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	<title>Arquivos agricultores - FATO MT</title>
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	<title>Arquivos agricultores - FATO MT</title>
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		<title>Governo de MT entrega novilhas a agricultores familiares de 10 municípios da Região Norte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Apr 2023 20:15:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mais noventa novilhas de alta produção e qualidade de leite passam a integrar o rebanho leiteiro da agricultura familiar de Mato Grosso. Por meio do projeto de melhoramento genético do rebanho leiteiro do programa Mato Grosso Produtivo Leite, o Governo do Estado fez, nesta terça-feira (04.04), a entrega de 45 novilhas prenhes Girolando meio-sangue para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify">Mais noventa novilhas de alta produção e qualidade de leite passam a integrar o rebanho leiteiro da agricultura familiar de Mato Grosso. Por meio do projeto de melhoramento genético do rebanho leiteiro do programa Mato Grosso Produtivo Leite, o Governo do Estado fez, nesta terça-feira (04.04), a entrega de 45 novilhas prenhes Girolando meio-sangue para pequenos produtores associados à Cooperativa Associada Mista Terranova (Coopernova). Como contrapartida pela participação no programa, a cooperativa entregou outras 45 novilhas prenhes.</p>
<p> Para a aquisição das novilhas, a Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf) fez investimentos na ordem de R$ 808.650,00. Esta é a quinta e maior entrega de prenhezes desde o início do programa, em 2022. </p>
<p> A entrega simbólica foi realizada pela secretária de Agricultura Familiar, Teté Bezerra, e pelo presidente da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), Renaldo Loffi, nesta terça-feira, durante o sorteio das novilhas para os produtores, na sede da cooperativa, em Terra Nova do Norte (cerca de 650 km de Cuiabá). As outras 45 novilhas prenhes adquiridas pela cooperativa serão financiadas para os produtores beneficiados, em condições que eles consigam pagar com tranquilidade.<source></source><source></source><img decoding="async" alt="" src="https://www.secom.mt.gov.br/documents/195721/33365569/WhatsApp+Image+2023-04-05+at+10.12.35.jpeg/0f552ae7-619d-4fa6-b33a-b82a088f10fc?t=1680722597882+&#038;imageThumbnail=3"></p>
<p> No total, considerando a parte da Seaf e a contrapartida da Coopernova, 90 novilhas com gestação entre quatro e oito meses, todas com embrião sexado de fêmea Girolando meio sangue, integrarão os rebanhos de produtores familiares de Colíder, Guarantã do Norte, Matupá, Nova Canaã do Norte, Nova Guarita, Nova Santa Helena, Novo Mundo, Peixoto de Azevedo, Sinop e Terra Nova do Norte. Cada produtor que participa dessa entrega ficará com duas novilhas prenhes, uma doada pelo Governo e outra financiada pela cooperativa.</p>
<p> Segundo a secretária Teté Bezerra, a entrega dessas novilhas possibilita que os produtores tenham resultados imediatos no aumento de produção e na qualidade do leite, isso sem contar que, em dois anos, essa novilha já terá se multiplicado.</p>
<p> “Esse gado, com essa genética e especificações, vai trazer um impacto positivo para toda a pecuária de leite. Esse é um programa que o governador Mauro Mendes tem defendido como um projeto muito rápido para fazermos que nossa média de produção de leite possa avançar”, destacou a secretária. </p>
<p> Outro benefício do programa MT Produtivo Leite é o incremento na geração de renda, conforme ressaltou o presidente da Coopernova, Daniel Robson Silva.<source></source><source></source><img decoding="async" alt="" src="https://www.secom.mt.gov.br/documents/195721/33365569/WhatsApp+Image+2023-04-05+at+10.17.08.jpeg/4d6fc7d5-1545-6006-75a4-90369a3b7cbf?t=1680722690847+&#038;imageThumbnail=3"></p>
<p> “Além de aumentar a renda dos agricultores familiares, estas novilhas trarão mais matéria-prima para as indústrias de Mato Grosso. Nós, que somos a maior cooperativa de agricultura familiar do Centro-Oeste, entendemos que a iniciativa do Governo e Seaf merece reconhecimento pela importância do programa para os pequenos produtores de leite”, disse Daniel. </p>
<p> O presidente da Empaer, Renaldo Loffi, ressaltou que o programa vem ao encontro da necessidade que os agricultores familiares têm demonstrado de melhorar a tecnologia e qualidade do leite com custos menores de produção. “Esse programa também impacta positivamente a qualidade de vida dessas famílias”, pontuou. </p>
<p> Devanir Messias dos Santos é agricultor familiar em Peixoto de Azevedo (distante 675 km de Cuiabá) e foi um dos beneficiados pelo programa MT Produtivo Leite. Ele conta que está com muita expectativa para receber a novilha, pois com um gado de alta genética, como o entregue pelo Estado e financiado pela Coopernova, a produção deve aumentar.</p>
<p> “O produtor quer produzir leite. Hoje temos gado com baixa produção e que precisa de muito investimento. Com uma novilha de alta genética a gente conseguirá produzir o leite com menos custo. Por isso que esse programa é um grande incentivo do Governo de Mato Grosso”, afirmou o produtor. </p>
<p> A produtora familiar Aumicélia Costa de Oliveira acompanhou ansiosa o sorteio para saber quais as novilhas levaria para sua chácara em Novo Mundo (cerca de 810 km de Cuiabá). Para ela, essa entrega representará, além da melhoria na qualidade do leite, o aumento do rebanho, com vacas de melhor genética.</p>
<p> “Se a gente tiver um bom pasto e um lugar adequado, as novilhas vão comer bem e produzir bastante leite. Isso ajuda até a manter os jovens na cadeia do leite, pois teremos resultados melhores com menos desgaste”, revelou. </p>
<p> As novilhas serão repassadas aos produtores nesta quarta-feira (05.04). Nos próximos meses, ainda pelo projeto de melhoramento genético do Governo de MT, os agricultores familiares beneficiados receberão assistência técnica mensal dos técnicos Copernova (que é outra contrapartida da cooperativa) e acompanhamento da equipe da Empaer, que são parceiros do programação orientações  e assistência técnica.</p>
</div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www.secom.mt.gov.br/web/seaf/-/governo-de-mt-entrega-novilhas-a-agricultores-familiares-de-10-munic%C3%ADpios-da-regi%C3%A3o-norte#63917e61-1813-47cd-83ca-6ce4d7421d43" rel="noopener">Governo MT &#8211; MT</a></p>
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		<title>Empaer e Consórcio do Pantanal entregam 25 mil alevinos para agricultores da Região Oeste do Estado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Mar 2023 15:31:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), em parceria com o Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Econômico, Social, Ambiental e Turístico do Complexo Nascentes do Pantanal, repassou nesta terça-feira (14) mais de 25 mil alevinos para atender agricultores familiares do Programa Rota do Peixe. A previsão é entregar este ano um total de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify">A Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), em parceria com o Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Econômico, Social, Ambiental e Turístico do Complexo Nascentes do Pantanal, repassou nesta terça-feira (14) mais de 25 mil alevinos para atender agricultores familiares do Programa Rota do Peixe. A previsão é entregar este ano um total de 50 mil alevinos para 40 produtores em 14 municípios da Região Oeste do Estado.</p>
<p> O coordenador de Pesquisa e Fomento da Empaer, José Ricardo Brito, conta que foi realizado um Termo de Cooperação Técnica entre Empaer e o Consórcio do Pantanal com objetivo de prestar assistência técnica e extensão rural aos agricultores familiares, difundindo conhecimento e tecnologia nos sistemas de produção que assegure em curto prazo a segurança alimentar das famílias. E também, desenvolver atividades e projetos em diversas cadeias produtivas, tais como, piscicultura, fruticultura, pecuária de leite e outras.<br /><source></source><source></source><source></source><img decoding="async" alt="" src="/documents/8024815/28858248/piscicultura3.jpg/5679177e-95ee-69f5-bb19-008318ff1e42?t=1678876236351+&#038;imageThumbnail=3"><br /> <strong><span style="font-size:12px"><span style="background:white"><span style="line-height:normal"><span style="font-family:Calibri,sans-serif"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'><span style="color:black">Os alevinos e a ração são repassados aos produtores que possuem em torno de 100 metros quadrados de lâmina d’água.</span></span></span></span></span></span></strong></p>
<p> De acordo com Brito, em contrapartida o Consórcio oferece apoio logístico e assessoria no desenvolvimento e implantação dos projetos, construção de tanques escavados, fornecimento de insumos, equipamentos quando necessários e outros. “Essa parceria visa prestar aos produtores atividades de difusão de conhecimentos científicos de natureza técnica, econômica e social além da melhoria das condições de vida do meio rural, em consonância com as diretrizes da empresa, Governo Federal, Estadual e do plano de trabalho do Consórcio”, explica.</p>
<p> O coordenador do Programa Rota do Peixe, José de Souza, responsável também pelo transporte e a logística dos alevinos, comenta que nesta primeira remessa levou as espécies de tambacu e tambatinga para atender 24 agricultores em cinco municípios. Durante o ano serão realizadas duas entregas, para um total de 40 agricultores em 14 municípios. Os alevinos e a ração são repassados aos produtores que possuem no mínimo dois viveiros e em torno de 100 metros quadrados de lâmina d’água em sua propriedade para criação de alevinos em cativeiro.</p>
<p> Segundo Souza, a finalidade do Programa Rota do Peixe é incentivar e fomentar a cadeia da piscicultura como fonte de subsistência e renda para os agricultores familiares. Produtores com dois tanques recebem 1.500 alevinos, e com até cinco tanques recebem 3.000 unidades. Ele acredita que a atividade pode ser rentável e proporcionar qualidade de vida para as famílias. Fazem parte do Consórcio Complexo do Pantanal os municípios de Salto do Céu, Curvelândia, Mirassol D’Oeste, Cáceres, Jauru, Porto Esperidião, São José dos Quatro Marcos, Lambari D’Oeste, Rio Branco, Figueirópolis D’Oeste, Indiavaí, Glória D’Oeste, Araputanga e Reserva do Cabaçal.<br /><source></source><source></source><source></source><img decoding="async" alt="" src="/documents/8024815/28858248/piscicultura2.jpg/8f50c7d5-e3a4-e115-5974-61024dd15057?t=1678876278174+&#038;imageThumbnail=3"><br /> <strong><span style="font-size:12px"><span style="background:white"><span style="line-height:normal"><span style="font-family:Calibri,sans-serif"><span style="background:white"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'><span style="color:black">No período de 10 a 11 meses, os peixes estão prontos para o abate e podem atingir o peso de 1,6 quilos</span></span></span>.<span style='font-family:"Arial",sans-serif'><span style="color:black"></span></span></span></span></span></span></strong></p>
<p> O chefe da Estação Piscicultura da Empaer, Antônio Claudino da Silva Filho, informa que foram enviados para os agricultores alevinos, medindo de três a cinco centímetros e de cinco a oito, para serem colocados nos tanques para recria e engorda. Ele destaca que é importante colocar a quantidade de alevinos conforme o tamanho do tanque. Um alevino ocupa um metro quadrado de lâmina d’àgua e necessita de ração farelada alternando a granulometria da ração com o crescimento. No período de 10 a 11 meses, os peixes estão prontos para o abate e podem atingir o peso de 1,6 quilos.  </p>
<p> Esse é um período em que a Estação de Piscicultura da Empaer, que fica localizada no município de Nossa Senhora do Livramento (42 km ao Sul de Cuiabá), atende também os agricultores da Baixada Cuiabana comercializando alevinos toda a sexta-feira, no período das 7h30 às 15h30. É necessário fazer reserva e encomendar por meio do telefone (65) 9606 0281/9973 5421. O transporte é por conta do comprador.</p>
</div>
<p> <span style="font-size:11pt"><span style="background:white"><span style="line-height:normal"><span style="font-family:Calibri,sans-serif"><span style="font-size:14.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'><span style="color:black"></span></span></span></span></span></span></span><br />  </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://web.mt.gov.br/web/empaer/-/empaer-e-cons%C3%B3rcio-do-pantanal-entregam-25-mil-alevinos-para-agricultores-da-regi%C3%A3o-oeste-do-estado#f0b7e902-8cf3-4238-8f27-16a6ef379e3b" rel="noopener">GOV MT</a></p>
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		<title>Agricultores de Nova Ubiratã vão entregar 40 toneladas de alimentos para a merenda escolar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Mar 2023 13:17:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com recursos na ordem de R$ 508 mil do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), cerca de 10 agricultores familiares do município de Nova Ubiratã (502 km ao Norte de Cuiabá), estão fornecendo hortifruti para o cardápio da merenda escolar. O extensionista da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), Thiago Ribeiro dos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify">Com recursos na ordem de R$ 508 mil do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), cerca de 10 agricultores familiares do município de Nova Ubiratã (502 km ao Norte de Cuiabá), estão fornecendo hortifruti para o cardápio da merenda escolar. O extensionista da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), Thiago Ribeiro dos Santos, comenta que foram fechados 20 contratos para atender a rede municipal e estadual. A previsão de entrega é em torno de 40 toneladas de produtos até o final do ano letivo.</p>
<p> O agricultor familiar Jonas Gonçalves da Silva, proprietário do Sítio Nova Prata, no Assentamento Rural Cedro Rosa, está entregando para as escolas da rede estadual e municipal, uma vez por semana (segunda-feira), mandioca processada e embalada, limão, vagem, melancia, banana nanica, abobrinha verde, pepino, folhosos e outros. Ele possui uma área de 37 hectares e investiu no cultivo irrigado para produzir o ano todo. “Entrego para merenda escolar há mais de nove anos. Estou satisfeito com o preço pago pelo produto e o pagamento é a cada 30 dias”, explica.<source></source><source></source><img decoding="async" alt="" src="/documents/8024815/28858248/Agricultores+de+Nova+Ubirat%C3%A3+v%C3%A3o+entregar+40+toneladas+de+alimentos+para+a+merenda+escolar+1.jpg/755f9d50-cecb-3487-bd5c-9ad6ce7ff82c?t=1677755905986+&#038;imageThumbnail=3"><br /> <strong><span style="font-size:12px"><span style="line-height:107%"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'><span style="color:#222222">O programa permite que diversos alimentos frescos sejam servidos para os alunos diariamente nas escolas.</span></span></span></span></strong></div>
<div style="text-align: justify">De acordo com o agricultor Jonas, com a assistência técnica da Empaer está conseguindo ampliar a produção no Sítio Nova Prata. Desde o ano passado, tem plantado abobrinha verde, abóbora paulistinha, pepino e banana da terra.  Plantou 70 mudas de banana da nova cultivar do tipo terra BRS Terra-Anã, que foi desenvolvida pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e Empaer adaptada para atender a demanda com grande aceitação do mercado consumidor. Ele pretende comercializar a fruta no próximo ano quando estará produzindo.</p>
<p> O trabalho para incentivar os agricultores a entregar para merenda começou com o desenvolvimento das cadeias produtivas. Thiago explica que além de incentivar a produção local, o programa permite que diversos alimentos frescos sejam servidos para os alunos diariamente nas escolas. “Quando vim trabalhar no município em 2019, havia apenas um fornecedor individual habilitado. O comprometimento com o trabalho no campo foi extremamente importante para o alcance deste resultado. Desde essa época, atuo no desenvolvimento das cadeias produtivas que atendem a alimentação escolar. Me sinto extremamente agradecido”, esclarece.</p>
<p> Muitos agricultores estão entregando produtos pela primeira vez para a merenda escolar, agregando preços melhores em seus produtos. Conforme Ribeiro, a legislação do PNAE estimula o produtor rural a produzir seus produtos pagando a melhor média de preços do mercado.  A Empaer, por meio da assistência técnica, estimulou os agricultores a produzir diversos produtos que estão sendo servidos na alimentação dos alunos, tais como, alface, tomate cereja, batata doce, pimentão, mamão, pitaya e outros. As mudas de banana da terra e pitaya foram trazidas do Campo Experimental da Empaer dos municípios de Cáceres e Tangará da Serra.<br />  </div>
<div style="text-align: justify"><source></source><source></source><img decoding="async" alt="" src="/documents/8024815/28858248/hortifruti6.jpg/a5cadcef-513a-4cb1-f963-29326f88a081?t=1677757666090+&#038;imageThumbnail=3"><br /> <strong><span style="font-size:12px">Produtor  Jonas recebe orientação de técnicos da Empaer.</span></strong></div>
<div style="text-align: justify">Mais de meio milhão de reais em contratos foram firmados com os produtores rurais para atender a merenda escolar no ano de 2023.  O extensionista explica que para as escolas do Estado foram cadastrados 10 produtores, no valor de R$ 246.863,41. E no PNAE municipal, também 10 produtores, num total de R$ 261.535,30. “O benefício dessa ação é gerar renda para os produtores e circulação de recursos na economia do município”, salienta Thiago.</div>
<p> <span style="font-size:11pt"><span style="background:white"><span style="line-height:107%"><span style="font-family:Calibri,sans-serif"><span style="font-size:14.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'><span style="color:#222222"></span></span></span></span></span></span></span><br /> <span style="font-size:11pt"><span style="line-height:normal"><span style="font-family:Calibri,sans-serif"><span style="font-size:12.0pt"><span style="background:white"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'><span style="color:#500050"></span></span></span></span></p>
<p>  <span style="font-size:12.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'><span style="color:#222222"></span></span></span></p>
<p> <span style="font-size:12.0pt"><span style='font-family:"Times New Roman",serif'></span></span></span></span></span><br /> <span style="font-size:11pt"><span style="background:white"><span style="line-height:107%"><span style="font-family:Calibri,sans-serif"><span style="font-size:14.0pt"><span style='font-family:"Arial",sans-serif'><span style="color:#222222"></span></span></span></span></span></span></span><br />  </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://web.mt.gov.br/web/empaer/-/agricultores-de-nova-ubirat%C3%A3-v%C3%A3o-entregar-40-toneladas-de-alimentos-para-a-merenda-escolar#7d443386-8f71-4593-9cb6-97a50b82c0e6" rel="noopener">GOV MT</a></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/agricultores-de-nova-ubirata-vao-entregar-40-toneladas-de-alimentos-para-a-merenda-escolar/">Agricultores de Nova Ubiratã vão entregar 40 toneladas de alimentos para a merenda escolar</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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		<title>Empaer avalia cultivares de mandioca para selecionar as mais produtivas aos agricultores familiares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Feb 2023 20:45:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[agricultores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para identificar cultivares de mandioca de mesa e indústria com características agronômicas e comerciais que possam ser recomendadas aos agricultores familiares, foram plantados 40 materiais genéticos nos Campos Experimentais da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), nos municípios de Cáceres, Acorizal e Tangará da Serra. O trabalho de pesquisa encerrou o plantio [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Para identificar cultivares de mandioca de mesa e indústria com características agronômicas e comerciais que possam ser recomendadas aos agricultores familiares, foram plantados 40 materiais genéticos nos Campos Experimentais da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), nos municípios de Cáceres, Acorizal e Tangará da Serra. O trabalho de pesquisa encerrou o plantio no início de janeiro deste ano e será executado num período de sete a 16 meses, avaliando a produtividade, o melhor ciclo de colheita, a resistência ao tombamento,  a arquitetura para plantio mecanizado e outros.</p>
<p style="text-align: justify">A pesquisadora da Empaer, Dolorice Moreti, fala que a objetivo da pesquisa é fornecer aos produtores rurais um conjunto de práticas recomendáveis com a garantia de rendimento e menor custo de produção. Serão avaliados o teor de amido para os materiais de mesa e indústria e o tempo de cozimento para a mandioca usada in natura. Os testes de cozimento serão feitos com variedades no período de sete a 12 meses após o plantio da mandioca.</p>
<p style="text-align: justify">Os materiais do banco genético que estão sendo avaliados são oriundos da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), do Instituto Agronômico de Campinas (IAC) e de produtores do Estado de Mato Grosso. Dolorice explica que foram plantadas as variedades de polpa branca, amarela e bifortificadas de mesa. Para a indústria, a polpa branca. “As avaliações serão feitas mensalmente em cada campo experimental. Estamos avaliando variedades de mandioca da região do cerrado e de mata”, enfatiza Dolorice.</p>
<p style="text-align: justify"><img decoding="async" alt="" src="/documents/8024815/23437670/Empaer+avalia+40+cultivares+de+mandioca+para+selecionar+as+mais+produtivas+aos+agricultores+familiares+3/7256c36c-7dc7-1fc3-1a03-75d325c39db8?t=1675426009227+&#038;imageThumbnail=3"></p>
<p style="text-align: justify"><strong style="text-indent: 35.4pt"><span style="font-size:12px"><span style="font-family: Arial, sans-serif;color: black">Apoio ao desenvolvimento da cadeia da mandioca de subsistência e comercial.</span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify">Mato Grosso possui uma área plantada de 18.440 hectares, com uma produção de 270 mil toneladas de raízes e uma produtividade média de 14.784 toneladas por hectare (IBGE/2022). Moreti conta que em 2010 a área plantada era de 38 mil hectares de mandioca e atribui a redução da área relacionada a diversas causas, como ausência de materiais mais produtivos, ramas de boa qualidade, entre outros. </p>
<p style="text-align: justify">Dolorice conta que na safra 2015/2016, no município de Acorizal, o rendimento médio de raízes dos genótipos testados variou com os anos de cultivo, onde a menor média de produtividade de raízes foi acima de 15 toneladas por hectare e a maior produtividade foi de 30 toneladas por hectare. “A finalidade principal do trabalho é apoiar o processo de desenvolvimento da mandiocultura de subsistência e comercial, com ações de pesquisa para selecionar cultivares produtivas e resistentes às principais doenças. Assim como atender os interesses e necessidades do produtor rural no cultivo da mandioca, oferecer alternativas de sistemas de produção, bem como de irrigação, cultivo mecanizado, para indústria, mesa, in natura e processada”, destaca Moreti.</p>
<p style="text-align: justify"><img decoding="async" alt="" src="/documents/8024815/23437670/Empaer+avalia+40+cultivares+de+mandioca+para+selecionar+as+mais+produtivas+aos+agricultores+familiares+2/9b321475-b855-cd38-a449-c45e50f0f276?t=1675425964219+&#038;imageThumbnail=3"></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://www.mt.gov.br/web/empaer/-/23454729-empaer-avalia-cultivares-de-mandioca-para-selecionar-as-mais-produtivas-aos-agricultores-familiares#1890f22d-542a-4acb-a16d-852ed91fdc92" rel="noopener">GOV MT</a></p>
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		<title>Construção de 800 tanques de peixes com assistência da Empaer gera renda a agricultores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Feb 2023 15:15:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[agricultores]]></category>
		<category><![CDATA[assistencia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um total de 800 tanques para a criação de peixes em cativeiro foram construídos por meio de uma parceria entre a Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) e a Prefeitura de Querência (a 945 km a nordeste de Cuiabá), nos assentamentos rurais Canaã e Pingo D’água, no município, para fortalecer a cadeia produtiva da piscicultura [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Um total de 800 tanques para a criação de peixes em cativeiro foram construídos por meio de uma parceria entre a<span style="text-align: justify"> Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) e a Prefeitura de Querência (a 945 km a nordeste de Cuiabá), n</span>os assentamentos rurais Canaã e Pingo D’água, no município, para fortalecer a cadeia produtiva da piscicultura na região do Vale do Xingu. A área de mais de 30 hectares de lâmina d’água proporciona aos agricultores familiares mais uma atividade geradora de renda.</p>
<p style="text-align: justify">O incentivo à piscicultura começou em 2017, de forma ambientalmente correta e economicamente viável para as famílias que manifestaram interesse no projeto. O secretário de Agricultura, Meio Ambiente e Reforma Agrária do município de Querência, Rodrigo Fenner, afirma que no ano passado foram comercializadas 50 toneladas de pescado. “A região tem um clima favorável para o cultivo de peixe, temos sol o ano todo e em algumas propriedades estão sendo retirados peixe com quase 2 kg, <span style="text-align: justify">em apenas oito meses</span>”, enfatiza.</p>
<p style="text-align: justify">De acordo com Rodrigo, a piscicultura desenvolvida nas pequenas propriedades é uma atividade complementar à agricultura familiar, que contribui com o aumento da receita financeira e também com a alimentação das famílias. Os tanques foram construídos sem custo para os proprietários e atualmente 20 produtores estão comercializando a produção nas feiras livres e entregando conforme encomenda. A previsão é que o número de produtores aumente em curto prazo.</p>
<p style="text-align: justify">Para facilitar a comercialização, os agricultores estão construindo um miniabatedouro com capacidade para abater 300 kg de pescado por dia, das espécies Tambatinga e Pacu Caranha. Para a criação e engorda em cativeiro, os agricultores adquirem por conta própria os alevinos e a ração. “Acredito que neste ano de 2023 o mini abatedouro estará pronto e incentivando a produção e comercialização de peixe no município&#8221;, destaca Fenner.</p>
<p style="text-align: justify"><img decoding="async" alt="" src="/documents/8024815/23437670/Agricultores+de+Quer%C3%AAncia+s%C3%A3o+beneficiados+com+a+constru%C3%A7%C3%A3o+de+tanques+para+cria%C3%A7%C3%A3o+de+peixes+em+cativeiro+2/6589f1a4-11f6-9b88-5824-9f1d44baa458?t=1675257186627+&#038;imageThumbnail=3"></p>
<p style="text-align: justify">Atualmente, 20 produtores estão comercializando a produção nas feiras livres e entregando conforme encomenda. O extensionista da Empaer, Vanilson Simões de Lima, explica que devido ao potencial hídrico da região o município pode ser o principal polo da piscicultura no Estado. Foram construídos tanques do tamanho padrão de 450 a 1.000 metros quadrados, considerados ideal para facilitar a despesca e o manejo. Ele esclarece que a regra básica para produção é de um quilo de peixe por metro quadrado. “Se o produtor colocar mais alevinos do que o recomendado, sugerimos que retire alguns e comece a consumir antes que o peixe atinja o peso de um quilo”, ressalta.</p>
<p style="text-align: justify">“Um dos pilares fundamentais para criação de peixe é a quantidade de alevinos a ser introduzida em cada tanque. Orientamos aos agricultores não colocar alevinos acima do recomendado, porque quando crescem vão competir por espaço, alimentação e principalmente por oxigênio. Ficam estressados e susceptíveis a doenças. Cuidados também com a quantidade de ração fornecida e a retirada de matos e ervas daninhas nas bordaduras dos tanques que é de suma importância para o manejo”, esclarece Lima.</p>
<p style="text-align: justify">Os técnicos da prefeitura foram responsáveis pela análise do terreno, escavação e em parceria com os técnicos da Empaer prestam assistência técnica. A extensionista da Empaer Carla Simões avalia que a cadeia da piscicultura é promissora, pois o produtor pode aumentar a renda em uma pequena área da sua propriedade e utilizar a terra para outras atividades e cultivo de diversas culturas. Os produtores recebem orientações desde a avaliação da qualidade da água, analise da água, teor de oxigênio nos tanques, correção de calcário, adubação, soltura dos alevinos, ração e o abate. “A manutenção da qualidade da água em viveiros de piscicultura é o requisito básico para o sucesso econômico e produtivo da atividade”, relata Carla.</p>
<p style="text-align: justify">O agricultor Ediberto Aparecido Ferreira, proprietário do Rancho Ponto 7, possui uma área de 65 hectares, localizado no assentamento Pingo d’água, com uma represa de 1.500 metros quadrados, onde são criados peixes da espécie tambatinga. Ele sugere que para ter retorno financeiro é necessário criar pelo menos 2 mil peixes. Na represa que foi construída pela prefeitura, o agricultor colocou 500 alevinos, que estão pesando em média 5 kg.</p>
<p style="text-align: justify"><img decoding="async" alt="" src="/documents/8024815/23437670/Agricultores+de+Quer%C3%AAncia+s%C3%A3o+beneficiados+com+a+constru%C3%A7%C3%A3o+de+tanques+para+cria%C3%A7%C3%A3o+de+peixes+em+cativeiro+3/e331766b-8b61-c138-a43c-b22e79a7558c?t=1675257347542+&#038;imageThumbnail=3"></p>
<p style="text-align: justify">O incentivo à piscicultura começou em 2017. No Rancho, a represa é um ponto de diversão e encontro da família e dos amigos. O agricultor não gosta de passar a rede no tanque e para retirar o peixe tem que ser com a vara de pescar. Ele avalia se constrói outro tanque para produção de peixe para comercializar. No momento está acompanhando o manejo, a criação e com a experiência que está tendo, acredita que poderá ser uma fonte produtiva como alternativa de renda no campo.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://www.mt.gov.br/web/empaer/-/23438069-construcao-de-800-tanques-de-peixes-com-assistencia-da-empaer-gera-renda-a-agricultores#40dc4273-6c9e-4f13-98f6-70ffd0e8fc3d" rel="noopener">GOV MT</a></p>
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		<title>Casal de agricultores tem colheita farta de melancia e tomate com o apoio da Empaer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jan 2023 17:18:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[agricultores]]></category>
		<category><![CDATA[apoio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No Assentamento Rural Coqueiral Quebó, no município de Nobres (a 146 km de Cuiabá), o casal de agricultores Adair Cassilio de Oliveira, de 60 anos, e Maria Aparecida de Oliveira, de 47, diversifica a produção e alterna o plantio de milho com melancia e tomate, com apoio financeiro do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e técnico da Empresa [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">No Assentamento Rural Coqueiral Quebó, no município de Nobres (a 146 km de Cuiabá), o casal de agricultores Adair Cassilio de Oliveira, de 60 anos, e Maria Aparecida de Oliveira, de 47, diversifica a produção e alterna o plantio de milho com melancia e tomate, com apoio financeiro do<span style="text-align: justify"> Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e técnico da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer). </span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="text-align: justify"> Os resultados têm sido bastante positivos e a previsão é colher nesta safra 30 toneladas do fruto por hectare, no Sítio Oliveira. Cada fruto pesa em média 15 kg e possui todas as qualidades que o consumidor procura.</span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="text-align: justify">O técnico agrícola da Empaer, Carlos Henrique Reis, responsável pelo projeto, fala que o recurso será aplicado na compra de insumos, como adubos, fertilizantes, agroquímicos e material para substituição da irrigação. O sistema utilizado na irrigação é por gotejamento., </span></p>
<p style="text-align: justify">Desde 2008, a família cultiva melancia na propriedade. Adair conta que pretende ampliar o cultivo para cinco hectares, em uma área toda irrigada e chegar a produzir 40 toneladas por hectare. A produção é vendida a R$ 2 o kg, nos municípios de Cuiabá, Nobres, Rosário Oeste e outros. A colheita desta safra encerra no final de janeiro. “Ficamos surpresos com esta colheita devido ao peso, algumas melancias chegaram a pesar 17 kg. Estamos comercializando carga fechada com 10 toneladas de melancia”, afirma o agricultor.</p>
<p style="text-align: justify"><img decoding="async" alt="" src="/documents/8024815/23294234/Agricultores+de+Nobres+investem+no+cultivo+de+melancia+e+tomate+como+alternativa+de+renda+2/7efbe4b2-8aeb-8290-e915-f9c9979484b9?t=1673962649444+&#038;imageThumbnail=3"></p>
<p style="text-align: justify"><strong>Melancia com peso médio de 17 kg</strong></p>
<p style="text-align: justify">Ele enfatiza que para garantir o aumento da produtividade foram instalados três poços artesianos e, com isso, conseguem em média 130 mil litros de água por dia. São dois reservatórios que armazenam 40 mil litros de água e o plano é instalar outro poço e cultivar a fruta duas vezes ao ano. A propriedade possui uma área de 38 hectares, sendo 25 hectares explorado e o restante é de mata nativa. Atualmente, Adair e Maria Aparecida, que por enquanto trabalham sozinhos, diversificam a produção e alternam com cultivo de melancia e tomate. A diversificação na propriedade é uma opção para ter rentabilidade.</p>
<p style="text-align: justify">O desejo do casal é tornar o sítio ainda mais produtivo e trabalha diariamente para que isso. A agricultora destaca que a mão-de-obra ultimamente é um problema na zona rural, bastante escassa. Mesmo assim, cultivam melancia e tomate. Com o final da colheita, o tomate começa a ser plantado no início de fevereiro. Estamos contentes com a safra passada de tomate que produziu 8 kg em cada pé, considerada uma boa produção.</p>
<p style="text-align: justify">De acordo com a Maria Aparecida, a produção de tomate rendeu 56 toneladas na safra passada, numa área de 1,5 hectare. “Estamos utilizando uma variedade nova, que está se adaptando muito bem à nossa região. Produzimos tomates de tamanho padrão, saboroso e com aparência ideal para atender os mercados. Esse produto nos surpreendeu e pode ficar na banca por mais de 15 dias e permanece do mesmo jeito quando foi colhido”, esclarece.</p>
<p style="text-align: justify"><img decoding="async" alt="" src="/documents/8024815/23294234/Agricultores+de+Nobres+investem+no+cultivo+de+melancia+e+tomate+como+alternativa+de+renda+3/8bb59dc5-604b-3f33-6ead-a11bf381023a?t=1673962681470+&#038;imageThumbnail=3"></p>
<p style="text-align: justify"><strong>Colheita de 56 toneladas de tomate </strong></p>
<p style="text-align: justify">Para garantir a expansão da área de melancia e manter o plantio de tomate, os agricultores financiaram R$ 59.900 mil do Pronaf.</p>
<p style="text-align: justify">Após a colheita, a área cultivada com melancia é preparada para produzir milho. O técnico da Empaer explica que no Sítio Oliveira é recomendada a rotação de culturas que é uma técnica que consiste em alternar em uma mesma área diferentes culturas vegetais. É considerada uma boa prática agronômica, pois contribui com a conservação do solo e com o controle de pragas e doenças da lavoura. Esta técnica visa tornar o sistema mais produtivo e ambientalmente mais sustentável, restabelecendo o equilíbrio biológico. “Quando esta técnica não é suficiente para combater as pragas e doenças recomenda-se o uso e aplicação de agrotóxicos”, detalha. <img decoding="async" alt="" src="/documents/8024815/23294234/Agricultores+de+Nobres+investem+no+cultivo+de+melancia+e+tomate+como+alternativa+de+renda+4/b0b8f193-659d-a2cf-e1ce-9e0eafed0c1b?t=1673962708307+&#038;imageThumbnail=3"></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://www.mt.gov.br/web/empaer/-/23346959-casal-de-agricultores-tem-colheita-farta-de-melancia-e-tomate-com-o-apoio-da-empaer#ad835b20-1f77-468b-843e-332117968bd6" rel="noopener">GOV MT</a></p>
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		<item>
		<title>Casal de agricultores alia produção de melancia e tomate com safra de milho e tem colheita farta</title>
		<link>https://fatomt.com.br/casal-de-agricultores-alia-producao-de-melancia-e-tomate-com-safra-de-milho-e-tem-colheita-farta/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jan 2023 15:47:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[agricultores]]></category>
		<category><![CDATA[casal]]></category>
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		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[produ]]></category>
		<category><![CDATA[safra]]></category>
		<category><![CDATA[tomate]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No Assentamento Rural Coqueiral Quebó, no município de Nobres (a 146 km de Cuiabá), o casal de agricultores Adair Cassilio de Oliveira, de 60 anos, e Maria Aparecida de Oliveira, de 47, diversificam a produção e alternam o plantio de milho com melancia e tomate. Os resultados têm sido bastante positivos e a previsão é colher nesta safra 30 [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/casal-de-agricultores-alia-producao-de-melancia-e-tomate-com-safra-de-milho-e-tem-colheita-farta/">Casal de agricultores alia produção de melancia e tomate com safra de milho e tem colheita farta</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">No Assentamento Rural Coqueiral Quebó, no município de Nobres (a 146 km de Cuiabá), o casal de agricultores Adair Cassilio de Oliveira, de 60 anos, e Maria Aparecida de Oliveira, de 47, diversificam a produção e alternam o plantio de milho com melancia e tomate. Os resultados têm sido bastante positivos e a previsão é colher nesta safra 30 toneladas do fruto por hectare, no Sítio Oliveira. Cada fruto pesa em média 15 kg e possui todas as qualidades que o consumidor procura.</p>
<p style="text-align: justify">Desde 2008, a família cultiva melancia na propriedade. Adair conta que pretende ampliar o cultivo para cinco hectares, em uma área toda irrigada e chegar a produzir 40 toneladas por hectare. A produção é vendida a R$ 2 o kg, nos municípios de Cuiabá, Nobres, Rosário Oeste e outros. A colheita desta safra encerra no final de janeiro. “Ficamos surpresos com esta colheita devido ao peso, algumas melancias chegaram a pesar 17 kg. Estamos comercializando carga fechada com 10 toneladas de melancia”, afirma o agricultor.</p>
<p style="text-align: justify"><img decoding="async" alt="" src="/documents/8024815/23294234/Agricultores+de+Nobres+investem+no+cultivo+de+melancia+e+tomate+como+alternativa+de+renda+2/7efbe4b2-8aeb-8290-e915-f9c9979484b9?t=1673962649444+&#038;imageThumbnail=3"></p>
<p style="text-align: justify"><strong>Melancia com peso médio de 17 kg</strong></p>
<p style="text-align: justify">Ele enfatiza que para garantir o aumento da produtividade foram instalados três poços artesianos e, com isso, conseguem em média 130 mil litros de água por dia. São dois reservatórios que armazenam 40 mil litros de água e o plano é instalar outro poço e cultivar a fruta duas vezes ao ano. A propriedade possui uma área de 38 hectares, sendo 25 hectares explorado e o restante é de mata nativa. Atualmente, Adair e Maria Aparecida, que por enquanto trabalham sozinhos, diversificam a produção e alternam com cultivo de melancia e tomate. A diversificação na propriedade é uma opção para ter rentabilidade.</p>
<p style="text-align: justify">O desejo do casal é tornar o sítio ainda mais produtivo e trabalha diariamente para que isso. A agricultora destaca que a mão-de-obra ultimamente é um problema na zona rural, bastante escassa. Mesmo assim, cultivam melancia e tomate. Com o final da colheita, o tomate começa a ser plantado no início de fevereiro. Estamos contentes com a safra passada de tomate que produziu 8 kg em cada pé, considerada uma boa produção.</p>
<p style="text-align: justify">De acordo com a Maria Aparecida, a produção de tomate rendeu 56 toneladas na safra passada, numa área de 1,5 hectare. “Estamos utilizando uma variedade nova, que está se adaptando muito bem à nossa região. Produzimos tomates de tamanho padrão, saboroso e com aparência ideal para atender os mercados. Esse produto nos surpreendeu e pode ficar na banca por mais de 15 dias e permanece do mesmo jeito quando foi colhido”, esclarece.</p>
<p style="text-align: justify"><img decoding="async" alt="" src="/documents/8024815/23294234/Agricultores+de+Nobres+investem+no+cultivo+de+melancia+e+tomate+como+alternativa+de+renda+3/8bb59dc5-604b-3f33-6ead-a11bf381023a?t=1673962681470+&#038;imageThumbnail=3"></p>
<p style="text-align: justify"><strong>Colheita de 56 toneladas de tomate </strong></p>
<p style="text-align: justify">Para garantir a expansão da área de melancia e manter o plantio de tomate, os agricultores financiaram recursos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), na ordem de R$ 59.900 mil. O técnico agrícola da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), Carlos Henrique Reis, responsável pelo projeto, fala que o recurso será aplicado na compra de insumos, tais como, adubos, fertilizantes, agroquímicos e material para substituição da irrigação. O sistema utilizado na irrigação é por gotejamento.</p>
<p style="text-align: justify">Após a colheita, a área cultivada com melancia é preparada para produzir milho. Reis explica que no Sítio Oliveira é recomendada a rotação de culturas que é uma técnica que consiste em alternar em uma mesma área diferentes culturas vegetais. É considerada uma boa prática agronômica, pois contribui com a conservação do solo e com o controle de pragas e doenças da lavoura. Esta técnica visa tornar o sistema mais produtivo e ambientalmente mais sustentável, restabelecendo o equilíbrio biológico. “Quando esta técnica não é suficiente para combater as pragas e doenças recomenda-se o uso e aplicação de agrotóxicos”, detalha. <img decoding="async" alt="" src="/documents/8024815/23294234/Agricultores+de+Nobres+investem+no+cultivo+de+melancia+e+tomate+como+alternativa+de+renda+4/b0b8f193-659d-a2cf-e1ce-9e0eafed0c1b?t=1673962708307+&#038;imageThumbnail=3"></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://www.mt.gov.br/web/empaer/-/23346959-casal-de-agricultores-alia-producao-de-melancia-e-tomate-com-safra-de-milho-e-tem-colheita-farta#ea6b6fa7-fbc6-403e-a7c9-7f365d256a0f" rel="noopener">GOV MT</a></p>
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		<title>Secretaria de Agricultura avança no projeto-piloto da URT do Leite e agricultores comemoram certificação da produção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jan 2023 15:50:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[agricultores]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Emanoele Daiane Clique para ampliar A Secretaria Municipal de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico (SMATED), avança no projeto-piloto da Unidade de Referência Técnica (URT) do Leite, na região do Assentamento 21, zona rural da capital. Este importante passo consiste na adesão oficial de mais sete produtores de pequena propriedade para receber investimentos em infraestrutura ao [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="conteudo_foto">
<div class="imgcontent" style="float:right;margin:0 0 15px 15px">
<p class="credito_foto">Emanoele Daiane</p>
<p> 						<a href="https://www.cuiaba.mt.gov.br/storage/webdisco/2023/01/06/800x600/0ca5c1a742ff9b8c24d0c8d6155c02fe.jpg" data-title="" id="img_conteudo"> 						</p>
<p class="amplia_foto">Clique para ampliar <img decoding="async" src="/images/lupa.png" width="16" border="0"></p>
<p>  						<img decoding="async" border="0" src="https://www.cuiaba.mt.gov.br/storage/webdisco/2023/01/06/285x213/0ca5c1a742ff9b8c24d0c8d6155c02fe.jpg" alt=""></a> 						 					</div>
</p>
</div>
<div class="textBody">
<p>A Secretaria Municipal de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico (SMATED), avança no projeto-piloto da Unidade de Referência Técnica (URT) do Leite, na região do Assentamento 21, zona rural da capital. Este importante passo consiste na adesão oficial de mais sete produtores de pequena propriedade para receber investimentos em infraestrutura ao mesmo tempo que trabalha a certificação e apoio logístico da produção em escala e a intermediação do produto final junto ao mercado consumidor. </p>
<p>Com o apoio técnico da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (EMPAER-MT) o Programa Agro da Gente recebe o suporte de capacitação e orientação necessária na melhoria e aumento da produção local.</p>
<p>Visando a valorização das famílias do campo e fomento à agricultura familiar, a gestão Emanuel Pinheiro criou o programa &#8216;Agro da Gente&#8217;, por meio da lei nº 6.809/2022,  que tem como objetivo alavancar o crescimento da produção e autoestima dos produtores de pequenas propriedades do município, atendendo quatro cadeias produtivas: AVES, LEITE, PEIXE e FLV (frutas, legumes, verduras). </p>
<p>No caso do Leite, a URT está sendo implantada na propriedade do casal Sérgio e Rosinei Barbosa, escolhidos com base nos critérios exigidos para a realização das atividades. Primeiramente, foram feitas as melhorias estruturais. Logo depois, a disponibilização do suporte técnico necessário e, neste momento, o programa prevê a expansão para outras propriedades da região, bem como, prepara a inserção do produto no mercado. </p>
<p>O titular da SMATED, Francisco Vuolo, afirmou, na ocasião, que a administração atual trabalha para garantir sustentabilidade ambiental e econômica para o produtor local, garantindo desde o acompanhamento na produção até investimentos necessários para a produção em escala com rentabilidade financeira. &#8220;Não adianta produzir em grandes quantidades e não ter a saída do produto. A entrada dos parceiros vem justamente para poder fechar o ciclo e assegurar a venda futura, por um preço justo para ambas as partes, não somente dando o peixe, mas sim, ensinando também a pescar, buscando uma relação saudável, oferecendo a independência daqui em diante, conforme às leis sanitárias indicadas&#8221;, declarou. </p>
<p>Para Sérgio, a cooperação entre o Poder Público e a sociedade, representa a esperança de uma vida melhor, proporcionando confecção de derivados do laticínio, como por exemplo, queijo e requeijão. &#8220;Estamos muito contentes, atendendo a todos os critérios, fazendo tudo certo para que possamos ter um leite bom, gostoso e por um valor acessível. Se Deus quiser, vamos avançar mais e ser referência para os demais que desejam investir, mostrando que compensa. Só temos a agradecer&#8221;, acrescentou. </p>
<p>As tratativas entre os produtores e uma sorveteria de Cuiabá já estão em fase de negociação. A expectativa do projeto é atender mais de duas mil pessoas em toda a cidade.</p>
</div>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://www.cuiaba.mt.gov.br/agricultura-trabalho-e-desenvolvimento-economico/secretaria-de-agricultura-avanca-no-projeto-piloto-da-urt-do-leite-e-agricultores-comemoram-certificacao-da-producao/29251#c8c58521-827a-4550-8611-e40f3a5ae227" rel="noopener">Prefeitura de Cuiabá MT</a></p>
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		<title>Agricultores de Cuiabá utilizam lodo de esgoto transformado em adubo para o cultivo de pastagens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Oct 2022 20:41:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[agricultores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O casal de produtores rurais, Rosenei de França Souza (47) e Sérgio Barbosa de Souza (53), proprietários do Sítio Nossa Senhora Aparecida, localizado no Assentamento Rural 21 de Abril, em Cuiabá, participam de um projeto inédito, que utiliza o lodo de esgoto sanitário e doméstico, transformado em adubo sustentável. Os produtores são os primeiros mato-grossenses [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O casal de produtores rurais, Rosenei de França Souza (47) e Sérgio Barbosa de Souza (53), proprietários do Sítio Nossa Senhora Aparecida, localizado no Assentamento Rural 21 de Abril, em Cuiabá, participam de um projeto inédito, que utiliza o lodo de esgoto sanitário e doméstico, transformado em adubo sustentável. Os produtores são os primeiros mato-grossenses a testar o produto orgânico denominado biossólido. O adubo foi aplicado no cultivo do capim BRS Capiaçu, em uma área de quatro mil metros quadrados.</p>
<p>Considerado rico em matéria orgânica, o biossólido é produzido pela Águas Cuiabá, a partir do lodo do esgoto adequadamente tratado, gerado durante o processo de decomposição dos esgotos domésticos, também denominado de Projeto “Biolodo – transformando lodo em adubo”. </p>
<p>A Empaer (Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural) escolheu a propriedade rural para o projeto piloto. Outras propriedades rurais serão selecionadas para testar o produto, que possui nutrientes como cálcio, magnésio, nitrogênio e fósforo.</p>
<p>O diretor geral da Águas Cuiabá, Willian Figueiredo, ressalta que a iniciativa une sustentabilidade e produtividade. “Estamos falando da destinação segura de resíduos sólidos, exaltando, na prática, a sustentabilidade. Foram quatro anos de preparação, levantando as melhores práticas ambientais, com toda uma equipe multiprofissional envolvida. Estamos muito satisfeitos em fazer mais uma entrega importante para a sustentabilidade na região”, destaca Figueiredo.</p>
<p><img decoding="async" alt="" src="/documents/8024815/22749898/20221006_091628.jpg/2417714b-d0d4-6d60-0958-6cc826c150d9?t=1665493033883"></p>
<p>O produto foi aplicado no cultivo do capim BRS Capiaçu,  em uma área de quatro mil metros quadrados Foto: Empaer </p>
<p>O zootecnista da Empaer, Antônio Rômulo Fava, explica ser este um projeto novo para a agricultura familiar, que poderá contribuir para redução de custos e aumento da produtividade. O chamado biossólido, o lodo resultante do processo do esgotamento sanitário doméstico, devidamente tratado, é rico em nutrientes e traz benefícios à produção rural, sendo apto a substituir, em parte, o uso de adubos químicos. O projeto é cientificamente embasado e aprovado pelos órgãos ambientais.</p>
<p>A aplicação do biossólido foi realizada no dia 4 de outubro. A avaliação será após três meses. A expectativa é ter o resultado em janeiro de 2023. A propriedade rural receberá um total de cinco toneladas do produto. </p>
<p>Segundo Antônio Fava, a expectativa é a de que o biossólido possa auxiliar na produção das pastagens e ultrapassar 70 toneladas de massa verde por hectare e corte. Durante o ano, serão realizados quatro cortes, podendo chegar à marca de 280 toneladas de massa verde.</p>
<p> No local, foi instalada uma Unidade de Referência Tecnológica (URT), de pecuária leiteira, que conta também com a parceria do Programa Rem, cujo objetivo é auxiliar os produtores com novas técnicas, integração, manejo de pastagem, alternativas para o gado no período da seca, piquete rotacionado, manejo de ordenha e custo de produção na atividade leiteira. </p>
<p>O Sítio Nossa Senhora Aparecida possui uma área total de 17,6 hectares, sendo 11 hectares de pasto, 2,3 hectares de pasto rotacionado contendo 35 piquetes e plantio de pastagem. A produção chega a 110 litros de leite por dia, no período das águas. São produzidos queijo frescal e requeijão, comercializados nos bairros Pedra 90 e Osmar Cabral, entre outros. O casal trabalha com a pecuária leiteira há mais de 30 anos e estão em Cuiabá desde 2004. </p>
<p>Rosinei Souza explica que no início da atividade era bem difícil e complicado, mas, com a utilização de novas tecnologias e equipamentos, o serviço ficou mais fácil e rápido. Eles possuem um plantel de 32 bovinos leiteiros da raça girolando, com ordenha mecânica. </p>
<p>Ela conta que o curral foi todo reformado com pavimentação, cobertura, placas de energia solar, cerca elétrica e bomba de água. “Somos só nós dois a trabalhar na propriedade, um ajudando o outro. Com essas facilidades, sobrou mais tempo para organizar outras áreas. Hoje posso dizer que o trabalho dos técnicos da Empaer mudou nossa vida e os considero membros da minha família, pela mudança e melhoria que fizeram em nossa propriedade”, ressalta Rosinei Souza.</p>
<p><img decoding="async" alt="" src="/documents/8024815/22749898/20221006_090217.jpg/81db164c-6b60-f579-40c0-df5250c6e0d9?t=1665493119807"></p>
<p>A produtora Rosinei é responsável pela  ordenha mecânica           Foto: Empaer </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://www.mt.gov.br/web/empaer/-/22753176-agricultores-de-cuiaba-utilizam-lodo-de-esgoto-transformado-em-adubo-para-o-cultivo-de-pastagens#c921ff91-22a0-4d5f-8490-ebea10b30529" rel="noopener">GOV MT</a></p>
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		<title>Maquinário adquirido por agricultores familiares pode passar a ser isento de IPI</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Oct 2022 13:41:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[adquirido]]></category>
		<category><![CDATA[agricultores]]></category>
		<category><![CDATA[familiares]]></category>
		<category><![CDATA[isento]]></category>
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		<category><![CDATA[passar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Senado pode isentar do IPI o maquinário adquirido por agricultores familiares. Proposta nesse sentido, que está pronta para ser votada na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), determina que o benefício acontecerá apenas para equipamentos fabricados no Brasil ou demais países do Mercosul (PL 2.505/2019). A relatora, Kátia Abreu (PP-TO), elogiou a iniciativa por desonerar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Senado pode isentar do IPI o maquinário adquirido por agricultores familiares. Proposta nesse sentido, que está pronta para ser votada na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), determina que o benefício acontecerá apenas para equipamentos fabricados no Brasil ou demais países do Mercosul (<a class="external-link" href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/136484" target="_blank" title="" rel="noopener">PL 2.505/2019</a>). A relatora, Kátia Abreu (PP-TO), elogiou a iniciativa por desonerar os investimentos.</p>
<p><audio preload="auto" src="https://www12.senado.leg.br/radio/@@audio/a1b25341-a08b-4d46-8a61-de3416adce8d?download"></audio></p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/audios/2022/10/maquinario-adquirido-por-agricultores-familiares-pode-passar-a-ser-isento-de-ipi#2935697c-752c-4f95-bcd0-4835c41a075b" rel="noopener">Agência Senado</a></p>
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