mínima para aposentadoria a depender da região do país. &#8220;Defendo a regionalização da idade de aposentadorias. A expectativa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/b7/8l/68/b78l68sbp9xrvoa2uv0wphc78.jpg" width="906" height="509" alt="Carlos Lupi foi oficializado como novo ministro da Previdência" title="Carlos Lupi foi oficializado como novo ministro da Previdência"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Divulgação &#8211; 29.12.2022</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Carlos Lupi foi oficializado como novo ministro da Previdência</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">O ministro da Previdência Social, <a href="https://economia.ig.com.br/2023-03-29/lupi-continuar-lutando-reduzir-juros-consignado-inss.html" data-mce-href="https://economia.ig.com.br/2023-03-29/lupi-continuar-lutando-reduzir-juros-consignado-inss.html">Carlos Lupi</a> , disse em entrevista à revista Veja publicada na última sexta-feira (31) que defende um ajuste na idade mínima para aposentadoria a depender da região do país.   </p>
<p class="">&#8220;Defendo a regionalização da idade de aposentadorias. A expectativa de vida é diferente entre nordestinos, moradores do Sudeste, do Sul, Centro-Oeste. Na Região Sul há lugares cuja expectativa de vida é como na Europa. Defendo a redução, mas com faixas de idades diferentes para cada região&#8221;, afirma. </p>
<h3 class="">Entre no  <a href="https://t.me/iGBrasilEconomico" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-mce-href="https://t.me/iGBrasilEconomico">canal do Brasil Econômico no Telegram</a> e fique por dentro de todas as notícias do dia. Siga também o  <a href="https://t.me/portalig" target="_blank" rel="noopener nofollow" data-mce-href="https://t.me/portalig">perfil geral do Portal iG</a> </h3>
<p>Segundo João Paulo Ribeiro, advogado especialista em direito previdenciário e imigração, a proposta do ministro tem como objetivo adequar a idade de aposentadoria às diferentes realidades das regiões brasileiras. </p>
<p>“Entendo que a ideia faz sentido e pode ser benéfica, especialmente para as populações mais vulneráveis, desde que sejam estabelecidos critérios claros e justos para determinar as idades de aposentadoria em cada região”, diz, mas alerta que será necessário lidar com a migração entre os estados: “Muitos brasileiros podem querer se mudar para estados onde a idade de aposentadoria seja menor. Será importante estabelecer mecanismos de controle e critérios claros para determinar o local de aposentadoria, como local de nascimento, local de residência nos últimos 10 anos ou local do último emprego”.</p>
<p>O especialista pontua ainda que as regiões Norte e Nordeste seriam beneficiadas pela medida, uma vez que apresentam menor qualidade de vida e índices mais elevados de pobreza.</p>
<p>“A maioria dos trabalhadores nessas regiões começa a trabalhar precocemente e muitas vezes não conseguem se aposentar por tempo de contribuição, dependendo de benefícios assistenciais como o Benefício de Prestação Continuada”, declara.</p>
<p>“Não vejo a medida como prejudicial para os estados das regiões Sul e Sudeste, já que possuem maior qualidade de vida e ingressam no mercado de trabalho mais tarde. O importante é não retirar direitos já assegurados aos trabalhadores. A proposta deve focar na redução do tempo para aposentadoria dos mais vulneráveis, sem agravar a situação daqueles que já esperam até os 62 anos (mulheres) e 65 anos (homens) para se aposentar. Além disso, é essencial que a reforma da previdência seja revista pelo STF e analisada quanto à sua constitucionalidade”, completa.</p>
<p>Segundo o IBGE, em 2019, a unidade federativa com o maior valor da expectativa de vida era Santa Catarina, cujo índice era de 79,9 anos de idade, seguida por Espírito Santo (79,1 anos), Distrito Federal e São Paulo, ambas com 78,9 anos. O Maranhão era o estado com o menor valor (71,4 anos), seguido por Piauí (71,6 anos) e Rondônia (71,9 anos). Entre as regiões do país, a Região Sul tinha a maior esperança de vida e a Região Norte a menor.</p>
<p>A esperança de vida dos brasileiros era de 76,6 anos em média, porém com grandes variações regionais e entre os sexos. As mulheres vivem, em média, 7,1 anos a mais que os homens. Essa disparidade entre os gêneros varia entre as unidades federativas: as mais altas são encontradas em Alagoas (9,6 anos), Bahia (9,2 anos) e Sergipe (8,5 anos), enquanto as mais baixas estão nos estados de Roraima (5,1 anos), Amapá (5,3 anos) e Minas Gerais (5,8 anos). </p>
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</ul>
</aside>
</div>
<p>Para conseguir avançar com a mudança desejada, Lupi precisaria aprovar uma nova reforma da Previdência. Sobre essa possibilidade, o ministro argumentou que o governo ainda é novo e para avançar em um tema espinhoso como esse precisaria ter maioria no Congresso.</p>
<p>O ministro defende o aumento da carga tributária para os mais ricos e a revisão da política de juros a fim de diminuir desigualdades na Previdência.</p>
<p>&#8220;Qualquer que seja o governo, dá um monte de isenção para grandes grupos. As grandes fortunas não pagam nada. E vamos achar que a solução é cortar de aposentadorias e pensões?&#8221;, questiona.</p>
<p>&#8220;Sei que no ano passado foram em média 300 bilhões de reais em gastos anuais com a Previdência e 300 bilhões de reais em juros da dívida interna e externa. Cada um escolhe seu público-alvo, a quem atender&#8221;, completa.</p>
<p>O ministro também criticou a autonomia do Banco Central, aprovada em 2021 durante o governo Bolsonaro. Segundo ele, é &#8220;absurdo&#8221; que o presidente do BC tenha mandato.&#8221; Eles têm visão ortodoxa da economia. Não ouvem ninguém. Parece conclave de papa. Ali ninguém é santo”, critica. </p>
<p> <br data-mce-bogus="1"> </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2023-04-05/carlos-lupi-mudanca-idade-aposentadoria-inss.html#9bc3d2dc-4497-4af3-9c6e-3ec71af53920" rel="noopener">Economia</a></p>
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		<item>
		<title>Governador: ajuste fiscal e melhoria da logistica criaram credibilidade para investir em Mato Grosso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Feb 2023 13:46:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[ajuste]]></category>
		<category><![CDATA[credibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[criaram]]></category>
		<category><![CDATA[fiscal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante o evento &#8220;XP Agro Conference&#8221;, em São Paulo, o governador Mauro Mendes afirmou que o ajuste fiscal conquistado pelo Estado, bem como a melhoria na logística, são os principais fatores que levaram Mato Grosso a criar ambiência de negócios e atração de robustos investimentos privados. Mauro Mendes participou, nesta quarta-feira (01.02), do painel &#8220;Infraestrutura, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante o evento &#8220;XP Agro Conference&#8221;, em São Paulo, o governador Mauro Mendes afirmou que o ajuste fiscal conquistado pelo Estado, bem como a melhoria na logística, são os principais fatores que levaram Mato Grosso a criar ambiência de negócios e atração de robustos investimentos privados.</p>
<p>Mauro Mendes participou, nesta quarta-feira (01.02), do painel &#8220;Infraestrutura, Logística e Trading do Agro&#8221;, junto do CEO da Rumo S/A, Beto Abreu; do chairman da Keppler Weber, Marcelo Lima; e do CEO da Alvean, Paulo Roberto de Souza.</p>
<p>&#8220;Quando você tem equilíbrio fiscal, passa confiança. Ninguém investe em lugares onde o estado está desequilibrado, onde o Governo tem as contas atrapalhadas, pois é um ambiente de instabilidade e podem vir surpresas tributárias a qualquer momento, e isso afasta o investidor&#8221;, afirmou o governador, ao lembrar que em 2019 pegou um estado praticamente quebrado e conseguiu consertar as finanças já no primeiro ano de gestão.</p>
<p>Além das contas em dia, de acordo com Mauro Mendes, as fortes ações em todas as áreas, especialmente na Infraestrutura, também colaboraram para que Mato Grosso recebesse investimentos do setor privado e passasse a ostentar o título de Estado com menor desemprego do país.</p>
<p>&#8220;Investimos 19,6% da nossa receita em 2022. Estamos entre os estados brasileiros que mais investem. Com isso, a gente tem uma agenda forte de infraestrutura, que sempre foi o principal gargalo de Mato Grosso. Somente em asfalto novo, entregamos 2.500 km nos últimos quatro anos&#8221;, mencionou o gestor às dezenas de investidores presentes no evento.</p>
<p>Para Mauro Mendes, outra ação que tem contribuído para a credibilidade do setor privado em Mato Grosso são as medidas tomadas pelo Governo para reduzir a burocracia e &#8220;destravar&#8221; projetos estruturantes, a exemplo da 1ª Ferrovia Estadual.</p>
<p>Essa ferrovia vai ligar Rondonópolis a Cuiabá e também Rondonópolis a Nova Mutum e Lucas do Rio Verde, se conectando à malha nacional até chegar ao Porto de Santos (SP).</p>
<p>&#8220;É preciso destravar o setor privado, para que ele possa fazer os investimentos. E foi exatamente o que aconteceu no caso da Rumo, que está construindo uma ferrovia que deve custar quase R$ 15 bilhões. Articulamos o destravamento dessa ferrovia na Assembleia e a empresa agora já está em obras. É um importante investimento logístico para o meu estado e para o Brasil. Esse é apenas um exemplo de dezenas de outros aonde o papel do setor público é regulatório, é licenciatório&#8221;, citou.</p>
<p>Mauro Mendes ressaltou que levou essa demanda de &#8220;destravar&#8221; obras ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva em reunião realizada com governadores na última semana.</p>
<p>&#8220;Falei ao presidente Lula que se o Governo Federal atualizar o marco legal de licenciamento, vai destravar dezenas e centenas de projetos. Há muitos projetos em todo o país atolados na burocracia. Isso depende de vontade e determinação, e se houver isso a economia pode crescer de 4% a 5% só com essas medidas&#8221;, finalizou.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://www.mt.gov.br/-/23445697-governador-ajuste-fiscal-e-melhoria-da-logistica-criaram-credibilidade-para-investir-em-mato-grosso#821854b0-c540-442d-a99a-74442e8c9168" rel="noopener">GOV MT</a></p>
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		<title>Governador: ajuste fiscal e melhoria da logistica criou credibilidade para investir em Mato Grosso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Feb 2023 13:16:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Durante o evento &#8220;XP Agro Conference&#8221;, em São Paulo, o governador Mauro Mendes afirmou que o ajuste fiscal conquistado pelo Estado, bem como a melhoria na logística, são os principais fatores que levaram Mato Grosso a criar ambiência de negócios e atração de robustos investimentos privados. Mauro Mendes participou, nesta quarta-feira (01.02), do painel &#8220;Infraestrutura, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante o evento &#8220;XP Agro Conference&#8221;, em São Paulo, o governador Mauro Mendes afirmou que o ajuste fiscal conquistado pelo Estado, bem como a melhoria na logística, são os principais fatores que levaram Mato Grosso a criar ambiência de negócios e atração de robustos investimentos privados.</p>
<p>Mauro Mendes participou, nesta quarta-feira (01.02), do painel &#8220;Infraestrutura, Logística e Trading do Agro&#8221;, junto do CEO da Rumo S/A, Beto Abreu; do chairman da Keppler Weber, Marcelo Lima; e do CEO da Alvean, Paulo Roberto de Souza.</p>
<p>&#8220;Quando você tem equilíbrio fiscal, passa confiança. Ninguém investe em lugares onde o estado está desequilibrado, onde o Governo tem as contas atrapalhadas, pois é um ambiente de instabilidade e podem vir surpresas tributárias a qualquer momento, e isso afasta o investidor&#8221;, afirmou o governador, ao lembrar que em 2019 pegou um estado praticamente quebrado e conseguiu consertar as finanças já no primeiro ano de gestão.</p>
<p>Além das contas em dia, de acordo com Mauro Mendes, as fortes ações em todas as áreas, especialmente na Infraestrutura, também colaboraram para que Mato Grosso recebesse investimentos do setor privado e passasse a ostentar o título de Estado com menor desemprego do país.</p>
<p>&#8220;Investimos 19,6% da nossa receita em 2022. Estamos entre os estados brasileiros que mais investem. Com isso, a gente tem uma agenda forte de infraestrutura, que sempre foi o principal gargalo de Mato Grosso. Somente em asfalto novo, entregamos 2.500 km nos últimos quatro anos&#8221;, mencionou o gestor às dezenas de investidores presentes no evento.</p>
<p>Para Mauro Mendes, outra ação que tem contribuído para a credibilidade do setor privado em Mato Grosso são as medidas tomadas pelo Governo para reduzir a burocracia e &#8220;destravar&#8221; projetos estruturantes, a exemplo da 1ª Ferrovia Estadual.</p>
<p>Essa ferrovia vai ligar Rondonópolis a Cuiabá e também Rondonópolis a Nova Mutum e Lucas do Rio Verde, se conectando à malha nacional até chegar ao Porto de Santos (SP).</p>
<p>&#8220;É preciso destravar o setor privado, para que ele possa fazer os investimentos. E foi exatamente o que aconteceu no caso da Rumo, que está construindo uma ferrovia que deve custar quase R$ 15 bilhões. Articulamos o destravamento dessa ferrovia na Assembleia e a empresa agora já está em obras. É um importante investimento logístico para o meu estado e para o Brasil. Esse é apenas um exemplo de dezenas de outros aonde o papel do setor público é regulatório, é licenciatório&#8221;, citou.</p>
<p>Mauro Mendes ressaltou que levou essa demanda de &#8220;destravar&#8221; obras ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva em reunião realizada com governadores na última semana.</p>
<p>&#8220;Falei ao presidente Lula que se o Governo Federal atualizar o marco legal de licenciamento, vai destravar dezenas e centenas de projetos. Há muitos projetos em todo o país atolados na burocracia. Isso depende de vontade e determinação, e se houver isso a economia pode crescer de 4% a 5% só com essas medidas&#8221;, finalizou.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://www.mt.gov.br/-/23445697-governador-ajuste-fiscal-e-melhoria-da-logistica-criou-credibilidade-para-investir-em-mato-grosso#7e1837aa-15e8-40bc-b174-6fc36afccd1d" rel="noopener">GOV MT</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/governador-ajuste-fiscal-e-melhoria-da-logistica-criou-credibilidade-para-investir-em-mato-grosso/">Governador: ajuste fiscal e melhoria da logistica criou credibilidade para investir em Mato Grosso</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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		<item>
		<title>Queiroga critica ajuste em planos de saúde: &#8216;Procedimentos tem custos&#8217;</title>
		<link>https://fatomt.com.br/queiroga-critica-ajuste-em-planos-de-saude-procedimentos-tem-custos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Aug 2022 18:40:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[ajuste]]></category>
		<category><![CDATA[critica]]></category>
		<category><![CDATA[custos]]></category>
		<category><![CDATA[planos]]></category>
		<category><![CDATA[procedimentos]]></category>
		<category><![CDATA[queiroga]]></category>
		<category><![CDATA[saude]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://fatomt.com.br/queiroga-critica-ajuste-em-planos-de-saude-procedimentos-tem-custos/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Reprodução: Flickr &#8211; 05/07/2022 Ministro participou de audiência no Senado nesta terça-feira e disse ser preciso distinguir inovação de novidade O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, criticou nesta terça-feira (23) o projeto que tenta ampliar a cobertura dos planos de saúde. A proposta, em tramitação no Senado após a aprovação da Câmara, visa reverter a [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/queiroga-critica-ajuste-em-planos-de-saude-procedimentos-tem-custos/">Queiroga critica ajuste em planos de saúde: &#8216;Procedimentos tem custos&#8217;</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/al/8b/7c/al8b7ch86x0mj8brbxs84jbst.jpg" width="906" height="509" alt="Ministro participou de audiência no Senado nesta terça-feira e disse ser preciso distinguir inovação de novidade" title="Ministro participou de audiência no Senado nesta terça-feira e disse ser preciso distinguir inovação de novidade"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Reprodução: Flickr &#8211; 05/07/2022</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Ministro participou de audiência no Senado nesta terça-feira e disse ser preciso distinguir inovação de novidade</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, criticou nesta terça-feira (23) o projeto que tenta ampliar a cobertura dos planos de saúde. A proposta, em tramitação no Senado após a aprovação da Câmara, visa reverter a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que decidiu que o rol dos procedimentos da Agência Nacional de Saúde (ANS) deve se taxativo, isto é, a cobertura dos planos de saúde só é obrigatória quando os procedimentos e tratamentos de saúde forem listados pela agência.</p>
<p>&#8220;Na hora de se optar por ter mais procedimentos, mais medicamentos no rol, seguramente, vem atrelado custos que serão repassados para os beneficiários e parte deles não terão condições de arcar com esses custos. Para mim, era muito mais fácil chegar aqui e defender um rol exemplificativo e amplo, mas incumbe ao ministro da Saúde alertar aos senhores senadores que vão analisar essa proposta quais são quais são as maneiras mais adequadas para prover saúde de todos&#8221;, disse Queiroga, ao participar de debate sobre a matéria no plenário do Senado.</p>
<p>O objetivo do Projeto de Lei 2033/22 é fazer com que o rol da ANS seja exemplificativo. Em outras palavras, que ele sirva de referência para os planos de saúde, mas não limite a cobertura de outros procedimentos que não sejam listados pela agência.</p>
<p>Para o ministro, a legislação atual e a decisão do STJ já atendem as necessidades dos usuários ao reduzir o prazo para incorporação de novas tecnologias no rol da Agência. Ele afirmou que o projeto vai aumentar custos que serão repassados automaticamente para os usuários. O ministro criticou trechos específicos do texto aprovado pelos deputados.</p>
<p>&#8220;Aqui no projeto de lei fala em evidência científica de qualidade. O que é uma evidência científica de qualidade? É uma relação de série? É a discrição de um caso? É um fármaco que está comparado a um placebo quando o sistema de saúde dispõe de alternativa terapêutica? Todas essas questões precisam ser sopesadas&#8221;, afirmou Queiroga.</p>
<div>
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</ul>
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<p class="">Primeiro a falar, o relator disse que os usuários pagam caro pelos planos de saúde e por isso, precisam ter acesso ao que a Medicina oferece de melhor. Segundo ele, o argumento de que as mudanças vão aumentar custos não se justifica porque os usuários, na maioria das vezes ganham na Justiça direito à cobertura não prevista no rol da ANS. As operadoras de planos já arcam com custos na disputa judicial.</p>
<p>&#8220;A saúde não espera, a cada dia surgem tratamentos mais efetivos e eficazes contra as mais variadas condições. É direito de quem paga caro por um plano ter acesso ao melhor que a Medicina oferece&#8221;, disse Romário.</p>
<p class="">&#8220;Todos nós sabemos que a função principal de uma lei ordinária é conferir segurança jurídica e efetividade aos preceitos constitucionais. Esse deve ser o nosso norte aqui, dando previsibilidade por meio de condições legais precisas de cobertura que hoje existem na insegurança da judicialização&#8221;, completou.</p>
<div class="Noticia_Embed"> <span class="componente-embed"> <iframe width="853" height="480" src="https://www.youtube.com/embed/faYBBF308zY" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe> </span> </div>
<p class=""> <br data-mce-bogus="1"> </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2022-08-23/queiroga-critica-ajuste-em-planos-de-saude-procedimentos-tem-custos.html#238b508f-f589-4733-b1f7-bbd537327eff" rel="noopener">IG ECONOMIA</a></p>
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		<item>
		<title>Ajuste no auxílio vai proteger 54 mi das altas nos preços, diz Guedes</title>
		<link>https://fatomt.com.br/ajuste-no-auxilio-vai-proteger-54-mi-das-altas-nos-precos-diz-guedes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jun 2022 18:40:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[ajuste]]></category>
		<category><![CDATA[altas]]></category>
		<category><![CDATA[auxilio]]></category>
		<category><![CDATA[guedes]]></category>
		<category><![CDATA[proteger]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fabio Rodrigues Pozzebom / Arquivo / Agência Brasil Ministro da Economia, Paulo Guedes defendeu aumento de R$ 200 no Auxílio Brasil O ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu o aumento provisório do Auxílio Brasil e afirmou que 54 milhões de brasileiros serão protegidos das altas nos preços. A declaração foi dada em evento no Painel [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/cu/pu/g4/cupug4gzzw8tpj5t2wk1lfeag.jpg" width="906" height="509" alt="Ministro da Economia, Paulo Guedes defendeu aumento de R$ 200 no Auxílio Brasil" title="Ministro da Economia, Paulo Guedes defendeu aumento de R$ 200 no Auxílio Brasil"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Fabio Rodrigues Pozzebom / Arquivo / Agência Brasil</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Ministro da Economia, Paulo Guedes defendeu aumento de R$ 200 no Auxílio Brasil</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">O ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu o aumento provisório do Auxílio Brasil e afirmou que 54 milhões de brasileiros serão protegidos das altas nos preços. A declaração foi dada em evento no Painel Telebrasil 2022 nesta terça-feira (28).</p>
<p>O governo enviou uma proposta para reajustar o Auxílio Brasil em R$ 200 até o fim deste ano. A proposta está no Senado e deverá ser votada nesta quarta-feira (29). Se aprovada, o auxílio passará para R$ 600 até dezembro.</p>
<p>O valor é o mesmo pago entre 2020 e 2021 durante a pandemia. Na época, o governo quis injetar dinheiro na economia para evitar uma crise econômica em meio a proliferação da Covid-19 no Brasil. Desta vez, Guedes justifica a guerra entre a Rússia e Ucrânia para reajustar o benefício.</p>
<p>&#8220;Estamos reagindo à guerra lá fora da mesma forma que à doença&#8221;, disse.</p>
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</ul>
</aside>
</div>
<p class="">Segundo o ministro, o pacote de bondades, como tem sido chamado internamente em Brasília, será pago com a arrecadação extra não computada no Orçamento deste ano. Paulo Guedes deu como exemplo o pagamento de dividendos e a privatização da Eletrobras. Ao todo, a pasta prevê que R$ 50 bilhões não foram contabilizados.</p>
<h3>PEC dos Combustíveis</h3>
<p>Para aliviar a pressão da inflação sobre o Planalto e manter a base eleitoral do presidente Jair Bolsonaro (PL), o governo federal lançou diversas propostas econômicas para discussão do Congresso Nacional. Além do aumento do Auxílio Brasil, o governo quer a criação de um auxílio-diesel no valor R$ 1 mil para os caminhoneiros.</p>
<p>O Planalto ainda pretende reajustar o vale-gás para o valor total do botijão de 13kg.</p>
<p>Se aprovadas no Senado, o texto irá à Câmara dos Deputados antes de ser levado ao presidente da República. Por se tratar de uma emenda à Constituição, 49 senadores e 308 deputados devem votar favoravelmente para aprovar o projeto.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://economia.ig.com.br/2022-06-28/ajuste-no-auxilio-vai-proteger-54-mi-das-altas-nos-precos-diz-guedes.html#13e8d50c-2409-40cf-954a-fdf46caf73c7" rel="noopener">IG ECONOMIA</a></p>
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		<item>
		<title>Senado vai analisar ajuste de regras de PIS e Cofins sobre etanol</title>
		<link>https://fatomt.com.br/senado-vai-analisar-ajuste-de-regras-de-pis-e-cofins-sobre-etanol/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jun 2022 20:05:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[ajuste]]></category>
		<category><![CDATA[analisar]]></category>
		<category><![CDATA[cofins]]></category>
		<category><![CDATA[etanol]]></category>
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		<category><![CDATA[senado]]></category>
		<category><![CDATA[sobre]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A C&#226;mara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (1&#176;) a&#160;medida provis&#243;ria&#160;que reformula a tributa&#231;&#227;o de PIS e Cofins sobre &#225;lcool combust&#237;vel vendido por cooperativas diretamente ao setor varejista (MP 1.100/2022). Agora, essa mat&#233;ria ter&#225; de ser analisada no Senado. A MP foi aprovada na C&#226;mara com o parecer favor&#225;vel do relator, deputado federal Vinicius Carvalho (Republicanos-SP), [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.0 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/REC-html40/loose.dtd"><br />
<html><body></p>
<div id="infocoweb" class="infocoweb">
<div id="infocoweb_cabecalho" class="infocoweb_cabecalho"></div>
<div id="infocoweb_corpo" class="infocoweb_corpo">
<p dir="ltr">A C&acirc;mara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (1&deg;) a&nbsp;medida provis&oacute;ria&nbsp;que reformula a tributa&ccedil;&atilde;o de PIS e Cofins sobre &aacute;lcool combust&iacute;vel vendido por cooperativas diretamente ao setor varejista <span>(MP 1.100/2022)</span>. Agora, essa mat&eacute;ria ter&aacute; de ser analisada no Senado.</p>
<dl>
<dt></dt>
</dl>
<p dir="ltr">A MP foi aprovada na C&acirc;mara com o parecer favor&aacute;vel do relator, deputado federal Vinicius Carvalho (Republicanos-SP), que recomendou a vota&ccedil;&atilde;o do texto original sem mudan&ccedil;as.</p>
<p dir="ltr">A proposi&ccedil;&atilde;o deriva de vetos feitos pelo governo federal no texto enviado &agrave; san&ccedil;&atilde;o da MP 1.063/2021, que j&aacute; tratava do tema ao permitir ao produtor e ao importador venderem diretamente aos postos sem passar pelos distribuidores.</p>
<p>Embora a inten&ccedil;&atilde;o do governo federal fosse estimular a competi&ccedil;&atilde;o no setor, o Executivo n&atilde;o desejava perder arrecada&ccedil;&atilde;o naquele momento. Os vetos foram justificados para evitar essa perda devido ao modelo de tributa&ccedil;&atilde;o das cooperativas.</p>
<dl>
<dt></dt>
</dl>
<p dir="ltr">Com a MP 1.100/2022, as cooperativas de comercializa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o poder&atilde;o participar desse mercado de forma direta (como constava no trecho vetado anteriormente).</p>
<p>Nessa medida provis&oacute;ria, as cooperativas de produ&ccedil;&atilde;o s&atilde;o equiparadas aos agentes produtores de etanol hidratado combust&iacute;vel e, se venderem diretamente aos varejistas, passam a pagar uma combina&ccedil;&atilde;o de al&iacute;quotas sobre receita e sobre o volume do produto. Isso valer&aacute; para aquelas que n&atilde;o tenham optado por um regime de tributa&ccedil;&atilde;o de PIS/Cofins com base no volume produzido (ad rem).</p>
<p>Assim, pagar&atilde;o sobre a receita obtida com a venda 1,5% a t&iacute;tulo de PIS e 6,9% a t&iacute;tulo de Cofins (al&iacute;quotas incidentes para o produtor e importador) mais R$ 19,81 por metro c&uacute;bico e R$ 91,10 por metro c&uacute;bico, de PIS e Cofins, respectivamente, por se equipararem a um distribuidor.</p>
<p>Caso a cooperativa tenha optado pela tributa&ccedil;&atilde;o por volume de produ&ccedil;&atilde;o, pagar&aacute; a soma das al&iacute;quotas vigentes desde 2008:</p>
<ul>
<li>
<p dir="ltr">R$ 23,38 de PIS e R$ 107,52 de Cofins por metro c&uacute;bico de &aacute;lcool por atuar como produtor; e</p>
</li>
<li>
<p dir="ltr">R$ 58,45 de PIS e R$ 268,80 de Cofins por metro c&uacute;bico de &aacute;lcool por atuar como distribuidora.</p>
</li>
</ul>
<dl>
<dt></dt>
</dl>
<h3><strong>Retalhistas</strong></h3>
<p dir="ltr">A MP 1.100/2022 passa a considerar o transportador-revendedor-retalhista (TRR) sujeito &agrave;s mesmas regras tribut&aacute;rias do PIS/Cofins aplic&aacute;veis ao setor varejista, que pagam tributos por substitui&ccedil;&atilde;o tribut&aacute;ria. Nesse modelo, o recolhimento &eacute; feito antecipadamente pelo distribuidor ou pela empresa vendedora do combust&iacute;vel e repassado ao pre&ccedil;o.</p>
<p dir="ltr">At&eacute; antes da Lei 14.292/2021 (derivada da MP 1.063/2021), os TRRs atuavam apenas na revenda de &oacute;leo diesel, lubrificantes e graxas, comprando esses produtos a granel para armazenamento e venda fracionada a empresas e ind&uacute;strias que os usam, por exemplo, para abastecer tanques de geradores ou como combust&iacute;vel. Com a mudan&ccedil;a, poder&aacute; ocorrer o mesmo com o etanol.</p>
<dl>
<dt></dt>
</dl>
<p dir="ltr"><em>Da Ag&ecirc;ncia C&acirc;mara de Not&iacute;cias</em></p>
<p class="text-muted"><small>Ag&ecirc;ncia Senado (Reprodu&ccedil;&atilde;o autorizada mediante cita&ccedil;&atilde;o da Ag&ecirc;ncia Senado)</small></p>
</div>
<div id="infocoweb_rodape" class="infocoweb_rodape">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2022/06/02/senado-vai-analisar-ajuste-de-regras-de-pis-e-cofins-sobre-etanol#263" rel="noopener">Ag&ecirc;ncia Senado</a></div>
</div>
<p><script src="https://gestor.infocoweb.com.br/analytics_content.js?a=263&amp;b=1197614&amp;c=7450417"></script></body></html></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/senado-vai-analisar-ajuste-de-regras-de-pis-e-cofins-sobre-etanol/">Senado vai analisar ajuste de regras de PIS e Cofins sobre etanol</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>&#8220;Ajuste do carro será o diferencial para prova inédita no galeão&#8221;</title>
		<link>https://fatomt.com.br/ajuste-do-carro-sera-o-diferencial-para-prova-inedita-no-galeao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Apr 2022 22:20:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AUTOMOBILISMO]]></category>
		<category><![CDATA[ajuste]]></category>
		<category><![CDATA[carro]]></category>
		<category><![CDATA[diferencial]]></category>
		<category><![CDATA[inedita]]></category>
		<category><![CDATA[prova]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://fatomt.com.br/ajuste-do-carro-sera-o-diferencial-para-prova-inedita-no-galeao/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Divulga&#231;&#227;o Bruno Baptista, que vai pilotar o Toyota Corolla do Team RC, atingir&#225; cerca de 260 km/h em trechos da nova pista Piloto da Stock Car Bruno Baptista analisa o que deve ser feito para etapa hist&#243;rica do automobilismo nacional, que acontece dentro do aeroporto do Rio de Janeiro, neste domingo (10), a partir das [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/ajuste-do-carro-sera-o-diferencial-para-prova-inedita-no-galeao/">&#8220;Ajuste do carro será o diferencial para prova inédita no galeão&#8221;</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.0 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/REC-html40/loose.dtd"><br />
<html><body></p>
<div id="infocoweb" class="infocoweb"><meta name="robots" content="noindex"><meta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div id="infocoweb_cabecalho" class="infocoweb_cabecalho"><a target="_blank" href="https://www.ig.com.br/" rel="noopener"><img decoding="async" src="https://gestor.infocoweb.com.br/images/logo_ig.png" alt="source"></a></div>
<div id="infocoweb_corpo" class="infocoweb_corpo">
<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/67/tz/aj/67tzajy21mgjstt9ytqui2oml.jpg" width="906" height="509" alt="Bruno Baptista, que vai pilotar o Toyota Corolla do Team RC, atingir&aacute; cerca de 260 km/h em trechos da nova pista" title="Bruno Baptista, que vai pilotar o Toyota Corolla do Team RC, atingir&aacute; cerca de 260 km/h em trechos da nova pista"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Divulga&ccedil;&atilde;o</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Bruno Baptista, que vai pilotar o Toyota Corolla do Team RC, atingir&aacute; cerca de 260 km/h em trechos da nova pista</div>
</figcaption></figure>
</div>
<p class="">Piloto da Stock Car Bruno Baptista analisa o que deve ser feito para etapa hist&oacute;rica do automobilismo nacional, que acontece dentro do aeroporto do Rio de Janeiro, neste domingo (10), a partir das 13h20, com transmiss&atilde;o ao vivo da Band TV e do SportTV. </p>
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<p class="">Correr em um circuito totalmente novo &eacute; um misto de empolga&ccedil;&atilde;o, ansiedade e estudo redobrado. Essa expectativa pr&eacute;-corrida na <strong> Stock Car</strong> fica ainda maior por acontecer na <strong>pista do Gale&atilde;o</strong> , no Rio de Janeiro. Pela primeira vez na hist&oacute;ria, o Brasil abrigar&aacute; uma etapa automobil&iacute;stica em um aeroporto. </p>
<p>O i <strong>n&eacute;dito GP do Gale&atilde;o</strong> &eacute; uma daquelas corridas em que o trabalho de prepara&ccedil;&atilde;o das equipes e defini&ccedil;&atilde;o do carro far&aacute; ainda mais diferen&ccedil;a. Costumo brincar dizendo que a largada da prova do Gale&atilde;o ser&aacute; feita dias antes da luz verde acender. Isso porque diversos pontos sobre a <strong>montagem</strong> ideal ser&atilde;o conhecidos apenas horas antes da corrida, tempo insuficiente para acertos complexos no carro. </p>
<p>Ser&aacute; um enorme diferencial quem conseguir projetar o comportamento do carro para o fim de semana e combinar com as melhores tecnologias para performance na pista. No meu carro da <strong> Team RC</strong> , eu utilizo h&aacute; tr&ecirc;s temporadas as solu&ccedil;&otilde;es automotivas da Loctite, especializada na produ&ccedil;&atilde;o de adesivos e tratamento de superf&iacute;cies que garantem alto rendimento na competi&ccedil;&atilde;o. </p>
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<p class="">Em provas tradicionais da Stock Car, todos os pilotos e equipes j&aacute; chegam a um aut&oacute;dromo conhecendo cada detalhe do tra&ccedil;ado da pista, assim como as ondula&ccedil;&otilde;es no asfalto, os pontos de <strong>velocidade</strong> , de redu&ccedil;&atilde;o, entre outras observa&ccedil;&otilde;es. Essa riqueza de informa&ccedil;&otilde;es pr&eacute;vias permite o melhor ajuste para a disputa. </p>
<p>J&aacute; no Gale&atilde;o, todos os <strong>pilotos</strong> v&atilde;o largar &ldquo;do zero&rdquo;. A pista nunca foi usada para corrida e nem testes oficiais, e os pilotos e equipes ter&atilde;o acesso ao local apenas &agrave;s v&eacute;speras da corrida. Para se ter uma ideia, os pilotos n&atilde;o tiveram nem o <strong> simulador</strong> para se ambientar ao Gale&atilde;o, afinal os diversos detalhes da prova ainda s&atilde;o desconhecidos. </p>
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<p>A pista do Gale&atilde;o tem retas extensas, finalizadas por curvas bem fechadas. Uma das retas mede 1,5km e os carros devem superar <strong>260 km/h</strong> neste trecho, o que favorece diversas ultrapassagens. </p>
<p>Detalhe: o carro alcan&ccedil;a essa velocidade em um asfalto que n&atilde;o foi feito para disputa de Stock Car, mas sim para servir de apoio &agrave; pista principal de decolagem e aterrissagem de avi&otilde;es. O <strong>piso desnivelado</strong> aumenta a vibra&ccedil;&atilde;o, sendo fundamental a utiliza&ccedil;&atilde;o de adesivos anaer&oacute;bicos, como o Loctite 263, para impedir o afrouxamento e soltura de porcas e parafusos. </p>
<p>A <strong>regulagem da aerodin&acirc;mica</strong> se torna muito mais desafiadora no Gale&atilde;o, bem diferente de outras provas, quando os ajustes da altura do carro no solo atendem &agrave;s caracter&iacute;sticas do asfalto e instabilidade da pista. </p>
<p>Esse ineditismo do <strong>GP do Gale&atilde;o</strong> traz um sabor especial para todos os envolvidos na etapa. Eu e a minha equipe estamos trabalhando intensamente para conseguirmos uma boa performance nesta prova hist&oacute;rica. </p>
<p>Assim, convido voc&ecirc;, leitor da minha coluna, para torcer por mim pela TV, &agrave;s 13h20, quando come&ccedil;a a <strong>primeira das duas corridas seguidas</strong> . N&atilde;o atrase para n&atilde;o perder o voo do meu Stock #44 no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro.</p>
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<div id="infocoweb_rodape" class="infocoweb_rodape">Fonte: <a target="_blank" href="http://carros.ig.com.br/colunas/giro-alto/2022-04-06/-ajuste-do-carro-sera-o-diferencial-para-prova-inedita-no-galeao-.html#263" rel="noopener">IG CARROS</a></div>
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