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	<title>Arquivos afinal - FATO MT</title>
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	<title>Arquivos afinal - FATO MT</title>
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		<title>Afinal, devo ou não trocar o óleo do câmbio automático?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Mar 2023 20:51:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AUTOMOBILISMO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Divulgação Tudo depende da quilometragem e do que diz o manual do proprietário de cada montadora sobre é a troca do fluido A resposta é simples: depende. O assunto é polêmico e divide opiniões, mas vale o bom senso de cada um, além de respeitar sempre a recomendação de cada fabricante automotivo. O fato é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<h3> <br data-mce-bogus="1"> </h3>
<div class="Noticia_Foto fato">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/7a/9j/qy/7a9jqyfk3mukndwsc9pyhsxo6.jpg" width="906" height="509" alt="Tudo depende da quilometragem e do que diz o manual do proprietário de cada montadora sobre é a troca do fluido" title="Tudo depende da quilometragem e do que diz o manual do proprietário de cada montadora sobre é a troca do fluido"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Divulgação</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Tudo depende da quilometragem e do que diz o manual do proprietário de cada montadora sobre é a troca do fluido</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">A resposta é simples: depende. O assunto é polêmico e divide opiniões, mas vale o bom senso de cada um, além de respeitar sempre a recomendação de cada fabricante automotivo. O fato é que o <strong>óleo do câmbio automático</strong> vai perdendo suas propriedades devido ao desgaste das peças móveis internas e, com isso, acaba acumulando impurezas. Isso vale também para <strong>transmissões continuamente variáveis (CVT).</strong> </p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
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<li> <a href="https://carros.ig.com.br/2023-01-18/jogo-dos-sete-erros--manias-que-podem-detonar-a-transmissao-automatica.html" title="Jogo dos sete erros: manias que podem detonar o câmbio automático" target="_self" rel="noopener">Jogo dos sete erros: manias que podem detonar o câmbio automático</a> </li>
<li> <a href="https://carros.ig.com.br/2021-08-04/veja-5-seminovos-com-cambio-automatico-para-ficar-longe.html.ampstories" title="Veja 5 seminovos com câmbio automático para ficar longe" target="_self" rel="noopener">Veja 5 seminovos com câmbio automático para ficar longe</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">“A troca é necessária e o motorista deve seguir a recomendação do manual do fabricante. Cada carro tem uma quilometragem de troca específica. Há uns que são a <strong>cada 80.000 km, outros a cada 40.000 km</strong> , e assim por diante”, explica Alberto Freitas, gerente da área automotiva da Valvoline.</p>
<p>No entanto, tudo vai depender da quilometragem e do que diz o <strong>manual do proprietário de cada montadora.</strong> Por exemplo, a <a title="Honda CR-V Hybrid tem motor com “extra de 600 cv” e até barulho de F1" href="https://carros.ig.com.br/veiculos-eletricos/2023-02-27/honda-cr-v-hybrid-tem-motor-com-extra-de-600-cv-e-ate-barulho-de-f1.html" data-mce-href="https://carros.ig.com.br/veiculos-eletricos/2023-02-27/honda-cr-v-hybrid-tem-motor-com-extra-de-600-cv-e-ate-barulho-de-f1.html">Honda</a> , em geral, recomenda a troca a cada 40 mil km, e alguns de seus veículos contam até com a vareta de medição para checagem do nível de óleo. </p>
<p>Há outras montadoras que usam sistema long life (vida longa) &#8211; que são aqueles do tipo que não precisam de troca, tal como é o caso da <a title="Esse é de morrer: BMW M5 vira rabecão na Grécia" href="https://carros.ig.com.br/2023-01-09/bmw-m5-transformada-em-carro-funebre-rabecao.html" data-mce-href="https://carros.ig.com.br/2023-01-09/bmw-m5-transformada-em-carro-funebre-rabecao.html">BMW</a> <strong>.</strong> No caso, os fabricantes defendem que o fluido é tão durável quanto a própria caixa de marchas. São exceções à regra, contudo.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://carros.ig.com.br/2023-03-14/afinal--devo-ou-nao-trocar-o-oleo-do-cambio-automatico-.html#7678679c-205b-4990-9e80-dadbd6f4b4f0" rel="noopener">IG CARROS</a></p>
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		<item>
		<title>Afinal, é preciso cortar o glúten da alimentação?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Nov 2022 10:15:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[afinal]]></category>
		<category><![CDATA[alimenta]]></category>
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		<category><![CDATA[gluten]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Divulgação Gluten free é um apelo do mercado que atende muito mais do que os celíacos É cada vez mais comum encontrarmos produtos com a bandeira #glutenfree em prateleiras e mercados. Nas últimas duas décadas, o glúten, presente em ingredientes como o trigo, centeio e a cevada, tem sido objeto de repulsa por parte de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/an/ja/9c/anja9czvndzhtolpjnzoqc1gw.jpg" width="906" height="509" alt="Gluten free é um apelo do mercado que atende muito mais do que os celíacos" title="Gluten free é um apelo do mercado que atende muito mais do que os celíacos"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Divulgação</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Gluten free é um apelo do mercado que atende muito mais do que os celíacos</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">É cada vez mais comum encontrarmos produtos com a bandeira #glutenfree em prateleiras e mercados. Nas últimas duas décadas, o glúten, presente em ingredientes como o trigo, centeio e a cevada, tem sido objeto de repulsa por parte de best sellers e influenciadores. Eles defendem que o consumo de alimentos sem essa proteína, que eleva a qualidade de receitas de pães, massas e bolos, contribui para uma vida mais saudável. O que diz a ciência sobre isso?</p>
<p>De acordo com a Federação Nacional das Associações de Celíacos do Brasil (Fenacelbra), o número de pessoas que excluem o glúten da dieta é muito maior do que o número de intolerantes e celíacos. Isso ocorre, possivelmente, em razão de um terceiro grupo de pessoas, que acreditam na relação entre o corte dessa proteína e emagrecimento e melhoria da saúde. </p>
<p>Porém, segundo a Coordenadora de Gastronomia e Nutrição do São Cristóvão Saúde, Cintya Bassi, não há estudos conclusivos que confirmem essa hipótese, “mas é possível sim, emagrecer com a exclusão do glúten da dieta, não porque ele seja vilão, mas sim porque está presente em alimentos calóricos e frequentemente consumidos com pouco equilíbrio”, sinaliza a especialista. Como destaque, alimentos processados e fontes de carboidratos, que levam ao ganho de peso, possuem o composto.   Para entender melhor as questões de intolerância e contraindicações, a coordenadora de nutrição esclarece: &#8220;Existem os portadores da doença celíaca, que representam aproximadamente 1,4% da população mundial, nos quais desencadeiam-se reações no sistema imunológico quando o intestino entra em contato com a proteína. Além deles, há os indivíduos que são intolerantes ao glúten, uma condição mais leve, mas que está relacionada a desconfortos como inchaço, diarreia, constipação, dores abdominais, fezes com odor forte e dores de cabeça &#8211; que também se beneficiam da exclusão”.</p>
<p>Outra diferença é que, aos alérgicos, além de passar longe de alimentos com glúten, precisam ter atenção a cosméticos que contém essa proteína em sua fórmula, pois podem trazer efeitos nocivos ao organismo de quem possui sensibilidade ao componente.</p>
<h3>Orientação</h3>
<p>A nutricionista destaca a importância do acompanhamento profissional, para quem necessite ou queira abolir o glúten, de forma a manter a dieta equilibrada e evitar deficiência de nutrientes. Isoladamente, o componente não traz benefícios, mas o indivíduo pode sofrer com a falta dos nutrientes de alimentos nos quais o glúten esteja presente.   “A exclusão inclui por exemplo, os cereais integrais, que são importantes fontes de fibras e outros nutrientes, que são associados a manutenção do peso, redução do colesterol e prevenção de câncer de intestino. Para substituir o glúten, outras farinhas podem ser utilizadas nas preparações, como farinha de arroz, polvilho doce e azedo, farinha de milho, mandioca, trigo-sarraceno e tapioca para uma mudança saudável”, explica Bassi.   Ou seja, não existe um único vilão ou nutriente que consiga mudar sua saúde de um dia para o outro. Lembre-se de que tudo que se come em excesso sobrecarrega o corpo. Como a cultura ocidental é rica na diversidade de pães e bolos, o segredo é manter uma refeição balanceada, alternando o consumo com outros alimentos. Cuidar de sua saúde inclui acompanhamentos periódicos junto a um time de profissionais qualificados.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://delas.ig.com.br/alimentacao-e-bem-estar/2022-11-22/afinal--e-preciso-cortar-o-gluten-da-alimentacao-.html#53cc7b75-a5ff-4b09-9699-82d2fc107f42" rel="noopener">IG Mulher</a></p>
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			</item>
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		<title>Afinal, por que há tantos modelos de celulares no mercado?</title>
		<link>https://fatomt.com.br/afinal-por-que-ha-tantos-modelos-de-celulares-no-mercado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Aug 2022 10:40:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[afinal]]></category>
		<category><![CDATA[celulares]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[modelos]]></category>
		<category><![CDATA[tantos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Unsplash/Jenny Ueberberg Entenda por que fabricantes apostam em tantas variações de smartphones Comprar um celular nem sempre é uma tarefa tão simples. Desde os modelos mais simples aos mais completos, as fabricantes lançam algumas variantes para atingir um mesmo segmento. Mas a diversidade não para por aí, pois, além das opções Lite, Pro e Ultra, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><meta name="robots" content="noindex"><mreta name="googlebot" content="noindex"></p>
<div class="Noticia_Foto">
<figure class="foto-legenda">
<div class="foto-legenda-img"> <img decoding="async" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/3u/so/h1/3usoh1exk2vq45qmqdcgrfh6l.jpg" width="906" height="509" alt="Entenda por que fabricantes apostam em tantas variações de smartphones" title="Entenda por que fabricantes apostam em tantas variações de smartphones"> </div><figcaption class="foto-legenda-citacao"> <cite>Unsplash/Jenny Ueberberg</cite> </p>
<div class="foto-legenda-citacao-text">Entenda por que fabricantes apostam em tantas variações de smartphones</div>
</figcaption></figure>
</p>
</div>
<p class="">Comprar um celular nem sempre é uma tarefa tão simples. Desde os modelos mais simples aos mais completos, as fabricantes lançam algumas variantes para atingir um mesmo segmento. Mas a diversidade não para por aí, pois, além das opções Lite, Pro e Ultra, ainda há linhas que oferecem alternativas de memória RAM. E, no meio disso tudo, surge a pergunta: qual é o melhor celular para comprar?</p>
<p class="">Possivelmente, você já fez esse questionamento diante de inúmeras opções de smartphones disponíveis no mercado. Afinal, quase todas as fabricantes apostam na diversificação do portfólio para atingir o maior número de públicos possíveis. E esta tendência alcançou até os smartphones mais caros, como é o caso da Samsung com a linha Galaxy S22, que possui a edição convencional, o Galaxy S22+ e o Galaxy S22 Ultra.</p>
<h3 class="">Uma escolha que não tem fim</h3>
<p class="">A grande questão é que toda essa aposta resulta em uma quantidade quase infindável de lançamentos. Não à toa, no mundo todo, a Samsung lançou cerca de 20 celulares entre 1º de janeiro e 18 de julho de 2022. É o que mostra um levantamento feito pelo Tecnoblog com base na lista de dispositivos do GSMArena.</p>
<p class="">Parte desses lançamentos estão voltados para a linha de celulares premium da marca, como o Galaxy S22. Mas a fabricante ainda revelou o Galaxy S21 FE em janeiro, que é a opção mais simples da geração anterior. E este é um ponto curioso, pois o celular é muito parecido com o Galaxy S21 convencional em diversos aspectos da ficha técnica – especialmente no visual.</p>
<p class="">Mas a grande maioria dos lançamentos da marca até o momento gira em torno de modelos intermediários. Do segmento, há dois carros-chefes: o Galaxy A73 e o Galaxy A53. E é aqui que entra o pulo do gato, pois existem apenas mudanças pontuais no processador, câmeras e tamanho de tela entre cada um.</p>
<p class="">A situação fica mais notável quando a Xiaomi, que já lançou 40 celulares neste ano, entra no assunto. O Redmi Note 11 global, por exemplo, possui quatro variantes, sendo que as mais avançadas se chamam Redmi Note 11 Pro e Redmi Note 11 Pro 5G. E daí você se pergunta: o que muda é apenas o suporte ao 5G, certo? Não, porque um tem mais câmeras do que o outro.</p>
<p class="">A diferenciação não para por aí. Além de ter quatro edições, há diversas variações dentro de cada um. O Redmi Note 11 convencional, por exemplo, tem opções com as seguintes combinações de RAM e armazenamento: 4 GB + 64 GB, 4 GB + 128 GB e 6 GB + 128 GB. O mesmo acontece com o Redmi Note 11 Pro com as seguintes alternativas: 6 GB + 64 GB, 6 GB + 128 GB e 8 GB + 128 GB. Ou seja, é uma variação dentro de uma variação.</p>
<p class="">A Motorola também não escapa desse cenário. Até o momento em 2022, a empresa lançou 13 celulares globalmente. No Brasil, a marca oferece o Moto G22 com um processador MediaTek Helio G37 e o Moto G42 com Snapdragon 680 4G. Mas os dois celulares foram lançados no comércio nacional com o mesmo preço sugerido: R$ 1.699.</p>
<p class="">Claro, para um observador mais atento, dá para entender que um dos dois telefones tem um chip mais eficiente. Mas e o público mais leigo, como fica nesta situação, sendo que não há nem como diferenciá-los pelo valor?</p>
<h3 class="">Diversificação e várias faixas de preço</h3>
<p class="">Mas por que tantos lançamentos? Para tirar essa dúvida, conversamos com o gerente de pesquisa e consultoria de Consumer Devices da IDC Brasil, Reinaldo Sakis. Ao Tecnoblog, o analista fez uma analogia entre os mercados de celulares e de computadores.</p>
<p class="">Segundo Sakis, dentro de um modelo de um notebook, por exemplo, há diversas variações. Este esquema permite que o computador seja escolhido com mais ou menos memória RAM, SSD maior ou menor, com teclado iluminado e afins. Em outras palavras: o consumidor consegue comprar o dispositivo de acordo com as suas necessidades.</p>
<p class="">O mesmo acontece com os smartphones. &#8220;No mundo dos celulares, para ter essa gama mais ampla, o fabricante acaba optando por ter modelos parecidos, com configurações parecidas, mas com nomes diferentes&#8221;, explica.</p>
<p class="">A analista da Counterpoint Research, Tina Lu, também lembra da divisão de mercado pela faixa de preços. &#8220;As principais fabricantes pretendem ter alguns modelos em cada faixa de preço&#8221;, diz. &#8220;Existem de sete a treze faixas de preços, e cada fabricante as segmenta de forma ligeiramente diferente&#8221;.</p>
<p class="">E a segmentação continua dentro de uma única faixa de preço. Isto porque, mesmo dentro de um grupo de consumidores, há variações que podem atender a um público bem específico. E é aí que entram as mudanças nas especificações citadas pelo gerente da IDC Brasil, como a oferta de uma câmera melhor, suporte ao 5G, entre outros.</p>
<h3 class="">Atendendo a todos os públicos sem aumentar o preço</h3>
<p class="">Toda essa estratégia gira em torno de uma presença maior no mercado. Tina Lu conta que, ao abocanhar uma fatia maior em cada segmento de preço, as empresas aumentam a sua participação no mercado em geral.</p>
<p class="">&#8220;Por exemplo, a Samsung, que é líder na região da América Latina, lidera na maioria dos segmentos de preço&#8221;, afirma. &#8220;Geralmente tem pelo menos dois modelos líderes em cada faixa de preço. Isso significa que tem de dois a quatro modelos para cada segmento de preço&#8221;.</p>
<p class="">Reinaldo Sakis também ressalta que, ao ter várias opções para atender o público, as fabricantes acabam sortindo mais o portfólio para alcançar os usos diferenciados que um celular pode ter.</p>
<p class="">&#8220;Eu posso ter um modelo em uma faixa de preço parecida, mas terei um com um pouco mais de memória. Para um usuário que gosta mais de câmera, eu posso diminuir a memória e aumentar a potência da câmera. Se é um usuário gamer, então talvez eu diminua a câmera, mas coloque mais processamento interno&#8221;, explica.</p>
<p class="">A lógica é parecida com os modelos que têm diversas variações dentro de si. É o caso do Redmi Note 11 Pro 5G citado anteriormente, que tem três câmera e oferece 5G. Já o Redmi Note 11 Pro tem um sensor fotográfico extra, o que pode chamar a atenção de quem dá mais atenção às fotos, mas só vai até o 4G.</p>
<p class="">Essa diversificação ajuda a dar um gás extra na concorrência. Vamos supor que a empresa B quer ultrapassar a empresa A. Para isso, a fabricante B cria diversos produtos dentro de uma única família: um com câmera melhor, outro com memória maior e outro com uma bateria que dura mais tempo.</p>
<p class="">Dessa forma, a companhia B mira em um produto específico da companhia A para ultrapassá-lo com opções específicas para grupos de consumidores diferentes.</p>
<p class="">&#8220;Se colocar esses atributos no mesmo produto, ele vai ficar mais caro e vai sair dessa competição&#8221;, explica Sakis. &#8220;Assim, eu vou cercando o meu competidor com produtos, pois, quando o usuário tem cinco opções para escolher, é mais fácil direcioná-lo nesse tipo de situação&#8221;.</p>
<h3 class="">E as fabricantes? O que dizem?</h3>
<p class="">Mas, afinal, o que pensam as fabricantes? Ao Tecnoblog, o gerente sênior de produto da divisão de dispositivos móveis da Samsung, Marcelo Daou, afirmou que a marca tem um portfólio variado para atender às necessidades individuais dos consumidores.</p>
<p class="">Daou ressalta que o segmento intermediário tem uma grande importância no mercado de smartphones. Esta atenção é dada justamente pela alta variedade de produtos, o que ajuda a atender um perfil maior de consumidores. &#8220;Entendemos que essas linhas são essenciais para a democratização da tecnologia&#8221;, ressalta.</p>
<div>
<aside class="leiaTambem-container">
<h3>Leia também</h3>
<ul>
<li> <a href="https://tecnologia.ig.com.br/2022-08-02/jovens-nao-conseguem-ficar-mais-de-um-dia-sem-celular.html" title="Brasil: 40% dos jovens não conseguem ficar mais de um dia sem celular" target="_self" rel="noopener">Brasil: 40% dos jovens não conseguem ficar mais de um dia sem celular</a> </li>
<li> <a href="https://tecnologia.ig.com.br/2022-08-05/5g-vendas-celulares-crescem-brasil.html" title="5G faz vendas de celulares voltarem a crescer no Brasil após quedas" target="_self" rel="noopener">5G faz vendas de celulares voltarem a crescer no Brasil após quedas</a> </li>
<li> <a href="https://tecnologia.ig.com.br/colunas/tecnoblog/2022-08-03/android-13-setembro-google.html" title="Android 13 pode chegar só em setembro, sugere boletim do Google" target="_self" rel="noopener">Android 13 pode chegar só em setembro, sugere boletim do Google</a> </li>
</ul>
</aside>
</div>
<p class="">E é aí que entram as duas linhas intermediárias da marca. A mais conhecida, a família Galaxy A, segundo o executivo, &#8220;lidera a democratização das últimas inovações&#8221; da empresa. Já a categoria Galaxy M &#8220;foi desenvolvida para potencializar o dia a dia de usuários que buscam recursos de alta capacidade em um smartphone com ótimo custo-benefício&#8221;.</p>
<p class="">O head de produtos da Motorola, Thiago Masuchette, também destacou a diversificação da cartela de produtos. &#8220;Nosso portfólio de produtos inclui smartphones com especificações exclusivas e que foram cuidadosamente escolhidos para atender as várias necessidades e custos de consumidores de todo o mundo&#8221;, ressaltou.</p>
<p>O executivo ainda falou sobre o lançamento de muitos celulares em pouco tempo. Segundo Masuchette, a estratégia foi adotada por vários fatores, incluindo o aumento na demanda por novos produtos e a escassez de componentes no mercado. E, de fato, a falta de chips resultou até mesmo em relançamentos de smartphones no mundo todo.</p>
<h3>O outro lado da história</h3>
<p>De fato, essa estratégia tem uma baita vantagem: atender a todos os públicos possíveis. Afinal, as fabricantes podem lançar produtos para diversas faixas de preço, o que possibilita a expansão da sua participação de mercado. Mas&#8230; e o outro lado da moeda?</p>
<p>Tina Lu, da Counterpoint Research, expõe a dificuldade por trás de toda a engrenagem do mercado. &#8220;Grandes portfólios são caros para gerenciar e dão dores de cabeça ao processo de fabricação e à cadeia de suprimentos&#8221;, afirma. &#8220;Muitas vezes, alguns modelos acabavam com estoque alto&#8221;.</p>
<p>Reinaldo Sakis, da IDC Brasil, não pensa diferente. &#8220;Essa estratégia é cara&#8221;, diz. &#8220;Gerar um produto com várias opções tem um investimento muito alto da indústria&#8221;.</p>
<p>&#8220;A gestão de um portfólio amplo é difícil para a empresa. É um risco: para buscar mais usuários, eles têm que arriscar esse tipo de controle [de preços, portfólio, parceiros de varejo, etc]&#8221;, conclui. &#8220;Alguns tentam controlar isso na vírgula, para que a maior parte dos varejistas tenham um preço parecido&#8221;.</p>
<h3>Confuso ou não confuso? Eis a questão</h3>
<p>De fato, há celular para todo mundo. Essa faixa vai desde modelos mais simples, para quem deseja economizar e usar o básico, até opções mais completas, para quem quer o melhor do melhor. É até o caso de smartphones para um segmento muito específico, como o público gamer, que está mais focado no processamento do que nas câmeras, por exemplo.</p>
<p>Ainda assim, os consumidores ficam confusos com tantas opções disponíveis no mercado? A analista Tina Lu diz que isso pode até acontecer, mas a questão é outra.</p>
<p>&#8220;Sua primeira pergunta geralmente é &#8216;quanto estou disposto/capaz de gastar?&#8217; Em seguida, se move para decidir sobre a marca e o modelo&#8221;, afirma. &#8220;Mas, frequentemente, um vendedor no lugar certo pode ajudar os consumidores a mudar sua decisão&#8221;.</p>
<p>Reinaldo Sakis, por sua vez, lembra que toda essa vastidão não chega a ser confuso porque hoje tem muita informação disponível aos consumidores. &#8220;Você coloca lá no buscador: &#8216;eu quero um celular na faixa de preço tal e que tenha prioridade em câmera&#8217;. Você vai encontrar&#8221;.</p>
<p>O gerente da IDC Brasil também voltou a ressaltar a diversidade do mercado de celulares da atualidade. Sakis fez uma contraposição com a famosa história do modelo T, da Ford, de que o seu carro podia ter &#8220;qualquer cor, desde que fosse preto&#8221;. Segundo o analista, &#8220;hoje, tendo um portfólio mais amplo, o usuário consegue identificar a sua verdadeira necessidade&#8221;.</p>
<p id="infocoweb_fonte" class="infocoweb_fonte">Fonte: <a target="_blank" href="http://tecnologia.ig.com.br/colunas/tecnoblog/2022-08-07/por-que-ha-tantos-modelos-celulares.html#4b233369-ab36-4026-8c3c-4325ade67997" rel="noopener">IG TECNOLOGIA</a></p>
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