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	<title>Arquivos agendas - FATO MT</title>
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	<title>Arquivos agendas - FATO MT</title>
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		<title>100 dias: governo enfrenta agendas difíceis na segurança pública</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Apr 2023 18:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Marcello Casal Jr/Agência Brasil 100 dias: governo enfrenta agendas difíceis na segurança pública Nos 100 primeiros dias de governo, um turbilhão de eventos fez do Ministério da Justiça e Segurança Pública protagonista de boa parte das principais agendas do governo federal. Além de lidar com situações como a tentativa de golpe no dia 8 de [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda" style="position: relative">
<div class="foto-legenda-img"> <img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/5e/ms/fp/5emsfpoyb9ki1ocjupf6kq9x4.jpg" width="906" height="509" alt="100 dias: governo enfrenta agendas difíceis na segurança pública" title="100 dias: governo enfrenta agendas difíceis na segurança pública"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Marcello Casal Jr/Agência Brasil</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">100 dias: governo enfrenta agendas difíceis na segurança pública</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Nos 100 primeiros dias de governo, um turbilhão de eventos fez do Ministério da Justiça e Segurança Pública protagonista de boa parte das principais agendas do governo federal. Além de lidar com situações como a tentativa de golpe no dia 8 de janeiro; a intervenção no governo do Distrito Federal; a crise humanitária envolvendo o povo yanomami; os ataques no Rio Grande do Norte e o combate ao trabalho escravo em vinícolas do Rio Grande do Sul, a pasta conseguiu, segundo especialistas, apresentar &#8220;avanços significativos&#8221;, em especial para a segurança pública.</p>
<p class="">Tantas coisas acontecendo ao mesmo tempo acabaram por causar uma sensação de que as autoridades da área de justiça e segurança atuaram mais de forma reativa do que ativa – o que não é exatamente uma verdade, conforme disse à Agência Brasil o presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), Renato Sérgio de Lima.Notícias relacionadas:Sônia Guajajara diz que povos indígenas vivem crise humanitária.Governo relança Pronasci com foco em violência de gênero.</p>
<p class="">Segundo Lima, o governo federal “fez muito” ao longo dos 100 primeiros dias, na condução das políticas de segurança pública, mas as ações acabaram ofuscadas diante dos “factuais” que tiveram mais visibilidade do que “os feitos” iniciais do governo.</p>
<p class="">Na avaliação do especialista, os acontecimentos foram “atropelando a agenda e as ações”, o que acabou tornando “turbulentos” os 100 primeiros dias de governo. Assim sendo, “o debate sobre os temas acabou perdendo espaço” em meio a um cenário que “apresenta as ações [implementadas] como se fossem reações [a factuais]”, disse Lima.</p>
<p class="">“O governo precisa agora recuperar a dianteira que teve no primeiro dia, com o decreto de armas, para poder pensar a divulgação e o detalhamento de políticas como, por exemplo, as do Plano Amazônia mais Segura (Amas) e do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci)”, completou.</p>
<p class="">“O governo começou o ano com o decreto de armas, uma importante iniciativa”, lembrou Renato Sérgio de Lima, referindo-se ao decreto presidencial que suspendeu novas autorizações de porte para armas, pelos CACs – colecionadores, atiradores e caçadores.</p>
<p class="">O mesmo decreto foi elogiado e considerado &#8220;primeiro acerto&#8221; pela professora de Ciências Criminais do Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP) Carolina Costa.</p>
<p class="">Para a advogada, a revisão das normas que flexibilizaram a compra de armamentos e o Estatuto do Desarmamento têm importante papel para a regulação e o controle de armas no país. Ela destacou a importância da revisão ocorrer no momento atual, após o governo Bolsonaro ter promovido “uma flexibilização completamente desmedida”, visando armar a população brasileira.</p>
<p class="">“A retomada do controle dos armamentos e da comercialização destes no Brasil é algo bastante urgente, especialmente para redução dos índices de violência e da sensação de insegurança da população que, diante do aumento do número de armas em circulação, se vê insegura e em risco, especialmente quando pensamos em mulheres e crianças”, disse.</p>
<p class="">Tendo como referência números do Monitor da Violência, Renato Lima, do FBSP, diz que o número de homicídios no Brasil cresceu mais de 6% no último trimestre do ano passado.</p>
<p class="">Ele também correlaciona esse aumento às facilidades criadas durante o governo Bolsonaro para o acesso da população a armas.</p>
<p class="">“Isso sinaliza para um 2023 preocupante, porque, se a tendência se confirmar, teremos aumento dos homicídios, muito em função de questões que não foram tratadas durante o governo anterior, como por exemplo a implementação do SUSP [Sistema Único de Segurança Pública]”, acrescentou. De acordo com o especialista, a iniciativa tende a receber bons investimentos governamentais.</p>
<h2 class="">Pronasci</h2>
<p class="">Os dois especialistas destacam a retomada do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci) como uma das mais importantes políticas públicas do atual governo.</p>
<p class="">Lançado no dia 15 de março, o novo Pronasci já tem R$ 700 milhões previstos para investimento em ações sociais de segurança pública, em prevenção, controle e repressão da criminalidade. A primeira edição do programa foi lançada em 2007 durante o segundo mandato do presidente Lula.</p>
<p class="">Os eixos do Pronasci estão alinhados com o Plano Nacional de Segurança Pública, que tem como objetivo reduzir a taxa de homicídios para abaixo de 16 mortes por 100 mil habitantes até 2030, e de baixar as taxas envolvendo mortes violentas de mulheres e de lesão corporal seguida de morte.</p>
<p class="">Executado pela União em cooperação com estados, Distrito Federal e municípios – mediante programas, projetos e ações de assistência técnica e financeira –, o novo Pronasci inclui em seus eixos a prevenção e enfrentamento da violência contra a mulher e combate ao feminicídio.</p>
<p class="">Os outros quatro eixos do programa tratam do fomento às políticas de segurança pública com cidadania em territórios com altos indicadores de violência e com grupos sociais mais vulneráveis; fomento às políticas de cidadania com foco no trabalho e ensino formal e profissionalizante para presos e egressos do sistema prisional; apoio às vítimas da criminalidade; e, finalmente, combate ao racismo estrutural e a todos os crimes dele derivados – com ações afirmativas para a população negra aliadas ao enfrentamento da pobreza, da fome e das desigualdades.</p>
<h2 class="">Polícia e cidadãos</h2>
<p class="">Na cerimônia de lançamento do programa, o presidente Lula disse que o Pronasci fortalece a área de segurança, garantindo a presença do Estado não apenas com polícia, mas com ações de promoção da cidadania.“Com a recuperação desse programa a gente passa para sociedade a ideia de que o papel do Estado é cuidar das pessoas antes de cometerem qualquer delito, e cuidar depois que a pessoa comete, mas na perspectiva de fazer com que volte a ter uma convivência social e tranquila”, disse Lula.</p>
<p class="">“Sobretudo, temos que trabalhar na perspectiva de salvar a periferia deste país. É na periferia que está grande parte da nossa juventude; grande parte das pessoas com potencial cultural e profissional extraordinário, que não têm condições de sobreviver porque são pegas de surpresa por bala perdida ou são pegas por ocupação policial”, acrescentou.</p>
<p class="">No evento de lançamento do Pronasci, o ministro Flávio Dino disse acreditar que tais ações vão garantir a redução da violência “e uma maior integração entre políticas sociais e as ações da polícia”.</p>
<p class="">Já a coordenadora do programa, Tamires Sampaio, disse que o Pronasci “constrói uma noção de que, fortalecendo agentes e equipamentos de segurança e garantindo que a população tenha acesso à educação e à cultura, vamos garantir que os índice de violência e de criminalidade no país vão diminuir”.</p>
<p class=""> <img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/rA1fiolInrAVRhy8Dw1Mld7PYOk=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/_ja_0911.jpg?itok=l2Fv9RXa" alt="Brasília (DF) 08-04-2023 - A Coordenadora do Pronasci, Tamires Sampaio posa para fotografia em seu gabinete no Ministério da Justiça, após entrevista para Agência Brasil. Foto: Joédson Alves/Agência Brasil" title="Joédson Alves/Agência Brasil" class="flex-fill img-cover"> </p>
<h2 class="">Comunidade</h2>
<p class="">Para Carolina Costa, do IDP, o Pronasci se distingue das políticas de repressão, uma vez que prioriza mecanismos de polícia comunitária, visando à aproximação entre forças policiais e comunidade.</p>
<p class="">“Em um contexto de extrema violência, em que comunidades vulneráveis se sentem ainda mais desprotegidas por conta de uma atuação extremamente despreparada da polícia, o Pronasci representa uma excelente iniciativa para que possamos retomar o diálogo entre as forças de segurança e a comunidade”, disse ela à Agência Brasil.</p>
<p class="">No início de abril, a visita do ministro Flávio Dino ao Complexo da Maré, no Rio de Janeiro, mostrou vontade política no sentido de aproximar autoridades e comunidades vulneráveis.</p>
<p class="">A iniciativa, no entanto, acabou sendo criticada por opositores do governo federal, sob o argumento de que a visita representaria uma “conivência” do ministro com “criminosos que atuam na favela”.</p>
<p class="">Em resposta, Flávio Dino disse considerar “esdrúxula” a afirmação, sustentando que ela seria resultado de preconceito contra os moradores da comunidade.</p>
<h2 class="">Política de drogas</h2>
<p class="">Outra política pública do governo federal destacada pelos especialistas consultados pela reportagem é a Estratégia Nacional de Políticas de Drogas, conduzida pela Secretaria Nacional de Drogas.</p>
<p class="">Para a professora de Ciências Criminais do IDP, a definição de uma estratégia para reorganização dessa política é “absolutamente necessária, e fica ainda mais fortalecida graças à participação da sociedade civil nas discussões.</p>
<p class="">“Uma iniciativa que está em curso, e que será divulgado em breve, é a retomada do Conselho Nacional de Política sobre Drogas, com uma participação mais efetiva da sociedade civil. Uma discussão aberta sobre os rumos da política de drogas no Brasil é algo absolutamente importante no contexto brasileiro, sobretudo se analisarmos as [altas] taxas de encarceramento por tráfico de drogas”, complementou a advogada.</p>
<h2 class="">Participação</h2>
<p class="">As políticas públicas citadas por Carolina Costa estão sendo tratadas de forma transversal pelas autoridades, em especial com relação à organização do planejamento, bem como da execução e da avaliação. O governo, inclusive, tem promovido eventos em que o tema é debatido de forma ampla, com a participação dos ministérios da Saúde; da Igualdade Racial; da Justiça e Segurança Pública; de secretarias e organizações internacionais, além de representantes da sociedade civil e parlamentares.</p>
<p class="">“Durante o governo Bolsonaro, as políticas eram bastante estanques: muito isoladas e sem participação social. No atual governo temos outra perspectiva, com retomada da participação da sociedade civil e com a atuação de diferentes ministérios”, argumentou a advogada.</p>
<p class="">“Quando a política pública é pautada de forma transdisciplinar, essa participação acaba sendo quase natural, além de muito mais incentivada. Quanto mais parceiros e parceiras nós tivermos para condução de políticas públicas, maior será a efetividade e maior será a participação democrática nessas políticas públicas”, complementou Carolina.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2023-04-09/100-dias-governo-seguranca-publica.html#5ec4de86-7fff-4225-a949-395b9e2fa458" rel="noopener">Política Nacional</a></p>
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		<title>Lula deve ficar dois dias sem agendas para poupar voz para debate</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Sep 2022 13:35:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>REPRODUÇÃO: Redes sociais &#8211; 27/09/2022 Lula deve ficar dois dias sem agendas para poupar voz para debate O ex-presidente  Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não terá agenda nesta quarta-feira (28). Amanhã, o planejamento é que o petista também não tenha agenda pública. O objetivo do candidato é manter foco total na preparação para o [&#8230;]</p>
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<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/99/ll/qp/99llqpybygtzr0rxlrvbbr03r.jpg" width="906" height="509" alt="Lula deve ficar dois dias sem agendas para poupar voz para debate" title="Lula deve ficar dois dias sem agendas para poupar voz para debate"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>REPRODUÇÃO: Redes sociais &#8211; 27/09/2022</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Lula deve ficar dois dias sem agendas para poupar voz para debate</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">O ex-presidente  <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2022-09-28/poderdata-lula-bolsonaro-primeiro-turno.html" data-mce-href="https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2022-09-28/poderdata-lula-bolsonaro-primeiro-turno.html">Luiz Inácio Lula da Silva (PT)</a> não terá <strong>agenda</strong> nesta quarta-feira (28). Amanhã, o planejamento é que o petista também não tenha agenda pública. O objetivo do candidato é manter foco total na preparação para o <strong>debate</strong> da Rede Globo.</p>
<p class="">Além de estudar as questões que deve ser obrigado a responder, Lula também precisa poupar a <strong>voz,</strong> que tem ficado rouca com frequência. Ele tem sido acompanhado por uma fonoaudióloga.</p>
<p class="">O debate da Globo é considerado como fundamental para as pretensões do ex-presidente de vencer a eleição no próximo domingo, sem a necessidade de segundo turno. Coordenadores da campanha avaliam que Lula não pode repetir o desempenho do debate da Band.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2022-09-28/genial-quaest-rejeitam-bolsonaro-lula.html" title="Pesquisa Genial/Quaest: 55% rejeitam Bolsonaro e 44% reprovam Lula" target="_self" rel="noopener">Pesquisa Genial/Quaest: 55% rejeitam Bolsonaro e 44% reprovam Lula</a> </li>
<li> <a href="https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2022-09-28/agenda-candidatos-presidencia-quarta-28.html" title="Confira a agenda dos candidatos à Presidência para esta quarta (28)" target="_self" rel="noopener">Confira a agenda dos candidatos à Presidência para esta quarta (28)</a> </li>
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</ul>
</aside>
</div>
<p class="">Se repetir o desempenho do debate da Band, os petistas avaliam que as chances de <strong>Lula </strong> ganhar no primeiro turno caem bastante. Além de a campanha estar num momento mais decisivo, o debate da Globo costuma ter mais audiência.</p>
<p>Entre no  <a href="https://t.me/iGUltimoSegundo" data-mce-href="https://t.me/iGUltimoSegundo">canal do Último Segundo no Telegram</a> e veja as principais notícias do dia no Brasil e no Mundo. Siga também o  <a href="https://t.me/portalig" data-mce-href="https://t.me/portalig">perfil geral do Portal iG.</a>  </p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2022-09-28/lula-agenda-voz-debate.html#afbfd722-6597-4af9-99d7-50735e1c52f7" rel="noopener">IG Política</a></p>
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		<title>Centrais sindicais lançam no Senado agendas de legislativa e jurídica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Apr 2022 17:35:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O movimento sindical lan&#231;ou, nesta segunda-feira (11), a Agenda Legislativa das Centrais Sindicais no Congresso Nacional durante audi&#234;ncia p&#250;blica na Comiss&#227;o de Direitos Humanos e Legisla&#231;&#227;o Participativa (CDH). O documento traz an&#225;lises sobre propostas do Executivo que podem prejudicar os trabalhadores. A audi&#234;ncia foi uma iniciativa do senador Paulo Paim (PT-RS). Fonte: Ag&#234;ncia Senado</p>
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<html><body></p>
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<div id="infocoweb_cabecalho" class="infocoweb_cabecalho"></div>
<div id="infocoweb_corpo" class="infocoweb_corpo">
<p style="text-align: justify">O movimento sindical lan&ccedil;ou, nesta segunda-feira (11), a Agenda Legislativa das Centrais Sindicais no Congresso Nacional durante audi&ecirc;ncia p&uacute;blica na Comiss&atilde;o de Direitos Humanos e Legisla&ccedil;&atilde;o Participativa (CDH). O documento traz an&aacute;lises sobre propostas do Executivo que podem prejudicar os trabalhadores. A audi&ecirc;ncia foi uma iniciativa do senador Paulo Paim (PT-RS).</p>
<p><audio preload="auto" src="https://www12.senado.leg.br/radio/@@audio/6b891c55-ab50-4745-a593-4607a99b96e8?download"></audio></p>
</div>
<div id="infocoweb_rodape" class="infocoweb_rodape">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/audios/2022/04/centrais-sindicais-lancam-no-senado-agendas-de-legislativa-e-juridica#263" rel="noopener">Ag&ecirc;ncia Senado</a></div>
</div>
<p><script src="https://gestor.infocoweb.com.br/analytics_content.js?a=263&amp;b=1121363&amp;c=6793077"></script></body></html></p>
<p>O post <a href="https://fatomt.com.br/centrais-sindicais-lancam-no-senado-agendas-de-legislativa-e-juridica/">Centrais sindicais lançam no Senado agendas de legislativa e jurídica</a> apareceu primeiro em <a href="https://fatomt.com.br">FATO MT</a>.</p>
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		<title>Centrais sindicais lançam agendas legislativa e jurídica 2022 no Senado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Apr 2022 17:35:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As 10 maiores centrais sindicais do Brasil apresentaram suas pautas legislativa e jur&#237;dica para o ano de 2022. O lan&#231;amento se deu na Comiss&#227;o de Direitos Humanos (CDH) nesta segunda-feira (11). A reuni&#227;o de lan&#231;amento das agendas foi presidida pelo senador Paulo Paim (PT-RS). Em linhas gerais, Paim avalia que a pauta das centrais busca [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.0 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/REC-html40/loose.dtd"><br />
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<p>As 10 maiores centrais sindicais do Brasil apresentaram suas pautas legislativa e jur&iacute;dica para o ano de 2022. O lan&ccedil;amento se deu na Comiss&atilde;o de Direitos Humanos (CDH) nesta segunda-feira (11).</p>
<p>A reuni&atilde;o de lan&ccedil;amento das agendas foi presidida pelo senador Paulo Paim (PT-RS). Em linhas gerais, Paim avalia que a pauta das centrais busca se contrapor &agrave;s reformas neoliberais feitas a partir de 2016, especialmente as trabalhista e previdenci&aacute;ria, que teriam sido feitas sob a promessa de gerar milh&otilde;es de empregos e aumentar a renda da classe trabalhadora, mas que n&atilde;o teriam atingido estas metas.</p>
<p>&mdash;&nbsp; Essa pauta tamb&eacute;m se contrap&otilde;e &agrave;s prioridades que o atual governo apresentou ao Parlamento em 2022. O governo insiste em projetos que retiram direitos dos trabalhadores e diminuem o papel do Estado como indutor do desenvolvimento social. Desde 2016, prometeram primeiro que a reforma trabalhista geraria 10 milh&otilde;es de empregos. Depois, o atual governo prometeu que a reforma da Previd&ecirc;ncia geraria outros 10 milh&otilde;es de empregos. Tenho tudo isso gravado em debates aqui na CDH mesmo. Mas o que vemos &eacute; que o desemprego aumentou e a infla&ccedil;&atilde;o dispara, gerando fome e mis&eacute;ria para milh&otilde;es de brasileiros &mdash; reclamou Paim.</p>
<p>O presidente da Central &Uacute;nica dos Trabalhadores (CUT), S&eacute;rgio Nobre, concordou com Paim. Para ele, o impeachment da ex-presidente Dilma Roussef, em 2016, tinha como uma de suas metas estruturais o desmonte da legisla&ccedil;&atilde;o trabalhista.&nbsp;&nbsp;</p>
<h3><strong>Conte&uacute;do das agendas</strong></h3>
<p>As agendas apresentadas no Senado unificam os esfor&ccedil;os da CUT, For&ccedil;a Sindical, Uni&atilde;o Geral dos Trabalhadores (UGT), Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB), Nova Central Sindical dos Trabalhadores (NCST), Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), Intersindical, CSP Conlutas (Central Sindical e Popular), Intersindical IL e P&uacute;blica.</p>
<p>Al&eacute;m de apresentar a posi&ccedil;&atilde;o das centrais sobre dezenas de projetos trabalhistas em pauta no Parlamento, a agenda legislativa tamb&eacute;m se posiciona sobre projetos de combate ao racismo estrutural, ao avan&ccedil;o do desmatamento, &agrave; libera&ccedil;&atilde;o de agrot&oacute;xicos, &agrave; ocupa&ccedil;&atilde;o de terras ind&iacute;genas, e apoia a igualdade salarial entre homens e mulheres.</p>
<p>&mdash; Esperamos que essa agenda fortale&ccedil;a nossa interlocu&ccedil;&atilde;o na busca da amplia&ccedil;&atilde;o da prote&ccedil;&atilde;o social e trabalhista, na gera&ccedil;&atilde;o de empregos de qualidade e o crescimento dos sal&aacute;rios, baseados no desenvolvimento econ&ocirc;mico inclusivo &mdash; afirmou o soci&oacute;logo Clemente Ganz L&uacute;cio, do F&oacute;rum das Centrais Sindicais.</p>
<p>Quanto &agrave; agenda judici&aacute;ria, Ganz L&uacute;cio informou que ela organiza a&ccedil;&otilde;es hoje submetidas ao julgamento do STF que tratam de direitos trabalhistas.</p>
<p>&nbsp;&mdash; Buscamos interagir com a Suprema Corte na perspectiva da efetiva&ccedil;&atilde;o e amplia&ccedil;&atilde;o dos direitos da classe trabalhadora. Mat&eacute;rias trabalhistas, sindicais, administrativas e previdenci&aacute;rias, assim como outros temas da cidadania no vi&eacute;s de efetivarmos uma sociedade inclusiva, justa, ambiental e socialmente respons&aacute;vel &mdash; finalizou o soci&oacute;logo.</p>
<p class="text-muted"><small>Ag&ecirc;ncia Senado (Reprodu&ccedil;&atilde;o autorizada mediante cita&ccedil;&atilde;o da Ag&ecirc;ncia Senado)</small></p>
</div>
<div id="infocoweb_rodape" class="infocoweb_rodape">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2022/04/11/centrais-sindicais-lancam-agendas-legislativa-e-juridica-2022-no-senado-1#263" rel="noopener">Ag&ecirc;ncia Senado</a></div>
</div>
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		<title>Centrais sindicais apresentam agendas legislativa e jurídica na CDH</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Apr 2022 14:35:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[agendas]]></category>
		<category><![CDATA[apresentam]]></category>
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		<category><![CDATA[juridica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comiss&#227;o de Direitos Humanos (CDH) voltar&#225; a se reunir na segunda-feira (11), &#224;s 10h, para discutir o projeto que cria o Estatuto do Trabalho (SUG 12/2018). A reuni&#227;o ter&#225; como foco&#160;o lan&#231;amento das Agendas Legislativa e Jur&#237;dica das Centrais Sindicais para 2022. O Estatuto do Trabalho foi apresentado ao Senado em 2018, ap&#243;s atua&#231;&#227;o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><!DOCTYPE html PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.0 Transitional//EN" "http://www.w3.org/TR/REC-html40/loose.dtd"><br />
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<p>A Comiss&atilde;o de Direitos Humanos (CDH) voltar&aacute; a se reunir na segunda-feira (11), &agrave;s 10h, para discutir o projeto que cria o Estatuto do Trabalho (<a class="external-link" href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/133210" target="_self" title="" rel="noopener">SUG 12/2018</a>). A reuni&atilde;o ter&aacute; como foco&nbsp;<span>o lan&ccedil;amento das Agendas Legislativa e Jur&iacute;dica das Centrais Sindicais para 2022.</span></p>
<p>O Estatuto do Trabalho foi apresentado ao Senado em 2018, ap&oacute;s atua&ccedil;&atilde;o conjunta da CDH com a Associa&ccedil;&atilde;o Nacional dos Procuradores do Trabalho (ANPT), a Associa&ccedil;&atilde;o Nacional dos Magistrados do Trabalho (Anamatra), o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait) e a Associa&ccedil;&atilde;o Latino-Americana de Ju&iacute;zes do Trabalho (Alit). O projeto foi apresentado ap&oacute;s a reforma trabalhista (<a class="external-link" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2017/lei/l13467.htm" target="_self" title="" rel="noopener">Lei 13.467, de 2017</a>) e tem como objetivo &#8220;resgatar os direitos sociais fundamentais do trabalhador, atingidos pela entrada em vigor de leis que estabeleceram um n&iacute;tido desequil&iacute;brio entre as partes nas rela&ccedil;&otilde;es de trabalho, de modo desfavor&aacute;vel ao trabalhador&#8221;.</p>
<p>O pedido para a audi&ecirc;ncia partiu do senador Paulo Paim (PT-RS). Para ele, a reforma trabalhista n&atilde;o produziu os resultados que prometeu. &#8220;Hoje o pa&iacute;s tem cerca de 15 milh&otilde;es de desempregados e outros 6 milh&otilde;es de desalentados, ou seja, j&aacute; perderam a esperan&ccedil;a de conseguir um emprego&#8221;, aponta no requerimento.</p>
<p>O senador e as entidades que apoiam o Estatuto do Trabalho defendem que as estat&iacute;sticas recentes indicam &#8220;um quadro de precariza&ccedil;&atilde;o, com redu&ccedil;&atilde;o salarial e aumento substancial da informalidade e pessoas sem emprego&#8221;.</p>
<h3><strong>Convidados</strong></h3>
<p>Est&atilde;o previstas as presen&ccedil;as do presidente da Central &Uacute;nica dos Trabalhadores (CUT), Sergio Nobre; do presidente da For&ccedil;a Sindical, Miguel Torres; do presidente da Uni&atilde;o Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Patah; e do presidente da Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB), Ad&iacute;lson Ara&uacute;jo. Tamb&eacute;m devem participar o presidente da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), Antonio Santos Neto; o secret&aacute;rio-executivo da Intersindical, Edson &Iacute;ndio; o s<span>ecret&aacute;rio nacional da CSP-Conlutas, Atn&aacute;goras Lopes; e o p</span>residente da Nova Central Sindical dos Trabalhadores (NCST), Oswaldo Barros.</p>
<table class="plain" style="background-color: #d3eef8">
<tbody>
<tr>
<td>
<h4><strong>Como participar</strong></h4>
<p>O evento ser&aacute; interativo: os cidad&atilde;os podem enviar perguntas e coment&aacute;rios pelo telefone da Ouvidoria do Senado (0800 061 2211) ou pelo&nbsp;<a class="external-link" href="http://www12.senado.leg.br/ecidadania" target="_self" title="" rel="noopener">Portal e&#8209;Cidadania</a>, que podem ser lidos e respondidos pelos senadores e debatedores ao vivo. O Senado oferece uma declara&ccedil;&atilde;o de participa&ccedil;&atilde;o, que pode ser usada como hora de atividade complementar em curso universit&aacute;rio, por exemplo. O&nbsp;<a class="external-link" href="http://www12.senado.leg.br/ecidadania" target="_self" title="" rel="noopener">Portal e&#8209;Cidadania</a>&nbsp;tamb&eacute;m recebe a opini&atilde;o dos cidad&atilde;os sobre os projetos em tramita&ccedil;&atilde;o no Senado, al&eacute;m de sugest&otilde;es para novas leis.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="text-muted"><small>Ag&ecirc;ncia Senado (Reprodu&ccedil;&atilde;o autorizada mediante cita&ccedil;&atilde;o da Ag&ecirc;ncia Senado)</small></p>
</div>
<div id="infocoweb_rodape" class="infocoweb_rodape">Fonte: <a target="_blank" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2022/04/08/centrais-sindicais-apresentam-agendas-legislativa-e-juridica-na-cdh#263" rel="noopener">Ag&ecirc;ncia Senado</a></div>
</div>
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		<title>Secel participa de fórum nacional para debater agendas da cultura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Mar 2022 19:20:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[agendas]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[debater]]></category>
		<category><![CDATA[forum]]></category>
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<div id="infocoweb_corpo" class="infocoweb_corpo">
<p style="text-align: justify">A equipe de gest&atilde;o&nbsp;da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) est&aacute; participando nesta quinta-feira (10.03) do F&oacute;rum Nacional de Secret&aacute;rios e Dirigentes Estaduais de Cultura. O evento ocorre em Vit&oacute;ria, no Esp&iacute;rito Santo, para definir pautas priorit&aacute;rias para o setor cultural em todo o&nbsp;Brasil.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify">Entre os assuntos est&atilde;o a aprova&ccedil;&atilde;o e as pr&oacute;ximas etapas de regulamenta&ccedil;&atilde;o da Lei Paulo Gustavo; tamb&eacute;m os passos necess&aacute;rios para negocia&ccedil;&otilde;es pr&oacute; Lei Aldir Blanc 2 no Senado; e o chamamento para Confer&ecirc;ncia Nacional de Cultura, que ocorre no segundo semestre de 2022.</p>
<p style="text-align: justify">Integram a comitiva em viagem o secret&aacute;rio adjunto de Cultura da Secel-MT, Jan Moura, e a secret&aacute;ria adjunta de Administra&ccedil;&atilde;o Sist&ecirc;mica da Secel-MT,&nbsp;Eliane Paula, que destacam a import&acirc;ncia da reuni&atilde;o.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify">&ldquo;A articula&ccedil;&atilde;o com outros estados &eacute; fundamental para os avan&ccedil;os que estamos construindo em Mato Grosso. Estamos discutindo a proposta de transformar a Lei Aldir Blanc em um programa anual de transfer&ecirc;ncia de renda, fundamental para a estrutura&ccedil;&atilde;o do Sistema Nacional de Cultura&rdquo;, explicou&nbsp;Jan Moura.</p>
<p style="text-align: justify">O secret&aacute;rio de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso, Beto Dois a Um, comemora a democratiza&ccedil;&atilde;o do acesso aos editais da primeira edi&ccedil;&atilde;o da Lei Aldir Blanc e destaca a import&acirc;ncia da lei para o setor produtivo da cultura.</p>
<p style="text-align: justify">&ldquo;A <a href="https://www.detran.mt.gov.br/web/sec/-/16978502--a-lei-aldir-blanc-e-um-divisor-de-aguas-para-a-cultura-em-mt-avalia-o-secretario-de-cultura-esporte-e-lazer-do-estado">Lei Aldir Blanc</a> foi um divisor de &aacute;guas para a cultura em Mato Grosso. Um projeto amplo e com objetivos diversos, o que atendeu &agrave;s necessidades impostas pela pandemia. Conseguimos pluralizar o atendimento ao setor cultural&nbsp;em rela&ccedil;&atilde;o aos editais do passado. Destinamos 60% dos recursos para os munic&iacute;pios do interior de Mato Grosso e 40% para os munic&iacute;pios da Baixada Cuiabana&rdquo;.</p>
<p style="text-align: justify"><img decoding="async" alt="" src="https://www.urgentenews.com.br/wp-content/uploads/2022/03/10/9b6668a696ede6733a37f9238ec47b42.jpg"></p>
</div>
<div id="infocoweb_rodape" class="infocoweb_rodape">Fonte: <a target="_blank" href="http://www.mt.gov.br/web/sec/-/19090502-secel-participa-de-forum-nacional-para-debater-agendas-da-cultura#263" rel="noopener">GOV MT</a></div>
</div>
<p><script src="https://gestor.infocoweb.com.br/analytics_content.js?a=263&amp;b=1076231&amp;c=6418636"></script></body></html></p>
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